CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1087 DE 26 DE SETEMBRO DE 2019

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Ano 5 | nº 1087| 26 de setembro de 2019

 

NOTÍCIAS

Oferta pequena dá sustentação aos preços da arroba do boi gordo

Das 32 praças pesquisadas pela Scot Consultoria, os preços subiram em 43% delas na última quarta-feira (25/9)

A oferta comedida de animais é o que está ditando o ritmo das cotações e, em praças em que a escassez de boiadas está dificultando as programações de abates, os preços subiram. Este foi o caso de Mato Grosso do Sul. Na média das três praças pesquisadas, a valorização foi de 0,4% na comparação dia a dia. No estado, as escalas de abate atendem, em média, cinco dias. Em Mato Grosso também houve valorização nas quatro praças de, em média, 0,7%, considerando no mesmo período. Já em São Paulo, a arroba do boi gordo subiu 0,3% na comparação com terça-feira e ficou cotada em R$159,50 à vista, livre de Funrural. Maranhão, Santa Catarina e Sul de Tocantins também tiveram altas nos preços do boi gordo hoje.

SCOT CONSULTORIA

Segundo giro de confinamento até 8% maior que no ano passado pode limitar movimento de alta da arroba do boi a partir de outubro

Pressão de oferta sobre as cotações da arroba só deve diminuir em dezembro, como apontam negociações no mercado futuro

Com a chegada dos animais de segundo giro do confinamento, a expectativa é que as altas nas cotações para o boi gordo fiquem limitadas a partir de outubro. Neste ano, o confinamento registrou um aumento de até 8% se comparado com o mesmo período do ano anterior. De acordo com o analista de mercado da Agrifatto, Gustavo Rezende Machado, o período é muito positivo para a pecuária com os preços no mercado físico firmes. “Eu vejo que tem dois fatores que justificam esse cenário em que os preços da carne mundialmente estão subindo e o dólar está bastante fortalecido”, comenta. Os valores atuais da carne no atacado estão ajudando as indústrias frigoríficas que atendem o mercado interno. “Essa carne valorizada no atacado não é reflexo de demanda aquecida, mas é de fato motivada por uma oferta muito restrita que é comum na entressafra”, afirma. Atualmente, as referências para o boi gordo estão ao redor de R$ 160,00/@ e são valores já captados pelo o Cepea. “As máximas nesta semana alcançam em torno de R$ 167,00/@ e podemos falar que a arroba registrou um ganho de R$ 2,00 por arroba. Os animais do segundo giro de confinamento vão atender a demanda externa por serem bois mais jovens e por atenderam as exigências do país asiático. “Os frigoríficos maiores devem ter preenchido as escalas com boi a termo e tem confinamentos próprios”, destaca.

Agrifatto

Especialistas duvidam da valorização da carne com fim da vacinação contra aftosa

“Lamentável o Brasil seguir com a crença de que para exportar carne há que ser livre de febre aftosa sem vacinação. A vacina é um seguro muito barato”, diz Ênio Marques, por duas vezes Secretário de Defesa Agropecuária e um dos principais especialistas em questões sanitárias do Brasil

Com igual dúvida, Afrânio Brandão, Vice-Presidente da Sociedade Rural do Pará (SRP), o Brasil se depara com exemplos que derrubam a tese de que regiões livres da doença com vacinação – e não reconhecidas pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE, da sigla em inglês) – têm janelas fechadas no exterior. O Uruguai também vacina seu rebanho e abriu o mercado japonês, um dos países mais exigentes. O Paraná, agora isolado, sem receber animais de estados com vacinação, e se juntando a Santa Catarina, há 10 anos com esse status, apressa correntes do Rio Grande do Sul a pedirem adiantamento dos prazos dentro do Plano Estratégico de Erradicação da Febre Aftosa (PNEFA). Pedro de Camargo Neto, Vice-Presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), chama a atenção da solução que estão tentando achar para o setor no Paraná. O estado tem déficit de 30% entre a carne que consome e o rebanho em torno de 9 milhões de toneladas, portanto a Instrução Normativa 44, que estaria sendo revisada, poderá permitir que os frigoríficos locais tragam gado em caminhões lacrados.  “Acho um erro, pois o boi entra lacrado, mas a carne será distribuída com que controle?”A única forma de circulação de animais de outros estados diretos para as plantas será em caminhões “gaiolas” envolvidas por um plástico. Ou seja, a segurança é precária em termos de blindagem em caso de algum animal doente estiver no meio de algum lote.  “Hoje temos uma vacina mais moderna, que além de garantir a imunização também praticamente elimina o risco de problemas na aplicação”, avalia Sebastião Guedes, Vice do CNPC e Presidente da Câmara Setorial da Pecuária de Corte. “Os estados tem suas defesas sanitárias em estado sofrível. E defesas estaduais são as que iniciam o combate a possíveis reintroduções (da aftosa). Além disso, não temos banco de reserva de vacinas e nem de antígenos”.

Money Times

Deputados cobram do governo solução para dívida do Funrural

A Comissão de Agricultura e a Frente Parlamentar da Agropecuária decidiram pedir audiências urgentes com o Ministro da Economia, Paulo Guedes, e com a Ministra da Agricultura, Tereza Cristina, para que eles indiquem uma solução para a dívida criada com a judicialização da cobrança da contribuição previdenciária, conhecida como Funrural

Em audiência pública da comissão na quarta-feira (25), o deputado Jerônimo Goergen (PP-RS) disse ainda que os produtores esperam a criação, por medida provisória, de um fundo de aval para que o BNDES possa reestruturar dívidas rurais. Coordenador-Geral de Crédito Rural e Normas, do Ministério da Economia, Francisco Erismá, disse que a medida já está na Casa Civil e que ela também deve flexibilizar as garantias que os produtores podem oferecer para buscar linhas de crédito. Na audiência, vários deputados defenderam a extinção da cobrança e lembraram que uma solução para o problema foi prometida pelo Presidente Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral. O deputado Zé Silva (Solidariedade-MG) cobrou uma alternativa do Poder Executivo. “Nós queremos e vamos cobrar já que foi uma promessa do Presidente da República e ele que cumpra então o seu compromisso de resolver essa conta”, ressaltou.

Coordenador-Geral de Crédito Rural e Normas, do Ministério da Economia, Cristiano de Morais, disse que a área técnica do ministério ainda deve apresentar opções para o ministro Paulo Guedes, mas explicou as dificuldades atuais. “Existem, sim, alternativas técnicas. A grande dificuldade que a Receita Federal e a PGFN têm se deparado é com a Lei de Responsabilidade Fiscal e com a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) deste ano. Existem dispositivos novos, principalmente da LDO que trouxeram mais um pouco de complexidade para fazer a concessão de um benefício fiscal no exercício em curso”. Cristiano Morais também citou decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) impede concessão de benefício fiscal sem que a parte orçamentária seja resolvida. “E se vier uma lei aprovando; essa lei, na visão do TCU, ela é ineficaz”, acrescentou. Wilson Araújo, do Ministério da Agricultura, disse que a emenda do teto de gastos públicos limita renegociações de dívida generalizadas porque tudo depende de remanejamento orçamentário. Segundo ele, na situação atual, os recursos teriam que sair do custeio da próxima safra.

AGÊNCIA CÂMARA

ECONOMIA

Brasil abre 121,4 mil vagas formais de trabalho em agosto–Caged

O Brasil teve criação líquida de 121.387 vagas formais de emprego em agosto, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado na quarta-feira pelo Ministério da Economia, no melhor dado para o mês desde 2013, embalado pelo setor de serviços

No acumulado do ano até agosto, foram criadas 593.467 vagas, na série com ajustes, apontou o Caged, desempenho mais forte para o período desde 2014 (+751.456 postos). Dos oito setores pesquisados pelo Caged, seis ficaram no azul em agosto, com destaque para serviços (+61.730 vagas), comércio (+23.626), indústria da transformação (+19.517) e construção civil (+17.306). Serviços industriais de utilidade pública e agropecuária responderam pelo fechamento de empregos no mês, com 77 e 3.341 vagas encerradas, respectivamente. De janeiro a agosto, o saldo positivo do setor de serviços encabeçou o ranking compilado pelo Caged, com 354.638 vagas criadas. Já o comércio fechou 58.893 postos. Em agosto, foram registradas 12.929 admissões e 6.356 desligamentos no chamado trabalho intermitente. O saldo ficou positivo em 6.573. Criada por meio da reforma trabalhista, a modalidade permite jornada em dias alternados ou por horas determinadas. Na modalidade de trabalho parcial, foram 7.804 admissões e 5.154 desligamentos. O saldo, portanto, foi positivo em 2.650 vagas.

REUTERS

Ibovespa avança com Trump sinalizando solução em guerra comercial

Após registrar tendência negativa durante a maior parte da sessão, o Ibovespa fechou em alta na quarta-feira, em linha com mercados norte-americanos, impulsionado por desdobramentos positivos no conflito comercial entre Estados Unidos e China

O Ibovespa subiu 0,58%, a 104.480,98 pontos. O volume financeiro da sessão somou 14,1 bilhões de reais. Mercados acionários se animaram após o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, dizer que um acordo comercial com a China pode acontecer mais cedo do que as pessoas pensam. “Eles querem muito fazer um acordo … Isso pode acontecer mais cedo do que vocês pensam”, disse Trump em Nova York. O Presidente da Federal Reserve de St. Louis, James Bullard, afirmou que um acordo no embate comercial ainda pode “levar um tempo”, além de que deseja outro corte de 25 pontos base na taxa de juros até o fim do ano. Em Wall Street, o S&P 500 avançou 0,61%, em sessão também marcada por volatilidade no início do dia. No plano doméstico, o Ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o governo tem um plano de reforma tributária praticamente pronto, adicionando que a ideia é trabalhar a proposta em comissão mista de Câmara dos Deputados e Senado. A MARFRIG ON perdeu 0,79%, JBS avançou 0,97% e BRF ON evoluiu 1,66%. Além das expectativas benignas para a demanda com o surto de peste suína africana na China, o Citi elevou o preço-alvo das três empresas.

REUTERS

Dólar encerra em queda contra o real e em meio a otimismo comercial EUA-China

O dólar encerrou em queda contra o real na quarta-feira, depois de ter passado boa parte do dia em alta, com agentes do mercado monitorando os desenvolvimentos do processo de impeachment contra o presidente norte-americano, Donald Trump, em meio a otimismo quanto as negociações comerciais EUA-China

O dólar à vista teve queda de 0,35%, a 4,1548 reais na venda. Na B3, o dólar futuro tinha desvalorização de 0,25%, a 4,1535 reais. Na máxima intradia, a cotação foi a 4,1955 reais na venda, maior patamar intradia desde 27 de agosto, enquanto na mínima tocou 4,1509 reais. “É o fenômeno Trump. As atenções hoje se voltaram totalmente ao cenário externo, com o impeachment do Trump e as afirmações dele sobre a China”, afirmou Jefferson Laatus, sócio fundador do Grupo Laatus. No dia anterior, a Câmara dos Deputados do país afirmou que iniciará um inquérito formal de impeachment contra o Presidente Donald Trump, devido ao fato de ele ter pedido ao Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, em uma conversa telefônica ocorrida em julho, para investigar o ex-Vice-Presidente norte-americano Joe Biden. Democratas acusam Trump, que buscará a reeleição no ano que vem, de solicitar ajuda da Ucrânia para difamar Biden, o pré-candidato presidencial democrata favorito, antes da eleição do ano que vem. Em entrevista à CNBC, o presidente do Federal Reserve de St. Louis, James Bullard, disse que autoridades do Fed estão acostumados a lidar com incertezas políticas como pano de fundo de suas deliberações e que não espera que o inquérito de impeachment contra o Presidente Donald Trump afete a condução da política monetária pelo Fed. Ajudando a pressionar o dólar contra o real também estavam os desdobramentos positivos no conflito comercial entre EUA e China, com Trump afirmando que um acordo comercial com Pequim poderá acontecer mais cedo do que as pessoas pensam.

REUTERS

EMPRESAS

Frigol adota inteligência artificial para rastrear bovino do frigorífico ao consumidor final

A Frigol S.A. afirma ser a primeira indústria frigorífica do Brasil a utilizar inteligência artificial para classificação das carcaças bovinas e a tecnologia blockchain para a rastreabilidade completa dos bovinos abatidos em suas unidades, divulgou a empresa em nota na quarta-feira (25).

“Estamos integrando as modernas tecnologias aos nossos processos industriais. Os ganhos são de todos. De um lado, ajuda a fidelizar os fornecedores de bovinos, que podem acompanhar os abates em tempo real e com imagens, reforçando sua confiança nos dados coletados; de outro, proporciona informações detalhadas aos consumidores na hora de avaliar os cortes nos supermercados e intensifica a transparência para o varejo, o food service e os importadores das carnes Frigol”, disse na nota o CEO Luciano Pascon. Todo o processo dentro da indústria frigorífica é gerenciado por uma plataforma criada pela empresa EcoTrace, que usa módulos de internet das coisas (IoT), câmeras, sensores, balanças e leitores, instalados em várias áreas da indústria. A tecnologia utilizada pela Frigol envolve os conceitos de machine learning, IoT, big data e data science, com a segurança da tecnologia blockchain. Dentro da indústria, a carcaça bovina é avaliada em diferentes momentos, começando com a pesagem de precisão logo após a entrada do bovino na linha de abate. Na sequência, leitores de códigos de barras fotografam as carcaças várias vezes durante o processo. Um computador devidamente alimentado por algoritmos é responsável pela classificação das carcaças. Todas essas informações são armazenadas na arquitetura blockchain e ficam acessíveis para a indústria e para os pecuaristas. Estes têm à disposição um aplicativo (disponível para Android e iOS) criado pela EcoTrace, que reforça a transparência do processo, proporcionando ao produtor o acesso a todos os dados referentes ao processo industrial. “A tecnologia 4.0 oferece muitas vantagens, inclusive orientação aos pecuaristas para eventuais iniciativas de bem-estar, conforto e transporte dos animais até o frigorífico. A indústria também recebe dados que ajudam a fazer melhorias nos seus processos. Na ponta, os consumidores também podem escolher os seus cortes com tranquilidade pois têm acesso à rastreabilidade completa dos alimentos, proporcionando transparência, segurança e garantia de origem”, explicou Luciano Pascon.

CARNETEC

FRANGOS & SUÍNOS

Melhora a percepção sobre carne suína, mas consumo patina

Brasileiro consome, em média, 15,9 quilos de carne suína por ano

A percepção dos formadores de opinião e consumidores brasileiros sobre a carne suína melhorou, mas a demanda per capita cresce lentamente. É o que aponta uma pesquisa que será divulgada hoje pela Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), em parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura e o Sebrae. Realizado a partir de entrevistas, grupos focais e pesquisa quantitativa com 1,3 mil pessoas, o estudo mostrou que profissionais da saúde já recomendam o consumo de carne suína in natura, uma alteração importante em relação ao passado recente, quando o produto era considerado uma carne gorda.

VALOR ECONÔMICO

Com frango em alta, Pif Paf prevê forte avanço em 2019

Empresa mineira deverá faturar R$ 2,4 bi, 26% mais que em 2018

Prestes a fazer as primeiras vendas de carne de frango à China, a Pif Paf Alimentos se programa para um novo ciclo de crescimento. Após atravessar a recessão brasileira e as diversas turbulências da avicultura – forte alta dos preços dos grãos, Operação Carne Fraca e greve de caminhoneiros -, a companhia mineira já se dá ao luxo de prospectar aquisições e retomar o plano de expandir o parque fabril. “Não dá para aguentar vários momentos de amargura sem um ano de felicidade”, resumiu Luiz Carlos Costa, Presidente do Conselho de Administração da Rio Branco Alimentos S.A. (denominação jurídica da Pif Paf).  Ajudada pela recuperação dos preços da carne de frango, a Pif Paf baterá recorde de faturamento este ano. A expectativa do empresário é que as vendas rendam uma receita bruta de R$ 2,4 bilhões. No ano passado, a empresa registrou um faturamento de R$ 1,9 bilhão. “O mercado melhorou. Teve reação boa de preços”, afirmou Costa. O preço médio do frango congelado no atacado do Estado de São Paulo – referência para o restante do país – subiu 26% em 2019, de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP). Em 2018, a empresa registrou um lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) de R$ 89,2 milhões. Na prática, a China tem potencial para agregar mais de R$ 20 milhões à empresa. É no Brasil que o grupo pretende crescer. Um dos objetivos da família Costa é deixar de ser um negócio regional, concentrado nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. A Pif Paf disse que chegou a avaliar este ano a aquisição de frigoríficos de regiões do país onde a empresa não atua, mas a melhora do cenário para a produção de carnes tirou o interesse dos potenciais vendedores e, é claro, encareceu os ativos.

VALOR ECONÔMICO

Exportações de carne de frango somam 213,8 mil toneladas na parcial do mês

Embarques registraram reação em relação a agosto, mas ainda é menor do que o registrado em setembro de 2018

Até a terceira semana se do mês de setembro os embarques de carne de frango in natura já somam 213,8 mil toneladas embarcadas. A média diária de embarques foi de 14,3 mil toneladas, 4,3% maior que a média registrada no mês de agosto. No entanto, quando comparada com a média setembro de 2018 houve queda de 19,2%. No total as exportações somaram US$ 352 milhões até a terceira semana. O preço pago por tonelada ainda registra desvalorização na comparação com agosto, passando de US$ 1.665,3 para US$ 1.648,8 nos primeiros quinze dias de setembro. Em comparação com setembro de 2018 esse valor é 7% maior, visto que no período eram pagos US$ 1.540,6 por tonelada embarcada. Na terceira semana de setembro de 2019, a balança comercial registrou superávit de US$ 968 milhões, resultado de exportações no valor de US$ 4,422 bilhões e importações de US$ 3,454 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 14,097 bilhões e as importações, US$ 12,101 bilhões, com saldo positivo de US$ 1,996 bilhão. No ano, as exportações totalizam US$ 162,736 bilhões e as importações, US$ 129,197 bilhões, com saldo positivo de US$ 33,540 bilhões.

AVICULTURA INDUSTRIAL

Suíno vivo volta a ter valorização nos estados

O quilo chegou a R$ 5,06 em São Paulo e R$ 5 em Minas Gerais e Goiás ao longo de setembro

Os preços quilo do suíno comercializado vivo tiveram alta em todos os estados produtores, de acordo com dados das associações regionais. Com isso, o valor do quilo chegou a R$ 5,06 em São Paulo e R$ 5 em Minas Gerais e Goiás ao longo de setembro. Em Mato Grosso, o preço é o menor e teve pouca variação no mês, chegando a R$ 3,74. Os estados de Minas Gerais e Goiás tiveram a maior valorização do suíno vivo. Até 29 de agosto, o quilo do animal era comercializado a R$ 4,50. Houve alta de 11,11% sobre esse valor, com o suíno custando agora R$ 5 o quilo, apontam os dados da Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg). Segunda maior valorização ocorreu em São Paulo, conforme dados da Associação Paulista dos Criadores de Suínos (APCS). No fim de agosto, o quilo do animal vendido vivo era R$ 4,59. Agora, chegou ao patamar de R$ 5,06, ou seja, um avanço de R$ 10,24%. Houve valorização importante também em Santa Catarina, segundo a Associação Catarinense dos Criadores de Suínos (ACCS). Em alta de 10%, o quilo do suíno vivo passou de R$ 4,10 para R$ 4,51. No Paraná, segundo a Associação Paranaense dos Suinocultores (APS), o animal custava R$ 3,98 até o fim do mês passado. Agora, é comercializado a R$ 4,36 o quilo, o que representa avanço de 9,55%. Já no Rio Grande do Sul, o quilo do suíno vivo custa R$ 4,59. Antes de entrar setembro, era R$ 4,35. Ou seja, a alta foi de 5,52%, de acordo com as informações da Associação dos Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul.

SUINOCULTURA INDUSTRIAL

Preço do frango recuou no atacado na 2a. quinzena

Os preços seguem estáveis nas granjas. Em São Paulo, o frango vivo está sendo negociado, em média, por R$3,30 por quilo desde meados de junho último

Já no atacado, as vendas fracas tiraram a sustentação do mercado. Houve queda de 4,1% na cotação da carcaça nos últimos sete dias e o produto está cotado, em média, em R$3,98 por quilo no estado. Em curto prazo a demanda não deverá melhorar e o viés é de baixa até a virada do mês.

SCOT CONSULTORIA

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