CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1315 DE 04 DE SETEMBRO DE 2020

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Ano 6 | nº 1315| 04 de setembro de 2020

  

NOTÍCIAS 

Preços do boi gordo voltam a subir com restrição da oferta

Os frigoríficos estão com dificuldades para compor suas escalas de abate

Os preços do boi gordo ficaram entre estáveis a mais altos nesta quinta-feira, 3 no mercado físico brasileiro. “A oferta de animais terminados permanece restrita em grande parte do país, fazendo frigoríficos encontrar muitas dificuldades na composição de suas escalas de abate”, diz o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias. Conforme Iglesias, não há nenhuma sinalização de alteração no quadro de oferta e demanda no curto prazo. “Importante destacar que a disputa por animais que cumprem os requisitos para exportação à China segue acirrada”, aponta. No mercado paulista, já a relatos de negociações em até R$ 245 à vista para a arroba do boi gordo. “As exportações destinadas ao mercado chinês são o grande diferencial para o Setor Carnes brasileiro em 2020”, assinala o especialista do Safras. Em São Paulo, Capital, os preços do mercado à vista ficaram em R$ 241 a arroba, ante R$ 240 a arroba na quarta-feira, 2 Em Uberaba (MG), os preços subiram de R$ 236 a arroba para R$ 237. Em Dourados (MS), os preços ficaram em R$ 232 a arroba, contra R$ 231 registrados na quarta. Em Goiânia (GO), o preço indicado foi de R$ 230 a arroba, inalterado. Já em Cuiabá (MT), o preço ficou em R$ 219 a arroba, ante R$ 217 – R$ 218 a arroba na quarta. No mercado atacadista, os preços da carne bovina seguem firmes. Conforme Iglesias, a tendência de curto prazo ainda remete a reajustes, em linha com a entrada dos salários na economia, importante motivador da reposição ao longo da cadeia produtiva. “As exportações de carne bovina permanecem em ótimo nível, ainda uma consequência do ótimo volume de compras da China em 2020”. Com isso, a ponta de agulha permaneceu em R$ 13,95 o quilo. O corte dianteiro continuou em R$ 14 o quilo, e o corte traseiro seguiu em R$ 16,20 o quilo.

AGÊNCIA SAFRAS

Boi gordo: preços em alta

A primeira semana de setembro tem sido de fortes incrementos nas cotações da arroba no mercado do boi gordo

As escalas de abates estão apertadas em boa parte das regiões de pecuária monitoradas pela Scot Consultoria, reflexo da baixa oferta de bovinos. As indústrias estão compradoras visando atender o aumento da demanda por carne bovina na primeira metade do mês, que conta com o feriado nacional na próxima segunda-feira (7/9), favorecendo esse quadro. Além do bom desempenho das exportações, é claro. Nesse cenário, na última quinta-feira (3/9), entre as 32 praças pecuárias pesquisadas pela Scot Consultoria, a cotação da arroba do boi gordo subiu em 13 e ficou estável nas demais.

Scot Consultoria

Cotações firmes no mercado de reposição

As cotações continuam firmes no mercado de reposição

No balanço semanal, a valorização foi de 1,9% na média de todos os estados monitorados pela Scot Consultoria, entre machos e fêmeas anelorados. As altas seguem puxadas pelas fêmeas, considerando a média de todas as categorias, a alta foi de 2,0% na última semana, frente a 1,3% da média das categorias dos machos anelorados. Do lado das fêmeas, a demanda pelos pecuaristas está aquecida por todas as categorias.

Scot Consultoria 

CEPEA: Ano já é marcado por recordes

2020 avança e já vem sendo marcado por um novo ano de recordes. Segundo pesquisadores do Cepea, as intensas exportações brasileiras de carne e a oferta restrita de animais para abate mantêm as médias mensais da arroba em patamares recordes no mercado nacional 

Essa valorização da arroba, contudo, não indica que o pecuarista está com margem maior. Isso porque os animais de reposição (bezerro e boi magro) estão sendo negociados igualmente em patamares recordes reais das respectivas séries do Cepea. Além da reposição – que representa mais da metade dos custos de produção de pecuaristas recriadores –, a forte valorização do dólar neste ano elevou os preços de importantes insumos pecuários que são importados. É importante lembrar, ainda, que insumos de alimentação, como milho e farelo de soja, estão bastante valorizados. No caso da indústria, enquanto as exportações aquecidas e o dólar elevado ajudam na receita, os frigoríficos que trabalham apenas no mercado doméstico se deparam com matéria-prima em patamar recorde e demanda por carne bovina um pouco enfraquecida. A carcaça casada do boi é negociada em patamares superiores aos verificados em anos recentes, ao passo que a população começa a perder o poder de compra, diante da crise econômica gerada pela pandemia de covid-19.

Cepea

Preço do boi bate recorde mesmo com menor consumo de carne bovina

A menor oferta de animais é apenas um dos motivos para a valorização, de acordo com analista do Rabobank

O consumo de carne bovina recuou 2,51% no primeiro semestre de 2020, de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O analista Wagner Yanaguizawa, do Rabobank, afirma que como a proteína bovina é mais cara, acaba sendo mais afetada pelo recuo da demanda interna, que está fragilizada por conta da pandemia da Covid-19. Apesar do recuo da procura pela carne, o boi gordo continua em alta no Brasil, com preços recordes. Segundo o analista, isso se deve à oferta reduzida. “Como é de conhecimento, após dois anos de abates de fêmeas muito acelerados, temos um ciclo de baixa produção, com valorização da cria”, diz. Os custos elevados inibiram o investimento dos confinadores, reduzindo a disponibilidade de animais após o primeiro giro. Yanaguizawa destaca que a própria forma de calcular os preços colabora para a sensação de valorização, pois o indicador do Cepea é medido com base em São Paulo, onde estão 9 das 37 plantas habilitadas para a China. “Isso acentua a menor demanda, principalmente porque os animais [destinados ao país asiático] são mais jovens”, diz. Atualmente, 25% da demanda que forma os preços no Brasil está ligada à exportação. De acordo com Yanaguizawa, o segundo semestre deve registrar um incremento na demanda doméstica, principalmente com a chegada das estações mais quentes. “Além disso, a postergação do auxílio emergencial até dezembro com uma parcela intermediária, que está sendo usado para gastos com alimentação, deve manter o consumo”, diz. Mas o analista alerta que os preços do boi gordo podem chegar ao pico porque a ponta compradora não tem condições de absorver novas valorizações da proteína neste momento.

CANAL RURAL

ECONOMIA 

O dólar à vista caiu 1,27%, a 5,2906 reais na venda, menor patamar desde 4 de agosto (5,2838 reais)

O dólar emendou a terceira queda consecutiva na quinta-feira, com operadores prosseguindo com movimento de desmonte de posições compradas na divisa norte-americana ante o real diante da melhora do ambiente doméstico para reformas

O dólar à vista caiu 1,27%, a 5,2906 reais na venda, menor patamar desde 4 de agosto (5,2838 reais). A moeda oscilou entre alta de 0,32%, a 5,3759 reais (marcada logo no começo da sessão), e queda de 1,61%, a 5,2725 reais, já perto do fechamento do pregão no mercado à vista. Em três baixas consecutivas, o dólar acumula desvalorização de 3,47%. Desde a máxima em mais de três meses (de 5,6124 reais) alcançada em 26 de agosto, a cotação perde 5,73%. O real ainda cai 24,15% em 2020, de longe o pior desempenho global. No ano até a quarta-feira, o índice MSCI para moedas emergentes perdia 2,05%, queda muito mais branda que a de 25,11% do real no mesmo período. O bom desempenho do câmbio foi associado ainda a zeragem de posições compradas em dólar para proteger exposição na bolsa brasileira. Ainda na quinta, o mercado de câmbio recebeu bem dados positivos da produção industrial, que endossaram leituras de retomada econômica –o que deixa o país mais atrativo para fluxo estrangeiro. Em julho, a produção industrial cresceu 8,0% na comparação com o mês anterior, com o resultado ficando acima da expectativa em pesquisa da Reuters, de ganho de 5,7%. E o PMI Composto do Brasil –uma medida do ritmo e intenção de atividade no setor privado– mostrou crescimento pela primeira vez desde fevereiro. O dólar caiu ante o real a despeito do fortalecimento da divisa norte-americana no exterior, em dia de forte baixa nos mercados de ações em Wall Street, em correção liderada pelo setor de tecnologia, o mesmo que puxou o rali do mercado norte-americano desde o crash causado pela pandemia de Covid-19. O índice norte-americano Nasdaq –com forte peso de papéis de tecnologia– encerrou em queda de 4,97%, enquanto o S&P 500 –referência nos EUA– cedeu 3,46%, ambos de acordo com dados preliminares.

Reuters

Ibovespa fecha em queda com Wall St, mas bancos limitam perda

O Ibovespa fechou em queda de mais de 1% nesta quinta-feira, contaminado pela forte correção em Wall Street, com noticiário também pesando nas ações de Vale e ecommerce, enquanto a alta de papéis de bancos ajudou conter as perdas

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 1,28%, a 100.609,93 pontos, tendo alcançado 103.225,58 pontos na máxima da sessão e 99.750.80 pontos na mínima, segundo dados preliminares. O volume financeiro somava 36,85 bilhões de reais.

Reuters

Reforma administrativa deixa de fora parlamentares, magistrados e militares

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma administrativa abrange os servidores públicos dos três poderes –Executivo, Legislativo e Judiciário– na União, nos Estados e municípios, mas deixa de fora parlamentares, magistrados e militares

Segundo o Secretário Especial Adjunto de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, Gleisson Rubin, isso acontece porque parlamentares e magistrados são membros dos poderes, e não seus servidores. Já o Secretário de Gestão e Desempenho de Pessoal, Wagner Lenhart, pontuou que os militares das Forças Armadas não estão incluídos, pois não são considerados servidores públicos. Em coletiva de imprensa na quinta-feira, Rubin também pontuou que a economia fiscal com mudanças na administração pública não virá com essa PEC, mas com a segunda e a terceira fase da reforma administrativa, que mexerá em temas como diretrizes de remuneração. De acordo com Rubin, o encaminhamento dos demais projetos da reforma administrativa vai depender do próprio ritmo de tramitação da PEC no Congresso. A ideia é encaminhá-los “tão logo” a discussão sobre a PEC esteja avançada.

Reuters

Indústria brasileira abre 3º tri em alta mas continua 6% abaixo do nível pré-pandemia

A indústria brasileira iniciou o terceiro trimestre com aumento da produção pelo terceiro mês seguido e acima do esperado em julho, mas permanece 6% abaixo do nível visto antes das paralisações para contenção do coronavírus

Em julho, a produção industrial cresceu 8,0% na comparação com o mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na quinta-feira. O resultado ficou acima da expectativa em pesquisa da Reuters de ganho de 5,7%, mas o setor ainda não conseguiu eliminar a perda de 27% acumulada em março e abril, quando a produção chegou ao seu ponto mais baixo da série. O Gerente da pesquisa, André Macedo, ponderou que o setor continua 6% abaixo do nível pré-pandemia e isolamento social (em fevereiro). “Observa-se uma volta à produção desde maio, e é um crescimento importante, mas que ainda não recupera as perdas do período mais forte de isolamento.” Na comparação com julho de 2019, a produção voltou a registrar resultado negativo pelo nono mês seguido ao cair 3,0%, o que destaca as dificuldades de recuperação do setor. A expectativa era de uma perda de 6,4% nessa base de comparação. Nos sete primeiros meses de 2020, a produção da indústria brasileira acumula queda de 9,6%. “Para recuperar essa perda, precisamos que a indústria mantenha crescimento em série para repor”, completou Macedo. “Ainda existe um espaço e um resíduo a ser recuperado. Todas as categorias estão abaixo de fevereiro de 2020.” Pela primeira vez na série histórica iniciada em 2002, 25 dos 26 setores apresentaram taxa positiva no mês de julho. A principal influência positiva partiu da alta de 43,9% na produção de Veículos automotores, reboques e carrocerias em julho diante da contínua retomada da atividade. De acordo com o IBGE, o setor acumulou expansão de 761,3% em três meses consecutivos, mas ainda assim está 32,9% abaixo do patamar de fevereiro, antes da pandemia. O único setor a apresentar perdas foi o de Impressão e reprodução de gravações, com queda de 40,6%, depois de expansão de 77,1% em junho. Entre as categorias econômicas, a fabricação de Bens de Consumo duráveis aumentou 42,0% em julho sobre o mês anterior, enquanto a de Bens de Capital subiu 15,0%. Os Bens de Consumo Intermediários tiveram aumento de produção de 8,4%, e os Bens de Consumo Semi e não Duráveis cresceram 4,7%.

Reuters

Índice global de preços de alimentos sobe pelo 3º mês seguido, diz FAO

Indicador registrou alta 7% na comparação anual. Cereais, óleos vegetais e açúcar lideram as altas.

O preço global dos alimentos subiu pelo terceiro mês em agosto, impulsionado por cereais, óleos vegetais e açúcar, disse à agência das Nações Unidas para alimentação na quinta-feira (3). O índice de preços da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), que mede variações mensais em uma cesta de cereais, oleaginosas, laticínios, carne e açúcar, atingiu uma média de 96,1 pontos mês passado, ante 94,3 em julho. O indicador aumentou 1,9% ante o mês anterior, mas teve uma alta de 7% na comparação anual. A FAO, sediada em Roma, também disse em comunicado que a colheita global de cereais segue caminhando para um recorde anual em 2020. A FAO revisou para baixo sua estimativa para a safra de cereais de 2020 em 25 milhões de toneladas, principalmente devido às expectativas de queda na produção de milho dos Estados Unidos. Porém, apesar da redução, a agência ainda espera uma colheita recorde este ano, de cerca de 2,765 bilhões de toneladas, alta de 3% ante os níveis de 2019. “Colheitas recordes de milho são esperadas na Argentina e no Brasil, enquanto a produção global de sorgo deve crescer em 6% em relação ao ano anterior. A produção mundial de arroz 2020 também deve atingir um novo recorde de 509 milhões de toneladas”, disse a FAO. A previsão para o consumo de cereais em 2020/21 atingiu 2,746 bilhões de toneladas, uma alta de 2% versus 2019/20. A estimativa para estoques de cereal globais no fim da temporada em 2021 é de 895,5 milhões de toneladas, uma queda de 33,4 milhões de toneladas desde julho.

VALOR ECONÔMICO

FRANGOS & SUÍNOS

ABPA fará reunião com sindicatos para tratar da Covid-19 em frigoríficos

Encontro discutirá propostas para reduzir aglomerações e aumentar testagem nas unidades

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) aceitou se reunir com representantes da Confederação nacional dos Trabalhadores na Indústria de Alimentação e Afins (CNTA) e da Confederação Brasileira Democrática dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação da CUT (Contac) para discutir as reivindicações dos sindicatos relacionadas às medidas de prevenção e controle da Covid-19 em frigoríficos. O encontro ocorrerá de forma virtual na próxima quarta-feira (09/09). De acordo com o Presidente da CNTA, Artur Bueno Camargo, as entidades entregaram um documento com três reivindicações à ABPA na última segunda-feira (31/8): testagem em massa dos trabalhadores antes da reabertura de unidades fechadas por conta de focos da doença, fornecimento de máscaras adequadas e com troca diária e a redução do número de trabalhadores dentro das unidades a partir da reorganização dos turnos de trabalho. “Esses três pontos pra nós são essenciais e a gente tem urgência em tentar realmente resolver”, aponta Camargo. As propostas estão sob análise do Conselho da ABPA esta semana.

GLOBO RURAL 

INTERNACIONAL 

Setor mundial de carne bovina começa a voltar ao normal

China impulsiona mercado com compra de 41% da proteína exportada ao redor do mundo

A cadeia mundial de carne bovina começa a voltar ao normal. Os Estados Unidos, país líder em exportações, e o que mais sofreu os efeitos da Covid-19 já estão com os abates bovinos semanais entre 97% e 98% do que era antes da pandemia. Os americanos, devido à concentração e ao tamanho dos frigoríficos, tiveram de interromper o abate em várias unidades industriais no segundo trimestre deste ano. O Brasil, o maior exportador mundial também foi afetado pela pandemia, mas em proporções bem menores. O país mantém um fluxo intenso de exportação e de elevação interna de preços. Os dados fazem parte de um relatório que o Rabobank, banco especializado em agronegócio, divulga nesta sexta-feira (4) no Brasil. Os técnicos da instituição financeira avaliam o cenário deste terceiro trimestre. A China foi a principal responsável por manter esse mercado aquecido durante a pandemia, e está ajudando a recuperação do setor em vários países afetados pela Covid-19. As importações chinesas de carne bovina somaram 997 mil toneladas no primeiro semestre, 43% mais do que em igual período anterior. O apetite dos chineses fez com que eles ficassem com 41% da carne bovina comercializada ao redor do mundo neste ano. O Brasil foi um dos países mais favorecidos, uma vez que 38% dá proteína que saiu do país teve a China como destino. No ano passado, eram apenas 24%. Os argentinos forneceram para os chineses 22% da carne exportada, e os australianos, 16%. Apesar desse início de recuperação, o setor ainda sente o ritmo lento da retomada da alimentação fora do domicílio, o que reduz a demanda, segundo o analista do Rabobank. Nos Estados Unidos, a produção de carne neste ano ainda é 2% inferior à de 2019, mas os americanos deverão terminar o ano com uma evolução positiva de 1% a 1,5%. No caso do Brasil, onde a oferta de gado está restrita, a produção de carne poderá cair 2,5%, em relação à de 2019, apesar da forte demanda chinesa pelo produto brasileiro. Com relação ao mercado interno brasileiro, os analistas acreditam que o consumo vá refletir a deterioração das condições econômicas. A Austrália, outro importante participante desse mercado, também tem oferta reduzida de animais. Ao contrário do que ocorre no Brasil, porém, as exportações caem, principalmente devido às compras menores da China naquele país. Na Europa, há uma melhora da demanda, mas a oferta de carne caiu 5% nos cinco primeiros meses do ano. Em alguns países, como ocorreu na Itália, a redução chegou a 16%. No Canadá, a produção continua em queda, mas em ritmo bem menor do que os 29% de março a maio. Há um estoque de gado à espera de abate. A Nova Zelândia, após a forte queda de março e abril, tem os abates normalizados.

FOLHA DE SP 

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