CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1105 DE 22 DE OUTUBRO DE 2019

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Ano 5 | nº 1105| 22 de outubro de 2019


NOTÍCIAS

Boi gordo firme, apesar da baixa movimentação no início da semana

Parte das indústrias aguardava um posicionamento mais claro do mercado para definir os preços de balcão na última segunda-feira (21/10). Contudo, a oferta de boiadas está escassa, o que manteve as cotações firmes

A dificuldade de compra de animais terminados resultou em alta em sete, das 32 praças pesquisadas pela Scot Consultoria. Destaque para Paragominas-PA, onde o preço do boi subiu 1,0% na comparação com o fechamento da semana anterior. O aumento gradativo de bois de cocho chegando ao mercado não tem sido suficiente para amenizar o viés de alta.

SCOT CONSULTORIA

Forte alta no preço da carne bovina no atacado

Na última semana, na média de todos os cortes pesquisados pela Scot Consultoria, a carne bovina vendida pelo atacado ficou 2,8% mais cara

Uma alta com esta magnitude não era observada desde o início de setembro de 2017. Apesar do consumo interno fraco de segunda quinzena, as exportações em bons volumes e a menor disponibilidade de animais terminados têm sido os principais fatores responsáveis pelas elevações de preço da carne bovina.

SCOT CONSULTORIA

Ministra da Agricultura dá início a sua agenda de compromissos na China

Expectativa é que número de frigoríficos habitados a exportar ao país asiático aumente

A Ministra da Agricultura, Tereza Cristina, iniciou sua agenda de compromissos na China, principal destino das exportações brasileiras do agronegócio na segunda visita da Ministra ao país asiático neste ano. Segundo o ministério, Tereza Cristina já se reuniu com o Ministro Ni Yuefeng, Administrador-Geral do serviço alfandegário chinês, órgão responsável pelas questões sanitárias e fitossanitárias na China. As conversas giraram em torno da ampliação do número de produtos do setor exportados pelo Brasil à China e terão continuidade amanhã. Durante a viagem, Tereza Cristina vai se reunir com o Ministro da Agricultura da China, Han Changfu. “Tereza Cristina participará da abertura do Seminário Empresarial Brasil e China, promovido pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil) e também de uma palestra sobre o agronegócio brasileiro. A ministra retorna ao Brasil no dia 26 de outubro”, diz o comunicado. O ministério lembrou que, depois da visita de maio da ministra, a China anunciou a habilitação de 25 plantas frigoríficas do Brasil. Com isso, o número de unidades habilitadas a vender carnes para os chineses passou de 64 para 89. A expectativa é que esse número seja ampliado durante a visita de Bolsonaro.

VALOR ECONÔMICO

Sebo bovino subiu 17,1% no segundo semestre

Segundo dados divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a produção de biodiesel aumentou em agosto em relação ao mês anterior (último dado disponível pela ANP)

Além disso, a utilização de sebo para a produção do biodiesel também cresceu. A maior demanda pelo produto (para a produção de biodiesel) tem colaborado com os preços em alta no mercado de sebo. No Brasil Central, segundo levantamento da Scot Consultoria, o produto está cotado, em média, em R$2,40/kg, livre de imposto. Alta de 17,1% desde o início do segundo semestre. No Rio Grande do Sul, o cenário é semelhante. No estado, o sebo está cotado em R$2,55/kg. Para o curto prazo a tendência é de que a boa demanda mantenha o mercado com as cotações sustentadas.

SCOT CONSULTORIA

Ritmo dos embarques de carne bovina reduz na terceira semana, mas outubro pode ter recordes nas exportações

A Secretaria de Comércio Exterior (SECEX) divulgou o volume exportado de carne bovina in natura na terceira semana de outubro. A média diária exportada ficou em 7,74 mil toneladas, dados que vieram abaixo do esperado para o mercado que estava projetando uma média de oito mil toneladas por dia

Durante os 14 dias úteis do mês, o volume total embarcado foi de 108,4 mil toneladas. De acordo com o levantamento da XP Investimentos, o volume exportado registrou um aumento de 43,9% frente ao mês anterior e 31% se comparado com o volume embarcado em outubro de 2018. A Radar Investimentos apontou que houve um ligeiro recuo do ritmo dos embarques de carne bovina na terceira semana de out/19.  Até o momento, o valor negociado do produto está ao redor de US$ 476,4 milhões, tendo em vista que esse valor na média por dias úteis está próximo de US$ 34,7 milhões. Em outubro de 2018, o valor comercializado foi de US$ 529,3 milhões e com uma média diária negociada em US$ 24,1 milhões. As projeções do mercado indicam que o total embarcado poderá ficar entre 178,3 mil e 188,76 mil toneladas. Se essa projeção se confirmar, será o maior volume exportado pelo Brasil em um único mês. A quantidade embarcada teve um incremento de 31,4% se comparada com o mês anterior. Na comparação anual, a quantidade de carne bovina in natura exportada teve um crescimento de 25,3%. Os preços médios ficaram próximos de US$ 4.396,1 por tonelada, um aumento de 3,5% se comparado ao mês de setembro que registrou um preço de US$ 4.246,4 por tonelada. Os valores atuais registraram um ganho de 12,9% frente ao mesmo período do ano anterior.

RADAR INVESTIMENTOS

ECONOMIA

Dólar volta a defender suporte técnico e fecha em alta

O dólar fechou em alta frente ao real na segunda-feira com investidores à espera da votação final da reforma da Previdência no Senado, para a qual há ampla expectativa de aprovação

O dólar à vista fechou em alta de 0,27%, a 4,1305 reais na venda. Na máxima, alcançada por volta de 14h30, a cotação foi a 4,1530 reais na venda (+0,82%). Na B3, o contrato de dólar futuro de maior liquidez tinha ganho de 0,44% por volta de 17h28, para 4,1350 reais. O dólar voltou a defender o suporte da média móvel linear de 50 dias, em torno de 4,11 reais. Apenas neste mês a cotação ameaçou esse ponto técnico em três ocasiões (dias 4, 11 e 18), mas sem rompê-lo de forma consistente. Na sexta-feira, o dólar terminou em 4,1193 reais na venda. O mercado correlaciona a agenda de reformas à perspectiva de crescimento da economia, elemento visto como importante para alguma estabilização ou mesmo recuperação da taxa de câmbio. Na pesquisa Focus, do Banco Central, o mercado prevê dólar em 4,00 reais tanto para o fim de 2019 quanto de 2020.

REUTERS

Ibovespa bate novo recorde com ajuda do exterior

O Ibovespa marcou nova máxima de fechamento na segunda-feira, refletindo o otimismo global com as negociações comerciais entre Estados Unidos e China

O índice acionário brasileiro de referência subiu 1,23%, a 106.022,28 pontos, acima do recorde anterior, em julho, de 105.817,06 pontos. O giro financeiro da sessão somou 18,9 bilhões de reais, inflado pelo vencimento dos contratos de opções sobre ações, de 6 bilhões de reais. As ações ganharam força após o exercício de opções, às 13h, em sessão positiva nas praças no exterior, após declarações do Vice-Premiê chinês, Liu He, no fim de semana, de que a China vai colaborar com os EUA para lidar com preocupações mútuas. A trajetória de ganhos em Wall Street ainda foi endossada por declarações do assessor econômico da Casa Branca de que as tarifas marcadas para dezembro podem ser retiradas se as negociações continuarem bem. Para o gestor de portfólio Guilherme Foureaux, sócio na Paineiras Investimentos, a semana começou com tom positivo nas bolsas globais, principalmente pelo noticiário mais favorável sobre as negociações entre China e Estados Unidos. Foureaux ressaltou, contudo, a expectativa de votação no Senado da reforma da Previdência, que pode encerrar o assunto após anos de discussões. “Apesar de esperado, sempre há algum nervosismo, já de que no Brasil eventos inesperados acontecem com bastante frequência.”

REUTERS

Mercado reduz expectativa para taxa de juros em 2019

Previsão da Selic vai para 4,5% a.a. Já o PIB (Produto Interno Bruto) vai de 0,87% para 0,88% este ano. Para 2020, as projeções dos analistas permaneceram as mesmas. O crescimento esperado para o próximo ano é de 2%.

Analistas de mercado consultados pelo BC (Banco Central) reduziram para 4,5% ao ano a previsão para a taxa básica de juros, a Selic, em 2019. Na semana anterior, a expectativa estava em 4,75% a.a. Os dados são do boletim Focus, divulgado na manhã da 2ª feira (21.out.2019). A estimativa para a inflação de 2019 desceu de 3,28% para 3,26%. É a 11ª semana seguida que o mercado abaixa a previsão para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). Para 2020, a estimativa também foi reduzida. Passou de 3,73% para 3,66%. A previsão para os anos seguintes não teve alterações: 3,75%, em 2021, e 3,50%, em 2022. Para o dólar, a perspectiva é de custar R$ 4,00 no dia 31 de dezembro.

UOL

EMPRESAS

MPF cobra multa de frigorífico por descumprir acordo Carne Legal no Amazonas

O Ministério Público Federal no Amazonas está cobrando na Justiça uma multa de R$ 3,88 milhões ao frigorífico Amazona e seus arrendatários sucessores (Frigoli Alimentos e Frigonosso) pelo descumprimento do programa Carne Legal, infomou o MPF em nota na segunda-feira (21)

O programa Carne Legal visa regularizar a cadeia produtiva de carnes brasileira, combatendo o desmatamento ilegal da floresta. Frigoríficos signatários se comprometem a comprar matéria-prima apenas de produtores rurais que não cometam desmatamento ilegal e que tenham propriedades em situação regular. O MPF disse que o frigorífico Amazona e seus arrendatários sucessores não cumpriram as obrigações assumidas dentro do programa nos últimos cinco anos, comprando gado de propriedades onde ocorreu desmatamento ilegal, entre outras irregularidades. O frigorífico adquiriu em 2017 pelo menos 471 animais oriundos de propriedades que praticaram desmatamento ilegal, segundo levantamento do MPF usando dados do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), validados pelo Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam). Esse é a primeira ação do MPF para pedir na Justiça a execução de multa por descumprimento do programa Carne Legal.

CARNETEC

Marfrig busca trabalhadores em Várzea Grande

A Marfrig Global Foods informou na segunda-feira (21) que iniciou um projeto para contratar novos trabalhadores nas regiões periféricas de Várzea Grande, em Mato Grosso, para trabalharem na unidade da empresa no município

A assessoria de imprensa do grupo disse à CarneTec que a empresa não divulgará o número de trabalhadores que pretende contratar como parte do projeto denominado “RH nos Bairros”. Na semana passada, a Marfrig já havia anunciado um outro projeto para contratação de imigrantes refugiados para o Complexo de Várzea Grande. A Marfrig disse que a empresa municipal de transporte coletivo de Várzea Grande mapeou os bairros com mão de obra potencial para a companhia, como parte do projeto “RH nos Bairros”. “A atuação mais próxima aos bairros da comunidade na qual estamos inseridos nos proporcionou uma visão mais abrangente do nosso público-alvo e nos possibilitou adotar ações mais estratégicas nos processos de seleção e comunicação da empresa”, disse o gerente de Recursos Humanos da operação América do Sul da Marfrig no Brasil, Jairo Agosta, em comunicado divulgado pela empresa. A planta de Várzea Grande é um dos frigoríficos habilitados a exportar para a China. A empresa tem 11 unidades com permissão para exportar à China: cinco no Brasil, quatro no Uruguai e duas na Argentina. Em setembro, a Marfrig também já havia anunciado a abertura de 400 vagas para a área de desossa em sua planta em Promissão (SP) visando atender à crescente demanda do mercado chinês.

CARNETEC

JBS confirma que estuda venda de ações em NY

A JBS afirmou na segunda-feira (21) que trabalhos de análise para uma possível listagem de suas ações na bolsa de Nova York estão em curso, apesar de não existirem informações concretas a serem confirmadas ou negadas sobre o assunto

“Os referidos trabalhos estão em curso e contemplam a análise de diferentes opções quanto ao desenho jurídico, o momento e até mesmo a efetiva realização da potencial listagem.”, disse a JBS em comunicado ao mercado. A empresa, respondendo a pedido de esclarecimento da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre reportagem sobre o assunto, disse que o fato é “amplamente conhecido” desde o final de 2016 e já mencionado pela empresa em outros comunicados. “A notícia não traz qualquer informação nova originada da companhia ou de seus executivos”, disse a JBS, acrescentando que a matéria não possui respaldo concreto. Em meados de agosto, durante a teleconferência sobre os resultados do segundo trimestre, o Presidente-Executivo da JBS, Gilberto Tomazoni disse que a empresa estava retomando planos para uma listagem de ações em Nova York. “Estou muito otimista com o futuro da empresa. O ciclo da indústria é positivo e a JBS está em seu melhor momento na história”, disse Tomazoni. “Uma listagem nos EUA criará um veículo forte para impulsionar o crescimento.”

Portal Exame

FRANGOS & SUÍNOS

Demanda fraca pressiona cotações do frango na indústria

Mais uma semana de estabilidade nos preços do frango nas granjas de São Paulo. A ave terminada segue cotada, em média, em R$3,30 por quilo. O equilíbrio entre a oferta e a demanda ditam o ritmo do mercado

No atacado, com os compradores mais cautelosos em seus pedidos, visando não acumular estoques e, considerando que o consumo já desacelerou, os preços recuaram nos últimos sete dias. A carcaça passou de R$4,23 para os atuais R$4,10 por quilo, uma redução de 3,1% no período. Para o curto prazo o mercado deverá seguir apático e recuos nas cotações não estão descartados.

SCOT CONSULTORIA

Custo de produção de frango chega a nível mais alto

“Já o quilo vivo do suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina teve um custo de R$ 3,88″

O custo de produção de frango e carne de frango chegou ao nível mais alto do ano durante o mês de setembro, segundo informações divulgadas pela Central de Inteligência de Aves e Suínos (Cias) da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Os dados foram comparados com o mês anterior. “O ICPFrango, que mede o custo de frango de corte, subiu 1,55% em setembro para a sua pontuação mais alta do ano, a 222,51 pontos, puxado pelo aumento de 1,8% no custo de nutrição. O índice de custo de frango acumula alta de 2,12% no ano. O custo de produção do quilo do frango de corte vivo no Paraná, em aviário tipo climatizado em pressão positiva, ficou em R$ 2,88 em setembro”, informou a CarneTec Brasil. No entanto, foi possível constatar que o custo de produção de suínos medido pelo ICPSuíno em setembro caiu 0,03% em relação a agosto, a 221,69 pontos, mantendo uma trajetória praticamente estável desde o mês de junho. No acumulado do ano, o índice sobe 1,13%. “O quilo vivo do suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina teve um custo de R$ 3,88 em setembro”, completa.

AGROLINK

MS caminha para se tornar o 4º maior produtor de suínos do país

Mato Grosso do Sul já abateu 2 milhões de suínos em 2019, ultrapassando os 1,8 milhão de 2018

Mato Grosso do Sul já abateu 2 milhões de suínos em 2019, ultrapassando os 1,8 milhão de 2018. O Estado caminha para se tornar um dos principais produtores de suínos do país. No ranking atual ocupa a 7ª posição entre os estados que se dedicam à suinocultura, com o objetivo de ser tornar o 4º maior produtor brasileiro nos próximos anos. Os números foram apresentados pelo presidente da Asumas (Associação Sul-Matogrossense de Suinocultores de Mato Grosso do Sul), Alessandro Boigues. O Brasil desponta como o 4º maior produtor de suínos, com 3,97 milhões de toneladas/ano e o 5º consumidor com 3 milhões de toneladas/ano. “Ainda estamos engatinhando na produção de suínos, mas temos uma oportunidade gigante de crescer nesse setor”, afirma o Presidente da Asumas, Alessandro Boigues. Para ele, uma das estratégias para continuar expandindo fronteiras, está em focar nos mercados consumidores que mais importam a carne suína do Brasil, que são a China, Japão, México e Coréia do Sul. Sul tem quase 74 mil matrizes distribuídas em 34 propriedades, além de crechários em 21 propriedades, com capacidade para 127 mil cabeças e terminação em 287 locais com capacidade para 681 mil cabeças. Em 2018 o Estado alcançou a maior produtividade do país. A previsão é de que em 2023, o Estado esteja abatendo 10 mil de animais nas duas unidades frigoríficas em MS.

AGROLINK

INTERNACIONAL

China autoriza compra de carne bovina do Reino Unido

Pela primeira vez em mais de 20 anos, os agricultores e produtores de carne bovina do Reino Unido terão acesso total ao mercado chinês, marcando o fim de uma proibição imposta pela China após o surto da doença da vaca louca (BSE) em 1996

A proibição da China foi retirada em junho de 2018, quando a busca pelo acesso ao mercado para as exportações de carne bovina do Reino Unido começou e agora os detalhes foram oficialmente finalizados. O anúncio segue inspeções extensivas das autoridades chinesas – que confirmaram que os produtores britânicos de carne bovina atendem aos padrões necessários para exportar para seu mercado. As autoridades chinesas liberaram quatro locais para exportação de carne bovina em primeira instância – com outros locais sob revisão – e as primeiras exportações devem ser embarcadas nos próximos meses.  “Este é um ótimo final para um ano de muito sucesso em nossas exportações de carne vermelha. Este novo acordo é uma notícia fantástica para nossos processadores de carne bovina que agora terão acesso a outro mercado fora da UE”, disse Phil Hadley, Diretor de desenvolvimento de mercado internacional da AHDB.

New Food Magazine

Produção de carne suína na China pode se normalizar só no fim de 2020, diz analista da FCStone

A produção de carne suína deve demorar mais tempo do que o esperado para ser normalizado na China, segundo Darin Friedrichs, analista sênior de commodities da Ásia da consultoria INTL FCStone

Para ele, apenas no fim de 2020, o volume de produção voltará ao normal. A produção de carne suína do país diminuiu acentuadamente neste ano, em virtude da peste suína africana. Para o analista, apesar de o governo chinês estar pressionando os suinocultores locais por uma rápida recuperação, a peste africana ainda está ativa no país e poderá continuar causando problemas. “Talvez os produtores tenham melhorado muito em biossegurança e veremos a produção começar a se recuperar, ou talvez o vírus seja muito resistente e as tentativas de reconstruir o rebanho resultem em mais mortes de animais”, observa o analista.

Dow Jones

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