CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1177 DE 14 DE FEVEREIRO DE 2020

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Ano 6 | nº 1177| 14 de fevereiro de 2020

 

NOTÍCIAS

Alta do boi gordo em 21 praças pecuárias

No fechamento da última quinta-feira (13/2), os preços da arroba do boi gordo subiram em 21 das 32 praças pecuárias pesquisadas pela Scot Consultoria. Na média das 21 praças, a alta foi de 1,1%

A retração da oferta somada à necessidade de os frigoríficos provisionarem carne para a demanda de Carnaval explica a alta em grande parte das praças pecuárias do país. Em São Paulo, a dificuldade de comprar boiadas fez com que as valorizações alcançassem o boi gordo, a novilha e a vaca gorda. No estado, a arroba do boi gordo está cotada em R$205,00, bruto, R$204,50, com o desconto do Senar e em R$200,00, à vista, livre de impostos (Senar + Funrural). A alta comparando dia a dia foi de R$3,00/@ e o pecuarista está recebendo R$10,50 a mais por arroba, na comparação com o início do mês. Vale destacar que, nas negociações vigentes, existem ofertas de compra acima da referência para lotes maiores, com boiadas mais pesadas e mais padronizadas.

SCOT CONSULTORIA

Preço do boi fica estável com pasto em boa condição e pouca oferta

As escalas de abate dos frigoríficos de menor porte seguem apertadas e o pecuarista tem mais poder de negociação

O mercado físico do boi gordo segue com preços firmes principais regiões de produção e comercialização do Brasil. O analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, as escalas de abate dos frigoríficos de menor porte seguem apertadas. “Enquanto isso, a oferta de animais terminados, de forma geral, ainda é pequena, ainda mais com os pastos em boas condições e os pecuaristas retendo o gado no campo”, assinalou Iglesias. Segundo ele, há chances de alteração na dinâmica do mercado na segunda metade de fevereiro diante da tradicional desaceleração no consumo de carne bovina de final de mês. Em São Paulo, Capital, os preços do mercado à vista permanecem em R$ 204 a arroba. Em Minas Gerais, preços em R$ 195 a arroba, com alta diária de um real. Em Mato Grosso do Sul, os preços subiram R$ 191 a R$ 192 para R$ 192 a arroba, em Dourados. Em Goiás, o preço indicado ficou em R$ 192, em Goiânia, estável. Já em Cuiabá, Mato Grosso, o preço permaneceu em R$ 179 em Cuiabá. No atacado, os preços da carne bovina voltaram a subir para quase todos os cortes. “Apesar disso, o viés é negativo para a próxima semana, com a reposição entre atacado e varejo ficando mais lenta com a queda no consumo. Além disso, o consumidor médio não tem condições financeiras de absorver tantos reajustes e fatalmente vai migrar para outras proteínas animais mais baratas, especialmente a carne de frango”, analisou Iglesias. O corte traseiro passou de R$ 14,60 o quilo para R$ 14,65 o quilo. A ponta de agulha permaneceu em R$ 11,95 por quilo. Já o corte dianteiro passou de R$ 12,20 por quilo para R$ 12,70 por quilo.

AGÊNCIA SAFRAS

Kuwait abre mercado para a carne bovina brasileira

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) foi informado na quinta-feira (13) que o Kuwait passará a importar carne bovina do Brasil

“Mais uma boa notícia de abertura de mais um mercado para a carne bovina brasileira: o Kuwait, país que visitamos em setembro, quando iniciamos essa conversação. Hoje veio a boa notícia de mais um mercado para a carne bovina brasileira”, afirmou a Ministra Tereza Cristina. Atualmente a carne de frango (in natura) é o produto agropecuário brasileiro mais comprado pelo Kuwait. Em 2018, foram importadas 122.945 toneladas, o equivalente a US$ 185,7 milhões. O Brasil também exporta para o Kuwait milho, suco de laranja, café solúvel, farelo de soja, café verde, carne de frango (industrializada), carne de pato (in natura), castanha de caju e carne de peru (in natura). No ano passado, as exportações agropecuárias para o Kuwait totalizaram US$ 209,4 milhões, o equivalente a 215.463 toneladas.

MAPA

Abates de bovinos caíram no 4º trimestre de 2019, mas os de frango e de suínos aumentaram

Foi o que apontou pesquisa do IBGE; perspectivas continuam positivas para a pecuária brasileira

O abate de bovinos caiu 1,8% no país no quarto trimestre de 2019 em relação ao mesmo período do ano anterior, para 8,039 milhões de cabeças, de acordo com dados preliminares divulgados na quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com o terceiro trimestre, houve queda de 5,4%. A produção de carcaças bovinas somou 2,08 milhões de toneladas de outubro a dezembro, um incremento de 0,5% ante igual intervalo de 2018, mas retração de 5,1% em relação ao trimestre imediatamente anterior. Já os curtumes declararam ter recebido 7,88 milhões de peças inteiras de couro no quarto trimestre, 12,4% menos na comparação anual 2018 e volume 8,2% mais baixo que entre julho e setembro. Ainda conforme o IBGE, foram abatidos 1,456 bilhão de frangos no quarto trimestre de 2019, alta de 2,8% frente ao mesmo período do ano anterior e baixa de 1% na comparação ao terceiro trimestre de 2019. A produção de ovos de galinha, por sua vez, foi de 981,54 milhões de dúzias no quarto trimestre do ano passado. O resultado representou avanços de 4,3% ante o mesmo período de 2018 e de 1,7% na comparação com o trimestre anterior. O levantamento aponta, ainda, que os criadores abateram 11,869 milhões de cabeças de suínos de outubro a dezembro do ano passado, crescimento de 6,1% na comparação ao mesmo período de 2018. Em relação ao terceiro trimestre de 2019, houve alta de 1,5%. De uma maneira geral, o cenário continua positivo para a pecuária brasileira, com perspectiva de demanda aquecida no país e no exterior.

VALOR ECONÔMICO

ECONOMIA

Dólar bate recorde acima de R$4,38, mas fecha em leve queda após BC atuar via swap

O dólar fechou em queda moderada ante o real nesta quinta-feira, após o Banco Central realizar a primeira injeção líquida de moeda via swaps cambiais em um ano e meio, depois de a cotação ter disparado logo no começo dos negócios e batido novo recorde histórico acima de 4,38 reais na venda

O dólar chegou a acumular alta de mais de 8% ante o real em 2020, o que faz do real a moeda de pior desempenho entre 33 rivais do dólar neste ano. Estrategistas do Morgan Stanley avaliaram que a recente depreciação do real esteve ligada à percepção de que o BC estava “confortável” com o atual patamar de câmbio —entendimento reforçado pelas falas tanto de Campos Neto quanto de Guedes na noite da véspera.  A volatilidade implícita de três meses para opções de dólar/real chegou a flertar com máximas do ano nas últimas sessões. Até mesmo o cupom cambial —uma medida da liquidez do mercado— voltou a subir nas últimas sessões, evidência de um maior grau de nervosismo do mercado. “Com a intervenção do BC, o real deve voltar a operar mais em linha com seus pares”, disse Luciano Rostagno, estrategista-chefe do banco Mizuho do Brasil. Por volta de 10h, quando o dólar bateu 4,3840 reais na venda —novo pico histórico intradiário—, o Banco Central anunciou oferta líquida de até 20 mil contratos de swap cambial tradicional —derivativos que funcionam como uma venda de dólar no mercado futuro. O BC colocou todo o lote ofertado, no equivalente a 1 bilhão de dólares. Desde agosto de 2018 a autoridade monetária não fazia tal operação. Naquele mês, o BC vendeu um total de 1,5 bilhão de dólares nesses ativos. O dólar à vista fechou em baixa de 0,34%, a 4,3356 reais na venda. Na máxima do dia, alcançada na primeira hora de pregão, a divisa alcançou 4,3840 reais na venda, novo pico histórico intradiário. Na B3, o contrato futuro de maior liquidez tinha queda de 0,22%, a 4,3490 reais.

REUTERS

Coronavírus volta a assustar e Ibovespa recua

O Ibovespa recuou na quinta-feira com notícias sobre o coronavírus voltando a minar o sentimento de investidores

Índice de referência da bolsa brasileira, o Ibovespa caiu 0,87%, a 115.662,40 pontos. O giro financeiro da sessão somou 21,58 bilhões de reais. A queda veio após o Ibovespa acumular ganho de 3,65% nos últimos dois pregões. Uma revisão no método de diagnóstico do coronavírus, que fez disparar a contagem de mortes e casos na China, aumentou a aversão a risco, na esteira de fortes perdas também em outras praças acionárias no exterior. “O vírus parece ser muito mais contagioso do que se sabia antes”, avaliou o analista Jasper Lawler, Chefe de Pesquisa do London Capital, explicando que a percepção de risco de pandemia, que poderia causar pânico nos mercados aumentou ligeiramente. Ele ponderou, contudo, que, se essa nova metodologia significa que os métodos de detecção melhoraram e se o aumento no número de casos é um evento único, um movimento maior de venda nos mercados pode ser evitado. Wall Street também mostrou fraqueza, com o Dow Jones em queda de 0,43% e o S&P 500 recuando 0,16%.

REUTERS

Setor de serviços do Brasil cai em dezembro, mas volta a crescer em 2019 pela 1ª vez em 5 anos

Em dezembro, o setor de serviços apresentou queda de 0,4% na comparação com novembro, informou nesta quinta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

O volume do setor de serviços brasileiro recuou em dezembro pelo segundo mês seguido, mas ainda assim encerrou o ano passado com crescimento pela primeira vez em cinco anos. Esse é o resultado mais fraco para um mês de dezembro desde 2015, quando o setor encolheu 0,7%. Apesar da fraqueza nos últimos meses do ano, o setor terminou o quarto trimestre com alta de 1,4%, mostrando que a atividade ganhou força ao longo de 2019 após contração no primeiro e segundo trimestres (-0,3% e -0,2% respectivamente) e alta de 0,9% entre julho e setembro. Assim, 2019 ficou no azul após estabilidade em 2018 e três anos de queda, registrando recuperação em um ambiente de inflação fraca no país e retomada da atividade econômica e do emprego, ainda que de forma lenta.  “Entre 2015 e 2017 a perda acumulada foi de 11% e o ganho em 2019 foi de apenas 1%. Como houve crescimento entra 2012 e 2014, é como se o setor de serviços voltasse ao patamar de 2012”, disse o Gerente da pesquisa no IBGE, Rodrigo Lobo. Entre as cinco atividades pesquisadas, quatro tiveram taxas positivas no ano passado, além de 55,4% dos 166 tipos de serviços avaliados. Os Serviços de informação e comunicação subiram 3,3% em 2019 e exerceram o principal impacto positivo sobre o índice, devido em grande parte ao aumento da receita das empresas que atuam nos segmentos de Portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na Internet e outros serviços em tecnologia da informação. Também registraram avanços Outros serviços (5,8%), de Serviços prestados às famílias (2,6%) e de Serviços profissionais, administrativos e complementares (0,7%). Na outra ponta, Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio tiveram queda de 2,5% no volume. Em dezembro ante novembro, foi o setor de Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio que se destacou com recuo de 1,5%, pressionado principalmente pelo segmento de Transporte terrestre (-3,7%). “Isso tem a ver com o desempenho de queda do setor de transporte, de carga e ferroviário, muito em função das perdas observadas na indústria”, explicou Lobo.

REUTERS

Citi Brasil reduz projeção para o crescimento de 2020 de 2,2% para 2%

“O surto de coronavírus pode ter implicações relevantes para o cenário econômico no Brasil”, afirma o banco, em nota assinada por Porto e Paulo Lopes. O banco espera um crescimento do PIB chinês no primeiro trimestre de 3,6% na comparação com o mesmo período de 2019, com impacto sobre outros países

Isso vai “certamente significar um vento contrário à economia brasileira pelo canal de exportações”, dizem Porto e Lopes. Além disso, a maior incerteza global pode restringir fluxos de capitais para mercados emergentes, segundo eles. Junto com preços de commodities mais baixos, isso pode sustentar um câmbio mais desvalorizado. Apesar disso, o déficit em conta corrente deve continuar a aumentar, passando de 2,8% do PIB em 2019 para 3,3% do PIB em 2020, dada a perspectiva de desempenho mais forte da demanda doméstica. “Impactos preliminares do surto de coronavírus nos levaram a reduzir a estimativa para o crescimento de 2020 para 2%”, afirmam os economistas do Citi Brasil. Para 2019, eles mantiveram a projeção em 1,1%, mesmo com a pequena revisão para baixo da previsão para o quarto trimestre.

VALOR ECONÔMICO

Valor da produção agropecuária pode crescer R$ 42 bi em 2020

Se confirmado, montante será 6,4% que o de 2019 e representará um novo recorde. Para as cinco principais cadeias da pecuária, em contrapartida, ministério reduziu sua estimativa para o VBP para R$ 236,1 bilhões, R$ 8,6 bilhões a menos que o projetado no mês passado

O bom desenvolvimento das plantações de grãos no país nesta safra 2019/20, os preços mais firmes de soja e milho e a melhora do cenário para a cafeicultura levaram o Ministério da Agricultura a elevar sua estimativa para o valor bruto da produção (VBP) agrícola no país em 2020. Segundo levantamento recém concluído, a Pasta passou a calcular o VBP conjunto das 21 principais lavouras cultivadas em R$ 437,9 bilhões, R$ 7,7 bilhões a mais que o previsto em janeiro e montante, recorde, 6,4% superior ao de 2019. Para as cinco principais cadeias da pecuária, em contrapartida, ministério reduziu sua estimativa para o VBP para R$ 236,1 bilhões, R$ 8,6 bilhões a menos que o projetado no mês passado. Mas o quadro ainda é positivo, já que o novo número representa um avanço de 7,3% em relação ao ano passado. A correção para baixo reflete a acomodação dos preços das carnes no mercado doméstico após disparadas no fim de 2019. Assim, o VBP da agropecuária brasileira em geral em 2020 agora está estimado pelo governo em R$ 674,1 bilhões, pouco menos que o sinalizado em janeiro, mas montante ainda 6,7% maior que o do ano passado. Se confirmado esse resultado, serão R$ 42,5 bilhões a mais obtidos pelos produtores “da porteira para dentro” que irrigarão as economias dos polos rurais do país este ano. Na região Centro-Oeste, por exemplo, o valor bruto da produção agropecuária deverá alcançar R$ 206,3 bilhões em 2020, 4,2% mais (R$ 18,4 bilhões) que em 2019 — em Mato Grosso, que lidera a produção nacional de grãos e o abate de bovinos, o aumento deverá ser de 10% (R$ 10,1 bilhões), para R$ 112 bilhões. No Sul o incremento previsto é de 10,7% (R$ 16,7 bilhões), para R$ 173,5 bilhões, enquanto no Sudeste o montante 14/02/2020 Valor da produção agropecuária deve crescer R$ 42 bi em 2020.

VALOR ECONÔMICO

FRANGOS & SUÍNOS

Exportações firmes elevam preço do suíno no BR

Entre 5 e 12 de fevereiro, a maior alta, de 6,4%, foi registrada no Sudoeste Paranaense

Os preços do suíno vivo estão reagindo nesta semana na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea, após terem registrado quedas entre o final de janeiro e o início de fevereiro. Segundo colaboradores do Cepea, além do aquecimento do consumo doméstico por conta do recebimento dos salários, demandantes externos também têm aumentado as aquisições da proteína brasileira, reforçando a elevação dos preços. Entre 5 e 12 de fevereiro, a maior alta, de 6,4%, foi registrada no Sudoeste Paranaense, onde o preço do suíno vivo teve média de R$ 5,35/kg nessa quarta-feira, 12. Na região SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba), o valor médio do animal no dia 12 foi de R$ 5,31/kg, elevação de 4,5% em sete dias. Já nas praças de Minas Gerais e de Goiás, houve estabilidade nos preços. Com as cotações do animal vivo em alta na maioria das praças acompanhadas pelo Cepea, o mercado da carne suína também reagiu. No atacado da Grande São Paulo, a carcaça especial suína registrou valorização de 6,1% entre 5 e 12 de fevereiro, a R$ 8,00/kg na quarta-feira, 12.

CEPEA/ESALQ

Suíno: reação nos preços no mercado interno

O mercado de suínos apresentou a primeira valorização nos preços em 2020, em função da aparente melhora nas vendas no mercado interno nesta primeira quinzena do mês

Nas granjas de São Paulo, o animal terminado teve alta de 6,3% ou R$6,00 por arroba nos últimos sete dias, estando cotado, em média, em R$101,00 por arroba. No atacado, a valorização em igual comparação foi de 6,6%, com a carcaça sendo negociada, em média, em R$8,10 por quilo. Daqui para frente é comum as vendas desacelerarem, no entanto, neste mês temos o feriado de Carnaval, o que reduz os dias de abate e comercialização. Este fato pode manter o mercado ativo devido as antecipações, o que pode colaborar para o que mercado fique firme.

SCOT CONSULTORIA

Custo de produção do frango sobe ao maior nível dos últimos 43 meses

O levantamento mensal da Embrapa Suínos e Aves aponta que em janeiro passado o custo de produção do frango subiu ao maior nível dos últimos 43 meses, alcançando a marca de R$3,01/kg

Essa foi a primeira vez em dois anos e meio que o valor registrado superou os R$3,00/kg, nível ultrapassado até aqui em apenas duas outras ocasiões – maio e junho de 2016, meses em que o custo foi estimado em R$3,04/kg e R$3,13/kg, respectivamente, os mais elevados de toda a história do setor. Em novembro e dezembro de 2019, bimestre em que o custo ficou estável em R$2,99/kg – o incremento foi irrisório, pouco superior a meio por cento. Mas em relação a janeiro de 2019 aproximou-se dos 7%, enquanto em dois anos acusa aumento superior a 20%. O levantamento da Embrapa Suínos e Aves indica que o maior aumento, foi o da mão de obra (+13%). Na alimentação, o aumento de custo não chegou a 8%. A participação da alimentação no custo de produção do frango passou de 68,44% para 69,19% (aumento de 1%), enquanto a participação da mão de obra subiu de 5,32% para 5,66% (aumento superior a 6%). Já os insumos do frango (pinto de um dia, cama, energia, produtos veterinários etc.) apresentaram retração de 3%, caindo de 21,63% para 20,98% do custo total.

Embrapa Suínos e Aves

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