CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 2239 DE 07 DE JUNHO DE 2024

clipping

Ano 10 | nº 2239 |07 de junho de 2024

NOTÍCIAS

Mercado do boi gordo estável em São Paulo

Após quedas ocorridas esta semana, os preços ficaram estáveis na quinta-feira. A pressão de baixa continua no mercado pecuário, afetando os preços e desacelerando os negócios. Com escalas, em média, com 10 dias, os compradores ficam mais inflexíveis e alguns estão fora das compras.

Neste cenário, a cotação do boi gordo está em R$217,00/@, a da vaca em R$195,00/@ e a da novilha em R$210,00/@. A arroba do “boi China” está em R$220,00, ágio de R$3,00/@. Todos os preços brutos e com prazo. No Espírito Santo, o mercado pecuário no estado está bem ofertado, o que resultou em queda nos preços durante esta semana. No entanto, hoje o mercado abriu estável, sem variações nos preços para todas as categorias bovinas. As cotações estão apregoadas em R$195,00/@ para o boi, R$182,00/@ para a vaca e R$195,00/@ para novilha. O “boi China” está sendo negociado em R$205,00/@, ágio de R$10,00. Todos os preços brutos e com prazo. No Mato Grosso, alta para cotação do boi gordo em duas das quatro praças pecuárias. Na região Sudeste a cotação subiu R$3,00/@ e, no Sudoeste, subiu R$2,00/@. No estado, a arroba do “boi China” está em R$210,00. No Sudeste do estado, as cotações estão em R$208,00/@ para o boi, R$187,00/@ para a vaca e R$195,00/@ para a novilha. Ágio de R$2,00/@. Na região Sudoeste, os negócios acontecem em R$207,00/@ para o boi, R$190,00/@ para a vaca e R$192,00/@ para a novilha. Ágio de R$3,00. Em Cuiabá, a arroba do boi gordo está em R$209,00, a da vaca em R$190,00 e a da novilha em R$195,00. Ágio de R$1,00. Na região Norte, o boi gordo está apregoado em R$205,00/@, a vaca em R$185,00/@ e a novilha em R$190,00/@. Ágio de R$5,00. Todos os preços brutos e com prazo.

Scot Consultoria

Preço do boi gordo já acumula queda de 2% em junho

Chegada do frio e a escassez de chuvas nos próximos meses acentuaram as ofertas de animais. A pressão de baixa continua no mercado pecuário, afetando os preços e desacelerando os negócios

Depois de cair 3,6% no acumulado de maio, a arroba bovina já recuou mais 2% em junho, de acordo com o indicador do boi gordo Cepea/B3. Pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) disseram em nota nesta quinta-feira (6/6) que a chegada do frio e a escassez de chuvas nos próximos meses na maioria das regiões pecuárias acentuaram as ofertas de animais neste período considerado o final de safra do boi. Estas condições climáticas pioram a qualidade do capim e dificultam a alimentação do gado nos pastos. Então, mesmo insatisfeitos com os preços, os pecuaristas que ainda têm animais a pasto em peso de abate vêm optando por liquidar esses lotes, conforme relatam agentes consultados pelo Cepea. Os analistas da Scot Consultoria destacaram em relatório que a pressão de baixa, de fato, continua no mercado pecuário, afetando os preços e desacelerando os negócios. “Com escalas, em média, com 10 dias, os compradores [frigoríficos] ficam mais inflexíveis e alguns estão fora das compras”, disseram os especialistas em relatório. Com poucas negociações, o preço bruto da arroba bovina ficou estável hoje em São Paulo, cotado a R$ 217 por arroba a prazo, segundo a Scot. Diante da boa oferta de boi gordo, a queda nas cotações do mercado físico estão se refletindo ao longo de toda a cadeia produtiva, o que significa redução nos preços da carne. De acordo com a Agrifatto, o valor da carcaça bovina no atacado recuou 1,29% e fechou o mês de maio a R$ 15,55 por quilo, sendo o quinto mês consecutivo de recuo no atacado.

Globo Rural

Boi/Cepea: Clima eleva oferta e reforça desvalorização da arroba

Em tendência de queda desde o início do ano, os preços do boi gordo abriram junho com novas baixas

Segundo pesquisadores do Cepea, a chegado do frio e a escassez de chuvas nos próximos meses na maioria das regiões pecuárias acentuaram as ofertas neste período considerado de final de safra do boi. Depois de cair 3,6% no acumulado de maio, o Indicador do Boi Gordo CEPEA/B3 recuou mais 2% já na abertura deste mês de junho. Mesmo insatisfeitos com os preços, pecuaristas que ainda têm animais a pasto em peso de abate vêm optando por liquidar esses lotes, conforme relatam agentes consultados pelo Cepea. Porém, deparam-se com frigoríficos já bem abastecidos. Em muitas regiões, as escalas estão alongadas. Nesse cenário de oferta, o ponto de equilíbrio com a demanda tem se dado a preços cada vez mais baixos, e a liquidez do mercado também recuou, ainda segundo pesquisadores do Cepea.

Cepea

Abate de bovinos no Brasil é recorde no primeiro trimestre de 2024

Foram abatidas 9,3 milhões de cabeças no período, segundo o IBGE. Mato Grosso se manteve como o Estado com maior parcela no abate nacional. O abate de bovinos no país registrou um novo recorde no primeiro trimestre de 2024, com 9,3 milhões de cabeças, aumento de 24,6% ante igual período de 2023

A informação é da Pesquisa Trimestral do Abate de Animais, do Leite, do Couro, e da Produção de Ovos de Galinha, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com o quarto trimestre de 2023, houve alta de 1,6% no abate de bovinos. Janeiro foi o mês de maior atividade do trimestre, com um abate total de 3,15 milhões de cabeças, expansão de 23,7% em relação a igual mês do ano anterior. O recorde do abate de bovinos no primeiro trimestre de 2024 reflete a ampla oferta de animais após maior retenção de fêmeas no passado, afirmou o supervisor das Estatísticas de Produção Pecuária do IBGE, Bernardo Viscardi. “Esses animais são provenientes de um ciclo de maior retenção de fêmeas observado entre 2019 e 2022, quando o preço dos bezerros estava em alta e a atividade reprodutiva das fêmeas tornou-se atrativa para os pecuaristas”, afirma ele, ao explicar que desde 2022 se observa o ciclo inverso. “O preço dos bezerros caiu e as fêmeas passaram a ser destinadas ao abate com maior intensidade, além dos animais criados no ciclo anterior de alta que chegaram à idade de abate neste ano”, diz. O abate de fêmeas aumentou 28,2% na comparação entre os trimestres, também recorde para a categoria. O abate de machos subiu 21,7% e atingiu o melhor resultado para um primeiro trimestre. Com maior oferta, o preço da carne bovina se desvalorizou e afetou os mercados de carne suína e de frango. Com isso, o abate desses animais caiu no primeiro trimestre de 2024, embora em ambos os casos ainda se mantenham no segundo maior nível da série histórica para um primeiro trimestre. Regionalmente, 23 das 27 unidades da federação tiveram aumento no abate. As mais expressivas foram Mato Grosso (+420,07 mil cabeças), Goiás (+263,41 mil cabeças), São Paulo (+219,41 mil cabeças), Minas Gerais (+206,49 mil cabeças), Pará (+180,04 mil cabeças), Rondônia (+155,75 mil cabeças), Mato Grosso do Sul (+110,36 mil cabeças), Bahia (+58,08 mil cabeças) e Paraná (+46,73 mil cabeças). Em contrapartida, a variação negativa mais expressiva ocorreu no Rio Grande do Sul (-34,41 mil cabeças). O Mato Grosso se manteve como o Estado com maior parcela no abate nacional, com 18,3% da participação nacional, seguido por Goiás (10,8%) e São Paulo (10%). Sobre bovinos, o IBGE informou ainda que houve produção de 2,398 milhões de toneladas de carcaças bovinas no primeiro trimestre deste ano. O volume representa alta de 24,1% frente ao primeiro trimestre de 2023. Em relação ao quarto trimestre de 2023, houve recuo de 1,4%. O IBGE divulgou também dados sobre os curtumes investigados pela Pesquisa Trimestral do Couro. Os curtumes declararam ter recebido 9,321 milhões de peças inteiras de couro cru no primeiro trimestre, ganho anual de 19,9%; e de 4,2% em relação ao quarto trimestre de 2023. Foram verificados aumentos em 13 das 17 Unidades da Federação que possuíam curtumes elegíveis pelo universo da pesquisa. As altas mais expressivas, em estados com mais de 5% de participação na aquisição nacional, ocorreram em Goiás (+461,49 mil peças), Mato Grosso (+319,34 mil peças), São Paulo (+221,90 mil peças), Mato Grosso do Sul (+169,79 mil peças), Pará (+141,93 mil peças), Rondônia (+129,00 mil peças) e Rio Grande do Sul (+41,49 mil peças). Mato Grosso continua a liderar a relação de Unidades da Federação que recebem peças de couro cru para processamento, com 17,2% da participação nacional, seguido por Goiás (15,5%) e Mato Grosso do Sul (12,5%).

Globo Rural      

Conforto das escalas de abate nos frigoríficos segue pressionando o mercado

O mercado físico do boi gordo segue apresentando preços fracos, em linha com a grande quantidade de animais ofertados

Além disso, há uma posição de grande conforto das escalas de abate nos frigoríficos, oferecendo as condições necessárias para as indústrias seguirem pressionando o mercado. Preços da arroba: São Paulo: R$ 218. Goiás: R$ 202. Minas Gerais: R$ 208. Mato Grosso do Sul: R$ 216. Mato Grosso: R$ 207. O mercado atacadista teve preços estáveis nesta quinta-feira. Os agentes de mercado carregam expectativas positivas para o curto prazo, em linha com a entrada dos salários motivando a reposição ao longo da cadeia produtiva. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 17 por quilo. A ponta de agulha segue precificada a R$ 12,50 por quilo. O quarto dianteiro permanece no patamar de R$ 12,50 por quilo.

Agência Safras

Exportação de carne bovina in natura bate recorde em maio

A exportação de carne bovina in natura do Brasil somou 212 mil toneladas em maio, alta de 25,85% na comparação com o mesmo mês do ano passado, configurando um novo recorde mensal na série histórica, com o país vivendo um momento de maior oferta e preços competitivos, de acordo com dados preliminares da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), divulgados na quinta-feira.

O preço médio na quinta semana de maio/24 ficou com US$ 4.504 mil por tonelada, queda de 11,60% frente aos dados divulgados em maio de 2023, em que os preços médios registraram o valor médio de US$ 5.095 mil por tonelada. O volume exportado pelo Brasil, maior exportador global de carne bovina, considera o produto fresco, refrigerado ou congelado. O total de maio supera as 208 mil toneladas registradas em abril e o recorde anterior, de dezembro de 2023, de 208,4 mil toneladas, conforme dados da Secex. Os embarques do Brasil, que tem exportadores como as gigantes do setor de proteína animal JBS, Marfrig e Minerva, estão mais competitivos frente a outros países concorrentes, como os Estados Unidos, que atualmente vivem um ciclo de baixa oferta de animais. O valor exportado no mês passado, 954,9 milhões de dólares, representa uma alta de 11,3% na comparação com maio de 2023, apesar de uma queda no preço médio do produto exportado de 11,6%, que foi mais do que compensada pela alta nos volumes. As grandes exportações acontecem após o Brasil ter registrado um recorde abates de bovinos pelos frigoríficos no primeiro trimestre, conforme números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) divulgados na quinta-feira, uma vez que a pecuária do país vive um ciclo de maior oferta de animais. O abate de bovinos no Brasil avançou 24,6% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período do ano passado, informou o IBGE. Com os preços da arroba bovina encerrando o primeiro trimestre cerca de 20% abaixo do mesmo período do ano passado, produtores elevaram o abate de fêmeas. “Com isso, temos preços despencando pelo excesso de oferta chegando ao mercado. Com preços em baixa, exportamos volumes recordes porque estamos abrindo mercados e estamos baratos (boi gordo de 40 dólares/arroba), o mais barato do mundo entre os grandes exportadores”, afirmou à Reuters a diretora-executiva da consultoria Agrifatto, Lygia Pimentel. Ela observou ainda que os dados do IBGE vieram em linha com as expectativas. Diante dos preços baixos da arroba, os produtores estão produtores abatendo vacas para gerar caixa e pagar as contas, frisou a especialista. Ela acrescentou que este ciclo de oferta mais alta de animais, que tem beneficiado o Brasil, deve durar até o começo do próximo ano.

Reuters

ECONOMIA

Dólar cai e volta a ser cotado abaixo de R$5,25 em dia favorável aos ativos brasileiros

Após atingir na véspera o maior valor desde janeiro do ano passado, o dólar à vista fechou a quinta-feira em baixa firme ante o real, com as cotações em sintonia com o recuo da moeda norte-americana no exterior, com a alta do Ibovespa e com a baixa dos juros futuros, em um dia favorável para os ativos brasileiros

O dólar à vista encerrou o dia cotado a 5,2492 reais na venda, em baixa de 0,90%. Às 17h09, na B3 o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,93%, a 5,2620 reais na venda. No início do dia a moeda à vista chegou a subir pontualmente, marcando a cotação máxima de 5,3102 reais (+0,25%) às 9h08. No entanto, o recuo da divisa norte-americana ante outras moedas no exterior, o avanço firme de commodities como petróleo e minério de ferro e o ambiente mais favorável para os ativos brasileiros conduziram o dólar para o território negativo ainda na primeira hora de negócios. Profissional ouvido pela Reuters pontuou que o dia era positivo para os ativos brasileiros de modo geral, o que se refletia no forte avanço do Ibovespa, na queda das taxas dos DIs (Depósitos Interfinanceiros) e no recuo do dólar ante o real, que chegou a ser superior a 1% durante a sessão. No exterior, o dólar também cedia no fim da tarde ante a maioria das demais moedas, com exceção de divisas como o peso mexicano — pressionado desde a vitória da esquerda nas eleições presidenciais — e a rupia indiana. Os negócios com moedas eram permeados ainda pela expectativa antes da divulgação, na sexta-feira, dos dados do relatório de empregos payroll. A avaliação é de que os números podem abrir espaço para mudanças substanciais nas cotações, em meio a apostas sobre quando o Federal Reserve iniciará o processo de corte de juros.

Reuters

Ibovespa encerra série de perdas e sobe com ajuda de Vale e alívio na curva de juros

O Ibovespa encerrou uma sequência de seis quedas e fechou em alta na quinta-feira, ajudado pelo avanço de commodities como o minério de ferro e o petróleo, o que beneficiou principalmente as ações de Vale e Petrobras, mas também pelo alívio na curva de DI, que apoiou papéis sensíveis à economia doméstica

Investidores encerraram o pregão na expectativa de dados de emprego dos Estados Unidos na sexta-feira, que podem reforçar — ou não — as apostas sobre um primeiro corte de juros na maior economia do mundo neste ano. Números durante a semana sinalizam que o mercado de trabalho parece estar se reequilibrando. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa avançou 1,26%, a 122.939,63 pontos, de acordo com dados preliminares, após perder quase 2,5% em seis sessões. Na máxima do dia, chegou a 123.245,79 pontos. Na mínima, marcou 121.377,07 pontos. O volume financeiro, porém, segue baixo, totalizando 16,9 bilhões de reais antes dos ajustes finais, de uma média diária no ano de 23,8 bilhões de reais.

Reuters

Balança comercial brasileira tem superávit de US$8,5 bi em maio

A balança comercial brasileira registrou superávit de 8,534 bilhões de dólares em maio, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) divulgados na quarta-feira.

O resultado, que ficou em linha com o saldo positivo de 8,55 bilhões de dólares projetado por analistas em pesquisa da Reuters, é 22,3% menor que o observado em maio de 2023, quando houve superávit comercial de 11 bilhões de reais. O dado do mês passado é fruto de 30,338 bilhões de dólares em exportações, uma queda de 7,1% em relação ao mesmo mês do ano passado, e 21,804 bilhões de dólares em importações, que tiveram alta de 0,5%. Em maio, segundo o MDIC, houve queda nas cotações dos produtos comercializados, com redução de 5,1% no preço médio dos itens exportados e de 6,5%, dos importados. No período, os volumes vendidos pelo Brasil ao exterior também tiveram queda, um recuo de 1,9%, enquanto o volume importado cresceu 7,5%. No recorte por setores, houve alta de 13,8% no valor das exportações da indústria extrativa, puxado pelas vendas de petróleo. O valor dos embarques da agropecuária teve queda de 18,5%, com recuo na venda de soja, e as vendas da indústria de transformação caíram 9,2%, registrando perdas em combustíveis e farelo de soja. Os dados da pasta mostraram ainda que o saldo comercial acumulado de janeiro a maio foi de 35,887 bilhões de dólares, 3,9% maior que o observado no mesmo período de 2023. O desempenho foi resultado de exportações de 138,809 bilhões de dólares e importações de 102,922 bilhões de dólares.

Reuters

As 10 maiores economias do mundo em 2024, segundo ranking atualizado do FMI

A projeção é que a economia brasileira terminará 2024 como a oitava maior do mundo

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 0,8%, no primeiro trimestre de 2024, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o crescimento, o Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta que a economia brasileira terminará 2024 como a oitava maior do mundo, tendo uma alta de cerca de 2,2% em 2024, ficando à frente de países como a Itália e o Canadá. A expectativa é que a posição siga pelo menos até 2029, último ano calculado pelo fundo. Já para a economia mundial, o FMI projeta um crescimento similar ao de 2023, de 3,2% durante 2024 e 2025. Em relação a inflação mediana, o fundo projeta uma queda, indo de 2,8% em 2024 para 2,4% no ano seguinte. “Os mercados estão reagindo muito bem à perspectiva de os bancos centrais abandonarem a política monetária restritiva. Além disso, as condições financeiras estão melhorando, as avaliações das ações dispararam, os fluxos de capital para a maioria das economias de mercado emergentes, excluindo a China, têm sido dinâmicos, e alguns países recuperaram o acesso ao mercado”, destacou o fundo. Entre as 10 maiores economias, os Estados Unidos lideram o ranking com um PIB de US$ 28,7 trilhões e um crescimento de 2,7% em 2024, um aumento de 0,6 ponto porcentual em relação a previsão anterior. A China aparece em segundo lugar com US$ 18,53 trilhões, seguida pela Alemanha, com US$ 4,59 trilhões. Confira as 10 maiores economias do mundo projetadas pelo FMI: 1. Estados Unidos: US$ 28,781trilhões 2. China: US$ 18,532 trilhões 3. Alemanha: US$ 4,591 trilhões 4. Japão: US$ 4,110 trilhões 5. Índia: US$ 3,937 trilhões 6. Reino Unido: US$ 3,495 trilhões 7. França: US$ 3,130 trilhões 8. Brasil: US$ 2,331 trilhões 9. Itália: US$ 2,328 trilhões Canadá: US$ 2,242 trilhões

Valor Econômico

EMPRESAS

Marfrig recompra e cancela US$ 100,3 milhões em títulos

A Marfrig Global recomprou e cancelou parcela total equivalente a US$ 100,3 milhões do principal das notas sêniores (bonds, títulos de renda fixa negociado no exterior) em circulação com vencimento em 2026, 2029 e 2031.

Segundo a companhia, a medida faz parte da estratégia de melhor alocação de capital, de redução do endividamento e do custo financeiro. A recompra envolveu parcela equivalente a US$ 31,1 milhões do principal das notas sênior em circulação com remuneração de 7% ao ano e vencimento em 2026 (Notas 2026), emitidas pela NBM US Holdings Inc; parcela equivalente a US$ 8,5 milhões do principal das notas sênior em circulação com remuneração de 6,625% ao ano e vencimento em 2029 (Notas 2029), emitidas pela NBM US Holdings Inc; e, por fim, parcela equivalente a US$ 60,7 milhões do principal das notas sênior em circulação com remuneração de 3,950% ao ano e vencimento em 2031 (Notas 2031), emitidas pela MARB BondCo PLC.

Valor Econômico

GOVERNO

Desembolso do crédito rural chega a R$ 373,4 bilhões em onze meses

Até o momento, o total do desembolso corresponde a 86% do montante que foi programado para a atual safra para todos os produtores

A um mês do novo Plano Safra, o montante do desembolso do crédito rural do Plano Safra 2023/24 chegou a R$ 373,4 bilhões, no período de julho/2023 até maio/2024. Um aumento de 13% em relação a igual período da safra passada. Os financiamentos de custeio tiveram aplicação de R$ 205,4 bilhões. Já as contratações das linhas de investimentos totalizaram R$ 90,6 bilhões. As operações de comercialização atingiram R$ 48,5 bilhões e, as de industrialização, R$ 28,9 bilhões. Foram realizados 2.025.768 contratos no período de onze meses do ano agrícola, sendo 1.531.980 no Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) e 175.511 no Pronamp (Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural). Os valores concedidos aos pequenos e médios produtores em todas as finalidades (custeio, investimento, comercialização e industrialização) foram, respectivamente, de R$ 54,5 bilhões no Pronaf e, de R$ 46,8 bilhões no Pronamp. Os demais produtores formalizaram 318.277 contratos, correspondendo a R$ 272 bilhões de financiamentos liberados pelas instituições financeiras. O total de R$ 373,4 bilhões corresponde a 86% do montante que foi programado para a atual safra para todos os produtores (pequenos, médios e grandes), que é de R$ 435,8 bilhões. Na agropecuária empresarial (médios e grandes produtores rurais), a aplicação do crédito rural atingiu R$ 318,9 bilhões de julho a maio, correspondendo a uma alta de 14% em relação ao mesmo período do ano anterior. Esse valor significa 88% do total programado pelo governo, de R$ 364,2 bilhões. Nos financiamentos agropecuários para investimento, o Pronamp alcançou R$ 4,4 bilhões, alta de 105%. E os financiamentos para o Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota) tiveram contratações da ordem de R$ 7,2 bilhões, significando um aumento de 56% em relação a igual período na safra anterior. Em relação às fontes de recursos do crédito rural, a participação dos recursos livres equalizáveis atingiu R$ 12 bilhões, significando um aumento de 192% em relação a igual período da safra anterior. É importante destacar, ainda, a contribuição das fontes não controladas para o funding do crédito rural: a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA Livre), que respondeu a 48% do total das aplicações da agricultura empresarial, nos onze meses da safra atual, se situando em R$ 152 bilhões, observou um aumento de 74% em relação a igual período da safra passada, quando essa fonte representou 31% (R$ 87 bilhões) do total das aplicações da agricultura empresarial.

MAPA

FRANGOS & SUÍNOS

Abates de frangos e suínos caem no primeiro trimestre, diz IBGE

Produção de ovos de galinha atingiu novo recorde nos primeiros três meses do ano. O abate de frangos no país totalizou 1,59 bilhão de aves no primeiro trimestre de 2024

Os abates de frangos e de suínos no Brasil sofreram reduções durante o primeiro trimestre de 2024 em comparação com igual período do ano passado, de acordo com informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados são das Pesquisas Trimestrais do Abate de Animais, do Leite, do Couro, e da Produção de Ovos de Galinha. Segundo o IBGE, o preço da carne bovina se desvalorizou com a maior oferta desta proteína no primeiro trimestre, o que afetou os mercados de carne suína e de frango. Com isso, o abate desses animais caiu no primeiro trimestre de 2024, embora em ambos os casos ainda se mantenham no segundo maior nível da série histórica para um primeiro trimestre. “A queda no abate de frangos é provavelmente ocasionada por uma regulação na oferta de carne pelo setor. A carne bovina, proteína substituta ao frango, desvalorizou bastante nos últimos meses, o que dificulta o repasse de custos da cadeia produtiva da avicultura de corte ao consumidor final”, afirma o supervisor das Estatísticas de Produção Pecuária do IBGE, Bernardo Viscardi. “A desvalorização da carne bovina também afeta o escoamento da carne suína no mercado interno”, completa. O abate de frangos no país totalizou 1,59 bilhão de aves no primeiro trimestre de 2024, o que representou queda de 1,2% em relação ao primeiro trimestre de 2023; e crescimento de 4% na comparação com o quarto trimestre de 2023. Quando se considera o resultado por regiões, 13 das 25 unidades da federação acompanhadas pelo IBGE tiveram queda no abate. Entre aquelas com participação acima de 1% no abate nacional, foram registrados recuos em Rio Grande do Sul (-21,52 milhões de aves), Minas Gerais (-3,83 milhões de aves), Goiás (-2,92 milhões de aves), Bahia (-2,80 milhões de aves) e Mato Grosso (-631,25 mil aves). Em contrapartida, ocorreram aumentos em: Santa Catarina (+7,13 milhões de aves), Paraná (+3,83 milhões de aves), São Paulo (+1,87 milhões de aves) e Mato Grosso do Sul (+73,30 mil aves). O Paraná ainda lidera amplamente o abate de frangos, com 34,6% da participação nacional, seguido por Santa Catarina (13,6%) e Rio Grande do Sul (11,9%). O IBGE detalhou, ainda, que o peso acumulado das carcaças foi de 3,366 milhões de toneladas no primeiro trimestre de 2024, recuo de 2,6% em relação ao primeiro trimestre de 2023 e alta de 5,5% frente ao resultado do trimestre imediatamente anterior.

Globo Rural

Estabilidade nas cotações no mercado de suínos

De acordo com a Scot Consultoria, o valor da arroba do suíno CIF em São Paulo ficou estável, com preço médio de R$ 126,50, assim como a carcaça especial, fechando em R$ 10,10/kg, em média

Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à quarta-feira (5), houve alta apenas no Paraná, na ordem de 0,95%, chegando a R$ 6,35/kg. Os preços ficaram estáveis em Minas Gerais (R$ 6,68/kg), Rio Grande do Sul (R$ 6,20/kg), Santa Catarina (R$ 5,97/kg) e São Paulo (R$ 6,63/kg). Na quinta-feira (6), as principais bolsas que negociam suínos no mercado independente registraram leves aumentos nos preços, e parte disso é o período de início de mês, quando geralmente a demanda por carnes melhora.

Cepea/Esalq

Suinocultura Independente: início do mês traz demanda mais aquecida e eleva preços

Na quinta-feira (6), as principais bolsas que negociam suínos no mercado independente registraram leves aumentos nos preços, e parte disso é o período de início de mês, quando geralmente a demanda por carnes melhora

Em São Paulo, o mercado teve alta, saindo de R$ 6,83/kg vivo para R$ 7,15/kg vivo, segundo dados da Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS). No mercado mineiro, houve alta, passando de R$ 6,70/kg vivo para R$ 7,30/kg, com acordo, segundo a Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg). Segundo informações da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), o valor do animal subiu, saindo de R$ 6,29/kg vivo para R$ 6,35/kg vivo.

Agrolink

Exportações de carne suína encerram maio com índices abaixo de abril deste ano

Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), as exportações de carne suína in natura, até a quinta semana de maio (21 dias úteis), tiveram queda na receita em relação a maio do ano passado, e no volume embarcado no comparativo com abril deste ano

A receita obtida, US$ 210 milhões, representa 89,3% do total arrecadado em todo o mês de maio de 2023, que foi de US$ 235,2 milhões. No volume embarcado, as 91.629 toneladas representam ligeiro aumento de 0,78% sobre o total registrado em maio do ano passado, com 90.916 toneladas. Em relação ao mês de abril, o faturamento de US$ 210 milhões em maio representa queda de 5,6% em comparação com US$ 222,7 milhões arrecadados em abril deste ano. No volume embarcado, as 91.629 toneladas são 5,36% inferiores em relação às 96.822 toneladas exportadas em março. O faturamento por média diária foi de US$ 10 milhões quantia 10,7% a menor do que a de maio de 2023. No comparativo com a semana anterior, houve diminuição de 0,48% observando os US$ 10 milhões, vistos na semana passada. Em toneladas por média diária, foram 4.363 toneladas, houve aumento de 0,8% no comparativo com o mesmo mês de 2023. Quando comparado ao resultado da semana anterior, observa-se queda de 0,36%, comparado às 4.379 toneladas da semana passada. Já no preço pago por tonelada, US$ 2.292, ele é 11,4% inferior ao praticado em maio passado. O resultado, frente ao valor atingido na semana anterior, representa queda de 0,11% em relação aos US$ 2.295,275 anteriores.

Agência Safras

Suínos/Cepea: Carne inicia mês com reações de preço

Depois de recuarem com certa força no encerramento de maio, os preços de produtos suinícolas levantados pelo Cepea reagiram neste começo de junho

Segundo pesquisadores do Cepea, como tradicionalmente observa-se em início de mês, a demanda pela proteína suína se aqueceu – muitos consumidores recebem pagamentos neste período, resultando em aumento no poder de compra. Já no caso do animal vivo, levantamentos do Cepea apontam que os valores vêm apresentando comportamentos distintos dentre as praças acompanhadas. Apesar disso, suinocultores consultados pelo Cepea relatam que as vendas têm melhorado nos últimos dias, o que, por sua vez, deve possibilitar reajustes positivos no valor do animal no curto prazo.

Cepea

Frango congelado ou resfriado têm leves altas na quinta-feira (6) em SP

De acordo com a Scot Consultoria, o valor do frango na granja em São Paulo ficou estável, custando, em média, R$ 4,80/kg, da mesma forma que a ave no atacado, fechando em R$ 6,40/kg, em média

Na cotação do animal vivo, o valor não mudou no Paraná, valendo R$ 4,73/kg, assim como em Santa Catarina, fechando em R$ 4,38/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, Vivo, referentes à quarta-feira (5), a ave congelada teve aumento de 0,85%, alcançando R$ 7,11/kg, enquanto o frango resfriado subiu 0,68%, fechando em R$ 7,37/kg.

Cepea/Esalq       

Volume de carne de frango exportado em maio subiu em relação ao ano passado

Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), as exportações de carne de aves in natura até a quarta semana de maio (21 dias úteis), registraram aumento no volume embarcado no comparativo com maio do ano passado

A receita obtida, US$ 752, 6 milhões, representa 96,25% do total arrecadado em todo o mês de maio de 2023, que foi de US$ 781,9 milhões. No volume embarcado, as 424.917 toneladas representam aumento de 6,04% sobre o total registrado em maio do ano passado, quantidade de 400.704 toneladas. Em relação ao mês de abril, o faturamento de US$ 752,6 milhões em maio representa diminuição de 7,88% em comparação com US$ 817 milhões arrecadados em abril deste ano. Já o volume embarcado até o final de maio, 424.917 toneladas, é 6,20% inferior do que as 453.012 toneladas exportadas em abril. O faturamento por média diária foi de US$ 35, 8 milhões, valor 3,7% a menor do que o registrado em maio de 2023. No comparativo com a semana anterior, houve baixa de 2,6% quando comparado aos US$ 36.828,598 vistos na semana passada. Em toneladas por média diária, foram 20.234 toneladas, houve elevação de 6,0% no comparativo com o mesmo mês de 2023. Quando comparado ao resultado da semana anterior, diminuição de 2,73% em relação às 20.803 toneladas da semana anterior. No preço pago por tonelada, US$ 1.771, ele é 9,2% inferior ao praticado em maio do ano passado. O resultado, frente ao valor atingido na semana anterior, representa tímida alta de 0,05% no comparativo ao valor de US$ 1.770,331 visto na semana passada.

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