
Ano 8 | nº 1741 | 26 de maio de 2022
NOTÍCIAS
Pressão de baixa do boi nas praças paulistas
Como reflexo da maior oferta de animais e escalas confortáveis, os frigoríficos em São Paulo abriram as compras ofertando menos R$2,00/@ para o boi e novilha gordos
Para as boiadas cujo destino é a exportação, os preços se mantiveram. No Acre a maior oferta de boiadas refletiu na queda dos preços, sendo ofertado menos R$5,00/@ para as três categorias destinadas ao abate no comparativo feito dia a dia. No Sul de Tocantins, com mesmo cenário de escalas de abate alongadas, os frigoríficos abriram as compras ofertando menos R$2,00/@ para o boi, vaca e novilha gordos no comparativo diário. Nas praças paulistas, a arroba do macho terminado acumula queda de R$ 6/@ nos três dias desta semana, chegando a R$ 302/@, segundo a Scot Consultoria. Desde segunda-feira (23/5), os preços do boi gordo paulista destinado ao mercado interno acumulam queda de R$ 6/@. Registrou-se R$ 2/@ de queda na segunda-feira (23/5), outra baixa de R$ 2/@ na terça-feira (24/5), e agora, nesta quarta-feira (25), o preço do macho terminado negociado em São Paulo repetiu a dose, recuando também R$ 2/@, para R$ 302/@ (valor bruto e a prazo), conforme a consultoria. Também com retração diária de R$ 2/@ nesta quarta-feira, a novilha gorda agora é vendida a R$ 298/@ no mercado paulista, enquanto a vaca gorda vale R$ 272/@ (valor bruto e a prazo), acrescenta a Scot. Por sua vez, as boiadas destinadas ao mercado da China, abatidas mais jovens (com idade até 30 meses), seguem valendo R$ 310/@ em São Paulo.
SCOT CONSULTORIA
Fiscais agropecuários aprovam indicativo de greve geral
A partir desta quinta, servidores poderão parar sem necessidade de nova assembleia; categoria pede reestruturação da carreira e aumento salarial
Os auditores fiscais federais agropecuários aprovaram ontem, em assembleia extraordinária, o indicativo de greve da categoria, que pede ao governo federal reestruturação da carreira e aumento de salários. Com a decisão, a partir de hoje, os servidores poderão parar de vez a qualquer momento. Segundo o Sindicato Nacional dos Fiscais Agropecuários (Anffa Sindical), mais de 92% dos auditores que participaram da assembleia foram a favor do indicativo de greve. Mais cedo, ao ser questionado pelo Valor sobre a situação da categoria, o ministro da Agricultura, Marcos Montes, disse que o momento não era “oportuno” para uma “pressão desenfreada” dos servidores, embora defenda o pleito. O presidente do Anffa, Janus Pablo, disse que a aprovação do indicativo de greve é um recado ao executivo federal. “Os auditores fiscais federais agropecuários querem reconhecimento do trabalho realizado e da relevância da carreira para o desempenho positivo do agronegócio brasileiro”, disse em nota. Com a possibilidade de greve, os auditores agropecuários, que já estão em operação-padrão desde dezembro, vão intensificar a mobilização e esticar ao máximo os prazos para realização das atividades rotineiras. A medida é uma “advertência” que permite à categoria entrar em greve sem a necessidade de realizar nova assembleia, mas apenas fazer as comunicações necessárias ao governo no prazo determinado. Segundo o sindicato, os servidores “vão manter o ritmo normal de trabalho somente para as atividades que podem afetar diretamente o cidadão, como a liberação de cargas perecíveis e de animais domésticos para viagens”. A mobilização não deve atingir a realização de diagnóstico de doenças e pragas. Os auditores reclamam de “tratamento desigual” em relação a outras categorias, que foram incluídas em planos de reestruturação salarial. De acordo com o Anffa Sindical, a categoria está sem reajuste salarial desde 2017 e enfrenta um déficit de 1,6 mil servidores, além de excesso de horas extras e banco de horas que não podem ser convertidas em folgas pela carência de servidores. Atualmente, pouco mais de 2,5 mil profissionais estão em atividade no Ministério da Agricultura.
VALOR ECONÔMICO
Utilização real de frigoríficos em MT recua em abril
A utilização real dos frigoríficos em Mato Grosso recuou para 58,15% em abril, influenciada pela queda nos abates e retorno de operações de indústrias que estavam paradas, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea)
“Apesar de menos dias úteis no decorrer do mês, o maior número de indústrias operando no estado aumentou a competividade entre elas por bovinos para abate, cenário que impactou também na utilização em operação no estado, que reduziu 2,97 pontos percentuais (p.p.)”, disse o Imea em relatório nesta semana. As regiões oeste e centro-sul de Mato Grosso foram as principais a puxar esse resultado para baixo, com quedas de 15,57 p.p. e 10,01 p.p., respectivamente. O abate total de bovinos no estado caiu 7,04% em abril, ante março. O Imea espera que a oferta de animais aumente no estado no curto prazo com o início do período de entressafra.
CARNETEC
Carne bovina: embarques brasileiros perdem fôlego na 3ª semana deste mês
Vendas externas do produto in natura atingiram 25,69 mil toneladas na semana de maio/22, queda de 23,4% sobre o volume registrado em igual período do ano passado, informa a Agrifatto
Com uma média de 5,14 mil toneladas embarcadas diariamente, as exportações brasileiras de carne bovina in natura atingiram 25,69 mil toneladas na terceira semana de maio/22, o que significou queda de 23,4% sobre o volume registrado em igual período do ano passado, de 33,56 mil toneladas. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (25/5) pela Agrifatto, com base em dados preliminares da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Porém, o preço médio mensal da proteína in natura brasileira continuou subindo na terceira semana deste mês, chegando a US$ 6,38 mil/tonelada, com valorização de quase 30% sobre a cotação média registrada na terceira semana de maio/21, de US$ 4,91/tonelada. Com isso, as vendas externas de carne bovina in natura no acumulado das três semanas de maio/22 totalizaram US$ 634,61 milhões, montante 1,5% superior ao valor registrado em todo o mês de maio/21, compara a Agrifatto.
PORTAL DBO
Boi gordo: preços voltam a cair em algumas regiões
O mercado físico do boi segue em baixa e a tendência é que ainda haja continuidade na queda dos preços em curto prazo
O mercado físico de boi gordo registrou preços de estáveis a mais baixos nesta quarta-feira (25). Segundo o analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios ainda aponta para a continuidade da queda nos preços no curto prazo, em linha com o bom volume de animais ofertados no mercado doméstico. “Os frigoríficos voltam a operar com escalas de abate bastante confortáveis em grande parte do país. Com os embargos temporários impostos sobre algumas indústrias frigoríficas por parte da China, a decisão de algumas delas foi por sair do mercado, o que tornou o quadro de pressão ainda mais intenso. A expectativa é que esse movimento se intensifique no restante do mês diante da lenta reposição da carne bovina entre as cadeias”, disse Iglesias. Em São Paulo, Capital, a referência para a arroba do boi ficou em R$ 308 a arroba. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada em R$ 281. Em Cuiabá, a arroba ficou indicada em R$ 282. Em Uberaba, Minas Gerais, preços a R$ 280 por arroba. Em Goiânia, Goiás, a indicação foi de R$ 270 para a arroba do boi gordo. No mercado atacadista, os preços da carne bovina ficaram estáveis. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por alguma queda das cotações no curto prazo, em linha com o consumo retraído no decorrer da segunda quinzena do mês, período que conta com menor apelo ao consumo. Para a virada de mês há maior potencial para alta dos preços, considerando a entrada dos salários na economia como motivador da reposição entre atacado e varejo. O quarto traseiro do boi foi precificado a R$ 23 por quilo. O quarto dianteiro foi cotado a R$ 16 por quilo. A ponta de agulha foi precificada a R$ 15,70 por quilo.
AGÊNCIA SAFRAS
ECONOMIA
Dólar fecha em leve alta após ata do Fed
O dólar à vista subiu 0,17%, a 4,821 reais na venda
O dólar chegou em alta de 0,6% pouco antes da divulgação da ata do Fed. Após forte volatilidade inicial, a moeda se acomodou em tom mais fraco na sequência da ata, até tocar a mínima intradiária de 4,8055 reais, queda de 0,16%. Até o fechamento alguns compradores reapareceram, devolvendo a divisa ao terreno positivo. Todos os participantes da reunião de política monetária do banco central dos Estados Unidos de 3 e 4 de maio apoiaram um aumento de juros de 0,50 ponto para combater a inflação, que eles concordaram ter se tornado uma grande ameaça para o desempenho da economia norte-americana e que poderia subir ainda mais sem a ação do Federal Reserve, apontou a ata do encontro. E dados do mercado de opções mostram que, no horizonte que abarca a eleição (em outubro), a volatilidade implícita da taxa de câmbio alcançou nesta quarta-feira o maior patamar desde setembro de 2018, indicativo de maior incerteza sobre os rumos do par dólar/real. O Bradesco divulgou estudo em que cita receios sobre o futuro da política fiscal como fator a manter o real desvalorizado em relação ao que vê como taxa “justa”, que com base em dois modelos estaria entre 4,40 reais e 4,50 reais por dólar. “Apesar de os modelos indicarem apreciação do Real, acreditamos que existem vetores para ambas as direções e que há uma incerteza acima da usual para essa variável”, disseram Rafael Martins Murrer, Henrique Monteiro de Souza Rangel e Fabiana D’Atri no documento.
Reuters
Ibovespa fecha estável após Fed reafirmar mensagem em ata
O principal índice da bolsa brasileira encerrou praticamente estável nesta quarta-feira, apagando perdas após o Federal Reserve reiterar em ata de reunião política monetária os discursos recentes de seus membros, reduzindo temores de uma postura mais agressiva do que o precificado no mercado
Petrobras e Vale subiram, enquanto o setor financeiro cedeu na ponta contrária e ajudou a limitar uma recuperação maior do índice. De acordo com dados preliminares, o Ibovespa subiu 0,05%, a 110.639,16 pontos, o que seria o quinto fechamento seguido no azul. O volume financeiro foi de 21,4 bilhões de reais.
Reuters
Confiança do consumidor cai 3,1 pontos em maio, diz FGV
O indicador chegou a 75,5 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 3,1 pontos de abril para maio deste ano. A queda veio depois da alta de 3,8 pontos de março para abril.Com isso, o indicador chegou a 75,5 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. Os dados da FGV foram divulgados ontem (25). Segundo a FGV, a queda do ICC foi influenciada pela piora das expectativas dos consumidores brasileiros para os próximos meses. O Índice de Expectativas recuou 5,1 pontos e chegou a 81 pontos, principalmente devido às avaliações sobre a situação financeira da família nos próximos meses. Já o Índice da Situação Atual, que avalia a confiança no presente, se manteve estável em 69,1 pontos. Segundo a pesquisadora da FGV Viviane Seda Bittencourt, os resultados dos últimos meses mostram que a inflação e a dificuldade de obter emprego continuam impactando de forma negativa as famílias.
Agência Brasil
Grãos e HF pressionam IPPA/Cepea, que cai 2,7% em abril
O IPPA/CEPEA (Índice de Preços ao Produtor de Grupos de Produtos Agropecuários) recuou 2,7%, em termos nominais, de março para abril. Segundo pesquisadores do Cepea, o resultado esteve atrelado às quedas observadas para o IPPA-Grãos e o IPPA-Hortifrutícolas, de 7,2% e 1,4%, respectivamente
Já o IPPA-Café-Cana e o IPPA-Pecuária avançaram 2,6% e 2,5%, nesta ordem. A baixa observada para o IPPA-Grãos esteve atrelada às desvalorizações do milho, da soja e do arroz em casca. Em todos os casos, em alguma medida, as quedas nos preços refletiram o desaquecimento da demanda interna em contraposição ao crescimento da oferta – sobretudo no caso do milho e da soja, que estavam em período de finalização da colheita da safra de verão. Para o IPPA-Hortifrutícolas, recuos foram registrados para a laranja, banana e tomate. No caso da laranja, a desvalorização se deve ao desaquecimento da demanda e aos demais, ao aumento da oferta. Especialistas do Cepea apontam, ainda, o efeito dos feriados ocorridos em abril, que dificultaram o escoamento das frutas. Em relação ao IPPA-Pecuária, com exceção do preço nominal do boi gordo, todos os produtos se valorizaram, com destaque para o frango vivo e o leite. No caso do frango, a alta foi influenciada pelo aumento dos embarques da carne, e, para o leite, a redução da oferta de matéria-prima no campo elevou os preços. Finalmente, o aumento do IPPA-Café-Cana foi conduzido pela alta dos preços da cana-de-açúcar. Na mesma comparação, o IPA-OG-DI Produtos Industriais, calculado e divulgado pela FGV, avançou 1,24% – logo, de março para abril, os preços agropecuários caíram frente aos industriais da economia.
Cepea
EMPRESAS
JBS firma parceria com IDH para rastrear 1 milhão de bezerros até 2025
Anúncio ocorreu no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça
A JBS firmou uma parceria com a Iniciativa para o Comércio Sustentável (IDH) para rastrear 1 milhão de bezerros até 2025. O anúncio foi feito ontem (25/5), durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. Com a parceria, a empresa brasileira quer garantir que seus fornecedores indiretos atendem critérios de sustentabilidade. Os fornecedores indiretos vendem animais de reposição — bezerros e bois magros — aos pecuaristas que trabalham com engorda e terminação, e estes negociam com os frigoríficos. É a esse elo da cadeia que a JBS vai se dedicar com esse trabalho: equipes vão prestar assistência técnica e incentivar criadores a declarar animais na plataforma do Protocolo de Produção Sustentável de Bezerros, desenvolvido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) em conjunto com o IDH e o Carrefour Brasil. “Com a parceria deles, podemos fazer melhorias extremamente necessárias na cadeia de fornecimento de carne bovina e impulsionar a transformação dos sistemas alimentares globais” , diz o CEO da IDH, Daan Wensing. A JBS já mantém 15 Escritórios Verdes, dedicados a ajudar seus fornecedores diretos a regularizarem questões socioambientais, distribuídos por Mato Grosso, Pará, Rondônia, Goiás e Mato Grosso do Sul. Cerca de 2,4 mil fazendas foram atendidas até hoje. “Vamos avançar em mais camadas, agora na produção de bezerros, ponto essencial para a conformidade de todos os elos da cadeia de produção”, afirma Gilberto Tomazoni, CEO da JBS.
VALOR ECONÔMICO
MEIO AMBIENTE
Projeto da BRF contra desmatamento ilegal é selecionado para programa de aceleração da ONU
A BRF é a mais nova integrante do “INOVA 2030 – Jovens Inovadores em ODS”, programa de aceleração liderado pela Rede Brasil do Pacto Global, informou a companhia na semana passada
A ação foca no engajamento de talentos que tragam soluções de negócios relacionadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs), da Organização das Nações Unidas (ONU). A iniciativa da BRF teve como tema “Engajamento de fornecedores de grãos e Due Diligence nos aspectos ESG”, em ação conjunta com jovens profissionais das áreas de Compliance, Commodities e Sustentabilidade da BRF, com apoio de suas lideranças. Entre os objetivos da companhia, destaque para a ampliação das discussões sobre a importância da rastreabilidade dos insumos adquiridos pelas empresas do setor de alimentos, o desenvolvimento de estratégias para o engajamento dos fornecedores de grãos, além da conscientização quanto aos critérios de produção sustentável e direitos humanos em suas operações. O INOVA 2030 tem duração de sete meses. Nesse período, ocorrerão oficinas, treinamentos e momentos de trocas entre o Pacto Global e as empresas participantes, com o intuito de acelerar o desenvolvimento de jovens talentos e de engajar estes profissionais em projetos que conectem sustentabilidade e inovação. “Estimulamos o desenvolvimento de jovens talentos intraempreendedores a auxiliarem no endereçamento dos principais desafios relacionados ao nosso negócio. A iniciativa está intimamente conectada ao compromisso público da BRF de garantir a rastreabilidade de 100% dos grãos adquiridos da Amazônia e do Cerrado até 2025”, disse o diretor de Operações e Compras de Commodities da BRF, Gilson Ross, em nota. “O projeto segue os princípios globais como os guias de Devida Diligência da OCDE e as diretrizes de Diligência em Direitos Humanos da United Nations Global Compact, de Nova York. As novas práticas da BRF são inovadoras, se antecipando às crescentes demandas internacionais sobre o tema”, complementou o diretor de Compliance da BRF, Reynaldo Goto, no mesmo comunicado.
CARNETEC
FRANGOS & SUÍNOS
Suíno vivo em mais um dia de queda
Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 98,00/R$ 108,00, assim como a carcaça especial, custando R$ 8,00 o quilo/R$ 8,40 o quilo
Na cotação do animal vivo, conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à terça-feira (24), houve leve alta somente em São Paulo, na ordem de 0,18%, chegando a R$ 5,62/kg. Foi registrado queda de 5,27% no Rio Grande do Sul, atingindo R$ 4,67/kg, baixa de 2,97% em Santa Catarina, alcançando R$ 4,58/kg, recuo de 2,84% no Paraná, valendo R$ 4,45/kg, e de 2,20% em Minas Gerais, fechando em R$ 5,77/kg.
Cepea/Esalq
Frango com leves quedas
Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave no atacado teve queda de 0,72%, chegando em R$ 6,85/kg, enquanto o frango na granja ficou estável, valendo R$ 6,00/kg
Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço, em Santa Catarina, a ave não mudou de preço, valendo R$ 4,18/kg, assim como no Paraná, custando R$ 5,56/kg.
Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à terça-feira (24), tanto a ave congelada quanto a resfriada recuaram 0,13% custando, ambas, R$ 7,63/kg.
Cepea/Esalq
ABRAFRIGO
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