CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1190 DE 09 DE MARÇO DE 2020

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Ano 6 | nº 1190| 09 de março de 2020

 

NOTÍCIAS

Boa condição das pastagens segura preços do boi gordo

A demanda não tem a força necessária para reajustes mais consistentes da carne bovina, segundo especialista

O mercado físico do boi gordo teve preços estáveis na sexta-feira. O analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a demanda não tem a força necessária para reajustes mais consistentes da carne bovina. “Por sua vez, a ótima capacidade de retenção dos pecuaristas impossibilita movimentos agressivos de queda, atuando como grande pilar de sustentação dos preços da matéria prima”. Em São Paulo, Capital, os preços do mercado à vista seguiram em R$ 203 a arroba. Em Uberaba, Minas Gerais, os preços permaneceram em R$ 198 a arroba. Em Dourados, no Mato Grosso do Sul, os preços ficaram em R$ 195. Em Goiânia, Goiás, o preço indicado continuou em R$ 195 a arroba. Já em Cuiabá, no Mato Grosso, o preço seguiu em R$ 185 a arroba. No mercado atacadista, os preços da carne bovina seguem firmes. “Ainda há espaço para reajustes no curto prazo, em linha com a boa reposição entre atacado e varejo durante a primeira quinzena do mês. Importante destacar que para a segunda quinzena do mês a dinâmica tende a mudar com o escoamento mais lento da carne.”, disse Iglesias. Assim, o corte traseiro seguiu em R$ 14,25 o quilo. A ponta de agulha permaneceu em R$ 11,40 por quilo. Já o corte dianteiro seguiu em R$ 12.

AGÊNCIA SAFRAS

Mercado do boi com preços firmes

Em São Paulo, a cotação do boi gordo encerrou a primeira semana de março com preços estáveis. O cenário é de oferta comedida

As escalas de abate no estado giram em torno de cinco dias, o que deixa pouco espaço para as indústrias negociarem. Na última sexta-feira (6/3), a cotação do boi gordo subiu em 8 das 32 praças monitoradas pela Scot Consultoria, e estabilidade nas demais. No mercado atacadista de carne bovina com osso, o boi casado de animais castrados subiu 0,9% na comparação dia a dia, e 2,9% ao longo da semana, e está cotado em R$13,00/kg.

SCOT CONSULTORIA

Indústria de carnes enfrenta turbulências

Problemas logísticos na China e aumento dos custos de produção desafiam empresas do segmento

O céu de brigadeiro que favoreceu a indústria brasileira de carnes no último ano deu lugar a turbulências. Ainda que a China, principal mercado para os embarques do Brasil, continue dependendo de importações para lidar com a escassez de oferta gerada pela epidemia de peste suína africana, os frigoríficos agora enfrentam problemas no país asiático. Custos de produção em alta também pressionam a rentabilidade do ramo. Para aqueles que exportam carne bovina, a China já havia se tornado um desafio em janeiro, ainda antes da disseminação do coronavírus. Naquele momento, uma rápida queda no preço pago pelos importadores chineses e um movimento de pedidos agressivos de desconto sobre cargas já no mar assustaram empresários, especialmente de indústrias de médio e pequeno porte. Com o agravamento do coronavírus na China e a consequente parada da economia chinesa, em fevereiro, os portos se tornaram um problema. Com os contêineres refrigerados parados no país asiático, começou a faltar tomadas para mantê-los refrigerados, o que levou a desvios de rota – navios foram deslocados para portos de outros países como Cingapura e Vietnã, entre outros. Aos poucos, a avaliação de fontes da indústria é que a atividade nos portos está se normalizando, mas que vai demorar algum tempo até que todos os efeitos colaterais do caos na logística sejam resolvidos. Além disso, a avaliação é que a menor circulação de pessoas na China reduzirá o consumo fora do lar, o que atinge a carne bovina, como alertou recentemente o Rabobank. O banco holandês projeta que as importações chinesas de carne deverão voltar ao normal apenas no segundo semestre. Conforme um alto executivo da indústria, os resultados do primeiro trimestre serão contaminados pela parada chinesa. Em entrevista na semana passada, ele avaliou que a falta de contêineres refrigerados na primeira quinzena de março derrubará as exportações deste mês. Em fevereiro, as exportações de carne bovina já sentiram algum reflexo. As exportações do Brasil caíram 6% em volume ante igual período do ano anterior, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) compilados pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo). Segundo a entidade, o ritmo de vendas para a China, que disparou no quarto trimestre do ano passado – superando 80 mil toneladas mensais -, voltou para os patamares anteriores. Em fevereiro, mês de menos dias úteis, foram pouco mais de 60 mil toneladas. Do lado dos custos de produção, o boi gordo não dá trégua. Em fevereiro, o indicador Esalq/B3 para o boi gordo subiu 5,74% em São Paulo, superando a casa de R$ 200 por arroba outra vez. A avaliação na indústria é que esses preços não remuneram a carne vendida no mercado interno. As vendas no Brasil absorvem a maior parte da produção nacional – entre 70% e 75% do total. A situação é pior para os frigoríficos que não exportam e, portanto, não conseguem se beneficiar do dólar valorizado. Grandes como Marfrig e Minerva Foods chegam a exportar mais de 50% da produção.

VALOR ECONÔMICO

Altas no mercado de bovinos para reposição

A trajetória de alta para as cotações no mercado de reposição vem se consolidando cada vez mais

Segundo levantamento da Scot Consultoria, na média de todos os estados monitorados, entre machos e fêmeas anelorados e mestiços, a alta foi de 1,7% nos últimos sete dias. Já comparado com o mesmo período do ano passado, a valorização foi de 32,6%. Esse cenário de firmeza para o mercado é explicado pela somatória de oferta curta de animais e as chuvas em bons volumes, com maior capacidade de suporte das pastagens, que tem exigido que a ponta vendedora oferte preços maiores.

SCOT CONSULTORIA

Aumento das exportações brasileiras de couro

Apesar da estabilidade, os preços seguem firmes no mercado do couro verde

Segundo levantamento da Scot Consultoria, no Brasil Central, o produto está cotado em R$0,75/kg, considerando o couro verde de primeira linha. No acumulado do ano, houve valorização de 87,5%. No Rio Grande do Sul, o couro verde comum está cotado em R$0,80/kg, alta de 45,5% na comparação com o fechamento da semana anterior. A alta do dólar frente ao real tem colaborado com o cenário de valorização do couro verde no mercado interno. Em fevereiro, o Brasil exportou 40,3 mil toneladas de couro. Volume 3,5% maior em relação ao mês anterior. Para o curto prazo, a expectativa é de que o mercado siga com os preços firmes.

SCOT CONSULTORIA

ECONOMIA

Ibovespa desaba abaixo dos 98 mil pontos; queda no ano supera 15%

A bolsa paulista voltou a registrar fortes perdas na sexta-feira, com o Ibovespa abaixo de 98 mil pontos e ampliando as perdas no ano para mais de 15%, em meio à continuidade da aversão a risco global por preocupações sobre os efeitos do surto do novo coronavírus na economia mundial

As ações da Petrobras figuraram entre as maiores quedas, conforme o petróleo despencou mais de 9%. Já CVC Brasil avançou dois dígitos após troca do comando da operadora de turismo, que viu seus papéis derreterem mais de 50% em 2020. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 4,14%, a 97.996,77 pontos, menor fechamento desde agosto de 2019. O volume financeiro no pregão foi novamente forte e totalizou 39,9 bilhões de reais. Na semana, a terceira no vermelho, o Ibovespa acumulou um declínio de 5,93%. No ano, a queda chega a 15,3%. A BB Investimentos frisou que a perspectiva de desaceleração da economia mundial, que começou pelo surto na China e que traria um efeito dominó em função da desaceleração no comercial global, se apoiou depois da disseminação da doença pelo mundo. “Isso tem levado o mercado a rever projeções de crescimento, gerando maior aversão ao risco”, afirmou em nota a clientes. O número de pessoas infectadas com coronavírus em todo o mundo ultrapassou 100 mil, com o surto matando mais de 3.400 pessoas e atingindo mais de 90 países, sendo que seis deles relataram seus primeiros casos nesta sexta-feira. No Brasil, perspectivas de contaminação da desaceleração global no ritmo da atividade interna têm levado economistas a revisarem estimativas para o crescimento do PIB em 2020, sendo o Itaú Unibanco o mais recente a ajustar projeções, com muitos também passando a prever corte na Selic neste ainda neste mês. A chance de o Banco Central voltar a afrouxar sua política monetária, após sinalização de pausa no mês passado, por sua vez, tem fortalecido o dólar frente ao real. A cotação só não renovou máxima nesta sessão porque o BC atuou com leilões de swap cambial – equivalente a venda de dólar no mercado futuro.

REUTERS

BC amplia ferramentas e oferta na 2ª até US$1 bi em dólar à vista com disparada do dólar

O Banco Central decidiu ampliar o uso das ferramentas de intervenção no mercado de câmbio e anunciou na sexta-feira que ofertará na próxima segunda (dia 9) até 1 bilhão de dólares em moeda à vista, após a venda de 5 bilhões de dólares em swaps cambiais não ter impedido o dólar de bater recordes seguidos

O leilão de dólar à vista será realizado entre 9h10 e 9h15. Desde 20 de dezembro do ano passado o BC não realizava esse tipo de operação —retomada em agosto de 2019 e que há uma década não era utilizada. Vários analistas de mercado citaram ao longo desta semana que o BC precisaria lançar mão de outros meios de atuação cambial ou mesmo anunciar um programa de oferta de swaps para conseguir quebrar a espiral de alta do dólar, que em 12 sessões consecutivas de valorização saltou mais de 8% e renovou sucessivamente máximas históricas. Na quinta-feira, pela primeira vez na atual sequência de apreciação do dólar, a disparada da cotação contaminou outros mercados brasileiros, com as taxas de juros futuros de longo prazo mostrando forte aumento de prêmio, movimento que poderia gerar aperto de condições financeiras. Ao recorrer aos leilões de dólar à vista no ano passado, o BC informou à época que realizaria as operações para troca de posição com swap cambial, justificando que a demanda do mercado por moeda estava mais notável no mercado à vista, e não mais no futuro —onde o swap atua. Entre agosto e dezembro de 2019, o BC colocou no mercado um total de 36,860 bilhões de dólares em moeda física. O fluxo cambial na ocasião seguia bastante negativo —fechou 2019 com saída recorde de mais de 44 bilhões de dólares—, e as saídas líquidas de moeda persistem em 2020, com déficit de 4,792 bilhões de dólares. O reforço na atuação do BC para conter a volatilidade no dólar ficou mais claro nesta sexta, quando a autoridade monetária vendeu de uma vez 2 bilhões de dólares em contratos de swap cambial. No fim do dia, o dólar à vista caiu 0,36%, a 4,6344 reais na venda, pondo fim a uma série de 12 altas consecutivas. Ainda assim, a cotação fechou a semana com ganho de 3,42%, o mais forte desde novembro de 2019. No horário em que o BC realizará a oferta de dólar à vista na segunda-feira, o diretor de Política Monetária da instituição, Bruno Serra Fernandes, estará em evento em São Paulo, com expectativa de que explique e dê mais detalhes sobre as intervenções no câmbio e a avaliação do BC sobre a alta do dólar.

REUTERS

FRANGOS & SUÍNOS

China libera mais 20 mil toneladas de carne suína das reservas oficiais

A China liberou 20 mil toneladas de carne suína de suas reservas centrais em um novo esforço para elevar a oferta doméstica e estabilizar as expectativas do mercado, segundo informou a agência chinesa Xinhua citando o Ministério do Comércio

Para garantir o fornecimento, 55 mil toneladas de carne suína congelada já foram liberadas depois do feriado do Ano Novo Lunar, disse Wang Bin, funcionário da pasta à agência. De 24 de fevereiro a 1º de março, o preço médio da carne suína monitorado pelo Ministério da Agricultura e dos Assuntos Rurais do país ficou em 48,39 yuans (US$ 6,97) por quilo, uma queda de 2,7% em relação à semana anterior. O ministério informou que mais reservas de carne suína congelada serão postas no mercado.

VALOR ECONÔMICO

SC amplia em 116% as exportações de carne suína para a China

A China se tornou o principal destino da carne suína produzida em Santa Catarina

Desde o início de 2020, o estado enviou mais de 38,6 mil toneladas do produto para o gigante asiático – o valor representa um crescimento de 116,4% em relação ao mesmo período de 2019. No ano passado, o Estado teve o melhor desempenho da história na exportação de carnes. No primeiro bimestre de 2020, Santa Catarina exportou 73,6 mil toneladas de carne suína, com um faturamento de US$172,4 milhões, um aumento de 55% em comparação com o ano anterior. China e Hong Kong responderam por 68,2% das receitas catarinenses com exportação do produto no primeiro bimestre do ano. Chile, Japão e Argentina também são importantes mercados para Santa Catarina. Segundo o analista do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa), Alexandre Giehl, a demanda chinesa deve continuar elevada este ano, uma vez que houve queda brusca no rebanho suíno daquele país ao longo de 2019, em decorrência de um surto de peste suína africana. “Além disso, alguns analistas apontam para a possibilidade do recente surto de coronavírus afetar o processo de recuperação da produção suína da China, já que o país passa por alguns problemas de logística interna em função do vírus”, explica.

AGROLINK

Frango: demanda melhor dá sustentação aos preços no atacado

As vendas melhoraram neste início de mês e, com isso, os preços do frango subiram no atacado nos últimos sete dias. A carcaça está cotada, em média, em R$4,65 por quilo, alta de 3,3% no período

Nas granjas, porém, os preços ficaram estáveis, com oferta e demanda ajustadas. A ave terminada está cotada, em média, em R$3,30 por quilo. No âmbito externo, os embarques de carne de frango in natura totalizaram 324,3 mil toneladas em fevereiro, aumento de 7,5% em relação a janeiro e aumento de 12,1% frente a igual período de 2019. Para o curto prazo, as expectativas são positivas para o aumento nas vendas no mercado interno.

SCOT CONSULTORIA

INTERNACIONAL

Mais de 8 milhões de animais já foram mortos devido à peste suína na Ásia

São 77.248 suínos a mais em relação ao levantamento anterior da FAO, divulgado em 20 de fevereiro

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) informou que mais de 8 milhões de suínos foram eliminados em países asiáticos por causa da peste suína africana. São 77.248 animais a mais em relação ao levantamento anterior, de 20 de fevereiro. O aumento se deve, principalmente, ao número de suínos descartados nas Filipinas que passou de 143,43 mil animais para 217.175 mil animais. No país, 14 novos focos foram verificados nos últimos quinze dias e uma nova província afetada, a de Camarines do Sul. Mais 73.745 animais foram eliminados em virtude destes novos casos. Desde 25 de julho, quando o Departamento de Agricultura local confirmou o primeiro caso, 237 focos em 17 províncias e em uma cidade foram identificados. A FAO informou, ainda, que 102 novos focos da doença foram detectados no continente asiático. Destes, a maioria, 78 foi verificada na Coreia do Sul. Com a atualização, a FAO estima 5.094 focos da doença espalhados pela Ásia, ante 4.992 do relatório anterior. Na Coreia do Sul, o número de casos detectados passou para 320, ante 242 no levantamento anterior. No período 306 animais foram eliminados. O Ministério da Agricultura, Alimentação e Assuntos Rurais do país informou que, desde que a doença foi notificada, em 17 de setembro, três cidades foram atingidas pela epidemia e 450 mil suínos eliminados. Na Indonésia, oito novos focos foram identificados e uma nova província afetada, a de East Nusa Tenggara, com 2.825 animais levados ao abate sanitário. Desde que a doença foi confirmada, 857 propriedades foram atingidas em 21 regiões da província de Sumatra Norte e três regiões da província de East Nusa Tenggara. Estima-se que 81,1 mil animais já foram eliminados pela contaminação com a doença no país. Na China, que tem a situação mais crítica em termos de extensão, mais sete animais foram eliminados no último período de cobertura do relatório com a identificação de um novo foco. De acordo com dados divulgados pelo Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais do país, desde a identificação da doença, 1,193 milhão de animais foram eliminados e 169 focos em 32 províncias detectados, incluindo a região administrativa de Hong Kong. Um novo foco também foi detectado em Mianmar, uma nova província foi contaminada, a de Kachin, e 365 animais foram eliminados. No país, desde que o primeiro caso foi detectado pelo governo, em 1º de agosto, a epidemia atingiu duas províncias com seis focos e já levou ao abate sanitário de 538 animais. Nos demais países afetados, Vietnã, Laos, Coreia do Norte, Timor Leste, Mongólia e Camboja, os números ficaram inalterados em relação ao balanço anterior. O Vietnã tem a pior condição em termos de número de animais levados ao abate sanitário com 6 milhões de animais eliminados. Segundo o Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural do país, a epidemia atingiu 667 distritos em 63 províncias/cidades desde o relato da doença, em 19 de fevereiro. No Laos, desde a detecção da epidemia, em 20 de junho, 170 focos foram relatados em 18 províncias e 49 mil animais foram eliminados.

ESTADÃO CONTEÚDO

China anuncia aceleração na retomada de criação de frangos e suínos

China acelera retomada de criação de animais e aves domésticas com a diminuição da epidemia do novo coronavírus

O Ministério da Agricultura e dos Assuntos Rurais disse no sábado que mais será feito para garantir que as empresas de criação de animais e aves domésticas do país (frangos e suínos) cumpram suas metas de produção e abastecimento este ano, apesar da epidemia do novo coronavírus. Desde o surto, as medidas tomadas pelas autoridades relacionadas impulsionaram a retomada da produção e ajudaram as empresas a ter acesso a ração e encontrar compradores, disse Han Changfu, ministro da pasta, em uma videoconferência sobre a coordenação e impulsionamento da produção do setor no sul da China. As empresas de pecuária apresentaram mudanças positivas com a oferta de ração basicamente garantida e o estoque de frangos reduzido, com a recuperação da produção de animais domésticos ganhando impulso, disse Han. Em seguida, as autoridades locais devem atribuir grande importância à produção desses animais e aves, a fim de aumentar a oferta de carne e resolver os problemas salientes em relação à produção e transporte com medidas não convencionais, de modo a compensar a perda de capacidade produtiva e minimizar o impacto da epidemia, segundo um comunicado divulgado após a reunião. A reunião também destacou a facilitação das vendas de aves, incluindo a reabertura ordenada dos mercados de aves vivas (frangos) e a expansão da produção de suínos, acelerando a construção dos projetos para expandir a capacidade produtiva e apoiando os pequenos e médios produtores a aumentarem a produção. Políticas direcionadas serão introduzidas para incentivar a criação de suínos e aves, enquanto medidas de prevenção e controle serão reforçadas contra as doenças animais, incluindo gripe aviária e peste suína africana.

Xinhua

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