CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1202 DE 25 DE MARÇO DE 2020

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Ano 6 | nº 1202| 25 de março de 2020

 

ABRAFRIGO

Medidas emergenciais anunciadas pelo governo

Acompanhamento da implementação

Veja no link:

https://drive.google.com/open?id=1n5wz_sV6XBrrRPBrmW2-gMHVW4Bx2iA6

NOTÍCIAS

Mercado do boi com poucos negócios

Em São Paulo, o cenário é de paradeira no mercado do boi gordo, com os pecuaristas ausentes dos balcões de negócios aguardando por ofertas melhores, o que tem provocado um baixo volume de negócios. No estado, as escalas de abate atendem a três dias.

Nas demais regiões pecuárias o cenário é o mesmo, oferta restrita de animais terminados, escalas enxutas, e pouco volume de negócios. Devido às incertezas dos impactos para a desaceleração da propagação do coronavírus, a estratégia adotada por boa parte das indústrias é manter as escalas curtas, e avançar com as compras avaliando o comportamento do mercado mediante os desafios impostos pela pandemia.

SCOT CONSULTORIA

Rondônia: maior demanda pelo boi magro

Pontualmente, o mercado de reposição em Rondônia esfriou nos últimos dias devido às incertezas com relação à pandemia do coronavírus, que tem influenciado na conjuntura atual do mercado do boi gordo.

No estado, a maior demanda tem sido pelo boi magro anelorado de 12@. Tomando o início do ano como referência para esta categoria, o preço subiu 2,9% e o boi magro está cotado em R$2.160,00 por cabeça. Nesse mesmo intervalo, a melhor relação de troca ficou para o bezerro de ano. Para esta categoria, o poder de compra do recriador/invernista melhorou em 6,8%, e, atualmente, o bezerro de ano está cotado em R$1,7 mil. Em março de 2019, com a venda de um boi gordo de 18@ comprava-se 1,72 bezerro de ano e, atualmente, compra-se 1,84 bezerro.

SCOT CONSULTORIA

China cortou importações de carne bovina e expandiu a suína; Brasil aumentou 200%

A China segurou as importações de carne bovina no primeiro bimestre – inclusive nas primeiras semanas de janeiro antes da explosão do coronavírus – mas não cedeu nas compras de proteína suína. O crescimento foi de 160% sobre o mesmo período de 2019 e, no Brasil, os embarques para lá subiram 200%.

“O volume foi comprado antes do surto do vírus e grande parte foi mantido em armazenamento refrigerado, pois os restaurantes não estavam totalmente abertos”, disse Lin Guofa, analista sênior do Bric Agriculture Group, consultoria com sede em Pequim.

“Começamos a ver um retorno da demanda na China e isso é encorajador quando pensamos no resto do mundo”, disse Brian Sikes, responsável pela divisão de proteína e sal da Cargill.

A unidade de processamento de aves da empresa na China opera com capacidade de pelo menos 80%, acima dos 30% a 40% durante a pior fase do surto, segundo Sikes.

MONEYTIMES

Rede de laboratórios do Mapa ajudará nos testes do coronavírus

Um total 84 laboratórios da Embrapa, da Defesa Agropecuária e da Comissão Executiva de Planejamento da Lavoura Cacaueira estão disponíveis para ajudarem nos testes do coronavírus.

A decisão do governo, através do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) foi tomada nesta tarde na força-tarefa de combate à doença.

As instalações possuem 89 equipamentos do tipo RT-PCR em operação e capacidade de análise de 76 mil amostras diárias, segundo informou a pasta.

Além de estar presente em todo o País, a rede pública de apoio ao agronegócio, em todo o país, conta com 62 laboratórios de nível de biossegurança NB1, que não podem fazer a manipulação de material biológico. Neste caso, os equipamentos podem ser emprestados para outros laboratórios ou eles podem receber as amostras prontas para análise.

MONEYTIMES

Boiada segue caminho do álcool em gel: sumiu do mercado

Mas uma possível retomada de importações da China pode interromper movimento baixista da arroba

A maior parte das indústrias frigoríficas ainda se mantém fora das compras de boiadas e os poucos negócios efetivados ocorreram a valores mais baixos, segundo informam analistas de mercado nesta terça-feira. No entanto, avalia a consultoria Informa Economics FNP, dois fatores podem impedir a continuidade da tendência baixista da arroba no curtíssimo prazo.

Um deles é a possibilidade de crescimento na demanda interna de carne bovina, que, de acordo com a FNP, já “esboça alguma reação, principalmente no varejo”. O outro motivo vem de fora: na avaliação da consultoria, a China sinaliza “uma retomada das atividades, o que, junto à especulação cambial, deve impactar positivamente os números para os próximos meses”. “No curtíssimo prazo, a escassez de oferta de gado e a recuperação nas vendas de cortes bovinos devem neutralizar maiores baixas nos preços da boiada gorda”, destaca a FNP em seu boletim diário.

Nesta terça, entretanto, a consultoria voltou a registrar quedas nos preços do boi gordo em algumas importantes praças pecuárias, como nos Estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e na região Norte do Brasil.

Segundo a consultoria, a baixa oferta de animais terminados impede o avanço nas programações de abate dos frigoríficos. Tal situação, pelo menos por quanto, não provoca pânico entre os compradores de matéria-prima. “As indústrias operam com curtíssimas escalas de abate e as poucas compras efetivadas ocorrem apenas para atender programações mais urgentes”, destaca a FNP.

Apesar das previsões mais otimistas dos analistas da FNP em relação à China, os números atuais mostram que a pandemia do novo coronavírus continua retardando a retomada das exportações brasileiras de carne bovina aos níveis registrados em 2019, um ano de recordes para os embarques brasileiros desta commodity. No acumulado das três primeiras semanas de março, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), houve retração no fluxo médio de embarque de cortes bovinos, com relação ao mês e ano anteriores.

PORTAL DBO

Embarques de carne bovina in natura recuam em março

Média diária de exportações na terceira semana de março ficou em 5,82 mil toneladas, com baixa de 5,2% em relação à média de fevereiro/20

As exportações brasileiras de carne bovina in natura continuam registrando desaceleração em março, conforme dados divulgado na segunda-feira pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Nos primeiros 15 úteis deste mês, os embarques nacionais totalizaram 87,3 mil toneladas, com receita de US$ 385,66 milhões.

A média diária da terceira semana ficou em 5,82 mil toneladas, com baixa de 5,2% em relação à média de fevereiro/20 e recuo de 6,7% frente ao desempenho registrado em igual período de 2019. De acordo com a Secex, nos últimos dois anos, a exportações do mês tem ficado acima de 140 mil toneladas para todo tipo de carne bovina exportada, como in natura e industrializada, mais os subprodutos. Em 2019 foram 143 mil toneladas por US$ 529,2 milhões. No ano anterior foram 149,5 mil, por US$ 591,5 milhões. Do total vendido, a carne in natura respondeu por 118,5 mil toneladas por US$ 440,8 milhões no ano passado e por 121,3 mil toneladas, por US$ 481,3 milhões, em 2018.

PORTAL DBO

Asbia recorre ao Mapa para derrubar negativa de transportadores rodoviários para material genético

A Defesa Agropecuária da pasta garante que o trânsito está liberado em todo o País

A Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia), entidade que representa as centrais de genética e empresas de insumos dirigidos à essa atividade, informou que deverá ser normalizada a partir desta quarta-feira, 25, a distribuição de material genético, como sêmen e embriões, além de outros insumos para IATF. O trânsito de materiais estava suspenso desde segunda-feira. As transportadoras rodoviárias de carga entendiam que a operação era proibida pelo decreto presidencial do último dia 20, com medidas relacionadas à emergência sanitária decorrentes da COVID 19.

O gerente executivo da Asbia, Carlos Vivacqua, disse que as principais transportadoras se recusavam a processar as remessas, alegando que o material não se enquadrava na categoria “alimento”, não aceitando o argumento da entidade de que se constitui em insumo da cadeia de alimentos, considerada essencial pelo decreto do presidente.

Vivacqua esclarece que a Asbia precisou recorrer ao secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, José Guilherme Leal, “que prontamente produziu um ofício garantindo que sêmen, embriões e materiais para IATF se enquadram como insumos essenciais ao sistema de produção animal”.

PORTAL DBO

ECONOMIA

Dólar fecha em queda de mais de 1% ante real com trégua externa

O dólar caiu mais de 1% ante o real nesta terça-feira, seguindo movimento global de vendas da moeda norte-americana em dia de maior apetite por risco, à medida que agentes financeiros avaliaram que os estímulos anunciados por bancos centrais e governos podem suprir demanda pela divisa.

O dólar à vista caiu 1,10%, a 5,0821 reais na venda. Na B3, em que os negócios com dólar futuro vão até as 18h, o contrato de primeiro vencimento tinha queda de 1,51%, a 5,0720 reais, às 17h31.

No exterior, moedas emergentes se apreciavam, com rand sul-africano, won sul-coreano e rublo russo entre os destaques positivos. O dólar caía ante 30 dentre 34 pares de países emergentes e desenvolvidos nesta sessão.

Na segunda-feira, o Fed anunciou que compraria títulos em número ilimitado e apoiaria empréstimos diretos a empresas, na mais recente de uma série de medidas adotadas nos últimos dez dias para acalmar os mercados e apoiar a economia.

REUTERS

Ibovespa dispara quase 10% respaldado por cena externa

A terça-feira foi de recuperação técnica na bolsa paulista, com o Ibovespa fechando em alta de quase 10%, apoiado na melhora dos mercados externos, mas o cenário permanece volátil uma vez que continuam as dúvidas sobre o tamanho do dano causado às economias pelo Covid-19, mesmo após uma série de medidas tomadas no Brasil e no exterior.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 9,69%, a 69.729,30 pontos, chegando a 71.535,44 pontos na máxima do dia. No ano, porém, ainda acumula queda de 39,7%. Em relação à máxima histórica de fechamento em janeiro (119.527,63 pontos), o declínio ainda supera 40%. O volume financeiro do pregão somou 25,56 bilhões de reais.

Na visão de profissionais do mercado financeiro no Brasil, a trégua encontrou respaldo em números que sugerem uma certa estabilização dos casos do novo coronavírus na Itália, além de sinalização do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de alívio do ‘lockdown’ naquele país nas próximas semanas.

“No momento, a evolução da epidemia continua sendo o principal foco de atenção dos agentes”, destacou o gestor Alfredo Menezes, da Armor Capital.

Sinais de redução de estresse nos mercados interbancário e de crédito após a bateria de decisões de banco centrais também ajudavam, sugerindo que as medidas começaram a gerar impacto. Além disso, há expecativa de votação pelo Congresso dos EUA de pacote de estímulo econômico de 2 trilhões de dólares.

O gestor David Cohen, da Paineira Investimentos, ressaltou, contudo, que a volatilidade deve permanecer muito elevada nos mercados, com o Brasil acompanhando o cenário externo.

“Dentro dessa volatilidade global que estamos tendo, é mais difícil encontrar grandes diferenciações entre os ativos… O mundo deve andar junto por algum tempo”, acrescentou.

No exterior, o Dow Jones registrou o maior ganho percentual em um dia desde 1933. O índice subiu 11,37%, para 20.704,91 pontos. O S&P 500 avançou 9,38%, para 2.447,33 pontos e o Nasdaq Composite ganhou 8,12%, para 7.417,86 pontos. Os preços do petróleo terminaram no azul no mercado internacional, mas longe das máximas.

REUTERS

EMPRESAS

Marfrig anuncia que passa a fabricar e distribuir álcool gel

A Marfrig informou na terça-feira (24) que vai iniciar a produção de álcool gel em sua unidade de Promissão (SP). O produto será utilizado na higienização das fábricas e será distribuído gratuitamente aos funcionários, instituições assistenciais e hospitais localizados nos municípios nos quais a companhia tem operações, disse a Marfrig em nota.

A unidade de Promissão, onde a empresa tem operações de abate e desossa, também inclui uma fábrica de produtos de limpeza. Agora, a unidade será destinada à produção de 10 toneladas mensais de álcool gel, produto utilizado na prevenção do contágio do novo coronavírus. O primeiro lote será distribuído para as 12 unidades da companhia instaladas no Brasil. Os lotes seguintes serão destinados aos 18 mil colaboradores da Marfrig no país e doados para as instituições assistenciais e os hospitais. A produção, distribuição e doação de álcool gel é uma das ações adotadas pela Marfrig em razão da pandemia de covid-19. No último fim de semana, a companhia publicou o compromisso de manter a operação – seguindo à risca os protocolos das autoridades de saúde – de todas as suas unidades no Brasil, Uruguai, Argentina, Chile e Estados Unidos, contribuindo, assim, para a segurança alimentar da população. A Marfrig também anunciou a doação de R$ 7,5 milhões para o Ministério da Saúde para a compra de 100 mil testes rápidos para diagnosticar o novo coronavírus.

CARNETEC

JBS doará 2 milhões de sabonetes em lares para idosos e favelas em SP e Rio

Por meio da Divisão JBS Higiene & Limpeza, a JBS vai iniciar a produção de 2 milhões de sabonetes que serão distribuídos em diferentes regiões do país, informou a companhia na terça-feira (24).

Ao todo, serão doados mais de 300 mil kits a partir da próxima segunda-feira (30). O produto será destinado a lares de idosos próximos às fabricas da empresa e favelas das cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, em ação coordenada junto à Central Única das Favelas (Cufa), que será responsável pela distribuição nas duas cidades. Colaboradores da empresa em todo o país também serão beneficiados com a ação.

Os sabonetes serão produzidos na planta da JBS Higiene & Limpeza localizada em Lins (SP). A expectativa é que até o dia 4 de abril todos os kits já tenham sido entregues. A ação faz parte do programa de responsabilidade social da JBS “Fazer o Bem Faz Bem”.

CARNETEC

Nova campanha da Sadia traz mensagem de apoio e conscientização aos brasileiros

Enquanto brasileiros estão em quarentena por conta da pandemia do novo coronavírus, a Sadia apresenta um filme incentivando o consumidor a comprar apenas os alimentos necessários, sem necessidade de fazer estoque, e também a ficar em casa, informou a marca na terça-feira (24).

A campanha, que entrou no ar na segunda-feira (23), no intervalo do Jornal Nacional (TV Globo), em todo o país, evidencia a importância de as pessoas contribuírem para a reversão do cenário atual, fazendo sua parte e comprando de maneira responsável, para evitar a falta de produtos nas prateleiras. “Temos uma cadeia inteira trabalhando, com empenho e segurança, para garantir o abastecimento dos brasileiros. Neste momento tão sensível, é importante que o consumidor confie que estamos fazendo nossa parte e que ele também aja desta mesma forma, ficando em casa e comprando somente o necessário”, afirmou Sidney Manzaro, vice-presidente de mercado Brasil da BRF.

CARNETEC

FRANGOS & SUÍNOS

Operadora da KFC no Brasil e da Frango Assado posterga abertura de novos restaurantes

A International Meal Company Alimentação (IMC) decidiu postergar o seu plano de abertura de novos restaurantes de 2020 para 2021, informou a empresa na segunda-feira (23).

A operadora da marca de frango frito KFC, da Frango Assado e da Pizza Hut no Brasil disse em comunicado que a decisão ocorreu “em virtude do cenário macroeconômico adverso”.

A IMC planeja abrir 200 restaurantes Pizza Hut, 200 KFC e 15 Frango Assado no Brasil em cinco anos, a partir de 2021. O plano de cinco anos também inclui a abertura de 15 restaurantes Margaritaville ou LandShark nos Estados Unidos. Em 2020, a empresa abriu oito restaurantes Pizza Hut e quatro KFC no Brasil. Sete lojas KFC e duas lojas Pizza Hut estão com obras em estágio avançado e cinco lojas Pizza Hut tiveram as obras paralisadas. “Nos EUA, devemos abrir a loja em San Antonio, Texas, o LandShark no Bayside em Miami, Flórida, e o Margaritaville e LandShark no Margaritaville Hotel na Times Square NYC, Nova York”, disse a empresa sobre os planos para este ano.

INTERNACIONAL

WH Group, maior processador de carne suína do mundo, tem salto no lucro em 2019

O WH Group, maior processador de carne suína do mundo, reportou nesta terça-feira um salto de 32% no lucro em 2019, à medida que máximas recordes nos preços do produto na China impulsionaram o valor das exportações realizadas pela companhia nos Estados Unidos e elevaram margens de comercialização no país asiático.

O presidente do conselho do grupo, Wan Long, afirmou que a epidemia de coronavírus na China no início deste ano teve impacto muito limitado sobre as operações ou demanda, e que mais de 95% das operações da empresa no país já voltaram ao normal.

Os preços da carne de porco na China, maior produtora global da proteína, dispararam no ano passado, depois de a peste suína africana dizimar o cartel de porcos do país, reduzindo o número de matrizes em mais de 60%, segundo estimativas.

O WH Group, que é proprietário da norte-americana Smithfield, afirmou que o lucro da empresa antes de ajustes em 2019 totalizou 1,378 bilhão de dólares, ante 1,05 bilhão de dólares no ano anterior, enquanto as receitas avançaram em 6,6%, para 24,1 bilhões de dólares. A empresa disse que as operações na China foram “severamente restringidas” pela oferta reduzida de porcos e pela demanda menor diante da escalada dos preços. O grupo processou 13 milhões de animais na China, queda de 19% na comparação anual.

No entanto, os negócios de carne suína in natura tiveram crescimento de 46%, com a empresa vendendo grandes estoques de carne congelada quando os preços estavam baixos e impulsionando importações de carne suína barata proveniente dos EUA.

Puxada por importações, Cofco Meat lucrou US$ 60 milhões em 2019

Em 2018, empresa havia registrado prejuízo

Impulsionada pelos preços mais elevados da carne suína no mercado chinês, a Cofco Meat, controlada pela estatal chinesa Cofco, reportou um lucro líquido de 424,9 milhões de yuans (o equivalente a US$ 60,19 milhões) no ano passado. Em 2018, a companhia teve prejuízo de 204,1 milhoes de yuans (US$ 28,91 milhões).

As vendas da companhia aumentaram de 7,17 bilhões (US$ 1,02 bilhão) de yuans em 2018 para 11,08 bilhoes (US$ 1,57 bilhão) no ano passado.

O resultado da Cofco Meats, que tem ações listadas na bolsa de Hong Kong, foi puxado pela produção de suínos e pelo aumento das importações de carne.

No ano passado, os preços da carne suína dispararam na China em meio à escassez de oferta provocada pela epidemia de peste suína africana. O país teve de aumentar as importações para abastecer a demanda.

A brasileira BRF é uma acionista minoritária da Cofco Meat.

VALOR ECONÔMICO

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