CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1113 DE 01 DE NOVEMBRO DE 2019

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Ano 5 | nº 1113| 01 de novembro de 2019

 

NOTÍCIAS

Bezerro, arroba e carne seguem em valorização

Em outubro, a média está em R$ 11,23/kg, aumento mensal de 4,5% e anual de 11%, também em termos reais

Os preços do bezerro, do boi gordo e da carne seguiram em alta na maior parte de outubro, impulsionados pela baixa oferta e também pela demanda aquecida, segundo indicam pesquisadores do Cepea. No caso do bezerro (Indicador ESALQ/BM&FBovespa, Mato Grosso do Sul), no acumulado parcial deste mês (de 30 de setembro a 30 de outubro), a alta é de 1,27%, fechando a R$ 1.386,93 nessa quarta-feira, 30. A média mensal, de R$ 1.356,07, supera em 1,4% a de setembro e em 11,16% a de outubro/18, em termos reais. Para o boi gordo, a elevação no acumulado deste mês é de 3,21%, com o Indicador ESALQ/B3 (São Paulo) fechando a R$ 167,40 nessa quarta – esse é o maior patamar real desde novembro de 2016, quando a média mensal do Indicador foi de R$ 168,23 (valores foram deflacionados pelo IGP-DI de setembro). A média de outubro está em R$ 162,92, respectivas elevações de 2,91% e de 6,76% quando comparada às médias de setembro/19 e outubro/18. No caso da carne negociada no mercado atacadista da Grande São Paulo, para a carcaça casada de boi, houve valorização de 6,81% no acumulado parcial deste mês, com o preço à vista fechando a R$ 11,60/kg nessa quarta. Em outubro, a média está em R$ 11,23/kg, aumento mensal de 4,5% e anual de 11%, também em termos reais. Em termos nominais, ou seja, sem considerar os efeitos da inflação, os patamares observados em outubro para a arroba do boi e para a carne no atacado são os maiores das séries históricas do Cepea, iniciadas respectivamente em 1994 e 2001. No caso do bezerro, os patamares nominais de abril de 2016 superam os atuais.

CEPEA/ESALQ

Boi gordo: altas expressivas no Centro-Norte do país

No fechamento da última quinta-feira (31/10), as valorizações aconteceram em 17 das 32 praças pecuárias pesquisadas pela Scot Consultoria

Em algumas regiões, como Tocantins, Rondônia, Goiás e Pará, as altas surpreendem. Em Goiás, do fechamento do dia anterior para o atual o preço pago à vista pelo boi subiu 1,3% em cada uma das duas regiões monitoradas. Em Rondônia e no Norte de Tocantins a variação foi equivalente. Nestas regiões existem frigoríficos comprando boiadas para a próxima segunda-feira (4/11). No Pará, foram registradas altas nas três praças monitoradas. Considerando os pagamentos à vista, em Marabá a cotação subiu 1,8%, em Redenção 1,2% e em Paragominas o preço do boi gordo decolou 3,5%. A referência em Paragominas está em R$164,50, à vista e livre do imposto. O preço bruto à vista está em R$166,50. Contudo, destacamos a alta volatilidade do mercado. Existem ofertas de compras de até R$3,00 a R$4,00/@ acima e abaixo da referência. Na praça paulista, o boi gordo subiu R$0,50/@ na comparação dia a dia e ficou cotado em R$166,50/@, à vista e livre de Funrural.

SCOT CONSULTORIA

Mercado futuro do boi avança para níveis recordes

Na B3, o contrato para outubro de 2020 atingiu a máxima histórica, com preço real de R$ 186,25/@

A arroba do boi gordo mantém o seu movimento de alta nesta semana, refletindo oferta restrita, escalas encurtadas e também a expectativa de maior consumo no início de novembro, segundo informa a Agrifatto. Na B3, o contrato para outubro de 2020 atingiu a máxima histórica (já corrigida pela inflação), com fechamento em R$ 186,25/@ ontem. O indicador Esalq/B3/Cepea, por sua vez, fechou a R$ 167,40/@, com alta diária de 0,30% e de 2,57% ante a semana anterior. A máxima e a mínima do fechamento da véspera também contaram com altas significativas, cotadas em R$ 177,54/@ e R$ 159,34/@, respectivamente, relata a Agrifatto.

PORTAL DBO

Carne bovina subiu no atacado

Nos últimos sete dias, na média de todos os cortes pesquisados pela Scot Consultoria, o preço da carne bovina no atacado subiu 1,7%. No acumulado de outubro, a alta foi de 7,0%

Já em relação ao mesmo período do ano passado, a cotação atual dos cortes está 10,0% superior, ilustrando que, em doze meses, a valorização foi real, ou seja, acima da inflação. No mercado da carne bovina com osso as cotações também têm subido. O boi casado de animais castrados está cotado em R$11,61/kg. Alta de 11,0% em relação ao mesmo período do mês passado e 22,4% na comparação com outubro de 2018. A baixa disponibilidade de animais terminados e o bom fluxo de escoamento do produto para o mercado internacional têm sido os principais vetores das altas. Para as próximas semanas espera-se que o mercado da carne bovina ganhe ainda mais força com o aumento gradual do consumo.

SCOT CONSULTORIA

Viés de alta para o boi gordo no Sul da Bahia

Mercado do boi gordo segue com preços firmes no Sul da Bahia. A virada do mês e a tendência de melhora no consumo, aliada à escassez de boiadas, tem mantido as cotações sustentadas

Segundo levantamento da Scot Consultoria, atualmente, a arroba do boi gordo tem sido negociada, em média, em R$159,50, a prazo e livre de Funrural. O diferencial de base, em relação a São Paulo, é de -5,34%. A vaca gorda e a novilha estão cotadas em R$154,00/@ e R$156,50/@, respectivamente, nas mesmas condições do boi gordo. Para os próximos dias, a tendência é de alta de preços. A fim de atender à maior demanda, o varejo está se reabastecendo. Dessa forma, espera-se que a cotação do boi gordo ultrapasse os valores de referência.

SCOT CONSULTORIA

ECONOMIA

Ibovespa recua 1,1% contaminado por pessimismo global

O principal índice da B3 recuou nesta quinta-feira, contaminado pelo pessimismo global diante de incertezas ligadas ao embate comercial entre Estados Unidos e China, mas também influenciado por realização de lucros, após ter batido recorde na véspera

O Ibovespa caiu 1,1%, a 107.219,83 pontos, mas encerrou outubro com avanço acumulado de 2,36%. O volume financeiro na sessão somou 19,4 bilhões de reais. Investidores globais se decepcionaram com a notícia de que autoridades chinesas mostraram dúvidas sobre se será possível alcançar um acordo comercial abrangente de longo prazo com os Estados Unidos e o presidente Donald Trump. Em Wall Street, o S&P 500 caiu 0,3%, com o pessimismo ofuscando bons resultados trimestrais de Apple e Facebook. No Brasil, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), voltou a falar sobre a pauta do governo, afirmando que está otimista com a aprovação da reforma tributária no Congresso ainda este ano. No plano macroeconômico, o mercado absorveu a decisão do BC de reduzir a Selic em 0,5 ponto percentual, a 5% ao ano, como esperado, e indicou que deve repetir a dose na próxima reunião, em meio à fraqueza na economia e baixa inflação. Analistas do BTG Pactual avaliam que a taxa deve terminar o atual ciclo de queda abaixo de 4%, com mais um corte de 0,50 ponto percentual em dezembro, indicando também duas reduções de 0,25 ponto percentual nas reuniões de fevereiro e março.

REUTERS

Dólar sobe 0,55% em meio a expectativa de fluxo

O dólar fechou em firme alta na comparação com o real nesta quinta-feira, mas acumulou queda em outubro, fruto de melhora da expectativa para o fluxo cambial, da aprovação da reforma da Previdência e de menor percepção de risco no exterior

No fechamento do mercado interbancário, o dólar subiu 0,55%, a 4,0091 reais na venda nesta quinta-feira. A valorização é a mais forte desde 15 de outubro. Na B3, o dólar futuro de maior liquidez ganhava 0,40%, a 4,0040 reais, às 17h18. A apreciação do dólar neste pregão foi ditada por renovados temores quanto às negociações comerciais entre China e Estados Unidos. A volatilidade relacionada à definição da Ptax de fim de mês tampouco ajudou a amenizar a pressão de alta sobre a moeda. Na segunda metade do mês, operadores viraram as atenções para a esperança de robustos ingressos de capital por ocasião dos leilões do pré-sal, marcados para o começo de novembro. As áreas em oferta no leilão de 6 de novembro somam um bônus de assinatura total fixo de cerca de 106,5 bilhões de reais e que deverão ser pagos pelos vencedores do certame, que se tornará a maior rodada de licitações de petróleo da história, segundo as autoridades brasileiras. As entradas desses recursos ajudariam a amenizar o saldo negativo do fluxo cambial, que em 12 meses até a parcial de outubro está em mais de 30 bilhões de dólares. E também poderiam compensar saídas de dólares típicas de fim de ano, quando se aceleram as remessas de lucros e dividendos por parte de empresas estrangeiras com filiais no Brasil.

REUTERS

Brasil fecha 3º tri com taxa de desemprego de 11,8% e recorde da informalidade

A taxa de desemprego do Brasil fechou o terceiro trimestre em 11,8% com aumento no número de pessoas ocupadas, porém em um mercado de trabalho marcado por novo recorde da informalidade

Essa foi a terceira vez seguida que o dado ficou em 11,8%, depois de ter terminado no mesmo nível os três meses até agosto e até julho, segundo os dados informados na quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entretanto, na comparação trimestral houve recuo já que o desemprego estava em 12,0% no segundo trimestre.  “A queda de 12% para 11,8% é significativa e merece destaque, mas o desemprego vem caindo via informalidade. Essa é a marca”, destacou Adriana Beringuy, analista de trabalho e renda do IBGE. No mesmo período do ano anterior, a taxa de desemprego havia ficado em 11,9%. No terceiro trimestre, o total de pessoas ocupadas bateu recorde ao atingir 93,801 milhões, de 93,342 milhões no segundo trimestre e 92,333 milhões no ano anterior. O mercado de trabalho registrou abertura de vagas, porém através da informalidade. Tanto o número de empregados sem carteira quanto de trabalhadores por conta própria atingiu novas máximas recordes no terceiro trimestre. Os empregados sem carteira no setor privado chegaram a 11,838 milhões entre julho e setembro, de 11,500 milhões no segundo trimestre. Enquanto isso, os trabalhadores com carteira assinada eram 33,075 milhões no terceiro trimestre, abaixo dos 33,213 milhões do período anterior. Já o contingente de trabalhadores por conta própria chegou a 24,434 milhões nos três meses até setembro, contra 24,141 milhões no segundo trimestre. Com isso, o número de desempregados no Brasil caiu a 12,515 milhões no terceiro trimestre, de 12,766 milhões no segundo. Entretanto, a qualidade do emprego ainda é ruim, uma vez que a taxa de informalidade ficou em 41,4% dos ocupados, maior nível desde o início da pesquisa em 2015, completou o IBGE.

REUTERS

FRANGOS & SUÍNOS

Preços dos suínos sobem com força em outubro

As recentes altas demostram a recuperação de um setor que amargou prejuízos ao longo do último ano

Do animal vivo aos cortes, os preços do mercado suinícola subiram com força em outubro, de acordo com pesquisas do Cepea. Em algumas regiões consultadas, as altas mensais superam os 10% e as anuais, 30%. O impulso vem da maior demanda por novos lotes de animais no mercado independente por parte de frigoríficos, especialmente os de maior porte. Esse cenário tem sido verificado em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. Vale lembrar, porém, que 2018 foi marcado por baixos preços, tanto da carne suína quanto do animal vivo, o que esteve atrelado às demandas doméstica e externa enfraquecidas. Diante disso, as recentes altas demostram a recuperação de um setor que amargou prejuízos ao longo do último ano. No mercado da carne, o início do mês também foi marcado pela demanda aquecida e as cotações acompanharam a movimentação do vivo. Já na segunda quinzena, a liquidez interna diminuiu, mas os preços ainda se mantiveram em patamares elevados.

CEPEA/ESALQ

Mapa implementa plano estratégico para erradicar peste suína clássica

Objetivo é reduzir as perdas diretas e indiretas causadas pela doença

A partir da quinta-feira (31) o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento iniciou a implementação do Plano Estratégico Brasil Livre de Peste Suína Clássica (PSC), para erradicar a doença nos 11 estados da zona não livre da doença no país: Alagoas, Amapá, Amazonas (exceto parte do estado pertencente à zona livre), Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Roraima. A região de implementação do plano representa cerca de 50% do território brasileiro, onde se encontra, aproximadamente, 18% do rebanho suíno nacional, distribuído em mais de 300 mil estabelecimentos rurais, predominantemente de pequenos produtores familiares. O plano de erradicação prevê a implantação de 36 ações com as primeiras providências sendo o aumento da vigilância agropecuária nos 11 estados da área não livre da PSC. Os estados irão elaborar os planos e o Mapa vai fazer o acompanhamento e cobrar ajustes se necessário. Segundo o Diretor do Departamento de Saúde Animal (DSA), Geraldo Moraes, para sucesso do Plano Estratégico há necessidade de efetiva priorização e participação dos setores públicos e privados, com clara definição de compromissos, atribuições e responsabilidades no acompanhamento e avaliação de sua execução. “São condições básicas para sua implantação: a institucionalização, sustentação, gestão financeira e o fortalecimento dos serviços veterinários estaduais (SVE)”. Os SVE executarão as medidas previstas no plano e as Superintendências Federais da Agricultura farão o monitoramento da execução das ações. Desde outubro de 2018, foram registrados 67 focos da doença na zona não livre da doença no país, distribuídos nos estados do Ceará (49), Piauí (16) e Alagoas (2). Um total de R$ 1.116.914,00 será pago para indenizar aos 671 produtores dos suínos e cobrir as despesas de custeio para contenção dos focos. Foram sacrificados 7.434 animais; 2.906 propriedades foram investigadas. O rebanho total dessa área é de aproximadamente de 5 milhões de animais.

MAPA

Suíno: alta de 7,5% nas granjas em São Paulo em outubro

O mercado de suínos trabalhou em alta em outubro. Desde o início do mês a arroba do animal terminado valorizou 7,5% nas granjas em São Paulo

A melhor movimentação no mercado interno, junto aos bons volumes exportados, manteve o mercado firme no período. No atacado o movimento foi semelhante. O preço médio de outubro ficou 8,9% maior que a média de setembro e 36,2% acima do observado em igual período do ano passado. Os compradores começaram a se movimentar mais nos últimos dias, se preparando para a demanda maior de início de mês. Além disso, a projeção é de aumento no consumo no mercado doméstico nos últimos meses do ano, devido às festividades e também ao recebimento do décimo terceiro salário. Somados a isso, os embarques de carne devem seguir em bom ritmo, fatores que colaboram para o cenário de firmeza nos preços.

SCOT CONSULTORIA

INTERNACIONAL

Frigoríficos dos EUA enfrentam outro processo antitruste

Os quatro maiores frigoríficos dos Estados Unidos enfrentam outro processo alegando violações antitruste, este movido por um distribuidor

A Pacific Agri-Products Inc., com sede na Califórnia, entrou com uma ação no dia 16 de outubro acusando a Cargill Inc., JBS EUA, National Beef Packing e Tyson Foods, entre outros, de supostamente conspirarem para controlar os preços da carne bovina desde 2015. A ação foi instaurada no dia 8 de outubro no Tribunal Distrital do Distrito de Minnesota. A Pacific Agri-Products, Inc., “distribuidores e exportadores de produtos alimentícios de qualidade”, alega que os réus “sinalizaram publicamente” sua intenção coletiva de reduzir os volumes de abate fechando ou mantendo ociosos os frigoríficos ou interrompendo os planos de expansão e que essas ações pressionavam artificialmente os preços da carne bovina à medida que os suprimentos foram posteriormente reduzidos. A denúncia é a primeira de um distribuidor contra grandes frigoríficos dos EUA e é semelhante a acusações separadas feitas contra processadores de frango e porco no ano passado. Outras empresas citadas no processo incluem Swift Beef Co. e Marfrig Global Foods. Para ilustrar como os frigoríficos reduzem a capacidade, a Pacific Agri-Products listou uma série de fechamentos e reduções operacionais da fábrica em sua reclamação. – A Cargill desativou uma das principais fábricas de Plainview, TX, em 2013, uma instalação estimada em quase 4% de toda a capacidade da indústria de carne bovina dos EUA. – Um mês depois, a Tyson reduziu a produção em uma de suas fábricas, apesar de informar aos acionistas que estava aumentando a produção para atender à crescente demanda – Pouco tempo depois, a JBS comprou uma planta ociosa em Idaho, mas ainda não a abriu. – Em 2014, a National Beef fechou uma fábrica na Califórnia e a Cargill fechou uma em Milwaukee. – Em 2015, a JBS fechou seis fábricas e a Tyson fechou uma em Iowa. Durante esse período, as empresas registraram preços historicamente altos, baixa produção e oferta adequada. “Coletivamente, esses fechamentos reduziram a capacidade anual de abate do setor em milhões de bovinos por ano”, diz a denúncia, resultando na subutilização da capacidade em declínio. A Pacific Agri-Products alega que os executivos das empresas de embalagem viram a redução da capacidade como uma ótima maneira de melhorar as margens.

Drovers

Menos no Uruguai, as exportações de carne do Mercosul crescerão em 2020

As exportações de carne bovina dos países do Mercosul aumentarão – cerca de 12% – em 2020, principalmente devido à forte demanda da China

Isso decorre das projeções do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) sobre o comércio mundial de carne. No Brasil, é onde haverá o maior aumento de colocações externas de carne no próximo ano, com um aumento de 16%. No Uruguai – com uma oferta interna limitada – as exportações de carne no próximo ano não sofrerão alterações em relação a 2019, com um volume de cerca de 450.000 toneladas. No caso do Paraguai, espera-se uma expansão de 9% nas exportações, embora este país não exporte para a China continental. Para a Argentina, o USDA projetou um crescimento de 10,7% nas exportações de carne bovina, que alcançariam 775.000 toneladas. A mídia argentina destacou que – se as projeções forem confirmadas – as vendas externas de carne bovina acumulariam um crescimento de quase 317% em cinco anos. “As exportações argentinas serão consideráveis, pois o consumo doméstico permanece estagnado”, afirmou o relatório do USDA. A análise acrescentou que este país “está bem posicionado para se beneficiar de importações recordes da China”. Em setembro – os últimos dados oficiais – as exportações de carne bovina da Argentina totalizaram US $ 298 milhões, um aumento de 72,4% em relação ao mesmo mês do ano passado. Medidas em volume, as colocações aumentaram 61,6% ano a ano, com um aumento de 6,7% no preço médio de exportação.

El Observador

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