
Ano 7 | nº 1559 | 25 de agosto de 2021
NOTÍCIAS
Mercado do boi gordo caindo em São Paulo
Cenário de boa oferta e escalas de abate relativamente confortáveis
Com um cenário de boa oferta e escalas de abate relativamente confortáveis, os frigoríficos paulistas abriram as compras derrubando a cotação em R$2,00/@ para o boi gordo e R$1,00/@ para a novilha gorda. O boi gordo ficou cotado em R$313,00/@ e a novilha gorda em R$307,00/@, preços brutos e a prazo.
SCOT CONSULTORIA
Boi: quedas seguem pontuais, diz Safras & Mercado
De acordo com a consultoria Safras & Mercado, a arroba do boi gordo teve mais um dia de quedas pontuais no mercado brasileiro em virtude das escalas de abate alongadas
Os recuos foram observados em Dourados (MS), onde a arroba passou de R$ 316 para R$ 315 e em Cuiabá (MT), de R$ 307/308 para R$ 306. Na B3, os contratos futuros do boi gordo seguem capturando os recuos observados no mercado físico e tiveram mais um dia de forte queda nas cotações. O vencimento para agosto passou de R$ 313,05 para R$ 311,45, do outubro foi de R$ 313,00 para R$ 310,00 e do novembro foi de R$ 318,60 para R$ 317,90 por arroba.
AGÊNCIA SAFRAS
Utilização de frigoríficos em MT é a menor desde 2010, diz Imea
De janeiro a julho, uso das instalações no Estado foi de 71,93%, em média
Neste ano, o uso dos frigoríficos de Mato Grosso é, até o momento, o menor já calculado pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea). De janeiro a julho, a utilização real (que considera apenas a capacidade de abate das plantas em operação) das instalações no Estado foi de 71,93%, em média, 8,82 pontos inferior ao registrado no mesmo período do ano passado – e o menor desde o início da série histórica do instituto, em 2010. Segundo o Imea, a retenção de fêmeas é uma das principais causas do baixo desempenho. Mato Grosso é o maior produtor de carne bovina do país. Somente considerando o mês de julho, a utilização ficou em 69,83%, recuo de 2,89 pontos percentuais no comparativo com junho. O motivo para esta queda, segundo o instituto, foi o maior número de dias úteis no mês, o que influenciou para uma melhor distribuição dos animais e maior ociosidade das instalações.
VALOR ECONÔMICO
Preços do boi seguem com quedas pontuais
Diante de escalas alongadas, os frigoríficos ainda sinalizam para uma posição bastante confortável em suas escalas de abate
O mercado físico de boi gordo registrou preços de estáveis a mais baixos na terça-feira. Segundo o analista de Fernando Henrique Iglesias, da Safras & Mercado, os frigoríficos ainda sinalizam para uma posição bastante confortável em suas escalas de abate. “Até mesmo no Mato Grosso do Sul, onde a situação era mais complicada, foi verificado algum avanço da oferta, dando maior conforto às escalas de abate no estado. As escalas de abate atendem entre cinco e sete dias úteis em média. No curto prazo, há poucos elementos que justifiquem para a retomada de alta de maneira consistente”, disse Iglesias. Por outro lado, as exportações de carne bovina apresentam ótimo desempenho. O Brasil ganhou mercado no decorrer do ano com as diretrizes adotadas pelo governo da Argentina somado aos problemas do rebanho de bovinos na Austrália. Em São Paulo, a referência para a arroba do boi ficou em R$ 314 na modalidade a prazo, estável. Em Goiânia (GO), a arroba teve preço de R$ 304, estável. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada em R$ 315, ante R$ 316 na segunda-feira. Em Cuiabá, a arroba ficou indicada em R$ 306, contra R$ 307 a R$ 308. Em Uberaba, Minas Gerais, preços a R$ 316 a arroba, estáveis. Já no mercado atacadista, os preços da carne bovina seguem firmes. O ambiente de negócios ainda sugere por menos espaço para reajustes até o período de virada de mês. Durante a primeira quinzena de setembro o quadro muda de figura com maior espaço para reajustes, em linha com a entrada dos salários na economia motivando a reposição entre atacado e varejo. O quarto traseiro segue precificado a R$ 21,25, por quilo. Quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 16,90, por quilo. Ponta de agulha segue no patamar de R$ 16,90, por quilo.
AGÊNCIA SAFRAS
ECONOMIA
Dólar tem queda de 2,25%, a 5,2613 reais na venda
O dólar fechou em queda na terça-feira. O segundo dia seguido de rali nas commodities deu sua contribuição para a queda do dólar por aqui –e também no mundo–, além do pregão de otimismo nas bolsas de Nova York
Entre a mínima do fim de julho, em torno de 5,04 reais, e a máxima de agosto, por volta de 5,48 reais, o dólar futuro saltou 8,8%, turbinado pelo aumento dos ruídos político-fiscais no Brasil num período já de maior cautela no exterior. Desde essa máxima de agosto, a moeda já devolveu cerca de 4,1%. O contexto doméstico vem pressionando o dólar, mas um grande teste para a moeda norte-americana ocorrerá na sexta-feira, quando todos os holofotes do mercado financeiro global estarão voltados para o discurso virtual do líder do banco central dos EUA (Fed), Jerome Powell, no famoso simpósio econômico anual de Jackson Hole, nos EUA. Investidores aguardam para ver se o Fed dará alguma indicação mais clara sobre quando começará a cortar estímulos monetários –os mesmos que inundaram o mundo de liquidez em 2020 e ajudaram a evitar uma ascensão ainda maior do dólar no Brasil e lá fora. Na terça-feira, o dólar à vista caiu 2,25%, a 5,2613 reais na venda. A desvalorização é a mais forte desde 10 de março (-2,39%). O preço da moeda é o menor desde o último dia 13 (5,2461 reais). No exterior, o índice do dólar contra uma cesta de divisas de países desenvolvidos caía 0,13%, estendendo a queda da véspera, enquanto Wall Street bateu novos recordes.
REUTERS
Ibovespa fecha em alta de 2,23% com exterior positivo
O Ibovespa fechou em alta na terça-feira, puxado pelo desempenho positivo de mercados no exterior, particularmente de commodities como o minério de ferro, além de declarações buscando amenizar preocupações com o cenário fiscal no país
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 2,23%, a 120.096,03 pontos, maior alta desde fevereiro, de acordo com dados preliminares. O volume financeiro no pregão somava 27,3 bilhões de reais.
REUTERS
Ipea eleva estimativa de inflação neste ano a 7,1%
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revisou sua projeção para a inflação neste ano a 7,1%, de 5,9% antes, bem acima do teto da meta do Banco Central. O centro da meta oficial para a inflação em 2021 é de 3,75%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.
Para 2022, o Ipea calcula alta do IPCA de 4,1%, contra objetivo de 3,50%, também com margem de 1,5 ponto. Segundo o Ipea, as taxas de inflação brasileiras seguem bastante pressionadas devido a uma combinação de aceleração de preços monitorados, inflação de alimentos e bens industriais em patamares elevados e movimento inicial de recomposição dos preços dos serviços. O instituto destacou ainda em sua mais recente revisão que parte da alta da inflação já era esperada, mas problemas climáticos, o relaxamento do isolamento social e a retomada do emprego trouxeram pressões adicionais aos preços. “As sucessivas altas das cotações das commodities no mercado internacional e os eventos climáticos adversos – a longa estiagem e a ocorrência de geadas em regiões de produção agrícola – surpreenderam negativamente e desencadearam novos aumentos de preços de alimentos e de energia”, disse o Ipea em sua Carta de Conjuntura. “Adicionalmente, a recuperação do mercado de trabalho formal e o relaxamento das medidas de distanciamento social, em razão do avanço da vacinação, trouxeram, nos últimos meses, um maior dinamismo ao setor de serviços, gerando margem para uma recomposição de preços nesse segmento”, completou. Para o Ipea, as perspectivas para os próximos meses são de mais pressão, derivadas dos combustíveis e energia elétrica, além de alimentos e serviços. “A perspectiva de continuidade de alta nos preços dos alimentos no mercado internacional, especialmente das proteínas animais, aliada à variação recente maior que prevíamos, elevou a projeção de alimentos no domicílio de 5,0% para 6,9%”, explicou o instituto. O Ipea também considera que a aceleração das matérias-primas no mercado internacional, combinada ao aumento da utilização da capacidade instalada na indústria e os estoques abaixo do nível desejado, deve manter os preços dos bens industriais pressionados, elevando a estimativa de alta para esse segmento neste ano a 6,6%, de 4,8%. Já a inflação para serviços passou a ser calculada em 5,0%, de 4,0% antes, diante da retomada do setor com a reabertura da economia. Em relação ao cenário para 2022, a perspectiva é de uma certa acomodação, dado que a trajetória de alta dos juros pode ser um freio para o aumento dos preços.
REUTERS
Endividamento sobe e atinge nível recorde de 72,9% dos lares brasileiros
Em agosto, 11,89 milhões de famílias brasileiras estavam endividadas segundo pesquisa da CNC, o maior nível desde 2010, início da série histórica
O País alcançou em agosto um recorde 11,890 milhões de famílias endividadas, segundo dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), iniciada em 2010, registrou ápice de 72,9% dos lares brasileiros com dívidas em agosto, alta de 1,5 ponto porcentual em relação a julho, quando essa proporção era de 71,4%. O indicador já acumula nove meses de aumentos consecutivos. Na comparação com agosto de 2020, quando o total de endividados somava 67,5%, o avanço foi de 5,4 pontos. Ou seja, em apenas um mês, mais 251,6 mil famílias contraíram dívidas. Em um ano, são mais de 930 mil lares endividados a mais. A pesquisa da CNC considera como dívidas as contas ainda a vencer no cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, prestação de carro e de casa. “Esse endividamento começou a apontar uma tendência de alta entre novembro e dezembro do ano passado. De abril para cá houve um acirramento desse crescimento. Isso aconteceu nos dois grupos de renda (baixa e alta), mas às características de endividamento entre esses grupos são diferentes”, diz a economista Izis Janote Ferreira, responsável pela pesquisa da CNC. Entre as famílias de renda mais baixa, que recebem até 10 salários mínimos mensais, 74,2% estão endividadas, um recorde. Na faixa de renda mais elevada, que recebe mais de 10 salários mínimos mensais, também há um ápice de 67,6% de endividados. “As pessoas estão recorrendo ao cartão de crédito para consumir produtos de primeira necessidade, porque o dinheiro não dá para fechar o mês. É para poder fechar as contas, para poder chegar ao fim do mês minimamente com as contas em dia”, justificou Izis.
Por outro lado, entre as famílias de renda mais elevada, as taxas de juros ainda relativamente baixas e a flexibilização de medidas de isolamento social têm contribuído para saques da poupança e gastos com serviços no cartão de crédito, além de contratação de financiamentos de imóveis e automóveis, enumerou a economista da CNC. A inadimplência permanece estável: 25,6% das famílias brasileiras estavam inadimplentes em agosto, mesmo resultado de julho. Embora o resultado signifique que um em cada quatro lares do País possua alguma conta ou dívida atrasada, o resultado está 1,1 ponto porcentual abaixo do registrado em agosto do ano passado, quando 26,7% das famílias estavam inadimplentes.
ESTADÃO
EMPRESAS
Fazenda em Mato Grosso do Sul é a primeira a receber certificado carne carbono neutro
O protocolo de rastreabilidade Carne Carbono Neutro, desenvolvido pela Embrapa Gado de Corte e gerenciado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), certificou a primeira propriedade rural brasileira, localizada em Santa Rita do Pardo (MS)
O protocolo começou em 2020 com pesquisas da Embrapa Gado de Corte e com o Frigorífico Marfrig. O selo valoriza o mercado interno e aumenta a visibilidade da carne brasileira com potencial para ampliar as exportações do produto. O Carne Carbono Neutro trabalha os sistemas de integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) e Lavoura-Pecuária (LP) para neutralizar os gases de efeito estufa emitidos pelo processo produtivo da bovinocultura de corte. O foco é a pastagem como fonte principal de alimento do rebanho, incentivando a recuperação de áreas degradadas. Na fazenda Santa Verginia, dos 10 mil hectares de integração, mil fazem parte do protocolo. O consultor da fazenda, José Zacarin, explica que a utilização dos sistemas de integração proporciona inúmeros benefícios para o animal e para as árvores. Segundo ele, a propriedade tem 30% de árvores e 70% de pecuária e as árvores criam muitas zonas de sombreamento. “Os 30% de árvores produzem 50% do equivalente a uma floresta densa. Ou seja, já temos 20% de produção de madeira mais do que uma floresta natural. Nessa sinergia entre árvore e animal, o ganho de peso aumenta. Como o animal usa mais sombra, ele perde menos calor daí ele tem aumento de peso e menos infestação de parasitas”. Segundo um estudo da Embrapa Gado de Corte, 200 árvores por hectare seriam suficientes para neutralizar o metano emitido por 11 bovinos adultos por hectare ao ano. “O protocolo traz uma série de benefícios tanto da pastagem quanto dos animais, a parte da suplementação, adubação de pastagem, o manejo da altura correta do pasto. Todas essas variáveis são monitoradas durante o processo de produção e também o monitoramento do carbono do solo”, afirmou Roberto Giolo, pesquisador. Paulo Pianez, Diretor de Sustentabilidade da Marfrig, disse que a empresa está desenvolvendo um protocolo de baixo carbono, com o mesmo princípio do Carne Carbono Neutro. “Nessa integração a gente vai conseguir fazer também com que a carne seja classificada como baixo carbono porque há uma diminuição substancial das emissões de gases de efeito estufa. Isso mostra que é absolutamente possível se ter no Brasil uma pecuária de baixo carbono com uma metodologia científica reconhecida.”
EMBRAPA/CNA
Frigol conclui rastreabilidade socioambiental para 100% dos fornecedores diretos
Iniciativa faz parte do programa de controle de origem da empresa, que avança para o monitoramento de toda a cadeia nos próximos anos
A Frigol anunciou a conclusão da primeira etapa de seu programa de controle de origem com a implantação da rastreabilidade socioambiental para 100% de seus fornecedores diretos. Com isso, todos os produtos in natura (sem processamento) da empresa passam a contar com um código QR na embalagem com informações sobre as fazendas que originaram o produto e sua situação perante os órgãos ambientais e trabalhistas. A iniciativa aumenta a transparência dos processos da empresa para consumidores e pecuaristas. Para garantir a conformidade dos pecuaristas e a transparência do processo, a Frigol vem investindo em pesquisa e tecnologia desde 2009, quando assinou compromisso com o Governo do Estado do Pará e Ministério Público Federal (MPF) contra o desmatamento no bioma amazônico. A conclusão da primeira etapa do programa contempla as quatro plantas da empresa, em São Paulo e no Pará, garantindo proteção para todos os biomas em que está presente. No sistema de rastreabilidade, o gado é monitorado desde a fazenda, com a documentação verificada e registrada em blockchain (sistema de registro que não permite alterações) e com uso de Inteligência Artificial para classificação das peças. Essas informações também são disponibilizadas aos pecuaristas, que podem acompanhar o processo, o peso e a condição do animal pelo smartphone. O produto é embalado com o código QR correspondente contendo informações sobre a situação das fazendas de origem com relação a cinco critérios: Desmatamento, Trabalho Escravo, Invasão de terras indígenas, Embargo do IBAMA e Invasão de Unidade de Conservação Ambiental. As informações são retiradas diretamente dos sites dos órgãos oficiais, sem a interferência da empresa. O consumidor pode acessá-lo diretamente do smartphone, fazendo a leitura do código QR.
FRIGOL
Frigorífico revela consumo energético de fábrica em QR Code no pacote de carne
A Minerva Foods quer mostrar aos clientes que usa energia renovável
A Minerva Foods, que no começo do ano colocou um QR Code nas embalagens para o consumidor ter acesso aos dados de origem e os cuidados com o gado, agora acrescentou informações sobre o uso de energia em suas fábricas. A ideia, segundo o frigorífico, é mostrar aos clientes que a empresa prioriza o uso de energia renovável nas operações. A Minerva afirma que, por meio do QR Code, os consumidores poderão acessar dados sobre o Selo de Energia, que as unidades brasileiras receberam em junho deste ano da Abeeólica (associação de energia eólica) com a Abragel (associação de energia limpa) e o Instituto Totum. O QR Code é estampado nas embalagens de duas linhas de carne bovina da Minerva.
FOLHA DE SP
FRANGOS & SUÍNOS
Mapa amplia ações de prevenção em aeroporto para evitar entrada de peste suína africana
A fiscalização foi intensificada após a confirmação de casos da doença na República Dominicana
Dirigentes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) acompanharam, na noite de segunda-feira (23) e madrugada desta terça (24), no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP), ações de controle para evitar a entrada da peste suína africana no Brasil. O aeroporto de Cumbica, como é conhecido, concentra 76% do movimento de passageiros internacionais no país. Em reunião, o Secretário Executivo do Mapa, Marcos Montes, e o Secretário de Defesa Agropecuária do ministério, José Guilherme Tollstadius Leal, receberam o apoio da administração do aeroporto, da Receita Federal, da Polícia Federal e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no sentido de facilitarem a fiscalização de produtos orgânicos, com o menor transtorno possível aos passageiros. Uma força-tarefa do Mapa já está atuando no aeroporto, fiscalizando 100% dos passageiros brasileiros provenientes da República Dominicana e do Haiti. “A peste suína africana já ocorreu anteriormente no Brasil e a chegada foi justamente por resíduos de bordo, que foram destinados à alimentação animal”, explicou o Diretor do Departamento de Serviços Técnicos da Secretaria de Defesa Agropecuária, José Luiz Ravagnani Vargas. Foi solicitado o apoio de cães farejadores para a localização de produtos orgânicos nas bagagens de forma rápida. O Mapa já está providenciando a instalação de pontos de descarte voluntários no desembarque, para que os passageiros que portam produtos orgânicos proibidos possam dispensá-los antes da ação de fiscalização. Outra medida em estudo é o apoio das companhias aéreas na campanha de orientação aos viajantes, a ser lançada, sobre como evitar a entrada da PSA no país por meio de alimentos trazidos nas bagagens. Nenhum produto suspeito foi localizado na fiscalização, mas em ações anteriores, salames vindos da República Dominicana foram apreendidos.
MAPA
Consumo per capita de carne suína cresce pelo 2º tri consecutivo, diz ABCS
O consumo per capita de carne suína no Brasil aumentou pelo segundo trimestre consecutivo para 17,65 kg, segundo projeção da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS)
“Apesar de problemas de poder aquisitivo da população em geral e das restrições da pandemia de covid-19, a carne suína tem se mostrado crescentemente como uma opção para o consumidor brasileiro, que tem aumentado cada vez mais a presença da suína na mesa em 2021”, disse a ABCS em comunicado na segunda-feira (23). O consumo anual consolidado recorde de carne suína no Brasil foi atingido em 2020, quando chegou a 16,9 kg. A estimativa da ABCS para o consumo no trimestre é calculada com base na disponibilidade interna de carne suína, levando em consideração dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Ministério da Economia. De 2015 a 2021, o consumo per capita de carne suína no Brasil aumentou 3,22 kg ou 21,48%, segundo a entidade, o maior crescimento entre as proteínas animais analisadas. As projeções da ABCS também apontam para um aumento no consumo per capita de carne de frango, que cresceu 3,02 kg entre 2015 e 2021, ou 6,62%, para 48,62 kg. Já o consumo per capita de carne bovina retraiu 2 kg no mesmo período de comparação, ou -6,95%, para 26,81 kg.
CARNETEC
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