CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1158 DE 20 DE JANEIRO DE 2020

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Ano 6 | nº 1158| 20 de janeiro de 2020


NOTÍCIAS

Em São Paulo a cotação do boi gordo recuou em todos os dias na última semana

A referência para a arroba na praça paulista caiu pelo quinto dia consecutivo e fechou a última semana cotada em R$194,00, à vista, bruto, R$193,50, com desconto do Senar, e R$191,00 com desconto do Funrural e Senar. Queda de 2,5% desde o início da semana e 4,0% desde o início do ano

Além das duas praças de São Paulo, a cotação do boi gordo caiu em outras sete praças pecuárias monitoradas pela Scot Consultoria. Considerando a média das 32 regiões pesquisadas, a cotação da arroba caiu 0,1% na comparação feita dia a dia, e 0,9% ao longo da semana. Diferente do cenário geral, a cotação do boi gordo no Maranhão fechou a semana em alta. A pouca oferta de animais terminados e a dificuldade em estabelecer as escalas de abate têm feito com que as indústrias ofertem preços acima da referência. O boi casado de bovinos castrados caiu 12,7% desde o início do ano, apontando para o consumo devagar no mercado interno. A expectativa é que o mercado de carne bovina continue pressionado, lembrando de que a segunda quinzena do mês, é de normalmente um consumo menor, o que dá sustentação para o viés baixista.

SCOT CONSULTORIA

Pressão é pra valer, mas boi resiste em R$ 190 a arroba em SP

Praças pecuárias balançam ao sabor do mercado, mas nem tanto

Com a chegada da segunda quinzena do mês e a o lento escoamento de carne bovina no atacado, a arroba do boi gordo vem sofrendo pressão negativa nas regiões pecuárias, informa a Agrifatto. “O suporte de preço do boi gordo em R$ 190/@, patamar estabelecido em dezembro nas praças paulistas, pode ser perdido nos próximos dias se a demanda interna e externa continuarem em ritmo mais fraco”, prevê a consultoria. No Mato Grosso, os cortes de carne bovina vendidos no mercado atacadista acumulam queda de 17,65% em 30 dias, desta a Agrifatto, citando dados do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea). Segundo análise semanal da Informa Economics FNP, os preços da arroba no mercado físico de boiada gorda registraram quedas quase que generalizadas nesta semana, mesmo diante da baixa oferta de animais prontos para abate.  “As indústrias frigoríficas continuam receosas com o fraco desempenho das vendas de carne no mercado doméstico, demonstrando dificuldade em repassar os custos do boi gordo ao consumidor final”. Dessa forma, destaca a FNP, os frigoríficos limitam o volume de aquisições, visando evitar o acúmulo de estoques.

PORTAL DBO

Com oferta ajustada à demanda, mercado do sebo fecha a primeira quinzena de 2020 com preços estáveis

No mercado do sebo, os preços fecharam a primeira quinzena do ano estáveis

No Brasil Central, o produto está cotado em R$2,85/kg, livre de imposto. Na comparação ano a ano o preço subiu 14,0%, considerando o valor nominal. No Rio Grande do Sul, o sebo está cotado em R$2,95/kg, na mesma condição. Com a oferta regulada à demanda, a expectativa é de que a cotação siga caminhando de lado no curto prazo.

SCOT CONSULTORIA

Preço da arroba do boi gordo fecha estável nesta sexta

Frigoríficos se ausentam e poucos negócios são registrados no país

O mercado físico do boi gordo apresentou maior morosidade no decorrer da sexta-feira. Segundo o analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, diversos frigoríficos optam por se ausentar da compra de gado, avaliando as melhores estratégias de compra a serem adotadas no curto prazo. “A posição das escalas de abate no geral é confortável, situação que remete a continuidade do movimento de queda. A reposição entre atacado e varejo ainda acontece de maneira lenta, avaliando a descapitalização do consumidor médio durante o primeiro bimestre”, explicou. Em São Paulo, Capital, preços a R$ 193,00 a arroba para pagamento à vista, estáveis em relação à quinta-feira. Em Minas Gerais, preços de R$ 187,00 a arroba, em Uberaba, contra R$ 188,00. No Mato Grosso do Sul, preços seguiram em R$ 183,00 a arroba, em Dourados. Em Goiás, o preço indicado seguiu em R$ 185,00 a arroba em Goiânia. Já no Mato Grosso o preço ficou em R$ 177,00 a arroba em Cuiabá, inalterado. O mercado atacadista voltou a se deparar com preços acomodados ao longo da semana. “A tendência de curto prazo ainda remete a correção dos preços, avaliando a mudança do perfil de consumo no decorrer do primeiro bimestre. O movimento é natural, em um momento de descapitalização do brasileiro médio, às voltas com despesas corriqueiras a esse período do ano”, disse Iglesias. Corte traseiro ainda é cotado a R$ 15,15. Corte dianteiro ainda é precificado a R$ 10,75, por quilo. Ponta de agulha permanece cotada a R$ 10,20, por quilo.

AGÊNCIA SAFRAS

ECONOMIA

Dólar sofre correção, mas encerra semana em altade 1,8% Moeda americana encerrou o dia cotada a R$ 4,1651

A forte alta dos últimos dias do dólar gerou um movimento de ajuste na reta final do pregão da sexta-feira. Após tocar R$ 4,20 no fim da tarde, a moeda americana operou praticamente o dia inteiro em queda, acelerou as baixas durante a tarde e encerrou cotado a R$ 4,1651, recuo de 0,66%. No acumulado da semana, porém, a variação ainda é positiva. De 13 a 17 de janeiro, o dólar se valorizou 1,78% contra o real. O avanço só não foi maior que o visto contra o peso colombiano (+1,98%). Ainda assim, foi garantido no final da sessão, em um dia de baixa liquidez. O giro do contrato para fevereiro da moeda americana teve volume financeiro de R$ 63,2 bilhões, contra média diária de R$ 71 bilhões dos onze pregões anteriores. “O mercado deixou pra corrigir no final do pregão. O real foi a moeda com um dos piores desempenhos nos últimos dias“, diz Alessandro Faganello. Mesmo com esse ajuste, o real permanece como a divisa de maior desvalorização frente ao dólar em 2020 (-3,73%). O rand sul-africano, que vem em segundo, cai 2,96% no mesmo período. “A performance do real nas últimas semanas representa a maior frustração entre as moedas da América Latina”, diz o ING em relatório. “Em grande parte, ela reflete uma combinação de expectativas positivas criadas em análises de fim de ano com uma frustração real com a última leva de dados da economia real.” Para o banco holandês, parte do comportamento do real também reflete o dólar ainda forte em todo o mundo. Ainda que o humor lá fora tenha melhorado com a assinatura do acordo comercial, enquanto a moeda americana não perder força e o crescimento do Brasil não der as caras, o investidor estrangeiro deve focar em moedas que ainda mantém um diferencial de juros atrativo.

VALOR ECONÔMICO

Ibovespa retoma 118 mil pts com dados econômicos do exterior e salto de Vale

O Ibovespa encerrou na sexta-feira do alta, após dados econômicos dos Estados Unidos e da China que deram tom positivo aos mercados globais, juntamente com o salto das ações da Vale.

O Ibovespa subiu 1,52%, a 118.478,30 pontos, na máxima do dia e a cerca de 300 pontos do recorde de fechamento, atingido na primeira sessão do ano. O giro financeiro somou 20,6 bilhões de reais. Na semana, o índice acumulou alta de 2,58%. O otimismo tomou conta de mercados após dados mostrando que a economia da China acelerou no fim de 2019, apesar do ritmo mais fraco em quase 30 anos. Números mais fortes da economia norte-americana também impulsionaram os índices. A construção de moradias nos EUA saltou para a máxima de 13 anos em dezembro com um aumento generalizado da atividade, podendo ajudar a apoiar a maior expansão econômica já registrada no país. Esses relatórios ofuscaram dados domésticos recentes, que indicaram uma retomada econômica mais lenta do que o esperado. “O mercado esperava a economia tracionando mais rapidamente neste início de ano e não é o que está acontecendo”, afirmou Fábio Galdino, chefe de renda variável da Vero Investimentos. Para Galdino, porém, números da produção industrial e da inflação formam um contexto no qual se renova a aposta de um corte maior do que o esperado na taxa básica de juros do país, que agora vê um corte de 50 pontos base na próxima reunião do Copom, em fevereiro. O Itaú Unibanco cortou a previsão para o IPCA deste ano, de 3,5% para 3,3%. O banco reiterou sua visão da taxa Selic a 4% ao final do ano, prevendo corte de 0,25 ponto percentual em cada uma das reuniões do Copom de fevereiro e março. O noticiário local teve também a demissão do Secretário Especial da Cultura, Roberto Alvim, após polêmica envolvendo discurso no qual o secretário usou frase semelhante a uma fala de Joseph Goebbels, Ministro da Propaganda nazista. Para Galdino, o ocorrido expõe fragilidades do governo, que continuamente se envolve em polêmicas. “Isoladamente isso não tem grande impacto, mas a repetição desses fatos pode prejudicar a articulação política”, afirmou.

REUTERS

EMPRESAS

Minerva quer voltar apagar dividendos

Com oferta de ações, companhia pretende captar mais de R$ 1,1 bi para reduzir o endividamento. Holding da família de Fernando Galletti de Queiroz, Presidente da Minerva, venderá mais de R$ 200 milhões em ações

Na Minerva Foods, maior exportadora de carne bovina da América do Sul, o tempo dos dividendos está mais próximo. Após uma década de crescimento sustentado por dívidas – remunerando os credores, sobretudo internacionais -, a empresa fará uma oferta de ações de R$ 1,4 bilhão. A ideia é que, com os recursos da emissão, o grupo reduza a dívida, o que poderá viabilizar a distribuição de dividendos já em 2020, apurou o Valor. Procurada, a empresa não quis comentar. Com o patrimônio líquido negativo em R$ 767 milhões – as obrigações superam o valor dos ativos -, a Minerva distribuiu dividendos pela última vez em abril de 2017. Foram R$ 60,1 milhões, referentes ao resultado do ano anterior. De lá para cá, a empresa só teve prejuízos, relacionados ao maior endividamento para adquirir frigoríficos na América do Sul e também pelo impacto da apreciação do dólar sobre o valor em reais da dívida em moeda estrangeira. Entre janeiro e setembro de 2019, a Minerva acumulou prejuízo de R$ 227 milhões. A expectativa, porém, é que esse cenário se altere com a captação. Do total de R$ 1,4 bilhão da oferta de ações, R$ 1,1 bilhão reforçará o caixa da companhia. O restante ficará com os Vilela de Queiroz, que venderão 15 milhões de ações. A oferta total é de 95 milhões de ações (80 milhões de novos papéis serão emitidos). A previsão é que a operação seja concluída até o começo de fevereiro. A oferta de ações, comunicada no fim da noite de quarta-feira, enterra de vez o projeto de abrir o capital da subsidiária Athena Foods, que reúne os negócios da Minerva fora do Brasil, na bolsa de Santiago, no Chile. Essa operação, que injetaria mais de R$ 1 bilhão no caixa da empresa, já estava na berlinda. Ao emitir novas ações no Brasil, a Minerva contorna a inviabilidade do IPO no Chile e, de quebra, ampliará a liquidez dos papéis na B3, tendo em vista que a família Vilela de Queiroz, que controla a companhia, venderá parte de suas ações na oferta (ver mais em Ajustes na hoding dos Vilela de Queiroz ). Como o interesse dos investidores na Minerva já vinha aumentando – na esteira das mudanças provocadas pela peste suína africana na China -, fontes próximas à empresa creem que o grupo poderá ingressar no Ibovespa em maio, quando a composição do índice será atualizada.

VALOR ECONÔMICO

Saída do BNDES da JBS vai atrasar novamente

A tão esperada oferta de ações da JBS detidas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) não deve sair do papel no prazo esperado

A expectativa do mercado era que o follow-on fosse lançado nesta semana e realizada ainda em janeiro. De acordo com a edição da sexta-feira da Coluna do Broadcast, do jornal O Estado de S.Paulo, trâmites internos do banco estão atrasando a operação. Inicialmente, a oferta era esperada para o final do ano passado, mas foi adiada. Ainda em 2019, o BNDES se desfez de sua fatia na Marfrig, levantando um total de R$ 2 bilhões. A diferença é que o banco de fomento foi “obrigado” a fazer a operação uma vez que a companhia iria fazer de qualquer forma para financiar a compra de ativo. Desta vez, a oferta de ações da JBS será secundária, com a venda de metade das ações detidas pelo BNDES, recursos que vão para o caixa do banco. Nesta semana, a Minerva surpreendeu e anunciou uma oferta de ações e já precifica na semana que vem. A coluna destaca que apesar do atraso com a JBS, a venda das ações ordinárias da Petrobras detidas pelo BNDES está dentro do cronograma previsto e a precificação deve acontecer no dia 4 de fevereiro. Em dezembro, a BNDESPar informou que escolheu as unidades de banco de investimento de Bradesco, BTG Pactual, Itaú Unibanco, Bank of America e UBS para atuarem como instituições intermediárias na potencial transação. O BNDES pretende vender 290 milhões de ações, numa oferta de cerca de 7,8 bilhões de reais. Isso corresponde a cerca de metade da participação de 21,3% do banco na companhia. A venda faz parte dos planos do BNDES de alienar a maior parte de sua carteira de ações de 110 bilhões de reais, enquanto o governo do presidente Jair Bolsonaro tenta reduzir a presença do Estado brasileiro na economia.

Money Times

FRANGOS & SUÍNOS

China importará um Brasil de carne suína em 2020, prevê Rabobank

Produção do país asiático atingiu o menor nível em 16 anos

A morosidade na recuperação da oferta de suínos na China, prevista para acontecer somente em 2025 pelo banco holandês Rabobank, continuará a exigir um aumento das importações do país para atender à demanda doméstica, avaliou a instituição em apresentação realizada na sexta-feira. O banco holandês, referência global em análises do setor agrícola, estima que, no ano passado, as importações chinesas de carne de porco tenham totalizado 3,2 milhões de toneladas. Em 2020, esse número aumentará em 1 milhão de toneladas, projeta o Rabobank. Se confirmada a estimativa, a importação total da China, que consome metade de carne suína do planeta, será equivalente a toda a carne de porco que o Brasil produz, o que reforça o quão severa é a escassez provocada pelo vírus da peste suína africana. A produção brasileira é relevante no xadrez global. O país é o quarto maior exportador, atrás de União Europeia, EUA e Canadá. Em 2019, os brasileiros responderam por 9% da carne suína exportada no mundo, conforme as estimativas do Departamento de Agricultura dos EUA. O tamanho da necessidade do país asiático é equivalente ao gigantismo da suinocultura chinesa. Antes da epidemia de peste suína africana, a China era responsável por cerca de 50% da produção mundial dessa proteína — o que forçou os chineses a mudarem, ao menos em parte, seus hábitos alimentares, migrando para frango, peixes e até para a carne bovina. Os dados do governo chinês dão a dimensão do problema. O país asiático produziu 42,5 milhões de toneladas de carne suína no ano de 2019, queda de 21,3% ante ao ano anterior. O volume corresponde ao menor nível em 16 anos, segundo informações da agência Reuters. Ben Santoso, analista do Rabobank baseado em Singapura, disse na sexta-feira que o plantel de porcos da China começou a dar sinais de recuperação com a retenção de matrizes. O processo de retomada, no entanto, é demorado, o que continuará a beneficiar exportadores brasileiros como Seara, BRF e Aurora.

VALOR ECONÔMICO

Produção de suínos pela China cai para mínima de 16 anos em 2019 por peste suína

A produção de carne suína da China em 2019 caiu para uma mínima de 16 anos, mostraram dados oficiais divulgados na sexta-feira, após a peste suína ter dizimado milhões de porcos no principal produtor do mundo.

A China, que também é o maior consumidor mundial de carne suína, produziu 42,55 milhões de toneladas de carne no ano passado, uma queda de 21,3% em relação a 2018, e a menor produção desde 2003, segundo dados de agência nacional de estatísticas. A peste suína africana, um vírus incurável que mata quase todos os porcos que infecta, mas não prejudica os seres humanos, chegou à China em 2018 e se espalhou para fazendas em todo o país. Os preços dos alimentos na China dispararam, à medida que os custos com carne de porco aumentaram em meio à escassez de oferta, levando a inflação a quase uma máxima de oito anos na segunda maior economia do mundo. O Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais informou que o rebanho de suínos da China havia diminuído em outubro em 41% em relação ao ano anterior, mas aumentou 2% em novembro. Esses dados não forneceram um tamanho total de rebanho. Na sexta-feira, a agência de estatísticas disse que o rebanho de porcos caiu 27,5% em relação ao ano anterior, para 310,41 milhões de cabeças no final de dezembro. Isso é superior aos 306,75 milhões de cabeças registrados nos primeiros nove meses do ano. Alguns analistas e especialistas do setor contestaram o número oficial do governo sobre o tamanho do rebanho, acreditando que o declínio foi maior.

REUTERS

INTERNACIONAL

China abre mercado para carne bovina da Rússia

A China abriu seu mercado para a carne bovina da Rússia e certificou dois produtores do país para entregas a partir da sexta-feira, informou a agência de segurança agrícola russa

Maior consumidora de carne suína do mundo, a China tem ampliado importações de proteínas para suprir um déficit causado pela peste suína africana, doença que matou milhões de porcos no país. Mesmo assim, a decisão da China de abrir o mercado para duas das produtoras russas é resultado de anos de negociações e não está meramente relacionada à situação causada pela peste suína africana, disse à Reuters a representante da Rosselkhoznadzor, Yuliya Melano. Segundo Melano, as duas produtoras certificadas são a Bryansk, parte do grupo de capital fechado Miratorg, e a também empresa de capital fechado Zarechnoe.  “A assinatura do protocolo foi precedida por uma extensa revisão do sistema russo de monitoramento da carne bovina e pela aprovação do texto do protocolo”, disse a Rosselkhoznadzor em comunicado. O Ministério da Agricultura russo havia afirmado em setembro ter a expectativa de que —após anos de negociações com Moscou— a China abriria seu mercado para carnes bovina e suína da Rússia dentro de 12 meses. A Rússia permanece em conversas com a China a respeito das ofertas de carne de porco.

REUTERS

Carne bovina voltou à liderança entre produtos de exportação do Uruguai

A carne bovina recuperou em 2019 o primeiro lugar entre os produtos de exportação do Uruguai, depois de superada pela celulose em 2018, conforme destacado no portal do Instituto Nacional da Carne, com base no relatório comercial de 2019 do Uruguai XXI

O relatório destaca que o aumento médio de 10% no preço da carne bovina uruguaia acompanha uma tendência internacional impulsionada por fenômenos como a guerra comercial entre os principais mercados e a peste suína africana, fatores que impulsionaram a demanda pelo produto. O relatório destaca que 2019 foi o primeiro ano completo de vendas ao mercado no Japão, país que possibilitou a compra de carne uruguaia no final de 2018. Embora o total exportado para esse mercado represente apenas 1% do total, os preços oferecidos são acima da média. A China foi o mercado que ocupou o maior número de exportações, com 60%, enquanto a União Europeia explicou 16%. O relatório Uruguai XXI indica que as exportações uruguaias de mercadorias, incluindo aquelas feitas de zonas francas, registraram um aumento de 0,7% em 2019, totalizando US $ 9.146 milhões. Em um ano marcado por tensões comerciais entre os principais mercados e uma relativa desaceleração da economia mundial, o desempenho do setor de exportação no Uruguai teve um ritmo semelhante ao da região. O crescimento das exportações de soja e carne bovina impulsionou as vendas externas em 2019 e conseguiu compensar o declínio nas exportações de gado vivo e produtos florestais. Em relação à incidência do que foi gerado a partir do agronegócio, a carne bovina foi o principal produto de exportação em 2019, com um total de US $ 1.798 milhões. As exportações de gado vivo atingiram US $ 100 milhões em 2019. O faturamento foi reduzido para menos da metade em comparação com o recorde alcançado em 2018.

El Observador

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