CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1232 DE 11 DE MAIO DE 2020

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Ano 6 | nº 1232| 11 de maio de 2020

 

ABRAFRIGO NA MÍDIA 

Exportações de carne bovina do Brasil caem 1% em abril, diz Abrafrigo

As exportações brasileiras de carne bovina, considerando o produto in natura e processado, recuaram 1% em abril ante igual período do ano passado, disse na sexta-feira a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo).

Em abril, o país embarcou 135.587 toneladas de carne bovina e, com as vendas, gerou divisas na ordem de 577,3 milhões de dólares, 12% maiores que o faturamento obtido um ano antes, informou a Abrafrigo com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). A China, principal importadora da proteína, foi responsável por 53,7% das aquisições, com 80.056 toneladas. A Abrafrigo destacou ainda a elevação de 42,8% nos embarques para a Rússia e de 57,8% para a Arábia Saudita. Em contrapartida, mercados como Chile, Egito e Emirados Árabes registraram quedas expressivas nas importações de carne bovina do Brasil, com recuos de respectivos 14,3%, 44,1% e 57,8%. No acumulado dos quatro primeiros meses deste ano, as exportações do setor atingiram 543.881 toneladas, com receita de 2,4 bilhões de dólares, alta de 1% em volume e 19% em faturamento, em comparação com o mesmo período de 2019. “Para a Abrafrigo, caso a China mantenha seu ritmo de compras, as exportações brasileiras de carne in natura e processada deverão apresentar pequeno crescimento em volume em relação a 2019, mas o aumento das receitas pode superar os 10%”, estimou a associação, sem dar mais detalhes.

REUTERS/UOL/VALOR ECONÔMICO/FOLHA DE SP/ EXTRA/O GLOBO/NOTÍCIAS/ AGRÍCOLAS/ AGROLINK/ CARNETEC/ INFOMONEY/ ATITUDETO/BROADCAST/ESTADÃO/GAZETA DO CAMPO

NOTÍCIAS

Preço do boi gordo pouco se alterou na semana; veja tendência

De acordo com a consultoria Safras & Mercado, a demanda fraca segue como fator de pressão sobre as cotações, e qualidade das pastagens deve começar a pesar

O mercado físico do boi gordo teve preços pouco alterados nesta semana, de acordo com a consultoria. O analista Fernando Henrique Iglesias afirma que a primeira quinzena de maio vem sendo marcada por vendas muito abaixo do normal no atacado. “O prolongamento do distanciamento social, com o fechamento de restaurantes, bares, redes hoteleiras e outros estabelecimentos, continua afetando a demanda mesmo com a proximidade do Dia das Mães, um dos pontos altos de consumo de carne bovina de todos os anos”, diz. Segundo a consultoria, a retração econômica reduz o consumo de cortes nobres, direcionando a demanda para cortes mais acessíveis, a exemplo dos cortes do dianteiro e da carne de frango propriamente dita. “Ao mesmo tempo, a oferta tende a começar a crescer com o desgaste das pastagens, provocado pelo clima mais frio e seco, fator que reduz a capacidade de retenção por parte dos pecuaristas”, informa. O ponto de sustentação para os frigoríficos permanece na grande demanda asiática em função do déficit local no mercado de proteínas. Os embarques para a China continuam acontecendo de forma acentuada.

São Paulo: passou de R$ 192 para R$ 194

Goiânia (GO): passou de R$ 175 para R$ 180

Uberaba (MG): ficou em R$ 184

Dourados (MS): passou de R$ 175 para R$ 176

Cuiabá (MT): passou de R$ 174 para R$ 172

AGÊNCIA SAFRAS 

Oferta restrita de boiadas em parte da região Norte

Apesar da falta de chuva já ter dado sinal na maioria das regiões de pecuária monitoradas pela Scot Consultoria, há regiões cujo índice pluviométrico está satisfatório, é o caso de boa parte do Norte do país

Em Paragominas-PA, o pecuarista com capacidade de suporte do gado nas pastagens tem segurado a boiada, e a oferta está restrita, com as escalas girando entre 2 a 4 dias. Na última sexta-feira (8/5), no Norte do Tocantins, a cotação do boi gordo ficou em R$185,00/@, à vista, valor bruto, R$184,50/@, à vista, com o desconto do Senar e em R$174,50/@, livre de impostos (Senar + Funrural). Alta de 1,1% na comparação feita dia a dia, ou R$2,00/@.

SCOT CONSULTORIA 

Lentidão no mercado de reposição

O cenário pouco animador no mercado do boi gordo, resultado do isolamento social imposto pelo coronavírus, resultou em poucos negócios no mercado de reposição nas primeiras semanas de maio

O menor ímpeto da demanda, somado à queda na qualidade dos pastos, gera retração, mesmo que de forma compassada, nas cotações. Na média de todas as categorias de machos e fêmeas anelorados e estados pesquisados pela Scot Consultoria, as cotações dos animais de reposição caíram 0,5% na última semana.

SCOT CONSULTORIA

ECONOMIA 

Dólar fecha em baixa após saltar mais de 9% em apenas 5 pregões

O dólar fechou em queda na sexta-feira, após cinco altas consecutivas, mas ainda acumulou valorização em uma semana marcada pela aproximação do patamar de 6 reais, depois de renovadas tensões políticas e de corte mais intenso nos juros

Sinais mais amigáveis entre China e EUA sobre um acordo comercial deram argumentos para alguma realização de lucros nesta sessão, na qual o dólar também caía no exterior. No Brasil, qualquer alívio no câmbio é visto com desconfiança por alguns no mercado, diante da percepção de que as variáveis ainda apontam um real sob pressão. “Embora o real esteja com excesso de depreciação sob todas as nossas métricas de avaliação, a dinâmica está nos forçando a dispensar agora qualquer previsão no curto prazo”, disse o BNP Paribas em nota a clientes. Lembrando a decisão do Copom nesta semana de cortar a Selic em intensidade ainda mais forte que a esperada —o que pressionou mais o câmbio—, os estrategistas do banco francês Gabriel Gersztein e Samuel Castro dizem que uma moeda tão fraca numa economia tão fechada como a brasileira beneficiaria apenas as contas do governo e exportadores de materiais básicos. Eles concluem que, no fim, tamanha debilidade do real pode não ser boa para a economia. Uma economia já abalada é citada como elemento a prejudicar o câmbio, já que oferece poucos atrativos para ingresso de capital externo que poderia aumentar a oferta de dólar. “A menos que a autoridade monetária não continue intervindo, o risco final continua sendo uma fuga desordenada de capital de locais, em nossa opinião”, disseram Gersztein e Castro. No fechamento das operações locais no mercado à vista, o dólar caiu 1,71%, a 5,7401 reais na venda. Na véspera, a cotação se aproximou de 5,90 reais e encerrou em novo recorde histórico nominal. Nesta semana, a divisa subiu 5,56%. O dólar se apreciou bem mais de 1% em cada um dos últimos cinco pregões, período no qual acumulou um salto de 9,05%.

Na B3, o dólar futuro cedia 1,66%, a 5,7490 reais, às 17h03 da sexta-feira. O real cai 30,09% em 2020, pior desempenho global.

REUTERS

Ibovespa sobe quase 3% com exterior E apoio de blue chips

O Ibovespa fechou em forte alta na sexta-feira, embalado pelo ambiente favorável a risco no exterior após dados norte-americanos e sinais de alívio nos atritos comerciais entre China e Estados Unidos

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 2,75%, a 80.263,35 pontos – fechando acima dos 80 mil pontos pela primeira vez na semana, que terminou com declínio acumulado de apenas 0,3%. O volume financeiro somou 22,86 bilhões de reais nesta sexta-feira. Na visão do analista de investimentos José Falcão, da Easynvest, as bolsas refletiram a sensação de que o pior no mercado de trabalho nos Estados Unidos pode ter passado, apesar dos números ainda serem assustadores. A economia norte-americana perdeu 20,5 milhões de postos de trabalho em abril, a queda mais acentuada no emprego desde a Grande Depressão, mas abaixo dos 22 milhões esperados no mercado. Falcão também destacou declarações que abafaram receios de novos conflitos comerciais entre as duas maiores economias do mundo em um momento muito delicado no cenário Global. Em Wall Street, o S&P 500 fechou em alta de 1,69%. A bolsa paulista também refletiu a repercussão a novos balanços corporativos do primeiro trimestre, entre eles Natura &Co e Yduqs, entre outras notícias de empresas, como anúncio da Via Varejo de que avalia a possibilidade de uma oferta de ações. A equipe do BTG Pactual destacou que a parte política continua sendo uma das maiores preocupações, uma vez que impacta na programação de reformas, nos ajustes fiscais necessários e por último o programa de e privatizações, conforme nota enviada a clientes pela área de gestão do banco. “Quanto à bolsa, … estamos em um processo de acumulação do Ibovespa entre 76.000 a 80.000 pontos. Continuamos realizando revisões em nossa grade de projeções, à medida que são publicados os balanços trimestrais, porém os ajustes estão mais intensos e continuamos cortando as nossas estimativas de lucro para 2020 e 2021 em média 35% este ano.”

REUTERS 

EMPRESAS 

BRF teve prejuízo líquido de R$ 45,9 milhões no 1º trimestre 

Empresa foi bem operacionalmente, mas acordo nos EUA e variação cambial afetaram resultado

O acordo para encerrar a ação coletiva movida por investidores nos EUA e o impacto da valorização do dólar sobre o endividamento em moeda estrangeira impediram a BRF de fechar o primeiro trimestre com lucro, apesar da geração de caixa e do bom resultado operacional. Entre janeiro e março, a dona das marcas Sadia e Perdigão teve prejuízo líquido (atribuído aos sócios da controladora) de R$ 45,9 milhões. Trata-se, porém, de uma perda bem menor do que a reportada no primeiro trimestre de 2019, quando a empresa amargou prejuízo de R$ 1 bilhão — fruto de uma baixa contábil feita após a venda de ativos no exterior. Para firmar o acordo coletivo nos EUA — indenizando os detentores de recibos de ações no país (ADRs) que pediram ressarcimento por prejuízos relacionados à Operação Carne Fraca —, a BRF pagará US$ 40 milhões. O montante já foi provisionado no primeiro trimestre, o que gerou um impacto de R$ 204 milhões. Além disso, o aumento do valor em reais de parcela das dívidas denominadas em moeda estrangeira também pesou sobre o resultado — embora não tenha efeito sobre o caixa. No fim de março, a dívida líquida da BRF totalizava R$ 15,6 bilhões, ante R$ 13,3 bilhões no fim de 2019. O endividamento bruto aumentou 30% desde dezembro, chegando a R$ 24,6 bilhões. Mais de 70% do passivo é denominado em moeda estrangeira, o que explica o efeito negativo provocado pela alta de 29% do dólar no trimestre. No balanço do primeiro trimestre, a BRF reconheceu um impacto de R$ 109 milhões com a variação cambial de ativos e passivos. O índice de alavancagem (relação entre dívida líquida e Ebitda ajustado) aumentou 0,18 vez, passando de 2,5 vezes, em dezembro, para 2,68 vezes. Ainda assim, é um dos menores indicadores de alavancagem da indústria. Operacionalmente, a BRF teve um desempenho positivo — nesse caso, a alta do dólar ajudou, impulsionando a receita em reais e a rentabilidade das vendas no exterior. Entre janeiro e março, a receita líquida da empresa da alimentos somou R$ 8,9 bilhões, incremento de 21,6% na comparação com os R$ 7,3 bilhões reportados em igual período do ano passado.

VALOR ECONÔMICO 

BRF acerta compra de processadora de alimentos na Arábia Saudita por US$8 mi

A BRF informou na sexta-feira que fechou a compra da Joody Al Sharqiya Food Production Factory, companhia de processamento de alimentos da Arábia Saudita, por oito milhões de dólares

Segundo a BRF, a conclusão do negócio está condicionada ao cumprimento de condições, incluindo a aprovação por autoridades regulatórias sauditas. A fábrica tem capacidade de produção de 3,6 mil toneladas ao ano e seu portfolio inclui produtos como cortes empanados, marinados, hambúrgueres. A BRF tem planos para expandir a capacidade da planta para 18 mil toneladas ao ano. “O investimento reforça nosso compromisso de longo prazo e a importância estratégica das nossas operações no país, estabelecendo produção local, com um mix de maior valor agregado”, afirmou em comunicado o Presidente-Executivo da BRF, Lorival Luz. Em outubro do ano passado, a BRF havia firmado memorando de entendimentos com a Saudi Arabian Investment Authority (Sagia), prevendo investimento de cerca de 120 milhões de dólares em uma nova planta de alimentos processados do país árabe.

REUTERS 

Justiça interdita unidade da BRF em Lajeado (RS) por 15 dias para conter Covid-19

A unidade da BRF em Lajeado (RS) terá as operações interditadas por 15 dias após decisão da Justiça local, que visa conter a disseminação do coronavírus na região, informou a empresa à Reuters na sexta-feira

A BRF irá recorrer da sentença, acrescentou a companhia em nota, defendendo que cumpre todas medidas protetivas e protocolos indicados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e Ministério da Saúde para garantir a saúde e segurança dos colaboradores. A decisão, assinada pela juíza Carmen Luiza Barghouti, da Vara Civil do município, atende pedido do Ministério Público do Rio Grande do Sul e fixa multa diária no valor de 1 milhão de reais em caso de descumprimento, conforme comunicado do MP. Ela define prazo de 48 horas para que a atividade na planta seja integralmente paralisada. Na última segunda-feira, promotores gaúchos do MP pediram o fechamento da planta da BRF em Lajeado e de uma unidade da companhia Minuano, que fornece carne de aves para a BRF, para evitar a propagação do vírus. Conforme a decisão, a BRF deve fazer a higienização e descontaminação de toda a unidade industrial durante o período de suspensão das atividades, inclusive sistemas de refrigeração de ar, veículos próprios e de terceiros, espaços internos e externos da unidade, seguindo critérios e orientações dos órgãos de vigilância sanitária. “A BRF deverá elaborar um plano de retomada gradativa das atividades para implementação após o período de suspensão das atividades, observando as orientações dos órgãos responsáveis”, afirmou o MP em comunicado. A retomada das operações será efetivada somente após análise e aprovação do Ministério Público e homologação judicial, sob pena de se prorrogar a suspensão das atividades até a completa adequação da planta. Os animais que se encontram a caminho para o abate deverão ser remanejados para outras unidades da empresa. Considerando casos de coronavírus detectados em sete cidades do Rio Grande do Sul, dentre elas Lajeado e Passo Fundo, onde uma unidade da JBS foi interditada pela prefeitura na última quinta-feira, autoridades do Estado calculam que pelo menos 16,3 mil pessoas foram potencialmente expostas ao Covid-19.

REUTERS 

FRANGOS & SUÍNOS 

Reação nos preços do suíno em São Paulo

As cotações dos suínos nas granjas e no atacado se mostraram mais firmes nas primeiras semanas de maio

O animal terminado está cotado, em média, em R$79,00 por arroba nas granjas paulistas, e no atacado a carcaça está cotada em R$6,70 por quilo. Na comparação com a semana anterior, houve alta de 12,9% na arroba do suíno terminado e de 17,5% para a carcaça do animal. O início do mês e o consequente recebimento dos salários, o pagamento dos auxílios emergenciais fornecidos pelo governo devido à pandemia de Covid-19 e o Dia das Mães ajudaram no escoamento. As exportações de carne suína apresentaram bons resultados no mês de abril, com alta de 23,35% em volume exportado, segundo informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Com os abates em massa de suínos nos EUA, devido a reflexos da pandemia, é possível que as exportações brasileiras ganhem espaço, principalmente com destino à China.

SCOT CONSULTORIA 

INTERNACIONAL 

Sindicato se opõe à reabertura de frigoríficos nos EUA, diz que ao menos 30 já morreram

O maior sindicato de funcionários da indústria de carnes dos Estados Unidos disse na sexta-feira que se opõe à reabertura de unidades de processamento no país, afirmando que o governo de Donald Trump não conseguiu garantir a segurança dos trabalhadores

Ao menos 30 funcionários de frigoríficos já morreram em decorrência do novo coronavírus nos EUA, disse em comunicado o United Food and Commercial Workers International Union, que representa mais de 250 mil trabalhadores do setor de alimentos.

REUTERS 

Exportações de carne bovina dos EUA aumentam em março

De acordo com dados divulgados pelo USDA e compilados pela US Meat Export Federation (USMEF), as exportações de carne bovina apresentaram alta em relação ao ano anterior em março, estabelecendo um ritmo recorde no primeiro trimestre

“Os resultados das exportações de março foram muito sólidos, especialmente devido aos ventos contrários ao COVID-19 que os clientes enfrentam em muitos mercados internacionais”, disse o Presidente e CEO da USMEF, Dan Halstrom. “A obrigação de ficar em casa criou enormes desafios para os setores de serviços de alimentação de muitos países, várias moedas-chave caíram em relação ao dólar dos EUA e obstáculos logísticos surgiram em alguns mercados-chave – mas a demanda por carne vermelha dos EUA se mostrou muito resistente”. “Essas são circunstâncias verdadeiramente sem precedentes, criando um clima comercial global incerto”, explicou Halstrom. Impulsionadas pelo sólido crescimento no Japão, onde a carne bovina dos EUA está se beneficiando da redução de tarifas sob o Acordo Comercial EUA-Japão, bem como na Coreia do Sul, México, Canadá e Taiwan, as exportações de carne bovina de março totalizaram 115.308 toneladas, 7% a mais que no ano anterior, avaliado em US $ 702,2 milhões – um aumento de 4% e o maior valor mensal desde julho. As exportações de carne bovina do primeiro trimestre subiram 9% em relação ao ano anterior, para 334.703 toneladas, avaliadas em US $ 2,06 bilhões (8% a mais). O valor das exportações de carne bovina por cabeça de abate foi de US $ 308,21 em março, queda de 8% em relação à média muito alta de março de 2019. No primeiro trimestre, o valor de exportação per capita aumentou 2%, para US $ 317,06. As exportações de carne bovina de março representaram 13,9% da produção total e 11,3% dos cortes musculares de carne bovina, ante 14,8% e 12%, respectivamente, um ano atrás. As exportações foram responsáveis por 14% da produção de carne bovina no primeiro trimestre e 11,4% por cortes musculares, cada um aumento ligeiramente em relação ao ano anterior. A produção de carne bovina dos EUA aumentou 14% em março e 8% no primeiro trimestre, à medida que o crescimento das exportações continuou dando uma contribuição crítica ao valor da carcaça, mesmo quando a pandemia do COVID-19 interrompeu o setor global de serviços de alimentação.

Agweb/USMEF

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