
Ano 11 | nº 2738 | 23 de junho de 2026
NOTÍCIAS
Mercado do boi gordo: queda na cotação em São Paulo
Com oferta um pouco maior no fechamento da última sexta-feira, o mercado abriu pressionado.
Mesmo com poucos negócios, a cotação caiu R$3,00/@ para o boi gordo e para o “boi China”, retratando o fechamento do fim do dia na última sexta-feira, quando a oferta esteve um pouco maior. A escala de abate estava, em média, para oito dias. Em Alagoas, a cotação não mudou. No mercado atacadista da carne com osso, apesar da expectativa de aumento nas vendas no varejo com os jogos do Brasil na Copa do Mundo, esse movimento não se concretizou e, somado à proximidade do fim do mês, o setor manteve ritmo lento de vendas, com menor volume de pedidos para reposição de estoques. Do lado da oferta, o volume disponível foi maior que o da semana anterior. Dessa forma, a cotação das carcaças casadas caiu. A cotação da carcaça casada do boi capão caiu 2,3%, ou R$0,55/kg. A do boi inteiro caiu 1,9%, ou R$0,45/kg. A cotação da carcaça casada da vaca caiu 1,6%, ou R$0,35/kg, e a da novilha caiu 0,9%, ou R$0,20/kg. A expectativa é de manutenção desse quadro, com o mercado refletindo o comportamento típico dos últimos dias do mês, com as vendas perdendo força. No mercado de proteínas alternativas, a cotação do frango médio* caiu 2,3%, ou R$0,15/kg. Já a do suíno especial** caiu 1,1%, ou R$0,10/kg.
SCOT CONSULTORIA
Ociosidade dos frigoríficos deve pressionar cotações da arroba no curto prazo
Indústria testa níveis mais baixos de preço diante da proximidade do esgotamento da cota de 1,1 milhão de toneladas destinada à China
O mercado físico do boi gordo voltou a trabalhar com um cenário de pressão nas cotações da arroba ao longo da semana, mesmo em um ambiente marcado pela dificuldade na composição das escalas de abate pelos frigoríficos. O analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias ressalta que a indústria segue testando níveis mais baixos de preço em meio à proximidade do esgotamento precoce da cota destinada pela China para as compras do Brasil neste ano, de 1,106 milhão de toneladas. “Essa cota está para ser preenchida entre os meses de junho e julho, o que deve fazer com que o Brasil passe a contar com uma ausência parcial e temporária do principal mercado para a carne bovina brasileira”, avalia. Para o especialista, diante de um cenário mais desafiador, a indústria tende a readequar a quantidade de animais abatidos diariamente, com aumento da capacidade ociosa, além de reduzir os turnos de abate, visando uma adequação à nova realidade de demanda. Variação da arroba do boi na semana. Os valores do boi gordo, na modalidade a prazo, estavam assim no dia 18 de junho: São Paulo (Capital): R$ 350, baixa de 1,41% frente aos R$ 355 registrados no final da semana passada. Goiás (Goiânia): R$ 325, recuo de 4,41% ante os R$ 340 do final da semana anterior. Minas Gerais (Uberaba): R$ 325, retração de 1,52% frente aos R$ 330 praticados no fechamento da semana passada. Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 342, queda de 0,8% ante os R$ 345 registrados no encerramento da última semana. Mato Grosso (Cuiabá): R$ 350, decréscimo de 2,78% perante os R$ 360 praticados na semana anterior Rondônia (Vilhena): R$ 335, declínio de 2,90% em relação aos R$ 345 registrados anteriormente. Iglesias destaca que o mercado atacadista apresentou cotações estáveis durante a semana. Ainda assim, o analista afirma que há uma expectativa de recuperação dos preços nos próximos dias, em meio às vésperas de jogos da seleção brasileira na Copa do Mundo. “O entrave para avanços mais expressivos nas cotações está na menor competitividade da carne bovina frente a proteínas concorrentes, em especial a carne de frango”, conta. Quarto do dianteiro: precificado a R$ 21,70 por quilo na semana. Cortes do traseiro bovino: cotados a R$ 27 por quilo. As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 850,786 milhões em junho até o momento (9 dias úteis), com média diária de US$ 94,531 milhões, conforme a Secretaria de Comércio Exterior (Secex). A quantidade total exportada pelo país chegou a 129,685 mil toneladas, com média diária de 14,409 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 6.560,40. Em relação a junho de 2025, houve alta de 44% no valor médio diário da exportação, ganho de 19,6% na quantidade média diária exportada e avanço de 20,4% no preço médio.
SAFRAS NEWS
Na região Norte de Mato Grosso, as cotações recuaram para todas as categorias
Cenário se desenhou como resultado da cautela dos compradores diante de uma demanda mais ajustada.
Mesmo com uma menor oferta, na comparação semana a semana, a cotação da arroba de todas as categorias recuou na região Norte mato-grossense, reflexo da cautela dos compradores diante do menor escoamento de carne no período. A cotação da arroba do boi gordo e da novilha caiu 1,5% cada, ou R$5,00 cada, negociadas em R$334,50 e R$319,50, respectivamente. Para a vaca, o recuo na cotação foi de 1,0%, ou R$3,00/@, comercializada em R$310,00/@. O diferencial de base do boi gordo está em R$8,00/@, ou 2,4% menor que o registrado em São Paulo, onde a arroba está cotada em R$342,50. Todos os preços são a prazo, descontados o Senar e o Funrural. No curto prazo, o viés é de estabilidade. Destaque BC: Na região Norte de Mato Grosso, mesmo com a menor oferta de bovinos, a cotação de todas as categorias caiu na comparação semanal, diante de uma demanda mais ajustada.
SCOT CONSULTORIA
Carne bovina: Brasil preenche quase 80% da cota chinesa e deve esgotá-la em julho/26, prevê Agrifatto
Frigoríficos brasileiros buscam evitar que embarques adicionais cheguem ao mercado chinês e sejam submetidos à cobrança de tarifa adicional de 55%
Oficialmente, o Brasil preencheu quase 80% (78%) de sua cota anual de exportação de carne bovina ao mercado da China, que foi estabelecida em 1,106 milhão de toneladas neste primeiro ano de salvaguarda, estimou a Agrifatto, que divulgou, na segunda-feira (22/6), um relatório especial sobre mercado chinês de importação. Segundo a consultoria, com o limite da cota próximo de ser atingido, os frigoríficos brasileiros buscam evitar que embarques adicionais cheguem à China fora do volume autorizado e sejam submetidos à cobrança de tarifas adicionais. Atualmente, as importações enquadradas na cota estão sujeitas a uma alíquota de 12%, enquanto os volumes excedentes enfrentarão uma sobretaxa de 55%, o que reduz drasticamente competitividade das operações, relatam os analistas. “Considerando o ritmo médio das exportações brasileiras, próximo de 122,8 mil toneladas mensais no acumulado de janeiro a maio deste ano, a estimativa é de que o preenchimento total da cota brasileira ocorra em meados de julho”, apostam os analistas da Agrifatto. No ano passado, o Brasil exportou 1,64 milhão de toneladas de carne bovina para a China, representando 45,4% do total embarcado pelo país. Em 2025, o Brasil teve uma participação de 52% no total de carne bovina importado pela China, com um recorde mensal histórico registrado em novembro/25, quando essa fatia brasileira subiu para 61%. A Austrália já esgotou a sua cota de exportação para o mercado chinês, de 205 mil toneladas. Diferentemente do Brasil, os vizinhos da América do Sul foram favorecidos com cotas que superam suas exportações recentes, relembrou o relatório da Agrifatto. A Argentina, que exportou 471,89 mil toneladas para a China em 2025, recebeu uma cota de 511 mil toneladas para 2026. Já o Uruguai, que embarcou 216,14 mil toneladas para os chineses em 2025, foi beneficiado com uma cota de 324 mil toneladas.
AGRIFATTO
ECONOMIA
Dólar fecha em baixa em dia de “casadão” do BC no câmbio
O dólar fechou a segunda-feira em baixa ante o real, em sessão que contou com duas operações cambiais simultâneas do Banco Central, enquanto no exterior a moeda norte-americana sustentou ganhos ante boa parte das demais divisas.
O dólar à vista fechou o dia com queda de 0,45%, aos R$5,1413. No ano, a moeda passou a acumular baixa de 6,33% ante o real. Às 17h12, o dólar futuro para julho — atualmente o mais líquido no mercado brasileiro — cedia 0,15% na B3, aos R$5,1565. Os EUA e o Irã concordaram, conforme os mediadores Catar e Paquistão, com um roteiro para um acordo final que ponha fim ao conflito em até 60 dias. Ainda assim, investidores se mostravam preocupados com as ameaças do presidente norte-americano, Donald Trump, de retomada da guerra e com o anúncio de que Teerã havia fechado novamente o Estreito de Ormuz. No fim da tarde, com o mercado à vista já fechado, Trump afirmou que o Estreito de Ormuz está totalmente aberto. Neste cenário, o dólar sustentou ganhos ante divisas fortes como o euro e o iene, mas recuou ante a libra. Em relação aos países emergentes, o dólar caiu ante o peso colombiano e o real — neste caso, após os fortes avanços da semana passada –, mas a moeda dos EUA se manteve em alta ante boa parte das demais divisas. No Brasil, destaque para os dois leilões simultâneos realizados pelo Banco Central no início da sessão, em que foram vendidos US$1 bilhão em moeda à vista e 20.000 contratos no valor de US$1 bilhão de swap cambial reverso — uma operação cujo efeito é equivalente à compra de dólares no mercado futuro. As duas operações simultâneas são conhecidas como “casadão” pelos investidores e visam oferecer liquidez ao mercado. O efeito delas sobre as cotações do dólar é, em tese, nulo, já que o BC vendeu US$1 bilhão em uma ponta e comprou US$1 bilhão em outra. “Nossos modelos de previsão econométrica para o câmbio capturaram a mudança no humor em relação aos ativos brasileiros, com o BRL (real) sendo visto no patamar R$5,16, entre R$5,06 e R$5,25 (por dólar)”, afirmou Felipe Tavares, economista-chefe da BGC Liquidez, em relatório publicado pela manhã. “O casadão de hoje deve aliviar um pouco a pressão, mas o ambiente segue adverso para o risco Brasil”, acrescentou. No fim da manhã, o BC fez uma terceira operação, na qual vendeu 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 1º de julho. No fim de semana, uma nova pesquisa Datafolha apontou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na corrida para o Planalto, com 47% das intenções de voto no segundo turno, contra 43%. O resultado indicou estabilidade em relação à pesquisa anterior, publicada há um mês. Os brancos e nulos somaram 8%, enquanto 1% não sabe em quem votar. A margem de erro máxima prevista é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%.
REUTERS
Ibovespa fecha em alta com apoio de bancos
O Ibovespa fechou em alta na segunda-feira, recuperando o patamar dos 170 mil pontos, com as ações da Azzas 2154 em destaque após a companhia confirmar que avalia alternativa para a marca Farm.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,21%, a 170.370,38 pontos, com bancos entre os principais suportes, após marcar 170.749,76 pontos na máxima e 168.326,26 pontos na mínima do dia. O volume financeiro no pregão somou R$23,99 bilhões. A bolsa paulista descolou de Wall Street, que teve um fechamento mais fraco, pressionado pelo setor de tecnologia. O índice Nasdaq caiu 1,33% e o S&P 500 recuou 0,37%, enquanto o Dow Jones subiu 0,29%. Na cena geopolítica, mediadores relataram que autoridades dos Estados Unidos e do Irã alcançaram “avanços encorajadores” na primeira rodada de negociações na Suíça, o que endossou novo alívio nos preços do petróleo. Paquistão e Catar afirmaram que as partes concordaram com um roteiro para um acordo final sobre o fim da guerra em 60 dias. O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou a repórteres no final da tarde que o Estreito de Ormuz está totalmente aberto. Mas acrescentou: “se o Irã não cumprir o acordo, ou se não se comportar adequadamente, farei o que for preciso”. No Brasil, a semana começou com nova piora nas previsões de inflação do mercado compiladas na pesquisa Focus do Banco Central, bem como nova alta na expectativa para a Selic ao final de 2026, para 14% ao ano. Ainda assim, as taxas dos DIs recuaram, em especial entre os contratos de longo prazo, após o Tesouro anunciar o cancelamento do leilão de títulos indexados à inflação programado para terça-feira. Na visão de analistas do Itaú BBA, o Ibovespa segue em tendência de baixa no curto prazo. “Para sair dessa tendência de baixa e retornar a um cenário neutro, o Ibovespa precisará superar a região dos 174.900 pontos”, afirmaram no relatório Diário do Grafista enviado a clientes na segunda-feira.
REUTERS
Mercado passa a ver apenas mais um corte na Selic este ano com inflação mais alta
Analistas consultados pelo Banco Central passaram a ver apenas mais um corte na taxa básica de juros Selic este ano, encerrando 2026 a 14,0%, de acordo com a pesquisa Focus divulgada na segunda-feira.
Na semana anterior a pesquisa apontava Selic a 13,75% este ano, antes de o BC cortar a taxa em 0,25 ponto percentual na quarta-feira passada, a 14,25% ao ano. Os especialistas consultados veem agora apenas mais uma redução de 0,25 ponto percentual em agosto, com a Selic sendo mantida em 14,0% em cada reunião seguinte de 2026. A autoridade monetária deixou os próximos passos em aberto ao argumentar que avalia trajetórias de juros “alternativas” para atingir a meta de inflação em um horizonte um pouco mais distante. Investidores reagiram negativamente ao comunicado “dovish” (suave com a inflação) do BC, e avaliarão a ata desse encontro na terça em busca de mais pistas. Uma das avaliações foi a de que o texto foi confuso, gerou ruídos e pareceu sugerir que o BC quer cortar novamente a Selic em agosto, a despeito da piora das expectativas de inflação. De acordo com o Focus, a expectativa é de que a taxa básica volte a ser reduzida em 0,25 na primeira reunião de 2027, chegando a 12,0% ao final do ano que vem, sem alteração em relação à semana anterior. O levantamento, que capta a percepção do mercado para indicadores econômicos, apontou deterioração na expectativa para a inflação em 2026 pela 15ª vez seguida, com a alta do IPCA agora calculada em 5,33%, de 5,30% antes. Para 2027 a conta subiu a 4,15%, de 4,10%, e para 2028 foi a 3,70%, de 3,68%. O centro da meta oficial para a inflação é de 3,00%, sempre com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Para o Produto Interno Bruto (PIB), a estimativa de crescimento este ano melhorou em 0,02 ponto percentual, a 1,98%, permanecendo em 1,70% para o ano que vem.
REUTERS
GOVERNO
Ministério informa que 8,4 milhões de doses de vacinas contra clostridioses estão disponíveis
Em Mato Grosso, pecuaristas ainda enfrentam dificuldades para acessar os imunizantes. Vacina previne doenças infecciosas graves em animais, como botulismo, tétano, carbúnculo sintomático e gangrena gasosa
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou em nota que foram disponibilizadas 8,4 milhões de doses de vacina contra clostridioses no mercado nacional entre os dias 15 e 19 de junho. O imunizante previne doenças infecciosas graves em animais, como botulismo, tétano, carbúnculo sintomático e gangrena gasosa. Do total disponibilizado no período, 2,7 milhões de doses (32,25%) são de fabricação nacional e 5,7 milhões correspondem a vacinas importadas, informou o Mapa. “O Mapa mantém atuação permanente junto à indústria de insumos veterinários para estimular a ampliação da produção nacional, viabilizar importações e agilizar os procedimentos de fiscalização e liberação de vacinas”, completou o ministério. Na semana passada, a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato) mostrou preocupação com o anúncio sobre a disponibilização de 3,1 milhões de doses de vacinas contra clostridioses no mercado brasileiro, que havia sido anunciada no último dia 15 de junho pelo Mapa. Em comunicado, a Famato disse que embora a medida seja considerada importante para ampliar a oferta do imunizante, pecuaristas do Estado ainda enfrentam dificuldades para acessar as doses, que continuam chegando de forma limitada, com preços maiores que o usualmente praticados. O problema com a oferta dos medicamentos começou no ano passado, após o relato de mortes em animais que utilizaram a vacina.
GLOBO RURAL
SUÍNOS & FRANGOS
Dois em cada três suínos abatidos no Brasil saem da Região Sul
Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul concentraram 66,8% do abate nacional no primeiro trimestre de 2026, quando o país superou 15 milhões de cabeças.
A suinocultura brasileira segue fortemente concentrada na Região Sul. No primeiro trimestre de 2026, os três estados do Sul responderam por 66,8% de todos os suínos abatidos no país, reforçando a posição da região como principal polo produtor nacional. Segundo as Pesquisas Trimestrais do Abate de Animais, do Leite, do Couro e da Produção de Ovos de Galinha, divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, foram abatidos 15,27 milhões de suínos entre janeiro e março deste ano. O volume representa crescimento de 5,5% em relação ao mesmo período de 2025. Na comparação com o quarto trimestre do ano passado, houve estabilidade, com leve redução de 0,1%. A liderança nacional permanece com Santa Catarina, responsável por 28,1% do abate brasileiro. O estado abateu mais de um em cada quatro suínos produzidos no país no período. Na segunda posição aparece o Paraná, com participação de 20,9%, seguido pelo Rio Grande do Sul, com 17,8%. Juntos, os três estados concentram praticamente dois terços da produção nacional, resultado de uma cadeia produtiva estruturada, com forte presença de cooperativas e agroindústrias integradoras. Além do aumento no número de animais abatidos, a produção de carne suína registrou crescimento ainda maior no início deste ano. O peso acumulado das carcaças chegou a 1,43 milhão de toneladas no primeiro trimestre, volume 6,9% superior ao registrado no mesmo período de 2025 e 1% acima do observado no trimestre imediatamente anterior. O desempenho indica que a produção de carne cresceu em ritmo mais acelerado que o abate de animais, reflexo de ganhos de produtividade e de melhorias nos índices zootécnicos das granjas. A expansão da produção ocorre em um momento em que a cadeia busca ampliar mercados e manter a competitividade internacional. O Brasil figura entre os maiores produtores e exportadores mundiais de carne suína, e a Região Sul exerce papel central nessa estratégia, concentrando desde a produção de grãos para ração até a industrialização e a exportação da proteína. Os números divulgados pelo IBGE mostram que, embora a suinocultura esteja presente em praticamente todo o território nacional, a atividade permanece fortemente ancorada no Sul do país, região que continua sendo a principal responsável pelo abastecimento do mercado interno e pelo atendimento da demanda externa.
O PRESENTE RURAL
imprensaabrafrigo@abrafrigo.com.br
POWERED BY NORBERTO STAVISKI EDITORA LTDA
Whatsapp 041 996978868
