CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1397 DE 07 DE JANEIRO DE 2021

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Ano 7 | nº 1397| 07 de janeiro de 2021

 

NOTÍCIAS
Preços da arroba do boi gordo em alta

A oferta de boi gordo continua pequena

Em São Paulo, com as escalas de abate curtas, em torno de 3 a 4 dias, os frigoríficos abriram as compras na última quarta-feira (6/1) pagando R$4,00/@ a mais na comparação feita dia a dia, para todas as categorias destinadas ao abate. Segundo levantamento da Scot Consultoria, a cotação de referência da arroba do boi gordo ficou em R$272,00, preço bruto e à vista. Vacas e novilhas gordas foram negociadas em R$254,00/@ e R$262,00/@, preço bruto e à vista, respectivamente. Os negócios para bovinos com até quatro dentes, que atendem o mercado externo, ocorreram em torno de R$280,00/@. No Sul de Goiás o cenário é o mesmo. Houve alta de R$4,00/@ na comparação diária, com o boi gordo apregoado em R$262,00/@, preço bruto e à vista. Para as fêmeas a alta foi menor, acréscimo de R$1,00/@, com a vaca e novilha gordas cotadas em R$250,00/@ e R$253,00/@, preço bruto e a vista, respectivamente.

SCOT CONSULTORIA

Boi gordo: preço da arroba estabiliza, mas tendência é de alta no curto prazo

Os valores podem ganhar força a partir das escalas de abate dos frigoríficos, que seguem apertadas, entre dois e três dias úteis

O mercado físico de boi gordo teve preços estáveis na quarta-feira, 6. após as altas verificadas no início da semana. Segundo o analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a expectativa é que os preços continuem subindo no curto prazo, a partir das escalas de abate dos frigoríficos, que seguem apertadas, posicionadas entre dois e três dias úteis. A oferta de animais terminados no geral é restrita, e deve permanecer assim nas próximas semanas, consequência do quadro de estiagem prolongada que atingiu grande parte do Centro-Oeste do país durante o segundo semestre. “Basicamente, os animais de pasto não estão aptos ao abate, e devem chegar ao peso ideal apenas em meados de março”, assinala. Ainda de acordo com o analista, como grande limitador de movimentos mais agressivos de alta na arroba do boi há a demanda deprimida para a carne bovina. Em São Paulo, Capital, a arroba do boi ficou a R$ 275, estável. Em Goiânia (GO), a arroba teve preço de R$ 265, inalterada. Em Dourados (MS), a arroba permaneceu em R$ 263. Em Cuiabá, a arroba ficou indicada em R$ 251 em Uberaba, Minas Gerais, a R$ 270. No mercado atacadista, os preços ficaram estáveis. Conforme Iglesias, ainda há espaço para alguma alta nos preços, avaliando uma maior necessidade de reposição das cadeias na primeira semana do ano. “A situação da economia doméstica ainda remete a uma predileção por cortes mais acessíveis, como o dianteiro bovino, da carne de frango e dos ovos de galinha”, assinala Iglesias. Com isso, o corte traseiro permaneceu em R$ 20,50 o quilo. O corte dianteiro teve preço de R$ 14,50 o quilo, estável, enquanto a ponta de agulha seguiu em R$ 14,70 o quilo.

AGÊNCIA SAFRAS 

SINDICARNE-PR TEM NOVO PRESIDENTE

O Conselho de Administração do Sindicarne -Pr, nomeou e empossou como novo Presidente Executivo do Sindicarne, o empresário Ângelo Setim Neto, do Frigorífico Argus, para o mandato que vai até julho de 2022

Ângelo substituiu Pericles Pessoa Salazar que faleceu em dezembro, devido a complicações da Covid – 19. A reunião foi realizada em 05/01/21 na sede do Sindicarne em Curitiba.

AGROLIK/NOTÍCIAS AGRÍCOLAS/PORTAL TERRA/ ISTO É DINHEIRO/CANAL RURAL/PORTAL DBO 

FAO: Índice mundial de preços de alimentos sobe pelo sétimo mês consecutivo em dezembro

O índice de carnes subiu 1,7% no mês passado, enquanto sua média anual ficou 4,5% abaixo de 2019. A FAO disse que as cotações de aves se recuperaram em dezembro, em parte devido ao impacto dos surtos de gripe aviária na Europa. No entanto, os preços da carne suína caíram levemente, afetados pela suspensão das exportações alemãs para os mercados asiáticos após os surtos de peste suína africana

Os preços mundiais dos alimentos subiram pelo sétimo mês consecutivo em dezembro, com todas as principais categorias, exceto o açúcar, registrando ganhos no mês passado, disse a agência de alimentos das Nações Unidas na quinta-feira. O índice de preços de alimentos da Organização para Alimentação e Agricultura (FAO, na sigla em inglês), que mede as variações mensais de uma cesta de cereais, oleaginosas, laticínios, carnes e açúcar, teve média de 107,5 pontos no mês passado contra 105,2 em novembro. O número de novembro era anteriormente de 105,0. Para todo o ano de 2020, o índice de referência foi em média 97,9 pontos, uma alta de três anos e um aumento de 3,1% em relação a 2019. Ainda estava mais de 25% abaixo de seu pico histórico em 2011. Os preços do óleo vegetal continuaram fortes ganhos recentes, saltando 4,7% no comparativo mensal em dezembro, após alta de mais de 14,0% em novembro. Para todo o ano de 2020, o índice teve alta de 19,1% em relação a 2019. O índice de preços dos cereais registrou um aumento mais modesto de 1,1% em dezembro em relação ao mês anterior. Durante todo o ano de 2020, o índice ficou em média 6,6% acima dos níveis de 2019. Os preços de exportação de trigo, milho, sorgo e arroz subiram em dezembro, subindo em parte devido a preocupações com as condições de cultivo e perspectivas de safra na América do Norte e do Sul, bem como na Rússia, disse a FAO com sede em Roma. O índice de lácteos subiu 3,2% no mês, porém, ao longo de todo o ano de 2020, ficou em média 1,0% a menos do que em 2019. Em dezembro, todos os componentes do índice aumentaram devido à forte demanda global de importação, desencadeada por preocupações com as condições mais secas e quentes na produção de leite da Oceania, bem como a alta demanda interna na Europa Ocidental.

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ECONOMIA

BC ameniza pressão, mas dólar fecha na máxima desde novembro

O dólar teve mais um dia de intenso vaivém na quarta-feira, com a pressão levando o Banco Central a fazer oferta extraordinária de liquidez para amenizar a volatilidade

A percepção de incerteza é aumentada pela perspectiva de mais um ano de fluxo cambial negativo, depois de o país ter perdido 72,7 bilhões de dólares apenas nos últimos dois anos –sendo quase 28 bilhões de dólares em 2020. Persistentes ruídos fiscais e leitura de que a agenda de reformas enfrentará um duro caminho neste ano completam os fatores negativos ao real. O dólar à vista subiu 0,74%, a 5,3035 reais na venda, máxima desde 30 de novembro (5,3467 reais) e voltando a ganhar tração no fim da tarde conforme os mercados pioraram o sinal diante de tensões relacionadas a protestos pró-Donald Trump no Congresso norte-americano. A cotação variou entre 5,3603 reais (+1,82%) e 5,233 reais (-0,60%). Na B3, o dólar futuro tinha alta de 0,46%, a 5,3175 reais, às 17h38, oscilando 12,65 centavos de real entre a máxima e a mínima. É o terceiro pregão consecutivo de spread de mais de 10 centavos de real, o que dá ideia do nível de instabilidade nos preços. O real foi durante boa parte do pregão a divisa de pior desempenho no dia, a exemplo da véspera. O Banco Central anunciou oferta líquida de até 500 milhões de dólares em contratos de swap cambial tradicional. Desde o fim de dezembro, o real voltou a descolar de pares emergentes, mostrando desempenho pior, quadro que potencializa novas intervenções cambiais pelo BC. Com a queda da Selic a 2% ao ano e a inflação acima de 3%, o juro real no Brasil está negativo, o que desestimula a compra de reais por investidores em busca de lucros em operações de “carry trade” –nas quais no passado o real era destaque. O estoque de swaps cambiais do BC no mercado está em 68,091 bilhões de dólares, com 11,822 bilhões de dólares vincendos no começo de fevereiro.

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Ibovespa perde fôlego e fecha em queda

O Ibovespa fechou em queda na quarta-feira, abrindo espaço para realização de lucros na bolsa paulista

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa fechou em queda de 0,23%, a 119.100,08 pontos. O volume financeiro da sessão somou 40 bilhões de reais. Em relatório na quarta-feira, estrategistas para América Latina do Bank of America elevaram a alocação ‘overweight’ em ações cíclicas, enquanto mantiveram Brasil com ‘overweight’ no portfólio para a região. Nos EUA, o Dow Jones e o S&P 500 renovaram recordes com a perspectiva de Senado norte-americano de maioria democrata endossando apostas de mais estímulos fiscais e gastos em infraestrutura. Após o fechamento dos mercados, foi oficializada a vitória do Partido Democrata para dois assentos do Senado da Georgia, dando ao partido o controle do Congresso e o poder de promover a agenda do presidente eleito Joe Biden. Mas as bolsas em Nova York reduziram os ganhos em meio a protestos contra a vitória Biden, com manifestantes favoráveis ao presidente Donald Trump invadindo o prédio do Congresso.

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Fluxo cambial fica negativo em quase US$28 bi em 2020 e tem 2º pior ano da história

O Brasil fechou 2020 com saída líquida de quase 28 bilhões de dólares pelo câmbio contratado, o segundo pior resultado da história e o terceiro ano consecutivo de perda de recursos, o que ajuda a explicar a forte desvalorização do real no ano passado 

O fluxo cambial ficou negativo em 27,923 bilhões de dólares, após rombo de 44,768 bilhões de dólares em 2019, ano de maior debandada de recursos por esse canal. Ou seja, em apenas dois anos, o país viu saída líquida de 72,691 bilhões de dólares. Em 2018, o fluxo cambial ficou deficitário em 995 milhões de dólares. A última vez que o resultado se mostrou positivo foi em 2017, com modesta sobra de 625 milhões de dólares. O fraco número de 2020 foi puxado pelas operações financeiras –por onde passam fluxos de empréstimos, remessas de lucros e dividendos e investimentos em portfólio, entre outros–, com forte saída líquida de 51,173 bilhões de dólares. Na conta comercial (câmbio contratado para exportação menos o para importação), houve superávit de 23,250 bilhões de dólares. Apenas em dezembro, um total de 8,353 bilhões de dólares deixou o Brasil, segundo o câmbio contratado, com saídas tanto na conta comercial (-3,932 bilhões de dólares) quando na financeira (-4,422 bilhões de dólares). Em 2020, o real caiu 22,7% ante o dólar, em termos nominais, um dos piores desempenhos entre as principais moedas.

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IPC-Fipe sobe 0,79% em dezembro e termina 2020 com avanço de 5,62%

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo registrou alta de 0,79% em dezembro e encerrou 2020 com avanço acumulado de 5,62%, informou nesta quinta-feira a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe)

O resultado de 2020 ficou bem acima do que foi registrado em 2019, quando o IPC-Fipe acumulou alta de 4,40%. No ano passado, os preços de Alimentação foram os que mais subiram, com uma alta de 16,12%. Na contramão, os custos de Vestuário apresentaram recuo de 3,10%. Por sua vez a leitura de dezembro apontou que o maior peso no índice do mês também foi exercido por Alimentação, após os preços subirem 2,08%. O IPC-Fipe mede as variações quadrissemanais dos preços às famílias paulistanas com renda mensal entre 1 e 10 salários mínimos.

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EMPRESAS

Programa Marfrig Jovem Aprendiz 2021 oferece 199 vagas em 6 estados

A Marfrig acaba de abrir as inscrições do programa Jovem Aprendiz 2021, disse a companhia na quarta-feira (06). São oferecidas 199 vagas nas unidades localizadas em Várzea Grande, Pontes e Lacerda e Tangará, em Mato Grosso; Pampeano, Bagé, São Gabriel e Alegrete, no Rio Grande do Sul; Itupeva e Promissão, em São Paulo; Ji-Paraná e Chupinguaia, em Rondônia; Bataguassu, em Mato Grosso do Sul; e Mineiros, em Goiás

Segundo a Marfrig, o programa Jovem Aprendiz permite aos participantes desenvolvimento profissional, aprimoramento do conhecimento e prática da rotina do trabalho nas linhas de produção e nos setores administrativos. Para Jairo Agosta, Gerente de Recursos Humanos da Marfrig, a capacitação de jovens entre 18 e 24 anos é uma boa oportunidade de iniciar uma carreira na indústria de alimentos. “Acompanhamos o trabalho dos aprendizes de perto e todos têm a chance de se tornarem efetivos e construir carreira na maior produtora de hambúrgueres do mundo”, disse em nota. Para se inscrever no programa Jovem Aprendiz da Marfrig, o interessado deve enviar currículo por meio da plataforma: https://www.vagas.com.br/vagas-de-marfrig

No setor industrial, os aprendizes trabalham como auxiliares operacionais, aprendendo funções dos setores de abate e desossa. Na área administrativa, os jovens dão suporte ao atendimento ao público e à organização de arquivos, entre outras tarefas.

CARNETEC 

FRANGOS & SUÍNOS

Cenário positivo para aves e suínos

Embarques de carne suína superaram pela primeira vez a marca de 1 milhão de toneladas em 2020 

As exportações de carne suína do país confirmaram as expectativas e, pela primeira vez, superaram a barreira de 1 milhão de toneladas em 2020. Segundo dados compilados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o volume embarcado alcançou 1,021 milhão de toneladas, 36,1% mais que em 2019 (750,3 mil toneladas), e a receita aumentou 42,2% na comparação, para US$ 2,27 bilhões. Em dezembro, segundo a entidade, as vendas ao exterior somaram 80,3 mil toneladas, um aumento de 5,6% ante o mesmo mês de 2019, e renderam US$ 191,2 milhões, 4,1% mais. Ainda em fase de recuperação da produção doméstica, a China foi o principal destino das exportações brasileiras de carne suína em 2020. Para 2021, ainda puxadas pela demanda chinesa, a expectativa da ABPA é que os embarques atinjam cerca de 1,1 milhão de toneladas. Ainda conforme a ABPA, as exportações brasileiras de carne de frango alcançaram 4,23 milhões de toneladas e renderam US$ 6,123 bilhões no ano passado. Em relação a 2019, o volume cresceu 0,4% e a receita recuou 12,5%. Em dezembro, segundo a entidade, as vendas ao exterior somaram 380,8 mil toneladas, uma queda de 2,8% ante o mesmo mês de 2019, e renderam US$ 579,6 milhões, 8,9% menos. A China também é o principal destino das exportações brasileiras de carne de frango – que deverão somar, no total, até 4,4 milhões de toneladas em 2021 “As projeções confirmadas nas vendas finais reforçam o bom momento para o Brasil no mercado internacional, a despeito de um ano desafiador em todos os sentidos. A perspectiva é que o ritmo positivo se mantenha em 2021, com a esperada retomada econômica internacional”, afirmou Ricardo Santin, Presidente da ABPA, em nota.

VALOR ECONÔMICO 

Frango: margens melhoram em dezembro com alta da ave e queda dos custos

Apesar do alívio recente, 2020 foi marcado por forte pressão nos custos da ração e repasses para a carne de frango, diz Itau BBA

Com a ajuda da acomodação dos custos de produção em dezembro e a melhora no preço da ave viva, o spread da avicultura melhorou razoavelmente, voltando ao campo positivo. Apesar do alívio recente, 2020 foi marcado por forte pressão nos custos da ração e repasses para a ave viva e carne de frango, segundo análise feita pelo Itaú BBA. O fluxo de exportações de dezembro foi 0,3% menor em comparação com o mesmo período de 2019, da ordem de 360 mil toneladas, de modo que o total in natura exportado no ano caiu 1%. E mesmo com um aumento de 20% de vendas para a China, as exportações apenas compensaram menores valores para outros destinos relevantes. Outro elemento que impactou o setor foi a alta de 114% no preço do petróleo em dezembro de 2020, importante fonte de receita de muitos países importadores de carne de frango brasileira. Ao mesmo tempo, o preço da exportação da carne in natura subiu 5,6% e o efeito desta alta, em combinação com menores custos de produção no mês, exerceram efeito positivo no spread da exportação, que havia despencado desde julho de 2020. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) divulgou expectativa de crescimento entre 3,3% e 5,5% na produção brasileira de carne de frango em 2021, e uma expansão de 7% para as exportações.

CANAL RURAL

INTERNACIONAL

China suspende frango da França

Medida se deve à gripe aviária que se alastra pelo país

A Administração Geral de Alfândegas da China anunciou que suspendeu importações de frangos da França a partir de 5 janeiro. O país tem casos de gripe aviária h5N8, considerada altamente contagiosa. A medida chinesa visa proteger o setor de criação animal do país. A França vive um surto da doença. Até 1º de janeiro, haviam sido identificados na França 61 focos de gripe aviária, incluindo 48 na região de Landes, no sudoeste, onde há um grande número de criadouros de gansos e patos usados para a produção de foie gras. Nesta semana 200 mil patos foram sacrificados e outros 400 mil devem ter o mesmo destino. A China também já havia vetado importações de frango da Irlanda em dezembro. Por causa do surto milhares de galinhas foram abatidas e os irlandeses precisaram importar ovos, uma vez que, a produção caiu 15%. O surto de gripe aviária ocorreu no condado de Monaghan, local da principal fonte de de ovos na Irlanda. Na Irlanda do Norte sete aves selvagens apresentaram a forma mais grave da doença em dezembro e desde então criadores não podem manter as aves soltas e devem seguir estritas medidas de biossegurança. Nesta semana a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) notificou 50 casos da doença na Alemanha em fazendas de galinhas, patos, gansos e codornas das regiões Brandenburgo e Schenkendöberne Spree-Neibe. Além dos casos reportados na Alemanha, a OIE já confirmou surto de gripe aviária na Arábia Saudita, Vietnã, Israel, Ucrânia, República Checa, África do Sul, Romênia, Polônia, Índia, Eslováquia, Hungria e China.

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