CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1135 DE 04 DE DEZEMBRO DE 2019

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Ano 5 | nº 1135| 04 de dezembro de 2019

 

ABRAFRIGO NA MÍDIA

Exportação de carne bovina do Brasil deve manter ritmo de alta em 2020, diz Abrafrigo

As exportações de carne bovina do Brasil devem manter um ritmo de alta em 2020 após os recordes deste ano, diante de uma continuidade na forte demanda da China e de perspectivas positivas com Rússia, Estados Unidos e Indonésia, afirmou na terça-feira a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo).

Segundo a entidade, as vendas para o mercado externo são o principal fator positivo para o segmento em 2020, uma vez que o mercado interno tende a permanecer em patamares semelhantes aos vistos em 2019. Em nota, a Abrafrigo afirmou prever para o próximo ano um crescimento de cerca de 10% nos embarques do produto em relação a 2019, ano no qual o acumulado indica 1,7 milhão de toneladas exportadas até novembro —alta de 13% versus 2018. “(Esperamos que) volte os EUA, que a Rússia habilite mais plantas, que comecem a aparecer bons números da Indonésia… Estamos otimistas, as exportações estão crescendo”, disse o Presidente da Abrafrigo, Péricles Salazar, ponderando que a concretização do avanço “depende do cenário internacional”. O Brasil se vê em um impasse para exportar o produto aos EUA, que no início de novembro pediram mais informações e mantiveram um veto ao produto in natura, enquanto a Rússia tem habilitado plantas gradualmente e a Indonésia autorizou compras da carne brasileira em agosto. Ainda assim, o grande impulso continua vindo da China, cujas aquisições de proteínas dispararam em 2019, quando surtos de peste suína africana dizimaram a enorme criação de porcos do país. No acumulado do ano, segundo dados da Abrafrigo, o mercado chinês, incluindo Hong Kong, absorveu 42,2% de toda a carne bovina vendida ao exterior pelo Brasil, ou cerca de 727 mil toneladas. Perguntado se os expressivos crescimentos podem ser colocados apenas na conta do país asiático, Salazar foi enfático: “principalmente China”. A forte demanda internacional impactou diretamente no valor da carne no Brasil, com o preço do boi gordo atingindo na semana passada máxima histórica de 231,35 reais por arroba no indicador Esalq/B3, o que afeta as margens de lucros dos frigoríficos. Para Salazar, as cotações vão se acomodar em um patamar mais baixo quando tudo se acalmar. “Já está sinalizando que vai acomodar para um patamar mais baixo. Não vai ficar nem nos 165 reais que era anteriormente, nem nos 225 reais a que chegou. Deve ficar entre 180 e 190 reais”, disse. Para o mercado interno, Salazar afirmou que o setor não possui muitas expectativas positivas para 2020, prevendo um patamar semelhante ao atual de renda e consumo. “São as exportações que vão dar um ‘up’ no segmento.”

REUTERS/ECONOMIA UOL/TERRA/NOTÍCIAS AGRÍCOLAS/GLBNEWS

ABRAFRIGO: EXPORTAÇÕES TOTAIS DE CARNE BOVINA PODEM BATER TODOS OS RECORDES EM 2019

Com a movimentação de 180.251 toneladas em novembro, o que proporcionou uma receita de US$ 845 milhões, a exportação de carne bovina está no rumo de bater todos os seus recordes históricos tanto em volume como em receita. Se o mês de dezembro registrar números semelhantes, o Brasil vai ultrapassar os US$ 7,2 bilhões de receita obtidos em 2014 e o volume irá se aproximar de 2 milhões de toneladas

No acumulado do ano, até aqui, o país enviou para o exterior 1.681.9991 toneladas e a receita chegou a US$ 6,73 bilhões, num crescimento de 13% em volume e de 13% em divisas em relação ao ano passado. As informações são da Associação Brasileira de Frigoríficos (ABRAFRIGO) que compilou os dados da Secex do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), divulgadas ontem (03.12).Em novembro de 2018, novembro registrou a movimentação de 158.240 toneladas com receita de US$ 617 milhões, o que significou um crescimento de 14% no volume e de 37% nas receitas em 2019, graças, sobretudo, a elevação dos preços no mercado chinês que responde na sua totalidade por 40% dos negócios do Brasil com o produto. Houve uma ampla recuperação nos preços: o valor médio da tonelada alcançou US$ 4.857,60, ante US$ 4.473,50 em outubro (+8,58%) e US$ 3.993,80 em igual período do ano passado (+21,6%). O mercado chinês absorveu 42,2% de toda a movimentação de carne bovina brasileira até novembro. Por Hong Kong entraram 316.668 toneladas do produto, enquanto pelo continente ingressaram 410.770 toneladas alcançando 727.430 toneladas, com receitas de US$ 3,18 bilhões. Em 2018, até novembro, o total exportado foi de 656.393 toneladas. O Egito foi o segundo maior cliente com 159.064 toneladas: o terceiro foi o Chile com 101.708 toneladas enquanto os Emirados Árabes ficaram na quarta posição com 68.473 toneladas. Em quinto lugar ficou a Rússia com 65.756 toneladas. Segundo a ABRAFRIGO, até novembro 90 países elevaram suas importações enquanto outros 82 reduziram. Para 2020, a entidade prevê um crescimento nas exportações nas mesmas proporções (+10+) devido às dificuldades provocadas no mercado chinês pela peste suína africana e pela entrada de novos clientes como a Indonésia e outros países do sudeste asiático, além da esperada habilitação de empresas brasileiras para o mercado norte-americano.

AGROLINK/CARNETEC/NOTÍCIAS AGRÍCOLAS/PORTAL DBO/PECUARIA.COM.BR

NOTÍCIAS

Ofertas de preços menores pelo boi gordo

A alta dos preços da carne afugentou os consumidores. Dessa forma, a compra do setor varejista diminuiu

A queda no fluxo de escoamento de carne fez com que os frigoríficos se reposicionassem, ofertando menos pelo boi gordo no fechamento da última terça-feira (3/12). Refletindo a dificuldade de escoamento, houve retração na cotação da carne bovina com osso vendida pelos frigoríficos. O boi casado de animais castrados ficou cotado em R$15,18/kg, uma queda de 3,5% na comparação feita dia a dia. No Oeste do Maranhão, a arroba do boi gordo ficou cotada em R$193,00, bruto, R$192,50 descontando o Senar e R$190,00 livre de impostos (Senar e Funrural). Vale ressaltar que a oferta de boiadas está maior no Oeste em relação às outras regiões do estado, o que faz com que o preço do boi gordo seja menor nessa região. A referência do dia para o boi gordo ficou estável em São Paulo. Contudo, destaca-se que existem frigoríficos pressionando o mercado com ofertas de R$5,00 a R$10,00 a menos por arroba. Com o fim aparente das altas, boiadas represadas começaram a aparecer na mesa de compra das indústrias, mas os volumes não são grandes e, portanto, não devem empurrar o mercado de volta para os preços vigentes antes da euforia de novembro.

SCOT CONSULTORIA

Após máximas, preço do boi recua 5% em dezembro com pressão de consumidores

O preço da arroba do boi gordo recuou 5,14% em dezembro, com duas baixas seguidas após máximas históricas no Brasil, com as cotações sendo pressionadas por consumidores que estão buscando opções de carne mais barata, informou na terça-feira o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)

Na terça-feira, a cotação no mercado físico paulista apresentou recuo de 3,67%, a 219,45 reais a arroba, segundo indicador Esalq/B3, apurado pelo Cepea. Na segunda-feira, o preço da arroba caiu 1,53%, após máxima histórica de 231,35 reais no último dia útil de novembro, acumulando alta de 35,5% no mês passado. “Quando tem alta muito brusca do preço, no boi gordo e na carne, tem que olhar a outra ponta, principalmente o mercado consumidor interno. Ele se assustou, é natural, e tem proteínas mais baratas, então realmente tem um efeito da demanda e da renda também”, explicou o analista do Cepea Thiago de Carvalho. Ele citou que os consumidores receberam a primeira parcela do décimo terceiro, que a economia está melhorando, mas como o preço subiu muito, isso segurou o consumo. “O preço alto do boi reduz margem para o frigorífico e para o varejo. A carne da classe A e B continua com margem, mas a classe C e D quer preço, e essa alta assusta. Tem dono de lanchonete que cogita tirar o coxão mole do cardápio”, completou. Para a Ministra da Agricultura, Tereza Cristina, o mercado de boi gordo já apresenta sinais de redução após máximas históricas recentes e deve se normalizar em breve para o consumidor. No mercado futuro, o contrato para março fechou a 194,40 reais a arroba na B3, após máxima de 215 reais em 21 de novembro. O primeiro contrato, o dezembro fechou a 208 reais, após pico de 232,05 reais, em 26 de novembro. O recente recuo no preço ocorre após uma queda de quase 9% nas exportações de carne bovina in natura em novembro, para 155,60 mil toneladas, na comparação com o recorde histórico de outubro. Apesar do recuo, novembro ainda foi o segundo melhor mês da história na exportação, disse o analista do Cepea. Para a Ministra, o setor passa por um momento de transição, mas não há risco de falta de proteína animal no país. No acumulado de 2019 até novembro, o Brasil teve exportações de quase 1,7 milhão de toneladas, alta de 13% ante mesmo período do ano passado, de acordo com dados do governo citados pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo). Segundo estimativas do Rabobank, em 2020 a produção de carne bovina do Brasil deve avançar para 10,45 milhões de toneladas em 2020, ante 10,1 milhões de toneladas em 2019, enquanto as exportações da proteína tendem a crescer em 10,6%, para 2,39 milhões de toneladas.

REUTERS

Mercado do boi gordo em Cuiabá-MT

Na região de Cuiabá, no acumulado de novembro, o preço do boi gordo subiu 28,4%. No fechamento do mercado do dia 3 de dezembro a arroba ficou cotada em R$197,00 a prazo e livre de Funrural

A vaca ficou cotada em R$185,00/@, nas mesmas condições, valorização de 26,4% no período. Para a novilha, é observado um ágio de R$2,00 por arroba sobre o preço da vaca gorda. A forte valorização registrada em novembro perdeu força, devido, entre outras razões, a dificuldade do escoamento de carne bovina no mercado interno. Para os próximos dias, a baixa oferta de animais terminados associado aos recebimentos de salários e a demanda das festas de final de ano, devem manter a cotação da arroba firme.

SCOT CONSULTORIA

Após disparada, preço do boi gordo começa a cair

Indicador do Cepea abriu a semana com baixa de 1,5%

Depois de vencer a barreira dos R$ 230/@ na última semana, o Indicador do boi gordo Esalq/B3/Cepea registrou recuo de 1,5% nessa segunda-feira, 2 de dezembro. O indicador fechou a R$ 227,80/@. Na sexta-feira, o índice havia atingido o patamar recorde de R$ 231,35/@. Segundo destaca a consultoria Agrifatto, após a trajetória altista das cotações do boi gordo, esta é a primeira semana em que não foram superadas as máximas históricas (pelo menos até agora), demonstrando dificuldade do mercado em manter os níveis alcançados. As altas recentes da carne bovina no atacado acenderam um sinal de alerta na indústria brasileira, que teme entraves no escoamento da carne no varejo, devido à explosão de preços da proteína. Na última semana, a carcaça casada bovina fechou em R$ 15,89/kg, em média, no atacado paulista, com avanço de 7% sobre a semana anterior, segundo a Agrifatto. Nos últimos 30 dias, o boi casado acumula valorização de 39,34%. Preços futuros – Ainda de acordo com levantamento da Agrifatto, os contratos futuros do boi gordo também reagiram às alterações da conjuntura no mercado físico, passando por ajustes negativos. O contrato para dezembro/19 fechou a última semana em R$ 215,25/@ na bolsa B3, abaixo do valor vigente da arroba registrado no mercado físico.

PORTAL DBO

Greve da fiscalização agropecuária do RS provoca redução de 32% nos abates

Em uma semana de greve da fiscalização agropecuária, já é possível perceber o impacto nos frigoríficos gaúchos devido à paralisação da emissão de Guias de Trânsito Animal (GTAs) – documento necessário para o transporte de animais para o abate

Levantamento da Associação dos Fiscais Agropecuários do Rio Grande do Sul (Afagro) mostra que houve redução de 32,69% no número de bovinos enviados para o abate. No que se refere aos ovinos, foi registrada queda de 36,22%. Os números referem-se aos cinco primeiros dias de greve (26 a 30/11) na comparação com os cinco dias anteriores à greve, quando os abates estavam em ritmo normal.  O fiscal estadual agropecuário Richard Alves, Diretor da Afagro, explica que o impacto poderá ser ainda maior, já que nesta época o consumo de carne bovina e ovina aumenta devido às festas de final e ano. “Vamos mostrar o quanto os servidores públicos são importantes em vários setores e que a fiscalização agropecuária influencia diretamente na economia do Estado”, explica o dirigente.

Afagro

ECONOMIA

Ibovespa fecha quase estável com cena comercial ofuscando PIB

A bolsa paulista fechou com o Ibovespa praticamente estável na terça-feira, conforme receios relacionados ao comércio global contrabalançaram números melhores do que o esperado da economia brasileira.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa teve variação positiva de 0,03%, a 108.956,02 pontos. O volume financeiro da sessão somou 17,4 bilhões de reais. O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a adicionar volatilidade nos mercados ao afirmar na terça-feira que um acordo comercial com a China pode ficar para depois da eleição presidencial norte-americana, em novembro de 2020. “Eu não tenho prazo”, disse Trump a repórteres em Londres, onde participava de reunião com líderes da Otan, enfraquecendo esperanças de uma rápida solução para a disputa que pesa sobre a economia mundial. Um dia depois de ameaçar restabelecer tarifas para aço e alumínio da Argentina e Brasil, Trump também afirmou que as coisas podem ficar bastante difíceis com a União Europeia (UE) a menos que o bloco melhore as relações comerciais. As bolsas na Europa também terminaram o dia com perdas. Mas o cenário externo foi amortecido pelo crescimento acima do esperado do Produto Interno Bruto (PIB) do país, que cresceu 0,6% no terceiro trimestre, na base sequencial, acima da previsão média de analistas ouvidos pela Reuters, de 0,4%.

REUTERS

Dólar fecha em queda

O dólar fechou em queda na terça-feira, com o real entre os destaques positivos do dia entre moedas emergentes, amparado por dados melhores da economia brasileira

No mercado à vista, o dólar fechou em baixa de 0,19%, a 4,2059 reais na venda. É o menor patamar desde 22 de novembro (4,1929 reais na venda). Na véspera, a cotação havia recuado 0,63%. É a primeira vez que o dólar cai por duas sessões seguidas desde os dias 19 (-0,17%) e 21 de novembro (-0,15%). A B3 não abriu em 20 de novembro devido ao Dia da Consciência Negra. O contrato mais líquido de dólar futuro caía 0,43%, a 4,2115 reais. A expectativa de retorno de ingresso de capital com uma economia em aceleração tem se tornado um fator-chave nas discussões sobre o câmbio, à medida que outros elementos de influência sobre esse ativo —como diferencial de juros e preços de commodities— têm jogado contra a moeda brasileira. O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 0,6% no terceiro trimestre em relação ao segundo. Pesquisa Reuters mostrava expansão de 0,4%, segundo mediana das projeções de 19 analistas.

REUTERS

Brasil cresce 0,6% no 3º tri com agropecuária, consumo e indústria

O crescimento da economia do Brasil acelerou mais do que o esperado no terceiro trimestre em meio a ganhos da agropecuária, da indústria e do consumo das famílias. “Apesar do crescimento do PIB no terceiro trimestre, ainda temos um consumo do governo e setor externo caindo. Houve uma desaceleração da economia global e do nosso parceiro maior na região, a Argentina. As restrições fiscais nas três esferas de governo também comprometem as despesas do setor público”, destacou Rebeca Palis, do IBGE.

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 0,6% no terceiro trimestre em relação ao segundo, informou na terça-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Depois de apresentar tropeços no início do ano e beirar a recessão técnica, a atividade mostrou melhora após alta de 0,5% no segundo trimestre e estabilidade no primeiro. Esses dados foram revisados pelo IBGE para, respectivamente, um crescimento de 0,4% e contração de 0,1% informados antes. O desempenho visto entre julho e setembro foi o mais forte desde o primeiro trimestre de 2018, quando houve alta de 0,7%. A Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia apontou que a economia saiu do “fundo do poço” e que deverá continuar com recuperação consistente no quarto trimestre deste ano, embalada pelas vendas da Black Friday e do Natal. Os dados do IBGE mostram que, em relação às despesas, o Consumo das Famílias registrou alta de 0,8% no terceiro trimestre, acelerando de uma expansão de 0,2% no período anterior e se mantendo como importante motor do crescimento. “O consumo das famílias foi o mais importante para o crescimento do PIB. Ele tem a ver com a recuperação gradual do mercado de trabalho, a Selic em queda e a inflação baixa, além do crédito mais abundante para as famílias”, explicou a economista do IBGE Rebeca Palis. Já a Formação Bruta de Capital Fixo, uma medida de investimento, manteve um ritmo forte de crescimento de 2,0%. O ritmo desacelerou diante da taxa de 3,0% vista no segundo trimestre, quando esse salto se deveu à recuperação após o desastre da Vale em Brumadinho. Do lado da produção, todos os três componentes apresentaram resultados positivos, com a Agropecuária mostrando expansão de 1,3%, recuperando-se da queda de 0,5% entre abril e junho. Na comparação com o mesmo período do ano passado, a agropecuária cresceu 2,1%, principalmente pelo desempenho de alguns produtos com safra relevante no terceiro trimestre, como milho e algodão, cujas safras atingiram volumes recordes em 2019. A indústria, por sua vez, cresceu 0,8%, mostrando ligeira aceleração sobre a taxa de 0,7% no segundo trimestre. Serviços avançou 0,4% no terceiro trimestre, de 0,2% antes. Entretanto, o período vem apresentando ao mesmo tempo um cenário de contaminação no mercado por incertezas, sejam internacionais com as disputas comerciais, sejam na área política nacional, com o dólar batendo recordes históricos em valores nominais. Do lado negativo no terceiro trimestre, as despesas do governo caíram 0,4% no terceiro trimestre, de recuo anterior de 0,3%, um reflexo da política fiscal mais austera do governo. Já a balança comercial mostrou forte queda de 2,8% nas Exportações de Bens e Serviços, enquanto as Importações subiram 2,9%. De janeiro a outubro, o rombo em transações correntes alcançou 45,657 bilhões de dólares, crescimento de 41% sobre rombo de igual período do ano passado. O patamar já supera a última previsão que o BC havia feito para o resultado de 2019 consolidado, de 36,3 bilhões de dólares neste ano.

REUTERS

FRANGOS & SUÍNOS

China diz que fornecimento de carne suína será estabilizado até Ano Novo Lunar

A autoridade governamental disse que o país deve estabilizar o suprimento para as próximas férias

O Vice-Premiê da China, Hu Chunhua, informou que o país vai ter fornecimento estável de carne suína em períodos importantes de consumo como o Ano Novo Lunar, que será comemorado no fim de janeiro de 2020. A autoridade governamental disse, ainda, que o país deve atingir resolutamente a meta de recuperação da produção de suínos e estabilizar o suprimento para as próximas férias. Hu Chunhua destacou que o governo vem cumprindo todos os esforços para retomar a produção doméstica de suínos e garantir a segurança no abastecimento de proteínas animais. As declarações foram concedidas em uma coletiva de imprensa durante um evento de pecuária, realizado no fim de semana. O Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais da China lançou uma ação especial, com duração prevista de três meses, para o enfrentamento do abate ilegal de suínos. Segundo a pasta, o projeto tem como objetivo garantir a segurança da qualidade da carne suína ofertada durante o Ano Novo Lunar. De acordo com informações do governo, o programa estabelece que os Departamentos Agrícolas e Rurais locais devem incentivar as empresas de abate de suínos a cumprir efetivamente suas responsabilidades pela qualidade e segurança do produto. “Esses órgãos devem investigar rigorosamente o comportamento de abate ilegal das empresas designadas de abate de suínos e condenar o abate, processamento e gerenciamento de animais suspeitos de contaminação”, informa o comunicado do Ministério. Segundo a pasta, as empresas que violarem as regras e legislação do setor serão descredenciadas.

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