CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1247 DE 01 DE JUNHO DE 2020

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Ano 6 | nº 1247| 01 de junho de 2020

 

NOTÍCIAS

Arroba do boi teve maio atípico com preços em alta, aponta Safras

De acordo com a consultoria, apesar do período de fim de safra, o cenário foi de oferta reduzida no Brasil

O mercado físico de boi gordo teve um maio atípico, de acordo com a consultoria Safras. Os preços subiram nas principais praças de comercialização, apesar do período de fim de safra, em um ambiente caracterizado por uma oferta discreta. “Houve espaço para reajustes porque os pecuaristas retiveram fêmeas, em um ano marcado por uma produção um pouco mais baixa na comparação com anos anteriores”, diz o analista Fernando Henrique Iglesias. Ao mesmo tempo, os importadores chineses permaneceram com grande apetite para a proteína animal brasileira, com o país asiático ainda enfrentando grande déficit no mercado doméstico com o rebanho suíno dizimado pela peste suína africana. Já no mercado atacadista de carne bovina, o movimento foi o esperado, com queda dos preços do corte traseiro e reação do dianteiro, corte mais demandado com o aprofundamento da recessão econômica que alterou sensivelmente o padrão de consumo do brasileiro médio. Veja o comparativo entre os preços da arroba do boi em 30 de abril e 29 de maio:

São Paulo: passou de R$ 192 para R$ 194

Goiânia (GO): passou de R$ 175 para R$ 185

Uberaba (MG): passou de R$ 183 para R$ 187

Dourados (MS): passou de R$ 174 para R$ 178

Cuiabá (MT): passou de R$ 174 para R$ 172

AGÊNCIA SAFRAS

Boi gordo: embora calmo, o mercado está firme

Na praça paulista, o boi gordo ficou estável na última sexta-feira (29/5) na comparação dia a dia, cotado em R$194,00/@, à vista e livre de Funrural, R$193,50/@ com desconto do Senar e R$191,00/@ bruto, para o “boi comum”, cuja carne é destinada ao mercado interno

Para animais jovens, cujo destino é o mercado chinês, o mercado segue firme com ofertas de compra acima dessa referência, e chega a R$205,00/@. A quantidade de negócios foi menor, no entanto, a oferta de boiadas está limitada, o que mantém as cotações firmes. Em Goiânia-GO, a cotação do boi gordo subiu 0,5% na comparação dia a dia, ou R$1,00/@, e ficou cotada em R$187,00/@, considerando o preço bruto, a prazo, R$186,50/@, com desconto do Senar, e R$184,00/@ com desconto do Funrural e Senar. Com flexibilização das medidas restritivas, é esperado que haja algum reflexo positivo no consumo de carne bovina, embora esse aumento seja restrito.

SCOT CONSULTORIA 

Confinamento de bovinos pode cair mais de 10% neste ano

Segundo Assocon, pandemia e alta nos custos de produção são os principais motivos 

O confinamento de bovinos pode diminuir mais de 10% neste ano, segundo a Associação Nacional da Pecuária Intensiva (Assocon), sediada em São Paulo. O cenário dependerá dos efeitos da pandemia de Covid-19 na economia brasileira e mundial. Os dados da Assocon resultam de levantamento feito em 1.400 unidades de engorda espalhadas por todo o país. A queda será sobre os 3,57 milhões de animais confinados no ano passado. Segundo Bruno Andrade, zootecnista e gerente executivo da Assocon, vários fatores estão influenciando a decisão do pecuarista. “Os custos subiram, tanto a reposição como a nutrição do gado, caso do milho ou do farelo de soja”, afirma. Outro fator que tem esparramado cautela nos confinamentos são os efeitos colaterais do coronavírus. Andrade diz que o consumo interno estagnou. Por outro lado, observa, as exportações de carne, principalmente para a China, estão indo muito bem e devem acelerar ainda mais no segundo semestre. Na semana passada, o primeiro levantamento das intenções dos pecuaristas em Mato Grosso, que abriga o maior rebanho bovino do Brasil, indicava que apenas 53,6% dos entrevistados planejavam fechar animais em confinamento neste ano. O estudo do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) apontou um rebanho de 577.550 animais a ser fechado, número 29,93% inferior ao que foi para os cochos em 2019, quando o total chegou a 824.225 cabeças. Bruno Andrade reitera que o panorama costuma mudar, como ocorreu em anos anteriores. “O mercado interno pode melhorar um pouco”, diz. O zootecnista lembra, ainda, que os animais são confinados até meados de julho próximo.

GLOBO RURAL

Ministério da Agricultura recomenda que sacrifício de animais seja última opção

Pasta emitiu documento com recomendações para eventual sacrifício

O Ministério da Agricultura emitiu no início de maio um documento com recomendações oficiais para o eventual sacrifício de animais, dentro da possível necessidade de aplicação da medida em meio ao fechamento de frigoríficos devido à pandemia da covid-19. A Pasta reforça que o “despovoamento” só deve ser considerado como último recurso, mas que já deve estar previsto em um plano de contingência da propriedade rural ou da empresa ou cooperativa responsável pelo plantel. O plano deve conter métodos de sacrifício, destinação de carcaças e resíduos e os procedimentos operacionais para as ações. O ministério recomenda a adoção de “todas as medidas possíveis para adequação entre oferta de animais e a capacidade de abate” para evitar o sacrifício. Entre as ações orientadas, está o redirecionamento dos “animais para abate em outros estabelecimentos, com aproveitamento máximo da capacidade instalada dos abatedouros frigoríficos da região”. No documento, o atraso no ciclo de produção também é citado como uma das medidas para tentar evitar o sacrifício. Reduzir a oferta no campo é outra possibilidade, já feita quando há condições adversas de mercado, como demanda enfraquecida ou oferta excessiva. Nesses momentos, a adequação é realizada, por exemplo, por meio do descarte antecipado de matrizes ou ajustes do manejo reprodutivo e nutricional dos plantéis. No caso de abate dos animais em outro frigorífico que não aquele ao qual o animal serial originalmente destinado, a logística de deslocamento é responsabilidade das empresas, mas o ministério acompanha para o processo de inspeção. “Quando existe o remanejamento, os Serviços de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sipoas) comunicam-se entre si para organizar a inspeção”, explicou uma fonte da indústria. O ministério diz que autoriza abates em turnos extras para suprir a demanda. Se o sacrifício for necessário, o ministério diz que ele deve ser feito segundo recomendações dos órgãos estaduais de sanidade agropecuária, e desde que previamente autorizado.

VALOR ECONÔMICO 

Fechamento temporário de frigoríficos não afeta produção em nível nacional, avalia Scot

O eventual fechamento temporário de frigoríficos de bovinos no Brasil em função dos casos de contaminação por coronavírus entre funcionários não teria efeito prejudicial à cadeia produtiva como um todo, avaliou o sócio-diretor da Scot Consultoria, Alcides Torres.

Em live promovida pela consultoria Torres disse que a cadeia pecuária no Brasil “é muito pulverizada” e “convive há tempos” com eventuais aberturas e fechamentos de plantas, sem que isso afete sobremaneira todo o processo produtivo e desequilibre o fornecimento nacional de carne. “Logicamente, há efeitos regionais, onde a situação pode ser dramática, mas nacionalmente afeta pouco”, disse ele, acrescentando, ainda, que há regiões nas quais se um frigorífico fechar, outro acaba atendendo à demanda. O consultor disse que situação diferente ocorre nos Estados Unidos, onde as plantas têm grande capacidade diária de abates, “cerca de seis vezes as maiores plantas frigoríficas do Brasil”. Torres ainda disse ter informação que os frigoríficos brasileiros têm tomado todos os cuidados para evitar contaminações, “embora sempre haja esse risco”.

GLOBO RURAL

ECONOMIA 

Dólar tem em maio 1ª queda mensal do ano, mas continuidade de alívio é dúvida

Em 2020, o dólar sobe 33,08%, o mesmo que uma queda de 24,86% para o real. A divisa brasileira tem com folga o pior desempenho entre as principais moedas neste ano

O dólar teve altos e baixos ao longo da sexta-feira, mas acabou fechando em queda ante o real e acumulando em maio a primeira desvalorização mensal de 2020.  O dólar à vista terminou o pregão da sexta em baixa de 0,85%, a 5,3404 reais. A moeda oscilou entre alta de 1,44% (para 5,4636 reais) e depreciação de 1,23% (a 5,3199 reais). Na B3, o contrato mais negociado de dólar futuro caía 1,27%, a 5,3485 reais, às 17h29 na sexta. Na coletiva de imprensa, o Presidente dos EUA disse que determinou a seu governo que inicie o processo para eliminar o tratamento especial concedido a Hong Kong em resposta aos planos da China de impor uma nova legislação de segurança para o território. A reação dos mercados após as declarações de Trump foi positiva. As bolsas de valores de Nova York se recuperaram, e o dólar se mantinha em queda ante uma cesta de moedas no fim da tarde, embora a uma boa distância das mínimas da sessão. A volatilidade, contudo, persiste. Na véspera, o dólar saltou quase 2%, na maior alta em três semanas. E, mesmo com o recuo de mais de 8% do dólar na recente série de seis pregões de baixa, a volatilidade implícita das opções de dólar/real para três meses se mantinha perto de 20%, não distante das máximas alcançadas quando os mercados entraram em queda livre por causa da crise do Covid-19. Na prática, a manutenção da volatilidade implícita nesses níveis indica expectativa de muito vaivém nos preços do câmbio no curto prazo. “O real foi a moeda de pior desempenho no universo emergente (na véspera), provavelmente pressionada pela preocupação mais ampla dos investidores sobre a capacidade da moeda de dar sequência ao recente desempenho superior em meio à deterioração da história local”, disseram estrategistas do Morgan Stanley. Dados mostraram na sexta-feira que a economia brasileira sofreu no primeiro trimestre a maior contração em cinco anos.

REUTERS

Ibovespa encerra mês em alta

O Ibovespa subiu na sexta-feira em sessão volátil na sequência da fala do Presidente dos EUA, Donald Trump, e terminou a semana e o mês no azul, em meio a esperanças de retomada da economia afetada pelo Covid-19. Apesar da alta, o Ibovespa permanece distante da máxima de 119.593,10 pontos, registrada em 24 de janeiro

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa encerrou em alta de 0,52%, a 87.402,59 pontos, tendo atingido 87.410 pontos na máxima e 85.384,29 pontos na mínima. O volume financeiro somou 40,96 bilhões de reais. Para o analista de investimentos José Falcão, da Easynvest, desde a véspera o mercado estava apreensivo com o possível recrudescimento na guerra comercial entre as duas potências, em meio à recessão econômica devido à pandemia do coronavírus. “Mas a fala de Trump sinalizou que ele não deve comprometer o acordo de fase 1 entre os dois países”, acrescentou. Para o analista Ilan Arbetman, da Ativa Investimentos, por mais que Trump tenha subido o tom e se posicionado contra China na questão envolvendo Hong Kong, a ausência de novas sanções trouxe um alívio aos mercados. Na semana, o principal índice da bolsa acumulou alta de 6,36%, encerrando maio com elevação de 8,57%. Para Falcão, tal movimento reflete apostas na reabertura das economias, com os efeitos das medidas de restrição para combate à Covid-19 já precificada. “A expectativa de retomada está ofuscando dados negativos, que ainda são muitos.”

REUTERS 

Agropecuária é único setor da economia com crescimento na pandemia, diz IBGE

Resultado positivo foi puxado pelo bom desempenho da safra da soja, no primeiro trimestre do ano

A agropecuária apresentou crescimento de 0,6% no primeiro trimestre de 2020 em comparação ao quarto trimestre de 2019, conforme dados divulgados na sexta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o Produto Interno Bruto (PIB) do país. O setor foi o único da atividade econômica nacional a crescer no período analisado. Em relação a igual período do ano anterior, no caso primeiro trimestre, a agropecuária teve crescimento de 1,9%. O PIB do país teve contração de 1,5% nos primeiros três meses do ano no comparativo com o quarto trimestre do ano passado. O crescimento registrado pela agropecuária pode ser atribuído a vários fatores. “O primeiro é o desempenho das lavouras e da pecuária, que têm obtido crescimento neste ano. O IBGE destaca o desempenho da produção de soja e do arroz, que têm apresentado elevado crescimento da produção. A produtividade foi também um fator relevante nesses resultados. Os resultados da Balança Comercial, publicados pelo Mapa, em maio, mostraram que as vendas externas da agropecuária tiveram um crescimento de 17,5% pela média diária nos quatro primeiros meses do ano, comparando com igual período do ano anterior. Esse foi outro fator que impulsionou o crescimento”, analisa José Garcia Gasques, Coordenador Geral de Avaliação de Políticas da Informação do Mapa. Mesmo em um cenário com maior risco de impacto da Covid-19 na demanda por produtos agropecuários, os pesquisadores projetam aumento, em ritmo menor, de 1,3%. Para a safra 2019/20, a estimativa para a produção de grãos é de 250,9 milhões de toneladas, volume 3,6% (8,8 milhões de toneladas) superior ao colhido em 2018/19, de acordo com o 8º Levantamento da Safra 2019/20 divulgado no último dia 12, pela Conab.

MAPA

Mão de obra na agropecuária cai 2,8% ante 2019, informa Cepea

Saiba o potencial efeito da Covid-19 sobre o nível de ocupações no setor

Entre os meses de fevereiro, março e abril deste ano, cerca de 8,166 milhões de pessoas estavam ocupadas na agropecuária. O número representa uma queda de 1,2% (o equivalente a 100 mil pessoas) frente ao trimestre móvel anterior (janeiro/fevereiro e março) e de 2,8% (233 mil pessoas) em relação ao mesmo período de 2019. Os dados foram divulgados na sexta-feira, 29 de maio, pelo Cepea em seu segundo relatório mensal da mão de obra na agropecuária. O Centro de Estudos afirma que para avaliar o potencial efeito da Covid-19 sobre o nível de ocupações, é preciso saber qual seria o comportamento esperado para esse trimestre móvel avaliado (encerrado em abril). O relatório indica que a população ocupada na agropecuária no trimestre móvel encerrado em abril ficou 2,4% ou 201 mil pessoas abaixo do que era esperado. Segundo o Cepea, o resultado evidencia que o número de ocupados na agropecuária ficou aquém do limite inferior considerado normal para esse período, sugerindo um choque significativo e, ao menos em parte, decorrente da Covid-19.

CEPEA/ESALQ

EMPRESAS 

JBS tem aval da Justiça do trabalho para reabrir planta de Ipumirim após surto de Covid-19

Uma juíza da Vara do trabalho em Concórdia (SC) suspendeu no sábado a interdição de uma unidade de processamento de frango da JBS SA localizada em Ipumirim, de acordo com uma cópia da decisão vista pela Reuters

A planta, que emprega cerca de 1.500 pessoas e estava fechada desde 18 de maio após um surto do novo coronavírus, tem capacidade para processar cerca de 135 mil aves por dia. A JBS confirmou a decisão proferida em 30 de maio pela juíza do trabalho Paula dos Anjos. Uma porta-voz da empresa disse que a retomada das atividades na fábrica evitaria o abate sanitário de milhares de animais. Informações publicadas na imprensa apontaram que cerca de 650 mil aves teriam que ser submetidas a este tipo de abate. Numa decisão separada, expedida em 28 de maio, a justiça do trabalho em Concórdia havia tornado obrigatório para a JBS aumentar a proteção aos trabalhadores ao reabrir a fábrica, incluindo a garantia do distanciamento de 1,5 metro (4,92 pés) entre eles, entre outras medidas. Esta última decisão foi tomada no âmbito de uma ação civil pública contra a JBS ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho em Santa Catarina. Quando a fábrica de Ipumirim foi interditada, 86 casos da Covid-19 haviam sido confirmados na instalação, disseram os auditores do trabalho, que são vinculados ao Ministério da Economia. Alegando “graves irregularidades”, os auditores disseram ter encontrado evidências de que a JBS supostamente falhou ao não suspender trabalhadores que haviam sabidamente testado positivo para o novo coronavírus, de acordo com a documentação referente à inspeção. A JBS também supostamente falhou em monitorar os empregados que eventualmente entraram em contato com os doentes dentro da fábrica, mantendo pessoas com sintomas semelhantes à gripe nas linhas de produção, mesmo depois que elas procuraram atendimento médico no local, segundo os auditores. A JBS nega qualquer irregularidade, dizendo estar cumprindo as diretrizes das autoridades competentes e aplicando protocolos rígidos de saúde para proteger a sua força de trabalho.

REUTERS 

BRF diz que contraprova de Covid-19 em fábricas em SC e RS confirma número baixo de positivos

A BRF afirmou na sexta-feira que a testagem em massa de trabalhadores em Concórdia (SC) e Lajeado (RS) apontou presença do novo coronavírus em 46 funcionários na fábrica catarinense e 89 empregados na gaúcha, após exame específico de Covid-19, o RT-PCR

Na fábrica em Santa Catarina, foram testados 5.325 trabalhadores entre funcionários e terceirizados, enquanto a de Lajeado, realizou o teste em 2.759 empregados. “Em ambas as unidades, os profissionais com diagnóstico positivo para Covid-19 já estavam afastados de maneira preventiva e seguem monitorados”, afirmou em nota. A companhia havia divulgado na segunda-feira que cerca de 340 funcionários de sua fábrica em Concórdia, equivalentes a 6,6% da força de trabalho daquela unidade, tiveram resultado positivo para o vírus em testes rápidos e foram submetidos a contraprovas para confirmação da doença. Os 93,4% trabalhadores restantes tiveram diagnóstico negativo nos testes rápidos e retornariam ao trabalho no último dia 25. A BRF ponderou que pequenas variações no número final de Concórdia podem ocorrer no percentual porque ainda se espera o resultado de cerca de 50 testes de RT-PCR. Mas ressaltou que em ambas as unidades, quando feito o RT-PCR, 8 em cada 10 casos com resultado positivo no teste rápido são negativos para o vírus.

REUTERS

FRANGOS & SUÍNOS 

Frango: baixa movimentação no mercado interno, mas exportações em bom ritmo

O preço do frango ficou estável nas granjas em São Paulo nos últimos sete dias. A ave terminada está cotada em R$3,00 por quilo

No atacado, o produto segue pressionado devido a menor movimentação interna, influenciada pela pandemia. Houve recuo de 2,7% nesta semana, com a carcaça cotada em R$3,55 por quilo. No âmbito externo, as exportações brasileiras apresentaram bons resultados em maio último. Nos primeiros 15 dias úteis do mês, o país embarcou 278,38 mil toneladas de carne de frango in natura, com média diária de 18,55 mil toneladas, volume 14,4% maior que a média do mesmo período de 2019.

SCOT CONSULTORIA

China relata surto de peste suína africana na província de Gansu

O Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais da China disse na sexta-feira que detectou um novo surto de peste suína africana nas proximidades da cidade de Lanzhou, na província de Gansu, noroeste do país

Mais de 90 porcos já morreram na criação em que a doença foi verificada, que possui 9.900 animais, segundo a pasta. O ministério ampliou recentemente os esforços para detectar casos da doença, que é mortal para suínos e não possui cura ou vacina.

REUTERS

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