CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 2156 DE 05 DE FEVEREIRO DE 2024

clipping

Ano 10 | nº 2156 |05 de fevereiro de 2024

 

NOTÍCIAS

Cotação da vaca gorda caiu em São Paulo

A cotação da arroba do boi gordo seguiu pressionada, devido ao alongamento das escalas. Aparentemente, a oferta de rebanhos continuou superando o consumo

A cotação da vaca gorda caiu R$2,00/@ e a da novilha gorda permaneceu estável.  Segundo dados apurados pela Scot Consultoria, nas praças paulistas, a cotação do boi gordo seguiu pressionada na sexta-feira, devido ao alongamento das escalas de abate. “Aparentemente, a oferta de rebanhos está superando o consumo”, observou a Scot. O boi gordo segue cotado em R$ 235/@ no mercado de São Paulo, enquanto a cotação da vaca gorda caiu R $2/@ nesta sexta-feira, para R$ 210/@ (valores brutos e a prazo). A cotação da novilha gorda apresentou estabilidade nas praças paulistas, estacionado em R$ 230/@. O “boi-China” teve o mesmo comportamento de estabilidade, cotado em R$ 245/@, o que significa um ágio de R$ 10/@ sobre o animal “comum” negociado em SP. Na região Sudeste de Rondônia, apesar de problemas de logística em razão das chuvas, a cotação do boi gordo ficou estável. A cotação da vaca gorda caiu R$5,00/@. No Espírito Santo, preços estáveis e oferta suficiente para a composição das escalas de abate. Na região de Goiânia em Goiás, estabilidade nas cotações no mercado do boi gordo na região.

Scot Consultoria

Canadá amplia área para compra de carne bovina brasileira

Produto de mais seis Estados poderá ser exportado para o país após atualização do certificado sanitário. Retirada da vacinação contra a febre aftosa no Brasil levou a pedido de mudança de protocolo sanitário de exportações de carne bovina para o Canadá

O Canadá decidiu ampliar a área habilitada no Brasil para a compra de carne bovina. Os Estados do Paraná, Rio Grande do Sul, Acre, Rondônia, além de 14 municípios do Amazonas e cinco de Mato Grosso, reconhecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) como zonas livres de febre aftosa sem vacinação, poderão enviar seus produtos para o país da América do Norte assim que o certificado sanitário for atualizado.

Valor Econômico

Estatística da pecuária (região de Pelotas – RS)

As cotações do boi e vaca gorda estão estáveis na região gaúcha. Para a novilha, o preço caiu em uma semana

Segundo levantamento da Scot Consultoria, a cotação da arroba do boi gordo se manteve estável nesse primeiro dia de fevereiro e está sendo comercializada a R$235,50, preço a prazo, descontados os impostos (Senar e Funrural). A cotação da vaca está em R$207,00/@. Já o preço da novilha caiu R$3,00/@ (-1,3%), cotada a R$228,00/@, preços a prazo e descontados os impostos. A oferta de animais para abate segue suficiente para o preenchimento das escalas, o que tem pressionado as cotações da arroba.

Scot Consultoria

Mercado do boi encerrou a semana com preços acomodados

O mercado físico do boi gordo brasileiro voltou a apresentar preços acomodados ao longo da sexta-feira (2)

O consultor de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, destacou que a demanda ao longo da primeira quinzena de fevereiro é um fator fundamental, visando o enxugamento dos estoques de carne e a possível recuperação dos preços no atacado. “Outro aspecto a ser mencionado é que o mercado tende a apresentar maior lentidão nos negócios durante a semana do Carnaval. O pecuarista ainda encontra boas condições para cadenciar o ritmo dos negócios, em linha com a situação das pastagens que ainda permitem a adoção desse tipo de estratégia”, comenta. Cotações: São Paulo (Capital): R$ 239. Goiânia (GO): R$ 230. Uberaba (MG): R$ 240. Dourados (MS): R$ 231. Cuiabá (MT): R$ 210. O mercado atacadista também apresentou acomodação em seus preços ao longo da sexta-feira. “O ambiente de negócios ainda sugere alta nas cotações ao longo da primeira quinzena do mês, período marcado pela entrada dos salários na economia, motivando a reposição entre atacado e varejo, contribuindo para reduzir os estoques de carne”, avalia Iglesias. O quarto traseiro segue cotado a R$ 18,00 por quilo. A ponta de agulha ainda é precificada a R$ 12,50 por quilo. O quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 12,60 por quilo.

Agência Safras

Pecuária de corte: ‘efeito sanfona’ nos preços da reposição

Queda de braço entre vendedores e compradores segue permeando o mercado de animais jovens, relatou a Scot Consultoria

Nas praças de São Paulo, as cotações de todas as categorias de bovinos destinados à reposição do rebanho subiram ao longo desta semana encerrada em 2 de fevereiro, disse Nicole Santos, analista da Scot Consultoria. No entanto, as vendas de animais jovens seguem em ritmo lento no mercado paulista e a pressão baixista continua rondando os mercados do boi gordo e de reposição, acrescentou Nicole. “Os primeiros meses do ano costumam ser mais comedidos quanto aos preços e às negociações, visto que o produtor está observando o mercado, pagando contas e estimando seu caixa, pensando nos próximos investimentos”, justificou a analista da Scot. Segundo ela, nas últimas semanas, as cotações de reposição têm sofrido um “efeito sanfona”, ou seja, em uma semana há ajustes negativos e, na outra, ajustes positivos. “Isso ocorre devido às tentativas da ponta vendedora de melhorar os preços da reposição e aos compradores que não querem pagar mais”, afirmou Nicole, reforçando: Vemos uma “queda de braço” entre os dois elos deste segmento. No entanto, continua a analista, o período ainda é favorável à compra de bovinos de reposição, cenário este que garante um ágio quando esses animais forem vendidos dentro de alguns anos. De acordo com contas da analista, em Rondônia, por exemplo, somente a relação de troca com o boi magro melhorou para o recriador/invernista no período de 30 dias. Para as demais categorias, houve decréscimo de 1,1%, 2,1% e 5% para o garrote, bezerro de ano e bezerro de desmama, respectivamente. Com isso, relata Nicole, com a venda de um boi gordo de 19@ na praça de Rondônia, é possível comprar 1,5 boi magro, 1,8 garrote, 2,2 bezerros de ano e 2,6 bezerros de desmama.

Portal DBO

Escalas de abate dos frigoríficos brasileiros fecharam a semana com estabilidade

Na média nacional, as programações dos frigoríficos se estabeleceram em 9 dias úteis nesta sexta-feira (2/2), aponta a Agrifatto

Com a disputa entre indústrias e pecuaristas, as cotações da arroba do boi gordo ficaram estáveis em algumas regiões brasileiras e recuaram em outras localidades ao longo da semana que passou, relatou a Agrifatto. Segundo a consultoria, seguindo o mesmo ritmo do mercado do boi gordo, na média nacional, as programações de abate dos frigoríficos ficaram estáveis nesta sexta-feira (2/2) em relação ao quadro observado na semana anterior, se estabelecendo em 9 dias úteis. Veja abaixo as escalas atuais de abate em algumas das principais regiões de pecuária do País, conforme acompanhamento semanal da Agrifatto: São Paulo – As escalas avançaram 1 dia útil no comparativo semanal, ficando em 10 dias úteis. Pará – Os frigoríficos paraenses encerraram a semana com as escalas em torno de 10 dias úteis, avanço de 1 dia sobre sexta-feira anterior. Mato Grosso – No Estado, as escalas ficaram em 7 dias úteis, com 1 dia de recuo no comparativo semanal. Mato Grosso do Sul – As programações apresentaram 1 dia útil de recuo, em relação à sexta-feira anterior, fechando a semana em 8 dias. Rondônia – Apresentou estabilidade, com programações de abate de 13 dias úteis. Tocantins – Os frigoríficos estão com as programações de abate de 7 dias úteis, recuo de 1 dia. Minas Gerais – As indústrias mineiras apresentaram recuo de 1 dia útil, encerrando a sexta-feira em 7 dias úteis. Goiás – Os frigoríficos goianos fecharam a semana com as escalas em 11 dias úteis, 1 dia de avanço semanal.

Portal DBO

ECONOMIA

Dólar sobe 1% ante real após dados fortes de emprego nos EUA

Após três sessões em queda, o dólar à vista fechou a sexta-feira com alta ante o real, de pouco mais de 1%, com investidores reagindo aos dados positivos do mercado de trabalho dos Estados Unidos, que deram força à ideia de que o Federal Reserve não começará a cortar juros em março

O dólar à vista fechou o dia cotado a 4,9661 reais na venda, em alta de 1,04%. Na semana, a moeda acumulou alta de 1,12%. Na B3, às 17:14 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,98%, a 4,9780 reais. A divulgação do “payroll” às 10h30 foi o que mudou o cenário. O relatório mostrou que a economia norte-americana abriu 353.000 vagas de trabalho no mês passado, bem acima dos 180.000 postos projetados por economistas ouvidos pela Reuters. Já os dados de dezembro foram revisados para cima, mostrando 333.000 novos postos, em vez dos 216.000 informados anteriormente. Além disso, a média de ganhos por hora aumentou 0,6% no mês passado, depois de subir 0,4% em dezembro. Nos 12 meses até janeiro, os salários aumentaram 4,5%, depois de avançarem 4,3% no mês anterior. Os números fortes impulsionaram quase que instantaneamente os rendimentos dos Treasuries, em meio à leitura de que a economia dos EUA segue aquecida demais para que o Fed inicie o ciclo de corte de juros já em março. No Brasil, o dólar à vista saltou 3 centavos de real menos de um minuto após a divulgação do payroll — um movimento substancial para a moeda. No câmbio, o principal fator de curto prazo é o diferencial de juros (entre o Brasil e o exterior). E o diferencial de juros é impactado pela expectativa de inflação”, pontuou Matheus Massote, especialista de câmbio da One Investimentos. “Os dados de sexta-feira mostraram que a economia norte-americana continua aquecida, o que faz com que as expectativas de inflação para o fim do ano subam e os (rendimentos dos) Treasuries também. E o dólar subiu, com um movimento bem forte”, acrescentou. Após fechar a semana com alta, porém, o dólar pode passar por ajustes de baixa nesta segunda-feira, conforme alguns profissionais, caso não surjam fatores novos no horizonte. Isso ocorre porque sempre que há movimentos mais intensos numa sessão — como na sexta-feira — também surge espaço para realização de ganhos no dia útil seguinte.

Reuters

Ibovespa recua 1,38% em semana marcada por decisões de BCe Fed

Agentes passaram a ampliar as apostas numa postura mais conservadora para o Federal Reserve

A força surpreendente no mercado de trabalho americano demonstrada pelo payroll causou perdas para a bolsa e para os demais ativos locais na sexta-feira. Agentes econômicos passaram a ampliar as apostas numa postura mais conservadora para o Federal Reserve (Fed, o banco central americano), com efeitos negativos para ativos de risco que já embutem taxas menores nos preços. Após ajustes, o Ibovespa recuou 1,01% na sessão, aos 127.182 pontos, e 1,38% na semana. O volume financeiro do índice no dia (até as 18h25) foi de R$ 17,72 bilhões e de R$ 23,85 bilhões na B3. Em Nova York, S&P 500 subiu 1,07%, aos 4.958 pontos, Dow Jones teve alta de 0,35%, para 38.654 pontos, e Nasdaq registrou ganhos de 1,74%, aos 15.628 pontos. O principal índice da bolsa brasileira operava perto da estabilidade nos primeiros minutos do pregão, mas se consolidou em baixa após a divulgação do payroll. O indicador mostrou que os Estados Unidos criaram 353 mil novas vagas de trabalho em janeiro, superando largamente as expectativas do mercado, e investidores reprecificaram suas apostas para a política monetária americana. A expectativa de início do relaxamento monetário já em março diminuiu expressivamente, e agentes passaram a projetar menos cortes este ano. De manhã, o Bank of America havia afirmado em relatório que o mercado local está “à espera que os cortes de juros venham nos salvar”. “O Ibovespa teve performance semanal fraca por conta da falta de fluxo externo e preços de commodities mais baixos. Os valuations na América Latina seguem descontados, com o Ibovespa ex-commodities em patamar 11% mais baixo que o histórico”, afirmam os analistas. Sem o não residente, que parece concentrar esforços e recursos nas bolsas americanas, diante de mais uma rodada de ganhos das big techs, a bolsa fica dependente do investidor local. “O grupo ainda precisa retomar a confiança, o que aconteceria com uma combinação entre resultados corporativos melhores e a volta da captação de recursos pela indústria. No entanto, esse cenário depende muito de juros mais baixos, e a movimentação de hoje aponta na direção contrária”, afirma um profissional de vendas de um banco local.

Valor Econômico

Produção sobe mais que o esperado em dezembro e indústria do Brasil volta a crescer em 2023

A indústria brasileira encerrou 2023 com crescimento acima do esperado em dezembro e voltou a crescer no acumulado do ano, embora a um ritmo lento em meio a dificuldades para deslanchar em um cenário de juros restritivos e desafios globais

A produção industrial teve alta de 1,1% em dezembro em relação ao mês anterior, de acordo com os dados divulgados na sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A leitura foi a quinta seguida em território positivo e ficou bem acima da expectativa em pesquisa da Reuters de um avanço de 0,3% no mês. Na comparação com dezembro do ano anterior, a produção teve alta de 1,0%, contra projeção de aumento de 0,1%. Os resultados levaram o setor a fechar o ano passado com alta acumulada da produção de 0,2%, ainda sem recuperar a queda de 0,7% de 2022. O setor fica assim 0,7% acima do patamar pré-pandemia, de fevereiro de 2020, mas ainda 16,3% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011. A indústria nacional patinou durante todo o ano de 2023, com resultados em geral rodando perto da estabilidade, com exceção apenas dos meses de março e dezembro, quando a expansão ficou pouco acima de 1%. O setor enfrentou desafios externos como problemas na China e atividade global fraca, bem como os juros altos no Brasil e uma demanda menor por bens, principalmente os de maior valor agregado. “(O) avanço recente da produção industrial pode ser explicado pelo comportamento positivo do mercado de trabalho … e por uma inflação em patamares mais controlados”, destacou André Macedo, gerente da pesquisa. “Também se observa, ao longo do ano, o início da flexibilização na política monetária com a redução na taxa de juros. São fatores importantes para se entender o movimento recente da indústria para o campo positivo. Mas vale a ressalva de que é um resultado muito próximo da estabilidade”, completou. O IBGE destacou que, em dezembro, as principais influências positivas vieram de indústrias extrativas (2,2%), produtos alimentícios (2,1%) e confecção de artigos do vestuário e acessórios (14,5%). Entre as categorias econômicas, bens de consumo e bens intermediários registraram aumento de 1,3% cada na produção em dezembro sobre o mês anterior, mas a fabricação de bens de capital teve retração de 1,2%. Já no ano as indústrias extrativas (7,0%) também foram destaque, sustentadas tanto pela extração de petróleo quanto de minérios de ferro. Também tiveram forte influência a fabricação de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (6,1%) e produtos alimentícios (3,7%). Enquanto bens de consumo e bens intermediários apresentaram desempenhos positivos em 2023 –respectivamente de 1,9% e 0,4%– a produção de bens de capital despencou 11,1%, retração mais intensa para o acumulado no ano desde 2015 (-25,3%).

Reuters

Índice de preços dos alimentos da FAO caiu novamente em janeiro

A produção de grãos está a caminho de atingir um máximo histórico, aumentando a oferta geral e as perspectivas comerciais

O valor de referência para os preços mundiais dos produtos alimentares caiu ainda mais em janeiro, embora ligeiramente, liderado pelas descidas nos preços dos cereais e da carne, que mais do que compensaram o aumento dos preços do açúcar, afirmou a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). O Índice de Preços dos Alimentos da FAO, que acompanha as variações mensais dos preços internacionais de um conjunto de produtos alimentares comercializados a nível mundial, registou uma média de 118 pontos em janeiro, uma queda de 1% em relação a dezembro e de 10,4% em relação ao seu valor correspondente de há um ano. O Índice de Preços dos Cereais da FAO diminuiu 2,2 por cento em relação ao mês anterior. Os preços globais de exportação do trigo diminuíram em janeiro, impulsionados pela forte concorrência entre os exportadores e pela chegada de ofertas recentemente colhidas nos países do hemisfério sul, enquanto os do milho caíram acentuadamente, refletindo a melhoria das condições das culturas e o início da colheita na Argentina e maiores ofertas no Estados Unidos da América. Em contraste, as cotações de preços do arroz subiram 1,2 por cento em janeiro, refletindo uma forte procura de exportação de arroz de maior qualidade da Tailândia e do Paquistão e compras adicionais por parte da Indonésia. O Índice de Preços dos Óleos Vegetais da FAO aumentou marginalmente 0,1% em relação a Dezembro – mas ainda foi 12,8% inferior ao do ano anterior – refletindo aumentos moderados nos preços internacionais dos óleos de palma e de sementes de girassol, compensando as descidas nos preços dos óleos de soja e de colza. O Índice de Preços dos Laticínios da FAO permaneceu praticamente inalterado em relação ao seu valor revisado de dezembro, situando-se 17,8% abaixo do valor de um ano atrás. O Índice de Preços da Carne da FAO diminuiu pelo sétimo mês consecutivo em 1,4% em relação a Dezembro, uma vez que a oferta abundante dos principais países exportadores fez baixar os preços internacionais das carnes de aves, bovina e suína. Em contraste, os preços internacionais da carne ovina aumentaram devido à elevada procura global de importações e à redução da oferta de animais para abate na Oceania. A produção mundial de cereais em 2023 deverá atingir um máximo histórico de 2 836 milhões de toneladas – um aumento de 1,2% em relação a 2022, de acordo com as novas previsões do último Relatório sobre a oferta e a procura de cereais. A produção global de cereais secundários está agora fixada num máximo histórico de 1 523 milhões de toneladas, após um ajustamento ascendente de 12 milhões de toneladas este mês. A maior parte da revisão reflete novos dados oficiais do Canadá, China (continente), Turquia e Estados Unidos da América, onde uma combinação de rendimentos mais elevados e áreas colhidas maiores do que o anteriormente esperado levou a estimativas de produção de milho mais elevadas. A utilização mundial de cereais em 2023/24 está agora prevista em 2 822 milhões de toneladas, um aumento de 8,9 milhões de toneladas em relação à previsão de Dezembro e ultrapassando o nível de 2022/23 em 1,2 por cento, liderada pela utilização de rações prevista para mais do que anteriormente, especialmente na Europa. Europeia, bem como na Austrália e nos Estados Unidos da América. Consequentemente, prevê-se que o rácio global de reservas/utilização de cereais para 2023/24 se situe num nível confortável de 31,1 por cento, excedendo o nível de 30,9 por cento para 2022/23. Prevê-se agora que o comércio global de cereais em 2023/34 atinja 480 milhões de toneladas, um aumento de 0,8% em relação ao ano anterior, liderado principalmente por maiores volumes comercializados previstos para cereais secundários, enquanto o comércio mundial de trigo e arroz poderá efetivamente contrair-se.

FAO/ONU

Reservas internacionais fecham janeiro em US$ 353,6 bilhões

Houve uma leve baixa na comparação com dezembro, mas uma alta de 6,7% em relação a janeiro de 2023

O nível das reservas internacionais brasileiras terminou janeiro em US$ 353,6 bilhões, segundo dados do Banco Central (BC) referentes ao último dia do mês. O número representou uma baixa na comparação com os US$ 355 bilhões registrados em dezembro, mas uma alta de 6,7% em relação a janeiro de 2023, quando o nível estava em US$ 331,1 bilhões. No ano passado, ao fechar em US$ 355 bilhões, o nível de reservas aumentou 9,3% em relação ao número registrado no fim de 2022, de US$ 324,7 bilhões. As reservas internacionais servem como um seguro para o país cumprir suas obrigações e para proteger a economia de possíveis choques externos, como crises cambiais. Além disso, também são úteis para manter a funcionalidade e dar mais previsibilidade ao mercado de câmbio no Brasil. As reservas em moeda estrangeira são administradas pelo BC e são compostas por títulos, depósitos em moedas, como dólar e euro, direitos especiais de saque do Fundo Monetário Internacional (FMI) e ouro, entre outros ativos.

Valor Econômico

GOVERNO

BNDES amplia em R$4 bi linha de financiamento em dólar ao produtor rural

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou na sexta-feira a ampliação em 4 bilhões de reais da linha de financiamento em dólar ao produtor rural brasileiro, segundo apresentação do diretor financeiro e de Crédito Digital para MPMEs da instituição, Alexandre Abreu

Lançada em abril de 2023, a Taxa Fixa do BNDES em Dólar (TFBD) oferece uma opção de financiamento com custo atrelado à variação cambial, o que é vantajoso para clientes que têm receitas atreladas ao dólar. No âmbito dessa linha, o valor aprovado com uso da TFDB totalizou 3,62 bilhões de reais em 2023, de um orçamento inicial disponível de 4 bilhões de reais, segundo informou o BNDES, nesta sexta-feira. Diante disso, o BNDES decidiu ampliar sua dotação em 4 bilhões de reais, levando o total disponibilizado em financiamentos com uso da taxa em dólar a 8 bilhões de reais. A ampliação da linha foi anunciada em momento em que o governo busca formas de irrigar o mercado de crédito, já que produtores enfrentam preços mais baixos da soja, além de uma quebra de safra em várias regiões. Na véspera, o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, disse à Reuters que o governo brasileiro avalia a possibilidade de lançar uma linha de financiamento em iuan para agricultores.

Reuters

FRANGOS & SUÍNOS

Sexta-feira: altas para o mercado de suínos

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, o preço médio da arroba do suíno CIF teve aumento de 4,27%, custando, em média, R$ 122,00, enquanto a carcaça especial subiu 3,26%, com valor de R$ 9,50/kg

Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à quinta-feira (1), o preço ficou estável somente no Rio Grande do Sul, fixado em R$ 5,84/kg e tímida queda de 0,16% em São Paulo, chegando a R$ 6,12/kg. Houve elevação de 0,32% em Minas Gerais, atingindo R$ 6,29/kg, incremento de 0,71% no Paraná, alcançando R$ 5,64/kg, e de 1,40% em Santa Catarina, fechando em R$ 5,78/kg.

Cepea/Esalq

Frango: sexta-feira com mudanças sutis no mercado

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável, valendo R$ 5,05/kg, assim como o frango no atacado, valendo R$ 6,70/kg

Na cotação do animal vivo, no Paraná houve aumento de 0,66%, chegando a R$ 4,55/kg, e baixa de 1,57% em Santa Catarina, atingindo R$ 4,38/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, Vivo, referentes à quinta-feira (1), tanto a ave congelada quanto o frango resfriado ficaram estáveis, custando, respectivamente, R$ 7,30/kg e R$ 7,35/kg.

Cepea/Esalq

Frango/Cepea: Preço da carne cai em janeiro; vivo se sustenta

Levantamento do Cepea mostra que os preços da carne de frango caíram em janeiro

A pressão, segundo pesquisadores deste Centro, veio do aumento da disponibilidade interna decorrente da queda nas exportações e da demanda doméstica enfraquecida (despesas extras da população e recesso escolar). No atacado da Grande São Paulo, a cotação média do frango inteiro resfriado foi de R$ 7,03/kg no primeiro mês do ano, retração de 2,6% frente à de dez/23. Para o produto congelado, a baixa foi de 2,5%, a R$ 7,04/kg. Já o frango vivo se sustentou no período, refletindo estratégia do setor de ajustar o alojamento de aves de corte com a demanda interna. O preço médio do animal no estado de São Paulo foi de R$ 5,11/kg, praticamente estável (-0,2%) em relação ao mês anterior. Vale lembrar que, em junho de 2023, o vivo havia sido cotado ao menor desde fevereiro de 2021, de R$ 4,44/kg.

Cepea

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