CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1099 DE 14 DE OUTUBRO DE 2019

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Ano 5 | nº 1099| 14 de outubro de 2019

 

ABRAFRIGO NA MÍDIA

Cooperfrigu, do Tocantins está reabilitado a exportar carne bovina para a Rússia, informa Abrafrigo

O trabalho realizado pela Associação Brasileira de Frigoríficos (ABRAFRIGO) para recuperar os volumes das exportações de carne bovina para a Rússia obteve mais um avanço

Na quinta-feira o serviço sanitário russo, o Rosselkhoznadzor, publicou em seu site a reabilitação de mais um associado da entidade que, a partir de sexta-feira (11.10) já pode exportar carnes para a Rússia. Trata-se da planta da COOPERFRIGU situada em Gurupi, no Sul do estado do Tocantins, com capacidade de abate de aproximadamente 820 animais/dia e que já exporta cerca de 30% de sua produção. Moscou impôs um embargo às carnes bovina e suína do Brasil no fim de 2017, alegando a presença do aditivo ractopamina, um estimulante de crescimento proibido por lá, em alguns lotes destes produtos. As restrições começaram a ser retiradas em novembro de 2018, mas até agora apenas cinco empresas de bovinos foram autorizadas a vender para o mercado russo, o qual já foi o maior importador do produto brasileiro. De janeiro a setembro, a Rússia importou somente 51.839 toneladas do produto, quando suas médias históricas variavam acima de 150 mil toneladas nos últimos anos.

REUTERS/ESTADÃO CONTEÚDO/NOTÍCIAS AGRÍCOLAS/ECONOMIA UOL/TERRA/ISTOÉ DINHEIRO/FINANÇAS YAHOO/BROADCAST/AGROLINK/GLOBO RURAL/PORTAL DBO/PECUARIA.COM.BR/CONEXÃO TOCANTINS/ATITUDETO.COM.BR/AGROADVISOR/MONEYTIMES/THE WORLDNEWS

NOTÍCIAS

Boi fecha semana com preços firmes e carne sobe no atacado

Segundo analista, frigoríficos menores ainda atuam de maneira mais agressiva na compra de gado

O mercado físico do boi gordo segue com preços firmes nas principais praças de produção e comercialização do país. “A tendência de curto prazo ainda remete a reajustes, em linha com o quadro de restrição de oferta que vem sendo marcante neste segundo semestre. Os frigoríficos de menor porte ainda atuam de maneira agressiva na compra de gado, avaliando as dificuldades em compor suas escalas de abate de maneira satisfatória”, comenta o analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias. Em São Paulo, preços permaneceram em R$ 165,00 a arroba. Em Minas Gerais, preços de R$ 158,00 a arroba, estáveis. No Mato Grosso do Sul, os preços permaneceram em R$ 155,00 a arroba. Em Goiás, o preço permaneceu em R$ 153,00 a arroba em Goiânia. No Mato Grosso, o preço seguiu em R$ 147,00 a arroba. O atacado volta a se deparar com alta em seus preços.  “Atacado apresentou consistente movimento de alta ao longo da semana, mas a tendência de curto prazo aponta para menor espaço para reajustes durante a segunda quinzena do mês, período que conta com menor apelo ao consumo. O otimismo segue grande em relação às exportações de carne bovina, avaliando a latente necessidade de compra por parte da China, ainda às voltas com o surto de peste suína africana”, disse Iglesias. O corte traseiro teve preço de R$ 13,40 por quilo, alta de R$ 0,40. A ponta de agulha passou de R$ 8,60 por quilo para R$ 8,70 por quilo, enquanto o corte dianteiro aumentou dez centavos, ficando em R$ 8,75, por quilo.

AGÊNCIA SAFRAS

Demanda por animais jovens aquece mercado de novilhas

O mercado do boi gordo em São Paulo fechou a última semana com preços firmes e com alta liquidez, especialmente nas negociações de machos com menos de quatro dentes e novilhas

A cotação destas fêmeas mais novas ficou no patamar de R$153,50/@, à vista e livre de Funrural. Destacando que existem ofertas de compra acima desta referência para esta categoria. Para uma comparação, em relação ao mesmo período do mês passado, o preço das novilhas subiu 2,7%. Já para as vacas a demanda está menor, uma vez que muitos frigoríficos paulistas destinam boa parcela de sua produção para a China. E este cenário de indústrias mais resistentes nas negociações com vacas deve se manter, tendo em vista o aquecimento da demanda chinesa por carne bovina. Na primeira semana de outubro, o Brasil embarcou 8,0 mil toneladas diárias de carne bovina in natura e, caso o ritmo se mantenha, o volume exportado no mês será recorde, cerca de 184 mil toneladas.

SCOT CONSULTORIA

Boa demanda mantém viés de alta no mercado do sebo

No rumo contrário do couro verde, o mercado de sebo apresentou valorização na semana, em função da demanda em alta, principalmente para o setor de biodiesel

No Brasil Central, o sebo está cotado em R$2,45/kg, livre de imposto. Alta de 6,7% em relação ao fechamento da última semana. No Rio Grande do Sul, o produto está cotado em R$2,55/kg, nas mesmas condições. Valorização de 8,5%, considerando o mesmo período. Para o curto prazo a expectativa é de que as cotações continuem sustentadas.

SCOT CONSULTORIA

Aftosa: Governo do PR assina na terça-feira IN que proíbe vacina no Estado

“Esta é uma conquista importante que trará ganhos para o setor”, disse, em nota, o Presidente da Ocepar

O governo do Paraná avalia que a assinatura da Instrução Normativa (IN) que proíbe a comercialização, distribuição e uso da vacina contra a febre aftosa no Paraná é o primeiro passo do processo para retirar a vacinação contra a doença no Estado. A IN será assinada na terça-feira, 15, em Curitiba com a presença da Ministra da Agricultura, Tereza Cristina. “Esta é uma conquista importante que trará ganhos para o setor”, disse, em nota, o Presidente da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), José Roberto Ricken. Conforme a Ocepar, a medida reforça o trabalho para que o Paraná obtenha o reconhecimento de área livre de febre aftosa sem vacinação junto à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) em 2021, o que anteciparia em dois anos a meta do Programa Nacional de Erradicação de Febre Aftosa (Pnefa). A entidade lembra que as três principais cadeias de proteína animal (aves, suínos e bovinos) têm um peso significativo na economia do Estado. Em 2018, o Valor Bruto de Produção (VBP) do frango atingiu R$ 14,43 bilhões, ou 16,1% do faturamento da produção agropecuária paranaense, de acordo com dados do Departamento de Economia Rural (Deral). No mesmo ano, a suinocultura contabilizou R$ 3,57 bilhões, enquanto a bovinocultura outros R$ 3,79 bilhões, ambas as cadeias com cerca de 4% de participação no Valor Bruto da Produção agropecuária.

ESTADÃO CONTEÚDO

TO: governo e frigoríficos tentam sair de impasse

Em até 30 dias, o governo do Tocantins e os frigoríficos do estado pretendem definir uma nova legislação fiscal para o setor

Uma primeira reunião para tratar do assunto foi realizada na quinta-feira, depois de uma série de impasses. Os frigoríficos levaram a proposta de pagar uma alíquota de 1,8% de ICMS. O governo defendeu a cobrança de uma alíquota de 4,5%. Sandro Armando, Secretário de Fazenda e Planejamento, afirma que uma comissão com representantes das duas partes vai se reunir nesta semana para tentar um consenso sobre o índice e outras normas. O governo do Tocantins chegou a publicar uma portaria suspendendo qualquer tipo de isenção fiscal para os frigoríficos do estado. A medida foi suspensa por decisão judicial, mas, por quase uma semana, houve redução no abate de carnes no Tocantins como forma de retaliação dos produtores. A Secretaria de Fazenda do estado afirma que os benefícios fiscais para os frigoríficos chegaram a cerca de R$ 900 milhões nos últimos 5 anos. O governo pretende aumentar a arrecadação e a isenção para outros setores da economia também será revista. Os frigoríficos afirmam que, com a alta no imposto, a carne ficará mais cara para o consumidor.

EBC

ECONOMIA

Ibovespa avança puxado por negociação entre EUA e China

O Ibovespa avançou pelo terceiro pregão consecutivo na sexta-feira, amparado mais uma vez pelo otimismo relacionado à negociação entre Estados Unidos e China, que afirmaram no final da sessão que tiveram grandes avanços para o fim da guerra comercial

O Ibovespa subiu 1,98%, a 103.831,92 pontos. O volume financeiro somou 15,58 bilhões de reais. Na semana, o índice reverteu a queda que registrou nas duas primeiras sessões e avançou 1,25%.Após uma sessão muito positiva para mercados globais, com agentes financeiros otimistas com o segundo dia de negociações comerciais, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que seu país e a China chegaram a um acordo comercial preliminar, envolvendo ainda questões de propriedades intelectual, serviços financeiros e grandes compras agrícolas. Os dois lados afirmaram perto do final da sessão que estão muito próximos de encerrar a guerra comercial. Trump afirmou a jornalistas que vai ser preciso até cinco semanas para a conclusão da redação do acordo definitivo com Pequim. Por sua vez, o Vice-Premiê chinês, Liu He, disse que ambos os lados fizeram substancial progresso em vários campos e que vão continuar com os esforços para um acordo. Em Wall Street, o S&P 500 ganhou 1,1% e o Dow Jones subiu 1,2%. O Secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, disse a repórteres que Trump concordou em não avançar com um aumento nas tarifas sobre cerca de 250 bilhões de dólares em produtos chineses que deveriam entrar em vigor na terça-feira.

REUTERS

Dólar encerra em queda contra real com avanço em acordo EUA-China

Na semana, no entanto, a moeda norte-americana acumulou alta de 0,95%, após registrar maior queda semanal desde fevereiro na semana anterior, quando recuou 2,39% no acumulado

O dólar encerrou em queda ante o real na sexta-feira, interrompendo a sequência de dois dias de alta, em sessão marcada por maior apetite por ativos de risco no exterior, diante de sinalizações positivas sobre as negociações comerciais entre Estados Unidos e China. O dólar à vista BRBY teve queda de 0,68% nesta sexta-feira, a 4,0954 reais. Na B3, o dólar futuro DOLc1 tinha queda de 0,30%, a 4,1035 reais. O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na sexta-feira que seu país e a China chegaram a uma substancial fase 1 de um acordo comercial, chegando a acertos relacionados a propriedades intelectuais, serviços financeiros e grandes compras agrícolas. Segundo o Presidente norte-americano, os dois países estão próximos de encerrar uma guerra comercial que já dura 15 anos e tem afetado os mercados financeiros e cadeias de suprimento globais. A moeda norte-americana ganhou força contra o real, após a divulgação de dados mostrando que o país registrou deflação ao consumidor em setembro pela primeira vez em dez anos. O número reforçou a aposta de mais cortes na taxa básica de juros do país (Selic) e elevou a percepção de piora na relação risco/retorno de aplicações na renda fixa doméstica, o que poderia potencialmente limitar a oferta de dólar no país.

REUTERS

Volume de serviços diminui 0,2% em agosto, aponta IBGE

Direção é oposta àquela apurada em julho, de alta de 0,7%

O volume de serviços prestados no país recuou 0,2% em agosto, invertendo a direção tomada um mês antes, quando tinha subido 0,7% (dado revisado), conforme pesquisa divulgada na sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação a agosto de 2018, o volume de serviços apresentou queda de 1,4%. O levantamento trouxe ainda que, nos oito primeiros meses de 2019, o setor acumulou alta de 0,5% frente ao mesmo período do calendário anterior. Em 12 meses, o setor avançou 0,6%. Das cinco atividades do setor de serviços avaliadas, três apresentaram queda na passagem de julho para agosto. O impacto mais relevante veio da atividade de transportes, com baixa de 0,9% no período. Essa queda é explicada pelo menor volume de serviços de transportes terrestres (-1,3%) e aéreos (-5,2%), além da atividade de armazenamento (-0,8%). Depois dos transportes, a atividade com maior impacto no mês foi a chamada “outros serviços”, com recuo de 2,7% frente a julho, que refletiu o comportamento em segmento de corretoras de títulos e valores imobiliários, segundo o IBGE. Por fim, os serviços prestados às famílias recuaram 1,7% de julho para agosto, influenciados pela queda tanto nos segmentos de alojamento e alimentação (-2%) quanto nas demais atividades acompanhadas (-1,8%). As perdas não foram mais intensas no mês porque duas das cinco atividades tiveram crescimento em agosto: os serviços profissionais e administrativos (+0,5%) e os serviços de informação e comunicação (+0,4%), este ajudado pelo ramo de tecnologia da informação. Das 166 atividades do setor de serviços acompanhadas pelo instituo, apenas 77 registraram alta em agosto, perante igual período de 2018. O índice de difusão — proporção das atividades positivas em relação ao total — foi de 46,4% em agosto, o nível mais baixo desde março deste ano (44%).

VALOR ECONÔMICO

EMPRESAS

Minerva paralisa dois frigoríficos no Uruguai

Alta dos preços do gado no país sul-americano inviabiliza operações

Devido aos preços elevados do gado, a brasileira Minerva Foods, maior exportadora de carne bovina da América do Sul, paralisou temporariamente dois de seus três frigoríficos no Uruguai. Procurada, a Minerva não respondeu. De acordo com o jornal uruguaio “El Observador”, a empresa comunicou ontem que cerca de 600 funcionários do abatedouro de Canelones terão os contratos suspensos a partir de novembro. Com isso, já são duas unidades paralisadas. Neste mês, a Minerva também suspendeu os abates e os contratos de trabalho do abatedouro de Carrasco. O Valor apurou que a Minerva decidiu abrir mais um turno de trabalho no abatedouro de Cerro Largo para tentar compensar a produção das duas outras unidades. Os frigoríficos uruguaios vêm sofrendo nos últimos anos com uma oferta escassa de gado e se queixam do aumento das exportações de gado vivo do país. Neste ano, a proximidade da entressafra precipitou a paralisação das duas unidades da Minerva. No Uruguai, a Minerva é a segunda maior indústria de carne bovina. A também brasileira Marfrig é a principal empresa do país, mas não fechou plantas de olho na forte demanda da Ásia.

VALOR ECONÔMICO

FRANGOS & SUÍNOS

China volta a superar o Brasil na produção de carne de frango

Para 2020 é previsto volume em torno de 15,8 milhões de toneladas, cerca de 14,5% a mais

Segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), após três anos de recuos, a produção chinesa de carne de frango deve recuperar-se em 2019 e atingir 13,8 milhões de toneladas, o que significa que volta a superar a produção prevista para o Brasil, de pouco mais de 13,6 milhões de toneladas.  A produção global prevista pelo USDA para este ano, de aproximadamente 99,6 milhões de toneladas, corresponderá a um incremento anual pouco superior a 4%, mas o incremento chinês está próximo de 18%. Para 2020 é previsto volume em torno de 15,8 milhões de toneladas, cerca de 14,5% a mais. Ou um adicional de 35% em apenas dois anos. Com esse nível de evolução, a participação chinesa na produção mundial, de 12,2% em 2018, sobe para 15,3% em 2020. No terceiro posto, a produção brasileira cresce pouco mais de 2% ao ano em 2019 e 2020 e a participação na produção total, de 14% no ano passado, tende a recuar para 13,5% no ano que vem.

AGROLINK

China relata mais um surto de gripe suína africana

A China informou no domingo outro resultado positivo de gripe suína africana, na província de Gansu, no noroeste do país, segundo informações do Ministério da Agricultura e Agricultura Rural

O vírus, que é fatal para suínos, mas não é contagioso para humanos, reduziu a produção de carne de porco desde que a doença mortal foi detectada pela primeira vez, em agosto do ano passado. O último surto ocorreu em uma cooperativa na cidade de Dingxi de Gansu, onde morreram 265 de 287 porcos infectados. A China já relatou surtos em todas as suas províncias. De acordo com o ministério, todos os porcos infectados na cooperativa foram sacrificados e o local, desinfetado.

REUTERS

INTERNACIONAL

Setor de carne vermelha australiano mostra crescimento constante

O setor de carnes vermelhas da Austrália registrou um crescimento modesto no ano passado, revelou um novo relatório

De acordo com o Relatório Estadual da Indústria de Carne Vermelha e Pecuária da Austrália 2019, lançado pelo Conselho Consultivo de Carne Vermelha (RMAC), o faturamento da indústria de carne vermelha e pecuária no país foi de US $ 65,7 bilhões em 2017-18, um aumento de 1% em relação a 2016- 17 e um aumento de 38% desde 2012-13. O relatório, compilado pela Meat & Livestock Australia (MLA) em nome da indústria de carnes vermelhas, fornece uma visão geral da indústria de carnes vermelhas e animais da Austrália, incluindo informações sobre produção, consumo, exportações e o significado econômico da indústria. O Diretor-Gerente da MLA, Jason Strong, disse que o relatório destaca que, embora a Austrália seja um produtor relativamente pequeno de carne vermelha, desempenha um grande papel nos mercados globais de exportação. A Austrália exportou 65% da carne bovina, 73% da carne ovina e 90% da produção de carne caprina em 2018, avaliada em mais de US $ 13,5 bilhões. Isso faz da Austrália o maior exportador mundial de carne vermelha em valor. A Austrália também é um participante importante no comércio de exportação de gado, exportando 1,1 milhão de bovinos e 1,2 milhão de ovinos, no valor combinado de US $ 1,5 bilhão em 2018. As exportações de carne vermelha e gado totalizaram aproximadamente US $ 15 bilhões em 2017-18, uma queda de 13% em relação ao ano anterior, mas aproximadamente 59% acima dos níveis de 2012-13. A indústria está operando em um ambiente em que o consumo total mundial de carne continua aumentando. Nas últimas duas décadas, o consumo global total aumentou 64% a uma taxa média de 2% ao ano para carne ovina e 1% para carne bovina. O número de negócios na indústria de carnes vermelhas e pecuária permaneceu relativamente constante nos últimos anos, com um crescimento de 4,6% entre 2012-13 e 2017-18. O aumento relativamente pequeno no número de empresas contrasta com aumentos maiores no faturamento de 31% e no valor da indústria de 67%.

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