CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1736 DE 19 DE MAIO DE 2022

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Ano 8 | nº 1736 | 19 de maio de 2022

NOTÍCIAS

Boi gordo: crescimento da oferta no Centro-Sul indica novas quedas de preço

O mercado físico de boi gordo voltou a registrar preços mais baixos em importantes praças de produção e comercialização do Brasil na quarta-feira (18)

Segundo o analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por nova queda dos preços no curto prazo, em linha com o crescimento da oferta de boiadas no Centro-Sul. “O avanço da frente fria pelo país é um elemento importante a ser considerado, pois reduz a capacidade de retenção dos pecuaristas, aumentando o volume de animais. Os frigoríficos não encontram dificuldades na composição de suas escalas de abate neste momento. A tendência é que haja condições mais favoráveis a alta nos preços da arroba apenas no início da entressafra, período em que a oferta não será tão abundante e muito possivelmente haverá bom estímulo a exportação de carne bovina”, disse. Em São Paulo, capital, a referência para a arroba do boi ficou em R$ 315 a arroba. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada em R$ 284. Em Cuiabá, a arroba ficou indicada em R$ 282 em Cuiabá (MT). Já em Uberaba (MG), preços a R$ 285 por arroba. Em Goiânia (GO), a indicação foi de R$ 285 para a arroba do boi gordo. No mercado atacadista, os preços da carne bovina ficaram estáveis. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere alguma queda de preço no curto prazo, em linha com a reposição mais lenta entre atacado e varejo durante a segunda quinzena do mês, período que conta com menor apelo ao consumo. O padrão de consumo definido para 2022 ainda remete ao consumo de proteínas mais acessíveis, a exemplo do frango e dos ovos. O quarto traseiro seguiu com preço de R$ 23,20 por quilo. O quarto dianteiro seguiu no patamar de R$ 16,20 por quilo. A ponta de agulha seguiu precificada a R$ 16,30 por quilo.

AGÊNCIA SAFRAS

BOI: Manutenção de preços nas praças em São Paulo

No mercado paulista, os preços do boi, vaca e novilha gordos se mantiveram estáveis. No entanto, a pressão de baixa perdura e as escalas de abate confortáveis permitem que os compradores testem preços menores

Redenção – PA – A boa oferta de boiadas resultou em queda de R$1,00/@ para o boi, vaca e novilha gordos no comparativo dia a dia. Neste momento, o boi gordo é negociado por R$ 309/@ no interior de São Paulo, enquanto a vaca gorda é vendida por R$ 276/@ e a novilha gorda é comprada por R$ 305/@ (preços brutos e a prazo), informa a Scot. O preço para o boi-China (abatido mais jovem, geralmente abaixo de 30 meses) se mantém em R$ 320/@ na praça paulista. Até a segunda semana de maio, foram exportadas 73,85 mil toneladas de carne bovina in natura, o equivalente ao embarque médio diário de 7,38 mil toneladas, volume 22,3% maior comparado à média diária de maio de 2021.

SCOT CONSULTORIA

FUNRURAL: adesão ao programa vai até o dia 30 de junho

Até lá é possível negociar entrada facilitada, prazo alongado, desconto em juros, multas e encargos

Os produtores rurais pessoas físicas e jurídicas precisam ficar atentos ao prazo final de adesão do programa de transação tributária referentes aos débitos previdenciários do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural). De acordo com as informações divulgadas pelo Governo, a data limite para acessar os benefícios previstos na transação é 30 de junho. Até lá é possível negociar entrada facilitada, prazo alongado, desconto em juros, multas e encargos. O serviço oferecido pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) deve ser utilizado somente por aqueles que desejam negociar débitos do Funrural com o prazo alongado, ou seja, superior a 60 meses. Caso o contribuinte queira negociar os débitos do Funrural em prazo igual ou inferior a 60 meses, o caminho da adesão é por meio do portal Regularize – (opção Negociar Dívida > Acesso ao Sistema de Negociações). Nesse caso, o processo de adesão é feito na hora, via sistema, sem a necessidade de protocolar pedido para análise da PGFN. Caso as inscrições já estejam negociadas, a adesão fica condicionada à desistência da negociação em curso.

AGROLINK

Exportações de carnes do Porto de Santos sobem 62% no 1º tri

As exportações de carnes brasileiras pelo Porto de Santos subiram 62% no primeiro trimestre para 597,5 mil toneladas, segundo informações divulgadas pela autoridade portuária no fim de abril

Os embarques de carne bovina tiveram alta de 76,6%, a 437,8 mil toneladas. As exportações de carne de aves somaram 155,5 mil toneladas, 31,7% acima do registrado no primeiro trimestre do ano passado. Os embarques das demais carnes cresceram 49,7% a 4,1 mil toneladas. A movimentação total de cargas no Porto de Santos no primeiro trimestre aumentou 9,6% na comparação anual, somando 38,7 milhões de toneladas – a melhor marca para o período.

CARNETEC

ECONOMIA

Dólar à vista fecha em alta de 0,78%, a R$4,9813

O dólar fechou em alta e mais próximo de 5 reais na quarta-feira, à medida que o humor externo se deteriorou sobremaneira pelo retorno de temores inflacionários e seus impactos sobre política monetária e economia globais

O dólar à vista subiu 0,78%, a 4,9813 reais na venda. A dinâmica de preço se mostrou alinhada ao comportamento do dólar e ativos de risco no exterior. O dólar chegou a cair ante alguns pares do real, mas no fim da tarde subia entre 0,2% e 1% em relação a algumas divisas emergentes. E para estrategistas do Bank of America, a permanência do índice do dólar pelo menos 5% acima de sua média móvel de 200 dias indica tendência de alta, considerando o padrão histórico. O índice do dólar está 7,6% acima dessa média. “Ao longo dos recortes de tempo, vemos tendência de rompimento para cima, condições de tendência de alta e nenhum padrão de topo, o que significa que devemos comprar (dólar) na queda”, disseram em nota. “Sem topo visível para o DXY, é possível que o índice opere a 110 neste verão (nos EUA)”, completaram. Esse patamar implica alta adicional de 6%, o que poderia exercer pressão adicional sobre o câmbio no Brasil. A reação de preços na quarta foi a clássica de busca por segurança. Investidores correram para o dólar e para os títulos do Tesouro norte-americano, considerados o ativo mais seguro do mundo. Por outro lado, os mercados de ações sofreram uma liquidação, com tombos de até 4,7% nos índices em Nova York, enquanto aqui o Ibovespa recuou quase 2,5%. Na pauta doméstica, o diretor de Política Monetária do Banco Central, Bruno Serra, voltou a fazer comentários sobre câmbio. Ele reconheceu que incertezas fiscais pesam sobre o real e disse que a autarquia também tem “instrumento para combater uma volatilidade adicional do câmbio” decorrente das expectativas de aperto monetário nas principais economias do mundo. Na segunda-feira, o diretor havia afirmado que a depreciação do real desde as máximas em torno de 4,60 por dólar vistas em abril refletiu impacto da desaceleração chinesa e do aperto monetário implementado nos Estados Unidos –com efeito maior da China– e ponderou haver incertezas no médio prazo.

REUTERS

Ibovespa cai mais de 2% com liquidação em Wall Street

O principal índice da bolsa brasileira teve forte queda na quarta-feira, após cinco altas seguidas, diante do tombo das ações em Nova York, à medida que mercado mantém as preocupações com inflação e desaceleração econômica global

O Ibovespa caiu 2,34%, a 106.247,15 pontos. O volume financeiro foi de 29,6 bilhões de reais, em sessão de vencimento de opções sobre o índice. Para Adriano Yamamoto, chefe comercial da corretora do C6, o recuo das ações reflete questões que já preocupam o mercado há semanas, como os impactos econômicos dos lockdowns na China, inflação e desaceleração econômica global, alta de juros e guerra na Ucrânia. “Para mim, essas altas que estavam acontecendo nos últimos dias eram pontuais”, diz ele. “O estrutural que enxergamos para o restante do ano ainda é bastante complicado”, afirma. Em Nova York, os índices desabaram, com o Nasdaq marcando baixa de 4,7% e o S&P 500 cedendo 4%. Na cena doméstica, o diretor de política monetária do Banco Central, Bruno Serra, disse que a instituição espera estar chegando ao fim do atual ciclo de aperto monetário, embora isso ainda dependa de dados, mas destacou que o BC tem capacidade de subir mais um pouco o juro caso necessário. Tensões políticas entre o presidente Jair Bolsonaro e o poder Judiciário também ficaram no radar do mercado.

REUTERS

Exportadores do agro debatem plano de contingência com ANTAQ para sanar problemas logísticos

A Abrafrigo e demais entidades que compõem o Instituto Pensar Agro (IPA) se reuniram, na manhã de ontem, 18 de maio, com a diretora da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), Flávia Takafashi, e a equipe técnico-regulatória da entidade para debater os problemas logísticos que ocorrem nas exportações do agronegócio.

Representada pelo diretor Técnico Eduardo Heron, a direção executiva do Cecafé fez uma breve introdução sobre o cenário desafiador nos embarques do agro, com a menor disponibilidade de contêineres e a falta de espaços nas embarcações, que resultam dos gargalos logísticos globais. A Indústria Brasileira de Árvores (IBÁ), a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e a Associação Brasileira de Frigoríficos (ABRAFRIGO) também apresentaram seus posicionamentos a respeito dos impactos logísticos em seus setores e os prejuízos causados com a adição de cobranças nos processos. A ANTAQ, através do gerente de Regulação da Navegação, Sérgio Augusto Nogueira de Oliveira, do gerente de Fiscalização da Navegação, Fábio Queiroz Fonseca, e do gerente de Afretamento da Navegação, Augusto Berton Vedan, manifestou a importância de os usuários de carga quantificarem os impactos em seus setores e apresentá-los à Agência, assim como as causas dos problemas, para que o órgão possa avaliar, “com profundidade”, as formas de atuação para sanar os impasses.

NOTÍCIAS AGRÍCOLAS

Inflação dá principal contribuição para melhora das contas públicas, diz IFI

Há outros fatores que também têm influência, como a recuperação da atividade econômica e receitas não recorrentes, aponta a instituição

A “principal contribuição” para a melhora das contas públicas “continua vindo da inflação”, afirmou na quarta-feira o diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI), Daniel Couri. “A arrecadação está muito robusta e com crescimento expressivo”, disse em entrevista coletiva. Segundo ele, embora esse desempenho seja impactado principalmente pela inflação “resiliente e disseminada”, há outros fatores que também têm influência, como a recuperação da atividade econômica e receitas não recorrentes. Além disso, “parte pode ser, sim, um ganho estrutural”. O crescimento da arrecadação tem sido tão elevado que é suficiente para melhorar o quadro fiscal “mesmo diante de medidas tomadas pelo governo dos lados da receita e da despesa”, como um possível reajuste salarial linear de 5% para os servidores públicos e a transformação do Auxílio Brasil em um programa permanente. A IFI também calcula, de maneira aproximada, que será necessário pagar R$ 200 bilhões em precatórios em 2027. Isso porque a regra criada em 2021 para essas despesas estabelece que apenas parte delas será paga até 2026. “Estamos criando obrigações para a União em valor maior do que estamos pagando”, disse Couri, lembrando que o cenário traçado para IFI parte do pressuposto de que nenhuma nova regra para os precatórios será criada em 2026. A diretora da IFI Vilma Pinto lembrou, no entanto, que esse é um cálculo aproximado e que pode mudar, caso pessoas físicas e jurídicas com direito a esses recursos optem por alternativas como o pagamento antecipado e com desconto.

VALOR ECONÔMICO

Índice de Confiança do Agronegócio atinge 111,5 pontos no primeiro trimestre de 2022

O resultado foi puxado principalmente pelas indústrias situadas Depois da Porteira, o único segmento dentre todos os pesquisados em que de fato a confiança melhorou (os índices da indústria Antes da Porteira e dos produtores agropecuários caíram em relação ao trimestre anterior)

Apesar dessa diferença, houve entre os segmentos do agronegócio uma melhora das avaliações sobre a economia brasileira. “O bom momento das exportações do agronegócio é uma das razões às quais pode ser atribuído o ganho de otimismo, já que muitas empresas que compõe o grupo Depois da Porteira são exportadoras”, afirma o diretor do Departamento de Agronegócio da Fiesp, Roberto Betancourt. O Índice de Confiança do Agronegócio se manteve acima de 100 pontos, na faixa considerada otimista pela metodologia do estudo – resultados inferiores a isso denotam pessimismo. Índice de Confiança das Indústrias (Antes e Depois da Porteira): 114,5 pontos, alta de 5,2 pontos – A confiança das indústrias que fazem parte da cadeia do agronegócio aumentou 5,2 pontos, fechando o 1º trimestre do ano a 114,5 pontos, com a ressalva do comportamento distinto entre as empresas Antes da Porteira e as situadas Depois da Porteira. Antes da Porteira (Insumos Agropecuários): 107,7 pontos, queda de 3,7 pontos – Houve uma relativa perda de otimismo no início do ano entre as indústrias de insumos agropecuários (Antes da Porteira). O índice de confiança desse segmento fechou o 1º trimestre em 107,7 pontos, queda de 3,7 pontos sobre o levantamento anterior. Depois da Porteira: 117,4 pontos, alta de 9,0 pontos – As indústrias situadas Depois da Porteira apresentaram o crescimento mais importante do índice de confiança no 1º trimestre do ano. Entre as razões às quais pode ser atribuído o ganho de otimismo, destaca-se o bom desempenho das exportações, já que muitas empresas que compõe esse grupo são exportadoras. Segundo os dados da Secex, os embarques de produtos agropecuários somaram 28,1 bilhões de dólares nos primeiros três meses de 2022, um aumento de quase 22% sobre o mesmo período do ano passado.

Ascom Fiesp

EMPRESAS

Moody’s eleva rating da Marfrig para Ba2; com perspectiva positiva

A agência de classificação de risco de crédito Moody’s elevou na quarta-feira o rating atribuído à Marfrig, de Ba3 para Ba2, com perspectiva positiva

Em nota, a Moody’s afirmou que a medida “reflete a continuidade do forte desempenho operacional e liquidez adequada da Marfrig, que aumenta sua capacidade de enfrentar a volatilidade do negócio de carne bovina, e as estratégias de gestão de passivos implementadas, o que resultou em menores despesas financeiras”. A Moody’s espera que a Marfrig siga alongando a dívida e reduzindo os vencimentos 2022-2024, que representavam cerca de 38% da dívida total no fim do primeiro trimestre. A perspectiva positiva reflete a crença de que as métricas seguirão estáveis nos próximos 12 a 18 meses, e que a empresa será capaz de reduzir a participação relativa da dívida de curto prazo em sua estrutura de capital, enquanto reduz os níveis de dívida total, afirmou a agência. “A empresa está bem posicionada para capturar os fundamentos de sustentação do mercado norte-americano e a força das exportações da América do Sul, enquanto a maior participação de alimentos processados em seu mix e o foco contínuo em produtividade e redução de custos sustentarão as margens”, acrescentou a Moody’s.

Reuters

FRANGOS & SUÍNOS

Suínos: cotações do animal vivo em queda na quarta-feira

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 103,00/R$ 113,00, assim como a carcaça especial, custando R$ 8,30 o quilo/R$ 8,70 o quilo

Na cotação do animal vivo, conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à terça-feira (17), houve queda de 5,52% no Paraná, custando R$ 4,96/kg, baixa de 3,01% no Rio Grande do Sul, valendo R$ 5,15/kg, retração de 2,64% em Minas Gerais, alcançando R$ 6,27/kg, recuo de 2,09% em Santa Catarina, atingindo R$ 5,16/kg, e de 1,67% em São Paulo, fechando em R$ 5,89/kg.

Cepea/Esalq

Preço do Suíno Vivo na região Sul mostra pequena recuperação em abril

O preço médio do suíno vivo comercializado pelos suinocultores apresentou recuperação mensal

Os dados publicados pela Embrapa através de sua Central de Inteligência de Aves e Suínos em relação a abril, mostrou que o preço médio do suíno vivo comercializado pelos suinocultores apresentou recuperação mensal, embora ainda permaneça abaixo do praticado no mesmo período do ano passado. A comercialização pelos Estados da região Sul indica que enquanto o Paraná e Santa Catarina conseguiram melhorar as margens de comercialização, o Rio Grande do Sul mostrou pequeno retrocesso. No estado gaúcho o preço retrocedeu para R$5,01, significando quedas de 1% e 13,6% sobre março último e abril de 2021, respectivamente. No Paraná o preço alcançou R$6,29, equivalendo a incremento mensal de 1,6%, enquanto apontou queda de 2,6% em doze meses. Em Santa Catarina o suíno foi comercializado por R$5,50, apontando aumento de 7,8% no mês, mas indicando retração de 10,9% sobre abril do ano passado. O resultado foi um preço médio regional de R$5,60, equivalendo a aumento de 2,8% no mês, enquanto em comparação ao recebido no mesmo período do ano passado atinge queda de 8,8%. O acumulado no primeiro quadrimestre atinge valor de R$5,59 e apresenta queda de 10,6% sobre o mesmo período do ano passado.

AGROLINK

Frango: sinais de enfraquecimento nos preços

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave no atacado baixou 0,47%, cotada em R$ 6,97/kg, enquanto o frango na granja ficou estável em R$ 6,00/kg

Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço, no Paraná a ave ficou estável em R$ 5,78/kg, assim como em Santa Catarina, valendo R$ 4,11/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à terça-feira (17) tanto a ave congelada quanto a resfriada caíram 0,65%, custando ambas R$ 7,60/kg.

Cepea/Esalq

França notifica mais 15 casos da cepa HPAI da gripe aviária

Até o momento são 1.383 casos em plantéis comerciais de aves, 47 casos em animais selvagens e outros 35 casos em galinhas

O Ministério da Agricultura da França confirmou mais 15 casos de uma cepa altamente patogênica de gripe aviária (HPAI), que tem sido responsável por surtos da doença no país. Até o momento são 1.383 casos em plantéis comerciais de aves, 47 casos em animais selvagens e outros 35 casos em galinhas. A pasta não informou em que região esses animais foram identificados. Na semana passada, o ministério havia baixado o nível de risco de infecção pela cepa HPAI no país e notificado o início de um experimento com uma vacina aplicada em aves para limitar a disseminação do vírus. Segundo o órgão, até o momento, 36 países da Europa registraram a ocorrência da doença. A entidade orienta, como medida de prevenção ao avanço do vírus, o abate de animais que estiverem em locais contaminados, a desinfecção da área e o controle da circulação de outras aves da propriedade em zonas definidas como proteção e vigilância. O consumo de carne, fígado e ovos – assim como qualquer produto alimentar feito de aves – não apresenta risco para os humanos.

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