CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1300 DE 14 DE AGOSTO DE 2020

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Ano 6 | nº 1300| 14 de agosto de 2020

  

NOTÍCIAS

Boi gordo estabiliza com frigoríficos mais confortáveis, diz Safras

No entanto, analista destaca que não existe muito espaço para quedas nos preços, já que a oferta de animais terminados continua bastante restrita

Os preços do boi gordo continuaram estáveis na quinta-feira, 13, no mercado físico. “O ambiente de negócios permanece firme, mas em São Paulo alguns frigoríficos sinalizam para uma posição mais confortável em suas escalas de abate. Mesmo assim, não há grande espaço para queda dos preços, uma vez que a oferta de animais terminados e prontos para o abate permanece restrita”, diz o analista da Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias. Segundo ele, algumas unidades frigoríficas contam com a incidência de boiadas negociadas na modalidade a termo, além da utilização de confinamento próprio para suprir suas necessidades. “A demanda doméstica de carne bovina foi muito expressiva ao longo da primeira quinzena do mês, com um resultado positivo das vendas no varejo durante o fim de semana do Dia dos Pais. Por sua vez, as exportações permanecem em bom nível, com a China ainda atuando de maneira bastante enfática no mercado”, destaca Iglesias. Na capital de São Paulo, os preços do mercado à vista permaneceram em R$ 228/R$ 229 por arroba. Em Uberaba (MG), seguiram em R$ 227 por arroba. Em Dourados (MS), ficaram em R$ 220 por arroba. Em Goiânia (GO), mantiveram-se em R$ 220/R$ 221 por arroba. Já em Cuiabá (MT), continuaram em R$ 207 por arroba. Os preços da carne bovina ficaram estáveis no mercado atacadista. Conforme Iglesias, a reposição entre atacado e varejo continua fluindo de maneira satisfatória. Mas a tendência é de que haja um menor espaço para reajustes durante a segunda quinzena de agosto, período que contará com um menor apelo ao consumo. Com isso, a ponta de agulha permaneceu em R$ 13 o quilo. O corte dianteiro seguiu em R$ 13,30 o quilo, e o corte traseiro continuou em R$ 15,60 o quilo.

AGÊNCIA SAFRAS

Abate de bovinos cai 9,7% no 2º trimestre deste ano ante 2019

De acordo com o IBGE, o País registrou o abate de 7,17 milhões de cabeças de bovinos no período

O Brasil registrou o abate de 7,17 milhões de cabeças de bovinos sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária no segundo trimestre de 2020. O resultado representa uma queda de 9,7% na comparação com igual período de 2019. Quanto ao primeiro trimestre do ano, a redução foi de 1,2%. Os dados são da divulgação preliminar das Pesquisas Trimestrais do Abate de Animais, do Leite, do Couro e da Produção de Ovos de Galinha, divulgada na quinta-feira (13/8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o IBGE, a produção de carcaças bovinas foi 1,85 milhão de toneladas, queda de 6,6% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior e aumento de 0,5% em relação ao primeiro trimestre de 2020.

PORTAL DBO

Preço da carne bovina caiu no varejo em São Paulo

Foi a terceira semana consecutiva de queda nos preços da carne bovina no varejo paulista. Segundo levantamento da Scot Consultoria, na média de todos os cortes pesquisados, o recuo foi de 1,7% no estado

Em Minas Gerais, o cenário foi de estabilidade, com reajuste positivo de 0,1%. Já no Rio de Janeiro e Paraná, altas de 1,8% e 0,9%, respectivamente, na comparação semanal. Um cenário geral de consumo mais lento é esperado para a próxima quinzena.

SCOT CONSULTORIA 

Boi gordo: mercado calmo e firme

Em São Paulo, o aumento nas escalas de abate, que atendem em torno de cinco dias úteis, associado à estratégia de compras compassadas, determinaram um ritmo morno no mercado do boi gordo na última quinta-feira (13/8)

No entanto, as cotações ficaram firmes e a escassez da oferta de gado gordo não abriu espaço para testes de preços menores. Segundo levantamento da Scot Consultoria, o boi gordo ficou cotado em R$226,00/@, bruto, R$225,50/@, livre de Senar, e em R$222,50/@, descontados os impostos (Senar e Funrural), considerando os preços à vista. Para os bovinos jovens, que atendem ao mercado chinês, a cotação ficou em R$230,00/@ para o macho, e em R$220,00/@ para as novilhas, ambos preços brutos e à vista. O volume de boiadas oriundas de confinamento está um pouco maior, o que melhorou a disponibilidade de gado gordo em algumas regiões de pecuária. Mesmo assim, a oferta não está abundante e continua como um dos principais vetores para os preços firmes no mercado do boi gordo, com a ajuda das exportações.

SCOT CONSULTORIA

ECONOMIA

Dólar à vista caiu 1,56%, a 5,3675 reais na venda

Foi a maior queda percentual diária desde 22 de julho (-1,87%) e mais do que apagou a alta de 0,70% da véspera

Na B3, o dólar futuro recuava 1,40% às 17h05, para 5,3635 reais. O Banco Central não realizou leilões de câmbio nesta sessão. Na quarta, a autoridade monetária fez duas ofertas líquidas de contratos de swap cambial tradicional, o que não ocorria desde maio, quando o dólar bateu seguidos recordes nominais. A venda de swap cambial equivale a uma colocação de dólares no mercado futuro, ajudando a amenizar pressão compradora sobre a moeda. Enquanto o dólar caiu, a curva de juros voltou a inclinar e o Ibovespa recuou 1,58% (segundo dados preliminares). Vitor Péricles, estrategista-chefe da Laic Gestão de Recursos, vê essa combinação como sinal de redução de posições compradas em dólar para proteção de carteiras em outros mercados. Mais cedo, dados apontaram que a atividade no setor de serviços no Brasil cresceu em junho depois de quatro quedas seguidas, com recuperação acima do esperado. Mas o tema fiscal seguiu no radar. O mercado começou esta sessão digerindo discurso feito na véspera pelo presidente Jair Bolsonaro em defesa da manutenção do teto de gastos e da responsabilidade fiscal. O chefe do Executivo afinou o conteúdo com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), que estavam a seu lado durante fala na noite de quarta e que também saíram em defesa do equilíbrio das contas públicas. O mercado reagiu mal na véspera à saída, na terça-feira, de dois importantes secretários de Guedes, que, em tom de desabafo, cobrou comprometimento com o ajuste fiscal.

REUTERS

Ibovespa fecha em queda com agenda carregada de balanços

O Ibovespa fechou em queda na quinta-feira, com as ações da BRF despencando 8%, em sessão marcada por uma agenda cheia de resultados de empresas, que teve Via Varejo como destaque positivo

Investidores também continuam atentos a Brasília, principalmente após o Presidente Jair Bolsonaro afirmar na véspera que o governo respeita o teto dos gastos e quer a responsabilidade fiscal. Porém, a “debandada” da equipe econômica do governo trouxe preocupações sobreas perspectivas fiscais do país, principalmente em um momento de forte aumento de gastos para enfrentar a pandemia de Covid-19. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 1,58%, a 100.507,83 pontos, segundo dados preliminares, abandonando à tarde o viés positivo que marcou a primeira etapa do dia, quando superou 103 mil pontos. O volume financeiro somou 30,7 bilhões de reais.

REUTERS 

Serviços volta a crescer no Brasil em junho após 4 meses, mas está longe de nível pré-Covid

O volume de serviços do Brasil voltou a aumentar em junho depois de quatro meses de quedas diante do afrouxamento do isolamento social para contenção do coronavírus, mas ainda está distante de retornar aos níveis pré-pandemia e destaca a dificuldade de recuperação do setor

O setor de serviços apresentou em junho avanço de 5,0% sobre maio, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na quinta-feira. O resultado, entretanto, fica longe de recuperar as perdas acumuladas de 19,5% dos quatro meses anteriores. Com isso, o segundo trimestre terminou com queda de 15,4% sobre os três meses anteriores. Nos três primeiros meses do ano as perdas foram de 3%. Destacando ainda mais os impactos das medidas de isolamento sobre um dos principais setores da atividade econômica, o volume de serviços apresentou recuo de 12,1% em relação ao mesmo mês do ano passado, quarta taxa negativa. Além disso, mesmo com o resultado mensal de junho sendo o segundo mais alto da série iniciada em janeiro de 2011, o volume de serviços ficou 14,5% abaixo do patamar registrado em fevereiro, último mês antes da implementação das medidas contra a Covid-19.

“Diferente do comércio, em que a taxa já faz um V e recupera perdas da pandemia, serviços ainda mostram um distanciamento longo para voltar aos níveis de fevereiro”, destacou o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo. Segundo Lobo, para o setor de serviços recuperar o patamar de fevereiro, seria necessário registrar um crescimento de 17%. “Lá atrás o setor levou 3 anos para crescer 14,5%”, alertou. “Não consigo imaginar serviços recuperando na mesma velocidade do comércio. Vai ser necessário prazo mais longo”, completou. Em junho, todas as cinco atividades pesquisadas apresentaram ganhos. Os destaques foram os avanços de 6,9% em transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio e de 3,3% de serviços de informação e comunicação.

REUTERS

EMPRESAS

JBS tem lucro de R$3,38 bi no 2º tri e supera estimativas

A JBS teve lucro líquido de 3,38 bilhões de reais no segundo trimestre, crescimento de 54,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, superando estimativas do mercado, com crescimento de receitas principalmente nos Estados Unidos

O resultado operacional medido pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado mais do que dobrou e atingiu 10,5 bilhões de reais. Projeções de analistas do setor compiladas pela Refinitiv apontavam, na média, lucro de 1,846 bilhão de reais e Ebitda de 7,068 bilhões de reais. A receita líquida totalizou 67,58 bilhões de reais nos três meses até junho, de 50,84 bilhões de reais um ano antes, com todas as unidades de negócios registrando crescimento na receita em reais. Na unidade JBS USA Beef, a receita cresceu 30,6%. No trimestre, aproximadamente 74% das vendas globais da JBS foram realizadas nos mercados domésticos em que a companhia atua e 26% por meio de exportações.

REUTERS

China exige “risco zero” de covid nas compras de carnes do Brasil

Detecção de traços do vírus em asas de frango oriundas do Brasil gera preocupação

O Brasil e a China negociam o estabelecimento de um protocolo de regras para prevenir contaminação de covid-19 nos frigoríficos que exportam para o mercado chinês e consequente disrupção no comércio bilateral, segundo fontes que acompanham a situação. Agora apareceu a detecção de traços de vírus em embalagem de asa de frango brasileiro em Shenzen, que está sendo monitorado. Pequim tem o claro objetivo de impor “risco zero” nas importações, em meio ao pavor chinês em relação ao vírus. Com o Brasil, há uma diferença entre o que o Ministério da Agricultura pode legalmente fazer e o risco zero exigido pelos chineses. A China insiste, por exemplo, numa regra de auto-suspensão das exportações em caso de problemas envolvendo covid-19 em frigoríficos, que em Brasília alguns avaliam como legalmente complicado. Pequim quer saber precisamente qual o protocolo que o Brasil vai seguir no caso de contaminação de um funcionário de frigorífico, o que faz para prevenir infecção etc. Se Brasília e Pequim não chegarem a um acordo para a troca de informação acelerada, o risco crescerá de Pequim suspender certas importações procedentes do Brasil, avaliam fontes. Em junho, com um novo foco do vírus em Pequim, pesquisadores do Centro para Prevenção e Controle de Doenças (CPDC) levantaram a hipótese de que a contaminação podia ter ocorrido por meio de salmão importado. Embora pescados não possam ser vetores da doença, o argumento em Pequim foi de que o produto poderia ter sido contaminado durante a captura ou transporte. A China freou então toda a importação de salmão do Chile e de outros países. Em seguida, foram suspensas importações de frigoríficos de suínos de Alemanha, Holanda e Dinamarca, e de camarão do Equador, por exemplo. O Brasil teve sete frigoríficos suspensos da lista de exportação para a China desde junho. Uma suspensão já foi revogada, restando seis estabelecimentos suspensos (dois de suínos, dois de bovinos e dois de aves). Especificamente em relação à detecção de traços de vírus em embalagem de asa de frango brasileiro, não está claro ainda qual impacto pode ter nas vendas para a China. O caso foi descoberto não pela Aduana chinesa, na entrada do produto na China, e sim por fiscalização sanitária municipal em Shenzen, portanto quando já estava no mercado. Nesta sexta-feira, autoridades chinesas receberam informações do Ministério brasileiro da Agricultura, em chinês, sobre o frigorífico exportador. O ministério diz estar monitorando a situação.

VALOR ECONÔMICO 

FRANGOS & SUÍNOS

Aurora alerta que China não confirmou teste que apontou coronavírus em seu produto

O governo da cidade chinesa de Shenzhen identificou na quinta-feira uma fábrica da brasileira Aurora Alimentos como origem de asas de frango que testaram positivo para o novo coronavírus, uma informação que não teve confirmação oficial das autoridades da China, disse a empresa do Brasil

O governo de Shenzhen identificou a companhia por seu número de registro em uma publicação em seu site oficial, que ao ser checada com registros brasileiros aponta para uma planta da Aurora em Santa Catarina. A Aurora, a terceira maior empresa do Brasil em processamento e exportação de carne de frango e suína, afirmou em nota que a informação não teve confirmação oficial por parte da autoridade pública nacional da China. “Inicialmente, esclarece a cooperativa comunicante que se trata, por ora, apenas de fato originário de notícia veiculada em imprensa local daquele país asiático, sem qualquer confirmação oficial por parte da autoridade pública nacional da China”, destacou. Procurado, o Ministério da Agricultura do Brasil disse que ainda não havia sido notificado oficialmente pela China sobre a detecção de coronavírus em embalagens de asa de frango importadas pelo país oriental. “Diante de tal insubsistência… a cooperativa… aguardará a devida manifestação por parte da autoridade pública competente, junto a qual esclarecerá os fatos e prestará as devidas informações a quem de direito”, acrescentou a Aurora no comunicado. O ministério acrescentou que, ainda na noite de quarta-feira, após notícia veiculada na imprensa da província chinesa, acionou imediatamente a Adidância Agrícola em Pequim, que consultou a Administração Geral de Aduanas da China (GACC) buscando as informações oficiais que esclareçam as circunstâncias da suposta contaminação”, disse a pasta em nota. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) afirmou em nota que ainda analisa informações sobre alerta o emitido pela China. A entidade também ressaltou em nota que “ainda não está claro em que momento houve a eventual contaminação da embalagem, e se ocorreu durante o processo de transporte de exportação”. “A ABPA reitera que não há evidências científicas de que a carne seja transmissora do vírus”, acrescentou a associação, que citou organismos internacionais como a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) e a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). O alerta do governo de Shenzhen, no sul da China, gera temores no país oriental de que embarques de alimentos contaminados possam causar novos surtos locais da doença.

REUTERS 

BRF alerta para desafios de testes de coronavírus em produtos, mas garante segurança

A testagem de produtos para aferir potencial contaminação por coronavírus, como quer a China, é um processo “extremamente complexo”, disseram executivos da BRF na quinta-feira, acrescentando que a empresa perdeu negócios de exportação no segundo trimestre em meio à pandemia

Os executivos afirmaram que apesar das dificuldades logísticas para testar as cargas de alimentos, a empresa pode garantir que seus produtos são seguros para o consumo, pois eles são produzidos em fábricas “higienizadas”. Após surtos de Covid-19, incluindo em uma fábrica de produtos de carne suína na cidade de Lajeado e em uma de carne de frango em Dourados, a China barrou exportações das duas instalações da BRF. Os comentários ocorreram em meio à notícia de que o governo da cidade chinesa de Shenzhen identificou na quinta-feira uma fábrica da brasileira Aurora Alimentos como origem de asas de frango que testaram positivo para o novo coronavírus. Executivos da BRF disseram que a empresa gastou milhões para controlar e prevenir a disseminação do vírus, confirmando que maiores despesas relacionadas à Covid-19 pesaram em seu desempenho financeiro do segundo trimestre. Os executivos também disseram que não há funcionários da empresa que testaram positivo para Covid-19 atualmente trabalhando em suas fábricas. “Sem dúvida que existem casos de Covid em frigoríficos”, disse o Presidente-Executivo da BRF, Lorival Luz, em conversa com jornalistas. Ele não comentou se algum funcionário da BRF morreu da doença, mas afirmou que qualquer pessoa que teste positivo é imediatamente afastada do trabalho nas fábricas da empresa. Na quarta-feira, a BRF informou que teve que afastar preventivamente, com remuneração, cerca de 8.200 funcionários, após o início da pandemia. A empresa contratou cerca de 6.700 trabalhadores temporários para substituir aqueles em grupos de risco, enquanto também afastou outros funcionários potencialmente infectados após fazer uma busca ativa de casos.

As ações da companhia encerraram o dia em queda de cerca de 8%, enquanto o Ibovespa mostrou variação negativa de 1,6%.

REUTERS

Abate de suínos sobe 5,9% no 2º trimestre ante 2º tri de 2019

De acordo com o IBGE, o peso acumulado das carcaças registrou 1,10 milhão de toneladas

Enquanto o abate de bovinos registrou queda no segundo trimestre, o abate de suínos avançou, segundo os resultados preliminares das Pesquisas Trimestrais do Abate de Animais, do Leite, do Couro e da Produção de Ovos de Galinha, divulgados nesta quinta-feira (13/8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O abate de suínos somou 12,07 milhões de cabeças no segundo trimestre de 2020, um aumento de 5,9% em relação a igual trimestre de 2019 e de 1,6% frente ao primeiro trimestre de 2020. Segundo o IBGE, o peso acumulado das carcaças registrou 1,10 milhão de toneladas, alta de 8,2% em relação ao segundo trimestre de 2019 e de 3,2% em comparação com o trimestre imediatamente anterior. Já o abate de frangos recuou. No segundo semestre de 2020, foram abatidas 1,40 bilhão de cabeças de frango, redução de 1,6% em relação a igual trimestre de 2019 e queda de 7,2% frente ao primeiro trimestre de 2020. Conforme o IBGE, o peso acumulado das carcaças foi de 3,21 milhões de toneladas, queda de 4,0% em relação ao segundo trimestre de 2019 e redução de 7,7% frente ao primeiro trimestre deste ano.

ESTADÃO CONTEÚDO 

INTERNACIONAL

Argentina tem 7 frigoríficos com exportação à China suspensa por Covid, diz fonte

Sete frigoríficos da Argentina estão com suas exportações de carne para a China suspensas devido ao registro de casos de Covid-19 entre funcionários, disse na quinta-feira uma fonte do departamento sanitário argentino Senasa, que acrescentou que é possível que três das unidades comecem a retomar os embarques ao país asiático nos próximos dias

A China é a maior compradora de carne bovina da Argentina, sendo o destino de 75% do total de 845.900 toneladas exportadas pelo país sul-americano no ano passado. No entanto, por causa da pandemia, os países concordaram que, caso fosse registrado um caso de Covid-19 em uma fábrica argentina, esta interromperia os embarques e solicitaria sua suspensão da lista de empresas autorizadas a exportar para a China até que o Senasa e o país asiático liberassem a reintrodução. “Há sete (estabelecimentos) temporariamente suspensos”, disse à Reuters uma fonte do Senasa, que explicou que nos próximos dias três deles poderão voltar a ser incorporados pela China à lista de companhias autorizadas. Segundo a fonte, desde o início da pandemia um total de 11 frigoríficos se autoexcluíram de exportar para a China após a detecção de casos de coronavírus, de um total de 96 estabelecimentos que integram a lista de empresas permitidas a enviar carnes e pescados à potência asiática.

REUTERS

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