CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1178 DE 17 DE FEVEREIRO DE 2020

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Ano 6 | nº 1178| 17 de fevereiro de 2020


NOTÍCIAS

Primeira quinzena com preços firmes do boi gordo

São Paulo encerrou com alta de R$10,50/@ na primeira quinzena de fevereiro, considerando o preço à vista

Com a valorização, parte das indústrias conseguiu andar com as escalas de abate, porém, de forma limitada. Atualmente, as programações de abate atendem, em média, quatro dias. Para os próximos dias, o mercado deve trabalhar mais cauteloso, aguardando a reação do consumo de carne no mercado interno para definir os próximos passos que serão dados pela indústria. Na média de todas as praças pesquisadas pela Scot Consultoria, o preço do boi gordo subiu 4,9% nessa primeira quinzena, o que significa R$8,35 a mais por arroba.

SCOT CONSULTORIA

Arroba do boi gordo sobe até R$ 10 com boa demanda por carne bovina

Na segunda semana de fevereiro, todas as praças acompanhadas pela Safras & Mercado registraram altas; veja a tendência para a segunda quinzena do mês

Os preços da arroba do boi gordo dispararam no mercado físico durante a segunda semana de fevereiro, dando continuidade ao movimento de alta registrado na primeira semana. De acordo com levantamento da Safras & Mercado, a cotação subiu R$ 10 em Goiânia (GO), entre 6 e 14 de fevereiro, passando de R$ 185 para R$ 195.  “Os frigoríficos iniciaram o mês com escalas de abate bastante apertadas diante da relutância dos pecuaristas em negociar com os valores ofertados”, diz o analista da Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias. Segundo ele, o consumo de carne bovina acelerou com a entrada da massa salarial na economia, acentuando também a velocidade de reposição entre as cadeias atacadistas e varejistas. “Todos esses fatores somados estão fazendo o mercado ficar bastante aquecido nesta primeira quinzena de fevereiro. Já para a segunda metade do mês, o quadro deve mudar com a queda natural no consumo, típica de fim de mês”, assinalou. As exportações de carne bovina in natura do Brasil renderam US$ 159,7 milhões na parcial de fevereiro (cinco dias úteis), informa a Secretaria de Comércio Exterior (Secex). A quantidade total exportada pelo país chegou a 33,7 mil toneladas e o preço médio da tonelada ficou em US$ 4.736,20. Na comparação com janeiro, houve alta de 22% no valor, ganho de 26,8% na quantidade e queda de 3,8% no preço. Em relação a janeiro de 2019, houve ganho de 47,5% no valor, alta de 16,8% na quantidade e ganho de 26,2% no preço. Veja a diferença nos preços da arroba do boi gordo entre 6 e 14 de fevereiro:

São Paulo: de R$ 199 para R$ 204 (+2,51%)

Goiânia (GO): de R$ 185 para R$ 195 (+5,41%)

Uberaba (MG): R$ 190 para R$ 195 (+2,63)

Dourados (MS): de R$ 183 para R$ 194 (+6%)

Cuiabá (MT): R$ 175 para R$ 175 (+2,9%)

Safras & Mercado

Rio Grande do Sul antecipa para março vacinação contra a febre aftosa

Antecipação faz parte da estratégia do Estado para ser declarado pelo Mapa como livre de aftosa sem vacinação

O Rio Grande do Sul vai antecipar a vacinação do rebanho bovino e bubalino contra a febre aftosa. O aval foi dado pela Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, durante reunião com o Governador Eduardo Leite. A antecipação faz parte da estratégia do Estado para ser declarado pelo Mapa como livre de aftosa sem vacinação, a fim de obter, num segundo momento, o reconhecimento internacional dessa condição pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). Conforme o Secretário Covatti Filho, a vacinação do rebanho será feita na primeira quinzena de março – em outros anos ocorria em etapas em maio e novembro. “Nós também estamos fazendo uma série de seminários regionais em todo o Estado para expor aos nossos produtores e entidades os resultados da auditoria que o Ministério da Agricultura fez na nossa defesa agropecuária. Em conjunto com todas as entidades da nossa agropecuária, nós vamos tomar a decisão se queremos ou não mudar o status sanitário do nosso Estado”, afirma o secretário.

PORTAL DBO

Legislação

Decisão do STF anulará autuações fiscais aplicadas a produtores e cooperativas

Mas débitos de Funrural incluídos no Programa de Regularização Tributária Rural, de 2018, não podem ser restituídos

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que reconheceu a imunidade tributária das contribuições sociais, como o Funrural, nas exportações indiretas deverá apaziguar entendimentos nas instâncias inferiores da Justiça e na esfera administrativa, além de anular autuações aplicadas pelo Fisco nos últimos anos, segundo especialistas. Segundo a advogada Valdirene Lopes Franhani, sócia do Lopes Franhani Advogados, ao menos 23 grandes autuações fiscais de produtores e cooperativas foram levadas ao Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) recentemente. Ela diz que o julgamento do STF representa um novo capítulo para o agronegócio nacional, alvo de tentativas de onerações em um momento de discussão de reforma tributária. Na visão dela, a interpretação da decisão amplia o conceito de exportação. “É um capítulo que favorece as exportações, justamente agora que elas estão na mira do governo, e representa um avanço porque vai cancelar muitas dívidas”, afirma. No mesmo sentido, Eduardo Lourenço, sócio do Maneira Advogados e representante da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil) no julgamento, diz que a decisão acaba com a “disparidade que existia no tratamento entre o grande produtor, que consegue fazer exportação, e os pequenos e médios que dependem da empresa intermediária”. Ele ressalta que o STF “reconhece que há necessidade de se tratar de forma igual os produtores rurais” ou, do contrário, a lei estaria dando um benefício para grandes produtores. Já o Presidente da Associação do Comércio Exterior do Brasil (AEB), proponente da ação direta de inconstitucionalidade julgada, José Augusto de Castro, considera que a decisão dá novo ânimo para as exportações brasileiras. “Se não reduzirmos o custo Brasil, vamos ter dificuldades de exportar e essa causa é um dos itens. Devemos estimular a exportação do produto e não do tributo, porque isso inviabiliza a exportação”, afirma. Ele acredita que pequenas e médias empresas sejam beneficiadas imediatamente. Contudo, quem aderiu ao Programa de Regularização Tributária Rural (PRR), instituído pela Lei nº 13.306, de 2018, renunciou ao direito à restituição, destaca o advogado Jeferson Rocha, diretor jurídico da Associação Nacional de Defesa dos Agricultores, Pecuaristas e Produtores da Terra (Andaterra), que atuou como parte interessada (“amicus curiae”) no processo. Segundo Paulo Mendes de Oliveira, da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PFGN), o órgão vai aguardar a publicação do acórdão para decidir se vai recorrer. Mas o procurador afirma que a União vai respeitar a decisão e não vai “se insurgir” contra pedidos de restituição ou novas ações.

VALOR ECONÔMICO

ECONOMIA

Ibovespa recua com dados da economia

O Ibovespa teve a segunda queda seguida na sexta-feira, com agentes do mercado reagindo a dados da atividade econômica do Brasil

O Ibovespa caiu 1,11%, a 114.380,71 pontos. Mas na semana, o índice ainda teve alta acumulada de 0,54%. O volume financeiro da sessão foi de 19,75 bilhões de reais. A atividade econômica do Brasil perdeu força no fim de 2019, segundo o IBC-Br, considerado sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), com aumento de 0,89% no ano, dado abaixo do consenso do mercado para o PIB, de 1,12% em 2019. Para Pablo Spyer, Diretor de Operações da Mirae Asset, o dado mostra que a recuperação da economia do país está mais lenta do que o esperado. “Pelo fato de estar próximo das máximas, (o índice) não está se sustentando, a retomada econômica decepcionou, os dados não surpreenderam positivamente e o mercado está revisando a projeção do PIB para baixo”, disse Spyer, acrescentando que diante do cenário, uma realização de lucros é natural. Em Wall Street, as bolsas encerraram a semana com tendências mistas, antes do feriado de segunda-feira nos Estados Unidos. No âmbito internacional, o surto do coronavírus continua se propagando, com o número de infectados chegando a 63.851 pessoas e o Egito confirmando o primeiro caso da doença no país. O presidente do BC, Roberto Campos Neto, disse que o impacto no cenário doméstico ainda é difícil de ser calculado.

REUTERS

Após recordes, dólar tem 1ª queda semanal do ano com BC vendendo moeda

O dólar fechou em queda ante o real nesta sexta-feira, chegando a perder o suporte de 4,30 reais apenas um dia depois de bater recorde acima de 4,38 reais

O real teve o melhor desempenho entre as principais moedas nesta sessão, depois de dias liderando as perdas. A queda do dólar na quinta e nesta sexta fez a moeda acumular baixa quebrando uma sequência de seis semanas de valorização. Em dois dias, a queda acumulada foi de 1,14%. O dólar acumula alta de mais de 8% no ano. O dólar à vista terminou esta sessão em queda de 0,79%, a 4,3012 reais na venda —maior desvalorização diária desde 3 de fevereiro (-0,86%). Na mínima do dia, a cotação desceu a 4,2924 reais. Na B3, o dólar futuro tinha baixa de 1,23% nesta sexta, a 4,2995 reais. Na semana, o dólar recuou 0,46%, primeira queda semanal em 2020. O período foi marcado pelo retorno do Banco Central às operações de venda líquida de swaps cambiais, conforme o real se depreciava mais rapidamente que outras divisas emergentes. Apenas nesta semana, o BC vendeu 2 bilhões de dólares nesses contratos, primeira operação do tipo desde agosto de 2018. Analistas do Citi entendem, contudo, que a intervenção tende a “funcionar” apenas no curto prazo. De forma geral, os estrategistas esperam que o real retome a depreciação, afetado por aumento de déficit em conta corrente, juro menor e a perda de vigor da economia, entre outros fatores.

REUTERS

Atividade econômica avança 0,89% em 2019, aponta BC

Somente em dezembro, ICB-Br registrou queda, de 0,27%

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) caiu 0,27% em dezembro de 2019, na comparação dessazonalizada com o mês anterior, conforme divulgado na sexta-feira pela autoridade monetária. Em novembro, o resultado foi negativo em 0,11% (dado revisado de alta de 0,18%). Em 2019 completo, o IBC-Br cresceu 0,89%. Devido às constantes revisões, o indicador medido em 12 meses é mais estável do que a medição mensal. No quarto trimestre de 2019, houve crescimento de 0,46% em relação aos três meses anteriores, na série com ajuste sazonal. Na comparação com dezembro de 2018, o índice teve alta de 1,28% no último mês de 2019, na série sem ajuste. Por fim, na média móvel trimestral, usada para captar tendências, o IBC-Br subiu 0,46% em dezembro, em relação aos três meses encerrados em novembro. O comportamento do indicador em dezembro foi influenciado pelas quedas de 0,7% na produção industrial, de 0,1% no varejo (recuo de 0,8% do varejo ampliado, que inclui as vendas de veículos, motos, partes e peças e de material de construção) e de 0,4% nos serviços. O IBC-Br tem metodologia de cálculo distinta das contas nacionais calculadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O indicador do BC, mensal, permite acompanhamento mais frequente da evolução da atividade econômica, enquanto o Produto Interno Bruto (PIB), trimestral, descreve um quadro mais abrangente da economia.

VALOR ECONÔMICO

Investidor estrangeiro retira R$ 199,625 milhões da B3 no dia 12

Os investidores estrangeiros retiraram R$ 199,625 milhões da B3 no pregão da última quarta-feira, 12

Naquele dia, o Ibovespa fechou em alta de 1,13%, aos 116.674,13 pontos, com forte giro financeiro totalizou R$ 74,6 bilhões em dia de vencimento de opções sobre o índice e sobre contratos futuros. Em fevereiro, o saldo acumulado de recursos estrangeiros na Bolsa está negativo em R$ 6,210 bilhões, resultado de compras de R$ 112,029 bilhões e vendas de R$ 118,239 bilhões. No ano, os estrangeiros já retiraram R$ 25,368 bilhões do mercado acionário brasileiro.

Estadão Conteúdo

EMPRESAS

Marfrig participa da 25ª edição da Gulfood, em Dubai

A Marfrig Global Foods estará presente na 25ª edição da Gulfood, que será realizada entre os dias 16 e 20 de fevereiro, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos

Com um estande próprio, a companhia apresentará seu portfólio de produtos como molhos, arroz e carne enlatada, e as marcas das operações América do Sul e América do Norte com destaque para marcas da National Beef e Quickfood. Considerada uma das maiores exposições anuais de alimentos e bebidas do mundo, a feira reunirá cerca de 100 mil visitantes de 200 países em um espaço com cerca de 5 mil expositores que irão apresentar as principais tendências do setor.

CARNETEC

Minerva aposta em forte alta nas exportações

Segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), as exportações globais de carne bovina devem crescer 2,5% neste ano. Brasil e Argentina serão os principais exportadores, com crescimento de 9,5% e 9,8%, respectivamente

Entre as regiões que podem ter impacto negativo nas exportações em 2020, estão Oceania, que deve embarcar 14,6% menos na comparação anual e Austrália, com retração projetada em 19,5% na mesma base de comparação. Segundo o USDA, o consumo chinês de carne suína deve cair aproximadamente 24% em 2020, enquanto a estimativa para a demanda por carne bovina é de crescimento em torno de 5%. A expectativa da companhia é que as exportações brasileiras em 2020 sejam expressivamente superiores às do ano anterior, quando o país bateu recorde ao atingir a marca de 1,5 milhão de tonelada embarcadas, incremento de 15% em relação a 2018. No quatro trimestre de 2019, as vendas externas somaram 475 mil toneladas, 21% a mais que no terceiro trimestre do mesmo ano. O resultado foi impulsionado, mais uma vez, pela forte demanda chinesa. O preço da carne bovina em dólares também foi superior no ano passado em relação a 2018. O valor médio foi de US$ 4,8 por quilo em 2019, 17% superior ao terceiro trimestre de 2018. O preço em reais ficou em R$ 19,7 por quilo no quarto trimestre de 2019, avanço de 20% em relação ao trimestre anterior.

PECUARIA.COM.BR

Coronavírus pode adiar saída do BNDES da JBS

A oferta subsequente de ações da JBS detidas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deve acontecer apenas em junho

De acordo com a edição da sexta-feira da Coluna do Broadcast, do jornal O Estado de S.Paulo, a tendência é que o banco se desfaça de uma só vez de toda sua fatia de 21,32% que detém do frigorífico. O objetivo inicial era que a operação se desse em duas etapas, mas o jornal informa que a decisão final ainda não foi tomada. A expectativa é que o follow-on movimente R$ 15 bilhões, considerando o atual valor de mercado. Recentemente, o BNDES levantou R$ 22 bilhões com a venda de ações da Petrobras. Ainda segundo a coluna, o sindicato de bancos que está coordenando a operação já está contratado desde dezembro, quando a operação da Marfrig passou à frente da JBS. Um dos pontos ainda em discussão é o preço por ação, que atualmente está em R$ 25, quando em setembro estava em R$ 32. Uma das percepções é que será necessário esperar um cenário melhor diante das atuais incertezas com a propagação do contágio de coronavírus na China. São coordenadores Bradesco BBI, BTG Pactual, Bank of America Merrill Lynch (Bofa), Itaú BBA e UBS Brasil. Atualmente, a JBS é a segunda posição em renda variável da carteira do BNDES, respondendo por mais de 15% do total do portfólio.

Money Times

FRANGOS & SUÍNOS

Coronavírus redireciona embarques de frango dos EUA com destino à China

Navios que transportam contêineres refrigerados de frango dos Estados Unidos para a China estão sendo desviados para portos em Hong Kong, Coreia do Sul, Taiwan e Vietnã devido ao surto de coronavírus, segundo um grupo de exportações de aves dos Estados Unidos

Portos chineses ficaram sem espaço para contêiners refrigerados, que devem ser conectados a tomadas elétricas para manter a carne congelada e outros produtos alimentares gelados, disse à Reuters Jim Sumner, Presidente do Conselho de Exportação de Ovos e Aves dos Estados Unidos, na quinta-feira. Produtos congelados e refrigerados estão começando a estragar por conta da falta de energia disponível, afirmou um gerente de operações de um porto de Los Angeles. Os atrasos ocorrem no momento em que a China se prepara para aumentar as importações de carne bovina e de aves dos Estados Unidos, após o acordo comercial de fase 1 anunciado no mês passado. Os exportadores de aves norte-americanos estão sendo informados pelas autoridades de frete, porto e governo que os embarques de suprimentos médicos e suínos necessários para reforçar as reservas da China estão sendo permitidos, disse Sumner. “Todo o resto está sendo considerado não prioritário e não é permitido entrar”, disse ele. “A China está basicamente fechada no momento.” Estima-se que 300 a 400 contêineres refrigerados de aves —atualmente em deslocamento— estão sendo desviados. Cerca de 80% dos produtos são pés de galinha, enquanto o restante é carne de frango e de peru, afirmou Sumner.

REUTERS

China anuncia retirada de proibição de importação de frango dos EUA

Chanceler Wang Yi afirma que a China cumprirá sua parte do acordo com os Estados Unidos; e espera que americanos também cumpram seu compromisso com a China.

No domingo, a agencia estatal chinesa Xinhua divulgou uma série de notícias sobre a epidemia de coronavirus que atinge o País, e também confirmou seu compromisso com o acordo comercial estabelecido com os EUA. Pelo acordo assinado com o presidente Donald Trump, a China se compromete a iniciar compras de produtos agrícolas norte-americanos (no valor de 32 bilhões de dólares) a partir do sábado, dia 15 de fevereiro. Na nota a Xinhua informa o fim das restrições para o frango norte-americano, mas não diz se a liberação faz parte do acordo assinado entre a China e EUA.

Xinhua

Suínos: preço do animal vivo mostra reação

Reajustes positivos enceram a semana para o mercado de suínos

Na produção independente, várias praças produtoras tiveram alta nas negociações registradas em bolsas de suínos, destaque para São Paulo, com aumento de 5,07% e preço de R$ 5,60/kg. De acordo com o Cepea/Esalq, os preços estão reagindo, após terem registrado quedas entre o final de janeiro e o início de fevereiro. Além da melhora da demanda doméstica, com a entrada dos salários, o aquecimento no mercado externo tem reforçando a elevação dos preços. Segundo informações do órgão, referentes à quinta-feira (13), em Santa Catarina o quilo do suíno vivo subiu 1,44%, chegando a R$ 4,93/kg, alta de 0,60% no Paraná, com valor de R$ 5,07/kg, e de 0,38% em São Paulo, preço de R$ 5,33/kg. Em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul, os preços permaneceram estáveis em R$ 5,49/kg e R$ 4,83/kg.  Conforme dados da Scot Consultoria, a sexta-feira (14) foi de estabilidade nos preços, ficando a arroba do suíno CIF cotado em R$ 100/R$ 101, e a carcaça especial em R$ 7,90/R$ 8,10/kg.

Cepea/Esalq

INTERNACIONAL

Brasil e Argentina tentam diversificar comércio agropecuário bilateral

País vizinho poderá vender bovinos reprodutores no mercado brasileiro

Brasil e Argentina firmaram um entendimento para a diversificação do comércio agropecuário bilateral. Representantes do Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar da Argentina (Senasa) participaram de reunião bilateral esta semana em Brasília com o Ministério da Agricultura. A Argentina aprovou o modelo de Certificado Sanitário Internacional (SCI) para abrir seu mercado para a carne de rã brasileira. Também foi aprovado o modelo de Certificado Zoossanitário Internacional (CZI) que tornará viável a venda de sêmen suíno do Brasil para a Argentina. Já o Brasil aprovou o modelo de CZI proposto pelos argentinos para abrir mercado a bovinos reprodutores da Argentina. Os dois países também acordaram que o Brasil enviada uma missão à Argentina até o dia 10 de julho para realizar auditorias de manutenção em unidades de carne bovina, lácteos e pescado. Ao mesmo tempo, técnicos argentinos virão ao Brasil para auditar produtos cárneos bovinos e visitar unidades de aves. “Acordamos colocar na mesa vários temas que há anos estavam na nossa pauta, mas que não destravavam. As equipes técnicas fizeram reuniões e avançamos muito nos temas de interesse dos dois países, inclusive na diversificação da nossa pauta” , disse a Ministra da Agricultura, Tereza Cristina.

VALOR ECONÔMICO

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