CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1108 DE 25 DE OUTUBRO DE 2019

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Ano 5 | nº 1108| 25 de outubro de 2019


NOTÍCIAS

Preços firmes no mercado do boi gordo

A cotação da arroba subiu em 13, das 32 praças monitoradas pela Scot Consultoria na última quinta-feira (24/10)

Embora haja frigoríficos com programações de abate alongadas, com gado negociado a termo, os compradores que não estão nesta situação mantêm a disputa pelo gado e o cenário positivo para os preços. A proximidade da virada de mês, consumo doméstico um pouco melhor no último trimestre e exportações em bom ritmo criam este cenário. Para o curto prazo, não é esperada alteração na tendência positiva, com reforço no consumo doméstico com contratações temporárias e primeira parcela dos décimos terceiros salários, em novembro. No mercado atacadista de carne com osso, houve valorização e o boi casado de animais castrados está em R$11,26/kg, alta de 1,4% na comparação diária.

SCOT CONSULTORIA

Arroba do boi gordo deve continuar firme no último bimestre, diz Safras

No fechamento desta quinta-feira, 24, as cotações subiram R$ 1 em Minas Gerais e Mato Grosso do Sul e se mantiveram estáveis nas demais praças

O mercado físico do boi gordo segue com preços firmes nas principais praças, segundo levantamento da consultoria Safras. No fechamento da quinta-feira, 24, em Minas Gerais e Mato Grosso do Sul a arroba subiu R$ 1.  “O movimento de alta ganhou muita consistência ao longo do mês de outubro, fruto do quadro de restrição de oferta que permanece dominante neste segundo semestre”, comenta o analista Fernando Henrique Iglesias. Segundo ele, para o último bimestre não há perspectiva de alteração desse perfil, em linha com o regime irregular de chuvas que prejudicou o desenvolvimento das pastagens. “Nessas condições é seguro acreditar que o rebanho extensivo estará apto ao abate apenas no primeiro trimestre, formando uma lacuna de oferta justamente no período de maior demanda no ano”, aponta. Em São Paulo, os preços permaneceram em R$ 170 a arroba. Em Minas Gerais, passaram de R$ 160 para R$ 161. Já em Mato Grosso do Sul, subiram de R$ 157 para R$ 158. Em Goiânia (GO), continuaram em R$ 155 a arroba. Mato Grosso, por sua vez, tem cotações em R$ 150 a arroba. Já o atacado teve preços estáveis para a carne bovina. “A tendência de curto prazo oferece pouca perspectiva de reação dos preços, avaliando a reposição mais lenta entre atacado e varejo ao longo da segunda quinzena do mês. É importante destacar que o otimismo segue elevado em relação ao último bimestre, período pautado pelo ápice do consumo. Além disso, as exportações permanecem em bom nível, mantendo a disponibilidade interna ajustada”, diz Iglesias. O corte traseiro teve preço de R$ 13,40 por quilo, estável. A ponta de agulha seguiu em R$ 8,75 por quilo, enquanto o corte dianteiro permaneceu em R$ 8,90, por quilo.

AGÊNCIA SAFRAS

Brasil deve obter mais aprovações para exportar carne à China, diz ministra

O Brasil está confiante de que autoridades chinesas irão conceder autorizações para mais exportadores brasileiros de carne antes que o Presidente do país asiático, Xi Jinping, visite o Brasil no próximo mês, de acordo com um vídeo publicado no Twitter pela Ministra da Agricultura, Tereza Cristina, na quinta-feira

Ao final de sua segunda viagem à China, Tereza disse também que houve discussões com autoridades chinesas a respeito de açúcar, algodão e etanol do Brasil.  “Temos mais habilitações (de frigoríficos), que devem acontecer nesse intervalo de dias, entre a visita do Presidente (Jair) Bolsonaro e a visita do Presidente Xi Jinping ao Brasil”, disse ela. Em setembro, a China concedeu licenças de exportação a 25 plantas de frigoríficos do Brasil, permitindo que a crescente indústria de proteínas do país possa abastecer mais pessoas na nação asiática, onde um surto de peste suína africana prejudicou a oferta local. “Hoje o mercado de carne está em ebulição aqui. A necessidade é muito grande, então aqueles frigoríficos que estão preparados, que estão dentro dos protocolos para exportar para a China, todos terão oportunidade, tamanha é a necessidade e a vontade de importar carne do Brasil”, afirmou a Ministra.

REUTERS

BOI CEPEA: Produtividade brasileira é recorde para um 2º tri

A produtividade de quilogramas por animal aumentou no segundo trimestre deste ano frente aos três primeiros meses de 2019 e ao mesmo período de 2018

Os dados, divulgados pelo IBGE, mostram que a média da produtividade brasileira (levando-se em conta os abates de boi, vaca, novilho e novilha) no segundo trimestre de 2019 foi de 249,06 quilogramas de carcaça por animal (a maior, considerando-se os segundos trimestres de cada ano), acima dos 246,03 kg/animal observados nos primeiros três meses de 2019. Em relação ao mesmo período do ano passado (2º tri de 2018), o avanço é de 1,38%. Dentre os principais produtores, destacam-se os estados de São Paulo e Mato Grosso, que registraram as maiores produtividades no segundo trimestre de 2019, como já verificado no ano anterior. Outro estado que se destacou foi o Tocantins, que teve o maior incremento na produtividade, de 6,09%, entre o segundo trimestre de 2018 e o mesmo período de 2019, com média de 251,88 quilogramas de carne por animal.

Cepea

RS:Controle de fronteiras é essencial para eliminar vacinação contra febre aftosa

No Brasil, somente Santa Catarina detém a certificação, obtida há 12 anos

O Rio Grande do Sul só terá condições de ser considerado zona livre de febre aftosa sem vacinação com controle rígido de fronteiras e um planejamento envolvendo criadores, instituições e poder público. A avaliação é do Diretor do Sindicato dos Médicos Veterinários no Estado do Rio Grande do Sul (Simvet/RS), João Junior. Ele enfatiza que, mesmo com o fechamento do mercado paranaense no final deste mês, a retirada da vacina em solo gaúcho deve ser debatida com cautela por apresentar diversas vertentes. De acordo com o dirigente, o impacto mais imediato com a assinatura da normativa que proíbe a imunização no Paraná é na venda de animais de genética. Tradicionalmente, o Rio Grande do Sul comercializa bovinos para outros Estados, logo se prevê uma retração na demanda. No caso do Rio Grande do Sul, o Diretor do Simvet/RS defende um sistema integrado entre as polícias rodoviárias estaduais e federais, inspetorias veterinárias e produtores rurais, a fim de fiscalizar eficazmente a zona de fronteira seca com Uruguai e Argentina. “É necessário montar um projeto que funcione para se fazerem as denúncias e para que se controlem as propriedades. A rastreabilidade da pecuária bovina poderia ser uma alternativa segura e eficaz, podendo colher lucros significativos a médio longo prazo”, sugere. Os últimos focos no Estado foram registrados em 2001, em 22 municípios. Desde então, a vacinação vem sendo aplicada como forma de evitar novas ocorrências. “O RS deve evoluir seu status sanitário, por tudo que isso representa, mas não estou convencido de que estamos prontos neste momento”, pondera.

AGROLINK COM INF. DE ASSESSORIA

Mercado do boi gordo em alta no Rio de Janeiro

A escassa disponibilidade de animais terminados no Rio de Janeiro tem mantido o mercado com preços firmes e as programações de abate das indústrias curtas

Houve valorização de 4,0% para o boi gordo desde o início de outubro, sendo umas das praças onde houve a maior alta no intervalo. A expectativa para os próximos dias é de que os preços continuem sustentados. No fechamento da última quinta-feira (24/10), o boi gordo ficou cotado, em média, em R$159,50/@, a prazo e livre de Funrural. As arrobas da vaca gorda e da novilha têm sido negociadas em R$148,00, nas mesmas condições.

SCOT CONSULTORIA

ECONOMIA

Ibovespa recua com realização de lucros e fraqueza em balanços

O principal índice da Bovespa recuou na quinta-feira, em dia de realização de lucros após recentes recordes, mas também reagindo ao noticiário corporativo, marcado por resultados trimestrais abaixo das expectativas

O Ibovespa caiu 0,52%, a 106.986,15 pontos. O volume financeiro da sessão somou 19,1 bilhões de reais. A realização de lucros já era esperada após o índice ter avançado cerca de 2,7% na semana até a sessão da véspera, em que fechou com recorde. Para Fábio Galdino, chefe de renda variável da Vero Investimentos, o movimento é saudável. “Os ativos da bolsa se valorizaram muito nos últimos 15 dias, é normal que a gente tenha uma realização após altas fortes”, afirmou. O BTG Pactual revisou projeção para a taxa básica de juros e agora estimam que a Selic caia a 4% no final do ciclo de alívio monetário em 2020. Antes, eles previam o ciclo terminando em 4,5% no final deste ano. Nos EUA, mercados acionários não apresentaram rumo comum, com o S&P 500 avançando 0,19%, impulsionado por resultados trimestrais positivos da Microsoft e da PayPal.

REUTERS

Dólar volta a subir com ajuste técnico

O dólar subiu na quinta-feira por níveis técnicos e o exterior menos amigável a risco que acabaram disparando ordens de compras, o que fez a cotação fechar em alta

O dólar à vista encerrou com valorização de 0,30%, a 4,0449 reais na venda. Na mínima, a cotação tocou 3,9991 reais na venda (-0,84%), piso intradia desde 19 de agosto. Na B3, o contrato de dólar futuro de maior liquidez subia 0,16%, a 4,0425 reais. O mercado começou o dia ainda firme na ponta de venda de dólar, depois de duas quedas expressivas, na esteira do otimismo com a aprovação final da reforma da Previdência no Congresso. Mas investidores decidiram dar uma pausa no movimento à medida que o dólar testava níveis abaixo de 4 reais, ainda considerados atrativos para compra. Além disso, a cotação enfrenta um forte suporte técnico em torno de 3,978 reais, correspondente à média móvel linear de 100 dias. Os Investidores parecem voltar as atenções para os leilões do pré-sal marcados para 6 e 7 de novembro, que devem trazer 70 bilhões de reais em ingressos até o fim de dezembro.

REUTERS

Brasil cai 15 posições no ranking do Doing Business e fica em 124º lugar em ambiente de negócios

O Brasil recuou para a 124ª posição no ranking do Doing Business do Banco Mundial, depois de ter ocupado o 109º lugar na lista do ano passado, apesar de ter registrado uma ligeira melhora em sua nota geral, conforme relatório divulgado pelo Banco Mundial

No Fórum Econômico Mundial deste ano, em Davos, o Presidente Jair Bolsonaro afirmou ter como meta levar o país para o grupo dos 50 primeiros colocados até o fim de 2022. “O resultado não foi nada bom para o Brasil. Uma queda para 124º é algo para se lamentar e trabalhar para reverter, como temos feito deste o início do ano”, afirmou o Secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, Carlos da Costa, na quinta-feira. O ranking analisa a facilidade de fazer negócios em 190 economias, com notas mais altas indicando que as regulações do ambiente de negócios são mais propícias ao empreendedorismo. No geral, a nota brasileira foi calculada em 59,1, sobre 58,6 no ranking anterior. Ele lembrou que o Brasil nunca esteve entre os 99 melhores colocados e que entrar no grupo dos dois dígitos será um primeiro passo para o país, antes da almejada meta de chegar ao time dos 50 primeiros no mandato de Bolsonaro. O primeiro lugar do Doing Business foi ocupado pela Nova Zelândia, seguida por Cingapura e Hong Kong. O Brasil ficou bem atrás de países como China (31º colocado), Turquia (33º), Chile (59º) e México (60º).

REUTERS

Déficit em transações correntes aumenta para US$3,5 bi em setembro com saldo comercial menor

O Brasil registrou um déficit em transações correntes de 3,487 bilhões de dólares em setembro, acumulando em 12 meses um saldo negativo equivalente a 2,05% do Produto Interno Bruto (PIB), informou o Banco Central nesta quinta-feira

No mês passado, as exportações caíram 2,1% na comparação com setembro de 2018, enquanto as importações aumentaram 18%. Com isso, o saldo comercial caiu 64% no período, para US$ 1,679 bilhão. Apesar do aumento do déficit em transações correntes, conta que engloba também o comércio de serviços e os fluxos de juros e lucros, os investimentos diretos no país (IDP), de 6,306 bilhões de dólares, foram mais do que suficientes para financiar o saldo negativo. Segundo Fernando Rocha, Chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central, houve uma concentração de entrada de investimentos diretos nos últimos dias do mês. Para outubro, o BC projeta IDP de 7,2 bilhões de dólares, também acima da projeção de déficit para as transações correntes, de 5,8 bilhões de dólares. Os investimentos em carteira no mercado doméstico registraram saídas de 4,914 bilhões de dólares em setembro. A projeção do BC é que outubro marque o terceiro mês consecutivo de saídas de investimentos em ações e títulos. Até o dia 22, o fluxo estava negativo em 4,253 bilhões de dólares. Para Rocha, não é possível ainda falar em uma tendência para esses investimentos, que até então vinham oscilando entre meses de entrada e de saída.

REUTERS

EMPRESAS

Minerva oficializa joint venture com grupo chinês Joey Foods

É a primeira sociedade entre uma empresa brasileira e um chinês para exportar à China

A brasileira Minerva Foods, maior exportadora de carne bovina da América do Sul, assina nesta sexta-feira com a Joey Foods, que pertence aos grupos chineses Xuefang Chen e Wenbo Ge, a formalização da primeira joint venture entre uma empresa brasileira e chinesa do setor de carnes. Na nova empresa, que ainda não tem nome, a Minerva terá 51% do capital e a Joey, 49%. O investimento total é de US$ 15 milhões. A sociedade fará a importação e distribuição da carne na China. “O mercado de carne bovina ganhou mais espaço na China por causa da melhora na distribuição de renda da população e a peste suína africana catalisou uma tendência de mercado”, disse o CEO da Minerva Foods, Fernando Galletti de Queiroz, que está em Pequim para o ato. Pelo contrato a ser firmado, a sociedade terá preferência nas vendas da Minerva para a China continental. De suas plantas industriais no Brasil, Uruguai e Argentina, a Minerva exporta, atualmente, US$ 800 milhões anuais para a China em carne bovina. Desde 2000, o consumo cresceu 72% no país. Estimativas oficiais dão conta de que 28% do rebanho de porcos foi dizimado pela peste. Os cálculos do mercado são superiores. O Rabobank, por exemplo, estima que a China perdeu 43% do seu rebanho. A guerra comercial com os Estados Unidos, potencial exportador de carne suína para a China, seria um terceiro fator a estimular o mercado. Numa visita presidencial a ser marcada pela escassa formalização de acordos, o contrato será um dos poucos a ser concretizado.

VALOR ECONÔMICO

FRANGOS & SUÍNOS

Governo catarinense reduz para 7% a alíquota de ICMS para carnes de aves e suínos

A medida foi tomada porque a alíquota interestadual continua a 7% e depende de um convênio do Confaz

Em reunião realizada nesta quarta-feira (23), os Secretários de Estado da Fazenda (SEF/SC), Paulo Eli, e da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural (SAR), Ricardo de Gouvêa, anunciaram a diminuição de 12% para 7% a alíquota de Icms para carnes de frangos e suínos produzidas e vendidas no estado. A decisão foi tomada após estudos realizados por técnicos fazendários. Um projeto de lei será enviado para Assembleia Legislativa da Santa Catarina (Alesc), ainda em outubro, com a alteração. “A medida foi tomada porque a alíquota interestadual continua a 7% e depende de um convênio do Confaz. Enquanto não conseguimos mudar isso, voltamos a reduzir a alíquota interna para que o produto catarinense tenha mais competitividade em relação aos produtos do Paraná e Rio Grande do Sul”, explica Eli. Para o Secretário Ricardo de Gouvêa, esta é uma ação importante para manter a competitividade da agroindústria catarinense: “A cadeia produtiva de suínos e aves tem um papel muito importante na economia de Santa Catarina, gerando emprego e renda ao longo de todo setor”. A diminuição do Icms, de 12 para 7%, atendeu ao pleito de representantes da Associação dos Frigoríficos Independentes de Santa Catarina (Afisc), que estiveram com o Secretário da SEF/SC na última semana.

GOVERNO DO ESTADO DE SANTA CATARINA

Mercado de suínos: estabilidade de preços na semana

Nas granjas de São Paulo, a cotação do suíno se manteve nos mesmos patamares nos últimos sete dias. O animal terminado segue cotado, em média, em R$100,00 por arroba. Em relação a igual período do ano passado a arroba está 37,0% mais cara

No atacado, o movimento foi semelhante. A carcaça segue negociada, em média, em R$7,95 por quilo. As vendas perderam força com o passar dos dias na segunda quinzena, o que acabou gerando pressão nos preços. Apesar do cenário, nos próximos dias os frigoríficos devem voltar às compras com mais afinco, se preparando para a demanda de virada de mês. Além disso, as exportações seguem aquecidas. Segundo a Secex, até a terceira semana do mês, o volume de carne in natura embarcado diariamente foi de 2,9 mil toneladas, aumento de 24,0% em relação a setembro. Caso este ritmo continue, serão exportadas 67,6 mil toneladas em outubro, recorde para o ano.

SCOT CONSULTORIA

INTERNACIONAL

Impacto da peste suína sustenta a previsão de crescimento global de exportação de carne bovina de 4% do USDA para 2020

A demanda internacional robusta deverá impulsionar o crescimento das exportações, com previsão de exportações de carne bovina atingir 11,5 milhões de toneladas em 2020, um aumento de 4% em 2019

O aumento da demanda por carne bovina em toda a Ásia, sustentado pelo declínio da produção suína, será um fator-chave para impulsionar esse crescimento. A influência da febre suína africana na demanda de carne bovina está ocorrendo no momento em que a oferta global de carne bovina deve crescer apenas 0,9% a partir dos níveis de 2019, o que significa que a escassez de oferta e os fortes preços de importação provavelmente serão mantidos, sugerem previsões do USDA. O crescimento da produção global virá dos ganhos de produção no Brasil, EUA, Índia e Argentina, que devem compensar os declínios na produção na China, UE e Austrália. A demanda na China deve continuar aumentando, com as importações de carne bovina em 2020 atingindo 2,9 milhões de toneladas de peso de carcaça. Embora o consumo de carne bovina e de aves na China aumente, é improvável compensar o declínio na produção de carne suína. Grande parte da demanda adicional por carne bovina provavelmente será capturada pelos fornecedores sul-americanos, devido à disponibilidade e a um preço mais favorável. O rebanho bovino dos EUA deve entrar no início de um declínio cíclico, levando a um aumento na produção de carne bovina à medida que o abate aumenta, diz o USDA. Preços mais altos, desde que os fatores de demanda sejam mantidos, apoiarão as exportações dos EUA, que devem crescer de 6% a 1,5 milhão de toneladas. A produção de fornecedores sul-americanos parece forte, com mais aprovações de fábrica para exportação para a China e aumentos de produção esperados no Brasil, Argentina e Paraguai. Prevê-se que as exportações do Brasil atinjam 2,6 milhões de toneladas no próximo ano, um aumento de 15,6% em relação aos níveis de 2019 – a maior melhoria de qualquer exportador.

Meat and Livestock Australia (MLA)

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