CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1121 DE 13 DE NOVEMBRO DE 2019

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Ano 5 | nº 1121| 13 de novembro de 2019

 

NOTÍCIAS

Boas notícias para o mercado do boi

O governo brasileiro anunciou no dia 11/11 a habilitação de oito frigoríficos para exportar carne bovina para a Arábia Saudita e, na manhã do dia 12/11, anunciou a habilitação de mais cinco plantas frigoríficas para exportação de carne bovina para a China

A oferta de boiadas para abate está contida, a demanda interna melhor e o feriado da próxima sexta-feira (15/11) devem colaborar com o escoamento de carne bovina, além de diminuir a janela de compras das indústrias. Das 32 praças monitoradas pela Scot Consultoria, o preço subiu em 28 delas na última terça-feira (12/11). Destaque para o Oeste do Maranhão, Triângulo Mineiro e Rio Grande do Sul, onde as cotações subiram 5,3%, 3,9% e 3,6%, respectivamente, frente ao fechamento de ontem. Em São Paulo, a cotação da arroba subiu 1,1% na comparação dia a dia e ficou cotada em R$180,50, à vista e livre de impostos, R$183,00, à vista, com desconto do Senar e R$183,50, bruto. Desde o início do mês, em doze dias, a cotação subiu 8,1%.

SCOT CONSULTORIA

Abate de bovinos cresce 4% no 3º tri, diz IBGE; China impulsiona carnes do Brasil

O Brasil abateu 8,35 milhões de cabeças de bovinos no terceiro trimestre, aumento de 4% em relação ao trimestre anterior e de 0,5% versus o mesmo período do ano passado, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na terça-feira

Já a produção atingiu 2,16 milhões de toneladas de carcaças bovinas no período, aumento de 8% em relação ao apurado no segundo trimestre e de 2,1% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, segundo os primeiros resultados da pesquisa Estatística da Produção Pecuária. Os abates e a produção de carne de aves e suínos também avançaram no período, ainda que o setor de bovinos tenha registrado maior avanço ante o segundo trimestre, notou o IBGE. O aumento da produção de carnes do Brasil, maior exportador global de cortes bovinos e de frango, está sendo impulsionado principalmente pela demanda da China e de outros países da Ásia, notou o pesquisador Sergio de Zen, responsável pelas pesquisas de proteína animal do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP. “A China, não só a China, mas países do Sudeste Asiático estão drenando toda a proteína possível para lá. Mas temos que observar que a economia global está em fase de crescimento, pequeno, mas está crescendo”, disse De Zen à Reuters. Embora o Brasil consuma a maior parte de sua produção de carnes, a exportação garante parcela importante na demanda. A cotação da arroba do boi gordo engatou um movimento de alta e superou o valor de 180 reais pela primeira vez na história, no Estado de São Paulo, na última sexta-feira, segundo dados do Cepea. Na terça-feira, atingiu 183,30 reais, alta de mais de 7% apenas no acumulado deste mês. No ano, o avanço é de mais de 25%. Segundo o pesquisador do Cepea, além da demanda, o setor de carne bovina ainda registra uma conjuntura de baixa oferta de animais prontos para o abate. “Não tem o animal confinado nem o de pasto, dado que chuvas atrasaram em relação aos outros anos, é um movimento complexo…”, disse o especialista.

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China aprova 5 unidades de carne suína do Brasil; mais 5 de bovinos e 3 de aves

Treze estabelecimentos produtores de carnes do Brasil foram aprovados para exportar aos chineses, disse em mensagem no Twitter a Ministra da Agricultura, Tereza Cristina, na terça-feira.

As novas aprovações ocorrem à medida que o país asiático lida com uma escassez de oferta de carne suína após seu rebanho ter sido reduzido pela peste suína africana. Com isso, a China tem ampliado compras de todas as proteínas de animais, especialmente do Brasil, grande exportador global. Entre as plantas habilitadas, estão duas da JBS (uma de carne bovina, outra de suína) e duas de sua subsidiária Seara, ambas de suínos, de acordo com lista divulgada pela pasta horas após o anúncio. Marfrig e BRF, que já haviam informado anteriormente possuir unidades na lista, têm a aprovação de duas plantas de carne bovina e uma de carne suína, respectivamente. Agora, o Brasil passa a contar com 16 plantas habilitadas para exportar carne suína, e 46 plantas para embarques de carne de frango, disse a ABPA, que representa produtores dessas duas proteínas. Desde janeiro deste ano, a China assumiu a liderança entre os principais destinos das exportações da avicultura e da suinocultura do Brasil, segundo a ABPA. Entre janeiro e outubro, o país asiático importou 183,1 mil toneladas de carne suína (+40% em relação ao mesmo período do ano passado), gerando receita de 429,8 milhões de dólares (+66%), de acordo com dados da ABPA. De carne de frango, foram 444,7 mil toneladas (+22%) à China, com resultado cambial de 931,7 milhões de dólares (+38%). Ao todo, 31,4% da carne suína e 13,3% da carne de frango exportadas pelo Brasil em 2019 foram embarcadas com destino à China, completou a associação.

REUTERS

ECONOMIA

Ibovespa cai 1,5% com maior pessimismo sobre América Latina

O principal índice da bolsa paulista caiu nesta terça-feira, em meio a um cenário instável da América Latina que tem afastado investidores e com o mercado global também reagindo a novas declarações do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump

O Ibovespa caiu 1,49%, a 106.751,11 pontos. O giro financeiro da sessão somou 18,9 bilhões de reais. O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reafirmou que o país está perto de assinar a “fase um” de acordo comercial com a China, mas ressalvou que só aceitará um acordo se for bom para seu país e os trabalhadores dos EUA. Para Raphael Guimarães, operador de renda variável da RJ Investimentos, “o mau-humor no cenário doméstico se dá muito pela interferência da América Latina, o Brasil acaba sendo englobado como um país emergente e sofre com essa aversão ao risco”, afirmou, completando que no curto prazo a volatilidade deve continuar em evidência no mercado acionário.  A MARFRIG ON recuou 4%, mesmo após a empresa anunciar que mais duas de suas fábricas foram habilitadas para exportações para a China. A empresa também teve lucro líquido de 100,4 milhões de reais no terceiro trimestre, ante prejuízo de 126 milhões um ano antes. A JBS ON caiu 1%. Fontes a par do assunto afirmaram à Reuters perto do final do pregão que o BNDES pediu propostas a bancos de investimento para iniciar a venda de sua participação na processadora de carne.

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Dólar fecha em alta ante real com incertezas na América Latina

O dólar voltou a fechar em alta ante o real na terça-feira, devolvendo praticamente toda a queda da véspera, num dia de forte aversão a risco nos mercados da América Latina em meio a sinais de escalada na instabilidade política na região

O dólar à vista fechou em alta de 0,58%, a 4,1669 reais na venda. Com isso, ficou a apenas 0,69% da máxima histórica de fechamento, registrada em 13 de setembro de 2018 (4,1957 reais na venda). Na máxima da terça, a cotação foi a 4,1882 reais na venda. Na compra, bateu 4,1875 reais, maior valor intradia desde 25 de setembro (4,1942 reais na compra). Na B3, em que os negócios com derivativos vão até as 18h15, o dólar futuro de maior liquidez tinha alta de 0,35%, a 4,1725 reais. Analistas atribuíram parte da alta do dólar nesta sessão ao clima menos favorável a risco no exterior durante a tarde, depois de o Presidente dos EUA, Donald Trump, não oferecer novos detalhes sobre as negociações comerciais com a China. Mas o motivo principal para o movimento do câmbio nesta terça foi o clima negativo para ativos da América Latina. “Existe um ciclo vicioso na América Latina agora”, resumiu Italo Lombardi, estrategista para a região para o Crédit Agricole, em Nova York. Ele destacou que a indústria de fundos de pensão no Chile é grande e que esses agentes são os maiores detentores do iShares EWZ ETF, principal fundo de índice de ações do Brasil negociado em Nova York. “Isso é para dar um exemplo de que como o canal (de contágio) existe”, completou. O Ibovespa cedia 1,5% nesta terça-feira, enquanto o iShares EWZ ETF caía 1,8%, nas mínimas desde meados de outubro.

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Setor de serviços do Brasil avança em setembro e fecha 3º tri com 1º resultado positivo no ano

O setor de serviços do Brasil terminou o terceiro trimestre com ganhos pela primeira vez em 2019, após registrar o melhor desempenho para setembro em cinco anos, sob a influência de transportes e serviços profissionais

Em setembro, o volume de serviços no país aumentou 1,2% na comparação com o mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira. Foi o resultado mais alto desde o ganho de 1,9% em agosto do ano passado e a leitura mais forte para o mês de setembro desde 2014 (+1,7%). Em relação a setembro de 2018, houve alta de 1,4%. Com isso, o setor terminou o terceiro trimestre com avanço de 0,8% sobre os três meses anteriores, após quedas de 0,3% e 0,4%, respectivamente, no segundo e primeiro trimestres. Ainda marcou o melhor resultado trimestral desde o terceiro trimestre de 2018, quando também houve alta de 0,8%. Assim, no acumulado do ano, o setor sai do patamar negativo e passa a mostrar ganho de 0,6%. “Apesar de ser o melhor resultado em muito tempo, não dá para chamar de novo paradigma, uma recuperação ou uma reação do setor. É um primeiro sinal positivo e não configura uma mudança de chave”, alertou o Gerente da Pesquisa, Rodrigo Lobo. Segundo o IBGE, entre as cinco atividades pesquisadas, quatro tiveram alta. Os destaques foram os avanços de 1,6% dos setores de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio; e de 1,8% de serviços profissionais, administrativos e complementares.

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EMPRESAS

Minerva gerou mais de R$ 500milhões em caixa no 3º tri

Empresa fechou o terceiro trimestre com prejuízo de R$ 82,7 milhões, 37,3% abaixo da perda de igual período de 2018

Impulsionada pela demanda da Ásia – principalmente da China – a Minerva Foods, maior exportadora de carne bovina da América do Sul, reportou ontem um fluxo de caixa livre de mais de R$ 500 milhões no terceiro trimestre. Trata-se de um montante considerável. A Marfrig, que é três vezes maior, gerou cerca de R$ 530 milhões em caixa livre. O impacto da apreciação do dólar sobre o endividamento, porém, nublou o desempenho operacional da Minerva. No trimestre, a empresa teve prejuízo de R$ 82,7 milhões, perda 37,3% inferior à registrada no mesmo período de 2018. Não fosse o câmbio, a empresa brasileira teria registrado lucro de R$ 93 milhões no terceiro trimestre, afirmou Diretor Financeiro da Minerva, Edison Ticle. Nesse cálculo, o executivo retirou o impacto negativo de R$ 265 milhões que o câmbio teve sobre o valor da dívida – cerca de 80% do passivo da empresa é denominado em dólar. Ele também retirou o benefício de R$ 165 milhões que a empresa obteve com instrumentos de hedge para proteger a dívida em dólar. De acordo com o executivo, a geração de caixa foi tão relevante que a Minerva conseguiu manter o índice de alavancagem estável mesmo com o aumento do endividamento em dólar. No fim de setembro, o índice chegou a 3,8 vezes, mesmo nível verificado em junho. Na área operacional, as exportações puxaram o faturamento. Entre julho e setembro, a receita líquida da companhia chegou a R$ 4,5 bilhões, crescimento de 4% na comparação anual. No mercado externo, a receita bruta cresceu 16%, alcançando R$ 3,2 bilhões. Nos mercados internos nos quais a Minerva atua (Brasil e Argentina, principalmente), as vendas recuaram 14,3%, para R$ 1,5 bilhões. A queda reflete tanto o maior direcionamento de produtos para exportação quanto o ritmo fraco do mercado interno. Entre julho e setembro, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) totalizou R$ 545,5 milhões, aumento de 4,2% na comparação anual. A margem Ebitda ficou em 10,1%, redução de 0,3 ponto ante igual intervalo do ano passado. A margem foi prejudicada, em parte, pela alta do preço do gado no Brasil. Para os próximos trimestres, a expectativa da Minerva é positiva. Conforme Ticle, os reflexos da peste suína na China começaram a aparecer e devem se intensificar.

VALOR ECONÔMICO

BNDES começa a contratar bancos para vender participação na JBS, dizem fontes

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pediu propostas a bancos de investimento para iniciar a venda de sua participação na processadora de carne JBS, disseram três fontes com conhecimento do assunto

Espera-se que as propostas sejam entregues nos próximos dias, segundo as fontes, e são o primeiro passo para a contratação de banco para realizar a oferta. A empresa de participações do BNDES, BNDESPar, tem 21,3% da JBS, mas está pedindo propostas a bancos para venda de apenas uma porção de sua participação, segundo as fontes. O acordo de acionistas da JBS exige que a BNDESPar mantenha uma participação mínima de 15% na empresa para continuar com direitos de veto em algumas matérias e a indicação de um membro do conselho da empresa, segundo documentos públicos no site da empresa. Para cumprir essa regra, a BNDESPar poderia vender uma participação de 6,3% na empresa, correspondente a cerca de 172 milhões de ações, com valor aproximado de 5 bilhões de reais. Ainda não está claro se a BNDESPar venderá apenas uma parcela da participação ou se poderia aumentar o tamanho da oferta, segundo as fontes. O banco contratado aconselhará a BNDESPar sobre a melhor data para executar a venda. Se ela ocorrer no ano que vem, a empresa poderá vender uma participação maior. O acordo de acionistas expira no final de dezembro e não se espera que seja renovado, segundo uma quarta fonte com conhecimento do assunto. O valor total da participação da BNDESPar na JBS é de 16 bilhões de reais e sua venda marcaria um dos maiores desinvestimentos de participações adquiridas durante a política de “campeões nacionais” de governos anteriores. As ações da JBS estão em seus recordes de alta e subiram 180% nos últimos 12 meses.

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BRF avalia aquisições na Turquia para aumentar produção local

A BRF vai considerar aquisições na Turquia como parte de estratégia para aumentar produção no país e seguir liderando o mercado halal de alimentos. O Vice-Presidente de Operações Internacionais da BRF, Patricio Rohner, afirmou a jornalistas que a companhia detém cerca de 12% da produção na Turquia e que o objetivo é elevar esse percentual para 20%. Ele não deu detalhes.

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BRF vai lançar linha de alimentos à base de plantas em 2020

CEO global reconheceu que empresa está atrasada em relação a concorrentes

A BRF deverá lançar no primeiro semestre de 2020 uma linha completa de produtos à base de plantas (incluindo hambúrguer), disse hoje o CEO global da companhia, Lorival Luz. A investidores, o executivo reconheceu que a BRF está atrasada em relação a concorrentes que já lançaram produtos “plant based”. “Temos tranquilidade que o nosso vai ser mais gostoso”, disse Luz, que não citou nominalmente a concorrência. A Seara, da JBS, e a Marfrig lançaram hambúrguer plant based neste ano. De acordo com o CEO da BRF, a nova linha de produtos faz parte dos esforços da companhia para ampliar as inovações. O objetivo é que, em 2023, as inovações representem 10% das vendas mo Brasil. Atualmente, essa fatia é de 3%, mas era inferior a 1% em 2016, segundo Sidney Manzaro, Vice-Presidente de Mercado Brasil da BRF.

VALOR ECONÔMICO

FRANGOS & SUÍNOS

IBGE: SUÍNOS, O ABATE SOBE 0,8%. FRANGOS 3,1%

Segundo a pesquisa do IBGE, o abate de suínos somou 11,67 milhões de cabeças no terceiro trimestre de 2019, um aumento de 2,4% em comparação com trimestre passado e de 0,8% ante o mesmo trimestre do ano anterior

O peso acumulado das carcaças suínas registrou 1,05 milhão de toneladas no terceiro trimestre, o que consistiu em aumentos de 3,3% em comparação com o trimestre imediatamente anterior e de 1,1% em relação ao terceiro trimestre de 2018. Com as vendas para a Ásia impulsionando os negócios, a indústria do Brasil registrou em outubro receita de exportação de carne suína de 149,6 milhões de dólares, maior valor para um único mês nos últimos dois anos, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). A indústria de frangos também tem demonstrado força, com os abates somando 1,47 bilhão de cabeças no terceiro trimestre de 2019, alta de 3,3% na comparação com o trimestre anterior e de 3,1% em relação ao trimestre equivalente de 2018, informou o IBGE. O peso acumulado das carcaças de frango foi de 3,45 milhões de toneladas no período, aumento de 3,2% frente ao trimestre imediatamente anterior e de 2,1% na relação ao terceiro trimestre de 2018.

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INTERNACIONAL

Com maior oferta e consumo em queda, preços da carne suína recuam na China

Os preços da carne de porco na China recuaram acentuadamente na semana passada pela primeira vez em dez meses, à medida que novos casos de peste suína africana reportados no nordeste do país fizeram com que mais porcos fossem levados ao abate, em um momento em que consumidores reduzem as compras da proteína devido a seu valor elevado, disseram analistas

Os valores dispararam em outubro, atingindo uma máxima de 53,79 iuanes (7,69 dólares) por quilo no dia 23, alta de 188% no ano a ano. Desde então, no entanto, as cotações têm recuado, tocando 50 iuanes em 8 de novembro. “Após os recentes saltos nos preços, a carne suína já estava em um ponto no qual as pessoas não conseguiam mais pagar por ela, então bastou um gatilho (para os valores recuarem)”, disse Jim Huang, Presidente-Executivo da China-America Commodity Data Analytics. Ele acredita que tal gatilho foi a forte venda por produtores no Nordeste há duas semanas, quando relatos não confirmados de novos surtos de peste suína africana levaram criadores de porcos ao pânico. Além disso, o consumo recuou cerca de 30% desde outubro por conta dos altos preços, disse Zhu Zengyong, pesquisador da Academia Chinesa de Ciências Agrícolas, citando uma pesquisa de mercado. Em seu relatório mensal, o Xinfadi, principal mercado atacadista de carnes de Pequim, disse que ao final de outubro cerca de 10% das carcaças, e por vezes até 20%, estavam sendo devolvidos aos abatedouros devido aos preços elevados.  “Essa é uma correção do rápido avanço dos preços, não é algo causado por um excesso de oferta”, ponderou Pan Chenjun, analista sênior do holandês Rabobank. “Acho que os preços vão retornar para o intervalo anterior e provavelmente voltarão a subir”, acrescentou, mencionando a crescente demanda que virá nas próximas semanas com as festividades do Ano Novo Lunar.

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