CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1436 DE 03 DE MARÇO DE 2021

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Ano 7 | nº 1436| 03 de março de 2021

ABRAFRIGO

Nota de Pesar 

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Foto: Reprodução Redes Sociais

A Associação Brasileira de Frigoríficos (ABRAFRIGO), em nome de todos os seus associados, funcionários e diretores, manifesta o seu pesar pelo falecimento do Diretor-Presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), José Samuel de Miranda Melo Júnior, ocorrido hoje (2), em São Luís (MA), onde estava internado em tratamento da Covid-19. Transmitimos também os nossos pêsames e solidariedade aos seus familiares e amigos, neste momento de profunda tristeza.

Associação Brasileira de Frigoríficos (ABRAFRIGO)

NOTÍCIAS

Preço do boi gordo mantém patamar elevado diante de oferta escassa

A expectativa é de que haja uma maior disponibilidade de animais terminados a pasto na segunda quinzena deste mês

O mercado físico do boi gordo apresentou poucas mudanças na terça-feira, 2. Os frigoríficos ainda se deparam com escalas de abate bastante encurtadas, posicionadas em média entre dois e três dias úteis. “A expectativa é que haja uma maior disponibilidade de animais terminados a pasto no decorrer da segunda quinzena do mês”, alerta o analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias. Também é importante pontuar que por se tratar de rebanho extensivo há uma maior condição de retenção. Portanto a decisão de venda do pecuarista terá peso no curto prazo. Em relação à demanda também há poucas novidades, com o consumidor médio descapitalizado buscando por produtos que causem um menor impacto em sua renda média, exatamente o caso da carne de frango. Essa premissa tende a se sustentar em todo o ano de 2021, período que tende a ser pautado por uma lenta recuperação econômica. Nesta terça, a arroba do boi gordo foi negociada por R$ 305 em São Paulo, R$ 295 em Goiás, R$ 304 em Minas Gerais, R$ 287 em Mato Grosso do Sul e R$ 296 em Mato Grosso. O mercado atacadista apresenta acomodação em seus preços. O ambiente de negócios não é animador. Mesmo durante a primeira quinzena do mês há pouco espaço para reajustes. A carne bovina segue perdendo mercado para a carne de frango, uma proteína mais acessível. Essa premissa será altamente relevante em um ano como o de 2021 que tende a ser pautado por um processo mais lento de recuperação macroeconômica. O corte traseiro ainda é precificado a R$ 19,30, por quilo. Corte dianteiro ainda é cotado a R$ 15,40, por quilo. Ponta de agulha também permanece precificada a R$ 15,40, por quilo.

AGÊNCIA SAFRAS

Boi Gordo: Safra com cara de entressafra

A oferta restrita não permite espaço para um volume grande de negócios no mercado físico do boi gordo, mesmo considerando o nível de consumo de carne bovina vigente. Com isso, a cotação nas praças paulistas está estável desde 2 de fevereiro

O boi gordo que atende ao mercado interno é negociado em São Paulo em R$302,00/@, enquanto os negócios envolvendo vaca e novilha gordas ocorrem em R$282,00/@ e R$294,00/@, respectivamente, preços brutos e a prazo. Em fevereiro o Brasil exportou 102,12 mil toneladas de carne bovina in natura, volume 7,64% menor que as 110,58 mil toneladas embarcadas em fevereiro de 2020 (Secex). Apesar do recuo, cabe destacar que os embarques haviam caído 26,8% até a primeira quinzena de fevereiro. O faturamento foi de US$463,58 milhões, queda de 5,32% frente ao faturamento no mesmo período do ano anterior (US$489,65 milhões). Apesar do recuo no volume e faturamento, o preço pago por tonelada de carne bovina in natura no mercado internacional melhorou 2,51% no mesmo período, US$ 4.539,30/t, em fev/21, contra US$4.428,10/t em fev/20.

SCOT CONSULTORIA

Boi China em São Paulo já é negociado a R$ 310 /@ motivado pela alta do dólar e renegociação da carne na exportação

Diferença entre o boi china e o boi comum deve crescer ao longo de março. Mercado interno segue com demanda fraca

Negócios para os animais com padrão exportação chegam a R$ 310,00/@ em São Paulo. A expectativa é que os preços para o Boi China se consolidem neste patamar em função da alta do dólar e porque as indústrias estão renegociando os valores do produto que são destinados ao mercado externo.  Segundo o Analista de Mercado da Cross Investimentos, Caio Junqueira, é possível um distanciamento nos preços do animal comum e do boi china ao longo de março. “Eu acho que esse vai ser o principal driver que deve acontecer durante esse mês, mas a diferença deve ficar entre 10 e 15 reais de um animal para o outro”, afirma.  Os preços da carne bovina exportada estavam sendo negociados próximos a US$ 5.000 a tonelada no ano passado, mas na virada do ano tiveram pequenos reajustes e foram para US$ 5.100. “As empresas pleiteiam um ajuste de 10% e a indústria brasileira informa que é necessário fazer esse reajuste devido a matéria prima estar muito escassa”, explica o analista.  No mercado doméstico, porém, o consumo de carne bovina segue lento e os frigoríficos não conseguem repassar novas altas de preços. “As pequenas indústrias estão sofrendo muito neste primeiro trimestre de 2021 para conseguir animais terminados e para conseguir boas margens de rentabilidade”, informa. Espera-se um volume maior de animais sendo direcionados para o abate entre abril e maio, principalmente gado de pasto.

CROSS INVESTIMENTOS

IMEA: Poder aquisitivo do recriador não avançou no mesmo ritmo do mercado de reposição

Apesar os preços dos animais de reposição estarem aquecidos em função do maior abate de fêmeas em anos anteriores, o poder aquisitivo do recriador não cresceu e esse cenário é reflexo das altas nos insumos, que em um ano aumentaram cerca de 120,46% e 73,85%, respectivamente, diminuindo o poder de compra do pecuarista 

Segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (IMEA), os valores do bezerro de ano em janeiro de 2021 mostraram um incremento de 31,87%, frente aos preços observados no mesmo período do ano passado. “Em relação ao ano passado, o produtor consegue adquirir 40,19% a menos da tonelada de farelo de soja com uma cabeça de bezerro. Já no comparativo com a saca de milho, a redução foi de cerca de 24,15%”, informou o Instituto. Mesmo com poucos negócios realizados com animais de reposição nesta semana a média semanal do bezerro de ano novamente apresentou alta. O indicador fechou em R$ 2.704,93/cab., crescimento de 1,15% em relação à semana passada. “Com a valorização mais intensa do bezerro de ano na última semana, a relação de troca boi/bezerro demonstrou recuo. Sendo assim, o indicador ficou em 1,82 cab/cab., queda de 0,53% ante a semana passada”, apontou o IMEA.  As cotações do boi gordo e da vaca gorda apresentaram variações mais amenas nesta semana, em que teve um avanço de 0,67% e 0,74%. Ambos encerraram a semana cotados na média de R$ 288,31/@ e R$ 277,42/@, respectivamente. No comparativo semanal, ainda como reflexo da baixa oferta de animais, a escala de abate teve queda de 0,17 dia e ficou na média dos 4,23 dias.

IMEA

Governo suspende por 1,5 ano decreto que impõe mais rigor à fiscalização para cisticercose bovina

Mas decreto sanitário não propõe soluções para perdas na indústria frigorífica, que pratica deságio no abate afetando a renda do produtor

Na segunda-feira (1/3), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou uma nova Instrução Normativa, a 121. Em meio à pressão de pecuaristas, a pasta decidiu paralisar, pelo prazo de 1,5 ano (18 meses), o Decreto no 10.468 publicado no dia 19 de agosto de 2020.  A instrução se refere a cistos detectados no momento do abate. De lá para cá, a resolução deu 194 dias – pouco mais de seis meses – de dores de cabeça e muitos prejuízos aos pecuaristas, ao ver sua produção de bovinos requalificada na indústria frigorífica. Isso porque, pela nova norma, a fiscalização da cisticercose bovina se tornou mais rigorosa. “É uma bomba-relógio esse decreto. Simplesmente a postergação para daqui 18 meses não quer dizer que vai aliviar a situação. Pelo contrário, a cadeia precisa se preparar muito para poder enfrentar a volta desse decreto”, diz o médico veterinário Enrico Ortolani, professor titular da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ-USP). Pelas regras anteriores ao decreto, se fossem achados poucos cisticercos mortos (uma espécie de bolsa onde se desenvolve a larva da tênia) o pedaço da carne era retirado e a carcaça estaria liberada. Pela nova regra, se for encontrado apenas um cisticerco morto, toda a carcaça deve ir para um tratamento térmico. Esse procedimento, além de ser custeado pelo produtor, pode derrubar pela metade o preço da arroba da carcaça. Ortolani ouviu alguns relatos de perdas de até R$ 600 mil entre os produtores. Para ele, decreto algum poderá resolver a situação da doença se não for elaborado um plano de erradicação da zoonose, como já é feito para o controle da febre aftosa, brucelose e tuberculose em bovinos. A cisticercose, apesar de não ser letal ao ser humano, passou a ser tratada como uma grande vilã pelo Mapa, pelos prejuízos que traz ao setor.

PORTAL DBO

ECONOMIA

Dólar fecha em alta de 1,15%, a R$5,6662, com incertezas locais

O dólar fechou em alta de mais de 1% na terça-feira em meio a uma forte pressão de compra que levou o Banco Central a vender mais de 2 bilhões de dólares à vista no mercado

Os negócios sentiram o baque já no começo do pregão da notícia da véspera sobre aumento de tributação a bancos. Conforme o pregão transcorreu, operadores repercutiram rumores sobre flexibilização de regras fiscais, puxando o dólar ainda mais para cima. A leitura do novo parecer da PEC Emergencial, oficialmente protocolado na terça-feira, não confirmou os maiores temores do mercado, o que ajudou a reduzir o ímpeto do dólar. Ainda assim, o texto trouxe uma versão mais desidratada da proposta, mantendo no mercado a incerteza sobre aumentos de gastos sem contrapartidas a contento. O dólar à vista subiu 1,15%, a 5,6662 reais na venda, maior patamar de encerramento desde 3 de novembro do ano passado (5,7609 reais). Na máxima desta sessão, foi a 5,735 reais, alta de 2,37%.

REUTERS

Bancos reagem e Ibovespa fecha em alta ajudado por Vale

O Ibovespa fechou em alta de mais de 1% na terça-feira apoiado principalmente na Vale, mas também na forte recuperação de bancos, após o pregão pressionado por receios com os rumos da política econômica do governo de Jair Bolsonaro

Agentes financeiros também relacionaram a melhora na bolsa paulista ao novo parecer sobre PEC Emergencial, que traz uma versão mais desidratada da proposta, de forma a facilitar sua votação, prevista para a quarta-feira. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,19%, a 111.647,32 pontos, de acordo com dados preliminares. Na máxima, chegou a 112.428,08 pontos (+1,9%). Na mínima, pela manhã, bateu 107.319,15 pontos (-2,7%). O volume financeiro alcançava 44,35 bilhões de reais.

REUTERS 

CNC aponta fechamento de 75 mil lojas em 2020

As micro e pequenas empresas responderam por 98,8% dos pontos fechados

Um levantamento divulgado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) aponta que 75 mil estabelecimentos comerciais com vínculos empregatícios fecharam as portas no Brasil em 2020, primeiro ano da pandemia da covid-19. Esse número é calculado a partir da diferença entre o total de abertura e de fechamento das lojas. Todas as unidades da federação registraram saldos negativos. Os estados mais impactados foram São Paulo (20,30 mil lojas), Minas Gerais (9,55 mil) e Rio de Janeiro (6,04 mil). Apesar do alto número de estabelecimentos que fecharam suas portas no ano passado, as vendas no varejo tiveram queda de apenas 1,5%. “Na primeira metade do ano, quando o índice de isolamento social chegou a atingir 47% da população, as vendas recuaram 6,1% em relação a dezembro de 2019. Na segunda metade do ano, quando se iniciou o processo de reabertura da economia e foram registrados os menores índices de isolamento desde o início da crise sanitária, as vendas reagiram, avançando 17,4%”, diz o estudo. O levantamento aponta, no entanto, que a população ainda manifesta algum grau de dependência do consumo presencial, o que traz desafios para 2021. A imprecisão dos prognósticos envolvendo a evolução da campanha de vacinação também gera incertezas. O estudo, porém, observa que há menor capacidade de geração de vagas por meio do comércio eletrônico, cujas vendas cresceram 37% em 2020. A crise decorrente da pandemia também afetou o nível de ocupação no comércio: 25,7 mil vagas formais foram perdidas em 2020. O ramo mais afetado foi o de vestuário, calçados e acessórios, com a queda de 22,29 mil vagas. Na sequência, aparecem os hiper, super e minimercados (14,38 mil) e lojas de utilidades domésticas e eletroeletrônicos (13,31 mil).

AGÊNCIA BRASIL 

Sem perdão, produtor terá de renegociar Funrural

Sem o perdão das dívidas do Fundo de Assistência ao Produtor Rural (Funrural) prometido por Jair Bolsonaro quando ainda era candidato à Presidência da República, produtores rurais ganharam uma alternativa para saldar o passivo bilionário 

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) incluiu a possibilidade de regularização dos débitos da contribuição previdenciária e do Imposto Territorial Rural (ITR) no Programa de Retomada Fiscal. O setor produtivo estima que cerca de R$ 34 bilhões poderão ser negociados com descontos de 100% sobre juros e multas e de até 70% do saldo devedor e prazos de parcelamento desses débitos que podem chegar a 133 meses. Devedores de ITR e Funrural poderão aderir à renegociação de 15 de março a 30 de setembro deste ano. Estão aptos a serem incluídos no programa os débitos inscritos em Dívida Ativa da União até 31 de agosto e também os anteriores a março de 2020, limite previsto anteriormente na medida da PGFN para os demais passivos. “A expectativa com a reabertura do Programa de Retomada Fiscal como um todo é de, ao menos, alcançar o resultado obtido em 2020, quando foram negociadas dívidas da ordem de R$ 81 bilhões, em aproximadamente 270 mil acordos”, disse a PGFN. As condições de renegociação variam de acordo com a dívida. Para pessoas jurídicas, os descontos variam de 35% a 50% sobre o saldo devedor, e os prazos, de 36 a 72 meses. No setor produtivo, o combo de renegociação de dívidas financeiras e tributárias é visto como um passaporte para a retomada do acesso ao crédito. Confiantes na promessa de perdão da dívida do Funrural, muitos produtores não aderiram ao Programa de Regularização Tributária Rural (PRR), criado em 2018. Segundo dados da Receita Federal, houve cerca de 10 mil adesões e R$ 11,2 bilhões negociados. Grupos de produtores cobram a extinção do débito, mas, segundo o governo, a medida não foi adotada por receio de que, com ela, se cometa crime de responsabilidade fiscal. No ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) definiu que a contribuição previdenciária não pode ser cobrada sobre as exportações, acabando, na prática, com parte considerável do passivo. Para negociar o passivo no PRR, era preciso abrir mão de processos judiciais que contestavam a dívida do Funrural, alvo de decisões controversas no STF desde 2011. “Teve gente que não fez isso, perdeu o prazo e foi direto para a Dívida Ativa da União. Por isso, era preciso um programa de regularização”, explicou um representante do setor. Uma fonte do governo avaliou que a medida da PGFN tem potencial para resolver o problema aos produtores, aliviar a pressão sobre o governo e tirar definitivamente da pauta de Brasília o assunto “tóxico” do perdão da dívida.

VALOR ECONÔMICO

EMPRESAS

BRF pretende investir R$ 700 milhões em transformação digital até 2025

Até 2025, a BRF planeja investir R$ 700 milhões em projetos de transformação digital. De 2017 a 2020, a companhia já realizou aportes de R$ 300 milhões em estratégias de inovação

Além de criar ações em cada unidade, empresa conta com centros que aceleram o desenvolvimento de novas tecnologias em toda a sua cadeia produtiva, do campo à mesa. Um exemplo é o Digital Lab, um polo de inovação localizado em Curitiba, PR, onde fica sua sede de tecnologia de informação. Uma das principais características do laboratório é o trabalho com times multidisciplinares. “Queremos estreitar ainda mais a conexão com o ecossistema de empresas startups e facilitar a inovação por meio da tecnologia, que faz parte do DNA da BRF”, ressalta Rafhael Paulo, Gerente do Digital Lab&Change Management. Um dos objetivos do Digital Lab é conectar a BRF com empresas de tecnologia, de startups a grandes corporações. No ano passado, o laboratório fez mais de 150 conexões para desenvolvimento de iniciativas tecnológicas. O centro também contribui para a capacitação de áreas parceiras dentro da BRF, com metodologias de estímulo à inovação, como agilebusiness e design thinking, que auxiliam as equipes a pensarem de maneira ágil e efetiva para entregar soluções de valor para os clientes. Desde 2019, já foram capacitados mais de 1.700 colaboradores da BRF globalmente. Outra finalidade é explorar tecnologias emergentes como realidade aumentada, reconhecimento de imagem, IoT – Internet das coisas, inteligência artificial, algoritmos avançados para produzir produtos experimentais e testes de conceito. O laboratório também investe em assistentes virtuais como Flor do RH que, por meio de um aplicativo de telefone celular, já fez atendimentos a mais de 42 mil colaboradores desde a sua implantação, há três anos. A Flor do RH responde a dúvidas de recursos humanos, atende solicitações por voz, emite documentos e está em constante evolução.

Infra News Telecom 

JBS faz captação bilionária para comprar gado

A JBS vai captar até 1,8 bilhão de reais em debêntures simples para comprar bovinos de produtores rurais, segundo ata de reunião do conselho de administração da empresa, que aprovou a proposta. A emissão será feita em até duas séries, com prazos de sete e 10 anos, respectivamente.

Reuters

FRANGOS & SUÍNOS

Rússia pode reduzir imposto de importação de carne de aves do Brasil, diz RIA

A Rússia pode reduzir os impostos sobre as importações de carnes de aves do Brasil se o aumento dos preços domésticos não se estabilizar, informou a agência de notícias RIA na terça-feira, citando uma fonte do setor

O governo russo impôs restrições à exportação de grãos e outras medidas na tentativa de desacelerar a inflação de alimentos em meio à pandemia de Covid-19 e à queda da renda familiar. O possível corte de impostos foi mencionado em uma reunião de funcionários do Ministério da Agricultura e dos maiores produtores de aves da Rússia na terça-feira, na qual eles discutiram o aumento dos preços de aves e ovos, disse a RIA. Frango e ovos são a proteína animal mais popular disponível para os russos, com a demanda doméstica crescendo nos últimos 12 meses, enquanto a produção de aves da Rússia tem diminuído neste ano, depois que alguns produtores foram atingidos por surtos de gripe aviária. A cota russa de importação de aves para 2021 está fixada em 364.000 toneladas com imposto zero para todos os países. Fora da cota, o imposto sobe para 65%. “Foi notado no encontro que o governo está discutindo a redução do imposto de importação da carne de frango do Brasil, que é um dos principais fornecedores desse produto, como uma possível medida de estabilização. Essa medida poderá ser tomada se outras soluções forem insuficientes”, disse a RIA, citando uma fonte.

REUTERS

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