CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 2179 DE 12 DE MARÇO DE 2024

clipping

Ano 10 | nº 2179 |12 de março de 2024

 

NOTÍCIAS

Preços estáveis da arroba em São Paulo

O volume de compras está baixo e a pressão ronda o mercado do boi. Contudo, boa parte das indústrias frigoríficas estão fora das compras e com as escalas de abate bem-posicionadas

As cotações não mudaram em relação a sexta-feira, 8 de março. Para o boi gordo, a arroba está precificada em R$230,00, para a vaca gorda em R$205,00 e para a novilha gorda em R$220,00, preços brutos e a prazo. O “boi China” está cotado em R$235,00/@, preço bruto e a prazo. Ágio de R$5,00/@. Em Alagoas, após 27 dias de estabilidade, a cotação da vaca gorda caiu R$2,00/@. Para as demais categorias, os preços estão estáveis. A cotação da arroba do boi gordo está em R$240,00, a da vaca gorda em R$228,00 e a da novilha em R$235,00, preços brutos e a prazo. Na região de Paragominas-PA, as cotações estão estáveis na comparação com a última sexta-feira (8/3), com isso, a estabilidade perdura há 17 dias úteis para o boi e vaca gorda, e 28 dias úteis para a novilha gorda. A cotação da arroba do boi gordo está em R$225,00, a da vaca gorda em R$210,00 e a da novilha gorda em R$215,00. O “boi China” está cotado em R$225,00/@, preço bruto e a prazo, sem ágio. Na região Noroeste do Paraná, com a oferta de boiadas maior que a demanda, a semana começa com queda de R$2,00/@ para o mercado do boi gordo em comparação com o último fechamento (8/3). Para as demais categorias, os preços estão estáveis. A cotação da arroba do boi gordo está em R$228,00, a da vaca gorda em R$200,00 e a da novilha gorda em R$220,00, preços brutos e a prazo. O “boi China” está cotado em R$230,00/@, preço bruto e a prazo. Ágio de R$2,00/@.

Scot Consultoria

Arroba do boi gordo segue em queda nas principais praças do Brasil

Expectativa do mercado é de que cotação atinja uma estabilidade. Pecuaristas tentam segurar o volume de animais ofertados

Ainda em retração em São Paulo, o preço do boi gordo fechou a última semana em queda de 0,89% na variação diária, cotado a R$ 234,60 a arroba. Na última semana, pontuais altas haviam ajustado o mercado, mas não o suportaram. É o que registra nesta segunda-feira (11/3) o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP. Sem novidades que ajudam o mercado do boi gordo reagir nas principais praças do Brasil, a primeira semana de março não teve grandes movimentações e as indústrias continuam “cautelosas” nas compras, avalia a consultoria Agrifatto. Já os pecuaristas tentam segurar o volume ofertado, enquanto os frigoríficos seguem “uma pressão baixista”. De acordo com a análise de mercado da consultoria, todos os contratos tiveram ajustes positivos e o vencimento para março ficou cotado, em média, a R$ 229,70 a arroba na B3, com valorização de 0,39%, na comparação diária. “O consumo no mercado doméstico é considerado razoável, praticamente todos os produtos disponibilizados pelos frigoríficos foram comercializados”, avalia a Agrifatto. A expectativa é que os preços se mantenham estáveis para próxima semana com a aproximação da segunda quinzena do mês.

Globo Rural

Pastagens favoráveis amenizam pressão nos preços do boi gordo

O mercado físico do boi gordo começou a semana apresentando poucos negócios nas principais praças de produção e comercialização do país

O mercado físico do boi gordo iniciou a semana apresentando poucos negócios nas principais praças de produção e comercialização do país, com algumas indústrias ainda ausentes da compra de gado, avaliando as melhores estratégias a serem adotadas no curto prazo. A oferta de fêmeas permanece expressiva, em especial no Centro-Norte do Brasil, com a manutenção do descarte de fêmeas como uma estratégia recorrente. “Os pecuaristas ainda tentam cadenciar o ritmo dos negócios em um momento em que as pastagens ainda oferecem boa capacidade de retenção”, diz o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias. São Paulo, Capital, a referência média para a arroba do boi foi R$ 231. Cotações: Goiânia, Goiás, a indicação foi de R$ 216 para a arroba do boi gordo. Uberaba (MG), a arroba teve preço de R$ 226. Dourados (MS), a arroba teve preço de R$ 219. Cuiabá, a arroba ficou indicada em R$ 205. O atacado segue com preços firmes para a carne bovina. Segundo Iglesias, ainda há espaço para alta no curto prazo. A ponta de agulha ainda é precificada a R$ 13,30 por quilo. O quarto traseiro segue no patamar de R$ 18,50 por quilo. O quarto dianteiro segue no patamar de R$ 14,00 por quilo.

Agência Safras

Carne bovina: Volume exportado apresenta bom ritmo até segunda semana de março/24, mas preço segue em queda

Volume atingiu 50,6 mil toneladas em seis dias úteis

Até a segunda semana de março/24, o volume embarcado de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada atingiu 50,6 mil toneladas, conforme destacou a Secretária de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) na segunda-feira (11). No mês de março do ano anterior, o volume exportado da proteína animal ficou em 124,3 mil toneladas em 23 dias úteis. A média diária exportada ficou em 8,4 mil toneladas, avanço de 56% frente ao comparativo anual, em que a média diária exportada em março de 2023 ficou em 5,4 mil toneladas. O preço médio ficou com US$ 4.501 mil por tonelada, queda de 6,4% frente aos dados divulgados em março de 2023, com preços médios de US$ 4.811 mil por tonelada. O valor negociado para o produto até a segunda semana de março/24 ficou em US$ 227,8 milhões, tendo em vista que o preço comercializado durante o mês de março do ano anterior foi de US$ 598.494 milhões. A média diária ficou em US$ 37,9 milhões, avanço de 45,9%, frente a março do ano passado, com US$ 26 milhões.

Agência Safras

ECONOMIA

Dólar fecha em leve queda às vésperas de divulgação de CPI dos EUA

Ao longo da sessão, falas do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticando o mercado financeiro acabaram por neutralizar parte da força do real

O dólar comercial exibiu leve queda, em um dia de agenda fraca tanto no Brasil quanto no exterior e às vésperas da divulgação dos índices de inflação aqui e nos Estados Unidos. O real chegou a abrir penalizado na sessão, mas inverteu o sinal e conseguiu mostrar alguma resiliência diante de rumores sobre uma possível reversão no pagamento de dividendos extraordinários da Petrobras. Ao longo da sessão, falas do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em entrevista, criticando o mercado financeiro, acabaram por neutralizar parte da força do real. Terminadas as negociações, o dólar comercial terminou em queda de 0,06%, cotado a R$ 4,9784, depois de ter tocado a mínima de R$ 4,9609. Perto das 17h10, o contrato para abril da moeda americana recuava 0,13%, a R$ 4,9855. No exterior, o índice DXY registrava avanço de 0,14%, a 102,855 pontos.

Valor Econômico

Ibovespa fecha em queda com Vale e receios sobre Petrobras

O Ibovespa fechou em queda na segunda-feira, enfraquecido principalmente pelo declínio das ações da Vale, acompanhando o tombo dos preços do minério de ferro no exterior, enquanto Petrobras continuou no radar, com investidores ainda reavaliando os riscos envolvendo a estatal após decisão da companhia sobre dividendos extraordinários

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,74%, a 126.131,46 pontos, de acordo com dados preliminares. Na máxima do dia, chegou a 127.067,97 pontos. Na mínima, a 126.065,16 pontos. O volume financeiro somava 23,4 bilhões de reais antes dos ajustes finais.

Reuters

Itaú melhora projeções para PIB e fiscal em 2024 e 2025, mas vê Selic terminal mais alta

O Itaú melhorou na segunda-feira suas projeções para o crescimento econômico e o resultado primário do Brasil em 2024 e 2025, mas passou a ver uma dinâmica inflacionária menos benigna e uma taxa Selic mais alta ao final deste ano

Agora, o banco espera que o Produto Interno Bruto (PIB) do país cresça 2,0% tanto em 2024 quanto em 2025, ante projeção anterior de 1,8% para cada ano. Em relatório, o economista-chefe do Itaú, Mario Mesquita, disse que essa revisão reflete perspectiva mais positiva para as concessões de crédito. Ele também ressaltou que segue esperando “alguma recuperação dos gastos ao longo dos próximos meses dado o aumento real do salário-mínimo concedido no início desse ano e a resiliência do mercado de trabalho”. Com a perspectiva melhor para a atividade, o banco também melhorou sua perspectiva para o resultado primário do Brasil neste ano e no próximo, vendo agora déficits de 0,7% do PIB em 2024 (de 0,8% no cenário anterior) e 0,9% do PIB em 2025 (ante 1,0%). “A atividade melhor reduz marginalmente o déficit primário, mas as incertezas fiscais continuam elevadas, considerando as dúvidas sobre a disposição do governo em contingenciar despesas e o efetivo impacto arrecadatório das medidas aprovadas em 2023”, ponderou Mesquita. O Itaú manteve sua projeção de inflação em 3,6% para 2024, mas destacou uma composição pior devido a uma dinâmica mais pressionada de serviços subjacentes, cujos preços são menos voláteis. “Para 2025, tendo em vista a desencoragem de expectativas longas e um mercado de trabalho ainda apertado, projetamos inflação acima da meta, em 3,5%, disse Mesquita. Com o cenário de preocupação com a inflação de serviços doméstica se somando a temores sobre um possível ciclo de afrouxamento monetário menos intenso e mais tardio do que se esperava nos Estados Unidos, o Itaú elevou sua estimativa para o patamar da Selic ao fim de 2024 a 9,25%, ante 9,00% antes. O banco espera que os juros locais permaneçam nesse patamar ao longo de 2025.

Reuters

BID projeta expansão de 1,5% para PIB do Brasil neste ano, 2% em 2025 e 2,1% em 2026

Se confirmado, o desempenho econômico projetado para o Brasil durante os três próximos anos será ligeiramente inferior ao calculado para América Latina e Caribe como um todo

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil deve crescer 1,5% em 2024, com a expansão ganhando força nos anos seguintes, para 2% em 2025 e 2,1% em 2026. As projeções foram divulgadas na segunda-feira pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em relatório sobre as perspectivas econômicas para América Latina e Caribe. As projeções anteriores, de março de 2023, eram de expansão de 1,8% em 2024 e 2% em 2025. A estimativa mais recente para o crescimento da economia brasileira para este ano é menor do que as projeções mais atuais do mercado (1,77%), segundo a mediana do Boletim Focus), Ministério da Fazenda (2,2%) e Banco Central (1,7%). Para a região, o BID calcula expansão do PIB de 1,6% para 2024 e 2,3% para os dois anos seguintes. A instituição alerta, no entanto, que “esse cenário de referência [para América Latina e Caribe] apresenta riscos substanciais, particularmente se as taxas de crescimento” dos Estados Unidos “ficarem abaixo das expectativas”. Além disso, “a dinâmica de crescimento da China e dos mercados de commodities também pode afetar a região”. Por isso, o BID também traça um cenário negativo, em que o Brasil perderia anualmente 1,6 ponto percentual de crescimento do PIB entre 2024 e 2026. Ainda assim, por ser “uma economia maior e mais diversificada em termos de ligações externas”, o desempenho brasileiro seria melhor do que o de outros países da região, como o México. Para 2024, o BID também chama atenção positivamente para a estimativa de “produção recorde” de petróleo no Brasil. Mas, em prazos mais longos, o banco de fomento destaca negativamente que “a regulamentação pesada tem mostrado afetar negativamente o crescimento das empresas no Brasil, mantendo-as aquém do seu porte ideal”. Essa regulamentação pesada aparece na forma de tributação elevada “e vários custos de fazer negócios no setor formal”, como aqueles ligados à folha de pagamento e a demissões. Tudo isso se reflete em um “grande setor informal”, que por sua vez é “um setor de menor produtividade”. Em sentido oposto, o Brasil está entre os países da região que “despontam como líderes nos setores de energias renováveis, veículos automotivos e semicondutores”. No caso de América Latina e Caribe como um todo, o BID afirma que a região “terá atingido um possível ponto de inflexão” positivo se “aprovar reformas”. Isso porque a maioria desses países “enfrenta um desafio de produtividade premente, com um crescimento de longo prazo ao redor de 2%” – número “insuficiente para atender às demandas cada vez maiores da crescente população”. “Preencher essa lacuna requer esforços urgentes para aumentar o crescimento da produtividade e melhorar o capital humano, áreas em que a região está defasada em relação a outras economias emergentes”, afirma, destacando que “a abordagem dessas questões requer reformas abrangentes, concebidas para mitigar vários riscos e promover um ambiente seguro para o investimento privado a longo prazo.” Entre as reformas defendidas pelo BID, estão o desenvolvimento de mercado financeiros “mais profundos”; mercados de trabalhos “mais formais e competitivos”; forças de trabalho “mais qualificadas”; direitos de propriedade com “proteção mais forte”; “concorrência maior” para mercados-chave; Estado de Direito com “aplicação mais rigorosa”. Ao mesmo tempo, “oportunidades abundantes estão ao alcance da América Latina e Caribe”, já que “os países estão prontos para contribuir significativamente para desafios globais como mudanças climáticas, segurança alimentar e transição para energias limpas”.

Valor Econômico

IPEA:  renda habitual média dos trabalhadores brasileiros cresceu 3,1% de 2022 para 2023

Estudo publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) na sexta-feira (08/03), com base nos resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), aponta um crescimento de 3,1% na renda habitual média do trabalho em 2023, frente a 2022

As estimativas mensalizadas mostram que o rendimento habitual médio real em dezembro de 2023 (R$ 3.100) foi 0,7% maior que o observado no mês anterior (R$ 3.078) e 3,9% superior ao valor de dezembro de 2022 (R$ 2.985). Em janeiro de 2024, a estimativa mensal avançou para R$ 3.118. No segundo trimestre de 2023, a renda média ficou acima da observada no mesmo trimestre de 2019 pela primeira vez desde a pandemia (0,6%). Já no quarto trimestre de 2023, a renda média superou o mesmo trimestre de 2019 em 2,1%. O rendimento habitual refere-se à remuneração recebida por empregados, empregadores e trabalhadores por conta própria, mensalmente, sem acréscimos extraordinários ou descontos esporádicos, ou seja, sem parcelas que não tenham caráter contínuo. Os maiores aumentos na renda em comparação ao quarto trimestre de 2022 foram registrados nas regiões Norte (4,1%) e Nordeste (4%), entre os trabalhadores de 40 a 59 anos (4,1%), com ensino médio completo (3,2%). Apenas os trabalhadores que têm no máximo o ensino fundamental completo apresentaram queda na renda. O crescimento foi menor para os que habitam no Sul e Centro-Oeste, os maiores de 60 anos, homens e chefes de família. Os rendimentos habituais recebidos pelas mulheres registraram crescimento interanual maior que os dos homens ao longo de todos os trimestres de 2023 – revertendo o desempenho de anos anteriores. No quarto trimestre, o aumento entre as mulheres foi de 4,2%, contra 2,5% de alta na renda média habitual dos homens. Na análise por tipo de vínculo, excluindo os empregadores, os empregados do setor privado sem carteira foram aqueles que apresentaram um maior crescimento interanual da renda no quarto trimestre de 2023 (6,9%). Depois de alguns trimestres com forte elevação nos rendimentos, os trabalhadores autônomos obtiveram um aumento de 0,3% em relação ao mesmo trimestre de 2022. Já os trabalhadores do setor público e os empregados com carteira assinada registraram altas de 3,9% e 2,1%, respectivamente. No recorte por setor, no quarto trimestre de 2023, houve queda da renda no transporte (-1,7%) e na construção (-3,8%), em relação ao mesmo período de 2022. Já os trabalhadores da indústria (5,7%), do comércio (5,9%) e da administração pública (4,6%) obtiveram as maiores altas no último trimestre do ano passado. Outro ponto positivo foi a recuperação da renda na agricultura (0,9%), após uma forte queda de 4,6% no trimestre anterior.

Assessoria de Imprensa Ipea

EMPRESAS

Superintendência do Cade aprova investimento do fundo Salic na BRF

Fundo árabe Salic já tem participação de 30,55% no capital da Minerva. Aprovação é a primeira etapa para o negócio ser aprovado pelo órgão antitruste

A Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (SG/Cade) aprovou a aquisição pelo fundo árabe Salic de participação de 10,7% na BRF. Essa é a primeira etapa para o negócio ser aprovado pelo órgão antitruste. Se nenhum terceiro ou conselheiro questionar o parecer nos próximos 15 dias, a operação fica aprovada em definitivo. O Cade analisou a operação considerando que ela poderia afetar os mercados de produção de carne e frango in natura e fabricação de produtos de carne. A Salic atua no Brasil em alimentos processados por meio de participação minoritária de 30,55% na Minerva, e em outros segmentos do setor agrícola, principalmente grãos e oleaginosas, por meio de investimento indireto na Olam Brasil. As empresas informaram ao Cade que a Minerva se dedica predominantemente ao abate de bovinos e à produção de carne bovina in natura, e que apenas uma ínfima parcela do faturamento no país provém de vendas de produtos processados. Destacaram que a Minerva não tem marcas influentes em alimentos processados e tem só uma planta para fabricação de processados no Brasil. As empresas argumentaram ainda que a BRF não tem atividades de abate de bovinos e a comercialização de carne bovina in natura é insignificante. E que a operação não implicará a combinação de negócios da BRF e da Minerva, nem qualquer alinhamento ou coordenação entre essas duas companhias, que continuarão atuando como empresas separadas e independentes no mercado. Segundo documentos apresentados ao Cade, existem regras estatutárias que impediriam a Salic de interferir na independência das empresas e de influenciar a condução de seus negócios. Na análise, a SG observou que as participações de mercado conjuntas do Grupo BRF (BRF e Marfrig) e do Grupo Salic (Minerva) nos mercados horizontalmente sobrepostos de alimentos processados — em que os dois atuam, como hambúrgueres e pequenos moldados de frango — não são capazes de levantar maiores preocupações concorrenciais ante os limitados níveis de concentração conjunta. Foi a mesma conclusão para as integrações verticais (atuação em uma cadeia), em que a SG analisou os processados bovinos, a produção e a venda de carne de frango in natura pela BRF e em relação aos processados de frango.

Valor Econômico

FRANGOS & SUÍNOS

Preços do suíno vivo sobem na segunda-feira

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, o preço médio da arroba do suíno CIF ficou estável, custando, em média, R$ 123,00, assim como a carcaça especial, com valor de R$ 9,70/kg

Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à sexta-feira (8), o preço ficou estável somente no Rio Grande do Sul, custando R$ 5,99/kg. Houve aumento de 0,77% em Minas Gerais, chegando a R$ 6,58/kg, incremento de 1,15% no Paraná, com valor de R$ 6,17/kg, avanço de 0,68% em Santa Catarina, alcançando R$ 5,95/kg, e de 1,82% em São Paulo, fechando em R$ 6,70/kg.

Cepea/Esalq

Volume de carne suína exportada sobe na segunda semana de março

Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), as exportações de carne suína in natura referentes à segunda semana de março (6 dias úteis), teve aumento expressivo na média embarcada em comparação ao mesmo mês de 2023

A receita obtida, US$ 66 milhões, representa 28,52% do total arrecadado em todo o mês de março de 2023, que foi de US$ 231,5 milhões. No volume embarcado, as 29.230 toneladas são 30,69% do total registrado em março do ano passado, com 95.225 toneladas. A receita por média diária até este momento do mês foi de US$ 11 milhões, valor 9,3% maior do que de março de 2023. No comparativo com a semana anterior, houve elevação de 9,6% observando os US$ 10 milhões, vistos na semana passada. Em toneladas por média diária, foram 4.871 toneladas, houve incremento de 17,7% no comparativo com o mesmo mês de 2023. Comparado ao resultado da semana anterior, avanço de 9,66%, comparado às 4.442 toneladas da semana passada. No preço pago por tonelada, US$ 2.259, ele é 7,1% inferior ao praticado em março passado. O resultado, frente ao valor atingido na semana anterior, representa tímida queda de 0,06% em relação aos US$ 2.260,487 anteriores.

Agência Safras

Cotações estáveis no mercado do frango

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável, valendo R$ 5,20/kg, assim como o frango no atacado, valendo R$ 6,60/kg

Na cotação do animal vivo, o preço ficou inalterado no Paraná, custando R$ 4,58/kg, da mesma forma que em Santa Catarina, valendo R$ 4,42/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, Vivo, referentes à sexta-feira (8), a ave congelada teve queda de 0,14%, alcançando R$ 7,33/kg, enquanto o frango resfriado ficou estável, fechando em R$ 7,41/kg.

Cepea/Esalq

Embarques de carne de frango aceleram neste início de março

Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), as exportações de carne de aves in natura na segunda semana de março (6 dias úteis), mostraram aceleração em relação à última semana de fevereiro.

A receita obtida, US$ 263,5 milhões representa 29,23% do total arrecadado em todo o mês de março de 2023, com US$ 901,2 milhões. No volume embarcado, as 145.742 toneladas são 30,11% do total registrado em março do ano passado, com 483.886 toneladas. A receita por média diária até o momento do mês foi de US$ 43,9 milhões, valor 12,1% maior do que o registrado em março de 2023. No comparativo com a semana anterior, houve aumento de 30,51% em relação aos US$ 33.649,781 vistos na semana passada. Em toneladas por média diária, 24.290 toneladas, houve incremento de 15,5% no comparativo com o mesmo mês de 2023. Em relação à semana anterior, alta de 25,18% em relação às 19.402 toneladas da semana anterior. No preço pago por tonelada, US$ 1.808, ele é 2,9% inferior ao praticado em março do ano passado. O resultado, frente ao valor atingido na semana anterior, representa aumento de 4,2% no comparativo ao valor de US$ 1.734,267 visto na semana passada.

Agência Safras

Em fluxo pré-Ramadã, árabes compram mais frango do Brasil

Os Emirados Árabes Unidos aumentaram em 27,7% as compras de carne avícola brasileira no primeiro bimestre

Os mercados árabes se destacaram como destino das exportações brasileiras de carne de frango no primeiro bimestre do ano, de acordo com dados divulgados a quinta-feira (7/3) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). A instituição explicou o desempenho pela aproximação do Ramadã, mês sagrado do Islã em que os muçulmanos jejuam de dia, mas fazem refeições coletivas ao anoitecer, encorpando a demanda por alimentos nos seus países. O Ramadã segue o calendário lunar e neste ano começou no último domingo, dia 10 de março.

“O início do ano é um período que é fortemente influenciado pelo fluxo de importação pré-Ramadã, o período sagrado para a religião islâmica. Neste contexto, além de Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita, vimos o notável crescimento das exportações para o Iraque, Catar, Kuwait e outros destinos da região, especialmente em um contexto de certas incertezas em razão de conflitos na região”, disse o diretor de Mercados da ABPA, Luís Rua. No total, as exportações brasileiras de carne de frango somaram 397,7 mil toneladas em fevereiro, volume 4,7% maior que no mesmo mês de 2023. A receita de exportações chegou a US$ 707 milhões, número 4% menor que no mesmo período do ano anterior. No primeiro bimestre deste ano, as exportações somaram 802,2 mil toneladas, com receita de US$ 1,39 bilhão, com avanço de 0,3% no volume e queda de 12,7% na receita. Os Emirados Árabes Unidos fizeram compras de 78,2 mil toneladas no primeiro bimestre, 27,7% maiores do que em igual mês de 2023, e a Arábia Saudita avançou 8,4% nas importações para 67,6 mil toneladas. Esses são os dois países árabes que figuraram entre os cinco principais destinos das exportações brasileiras de carne de frango no primeiro bimestre. Também estão no ranking a China, o Japão e a África do Sul.

Agência de Notícias Brasil-Árabe

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