CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 2241 DE 11 DE JUNHO DE 2024

clipping

Ano 10 | nº 2241 |11 de junho de 2024

 

NOTÍCIAS

Baixo volume de negócios mantém os preços estáveis

Em São Paulo, após a arroba do boi gordo fechar a última semana com queda de 2,3%, o mercado abriu com preços estáveis. O volume de compras de boiadas está baixo. As escalas de abate permanecem confortáveis e os compradores praticamente nada negociaram na manhã

Com isso, a arroba do boi nas praças pecuárias paulista está cotada em R$217,00, a da vaca em R$195,00 e a da novilha em R$210,00, preços brutos e a prazo. O “boi China” está cotado em R$220,00/@, preço bruto e a prazo. Ágio de R$3,00/@. Na região Sul da Bahia, o mercado abriu as compras ofertando R$2,00/@ a mais para a novilha. Para as demais categorias, os preços estão estáveis na comparação com a última sexta-feira (7/6). Dessa forma, o boi está sendo negociado em R$195,00/@, a vaca em R$185,00/@ e a novilha em R$192,00/@, preços brutos e a prazo. No mercado atacadista de carne com osso, em São Paulo, durante a primeira semana de junho, as vendas de carne com osso no mercado atacadista foram razoáveis, mesmo com uma maior movimentação da ponta consumidora – já conhecida no início do mês – os abates desta semana alocaram maiores volumes de carne bovina ao setor atacadista em relação à última semana. As cotações da carcaça casada de boi castrado e inteiro permaneceram estáveis, sendo negociadas por R$15,00/kg e R$14,20/kg, respectivamente. A cotação da carcaça da vaca casada também seguiu sem alteração, e está sendo negociada por R$13,50/kg. Entretanto, a da novilha subiu 0,7%, precificada em R$13,95/kg. Para a carcaça especial suína*, a cotação subiu 5,1% frente a última semana, sendo negociada, em média, por R$10,30/kg. A cotação do frango médio** está em R$6,40/kg, aumento de 1,6%, no mesmo período. Neste cenário, a carcaça de bovinos está mais competitiva frente ao suíno e ao frango.

Scot Consultoria

Preço do boi gordo começa semana estável

Escalas de abate permanecem confortáveis e os compradores praticamente nada negociaram.

O volume de compras de boiadas pelos frigoríficos está baixo

Após encerrar a última semana com queda de 2,3%, a arroba bovina ficou com preços estáveis na segunda-feira (10/6) em São Paulo, segundo levantamento da Scot Consultoria. Em Barretos (SP) e Araçatuba (SP), municípios considerados referência para o Estado, o boi gordo está cotado a R$ 217 por arroba a prazo. “O volume de compras de boiadas [pelos frigoríficos] está baixo. As escalas de abate permanecem confortáveis e os compradores praticamente nada negociaram”, afirmou a consultoria em relatório. Os analistas da Agrifatto destacaram que as escalas de abate dos frigoríficos brasileiros parecem ter encontrado um limite. “A média nacional das programações de abate das indústrias recuou 1 dia no comparativo semanal e fechou a última sexta-feira (7/6) em 13 dias”, ressaltaram. Na ponta da demanda pela carne, durante a primeira semana de junho, as vendas da proteína com osso no mercado atacadista de São Paulo foram razoáveis, segundo a Scot, mesmo com uma maior movimentação de consumidores, tradicional no início do mês. As cotações da carcaça casada de boi castrado e inteiro permaneceram estáveis, sendo negociadas por R$ 15,00 por quilo e R$ 14,20 por quilo, respectivamente, de acordo com a consultoria.

Globo Rural

Mercado físico do boi gordo apresenta manutenção dos preços em grande parte do país

As escalas de abate estão confortáveis, ainda além dos dez dias úteis

No entanto, o ritmo das negociações foi lento. “A expectativa ainda é de alguma queda das cotações no decorrer do mês de junho, mesmo que isso ocorra de maneira mais comedida, pois a quantidade de animais ofertados ainda é relevante”, disse o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias. Preços da arroba: São Paulo: R$ 217,58. Goiás: R$ 200,67. Minas Gerais: R$ 208,35. Mato Grosso do Sul: R$ 213,93. Mato Grosso: R$ 206,78. O mercado atacadista volta a apresentar acomodação em seus preços. “A primeira quinzena do mês é de um ritmo de vendas mais lento que o previsto. Mesmo assim ainda é possível que haja alta das cotações”, ponderou Iglesias. O quarto traseiro do boi ainda é precificado a R$ 17,00 por quilo. A ponta de agulha segue precificada a R$ 12,50 por quilo. O quarto dianteiro permanece no patamar de R$ 12,50, por quilo.

Agência Safras

Embarque de carne bovina alcança 57,9 mil toneladas na primeira semana de junho/24

Média diária exportada registrou avanço de 11,50% no comparativo anual. Preço médio teve queda de 11,70%

O volume exportado de carne bovina in natura alcançou 57,9 mil toneladas na primeira semana de junho/24, conforme apontou a Secretária de Comércio Exterior (Secex) na segunda-feira (10). No mês de junho do ano anterior, o volume exportado alcançou 192,6 mil toneladas em 21 dias úteis. A média diária exportada na primeira semana de junho/24 ficou em 11,5 mil toneladas e registrou um incremento de 11,50%, frente ao volume total exportado em junho/23 que ficou em 9,1 mil toneladas. O preço médio na primeira semana de junho/24 ficou com US$ 4.460 por tonelada, queda de 11,70% frente aos dados divulgados em junho de 2023, com preços médios de US$ 5.054 por tonelada. O valor negociado para o produto na primeira semana de junho/24 ficou em US$ 258,4 milhões, tendo em vista que o preço comercializado durante o mês de junho do ano anterior foi de US$ 973,9 milhões. A média diária ficou em US$ 51,6 milhões, avanço de 26,30%, frente ao observado no mês de junho do ano passado, que ficou em US$ 46,3 milhões.

Agência Safras

Boi gordo: indicador carcaça aponta margem da indústria a 20%

Vendas no mercado atacadista de carne sem osso permitiram que a margem de comercialização dos frigoríficos ficasse positiva desde abril, aponta Scot Consultoria

Com a queda na cotação do boi gordo ao longo de 2023, a margem no mercado atacadista de carne sem osso melhorou para os frigoríficos e ficaram positivas desde abril, alcançando os melhores patamares da história. A Scot Consultoria calcula, diariamente, quatro indicadores para a indústria.

Portal DBO

ECONOMIA

Dólar à vista fecha em alta de 0,60%, a R$5,3565 na venda

O dólar à vista fechou a segunda-feira em alta firme ante o real, no maior valor desde janeiro do ano passado, em meio a ajustes técnicos ante o movimento visto no fim da sessão de sexta-feira, quando ruídos estressaram os negócios no Brasil, e em sintonia com o avanço da divisa dos EUA no exterior, com o cenário político europeu pesando sobre o euro

As incertezas em torno da questão fiscal brasileira e seus impactos sobre a política de juros do Banco Central também contribuíam para o avanço das cotações. O dólar à vista encerrou o dia cotado a 5,3565 reais na venda, em alta de 0,60%. Este é o maior valor de fechamento desde 4 de janeiro de 2023, quando encerrou em 5,4513 reais. Na B3, no entanto, a divisa norte-americana para julho — a mais líquida atualmente — oscilava próxima da estabilidade. Às 17h07, ela subia 0,01%, aos 5,3655.

Reuters

Ibovespa fecha quase estável com Petrobras contrabalançando cautela com agenda da semana

O Ibovespa fechou quase estável na segunda-feira, mesmo com o avanço relevante das ações de Petrobras e Vale, conforme prevaleceu a cautela diante da agenda da semana, com destaque para dados de inflação no Brasil e Estados Unidos e reunião de política monetária do Federal Reserve

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,06%, a 120.841,12 pontos, de acordo com dados preliminares, tendo chegado a 121.421,30 pontos na máxima e a 120.540,03 pontos na mínima da sessão. O volume financeiro somava 14,85 bilhões de reais antes dos ajustes finais.

Reuters

Mercado aumenta projeção do PIB para 2024

O mercado financeiro elevou a previsão para o crescimento da economia este ano. Segundo o boletim Focus, divulgado na segunda-feira (10) pelo Banco Central (BC), o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) fechará 2024 em 2,09%, o mesmo índice de quatro semanas atrás.

Na semana passada, a estimativa foi de que o crescimento ficasse em 2,05%. Para 2025 e 2026 a previsão é de um crescimento de 2%. O mercado financeiro também elevou a projeção de inflação para este ano de 3,88%, na semana passada, para 3,9%. Há quatro semanas a projeção do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi de 3,76% A estimativa para 2024 está dentro do intervalo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%. O Focus traz as previsões de economistas e analistas de mercado financeiro consultados pelo BC. Para 2025, os analistas também elevaram a projeção de inflação que passou de 3,77% para 3,78%. Para 2026, a previsão é de que a inflação fique em 3,6% e, em 2027, em 3,5%. O boletim manteve a previsão da taxa básica de juros, a Selic, para este ano. Segundo o Focus, a Selic deve fechar 2024 em 10,25%. Atualmente a taxas está em 10,5%. Há quatro semanas a previsão do mercado era que o índice ficasse em 9,75%. Os analistas mantiveram a previsão do câmbio para 2024 em R$ 5,05. Há quatro semanas a previsão era de que a moeda norte-americana ficasse em R$ 5,00. Para 2025, a projeção é de que o dólar permaneça em R$ 5,05. Para 2026, a estimativa é de que o câmbio feche em R$ 5,10 e para 2027, em R$ 5,11.

Reuters

CARNES

Preços internacionais de carnes bovina e de aves caem em maio

Os preços internacionais de carnes bovina e de aves caíram em maio, em relação a abril, enquanto os de carne suína e ovina aumentaram, segundo a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO)

“A queda nos preços mundiais de carne de aves refletiu o aumento das disponibilidades exportáveis num contexto de menor procura interna em alguns dos principais países produtores, enquanto a ligeira queda nos preços da carne bovina foi causada por uma fraca procura de importações, juntamente com amplas ofertas exportáveis da Oceania”, disse a FAO em comunicado. Já o aumento nos preços de carne suína em relação a abril foi sustentado por maior demanda e pela persistente restrição da oferta, principalmente na Europa Ocidental. Os preços da carne ovina subiram devido ao aumento das compras globais, apesar da abundante oferta exportável na Oceania. O índice de preços global de carnes da FAO, que inclui todos esses tipos de carne, caiu 0,2% em maio, ante abril e teve redução de 1,3% em relação a maio de 2023.

Carnetec

GOVERNO

Abertura de mercado para avicultura do Brasil no Reino do Lesoto

O governo brasileiro recebeu, com satisfação, o anúncio, por parte do Reino do Lesoto, da autorização para a importação de ovos férteis, pintos de um dia e aves vivas provenientes do Brasil, como resultado de negociações que tiveram início em novembro do ano passado

O anúncio soma-se à recente abertura do mercado de Lesoto para carne de aves do Brasil, o que deverá contribuir para o aumento do fluxo comercial com aquele país. A nova autorização é expressão do nível de confiança depositado no sistema de controle sanitário brasileiro, além de oferecer oportunidades futuras para produtores brasileiros, em vista do grande potencial do continente africano em termos de expansão demográfica e de crescimento econômico. Desde o início de 2023, o Brasil abriu mercado para a exportação de 144 novos produtos agropecuários em 51 países, nos cinco continentes.

MAPA

FRANGOS & SUÍNOS

Altas generalizadas marcaram a segunda-feira no mercado de suínos

De acordo com a Scot Consultoria, o valor da arroba do suíno CIF em São Paulo teve aumento de 0,78%, com preço médio de R$ 129,00, enquanto a carcaça especial subiu 0,98%, fechando em R$ 10,30/kg, em média.

Segundo informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à sexta-feira (7), houve aumento de 2,22% em Minas Gerais, atingindo R$ 6,90/kg, incremento de 1,73% no Paraná, subindo para R$ 6,47/kg, avanço de 1,45% no Rio Grande do Sul, com preço de R$ 6,29/kg, alta de 3,02% em Santa Catarina, alcançando R$ 6,15/kg, e de 2,26% em São Paulo, fechando em R$ 6,78/kg.

Cepea/Esalq

ABPA: Embarques de carne suína crescem 2,7% em maio

No ano, alta acumulada chega a 5,3%

As exportações de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 104,4 mil toneladas em maio, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 2,7% o total embarcado no mesmo período do ano passado, com 101,7 mil toneladas. A receita gerada pelas exportações de maio totalizou US$ 225,2 milhões, saldo 10,4% menor que o total efetivado no mesmo período do ano passado, com US$ 251,4 milhões. No ano (janeiro a maio), as exportações de carne suína totalizaram 506,6 mil toneladas, número 5,3% superior ao total acumulado no mesmo período de 2023, com 481,1 mil toneladas. A receita gerada pelos embarques nos cinco primeiros meses do ano chegou a US$ 1,064 bilhão, saldo 7,3% menor que o total acumulado no mesmo período do ano passado, com US$ 1,149 bilhão. “O ritmo das exportações segue paralelo positivo em relação ao recorde obtido em 2023. A Ásia e nações das Américas seguem como ‘motor’ das vendas internacionais do setor, porém, com mudanças no tabuleiro dos principais importadores. A expectativa é que tenhamos resultado equivalente ou superior aos registrados no ano passado, porém, com maior presença de outros destinos”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin. Principal importador de carne suína, a China foi destino de 111,4 mil toneladas do produto entre janeiro e maio, número 36,7% menor do que o total embarcado no mesmo período do ano passado. Em fluxo diferente, as Filipinas importaram 70,2 mil toneladas, com crescimento de 84,8% em relação ao mesmo período de 2023. Em seguida estão Chile, com 43,017 mil toneladas (+25,7%), Hong Kong, com 43,006 mil toneladas (-16,2%), Singapura, com 32,3 mil toneladas (+11,2%) e Japão, com 27,4 mil toneladas (+92,8%). “O fluxo de exportações para a Ásia está ganhando novos contornos, com o notável crescimento das vendas para Filipinas, Singapura e Japão, assimilando as quedas das importações chinesas e ampliando a capilaridade das exportações brasileiras. Ao mesmo tempo, vemos um antigo parceiro do Brasil, a Rússia, retomando as importações do produto”, destaca Luís Rua, Diretor de mercados da ABPA. No levantamento por estado, Santa Catarina segue como principal exportador, com 280,5 mil toneladas exportadas entre janeiro e maio, número 7,3% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Em seguida está o Rio Grande do Sul, com 106,2 mil toneladas (-4,1%), Paraná, com 65,3 mil toneladas (-1,75%), Mato Grosso, com 14,8 mil toneladas (+46,3%) e Mato Grosso do Sul, com 11 mil toneladas (+1,4%).

ABPA

Exportações de carne suína iniciam junho com números superiores a maio

Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), as exportações de carne suína in natura até a primeira semana de junho (cinco dias úteis), tiveram elevação em relação à última semana de maio

A receita obtida, US$ 53,6 milhões, representa 21,63% do total arrecadado em todo o mês de junho de 2023, que foi de US$ 247,9 milhões. No volume embarcado, as 23.166 toneladas representam 23,87% do total registrado em maio do ano passado, quantidade de 97.021 toneladas. O faturamento por média diária até este momento do mês foi de US$ 10,7 milhões quantia 9,1% menor do que a de junho de 2023. No comparativo com a semana anterior, houve acréscimo de 7,26% observando os US$ 10 milhões, vistos na semana passada. Em toneladas por média diária, foram 4.633 toneladas, alta de 0,3% no comparativo com o mesmo mês de 2023. Quando comparado ao resultado da semana anterior, incremento de 6,18%, comparado às 4.363 toneladas da semana passada. No preço pago por tonelada, US$ 2.315, ele é 9,4% inferior ao praticado em junho passado. O resultado, frente ao valor atingido na semana anterior, representa elevação de 1,01% em relação aos US$ 2.292 anteriores.

Agência Safras

Cotações estáveis para o mercado do frango na segunda-feira (10)

De acordo com a Scot Consultoria, o valor do frango na granja em São Paulo ficou estável, custando, em média, R$ 4,80/kg, da mesma forma que a ave no atacado, fechando em R$ 6,40/kg, em média

Na cotação do animal vivo, o valor não mudou em Santa Catarina, valendo R$ 4,38/kg, assim como no Paraná, valendo R$ 4,35/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, Vivo, referentes à sexta-feira (7), tanto a ave congelada quanto o frango resfriado não mudaram de preço, valendo, respectivamente, R$ 7,11/kg e R$ 7,36/kg.

Cepea/Esalq

Receita e volume de carne de frango exportada embarcada aumentam no início de junho

Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), as exportações de carne de aves in natura até a primeira semana de junho (cinco dias úteis), mostraram aumento no faturamento por média diária e toneladas embarcadas por média diária

A receita obtida, US$ 205,1 milhões, representa 24,66% do total arrecadado em todo o mês de junho de 2023, que foi de US$ 831,9 milhões. No volume embarcado, as 118.873 toneladas representam 28,37% do total registrado em junho do ano passado, com 418.979 toneladas. O faturamento por média diária até o momento do mês foi de US$ 41 milhões, quantia 3,6% maior do que a registrada em junho de 2023. No comparativo com a semana anterior, houve incremento de 14,50% quando comparado aos US$ 35,8 milhões vistos na semana passada. Em toneladas por média diária, foram 23.774 toneladas, elevação de 19,2% no comparativo com o mesmo mês de 2023. Quando comparado ao resultado da semana anterior, alta de 17,49% em relação às 20.234 toneladas da semana anterior. No preço pago por tonelada, US$ 1.726, ele é 13,1% inferior ao praticado em junho do ano passado. O resultado, frente ao valor atingido na semana anterior, representa baixa de 2,55% no comparativo ao valor de US$ 1.771 visto na semana passada.

Agência Safras

ABPA: Exportações de carne de frango crescem 4,2% em maio

Resultado é o segundo melhor do ano e quinto maior da história

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 451 mil toneladas em maio, informou a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 4,2% o total embarcado no mesmo período do ano passado, com 433,3 mil toneladas. No mesmo período, as vendas de carne de frango geraram receita de US$ 818,7 milhões, saldo 5,6% menor que o total registrado no mesmo período do ano passado, com US$ 867,4 milhões. Considerando o período entre janeiro e maio, os embarques de carne de frango alcançaram 2,152 milhões de toneladas, número 1,4% inferior ao registrado no mesmo período de 2023, com 2,183 milhões de toneladas. A receita gerada pelas exportações nos cinco primeiros meses do ano totalizou US$ 3,842 bilhões, saldo 10,2% inferior ao total embarcado no mesmo período de 2023, com US$ 4,281 bilhões. Ainda analisando os embarques de maio, o Paraná seguiu como principal exportador, com 198,9 mil toneladas, número 11,2% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Em seguida estão Santa Catarina, com 89,6 mil toneladas (+2,2%) e Rio Grande do Sul que, diante dos impactos logísticos causados pelas enchentes de maio, registrou queda de 11,4% nos embarques do mês, com total de 56,4 mil toneladas. São Paulo, com 25,4 mil toneladas (+4,9%) e Goiás, com 22,9 mil toneladas (+15,4%) completam o ranking dos cinco maiores estados exportadores. “O resultado de maio foi o segundo maior do ano e o quinto do histórico mensal das exportações de carne de frango. É um indicativo importante sobre o ritmo das exportações do ano, que devem manter patamares acima das 430 mil toneladas mensais. Lamentavelmente, as tristes adversidades ocorridas no Rio Grande do Sul também deixaram suas marcas no fluxo de exportações do estado”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin. No ranking dos principais destinos, a China lidera com 49,8 mil toneladas importadas em maio, volume 23,6% menor que o total registrado no mesmo período do ano passado. Em seguida estão Emirados Árabes Unidos, com 39,6 mil toneladas (+22,2%), Arábia Saudita, com 37,5 mil toneladas (+31,2%), Japão, com 32,2 mil toneladas (-15,4%), África do Sul, com 32,1 mil toneladas (+12,6%), Iraque, com 24 mil toneladas (+35,5%) e México, com 20,5 mil toneladas (+96,3%).

ABPA

INTERNACIONAL

Índice de Preços de Alimentos da FAO sobe um pouco em maio

O Índice de Preços dos Alimentos da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) ficou em 120,4 pontos em maio de 2024, um aumento de 1,1 ponto (0,9%) em relação ao nível revisado de abril

Os aumentos nos índices de preços de cereais e laticínios mais do que compensaram as quedas nos índices de preços de açúcar e óleos vegetais, enquanto o índice de preços de carnes ficou praticamente inalterado. Embora tenha registrado um terceiro aumento mensal consecutivo em maio, o índice permaneceu 3,4% abaixo do valor correspondente de um ano atrás e 24,9% abaixo do pico de 160,2 pontos atingido em março de 2022. O Índice de Preços de Carnes da FAO registrou uma média de 116,6 pontos em maio, uma queda marginal (0,2 ponto ou 0,2%) em relação a abril e 1,5 ponto (1,3%) abaixo do valor correspondente há um ano. Os preços internacionais das carnes de aves e bovina caíram, enquanto os das carnes suína e ovina aumentaram. A queda nos preços mundiais da carne de aves refletiu o aumento das disponibilidades para exportação em meio à menor demanda interna em alguns dos principais países produtores, ao passo que a leve queda nos preços da carne bovina foi causada por uma demanda de importação lenta, aliada à ampla oferta de exportação da Oceania. Por outro lado, o aumento mensal nos preços mundiais da carne suína foi sustentado por um aumento da demanda e pela escassez persistente de oferta, principalmente na Europa Ocidental. Enquanto isso, os preços da carne ovina subiram devido ao aumento das compras globais, apesar dos abundantes suprimentos exportáveis na Oceania.

FAO

imprensaabrafrigo@abrafrigo.com.br

POWERED BY EDITORA ECOCIDADE LTDA

041 3289 7122

041 996978868

 

abrafrigo

Leave Comment