CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1460 DE 07 DE ABRIL DE 2021

clipping

Ano 7 | nº 1460| 07 de abril de 2021

 

NOTÍCIAS

Boi: arroba renova recorde no Cepea pelo terceiro dia seguido

O indicador do boi gordo do Cepea, calculado com base nos preços praticados em São Paulo, renovou o recorde histórico pelo terceiro dia consecutivo

A cotação variou 0,47% em relação ao dia anterior e passou de R$ 317,45 para R$ 318,95 por arroba. Com isso, no acumulado do ano, o indicador teve uma alta de 19,39%. Em 12 meses, os preços alcançaram 58,68% de valorização. No mercado futuro, os contratos do boi gordo negociados na B3 tiveram um dia de poucas variações e rondaram a estabilidade. O vencimento para abril passou de R$ 317,1 para R$ 317,25, o para maio ficou inalterado em R$ 314,95 e o para outubro, de R$ 326,5 para R$ 327 por arroba.

CANAL RURAL

Boi gordo sobe em MT e vai a R$ 307 por arroba

Segundo consultoria, muitos estados registram negócios acima das referências, especialmente para animais para exportação

O mercado físico de boi gordo registrou preços entre estáveis a mais altos na terça-feira, 6. Segundo o analista Fernando Henrique Iglesias, a oferta continua avançando lentamente, enquanto os frigoríficos ainda acusam muita dificuldade na composição de suas escalas de abate, ainda posicionadas entre dois e quatro dias úteis. “Nesse ambiente, são evidenciadas negociações acima da referência média em muitos estados, e novamente animais destinados ao mercado chinês encabeçam o movimento”, disse Iglesias. A expectativa é que haja avanço mais consistentes do volume ofertado entre os meses de maio e junho, período em que as pastagens sofrem uma maior deterioração em função do clima seco. “Ou seja, é evidenciada perda de capacidade de retenção por parte do pecuarista, e este período costuma marcar o auge da safra de boi gordo e a mínima dos preços no ano. De qualquer maneira a queda não acontecerá de maneira agressiva; a expectativa é que os preços pecuários possuam grande resiliência em 2021. A entrada dos salários na economia somada a uma nova rodada do auxílio emergencial tende a motivar o consumo doméstico de carne bovina, o que pode oferecer fôlego a uma atuação ainda mais agressiva dos frigoríficos na compra de gado”, assinalou Iglesias. Na capital de São Paulo, a referência para a arroba do boi ficou a R$ 320, estável na comparação com a segunda-feira. Em Goiânia (GO), a arroba teve preço de R$ 300, estável. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada em R$ 306, inalterada. Em Cuiabá (MT), a arroba ficou indicada em R$ 307 a arroba, ante R$ 305,00 – R$ 306. Em Uberaba (MG), preços a R$ 313, estáveis. No mercado atacadista, os preços da carne bovina ficaram estáveis. Conforme Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por maior espaço para reajustes. No entanto esse movimento tende a se concentrar nos cortes menos nobres, a exemplo do quarto dianteiro e da ponta de agulha. No entanto, o cerceamento das atividades de restaurantes, bares e de outros estabelecimentos acaba limitando as vendas das linhas premium, vinculadas ao quarto traseiro. Com isso, o corte traseiro seguiu em R$ 20,50 o quilo. O corte dianteiro teve preço de R$ 17,55 o quilo, e a ponta de agulha permaneceu em R$ 17,30 o quilo.

AGÊNCIA SAFRAS

Preços do bezerro seguiram com forte movimento de alta ao longo de Março

No comparativo anual, o preço do bezerro teve uma valorização de 27%, em termos reais. O boi gordo avançou 20,7%, e a carne, 10,3%

Os preços do bezerro seguiram com viés de alta durante o mês de Março/21 diante da oferta de animais jovens abaixo da demanda por novos lotes de reposição. Segundo o levantamento do Cepea, os animais de reposição (nelore, de 8 a 12 meses) foram negociados no final de março acima de R$ 3 mil por cabeça na maioria das regiões produtoras. Em março, o Indicador do bezerro ESALQ/BM&FBovespa (Mato Grosso do Sul) avançou expressivos 8,63%, enquanto o do boi gordo para abate (Indicador CEPEA/B3, mercado paulista) subiu 4,17%. No caso da carne negociada no mercado atacadista da Grande São Paulo, a valorização da carcaça casada do boi foi de 3,77%. No comparativo anual, o preço do bezerro teve uma valorização de 27%, em termos reais, o boi gordo avançou 20,7%, e a carne, 10,3%. “Ainda que o boi gordo e a carne tenham se valorizado com menos intensidade que o bezerro, os preços de março também foram recordes reais das respectivas séries”, informou o Cepea.  Para buscar uma margem positiva, pecuaristas precisam, além de avaliar com cautela o movimento dos valores dos insumos, usar de modo eficaz ferramentas de gestão de seus custos de produção. As indústrias frigoríficas intensificaram a busca por novos lotes de boi gordo para abate visando atender a demanda das exportações.

CEPEA 

Arroba do boi gordo registra ganho de 5,81% em Março no Mato Grosso do Sul

Com base nos dados de 01/03 a 01/04, a Federação da Agricultura e Pecuária do Mato Grosso do Sul (Famasul), informou que o valor médio do boi gordo teve ganho de 5,81% e ficou em R$ 295,83/@, enquanto o preço médio da vaca teve um incremento de 6,18% e finalizou o mês a R$ 279,17/@ 

A federação apontou que a valorização nos preços se deve a oferta menor segue com mais peso na balança para justificar o movimento de alta. “As pastagens estão em melhores condições e os produtores terão a possibilidade de entrega gradual de animais. A expectativa é de melhora no consumo interno nos próximos dias em razão de recebimento dos salários e até mesmo com as novas rodadas de auxílio emergencial”, destacou a Famasul. No comparativo anual, os ganhos dos preços foram mais expressivos e a arroba do boi valorizou 54,74% e a arroba da vaca registrou alta de 59,59% frente aos valores praticados em março de 2020, que estavam ao redor de R$ 185,17/@ e R$ 169,42/@, respectivamente.

Famasul 

Ágio do bezerro apresentou acréscimo de 2,61% no Mato grosso em março

No estado do Mato Grosso, o ágio do bezerro apresentou acréscimo de 2,61 pontos percentuais em relação a igual período do ano passado

O Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (IMEA), informou que em Março/21 o bezerro de ano teve uma valorização de 6,32% em relação ao boi gordo, que registrou um ganho de 1,89%. Isso fez o indicador subir em 3,19 p.p., no comparativo com fev.21, alcançando os 26,50% de ágio. Diante da oferta restrita do bezerro, o instituto estima que o indicador deve permaneça em patamares elevados no curto e médio prazo. “A fim de contornar este cenário e fechar um caixa que compense o custo da aquisição, é necessário um maior depósito de carcaça no animal, como também é recomendado o travamento de preços com antecedência pelos confinadores”, informou o IMEA. Os pecuaristas têm segurado os animais dentro no pasto diante da maior disponibilidade de pastagens. Com isso, os preços do boi gordo e da vaca gorda fecharam a semana cotados na média de R$ 294,74/@ e R$ 283,48/@, respectivamente. A cotação do bezerro de ano apresentou ganho de 1,52% frente à semana anterior, já que a procura por machos de reposição está aumentando com o planejamento do confinamento. A escala de abate retraiu 0,12% dia e fechou na média de 3,84 dias.

IMEA 

Bolsonaro pede a Putin que mais frigoríficos brasileiros sejam liberados para vender à Rússia

Os dois presidentes conversaram por telefone na terça-feira

O Presidente Jair Bolsonaro, pediu ao Presidente da Rússia, Vladimir Putin, que mais frigoríficos brasileiros sejam liberados para exportar carnes para lá. Apesar de habilitadas, muitas plantas estão com restrições temporárias para vender aos russos. Em nota ao Valor, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) disse que mantém boas expectativas com os avanços das tratativas entre os presidentes de Brasil e Rússia. “Recentemente, autoridades russas sinalizaram a possibilidade de reduzir as tarifas para importações de carne de frango provenientes do Brasil. Neste sentido, há expectativa tanto por novas habilitações como também pela expansão dos volumes de carne de frango e de carne suína importados pelo principal mercado do Leste Europeu”. O Brasil vendeu 143,8 mil toneladas de carnes para a Rússia em 2020, negócios que renderam US$ 311,4 milhões. O principal produto comercializado é a carne de frango, com 83,6 mil toneladas, volume 30% maior que o vendido em 2019. Na sequência aparece a carne bovina, com 58,8 mil toneladas, mas que representaram maior valor: US$ 199,7 milhões contra US$ 108,7 milhões da venda de aves, segundo dados do Ministério da Agricultura. Apesar de ter cinco plantas habilitadas para a Rússia, o Brasil quase não vendeu carne suína em 2020. Foram apenas 100 toneladas, muito abaixo, por exemplo, das 918 toneladas de carne de cavalo vendidas no mesmo período. O baixo fluxo do produto deve-se aos investimentos da Rússia para produção de suínos internamente. São 30 unidades com permissão para exportar frangos e 11 para a venda de carne bovina. Para a exportação de carne de frango, por exemplo, são listadas 54 unidades no site do governo russo. Dessas, 23 têm restrições e uma teve a certificação suspensa. No caso da carne bovina, são 58 frigoríficos licenciados para exportar para a Rússia, mas 47 têm restrições temporárias. De carne suína, além dos cinco habilitados, outras 27 plantas estão com restrições.

VALOR ECONÔMICO

CNA assume gestão completa do Sistema Brasileiro de Identificação de Bovinos e Bubalinos (SISBOV)

A Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária (CNA) assumiu a gestão completa do Sistema Brasileiro de Identificação de Bovinos e Bubalinos (SISBOV) e vai atuar com o apoio da Associação Brasileira das Empresas de Certificação por Auditoria e Rastreabilidade (ABCAR) e seus associados.

O SISBOV é o instrumento oficial de identificação individual de bovinos e búfalos e foi criado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) como ferramenta de controle sanitário e fiscalização das propriedades rurais que desejam cumprir protocolos internacionais e exportar aos mercados mais exigentes, que remuneram melhor, como a União Europeia. Atualmente, a Certificação SISBOV permite que o pecuarista receba até R$ 4,00 a mais por arroba comercializada, valorizando os negócios em toda a cadeia produtiva e ganhando mais confiança dos consumidores nacionais e do exterior. “Foram vários estágios no processo de transição da gerência do MAPA para a CNA, que já vinha atuando desde 2009 na gestão de protocolos de Certificação no Brasil. É um sinal de evolução e inovação no segmento. A cadeia da carne vive um bom momento e podemos ampliar a certificação, investir ainda mais na segurança do alimento, ajudar para que os frigoríficos paguem efetivamente a carne de melhor qualidade recebida, beneficiando os produtores afiliados”, analisa Luís Henrique Witzler, presidente da ABCAR. As recentes instruções foram publicadas no dia 7 de março pelo Departamento de Saúde Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária do MAPA. E dão sequência ao trabalho que o ministério vem fazendo há mais de dez anos para que o protocolo de rastreabilidade de carne bovina brasileira seja uma responsabilidade integral dos agentes que integram a cadeia produtiva e exportadora da proteína vermelha. O documento informou que ratifica os protocolos determinados em 2016 e 2018, que determinaram a forma de acesso à Base Nacional de Dados (BND) pela CNA até a definitiva transição para um protocolo de rastreabilidade privado de adesão voluntária.

CNA

ECONOMIA

Dólar vai à mínima em duas semanas com otimismo global. Orçamento ainda gera apreensão

O dólar fechou em queda de mais de 1% na terça-feira, numa mínima em duas semanas, diante da fraqueza global da moeda norte-americana em meio à busca por risco na esteira da melhora das perspectivas para a economia mundial

A taxa de câmbio também repercutiu notícias de que o Presidente Jair Bolsonaro vetará parcialmente o polêmico texto do Orçamento 2021, que foi aprovado duas semanas atrás pelo Congresso e colocou em rota de colisão o Ministro da Economia, Paulo Guedes, e o Presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). O dólar à vista caiu 1,38%, a 5,6015 reais na venda. O patamar de fechamento é o menor desde o último dia 23 (5,5168 reais). No exterior, o índice do dólar operava nas mínimas desde também o dia 23 de março, enquanto o índice S&P 500 da Bolsa de Nova York se manteve perto de recordes, após o Fundo Monetário Internacional (FMI) projetar que o PIB mundial aumentará 6% neste ano, taxa não vista desde a década de 1970, graças principalmente a respostas de política econômica sem precedentes à pandemia de Covid-19. O organismo também elevou as estimativas de expansão para América Latina, mercados emergentes e Brasil, embora a melhora no prognóstico para a economia brasileira tenha sido marginal. Mas o mercado continuou a monitorar o noticiário sobre o Orçamento federal. O dólar foi às mínimas do dia com informações de que Bolsonaro vetaria parte do texto aprovado pelo Congresso –conforme desejado por Guedes–, mas a sensação ainda é de desconforto sobre o valor de emendas a ser cortado da peça e como serão financiados programas como o Pronampe, voltado a pequenas empresas.

REUTERS 

Ibovespa fecha quase estável

O Ibovespa fechou quase estável na terça-feira, contrabalançando perspectivas positivas sobre a recuperação da economia global e a vacinação no Brasil com receios fiscais

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa cedeu 0,02%, a 117.498,87 pontos. O volume financeiro somou 24,87 bilhões de reais, mantendo a desaceleração dos últimos pregões, contra uma média diária no mês passado de 36,9 bilhões de reais. Na visão do chefe de renda variável da Veedha Investimentos, Rodrigo Moliterno, há elementos positivos para a bolsa, como perspectivas de uma recuperação forte e rápida no exterior e noticiário mais positivo sobre vacinas no Brasil. Mas, internamente, segundo ele, há uma preocupação com a situação fiscal, com a questão do Orçamento, o que deixa o mercado dividido. Em Wall Street, a terça-feira encerrou com o S&P 500 no negativo, mas perto do recorde registrado na véspera. Apesar da queda maior nesta sessão, o Ibovespa ainda está atrasado em relação ao mercado norte-americano, acumulando queda de 1,3% em 2021, enquanto o S&P 500 sobe 8,5%, tendo na véspera renovado máxima histórica. Em dólar, o Ibovespa cai mais de 8%. Para o estrategista da Davos Financial Partnership, Mauro Morelli, a bolsa brasileira não deve reduzir essa defasagem enquanto não houver soluções mais definitivas principalmente no tema fiscal.

REUTERS 

FRANGOS & SUÍNOS

Mercado de suínos apresentou reação para o animal vivo em alguns Estados

De acordo com análise do Cepea/Esalq, o fraco desempenho das vendas internas da carne e a consequente desvalorização do suíno vivo deixam produtores em alerta 

Esse cenário vem mostrando que este ano será, novamente, desafiador ao setor, o que vai exigir que suinocultores usem de modo eficaz ferramentas de gestão de seus custos de produção. Em São Paulo, segundo a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF subiu 2,94%/4,75%, chegando a R$ 105,00/R$ 105,00, enquanto a carcaça especial valorizou 1,25%/2,44%, alcançando R$ 8,00/R$ 8,20 o quilo. No caso do animal vivo, conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à segunda-feira (5), o preço ficou estável em Minas Gerais, R$ 5,99/kg. Houve aumento de 3,50% em São Paulo, chegando a R$ 5,62/kg, e de 0,37% em Santa Catarina, valendo R$ 5,43/kg. O preço do quilo do suíno vivo caiu 0,35% no Rio Grande do Sul, atingindo R$ 5,74/kg, e 0,19% no Paraná, fechando em R$ 5,21/kg.

Cepea/Esalq 

Setor de carnes quer isenção de taxa para importar milho e registros de exportação

Pedidos foram feitos na última semana ao Ministério da Agricultura. Apesar da disparada no preço, ABPA diz que não há expectativa de faltar grão para o país

A indústria de carnes brasileira recorreu ao Ministério da Agricultura por apoio junto ao governo a seu pedido de isenção da tarifa de importação de milho, em momento de alta nos preços do cereal, e para reivindicar a criação de mecanismos, como registros de exportação, que deem mais previsibilidade ao mercado. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, essas medidas poderiam ajudar o setor caso haja algum problema com a segunda safra de milho do Brasil, que, de acordo com analistas, teve boa parte da área plantada em uma janela climática de alto risco. O temor é que os custos com o insumo mais utilizado na produção da ração, já considerados altos, aumentem ainda mais, caso haja uma frustração de safra, disse Santin. A entidade encaminhou um ofício ao ministério na última semana pedindo, por exemplo, uma nova suspensão da Tarifa Externa Comum (TEC) de 8% para importação de milho vindo por países de fora do Mercosul, aos moldes da isenção temporária liberada pelo governo no fim do ano passado, que encerrou em 31 de março de 2021. Segundo ele, quem autoriza este tipo de suspensão de taxas é a Câmara de Comércio Exterior (Camex), mas antes que a associação faça uma solicitação oficial à Camex, ela precisa ter o apoio do Ministério da Agricultura, integrante do comitê. Outra medida solicitada à pasta foi a isenção de outros tributos para a importação de milho. O indicador de milho Esalq/B3, calculado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), mostrou que o cereal fechou cotado a R$ 94,04 por saca na segunda-feira (5/4), uma disparada ante os R$ 57,83 vistos no mesmo período do ano anterior.

GLOBO RURAL 

INTERNACIONAL

Exportadores de carne enfrentam dificuldades com caos gerado por Brexit

Empresas do Reino Unido relatam dificuldades sistêmicas em exportar para a União Europeia, muita burocracia e possível perda permanente de 20% a 50% do comércio

Exportadores de carne do Reino Unido podem perder até metade de seu comércio como resultado do caos gerado pela saída do país da União Europeia (UE), o Brexit, dizem representantes do setor. As empresas relatam dificuldades sistêmicas em exportar para a UE, muita burocracia e uma possível perda permanente de 20% a 50% do comércio, afirmou a Associação Britânica de Processadores de Carne. Segundo o grupo, não dá mais para tratar a interrupção do comércio nas fronteiras simplesmente como problema de curto prazo. “Os obstáculos à exportação que enfrentamos agora estão à vista e não vão desaparecer”, disse o CEO da associação, Nick Allen. “Precisamos que o governo volte a conversar urgentemente com o setor e a UE para encontrar soluções detalhadas e duradouras”, completou.

Estadão Conteúdo

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