CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 2155 DE 02 DE FEVEREIRO DE 2024

clipping

Ano 10 | nº 2155 |02 de fevereiro de 2024

 

NOTÍCIAS

Cai a cotação do boi em São Paulo

A oferta de gado está boa e, em contrapartida, o escoamento não, sendo assim a cotação do boi caiu R$5,00/@, e a cotação da arroba está em R$235,00, preço bruto e a prazo

Para as outras categorias, as cotações estão estáveis, a vaca em R$212,00/@ e a novilha em R$230,00/@, preços brutos e a prazo. A arroba do “boi China” está em R$245,00, preço bruto e a prazo. Ágio de R$10,00/@. Na região Oeste do Maranhão, o mercado está estável para todas as categorias. O boi está sendo negociado em R$210,00/@, a vaca em R$195,00/@ e a novilha em R$200,00/@, preços brutos e a prazo. Não há referência para o “boi China” na região. Vencimento do contrato futuro do boi gordo em janeiro/24 na B3. No último dia de funcionamento da B3, em janeiro, houve a liquidação do contrato futuro do boi gordo, cujo código é BGIF23. A cotação da arroba nesse vencimento, segundo o indicador calculado pelo Cepea, ficou em R$247,11. O indicador do boi gordo da Scot Consultoria, ficou em R$235,94/@. A média da cotação da arroba do boi gordo nos últimos cinco dias úteis de janeiro, segundo a Scot Consultoria, foi de R$234,50, à vista e livre de impostos. Para o “boi China”, a média de preço no período foi de R$245,00/@.

Scot Consultoria

Cotações da arroba do boi sem alterações

O mercado físico do boi gordo apresentou pouca variação na quinta-feira (1º)

Segundo o consultor da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias as cotações permaneceram pouco alteradas, e há expectativas de melhora no escoamento da carne ao longo da primeira quinzena de fevereiro, com a entrada dos salários na economia incentivando a reposição entre atacado e varejo. “Os pecuaristas continuam a ajustar o ritmo das negociações, uma vez que as pastagens estão em boas condições. Prevê-se que esse quadro mude durante o segundo trimestre, período tradicionalmente marcado pelo auge da safra do boi gordo”, comenta Iglesias. Cotações: São Paulo (Capital): R$ 239. Goiânia (GO): R$ 230. Uberaba (MG): R$ 240. Dourados (MS): R$ 231. Cuiabá (MT): R$ 210. O mercado atacadista ainda teve preços estáveis ao longo da quinta-feira. Iglesias destaca que o mercado aguarda a recuperação dos preços durante a primeira quinzena do mês, período marcado por maior apelo ao consumo com a entrada dos salários na economia. Esse movimento é crucial para reduzir os estoques de carne. O quarto traseiro permanece cotado a R$ 18,00 por quilo. A ponta de agulha ainda é precificada a R$ 12,50 por quilo, enquanto o quarto dianteiro mantém o preço de R$ 12,60 por quilo.

Agência Safras

Boi/Cepea: Indicador cai em janeiro

Após iniciar janeiro acima dos R$ 252/@, o Indicador do Boi Gordo CEPEA/B3 encerra o mês com queda acumulada de 2,9%, fechando a quarta-feira, 31, a R$ 245

Segundo pesquisadores do Cepea, as escalas de abate relativamente alongadas têm pressionado as cotações da arroba, sobretudo para animais destinados ao abastecimento do mercado doméstico. De modo geral, os preços oferecidos pelos frigoríficos não têm agradado produtores e geram certo desânimo para a reposição. Sem muita possibilidade de segurar os animais no pasto ou no cocho, tendo em vista que eleva os custos, pecuaristas tradicionais e confinadores vão testando seus limites individuais de viabilidade, tentando regular a oferta.

Cepea

China deve habilitar 20 frigoríficos brasileiros para exportação este mês

Habilitações poderão atender empresas que já exportam à China por unidades já autorizadas e outras que poderão estrear neste mercado. Habilitações de frigoríficos da China tendem a impedir um aumento de preço da carne, diz Alcides Torres, da Scot Consultoria

A China deve habilitar até o fim deste mês cerca de 20 frigoríficos brasileiros para exportar carnes ao país, disseram três fontes graduadas da indústria. Segundo duas delas, a previsão das autoridades brasileiras é que a decisão seja tomada até sábado (3/02). A terceira fonte disse que o país deve esperar o fim do Ano Novo Chinês, festividade que vai de 10 e 17 de fevereiro.

Valor Econômico

ECONOMIA

Dólar cai ante real na esteira da baixa dos rendimentos dos Treasuries

O dólar à vista emplacou na quinta-feira a terceira sessão consecutiva de baixa ante o real, acompanhando o recuo da moeda ante boa parte das demais divisas no exterior, na esteira da queda dos rendimentos dos Treasuries, após novos dados do mercado de trabalho dos EUA e em meio a preocupações em torno dos bancos regionais norte-americanos

O dólar à vista fechou o dia cotado a 4,9150 reais na venda, em baixa de 0,47%. Em três sessões, a moeda acumulou queda de 0,74%. Na B3, às 17:13 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,69%, a 4,9270 reais. O mercado de câmbio abriu a sessão com investidores ainda digerindo a decisão de política monetária do Federal Reserve na quarta-feira, na qual a instituição anunciou a manutenção de sua taxa de juros de referência na faixa de 5,25% a 5,50% ao ano — como esperado — e descartou a possibilidade de novos aumentos de juros. Ao mesmo tempo, o Fed adotou uma postura cautelosa em relação ao início do ciclo de cortes de juros, o que elevou a percepção no mercado de que a primeira redução ocorrerá em maio — e não em março, como vinha sendo largamente precificado. Durante a manhã, porém, o Departamento do Trabalho dos EUA informou que os pedidos iniciais de auxílio-desemprego aumentaram em 9 mil, para 224 mil, ajustados sazonalmente, na semana encerrada em 27 de janeiro. Os economistas haviam previsto 212 mil pedidos para a última semana. Os números sugerem que o mercado de trabalho dos EUA pode estar esfriando, o que abriria espaço para a queda dos juros, trazendo um viés de baixa para o rendimento dos Treasuries na quinta-feira. Isso acabou por pesar também na relação do dólar ante outras divisas, incluindo o real. “Eu mencionaria também alguma preocupação do mercado com o sistema bancário americano. Tem banco regional lá de novo inspirando atenção”, pontuou durante a tarde o diretor da assessoria de câmbio FB Capital, Fernando Bergallo. “O balanço de um dos bancos trouxe apreensão, impulsionando então a compra de títulos e botando pressão nas taxas dos Treasuries, que respondem para baixo diante do aumento de demanda.” À tarde, o BC informou que o Brasil registrou fluxo cambial total positivo de 6,355 bilhões de dólares em janeiro até o dia 26. Pelo canal financeiro, houve entradas líquidas de 3,766 bilhões de dólares e, pela via comercial, entradas de 2,589 bilhões de dólares.

Reuters

Ibovespa avança com expectativa de dividendos da Petrobras

Investidores também analisam as decisões de política monetária do Banco Central e do Federal Reserve (Fed) e a potencial nova crise bancária nos EUA

O Ibovespa avançou na sessão de hoje, mesmo após queda firme do petróleo, sustentado pelas ações da Petrobras, conforme agentes esperam que a empresa siga distribuindo dividendos robustos. Durante a sessão, investidores também analisaram as decisões de política monetária do Banco Central e do Federal Reserve (Fed) e a potencial nova crise bancária nos EUA. Após ajustes, o Ibovespa subiu 0,57%, aos 128.481 pontos, na máxima intradiária. A mínima intradiária foi de 127.284 pontos. O volume financeiro do índice no dia (até as 18h15) foi de R$ 18,24 bilhões e de R$ 23,68 bilhões na B3. Em Nova York, S&P 500 subiu 1,25%, aos 4.906 pontos, Dow Jones teve alta de 0,97%, para 38.519 pontos, e Nasdaq registrou ganhos de 1,30%, aos 15.361 pontos.

Valor Econômico

Preços ao produtor no Brasil caem em dezembro e fecham 2023 com maior deflação desde 2014

Os preços ao produtor no Brasil recuaram 0,18% em dezembro e fecharam 2023 com deflação acumulada de 4,98%, taxa mais baixa para um ano desde o início da série histórica em 2014.

Em 2022, o Índice de Preços ao Produtor (IPP) havia acumulado alta de 3,16%

O dado mensal do IPP divulgado na quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) marcou o segundo resultado negativo em sequência, após recuo de 0,34% em novembro. Ao longo do ano passado, os preços ao produtor registraram queda durante a maior parte do primeiro semestre, passando a subir entre agosto e outubro e voltando a cair nos últimos dois meses do ano. “Ao analisar o resultado de 2023, é preciso lançar luz também sobre a apreciação cambial acumulada no ano, que amenizou o custo de importação de insumos, tornou os bens finais produzidos no exterior mais competitivos e reduziu o montante recebido em reais pelo exportador brasileiro”, explicou Felipe Câmara, analista do IPP no IBGE. Entre as 24 atividades analisadas, o IBGE apontou que no acumulado do ano as que tiveram as maiores variações foram produtos químicos (-17,25%), refino de petróleo e biocombustíveis (-15,45%), papel e celulose (-15,23%) e metalurgia (-9,77%). Já as principais influências no acumulado da indústria geral vieram de refino de petróleo e biocombustíveis (-1,85 ponto percential), outros produtos químicos (-1,51 p.p.), metalurgia (-0,60 p.p.) e alimentos (-0,60 p.p.). Já o resultado de dezembro foi puxado pelos preços 4,05% menores do refino, particularmente do óleo diesel. O IPP mede a variação dos preços de produtos na “porta da fábrica”, isto é, sem impostos e frete, de 24 atividades das indústrias extrativas e da transformação.

Reuters

Emissões externas chegam a US$ 6,85 bilhões em janeiro e ganham fôlego

A expectativa ainda é de que mais duas empresas lancem operações em meados de fevereiro

Em janeiro, historicamente uma janela aquecida para captações no mercado externo, o Brasil emitiu US$ 6,85 bilhões em títulos de dívida nos Estados Unidos (“bonds”), trazendo de volta otimismo para os volumes no ano. A expectativa ainda é de que mais duas empresas lancem operações em meados de fevereiro. O volume até agora alcançou praticamente a metade todo o ano de 2023, quando os ‘bonds’ somaram quase US$ 15 bilhões. O impulso, em termos de volume, veio da emissão soberana de US$ 4,5 bilhões junto a investidores estrangeiros, a maior emissão do país desde 2005. O valor foi ainda o dobro de 2023, quando o governo brasileiro acessou o mercado externo com US$ 2,25 bilhões com títulos verdes. E esse não foi o único marco do primeiro mês de 2024. O período contou ainda com duas estreias de companhias brasileiras no mercado de dívida em dólar, com a chegada da petroleira independente 3R Petroleum, com uma emissão de US$ 500 milhões, para o refinanciamento de dívida bancária feita para bancar a aquisição do Polo Potiguar, e da Ambipar, especializada em gestão de resíduos, que levantou US$ 750 milhões. O debute de uma brasileira no mercado de bonds não ocorria há dois anos. O gestor de renda fixa da Legacy Capital, Leonardo Ono, aponta que outra prova da boa janela foi a demanda dos investidores por todas operações. Nas duas emissões que fecharam o mês, por exemplo, FS registrou uma procura de US$ 1,3 bilhão e a Ambipar, de US$ 1,75 bilhão. “As demandas foram fortes. E as empresas conseguiram fugir de eventual volatilidade que poderia ter no mercado por conta do Fed (Fed, o banco central dos EUA)”, lembra. Essa demanda garantiu em algumas operações a redução das taxas e até mesmo o aumento do volume. A Ambipar, por exemplo, buscava cerca de US$ 500 milhões e captou US$ 750 milhões. A taxa inicial sinalizada era de 10% e ficou em 9,875%. “Conseguimos comprimir o preço e os papéis continuam sendo bem negociados no secundário, o que é uma ótima sinalização”, diz Caio de Luca Simões, chefe do mercado de capitais de dívida do Bank of America (BofA) no Brasil, que atuou na operação ao lado de Morgan Stanley, BTG Pactual e Itaú BBA. Na oferta da Cosan, que puxou a fila das emissões corporativas, a remuneração foi reduzida dos 7,75% ao ano indicados inicialmente para 7,375% ao ano. A companhia que atua em áreas como energia, álcool, açúcar e lubrificante, captou US$ 600 milhões. O dinheiro deve ser usado para amortizar parte dos empréstimos feitos para a compra de uma participação na Vale em 2022. Um dos motivos para esse início de ano agitado é a expectativa pelo início do ciclo de corte de juros dos Estados Unidos, que fez com que investidores se apressassem para garantir títulos prefixados com as taxas atuais. Além disso, também contribuiu o fato de os últimos anos terem sido mais fracos em termos de emissões, afirma Simões, do BofA.

Valor Econômico

Fluxo cambial fica positivo em US$ 1,5bilhão na semana até 26 de janeiro

A conta comercial foi responsável pela entrada líquida de US$ 144 milhões no período, enquanto a conta financeira anotou entrada de US$ 1,364 bilhão

O Banco Central (BC) informou na quinta-feira que o fluxo cambial anotou entrada líquida de US$ 1,509 bilhão entre os dias 22 e 26 de janeiro. A conta comercial foi responsável pela entrada líquida de US$ 144 milhões no período, enquanto a conta financeira anotou entrada de US$ 1,364 bilhão. No mês de janeiro, o fluxo cambial fica positivo em US$ 6,355 bilhões: o fluxo financeiro anotou entrada líquida de US$ 3,766 bilhões, enquanto o fluxo comercial registra entrada de US$ 2,589 bilhões.

Valor Econômico

LEGISLAÇÃO

CMN restringe emissões dos títulos CRI, CRA, LCI e LCA

As mudanças buscam assegurar que os “instrumentos sejam lastreados em operações compatíveis com as finalidades que justificaram a sua criação”, segundo o Conselho Monetário Nacional

O Conselho Monetário Nacional (CMN) anunciou ontem limitações para a emissão de títulos incentivados. No caso de certificados de recebíveis imobiliários e do agronegócio (CRI e CRA), foi vedada a captação com lastro em títulos de dívida emitidos por empresas não relacionadas aos setores específicos. Também foram alterados regras e prazos de vencimento de letras de crédito imobiliário e do agronegócio (LCI e LCA) e da letra imobiliária garantida (LIG). O estoque desses papéis isentos de IR, que já passa de R$ 1 trilhão, não será afetado. As mudanças buscam assegurar que os “instrumentos sejam lastreados em operações compatíveis com as finalidades que justificaram a sua criação”, disse o CMN. A iniciativa integra conjunto de medidas do Ministério da Fazenda para reduzir brechas fiscais e aumentar a arrecadação federal, apurou o Valor.

Valor Econômico

GOVERNO

Mapa encerra o mês com recorde de novos mercados abertos em janeiro para o agro

Até o momento, já são 87 novos mercados durante o terceiro mandato do Presidente Lula

O mês de janeiro foi marcado por grandes avanços em acordos comerciais, impulsionando a exportação de uma variedade ampliada de produtos do agronegócio brasileiro. De acordo com balanço divulgado pela Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária (SCRI/Mapa), o ano já registrou a abertura de nove novos mercados em cinco países diferentes. A expansão alcançou três continentes, beneficiando países como Botsuana na África, Estados Unidos e México na América, além de Filipinas e Paquistão na Ásia. A diversidade de produtos agora aptos à exportação inclui embriões e sêmen bovino, alevinos de tilápia, gelatina, colágeno, bovinos vivos e produtos do setor de reciclagem animal. Janeiro deste ano estabeleceu mais um recorde de aberturas de mercados nos últimos cinco anos, superando 2018 com 8 aberturas. No ano passado todo, com a marca histórica de 78 novos mercados em 39 países, o mês de janeiro havia registrado cinco. “É um pedido do presidente Lula e do ministro Carlos Fávaro para que possamos ampliar ainda mais a quantidade de produtos oferecidos pelo Brasil no mercado internacional, acessando inclusive destinos inéditos. Desde 2023, já alcançamos 87 mercados em 43 países”, afirmou Roberto Perosa, secretário de Comércio e Relações Internacionais. A expansão de mercados internacionais tem sido um fator importante no crescimento das exportações brasileiras. No ano de 2023, o agronegócio desempenhou um papel primordial, representando 49% do total das exportações do país. A receita gerada pelo setor alcançou a marca de US$ 166,55 bilhões, registrando um aumento de US$ 7,68 bilhões, ou 4,8%, em comparação com o ano anterior, 2022. Tais resultados são fruto do trabalho conjunto do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

MAPA

FRANGOS & SUÍNOS

Cotações no mercado de suínos estáveis na quinta-feira

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, o preço médio da arroba do suíno CIF ficou estável, custando, em média, R$ 117,00, enquanto a carcaça especial aumentou 1,10%, com valor de R$ 9,20/kg.

Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à quarta-feira (31), houve leve queda somente no Paraná, na ordem de 0,18%, chegando a R$ 5,60/kg. Os preços ficaram estáveis em Minas Gerais (R$ 6,27/kg), Rio Grande do Sul (R$ 5,84/kg), Santa Catarina (R$ 5,70/kg), e São Paulo (R$ 6,13/kg). O mês de fevereiro iniciou com novos preços, em direção positiva, para a suinocultura independente. Na quinta-feira (1) as principais Bolsas de Suínos que negociam os animais na modalidade independente tiveram alta, com animais mais leves disponíveis no mercado e demanda melhor por parte dos frigoríficos.

Cepea/Esalq

Suínos/Cepea: Demanda retraída pressiona cotações em janeiro

Os preços do suíno vivo e da carne caíram em janeiro. Segundo pesquisadores do Cepea, as quedas foram resultado do baixo ritmo de exportação da proteína e da demanda interna enfraquecida

Nos primeiros 19 dias úteis de janeiro, a média diária de carne suína embarcada foi de 3,7 mil toneladas, significativos 22,7% abaixo do desempenho apresentado em dez/23 – dados da Secex. No mercado doméstico, as vendas fracas estiveram atreladas ao menor poder de compra da população em fim de mês, ao recesso escolar e à oferta elevada de suínos.

Cepea

Suinocultura independente: fevereiro inicia com avanços nos preços

Oferta mais restrita de animais pesados e demanda aquecida dos frigoríficos motivou elevações

Em São Paulo o preço teve aumento, saindo de R$ 6,40/kg vivo para R$ 6,86/kg vivo, com acordo entre suinocultores e frigoríficos, segundo dados da Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS). No mercado mineiro, o valor passou de R$ 6,30/kg vivo para R$ 6,80/kg vivo, com acordo, segundo a Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg). Segundo informações da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), o valor do animal teve alta, saindo de R$ 5,85/kg vivo para R$ 6,11/kg vivo nesta semana. No Paraná, considerando a média semanal (entre os dias 25/01/2024 a 31/01/2024), o indicador do preço do quilo vivo do Laboratório de Pesquisas Econômicas em Suinocultura (Lapesui) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) teve queda de 9,44%, fechando a semana em R$ 5,51/kg vivo. “Espera-se que na próxima semana o preço do suíno vivo se mantenha, podendo ser cotado a R$ 6,14/kg vivo”, disse o Lapesui.

Agrolink

Altas para o frango congelado e resfriado em São Paulo

As cotações para o mercado do frango encerraram a quarta-feira (31) todas estáveis

Segundo pesquisadores do Cepea, o preço da carne de frango registrou quedas em janeiro. Além do movimento sazonal de demanda enfraquecida nesta segunda quinzena, os estoques elevados têm reforçado o movimento de baixa sobre os valores da proteína no mercado nacional, conforme relatam agentes consultados pelo Cepea. Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável, valendo R$ 5,05/kg, assim como o frango no atacado, valendo R$ 6,70/kg. Na cotação do animal vivo, no Paraná o preço ficou estável em R$ 4,52/kg, assim como Santa Catarina, valendo R$ 4,45/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, Vivo, referentes à quarta-feira (31), a ave congelada teve tímida alta de 0,27%, chegando a R$ 7,30/kg, e o frango congelado subiu 1,24%, fechando em R$ 7,35/kg.

Cepea/Esalq

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