CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1095 DE 08 DE OUTUBRO DE 2019

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Ano 5 | nº 1095| 08 de outubro de 2019

 

ABRAFRIGO NA MÍDIA

Abrafrigo: exportação de carne bovina cai 19% em setembro ante setembro de 2018

As exportações brasileiras de carne bovina in natura e processada caíram 19% em setembro deste ano ante o mesmo mês de 2018, para 145.338 toneladas. As receitas caíram 13% na mesma comparação, para US$ 607,5 milhões

Os dados são da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) com base em informações publicadas pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia. “Para a Abrafrigo, ainda não ocorreu reflexo nas exportações das habilitações de 17 novos frigoríficos nas vendas para a China continental, maior cliente brasileiro”, informa a nota divulgada pela associação, ressaltando que as vendas para o continente vêm subindo, mas exportações para Hong Kong têm caído. O preço médio pago pela tonelada de carne bovina in natura, no entanto, alcançou o maior nível da série histórica no mês passado: US$ 4,24 mil. No acumulado do ano, a situação ainda é de avanço: o volume embarcado nos nove primeiros meses de 2019 chegou a 1,285 milhão de toneladas, avanço de 10% na comparação anual; e as receitas subiram 5% na mesma comparação, para US$ 4,9 bilhões. A Abrafrigo projeta que as exportações de carne bovina em 2019 cresçam cerca de 6% ante 2018.

ESTADÃO CONTEÚDO/GLOBO RURAL/PORTAL TERRA/NOTÍCIAS AGRÍCOLAS/ ISTO É/AGROEMDIA/BRAZIL NEWS/AGROLINK/PORTAL DBO/PÁGINA RURAL

NOTÍCIAS

Boi gordo subiu em Rondônia, Pará, Tocantins e Goiás

Em São Paulo, algumas ficaram fora das compras no início desta semana

A oferta de animais de confinamento na praça paulista, apesar de não ser grande, permite essa estratégia. A escala de abate dos frigoríficos em São Paulo está heterogênea, as menores são de três dias e a maiores chegam a nove dias. No restante das praças analisadas, o viés altista acomete principalmente os estados no Centro-Norte brasileiro, onde a oferta de confinamento está especialmente apertada. No fechamento da última segunda-feira (7/10), destacam-se as valorizações em Rondônia, Pará, Tocantins e Goiás. No cenário geral, para esta semana, as expectativas são de mercado firme com possíveis valorizações para o boi gordo, apoiadas na oferta restrita e na demanda aquecida.

SCOT CONSULTORIA

Brasil ainda tenta contornar barreiras a carnes

Retomada da venda de carne bovina in natura aos EUA parece mais próxima que fim de trava a frango na UE

A retomada das exportações brasileiras de carne bovina in natura aos Estados Unidos poderá ocorrer antes da reabertura do mercado europeu para 20 frigoríficos de carne de frango do país embargados no ano passado por Bruxelas. Mas a Ministra da Agricultura, Tereza Cristina, que fez ontem sua primeira visita à Organização Mundial do Comércio (OMC), manifestou esperança sobre a derrubada das travas nos dois mercados. “Com relação às 20 plantas de carne de frango suspensas pela UE, não há mais motivos para isso, porque elas fizeram o dever de casa”, afirmou a ministra ao Valor. “Quanto aos Estados Unidos, uma missão de vistoria esteve no Brasil e [Washington] prometeu que até o final deste mês teríamos uma resposta”, lembrou Tereza Cristina. No caso da barreira europeia, estima-se que o Brasil esteja perdendo a chance de realizar vendas da ordem de US$ 1 bilhão por ano; no dos EUA, o potencial de embarques seria da ordem de US$ 300 milhões por ano, de acordo com estimativas da iniciativa privada. Conforme fontes que acompanham os dois trâmites, as perspectivas são diferentes. E parecem mais adiantadas no caso dos EUA, uma vez que o processo para a retomada das exportações brasileiras de carne bovina in natura para aquele mercado já está na mesa do secretário americano da Agricultura, Sonny Perdue, para a decisão final. Já sobre a suspensão do embargo imposto pela UE a 20 frigoríficos brasileiros de carne de frango, no ano passado, o bloco europeu recentemente fez um novo balanço no qual sinaliza que ainda há um caminho a ser percorrido antes que a situação volte a se normalizar. O relatório, ainda não publicado, reconhece melhoras no sistema sanitário brasileiro com as medidas adotadas para corrigir as deficiências detectadas por Bruxelas. Mas acrescenta que é preciso confirmar que as medidas foram implementadas na íntegra e testadas num tempo suficientemente longo para avaliar sua aplicação na prática. A autoridade europeia ainda prevê realizar uma auditoria no Brasil para revisar os sistemas de controle oficiais.

VALOR ECONÔMICO

Cotações firmes dos animais de reposição

As chuvas voltando a alguns estados, mesmo não sendo suficiente para mudar muito o cenário de seca que se arrastou nos últimos meses, tem dado mais firmeza ao mercado de reposição

O volume de negociações, por ora, ainda está baixo. Isso porque as pastagens seguem com capacidade de suporte limitada. Contudo, conforme o volume de chuvas vai ganhando força, a recuperação das pastagens começa a ganhar ritmo, fator que deve aumentar a procura por negócios de reposição. A pouca disponibilidade de animais na maior parte dos estados analisados é um fator que explica a firmeza do mercado de reposição, mesmo diante da liquidez ainda tímida. Vale ressaltar que entramos no último trimestre do ano, quando, sazonalmente, o consumo de carne é maior e as expectativas são de aquecimento nas cotações do boi gordo.

SCOT CONSULTORIA

Frigoríficos seguem fechados no Tocantins

Frigoríficos de todo o Tocantins estão parados após o governo do estado decidir retirar incentivos fiscais para o setor

Uma portaria publicada no Diário Oficial do Estado cortou o benefício de isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para o setor. A alíquota passou a ser de 12% e a categoria afirma que não tem como realizar o trabalho nestas condições. “Inviabiliza totalmente o segmento da pecuária. Ninguém consegue hoje abater um animal com essa tributação”, afirma o Vice-Presidente de um dos frigoríficos Tarcísio Goiabeira. O pecuarista Nicanor Carneiro também discorda da mudança. No caso do produtor rural, ele terá que pagar o ICMS antecipado, antes de levar o animal para o abate. “o lucro já é só um cisquinho. Se o governo ainda tira esse incentivo, vai dificultar. Vai fechar frigorífico, vai ter mais desemprego”, afirma. Outra preocupação é que a alteração também faça subir o preço da carne no açougue, para o consumidor final. A estimativa é que 20 mil animais deixaram de ser abatidos até o sábado (5) de acordo com o sindicato que representa os frigoríficos. O governo foi procurado para comentar o caso, mas ainda não se manifestou.

G1

ECONOMIA

Ibovespa cai a menor nível em mais de um mês

A bolsa paulista fechou com o Ibovespa em queda na segunda-feira, com ações do setor financeiro entre as maiores pressões negativas

Principal índice de ações brasileiro, o Ibovespa caiu 1,93%, a 100.572,77 pontos, menor fechamento desde 3 de setembro. O giro financeiro da sessão somou 13,4 bilhões de reais. No exterior, reportagem de que Pequim estaria cada vez mais relutante a aceitar um acordo comercial amplo buscado pelo presidente norte-americano, Donald Trump, minou a confiança de investidores a poucos dias de nova rodada de conversas.  A expectativa que predomina é de mais uma semana de volatilidade … principalmente após dados de atividade terem decepcionado na semana passada e reforçado efeitos negativos do embate sobre a economia americana. Apuração exclusiva da Reuters mostrou que o Departamento Comercial dos EUA vai indicar 28 entidades comerciais e do governo da China em uma lista negra comercial. O departamento confirmou a informação. Do cenário doméstico, profissionais do mercado financeiro citaram notícia publicada pelo Diário da Amazônia de que o Ministro Paulo Guedes deve deixar o governo em fevereiro como fator que ajudou nas perdas. Dados disponibilizados pela B3 mostraram saída líquida de mais de 4,38 bilhões de reais do segmento Bovespa nos três primeiros pregões de outubro, reforçando o viés mais cauteloso no mercado secundário de ações no Brasil.

REUTERS

Dólar encerra em alta de mais de 1% contra real

O dólar encerrou em alta contra o real na segunda-feira, em dia de maior aversão a ativos de risco no exterior

A moeda norte-americana fechou em 4,1045 reais, com valorização de 1,15%, maior alta desde 19 de setembro. Na máxima intradia, o dólar chegou a tocar 4,1081 reais na venda. Na B3, o dólar futuro tinha alta de 1,18%, a 4,1125 reais. O apetite geral dos investidores por risco era fraco nesta segunda, com a moeda norte-americana se valorizando contra a maioria de suas divisas. O humor foi afetado depois que a Bloomberg afirmou que as autoridades chinesas estavam relutantes em concordar com o amplo acordo comercial do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. As negociações comerciais de alto escalão entre os dois países serão retomadas na quinta-feira. Na segunda, os juros futuros dos EUA indicavam que operadores veem 73,2% de chance de o Fed cortar os juros para um intervalo entre 1,50% e 1,75% em sua próxima reunião de política monetária, de acordo com a ferramenta Fedwatch do CME Group. Na cena doméstica, temores de que disputas em torno da cessão onerosa possam comprometer o calendário original de conclusão da votação da proposta da reforma da Previdência no Senado, embora seja certo entre senadores e integrantes do Executivo que o texto será aprovado na Casa. Na segunda, o governo encaminhou ao Congresso projeto de lei para a modernização da legislação cambial, com propostas de consolidação e simplificação das normas desse mercado. O texto, que só entrará em vigor um ano após sua aprovação, prevê a entrada de fintechs no mercado de câmbio e abre espaço para a abertura de contas em dólar no país por pessoas físicas.

REUTERS

Mercado passa a ver no Focus contração mais acentuada da indústria em 2019

O mercado ajustou suas projeções para a economia brasileira na pesquisa Focus divulgada na segunda-feira, derrubando ainda mais a expectativa para a produção industrial neste ano

Para o Produto Interno Bruto (PIB), as estimativas de crescimento permaneceram em 0,87% e 2,00% respectivamente para 2019 e 2020. Entretanto, os especialistas entrevistados passaram a ver uma contração ainda mais acentuada da indústria neste ano, de 0,65%, contra queda de 0,54% estimada antes. Para 2020, entretanto, o cenário para a indústria melhorou, com um crescimento estimado de 2,29%, sobre 2,10% calculado no levantamento anterior. O levantamento semanal apontou ainda que a expectativa para a alta do IPCA caiu 0,01 ponto percentual para ambos os anos, respectivamente a 3,42% e 3,78%. A pesquisa com uma centena de economistas mostrou ainda que a taxa básica de juros deverá terminar este ano a 4,75%, indo a 5,00% em 2020, sem alterações. O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, também manteve seus cenários para a Selic, a 4,75% e 4,50%.

REUTERS

Projeto permite ao BC ampliar modalidades de conta em dólar no Brasil

Segundo proposta de liberalização cambial enviada pelo governo ao Congresso, possibilidade será expandida de forma gradual para pessoas físicas e jurídicas

O projeto de lei de liberalização cambial enviado pelo governo ao Congresso permitirá que o Banco Central autorize gradualmente a abertura de contas em dólares em instituições financeiras dentro do país. “O anteprojeto de lei confere ao Banco Central do Brasil a possibilidade de, gradualmente e com segurança, expandir a possibilidade de pessoas físicas e jurídicas serem titulares de contas em moeda estrangeira no Brasil, a exemplo do que já é permitido nas economias avançadas e nas principais economias emergentes”, diz a exposição de motivos do projeto. O projeto revoga mais de 40 normais e leis cambiais editadas desde a década de 1920. “Atualmente tais contas estão disponíveis somente para segmentos específicos, tais como agentes autorizados a operar em câmbio, emissores de cartões de crédito de uso internacional, sociedades seguradoras e prestadores de serviços turísticos”, segue a exposição de motivos. Segundo o documento, “uma vez autorizado pelo Congresso Nacional, mediante a aprovação desse projeto de lei, essa permissão para ampliar o leque de contas em moeda estrangeira no Brasil será conduzida de forma gradual e prudente, alinhada ao processo de aprofundamento dos fundamentos macroeconômicos e financeiros da economia brasileira”. O projeto avança na internacionalização do real, eliminando restrições para o uso da moeda nacional no exterior. As mudanças vão permitir a compra de títulos públicos em reais no exterior sem a necessidade de internalizar recursos. Os aperfeiçoamentos incluem a permissão para instituições no exterior manterem contas em reais e também a permissão para que correspondentes bancários internacionais no Brasil façam remessas em reais de moedas captadas no mercado doméstico.

VALOR ECONÔMICO

EMPRESAS

Justiça aprova saída do frigorífico Frigol da recuperação judicial

Quando pediu recuperação, em 2010, companhia devia mais de R$ 140 milhões

O juiz da 2ª Vara de Lençóis Paulista, Mario Ramos dos Santos, determinou na semana passada o encerramento do processo de recuperação judicial do Frigol, quarto maior frigorífico de bovinos do país. O magistrado atendeu a um pedido feito pela Mandel Advocacia, que representa a empresa. O juiz entendeu que o Frigol cumpriu o plano de recuperação e que, portanto, pode deixar a situação de recuperanda. Essa é a segunda vez que a Justiça determina o fim do processo de recuperação judicial do Frigol. Em 2015, o mesmo magistrado aprovou a saída da empresa do processo, mas a decisão foi questionada pelo Banco do Brasil e pelo Banco Fibra e, em 2017, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ) anulou a sentença que encerrava o processo de recuperação. Desta vez, porém, os acionistas do Frigol chegaram a um acordo com o Banco Fibra, extinguindo a dívida da recuperação judicial. Do total de 2 mil credores da empresa, 99,1% já receberam os créditos integralmente. As dívidas com os credores restantes estão em dia. Quando entrou em recuperação, em 2010, a companhia devia mais de R$ 140 milhões. No ano passado, o Frigol reportou uma receita líquida de R$ 1,6 bilhão.

VALOR ECONÔMICO

“Até o fim do ano devemos começar a produção de carne com zero carbono”, diz CEO da Marfrig

O ano ainda não terminou, mas Eduardo Miron, CEO da Marfrig Global Foods, pode dizer que o calendário de 2019 foi marcado por alguns fatos importantes para a multinacional brasileira

Como, por exemplo, a tentativa de costurar uma fusão com a BRF, anunciada no fim de maio. As conversas não avançaram, segundo o executivo, que está no cargo há pouco mais de um ano, por diferenças no tipo de controle das duas companhias. Outro fato que chacoalhou a companhia foi o anúncio, no mês passado, do lançamento do hambúrguer feito a partir de plantas, em parceria com a ADM e vendido para as lojas do Burger King. A partir dessa primeira experiência, Miron faz planos para levar uma linha de produtos para o varejo, aumentar o portfólio e até quem sabe exportar. Mas não há pressa para isso, diz o executivo. Este ano será marcado também pelo início da produção de carne com emissão zero de carbono. Investir nesse tipo de manejo poderá ajudar a descolar a imagem da empresa dos problemas que o Brasil vem enfrentando junto à comunidade internacional no capítulo da sustentabilidade. Na sequência, trechos da entrevista concedida por Miron: https://www.beefpoint.com.br/ate-o-fim-do-ano-devemos-comecar-a-producao-de-carne-com-zero-carbono-diz-ceo-da-marfrig/

ESTADO DE MINAS

FRANGOS & SUÍNOS

ABPA faz corte drástico em estimativa para exportação de carne suína em 2019

A entidade reduziu o índice de 12% para 5%. Número para os embarques de frango também caiu, de 5% para 1%

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) cortou a estimativa de exportação de carne suína para este ano de 12% que era previsto em agosto para um crescimento entre 3 a 5%.Já para os embarques de frango a ABPA estima um aumento de 1%, ante 4 e 5% projetados anteriormente. Segundo a associação as perspectivas dos últimos meses foram otimistas demais. “Imaginávamos que chineses comprariam tudo”, disse ele. “Isso não se confirmou. Chineses são muito habilidosos para negociar e sabem que, se começassem a comprar, inflacionariam preços. Eles tinham estoque, estratégia e também fizeram muito abate preventivo, portanto, não sentiram necessidade de importar. As previsões anteriores foram muito otimistas.” Para Gustavo Rezende, consultor da Agriffato, Gustavo, a perspectiva é que o mercado de preço internos se mantenham regulados.  “Além disso, as exportações devem continuar crescendo, mas vamos ter uma leve redução nos próximos meses. Nós devemos exportar um pouco menos agora, mas as exportações devem crescer num ritmo maior que a produção de carne”, explica.

CANAL RURAL

Sobe para 6,27 milhões número de animais abatidos pela PSA

O número representa um incremento de 40.097 animais em relação ao levantamento anterior da organização

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) informou, na última sexta-feira (07/07), que 6.277.994 suínos já foram eliminados em países asiáticos por causa da contaminação com a peste suína africana (PSA). O número representa um incremento de 40.097 animais em relação ao levantamento anterior da organização, de 27 de setembro. Segundo a organização, o balanço da entidade compila informações extraídas dos órgãos federais dos países. A FAO informou também que onze novos focos da doença foram detectados no continente asiático. Dos novos casos detectados, seis foram reportados na Coreia do Sul, quatro nas Filipinas e um em Mianmar. Com a atualização, a FAO estima 369 focos da doença espalhados pela Ásia, ante 358 do relatório anterior da organização. A revisão para cima no número de animais eliminados em virtude da infecção com o vírus deve-se principalmente à elevação no número de suínos descartados nas Filipinas. Agora, novos focos da doença foram identificados nas províncias de Bucalan e Luzon Island, num total de quatro casos levando ao descarte de 22 mil animais. Segundo o Departamento da Agricultura do país, desde que o primeiro surto foi detectado em 9 de setembro, 15 casos foram registrados em quatro províncias, levando à eliminação de 37 mil animais. No levantamento, a FAO incluiu a identificação de novos seis focos da doença na Coreia do Sul, que levou à eliminação de 18 mil animais. O Ministério da Agricultura, Alimentação e Assuntos Rurais do país informou que desde que a doença foi notificada, duas cidades foram atingidas e 39,1 mil animais eliminados. Em Mianmar, um novo foco foi relatado em aldeia de Tachileik e 32 animais foram eliminados. Desde que o primeiro caso foi detectado pelo governo local em 1º de agosto, a epidemia atingiu aldeias da província de Shan State com cinco focos e já levou ao abate sanitário 163 animais. Nos demais países afetados pela doença no continente, Vietnã, China, Mongólia, Camboja, Laos e Coreia do Norte, os números ficaram inalterados em relação ao balanço anterior.

SUINOCULTURA INDUSTRIAL

INTERNACIONAL

Exportações de carne bovina e ovina da Nova Zelândia atingem US $ 4 bilhões

As exportações de carne ovina e bovina da Nova Zelândia em 2019-20 deverão atingir US $ 4 bilhões pela primeira vez, impulsionadas pela demanda chinesa

A perspectiva da nova temporada do Beef + Lamb da Nova Zelândia prevê que os preços de carne bovina, cordeiro e carneiro subam, ajudados pela contínua demanda de exportação e pelo enfraquecimento esperado do dólar da Nova Zelândia. Segundo o relatório, as exportações de carne bovina devem subir 5,9%, para US $ 4,17 bilhões, e a carne ovina, 4,9%, para US $ 4,23 bilhões. “Prevemos aumentos nos preços para bovinos e ovinos em 2019-20, porque espera-se que pequenos aumentos nos preços no mercado sejam ainda mais ajudados por uma flexibilização do dólar da Nova Zelândia”, disse o chefe da B + LNZ economista Andrew Burtt. Embora a febre suína africana (ASF) tenha afetado o mercado global de carne, o crescimento da Nova Zelândia no valor de exportação de carne vermelha e volume começou antes da epidemia chinesa de ASF. “O crescimento da demanda de importação de carne vermelha da China se baseia no crescimento genuíno da demanda, já que o consumo ultrapassou o crescimento da produção doméstica”, disse Burtt. O relatório acredita que o ASF na China provavelmente favorecerá os cortes no processamento de carne bovina da Nova Zelândia, que são um substituto mais aparente da carne de porco no país. Carne de ovino e outros cortes de carne bovina estão geralmente no segmento premium do mercado chinês de proteínas animais. Os rebanhos bovinos da Nova Zelândia também devem permanecer relativamente estáveis e aumentarão a produção total de exportação em 2,0%, em grande parte devido ao aumento de novilhos e novilhas processados.

GlobalMeatNews.com

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