
Ano 6 | nº 1217| 16 de abril de 2020
ABRAFRIGO
CNI lança Calculadora da MP 936 (redução de jornada e salário e suspensão do contrato de trabalho)
Lançada pela CNI a “Calculadora MP 936”, ferramenta que disponibiliza para as empresas e todos os demais interessados uma forma fácil e ágil de calcular os valores que serão pagos pela empresa e pelo Governo para os empregados em caso de redução da jornada e do salário ou suspensão do contrato de trabalho, conforme previsão da MP 936
Na ferramenta pode ser consultado o valor do salário do empregado após a redução da jornada, somado a eventual ajuda compensatória da empresa, e também o valor do Benefício Emergencial que será pago pelo Governo. Ao final, é informado o valor total que o empregado receberá. A ferramenta está disponível no canal “A indústria no combate à covid-19”, do Portal da Indústria, podendo ser acessada no link: https://www.portaldaindustria.com.br/canais/industria-contra-covid-19/impacto-economico/#anchor-simulador
Outras informações:
DRI | Gerência Executiva de Relações do Trabalho (RT)
(61) 3317-9957
NOTÍCIAS
Mercado do boi gordo apresenta demanda interna ruim
Em São Paulo as ofertas de compra ficaram estáveis, com bois de R$192,00/@, vacas de R$172,50/@ e novilhas de R$185,00/@, valores à vista, livres de Funrural. Compradores bem posicionados apregoam ofertas de compra abaixo dessas referências
O consumo está patinando no mercado interno e a exportação tem apresentado bom desempenho. Na média diária, o Brasil exportou 5,9 mil toneladas de carne bovina in natura, nas duas primeiras semanas de abril (Secex). A cada redução de preço nas ofertas de compra, cai o volume de boiadas adquiridas e essa tem sido a tônica do mercado nos últimos dias. Em curto prazo, o cenário não deve mudar por causa do menor poder aquisitivo da segunda quinzena do mês, e da mudança de hábitos devido as medidas contra o coronavírus.
SCOT CONSULTORIA
Demanda patina e preço do sebo cai no Brasil Central
No Brasil Central, o preço do sebo caiu e está cotado em R$3,00/kg, livre de imposto. Na comparação com o início do mês, houve desvalorização de 3,2%
Apesar das recentes quedas, o produto está custando 36,4% a mais em relação ao mesmo período de 2019. No Rio Grande do Sul, o sebo está cotado em R$3,15/kg. Estabilidade frente à semana anterior. Para o curto prazo, apesar da menor demanda, a oferta limitada deve manter as cotações andando de lado.
SCOT CONSULTORIA
Maior demanda por animais jovens no Maranhão
Tomando o início do ano como referência, com os preços dos animais para reposição em menor ritmo do que o mercado do boi gordo, melhorou o poder de compra do recriador em 0,8% no período, considerando a média de todas as categorias monitoradas
Na mesma comparação, a maior demanda foi pelo bezerro de ano anelorado (7,5@), com alta de 7,3%, atualmente cotado em R$1.620,00. Em janeiro/20, com a venda de um boi gordo de 18@ compravam-se 2,04 bezerros de ano, atualmente compram-se 2,02. Piora de 1,4% no poder de compra. Pontualmente, o mercado de reposição esfriou nas últimas semanas devido às incertezas do mercado do boi gordo em função da pandemia do coronavírus. No entanto, a pouca disponibilidade de animais na maior parte do estado, é um importante fator de sustentação de preços na reposição.
SCOT CONSULTORIA
Balanço das exportações brasileiras de bovinos vivos no primeiro trimestre de 2020
Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), no primeiro trimestre de 2020, o faturamento com a exportação brasileira de gado em pé foi de US$35,35 milhões, queda de 50,7% frente a igual período de 2019. O volume embarcado totalizou 46,9 mil cabeças recuo de 59,4%.
SCOT CONSULTORIA
Exportações de carne bovina seguem com força
As primeiras informações de abril apontavam queda significativa nos embarques das carnes bovina e de frango, mas os dados acumulados em duas semanas mostram que, embora em ritmo mais lento que a carne suína, as exportações dessas duas carnes se encontram em expansão
As projeções para a totalidade do mês (mais curto que abril de 2019 em termos de dias úteis) se inverteram de forma significativa: a movimentação da carne de frango deve aproximar-se das 350 mil toneladas, aumentando perto de 4,5% em termos anuais (na semana passada era apontada redução de 18%). Já os embarques de carne bovina pelas projeções atuais podem alcançar 120 mil toneladas, num aumento anual de 6%, quando o previsto há uma semana era uma redução muito próxima de 25%. Só a carne suína permanece com projeções não muito diferentes: mais de 63 mil toneladas no mês, resultado que, uma vez confirmado, significará aumento de 19,29% sobre abril de 2019 (o previsto anteriormente era um aumento de 18,40%). Em termos de receita, o único retrocesso previsto é o da carne de frango devido ao mês mais curto. Pela média diária de sete dias úteis, registra-se incremento próximo de 1%.
PECUARIA.COM.BR
ECONOMIA
Dólar fecha em alta pelo 3º dia e vai a R$5,24 com exterior
O dólar fechou em alta pelo terceiro pregão consecutivo na quarta-feira, seguindo o movimento externo, onde a demanda por segurança fortalecia a moeda norte-americana de maneira generalizada após dados bastante negativos nos Estados Unidos
O mercado buscou refúgio no dólar depois de números mostrarem quedas históricas em medidas de atividade econômica nos EUA em março e abril, o que ampara visões de analistas de que a maior economia do mundo já está em profunda recessão que deve arrastar o mundo junto. Embora seja a moeda do país onde foram registrados os dados negativos, o dólar é a divisa mais líquida do mundo e mantém status de porto seguro devido à sua ampla capilaridade no comércio global e à força da economia dos EUA. O dólar se apreciava ante 32 de uma lista de 34 pares. Aqui, a moeda se apreciou 1,00%, a 5,2424 reais na venda. Em três sessões seguidas de ganhos, a cotação acumula alta de 2,98%. Na B3, o dólar futuro tinha alta de 1,58%, a 5,2490 reais, na quarta. Fabrizio Velloni, Chefe da mesa de câmbio da Frente Corretora, chamou atenção para a queda das commodities como fator a pesar sobre o real e o bloco emergente de forma comum. O índice CRB de matérias-primas caía 1,9% no fim da tarde. Além disso, questões fiscais têm voltado a pesar sobre os ativos brasileiros. Nesse contexto, o Credit Suisse lembrou que algumas moedas de países com contas públicas menos pressionadas, como Rússia, têm sofrido menos que outras em situação oposta. “Até agora, os mercados recompensaram moedas apoiadas por bancos centrais que atuam com capacidade de estímulo abundante, onde havia credibilidade fiscal e monetária subjacente suficiente antes da crise de Covid-19”, disseram estrategistas do banco, excluindo da lista real, rand sul-africano e rupia indonésia, por exemplo.
REUTERS
Ibovespa cai com mais efeitos do Covid-19, em dia de giro recorde com vencimentos
O Ibovespa fechou em queda na quarta-feira, com bancos e Petrobras entre as maiores pressões de baixa, seguindo o viés negativo de Wall Street após dados dos Estados Unidos realçarem receios dos efeitos econômicos da pandemia de Covid-19
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 1,36%, a 78.831,46 pontos. Na máxima, chegou a reverter marginalmente as perdas e tocar 80.034,78 pontos. No pior momento, chegou a 77.545,67 pontos. O volume financeiro foi recorde e somou 97,5 bilhões de reais, com o pregão marcado pelos vencimentos de opções sobre o Ibovespa e do índice futuro. O recorde anterior era de 18 de dezembro, de 79,6 bilhões de reais. A queda vem após duas altas seguidas, que ajudaram o Ibovespa a acumular alta de 9,45% em abril até a véspera. A pauta norte-americana corroborou a realização de lucros, com forte queda nos lucros de bancos em razão de provisões para inadimplência e dados de varejo e produção piores do que o esperando, em mais sinais dos efeitos nocivos do coronavírus na maior economia do mundo. Para a equipe da Elite Investimentos, a elevada volatilidade segue nos mercados, com a piora na sessão ancorada em dados dos EUA. “As estimativas do impacto do Covid-19 na economia vêm se concretizando”, destacou em nota a clientes. Notícias sobre planos de reabertura de economias também ocuparam as atenções, mesmo com o número. O diretor do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) disse acreditar que 19 ou 20 Estados do país sofreram impacto limitado do novo coronavírus e seus governadores creem estar prontos para retomar atividades em 1º de maio. No Brasil, o Ministério da Saúde divulgou um recorde de casos de infecção pelo novo coronavírus em 24 horas, com 3.058 pessoas, maior aumento diário desde o início da pandemia, chegando a 28.320 confirmações no total. O país também registrou mais 204 mortes provocadas pela doença, igualando o recorde da véspera e somando 1.736 óbitos.
REUTERS
Dívida bruta deve chegar a 90,8% do PIB se economia recuar 5%, prevê Ministério da Economia
O Ministério da Economia previu na quarta-feira que, se houver uma contração da economia de 5% neste ano, a dívida bruta pulará a 90,8% do Produto Interno Bruto (PIB), com o déficit primário do governo central alcançando 515,5 bilhões de reais
Em fevereiro, a dívida bruta estava em 76,5% do PIB, conforme dados mais recentes do Banco Central. Hoje, o cenário base é de crescimento zero para o PIB, com déficit primário de 467,1 bilhões de reais e dívida bruta de 85,4% ao fim do ano. Mas os integrantes da equipe econômica já reconheceram que a projeção para a atividade está defasada e que ficará no campo negativo pelos impactos do coronavírus. A nova estimativa para o PIB será divulgada em maio. Na véspera, o Fundo Monetário Internacional (FMI) previu queda de 5,3% para o PIB brasileiro em 2020. Antes, o Banco Mundial havia estimado um recuo de 5% para a atividade brasileira neste ano.
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IGP-10 acelera alta a 1,13% em abril com aumento de preços no atacado e no varejo, diz FGV
O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) acelerou a alta a 1,13% em abril, de 0,64% no mês anterior, diante do aumento dos preços tanto no atacado quanto no varejo, de acordo com os dados divulgados na quarta-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV)
O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a variação dos preços no atacado e responde por 60% do índice geral, passou a subir 1,52% em abril, contra alta de 0,92% em março. O destaque para essa leitura veio do grupo Matérias-Primas Brutas, que passou de alta de 2,30% em março para ganho de 4,94% este mês, impulsionado pelos itens minério de ferro, soja e café. A pressão de preços para o consumidor também colaborou para o resultado de abril, com o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-10), que responde por 30% do índice geral, passando a subir 0,33%, após variação negativa de 0,03% em março. O destaque entre os grupos do IPC foi a Alimentação, que ampliou a alta de 0,54% para 1,44%. Esse movimento foi impulsionado por um salto de 11,94% no preço das hortaliças e legumes, ante ganho de 5,77% no mês anterior. Já o Índice Nacional de Custo da Construção-10 (INCC-10) acelerou a alta a 0,29% em abril, de 0,26% no mês anterior. O IGP-10 calcula os preços ao produtor, consumidor e na construção civil entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.
REUTERS
EMPRESAS
BRF indica possibilidade de reduzir abate
Eventual aumento da contaminação de funcionários pelo novo coronavírus pode levar a esse cenário
A BRF indicou na quarta-feira, pela primeira vez, a possibilidade de cortar o ritmo de abate. Por ora, a companhia ainda não precisou fazer isso, mas uma maior contaminação de funcionários pelo novo coronavírus poderia levar a esse cenário, o que justificaria a necessidade de ajustar o plantel de aves nas granjas. Em live promovida pela corretora Necton, o CEO global da BRF, Lorival Luz, disse na quarta-feira que a empresa tem um “plano claro” para ajustar a produção caso seja necessário. Perguntado se já havia reduzido o plantel nas granjas, o executivo disse que “ainda não”. “Quando digo ainda é porque a gente não consegue prever o dia de amanhã”. No entanto, dado o cenário dos Estados Unidos — dezenas de frigoríficos do país reduziram a produção ou fecharam plantas por causa dos elevados índices de contaminação entre funcionários —, a possibilidade existe, reconheceu o executivo. “Não é impossível, até pela experiência nos EUA. A gente pode ter algum nível de contaminação que faça com que tenha que reduzir a velocidade da linha [de produção]”, disse Luz. No momento, os casos entre funcionários da BRF estão contidos, bem como no segmento em geral. Durante a transmissão feita na quarta-feira, o CEO da empresa não comentou os casos entre os trabalhadores, mas a companhia já confirmou seis casos, segundo informou o Valor. De acordo com a empresa, os funcionários foram afastados preventivamente antes de terem o diagnóstico positivo, assim como colaboradores que tiveram contato com os contaminados por covid-19. Para dar conta de uma eventual redução de velocidade de abates, o plantel nas granjas também teria de ser cortado. “Se tem diminuição da produtividade da fábrica, tenho que assegurar que minha cadeia que venha de trás seja adaptada ao mesmo nível que sou capaz de produzir. Se não, começo a gerar acúmulo no campo”, justificou o CEO da BRF. Diante desse quadro de riscos e da necessidade de manter o abastecimento de alimentos no país, Luz lembrou que a companhia já havia ampliado os estoques de produtos, deslocando-os para mais próximo dos clientes — atualmente, o varejo. No food service, canal que respondia por 10% das vendas da BRF e que viu as vendas desabarem com o fechamento dos restaurantes, a empresa está renegociando contratos, acrescentou o Vice-Presidente de Finanças e de Relações com Investidores, Carlos Moura. Ele frisou, porém, que a BRF não teve problemas de inadimplência até o momento. Considerando varejo e food service, a “demanda agregada” por produtos é estável, reafirmou o CEO do grupo.
VALOR ECONÔMICO
Maersk traz 1,8 mil contêineres refrigerados ao Brasil
Escassez de contêineres afetou exportadores de carnes e frutas
Para minimizar os impactos da escassez de contêineres refrigerados no Brasil sobre as exportações de carnes e frutas, a Maersk, maior empresa de navegação marítima do mundo, informou ontem que está trazendo 1,8 mil contêineres para o país. De acordo com a empresa, os contêineres chegam ainda nesta semana e serão distribuídos conforme a demanda dos clientes. A capacidade de cada contêiner refrigerado é de cerca de 25 toneladas. Juntos, os 1,8 mil contêineres trazidos pela Maersk têm capacidade par armazenar 45 mil toneladas de produtos. Apenas em carne de frango, o Brasil exporta mais de 300 mil toneladas por mês. A logística portuária se tornou um desafio para os exportadores de carnes devido à quarentena adotada no primeiro trimestre pela China para conter o coronavírus. A medida fez com que muitos contêineres ficassem retidos no país.
VALOR ECONÔMICO
INTERNACIONAL
USDA reduz estimativas de exportação mundial das carnes bovina e de frango
O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) refez as suas contas e agora estima um volume adicional que não chega às 800 mil toneladas, passando de 32,092 milhões/t em 2019 para 32,851 milhões/t, na 2ª previsão para 2020
Depois de prever (janeiro de 2020) que as exportações mundiais de carnes do corrente exercício aumentariam em pelo menos, 2 milhões de toneladas (mais de 6% em relação a 2019), com a pandemia da Covid-19 o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) refez as suas contas e agora estima um volume adicional que não chega às 800 mil toneladas, passando de 32,092 milhões/t (2019) para 32,851 milhões/t (2ª previsão para 2020). Esse aumento tem a participação apenas da carne suína. A maior perda deve recair sobre a carne bovina: o volume agora projetado (10,665 milhões/t) representa redução de mais de 8%. Em relação a 2019, o volume apontado recuando cerca de 2%. As exportações de carne de frango podem ficar 3,7% menores que o proposto na primeira projeção. Deveriam chegar a 12,160 milhões/t, mas agora são 11,708 milhões/t. Em comparação a 2019 recuam perto de 1,5%. As exportações de carne suína tendem a ser ligeiramente superiores ao que foi apontado na primeira previsão. O previsto inicialmente era um aumento não muito superior a 10%. Agora, as projeções são de uma expansão de mais de 12%, índice que corresponde à um volume de 10,480 milhões de toneladas, ou seja, quase o mesmo projetado para a carne bovina. O surto de peste suína africana alterou profundamente os níveis de participação das três carnes no comércio internacional. Quatro anos atrás (2016) a carne de frango detinha quase 39% do total, a carne bovina ficando com 32% e a suína com pouco mais de 29%. Pelas projeções atuais, as carnes bovina e suína passam a compartilhar fatia praticamente idêntica, de 32%, enquanto a participação da carne de frango cai para menos de 36%.
BEEF POINT
Indústria de carne de porco dos EUA enfrentará perdas de US$ 5 bilhões por causa da Covid-19
Setor industrial registra ameaça de colapso devido à forte queda nos preços do suíno e da escassez de mão de obra nas zonas rurais
Os preços dos suínos nos EUA estão caindo fortemente devido ao impacto ocasionado pela pandemia da COVID-19, o que resultará em um “desastre financeiro aos produtores em todo o país, que enfrentarão prejuízos totais de US$ 5 bilhões neste ano”, alertou o Conselho Nacional de Produtores de Carne Suína (NPPC, na sigla em inglês). “Continuamos comprometidos em fornecer aos consumidores norte-americanos carne de porco de alta qualidade, mas enfrentamos uma situação terrível que ameaça os meios de subsistência de milhares de famílias de produtores”, disse o Presidente do NPPC, Howard A.V. Roth. Dermot Hayes, economista da Iowa State University, e Steve Meyer, economista da Kerns & Associates, estimam que os criadores norte-americanos de suínos perderão ao longo deste ano quase US$ 37 por porco, ou quase US$ 5 bilhões coletivamente. “Estávamos prevendo um ganho de cerca de US$ 10 por cabeça este ano, mas tudo isso evaporou nas últimas duas semanas”, afirmou o ex-presidente imediato do NPPC, David Herring.
Porkbusiness
China importa do Brasil 50% mais carne de frango que a Arábia Saudita
A China mantém-se como peça-chave nas exportações brasileiras de carne de frango. No primeiro trimestre de 2020, absorveu mais de 60% do volume adicional exportado no período pelo País
O segundo maior importador, a Arábia Saudita – líder das importações brasileiras durante décadas – continua reduzindo suas importações, a China isola-se cada vez mais na liderança: no ano passado, em idêntico período, o volume importado pelos chineses foi 1% superior ao dos sauditas; neste ano a diferença está em 50%. No quadro dos 10 principais importadores, a maioria deles é a mesma do primeiro trimestre de 2019. Ou seja: apenas dois países passaram a integrar esse quadro em 2020: os Países Baixos – 8º lugar e 11º há um ano; e Cingapura – 10ª posição e 14ª há um ano. Ocupam espaço que pertencia à Coreia do Sul e ao Iraque, hoje na 11ª e 18ª posições, respectivamente. Em relação ao volume, houve ligeira diluição de participação dos “10 mais” em comparação ao mesmo período de 2019: absorviam 68,27% do total exportado e agora respondem por 66,58% do total. Já na receita ocorreu o inverso – ligeira concentração: em 2019 os “10 mais” geraram 67,19% da receita total do trimestre, percentual que agora se encontra em 69,07%.
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