CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1314 DE 03 DE SETEMBRO DE 2020

abra

Ano 6 | nº 1314| 03 de setembro de 2020

 

NOTÍCIAS 

Mercado do boi gordo em alta

Segundo levantamento da Scot Consultoria, na última quarta-feira (2/9), em São Paulo, a cotação do boi gordo, para mercado interno chegou em R$242,00/@, preço bruto e a prazo 

Descontando a alíquota do Senar a cotação é de R$241,50/@ e livre de Funrural e livre do Senar a cotação é de R$238,50/@. Houve alta diária de 0,85% ou R$2,00/@. Com esse ajuste o ágio para o mercado chinês praticamente não existe. A cotação subiu em 15 das 32 praças pecuárias monitoradas pela Scot Consultoria. O quadro é de escalas curtas e pouca disponibilidade de boiadas. Destaque para região Norte, onde em praticamente todas as praças as cotações subiram e, em agosto, acumularam um incremento médio de 11,5%, considerando as praças de Rondônia, Tocantins, Pará e Acre.

SCOT CONSULTORIA

Boi: movimento de alta perde força mas sem indícios de queda, diz Safras

Segundo especialista, a oferta de animais terminados permanece restrita, sem sinais de avanços firmes no curto prazo

Os preços do boi gordo ficaram entre estáveis a mais altos na quarta-feira, 2, no mercado físico brasileiro. “O ambiente de negócios aponta para perda de força do movimento de alta nos preços. Mas, no entanto, ainda não há sinalização de queda”, diz o analista da Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias. Segundo ele, a oferta de animais terminados permanece restrita, sem sinais de avanços contundentes no curto prazo. Nesse cenário, os frigoríficos ainda se deparam com dificuldade em avançar as escalas de abate. “Além disso, as exportações permanecem em ótimo nível, com a China absorvendo volumes substanciais de proteína animal brasileira. Essa condição leva a uma disputa acirrada pelos animais que cumprem os requisitos para exportação ao mercado chinês”, aponta Iglesias. Na capital de São Paulo, os preços do mercado à vista ficaram em R$ 240 a arroba, ante 238/240 a arroba na terça-feira, 1. Em Uberaba, (MG), os preços subiram de R$ 235 a arroba para R$ 236. Em Dourados, (MS), os preços ficaram em R$ 231 a arroba, contra R$ 230 a arroba na terça. Em Goiânia, (GO), o preço indicado foi de R$ 230 a arroba, inalterado. Já em Cuiabá, (MT), o valor ficou em R$ 217 ante R$ 218 a arroba no dia anterior, praticamente estável. No mercado atacadista, os preços da carne bovina seguem firmes. Conforme Iglesias, segue a tendência de novas altas no curto prazo, com a entrada da massa salarial na economia acelerando a reposição entre atacado e varejo na primeira quinzena do mês, além das exportações seguirem com força, fator que ajuda a enxugar a oferta. Com isso, a ponta de agulha permaneceu em R$ 13,95 o quilo. O corte dianteiro continuou em R$ 14 o quilo, e o corte traseiro subiu de R$ 16,15 o quilo para R$ 16,20 o quilo.

AGÊNCIA SAFRAS

Bom desempenho das exportações brasileiras de carne bovina

Em agosto, o Brasil exportou 163,2 mil toneladas de carne bovina in natura, aumento de 20,8% na comparação com o mesmo mês de 2019

O faturamento foi de US$654,24 milhões, incremento de 16,0%, na mesma comparação (Secex). O volume exportado foi recorde para agosto e é o segundo maior volume já embarcado, atrás apenas do de julho último (-3,6%), que contou com dois dias a mais de exportações.

SCOT CONSULTORIA 

BOFA: tendência de sólida demanda global por carne brasileira deve continuar

A tendência de demanda global sólida por proteínas animais brasileiras deve continuar, apesar da perspectiva de queda de preços para alguns produtos, avalia o Bank of America (Bofa) 

Em relatório publicado na quarta-feira, analistas afirmam que as exportações de carnes do País mantiveram “uma trajetória impressionante em agosto”, com crescimento de 43% nos embarques de carne bovina, de 25% na exportação de carne de frango e aumento de 120% na comercialização externa de carne suína, de acordo com dados divulgados ontem pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia. Com base no cenário atual, o banco manteve a recomendação de compra para as ações da JBS, Marfrig, BRF e Minerva. O banco destaca que, apesar do avanço nos embarques ao exterior, os preços da carne bovina em dólares continuam caindo. Isso pode ser um reflexo das dificuldades de negociação com a China, que vem suspendendo as importações de algumas plantas brasileiras. Entretanto, essa queda foi compensada pela valorização do dólar ante o real, o que também ajudou a minimizar os efeitos do aumento de 4% nos preços do boi. As perspectivas dos analistas do Bofa apontam para uma continuidade na retração das cotações do gado bovino no quarto trimestre deste ano, o que pode auxiliar na recuperação das margens das companhias do setor. Em relação à carne de frango, o Bofa observa uma recuperação nos volumes embarcados para o mercado externo, com preços estáveis. Isso indica um momento oportuno para os produtores que estão sendo pressionados pelo aumento dos custos com ração, em virtude dos altos preços do milho, dizem os analistas. Por fim, o relatório comenta que a demanda internacional pela carne suína brasileira continua disparando, chegando a um recorde em agosto. “Diferentemente do mês passado, os preços subiram 5% em dólares na comparação anual, o que indica que os volumes enviados para a China ainda são fortes, já que a peste suína africana ainda desempenha um papel importante na disponibilidade de carne suína no país”, avaliam analistas do Bofa.

Estadão Conteúdo

Boi gordo de Mato Grosso atinge maior valor real em 3 anos

Mas pecuarista amarga custos altos dos insumos, o que tem reduzido o seu poder de compra

O preço médio real (descontado o efeito inflacionário) do boi gordo em agosto (parcial até dia 26) no Mato Grosso atingiu o maior patamar dos últimos três anos, subindo 25%, para R$ 205,57/@, na comparação com o valor registrado em agosto de 2017, de R$ 153,33/@, em média. As informações são do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea). “Para o produtor, este movimento poderia significar ganho no poder de compra, já que ele recebe mais dinheiro pelo mesmo produto”, relatam os pesquisadores do instituto. No entanto, complementam os analistas do Imea, “apesar da maior precificação da arroba, os custos de produção estão mais altos”, reduzindo o poder de compra do pecuarista. Com a venda de um boi gordo, o pecuarista do Mato Grosso comprava em agosto 2,47 toneladas de farelo de soja, um recuo de 6,54% na comparação com a quantidade de 2,64 toneladas registrada em agosto de 2019. O valor do farelo, na mesma base de comparação, subiu de R$ 1.115,90/tonelada para R$ 1.731,33/tonelada. Em relação ao milho, com um boi gordo, o produtor de Mato Grosso adquiria em agosto último 107,18 sacas de 60 kg, ante 128,56 sacas compras em agosto de 2019 – uma queda de 16,6% nessa relação de troca, segundo o Imea. No período analisado, o valor do milho pulou de R$ 22,94/saca para R$ 39,89/saca.“A menor disponibilidade e o consequente aumento na competitividade pelos grãos são os responsáveis por esta piora no poder de compra do pecuarista. Assim, mesmo com a maior remuneração pela arroba do boi gordo, os custos da atividade ainda seguem reduzindo a margem do produtor”, analisa o Imea.

PORTAL DBO

ECONOMIA

Dólar perde mais um suporte técnico e fecha na mínima em 4 semanas

O dólar voltou a cair ante o real nesta quarta-feira, indo abaixo de mais um suporte técnico e fechando no menor nível em quatro semanas, com investidores ainda repercutindo mensagens mais positivas do governo com relação à política fiscal do país, o que ajudou a amenizar o prêmio de risco embutido no preço do câmbio

O real destoou de vários de seus pares nesta sessão, marcada pelo fortalecimento do dólar nos mercados externos após dias seguidos de perdas. O dólar à vista caiu 0,49%, a 5,3586 reais na venda, menor patamar desde 6 de agosto (5,3429 reais). É a quarta desvalorização da moeda nas cinco sessões que se seguiram desde que a divisa bateu uma máxima em mais de três meses (de 5,6124 reais) em 26 de agosto. No período, o dólar recuou 4,52%. O dólar oscilou na quarta entre alta de 0,87%, a 5,4318 reais, logo no começo da sessão, e queda de 0,72%, a 5,346 reais, perto do fechamento. O mercado aguarda, para quinta-feira, o envio ao Congresso Nacional do texto da reforma administrativa, conforme anunciado na véspera pelo Presidente Jair Bolsonaro. A promessa foi entendida como sinal de maior compromisso do governo com a agenda de reformas e de equilíbrio fiscal, o que indica fortalecimento da posição do Ministro da Economia, Paulo Guedes, dentro do Executivo. O dólar caiu na quarta abaixo da média móvel de 50 dias (de 5,3713 reais), após na terça ter fechado aquém da média de 100 dias (na véspera em 5,3894 reais). Investidores acompanharam nesta quarta declarações do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, de que a autoridade monetária não trabalha com nível de preço para o câmbio e que poderá intervir “pesadamente” caso ache necessário. O BC segue estudando os fatores que estão provocando a volatilidade, completou ele, citando a realização de mais contratos pequenos e o uso do real como hedge. O debate sobre níveis de câmbio na mira do BC voltou à tona depois de o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovar na semana passada transferência de 325 bilhões de reais do lucro cambial contábil da autarquia para reforçar o caixa do Tesouro Nacional.

REUTERS

Ibovespa descola de NY e fecha em queda com ajustes

O Ibovespa descolou de Wall Street e fechou em queda nesta quartafeira, reflexo de ajustes após forte alta na véspera, com agentes financeiros reduzindo risco, enquanto aguardam definições no ambiente fiscal e nas reformas do país

Índice de referência da bolsa brasileira, o Ibovespa caiu 0,25%, a 101.911,13 pontos, após tocar 102.823,88 pontos no começo da sessão e recuar a 100.871,79 pontos na mínima do dia. O volume financeiro no pregão somou 22,2 bilhões de reais. Para o gestor de renda variável Scott Hodgson, da Galapagos Capital, a volatilidade de agosto segue presente na B3, tendo no radar a movimentação em Brasília. “Hoje traders reduziram risco no Brasil”, disse. O índice MSCI de referência para mercados emergentes mostrava queda de 0,1% no final da tarde. Para o analista de investimentos Igor Cavaca, da Warren, a indecisão sobre gastos governamentais no Brasil ainda preocupa, o que deve influenciar enquanto medidas claras não acontecerem. “O mercado subiu ontem mais do que os fundamentos. Dessa forma, está realizando a alta hoje”, reforçou. Em Nova York, o S&P 500 avançou pela nona sessão de 10 pregões e voltou a renovar máximas históricas, desta vez apoiado em papéis considerados mais defensivos, como os de serviços de utilidade pública. “Dados econômicos sólidos dos EUA e da China estão dando a investidores esperança de que a economia global possa se recuperar mais rápido do que o esperado da crise do Covid-19”, observou o analista Milan Cutkovic, da AxiCorp.

REUTERS 

BC é mais otimista que mercado com economia, vê pouco ou nenhum espaço para cortar Selic

O Banco Central vê uma reação da economia mais forte que a enxergada pelo mercado, indicou na quarta-feira o presidente da autarquia, Roberto Campos Neto, complementando que, em relação à Selic, a avaliação é que há pouco ou nenhum espaço para cortes adicionais

Ao participar virtualmente de evento promovido pela Bloomberg, Campos Neto estimou que a queda do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano deverá ficar “por volta de 5%”, seguida por um crescimento de “um pouco mais que 4%” em 2021. Os números contrastam com as projeções de -5,28% e +3,50%, respectivamente, coletadas pelo BC junto a economistas na mais recente pesquisa Focus. Quanto aos juros básicos, ele destacou ver pouco ou nenhum espaço para reduzir a Selic, após o BC ter cortado a taxa básica de juros em 0,25 ponto em agosto, ao patamar atual de 2% ao ano. “Dissemos que temos um limite mínimo para os juros no Brasil e que o ‘lower bound’ é dinâmico, e passamos muito tempo descrevendo a maneira como vemos isso”, afirmou ele, em inglês. “Também dissemos na nossa comunicação que vemos pouco ou nenhum espaço para fazer cortes adicionais, mas também reconhecemos que precisávamos de condições estimulativas. Por conta disso, introduzimos o instrumento de forward guidance (orientação futura)”, completou. Na quarta-feira, Campos Neto destacou que, logo após a introdução do forward guidance pelo BC, a curva média de juros cedeu, numa mostra do efeito da orientação futura recém-implementada. “Ficamos na verdade surpresos com a reação do mercado, foi maior do que esperávamos, em alguma medida. Mas então veio a preocupação fiscal e aí a curva sofreu inclinação de novo”, afirmou. Sobre a possibilidade do uso pelo BC da compra de títulos de dívida para achatar a curva, aberta pela emenda constitucional do Orçamento de Guerra, Campos Neto reiterou que a visão da autoridade é que este é mais um instrumento para evitar disfuncionalidade do mercado do que de política monetária.

REUTERS 

Fuga de capital estrangeiro da bolsa perde força em agosto

Apesar de novo déficit, mês teve o 2º melhor fluxo externo no ano

Agosto foi o segundo melhor mês do ano de participação do investidor estrangeiro no mercado secundário da bolsa brasileira, apesar de o saldo líquido ter ficado negativo em R$ 444,1 milhões. A explicação pode estar nos preços baixos em dólar e na temporada de resultados corporativos do segundo trimestre de 2020, que foi melhor do que o esperado. Em 2020, o saldo está negativo em R$ 85,4 bilhões. O pior mês do ano foi março, ápice da crise do coronavírus, quando foram sacados R$ 24,2 bilhões. Em junho, houve uma melhora e o saldo fechou positivo em R$ 343 milhões, movimento que não se sustentou no mês seguinte. Diante do risco fiscal, julho voltou a ter saída de R$ 8,4 bilhões. Já em agosto o fluxo estrangeiro permaneceu positivo ao longo de quase todo o mês, chegando a um saldo de R$ 1,45 bilhão no dia 28. Com o aumento das incertezas sobre os rumos das contas públicas nas últimas semanas, houve uma virada no dia 31, quando os saques somaram R$ 1,89 bilhão. Naquele dia, o Ibovespa fechou em baixa de 2,72%, recuperando-se na sessão seguinte (alta de 2,82%) com a perspectiva de encaminhamento da reforma administrativa. Ontem, o dia foi de correção – o índice caiu 0,25%, aos 101,911 pontos. Enquanto o Ibovespa patina sem sair do lugar, com doses reforçadas de volatilidade, o que se observa é o interesse dos estrangeiros por histórias específicas no mercado de ações. Daniel Gewehr, estrategista de ações para Brasil e América Latina do Santander, afirma que em agosto o investidor pode ter voltado a procurar oportunidades, uma consequência da temporada de balanços do segundo trimestre, que, apesar de ruim, apresentou resultados 6% a 7% melhores do que o esperado. “A bolsa não é a economia, está um pouco melhor por ter empresas líderes em seus setores e muitas exportadoras, que têm hedge natural.”

VALOR ECONÔMICO 

FRANGOS & SUÍNOS

Coronavírus: Aurora testará todos os empregados e trabalhadores terceirizados no RS

A Cooperativa Central Aurora Alimentos realizará nesta semana triagens médicas e testes do tipo RT-PCR para detecção da COVID-19 em todos os empregados e terceirizados de seus frigoríficos no Estado 

A medida busca controlar a disseminação do vírus e decorre de acordo com o Ministério Público do Trabalho (MPT), que observou o aumento de casos em algumas unidades da empresa. Serão diretamente beneficiados mais de 3,6 mil empregados e terceirizados das fábricas de Sarandi e Erechim. Pelo acordo, as testagem serão feitas em duas etapas, sendo que cada uma delas abrangerá 100% dos trabalhadores das Unidades e alcançarão 7.266 mil testes. Os casos positivos serão afastados por 14 dias e os inconclusos, encaminhados para nova coleta. Só poderão voltar ao trabalho os empregados que testarem negativo e estiverem assintomáticos pelo período mínimo de 72 horas. O procedimento será acompanhado pelas autoridades de saúde e vigilância epidemiológica locais. Os trabalhadores somente retornarão às atividades após a obtenção dos resultados dos testes aplicados, com vistas a viabilizar-se o bloqueio de transmissão. No mês de agosto, a empresa firmou acordo com o MPT para testagem de todos os trabalhadores de 4 Unidade da empresa em Santa Catarina, sendo acompanhado pelo MPT local. O acordo, firmado nesta segunda-feira (31/8), complementa termo de ajuste de conduta (TAC) firmado pela Aurora no início da pandemia.

MPT-RS 

Novo frigorífico da LAR gera 1,9 mil empregos no Norte do Paraná

Capacidade de processamento diário será de 175 mil frangos

O complexo industrial terá um abatedouro de aves com capacidade de processamento diário de 175 mil frangos, uma fábrica de rações com capacidade de produzir 19 mil toneladas/mês e uma unidade de recepção e beneficiamento de grãos com capacidade de 16,8 mil toneladas. A Lar fez um arrendamento de longo prazo para operar o complexo industrial da Frango Granjeiro no município, que existe há 34 anos. Esse contrato prevê compromisso futuro de compra e incorporação da frota de veículos leves e pesados da empresa. Neste frigorífico serão gerados 1.911 empregos diretos. Na operação de arrendamento, a Lar assumiu 300 aviários envolvendo 270 produtores distribuídos em 41 municípios do entorno de Rolândia. Com esse frigorífico, a cooperativa deve atingir a marca de 700 mil aves abatidas ao dia já a partir deste mês, com expectativa de alcançar 900 mil aves abatidas ao dia em 2023. As outras unidades da Lar são em Matelândia e Cascavel. “É a primeira unidade em Rolândia, levamos dez meses para concluir o negócio, mas esse trabalho com a avicultura vem sendo desempenhado há 21 anos pela cooperativa. Abatemos em Matelândia sete dias por semana, em Cascavel seis dias e em Rolândia vamos buscar os seis dias”, disse Irineo da Costa Rodrigues, Diretor-Presidente da cooperativa. “Ainda pretendemos incorporar mais 70 aviários e 300 funcionários no futuro porque temos margem para crescer. Nossa produção é dividida em 50% no mercado interno e 50% externo. A Lar exporta para 74 países, mas o Estado já alcança 160 países. Estamos buscando novos mercados”, acrescentou. A localização da indústria é estratégica para a cooperativa porque está instalada a 15 quilômetros da ferrovia, o que reduz o custo de transporte em direção ao Porto de Paranaguá e países importadores da carne paranaenses. A nova planta também viabilizará o atendimento ao mercado da faixa Norte do Paraná e cidades do interior de São Paulo. No segmento avícola, a Lar tem dois incubatórios e 1.002 associados integrados.

Agência de Notícias do Paraná 

INTERNACIONAL

Acordo da argentina com a China para carne suína será assinado em novembro

Enquanto o governo argentino avança no megaprojeto de exportação de carne suína para a China , o Memorando de Entendimento que seria assinado hoje, será adiado até novembro, embora não corra perigo.

Em sua conta no Twitter, a Cancillería informou que a assinatura do acordo será adiada. “Incorporamos especialmente ao Memorando de Entendimento com a China um artigo que garante o respeito às leis de proteção ambiental, recursos naturais e biossegurança. Por isso, sua assinatura será adiada até novembro ”, informou. Fontes indicam que o formato do memorando, que conta com grande oposição de ambientalistas que afirmam ” não ao acordo com a China “, ainda não está definido, mas que “a questão já está encerrada e avanços estão sendo feitos”. O Ministério das Relações Exteriores, Comércio Internacional e Culto, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Pesca e o Ministério do Desenvolvimento Produtivo, formaram uma equipe técnica para estabelecer, a partir do diálogo com empresas e câmaras do setor, o esquema de andamento da produção , seu impacto econômico e social. O esquema de crescimento da produção estabelecido prevê um aumento no estoque de mães de 300.000 cabeças em um período de 4 anos (60.000 no primeiro ano e 80.000 no seguinte), segundo documento oficial. Está adaptado ao cumprimento dos requisitos ambientais em vigor e para garantir a fiscalização do estado sanitário dos estabelecimentos produtores. O desenvolvimento irá gerar o seguinte impacto econômico e social: Investimento total: US $ 3.796.423.000 (US $ 151 milhões por unidade integrada). Produção esperada: 882 mil toneladas de carne suína. Exportações anuais: US $ 2,5 bilhões. Emprego direto : 9.500 empregos. Processamento de grãos : 3,6 milhões de toneladas de milho (3,11 conversão global). Em termos financeiros, a taxa de retorno esperada é de 21,3% e o prazo de reembolso do investimento é de 7 anos. O Governo tentará fechar o acordo no âmbito da intervenção argentina na feira internacional de Xangai. “Em novembro devemos viajar, aproveitamos e assinamos lá”, informaram as fontes consultadas.

Suinocultura Industrial

Acordo Mercosul-UE não avança no ritmo esperado, diz presidente do Uruguai

O Presidente do Uruguai, Luis Alberto Lacalle Pou, publicou na segunda-feira, 31, em suas redes sociais que o acordo comercial entre a União Europeia (UE) e Mercosul continua a avançar, porém não na velocidade esperada

“Minutos atrás, falei com a chanceler alemã, Angela Merkel. O acordo está avançando, embora não com a velocidade esperada”, afirmou. “Questões ambientais e processuais (além da pandemia) ainda precisam ser resolvidas. Concordamos em acompanhar nossas equipes e avaliar os resultados”, publicou Lacalle Pou nas redes sociais. O Mercosul e a União Europeia assinaram no ano passado o acordo de livre-comércio, mas para ser validado ele ainda depende de uma ratificação de todos os países envolvidos. Desde 1º de julho a Chanceler alemã, Angela Merkel, está à frente da presidência semestral do Conselho da União Europeia.

Estadão

ABRAFRIGO 

imprensaabrafrigo@abrafrigo.com.br

POWERED BY EDITORA ECOCIDADE LTDA 

041 3088 8124 

https://www.facebook.com/abrafrigo/

 

abrafrigo

Leave Comment