CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1152 DE 10 DE JANEIRO DE 2020

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Ano 6 | nº 1152| 10 de janeiro de 2020

 

NOTÍCIAS

Boi gordo: preços firmes em São Paulo, mas demanda em alerta

Na praça paulista, o mercado do boi gordo está firme, com oferta restrita e menor necessidade de compra de gado por parte dos frigoríficos

A diminuição no ritmo de negócios observada na reta final de 2019 ainda não foi revertida e a toada é de lentidão. A escala de abate das indústrias paulistas está homogênea e atende, em média, quatro dias. Do lado do mercado externo, o horizonte das exportações de carne bovina não está muito claro, pois alguns importadores chineses têm diminuído a antecipação das compras. No mercado interno, mesmo diante de um cenário de oferta equilibrada, o escoamento fraco pressionou os preços da carcaça bovina. O boi casado de animais castrados ficou cotado em R$12,79/kg na última quinta-feira (9/1), queda de 5,0% desde o início deste ano.

SCOT CONSULTORIA

Carne bovina: vendas no varejo perderam ritmo

Depois do último mês de 2019 ser marcado por cotações firme e em alta, os preços da carne bovina vendida no varejo perderam um pouco da força neste início de 2020

Nos supermercados e açougues de São Paulo os preços da carne caíram 0,7% na comparação semanal, considerando a média de todos os cortes pesquisados pela Scot Consultoria. No Rio de Janeiro, o mercado também caiu, a desvalorização foi de 0,3%, considerando o mesmo intervalo de análise. Já em Minas Gerais e no Paraná o mercado trabalhou mais sustentado esta semana e as cotações subiram 1,4% e 0,2%, respectivamente. Para a próxima semana, quedas não estão descartadas, mas podem ser limitadas pelo efeito do recebimento dos salários, que foi recente.

SCOT CONSULTORIA

Carnes: produção adicional de China, EUA e Brasil esperada para 2028

No Brasil, o adicional total previsto fica próximo dos 3,6 milhões de toneladas

Dentro de oito anos China, EUA e Brasil estarão produzindo um adicional das três principais carnes (avícola, suína e bovina, pela ordem) de quase 17 milhões de toneladas. A maior parte desse volume (46% do total) corresponderá a produto chinês. Os EUA responderão por um terço. E ao Brasil caberão os 21% restantes. A projeção consta de estudo conjunto realizado pela FAO e pela OCDE e sugere que o atual episódio de Peste Suína Africana fortalecerá, sobretudo, a produção chinesa de frangos. Tanto que o volume adicional previsto – perto de 3,2 milhões de toneladas – corresponde ao dobro do adicional que está sendo apontado para o Brasil – pouco mais de 1,6 milhão de toneladas. No Brasil, o adicional total previsto fica próximo dos 3,6 milhões de toneladas, 46% das quais compostas por carnes avícolas (essencialmente, de frango), 35% por carne bovina e 19% por carne suína.

AGROLINK

ECONOMIA

Dólar tem maior alta em 2 meses e fecha na máxima em 3 semanas

O dólar fechou na quinta-feira com a maior alta em dois meses frente ao real, para o patamar mais alto em três semanas, puxado por mais um dia de força da moeda norte-americana em todo o mundo, movimento que tem marcado este começo de 2020

Segundo Bruno Marques, Gestor dos fundos multimercados da XP Asset, o real pode estar “levemente pior” que alguns pares emergentes, mas de maneira geral tem acompanhado seus rivais. O Brasil perdeu mais de 44,7 bilhões de dólares no ano passado, pelos números do fluxo cambial, pior dado anual da série histórica do Banco Central. Na quinta, o real sofreu pressão adicional de dados mais fracos da produção industrial, que se somam a recentes números apontando perda de vigor nos setores manufatureiro e de serviços no país no fim do ano passado. No mercado à vista, o dólar encerrou em alta de 0,85%, a 4,0864 reais na venda. É a maior valorização percentual diária desde 8 de novembro de 2019 (+1,83%). O nível de fechamento é o mais alto desde o último dia 20 de dezembro (4,0949 reais na venda). Na B3, em que as operações com dólar futuro terminam às 18h15, o dólar tinha alta de 0,60%, a 4,0945 reais. O dólar subiu mais no mercado à vista em comparação ao futuro devido a um ajuste, já que, na véspera, os contratos futuros ganharam fôlego depois de novas notícias sobre a crise EUA-Irã, enquanto as negociações no segmento à vista já estavam encerradas.

REUTERS

Ibovespa registra 5ºpregão de queda e vai zerando ganhos do ano

Nem o otimismo exterior foi capaz de mudar o humor dos investidores no mercado local, fazendo o Ibovespa engatar seu quinto pregão seguido em baixa

O índice encerrou a sessão de hoje em queda de 0,26%, aos 115.947 pontos, passando a uma rentabilidade de apenas 0,26% no ano e apagando os ganhos do único pregão de alta deste ano, em 2 de janeiro, quando avançou acima de 2%. O giro financeiro também foi forte e somou R$ 18 bilhões, a exemplo do que tem acontecido em todas as sessões deste ano, que encerram com um fluxo acima da média de R$ 12,3 bilhões vista em 2019. O resultado abaixo do esperado para a produção industrial brasileira em novembro (queda de 1,2% na comparação a outubro) frustrava os investidores por aqui, fazendo a bolsa descolar-se do exterior. O resultado interrompe uma sequência de três meses de avanço na produção e gera certa preocupação em parte dos agentes, o que justifica a queda da bolsa. Nos últimos meses, o Brasil vinha apresentando indicadores melhores, que apontavam para uma recuperação lenta, mas consistente. Porém, a divulgação de hoje renova os temores de que a economia segue patinando e carecendo de estímulos. A falta de notícias positivas é responsável por impedir o Ibovespa de destravar patamares mais elevados, avalia o sócio-fundador da Veedha Investimentos, Rodrigo Marcatti.

VALOR ECONÔMICO

Produção industrial no Brasil tem pior novembro em 4 anos com perdas generalizadas

A indústria do Brasil vacilou em novembro e voltou a cair depois de três meses de alta, registrando o resultado mais fraco para o período em quatro anos, com perdas nas quatro grandes categorias econômicas

Em novembro, a produção industrial brasileira recuou 1,2% em relação a outubro, informou na quinta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse resultado anula parte da expansão acumulada de 2,2% entre agosto e outubro e é a leitura mais fraca desde a queda de 1,4% vista em março. Para meses de novembro, a queda foi a mais forte desde 2015, quando a indústria encolheu 1,9%. “A queda verificada em novembro eliminou uma parte importante do crescimento atingido nos meses anteriores”, disse o Gerente da Pesquisa, André Macedo, em nota. Na comparação com novembro de 2018, houve queda de 1,7%, interrompendo dois meses de resultados positivos consecutivos. No acumulado do ano, o setor apresenta perda de 1,1%. Ambos os resultados foram piores que as expectativas em pesquisa da Reuters com economistas, de quedas de 0,6% na variação mensal e de 0,8% na base anual, segundo a mediana das projeções. Entre as categorias econômicas, a maior queda foi registrada por bens de consumo duráveis, de 2,4%, influenciada principalmente pela menor produção de automóveis. A produção de bens intermediários caiu 1,5%, a de bens de capital teve queda de 1,3% e a de bens de consumo semi e não-duráveis recuou 0,5%. Entre as atividades pesquisadas, 16 das 26 apresentaram queda, sendo as principais influências negativas produtos alimentícios (-3,3%), veículos automotores, reboques e carrocerias (-4,4%) e indústrias extrativas (-1,7%).

REUTERS

Preços de alimentos no mundo crescem para máxima de 5 anos em dezembro, diz FAO

Os preços mundiais de alimentos subiram pelo terceiro mês consecutivo, atingindo uma alta de cinco anos em dezembro, impulsionados por fortes aumentos de óleos vegetais, açúcar e laticínios, além da recuperação dos preços dos cereais, informou a agência de alimentos da Organização das Nações Unidas na quinta-feira

O índice de preços dos alimentos da Organização para a Agricultura e Alimentação (FAO), que mede as variações mensais de uma cesta de cereais, oleaginosas, laticínios, carne e açúcar, saltou para o ponto mais alto desde dezembro de 2014, com média de 181,7 pontos, alta de 2,5% em relação ao mês anterior. No ano, o índice alcançou uma média de 171,5 pontos, 1,8% a mais que em 2018, mas abaixo do pico de 230 pontos atingido em 2011. O índice de preços dos cereais subiu 1,4%, para uma média de 164,3 pontos, liderado pelos preços mais altos do trigo, com maior demanda da China e problemas logísticos após as greves na França. Os preços do arroz mudaram pouco. Os preços do óleo vegetal subiram fortemente, com o índice subindo 9,4%, para 164,7 pontos em dezembro. Os preços do óleo de palma subiram pelo quinto mês consecutivo, impulsionados pela demanda por biodiesel, enquanto os valores de soja, girassol e óleo de colza também aumentaram. O índice de preços dos laticínios atingiu a média de 198,9 pontos em dezembro, um aumento de 3,3% em relação aos preços mais elevados de queijo e leite em pó desnatado, que superaram os menores valores de manteiga e leite em pó integral. O índice de preços do açúcar subiu 4,8%, para 190,3 pontos, impulsionado pela crescente demanda por etanol causada pelo aumento dos preços do petróleo. Por outro lado, os preços da carne permaneceram praticamente inalterados em relação a novembro, com o índice de preços da carne em 191,6 pontos, com os preços mais altos da carne suína e ovina equilibrados pela queda nos preços da carne bovina.

REUTERS

BRASIL VENDE EM 2019 us$ 37 BI DAS RESERVAS INTERNACIONAIS

Intervenções do BC reduzem volume a US$ 356,9 bilhões

O Banco Central (BC) vendeu US$ 36,9 bilhões no ano passado das reservas internacionais e, com isso, contribuiu para uma redução de cerca de dois pontos percentuais do PIB na dívida bruta, cerca de R$ 140 bilhões. Com as intervenções cambiais realizadas no ano em que o país teve a maior saída de dólares da história recente, US$ 44,8 bilhões, as reservas internacionais do país caíram para US$ 356,9 bilhões no fim de 2019. Embora o BC tenha autonomia para agir e o fez motivado pela questão cambial, a estratégia de atuação da autoridade monetária está alinhada com a diretriz apontada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ainda na transição de governo. A ideia era aproveitar as desvalorizações cambiais para reduzir as reservas, abatendo dívida pública e reduzindo seu custo. Sem incorporar ainda os impactos das vendas de US$ 9,5 bilhões das reservas, a dívida bruta estava em 77,7% do PIB em novembro. Apesar dessa contribuição positiva da política cambial para o desempenho fiscal, o nível de endividamento ainda é superior aos 76,5% do PIB registrados no fim de 2018.

Valor econômico

Inflação de 2019 fica em 4,31%

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), usado para medir a inflação oficial do Brasil, fechou 2019 em 4,31%, acima do centro da meta fixada pelo governo, que era de 4,25%

O intervalo de tolerância era entre 3% e 6%. Em dezembro, o índice ficou em 1,15%, o maior para o mês desde 2002, quando foi registrada uma alta de 2,10% nos preços. O resultado foi divulgado nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e veio acima do esperado pelo mercado. Segundo o relatório Focus, que traz as previsões de economistas para os principais indicadores econômicos do país, mostravam que a projeção para a inflação de 2019 seria de 4,13%. Em 2018, os preços do grupo que engloba “alimentação e bebidas” subiram 3,38% em dezembro e 6,37% em 2019, segundo o IBGE. A alta foi puxada, sobretudo, pelas carnes, cujos preços dispararam no mercado interno devido ao aumento das exportações para a China e à desvalorização do real. A inflação do grupo “transportes” foi de 1,54% em dezembro e de 3,57% em 2019. Os preços de “habitação” caíram 0,82% em dezembro e acumulam alta de 3,90% no ano. Já no grupo “serviços” a inflação foi de 0,73% em dezembro e de 3,50% no ano.

Valor econômico

EMPRESAS

A ascensão do jovem Wesley Batista Filho ao comando da Seara

Aos 28 anos, executivo liderará o negócio de alimentos processados no Brasil

Joia da coroa da JBS no Brasil, a Seara está sob nova direção. Uma das maiores responsáveis pela reestruturação da empresa, a executiva Joanita Karoleski, de 59 anos, passou o bastão na quarta-feira para Wesley Batista Filho, em mais um capítulo da ascensão do jovem empresário rumo ao comando do grupo controlado pelo pai e o tio, Joesley Batista. Aos 28 anos — dez deles dedicados à JBS —, o executivo vai liderar uma Seara que aspira à liderança em seu mercado e com bilhões de reais no caixa para financiar a ambição. O negócio de alimentos processados, aves e suínos receberá a maior parte dos R$ 8 bilhões que a companhia planeja investir no Brasil até 2024. O projeto, não declarado publicamente, é dobrar a Seara de tamanho. Atualmente, a subsidiária fatura cerca de R$ 20 bilhões anuais. No processo de expansão, os produtores integrados terão de investir R$ 5 bilhões nas granjas de aves e suínos para ampliar a capacidade de produção. O investimento orçado para os próximos cinco anos foi divulgado em dezembro pela companhia. Para suportar o crescimento da Seara, os granjeiros já estão investindo. De acordo com uma fonte, quase R$ 800 milhões em aportes estão em andamento. A intenção é que isso ajude a companhia a ampliar os abates de frango no Brasil, de 4,3 milhões de cabeças diárias para aproximadamente 5 milhões. Atualmente, os 30 abatedouros de aves da Seara têm capacidade para processar 5,2 milhões de aves, volume que aumentará nos próximos anos. Líder, a BRF pode abater mais de 6,5 milhões. Em 2019, a Seara desbancou a Perdigão, assumindo a liderança em alimentos congelados. Com as finanças organizadas — o grupo vem reduzindo as dívidas desde a delação dos Batista — e turbinada pelo excepcional momento para o negócio americano de carne bovina, a JBS pôde retomar a estratégia de crescimento por aquisições e os planos de listar ações nos EUA. O grupo fez aquisições na Europa e fortaleceu a Seara com a compra da fabricante paulista de mortadela Marba e dos ativos de margarina da Bunge — anunciado em dezembro, o negócio de R$ 700 milhões depende da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Em meados de 2019, a JBS também adquiriu um abatedouro de suínos, a cidade gaúcha de Seberi. Caberá a Batista Filho, portanto, conduzir uma Seara que cresce rapidamente. Quem conhece a JBS aposta que, em poucos anos, o herdeiro dos Batista estará à frente da operação global.

Valor econômico

FRANGOS & SUÍNOS

Menor movimentação no mercado de suínos

O ano começou com o mercado de suínos diminuindo o ritmo. Depois das seguidas valorizações, iniciadas em setembro de 2019, com os embarques em bom ritmo e as vendas no mercado doméstico ganhando força, janeiro trouxe acomodações para as cotações.

Nas granjas paulistas, o animal terminado está sendo negociado, em média, em R$118,00 por arroba, queda de 1,7% em relação à semana anterior. No atacado, a carcaça teve um recuo maior no período, de 6,9%, estando cotada, em média, em R$9,40 por quilo. Apesar do cenário, o mercado inicia o ano com valores em patamares altos. Para efeito de comparação, considerando os preços na granja, a média parcial de janeiro de 2020 está 62,2% maior que a média do mesmo mês de 2018 e 24,5% maior que a média de janeiro de 2017, em valores nominais. Vale o destaque que, sazonalmente, a média de preços de janeiro é a menor ao longo do ano.

SCOT CONSULTORIA

China prevê importar mais carne suína e liberar novos volumes das reservas estatais

O Ministério do Comércio da China disse na quinta-feira que o país aumentará as importações de carne suína e liberará mais carne suína das reservas estatais para garantir oferta e preços estáveis antes do feriado do Ano Novo Lunar. O porta-voz do Ministério do Comércio da China, Geng Shuang, fez as declarações durante uma coletiva de imprensa semanal.

REUTERS

INTERNACIONAL

Abate anual de bovinos do Uruguai caiu 4,8%, mas a concentração da atividade aumentou

O abate de bovinos do Uruguai encerrou o ano de 2019 com 2.231.839 animais, 4,8% menor em relação a 2018, quando foram processadas 2.343.925 cabeças; uma queda que era esperada entre os atores da cadeia desde o início do ano encerrado

A indústria com maior atividade anual foi o Frigorífico Las Piedras, com 188.420 bovinos (137.246 novilhos e 50.413 barrigas). Em segundo lugar ficou o Frigorífico Tacuarembó (Marfrig) com 178.888 cabeças e o terceiro Geladeira BPU (NH Foods) com 178.700 animais. As cinco principais empresas do setor frigorífico continuaram concentrando um nível crescente de abate em 2019, tendência observada desde 2016, segundo Tardáguila Agromercados. Em 2019, as cinco principais empresas (Marfrig, Athena Foods, Las Piedras, BPU e Pando) processaram 64,9% dos bovinos que entraram na fábrica, 2,9% a mais que em 2018 e 11,0% a mais que em 2016. Em números absolutos, essas cinco empresas abateram 26 mil animais a mais do que em 2018, apesar do contexto de atividade em queda. Segundo a publicação, o principal grupo de plantas afetadas não foram as cinco seguintes (da posição 6 à 10), pois mantiveram sua atividade quase sem alterações na comparação anual, mas aquelas de médio a pequeno porte. O consultor publicou que as plantas localizadas nas posições 11 a 20 do ranking de trabalho processavam 13,4% do gado, enquanto em 2018 processavam 16,6% e em 2016, 21,1%. Entre 2016 e 2019, este grupo de 10 plantas abateu menos 180 mil animais.

El País Digital

Peste suína africana se espalha perto de fronteiras e ameaça Alemanha, diz OIE

A Polônia registrou no mês passado 55 surtos de peste suína africana em javalis selvagens nas proximidades da fronteira com a Alemanha, informou na quinta-feira a Organização Mundial da Saúde Animal (OIE), em sinalização de que o vírus está se espalhando perto de uma das maiores exportadoras de carne suína da União Europeia

Um relatório publicado no site da OIE mostrou que a doença mortal —que já devastou criações na China, maior produtora mundial de carne de porco— foi detectada em uma vila a menos de 30 quilômetros da Alemanha. A peste suína africana é inofensiva para humanos, mas fatal para javalis e porcos. A doença, que teve origem justamente na África e se espalhou por Europa e Ásia, já matou centenas de milhões de porcos, redesenhando os mercados globais de carnes. O governo alemão havia anunciado no início de dezembro, após a detecção de um caso na Polônia, que intensificou medidas para evitar um surto de peste suína no país. A maior parte dos surtos reportados pelo Ministério da Agricultura polonês à OIE foi descoberta entre 4 de dezembro e 23 de dezembro em vilas fronteiriças nos Estados de Lubuskie e Wielkopolskie, a distâncias de 75 km a 100 km da Alemanha. Há temores na Alemanha de que as exportações de carne suína do país para a China e outras nações asiáticas sejam ameaçadas, uma vez que proibições são regularmente impostas às carnes de regiões onde a peste suína africana foi detectada.

REUTERS

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