CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1077 DE 12 DE SETEMBRO DE 2019

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Ano 5 | nº 1077| 12 de setembro de 2019

NOTÍCIAS

Boi gordo: oferta restrita e mercado firme

A oferta limitada de boiadas é o principal fator que mantém o mercado do boi gordo sustentado neste momento, tendo em vista que a disponibilidade de animais terminados em pasto está baixa e a oferta de gado confinado, por enquanto, não vem sendo capaz de cobrir esta lacuna

Em São Paulo, por exemplo, há indústrias com escalas em torno de três dias, o que faz com que estas empresas sigam ofertando preços firmes pela arroba do boi gordo a fim de compor as programações de abate. Em Mato Grosso, onde o cenário de oferta restrita está mais evidente, o preço do boi gordo subiu 1,8% desde o início do mês, na média de todas as plantas pesquisadas no estado.

SCOT CONSULTORIA

MPF solicita fiscalização a 43 frigoríficos que não possuem compromisso ambiental

O Ministério Público Federal (MPF) solicitou que 43 frigoríficos localizados em Estados da Amazônia Legal, que não possuem compromissos de controle da origem de matéria-prima, recebam fiscalização especial do Ministério do Meio Ambiente e do Ibama, informou na quarta-feira a Procuradoria Geral da República

De acordo com nota da PGR, devem ser fiscalizadas dez empresas no Acre, nove no Tocantins, oito em Rondônia, sete em Mato Grosso, três em Roraima, duas no Amapá, duas no Maranhão, uma no Amazonas e uma no Pará. “A verificação da procedência da carne é uma das formas mais eficazes de combate ao desmatamento ilegal”, disse o órgão no comunicado.

REUTERS

Equador abre o mercado de bovinos vivos para o Brasil

O Ministério da Agricultura recebeu hoje comunicação das autoridades do Equador informando da aceitação do Certificado Zoosanitário Internacional proposto pelo Brasil para a exportação de bovinos vivos, concluindo, assim, negociações para a abertura daquele mercado, iniciadas em 2014.

O Brasil exportou, em 2018, 535 milhões de dólares em bovinos vivos, para todos os continentes, além de 6,5 bilhões de dólares em carne bovina. A exportação de animais vivos diversifica a pauta exportadora brasileira e oferece uma alternativa para os produtores rurais de todo o país. O avanço do Brasil no mercado de bovinos vivos é um testemunho do alto padrão genético e da qualidade dos animais brasileiros e um reconhecimento da confiança internacional na defesa agropecuária brasileira.

MAPA

Embarques de bovinos vivos cresceram em agosto

Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 78,4 mil cabeças de bovinos vivos em agosto deste ano, com um faturamento de US$44,7 milhões

Foi o melhor resultado para o mês de agosto em relação ao volume embarcado e o segundo melhor resultado em termos de faturamento de toda a série histórica. O volume total exportado foi 112,6% maior em relação a julho deste ano, enquanto o faturamento aumentou 71,1% no mesmo período. Esse aumento foi em função do crescimento dos embarques para a Turquia que comprou 160,2% bovinos vivos a mais este mês, totalizando 51,0 mil cabeças, frente a 19,6 mil cabeças embarcadas em julho último. Foi o maior volume mensal embarcado para a Turquia desde o início do ano. Outro ponto que vale destaque é que em agosto foram exportadas 2 mil cabeças de bovinos vivos para o Irã. Apesar de a quantidade ser baixa, foi o primeiro embarque feito para o país desde que o protocolo foi aberto, no final de 2018.

SCOT CONSULTORIA

Momento sustentável da carne bovina acelerado em 2019: Rabobank

Espera-se que um aumento nas iniciativas sustentáveis de carne bovina continue no futuro próximo, de acordo com um novo relatório do Rabobank

O último relatório trimestral global de carne bovina da empresa de pesquisa observa que o conceito de produção sustentável de carne bovina aumentou este ano, principalmente por causa de iniciativas orientadas pelo mercado. Isso inclui esforços de varejistas de alimentos, empresas de serviços alimentícios, processadores de carne e produtores de carne bovina, em resposta ao aumento do escrutínio sobre o impacto da produção de carne bovina nos animais e no meio ambiente, observou o relatório. O Rabobank citou esforços do McDonald’s para comprar carne sustentável e planos da processadora brasileira Marfrig para entregar os primeiros produtos de carne bovina neutros em carbono em 2019. A Cargill também anunciou planos para reduzir as emissões de gases de efeito estufa em suas operações de carne bovina na América do Norte em 30% até 2030, segundo o relatório. adicionado. O relatório observou uma forte demanda de carne bovina na China, que importou 50% mais carne bovina no primeiro semestre de 2019 do que no mesmo período do ano anterior. O Rabobank espera que o ritmo da sustentabilidade nas cadeias globais de fornecimento de carne bovina aumente à medida que o apoio de governos, grupos ambientais, investidores e desenvolvedores de proteínas alternativas continua aumentando.

MeatingPlace.com

Preço do boi sobe em todas as praças de MT

Habilitações de novas plantas para a China aquece demanda da indústria

No Mato Grosso, a liberação de sete novas unidades frigoríficas do Estado para exportação de carne bovina à China aguçou o apetite comprador das indústrias, estimulando aumentos nos preços do boi gordo em todas as praças regionais, relatou na tarde de quarta-feira a Informa Economics FNP. “Essa tendência de alta deve se manter no curtíssimo prazo, ainda mais porque as indústrias não contam com escalas tão longas, chegando ao máximo de dez dias e com registro de lacunas”, informa a consultoria paulista. Na região de Cáceres, MT, atualmente, o boi gordo é negociado a R$ 144/@, a prazo (30 dias), valor livre de Funrural. O mercado do boi gordo opera em alta, influenciada sobretudo pela necessidade dos frigoríficos em alongar as programações de abate, informa o analista Guilherme Guimarães, da INTL FCStone, de Campinas, SP. “Detectamos um movimento mais dinâmico das indústrias em busca de matéria-prima (boi gordo), puxado principalmente pelo aumento de demanda da China”, relata Guimarães, referindo-se ao processo recente de habilitação de nova plantas brasileiras para exportação ao país asiático. Ontem (10/set), o indicador Esalq/B3/Cepea fechou em R$ 158,10/@, com alta de 1,5% em relação ao dia anterior. Segundo informa a consultoria Agrifatto, na bolsa de mercadorias B3, o contrato com entrega para outubro encerrou a R$ 161,55/@, praticamente estável na comparação com o fechamento anterior. Por sua vez, o contrato com vencimento em novembro fechou a R$ 164,15/@, maior valor desde 25 de junho.

PORTAL DBO

ECONOMIA

Dólar recua com alívio doméstico

O dólar encerrou em queda contra o real na quarta-feira, marcando sua segunda sessão consecutiva de perdas, influenciado por sinais sobre a economia brasileira e à espera da decisão de política monetária do Banco Central Europeu na quinta-feira

O dólar à vista teve queda de 0,76%, a 4,0644 reais na venda. Na B3, o dólar futuro recuava 0,37%, a 4,0710 reais. Para Silvio Campos Neto, economista da Tendências Consultoria, o movimento da moeda pode ser explicado por algumas correções de posições no mercado, somadas ao alívio dos investidores diante de dados positivos sobre as vendas no varejo doméstico. O volume de vendas no varejo cresceu 1,0% em julho sobre junho, com ajuste sazonal, mostraram na quarta-feira dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É o melhor desempenho para o mês desde 2013. Em julho daquele ano, as vendas haviam aumentado 2,7%. A influência do ambiente doméstico fez com que o real se descolasse da tendência de seus pares emergentes, como o peso mexicano e o rand sul-africano, que se desvalorizavam contra a moeda norte-americana. O índice do dólar, que compara o dólar contra uma cesta de moedas, subia 0,31%, a 98,633. Na cena externa, as atenções agora se voltam para o Banco Central Europeu (BCE), com foco nos possíveis novos estímulos que poderão ser anunciados na reunião de política monetária agendada para quinta-feira. As medidas podem incluir cortes de juros e a retomada de compras mensais de ativos.

REUTERS

Petrobras reduz ganhos, mas não impede Ibovespa de fechar no azul

O principal índice da bolsa paulista subiu na quarta-feira anulando a queda da véspera, em meio a um cenário mais favorável no exterior, com Petrobras reduzindo a alta do Ibovespa e papéis de empresas de comércio eletrônico em sessão de recuperação

O Ibovespa avançou 0,4%, a 103.445,60 pontos. O volume financeiro da sessão somou 16,5 bilhões de reais. Na máxima do dia, o índice chegou a superar os 104 mil pontos, mas teve os ganhos reduzidos após declaração do Presidente dos EUA, Donald Trump, sinalizando que considera aliviar sanções contra o Irã. Os preços do petróleo em Nova York caíram 2,49 por cento. As ações da Petrobras recuaram. Trump também repercutiu a decisão da China de isentar alguns produtos dos EUA de suas tarifas, antes de reunião entre autoridades de segundo escalão dos dois países planejada para ainda este mês. Há também a expectativa de que o Banco Central Europeu (BCE) reduza as taxas de juros e retome um programa de compra de ativos para estimular a economia da região. A sessão ainda contou com anúncio de demissão do Secretário Especial da Receita Federal, Marcos Cintra, em meio à demora na formatação final da reforma tributária e polêmica sobre a criação de um novo imposto sobre transações financeiras nos moldes da CPMF.

REUTERS

Agroindústria encolheu produção em 0,3% no ano até julho, diz GV Agro

Dos dez setores da agroindústria acompanhados para a elaboração do índice, metade registrou contração da produção em relação a igual período de 2018

A agroindústria brasileira vem encolhendo sua produção neste ano em comparação com 2018, conforme mostra o Índice de Produção Agroindustrial (PIMAgro) – produção física, elaborado pelo Centro de Estudos do Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas (GV Agro) com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Conforme relatório que cobre até o mês de julho de 2019, no acumulado do ano, dos dez setores da agroindústria acompanhados para a elaboração do índice, metade registrou contração da produção em relação a igual período de 2018, resultando em recuo global de 0,3% até o sétimo mês do ano. Os segmentos analisados são Produtos Alimentícios e Bebidas; Produtos Alimentícios; Alimentos de Origem Vegetal; Alimentos de Origem Animal; Bebidas; Bebidas Alcoólicas; Bebidas Não-Alcoólicas; Produtos Não-Alimentícios; Insumos Agropecuários; Produtos Têxteis; Produtos Florestais; Biocombustíveis; Borracha e Fumo. De acordo com relatório da GV Agro, a queda de produção no ano foi puxada pelo segmento de Produtos Não-Alimentícios, com -1,3%. Sob este setor, abrigam-se biocombustíveis (-5,1%); produtos florestais (-3,2%) e borracha (-1,1%). Em contrapartida, os setores que influenciaram positivamente o segmento foram fumo (+1,4%) e insumos agropecuários (+1,3%).

GLOBO RURAL

Varejo tem melhor julho em 6 anos, mas crescimento consistente ainda é dúvida

As vendas no varejo brasileiro surpreenderam ao registrarem o melhor julho em seis anos, puxadas por crescimento generalizado nos setores pesquisados, num sinal de algum ganho de tração na economia no começo do terceiro trimestre

O resultado de junho foi revisado para cima, numa indicação de que a atividade acelerou o ritmo já no fim do segundo trimestre, quando a economia surpreendeu com crescimento mais forte e escapou de uma recessão técnica. O volume de vendas no varejo cresceu 1,0% em julho sobre junho, com ajuste sazonal, mostraram nesta quarta-feira dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É o melhor desempenho para o mês desde 2013. Em julho daquele ano, as vendas haviam aumentado 2,7%. Para qualquer mês, a alta é a mais forte desde novembro de 2018 (+3,2%). É a terceira alta mensal consecutiva, período em que as vendas acumularam elevação de 1,6%. Os números do varejo em junho foram revisados para mostrarem crescimento de 0,5%, contra acréscimo de 0,1% divulgado anteriormente. Para ganharem um novo patamar as vendas precisam que a renda do trabalhador aumente mais. E ela (a renda) se encontra estável nos últimos meses. Com o resultado de julho, o patamar de vendas no setor varejista voltou a ficar próximo do de junho de 2015, mas ainda está 5,3% abaixo do nível recorde alcançado em outubro de 2014. Sete das oito atividades pesquisadas cresceram em julho. Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (+1,3%) —setor de maior peso—, outros artigos de uso pessoal e doméstico (+2,2%) e Móveis e eletrodomésticos (+1,6%) exerceram as maiores influências positivas. Apenas o segmento de Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-1,6%) teve queda em julho.

REUTERS

EMPRESAS

BRF emitirá US$ 500 milhões em notes, diz Fitch

Para recomprar títulos no exterior que vencem entre 2020 e 2024, a BRF propôs captar cerca de US$ 500 milhões com a emissão de notes com vencimento em dez anos, informou a agência de classificação de risco Fitch Ratings

A agência atribuiu nota “BB” para a emissão da BRF. Na avaliação da Fitch, o índice de alavancagem (relação entre dívida líquida ajustada e o Ebitda) da BRF deve cair rapidamente até o fim de 2019, de 6,3 vezes no ano passado para 4 vezes. De acordo com a agência, a BRF é beneficiada pela melhora nos fundamentos de oferta e demanda nos mercados brasileiro e internacional. A expectativa da Fitch é que o surto de peste suína africana na China tenha reflexos positivos sobre o preço das exportações de carnes da BRF. Na segunda-feira, a China habilitou a BRF a exportar carne de frango e carne suína a partir do abatedouro de Lucas do Rio Verde, em Mato Grosso.

VALOR ECONÔMICO

FRANGOS & SUÍNOS

Custo de produção do frango atinge o maior nível em 10 meses

O custo de produção do frango em agosto de 2019 registrou o maior nível desde novembro do ano passado, só perdendo, nos últimos 12 meses, para o custo observado em setembro e outubro de 2018.
Conforme o levantamento mensal da Embrapa Suínos e Aves, após ter sofrido ligeiro recuo no mês de julho, o custo de produção do frango voltou a aumentar e atingiu, em agosto, o valor de R$2,88/kg – resultado 3,23% e 0,35% acima dos registrados no mês anterior e em agosto do ano passado. Agora, em oito meses, o custo médio gira em torno dos R$2,80/kg, resultado que significa aumento de 1,17% e de 17,52% sobre idênticos períodos de 2018 e 2017. Conforme dados iniciais da Embrapa Suínos e Aves – o aumento de custo registrado de julho para agosto foi ocasionado menos pela alimentação (+1,06%) e mais por “outros custos” (+11,29%), indicador que envolve pintos de um dia, medicamentos veterinários etc. Permaneceram estáveis no mês os “demais custos”, item que envolve mão-de-obra, custo de capital e depreciação.

AGROLINK

Pif Paf espera iniciar embarques de carne de frango para China em outubro

A Pif Paf Alimentos, empresa mineira processadora de carne de frango, deve fazer o seu primeiro embarque para a China em outubro, disse o Gerente-Geral de Relações Institucionais da companhia, Cláudio Almeida Faria, à CarneTec na terça-feira (10)

A planta da Pif Paf em Visconde do Rio Branco (MG) é um dos 25 frigoríficos autorizados a exportar carnes para a China conforme a lista divulgada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) brasileiro na segunda-feira (09). A Pif Paf buscava a autorização para exportar para a China desde 2012, quando a planta da companhia recebeu a visita de autoridades sanitárias chinesas. Em maio, Faria participou da comitiva brasileira liderada pela ministra Tereza Cristina à Ásia, como parte dos esforços para ampliar os mercados compradores para os produtores brasileiros. A Pif Paf já exporta para mais de 20 países. Além da China, a empresa obteve neste ano habilitações para exportar para o México e Canadá. A empresa espera que a habilitação da planta em Visconde do Rio Branco – a maior da Pif Paf – colabore para aumentar suas exportações e atingir a meta de dobrar o faturamento nos próximos cinco anos.

CARNETEC

Preços da carne suína na China podem subir ainda mais, prevê banco

Entidade bancária projeta continuidade da elevação dos preços do produto ao “alívio limitado” das medidas anunciada pelo governo chinês

Os preços da carne suína na China podem subir ainda mais, mesmo depois de aumentar 93% no acumulado do ano até agosto, projeta o banco Bocom. A instituição financeira atribui a continuidade da elevação dos preços do produto ao “alívio limitado” das medidas anunciada pelo governo chinês para liberar reservas de emergência e aumentar as importações do produto, em meio à epidemia de peste suína africana que está dizimando o plantel local. O governo da China vem tentando uma série de medidas nas últimas semanas para elevar a oferta de carne suína local. O Bocom relatou que o volume de suínas reprodutoras declinou mais rápido do que o esperado em julho, o que se refletirá em contínuo declínio na produção de suínos nos próximos 10 meses. Em compensação, a epidemia pode beneficiar grandes produtores de suínos, como Wens Foodstuff e Muyuan Foodstuff, porque as suas escalas industriais permitem controlar doenças, manter a produção e aproveitar melhor o atual aumento de preços e as políticas do governo que incentivam a produção, afirma o Bocom.

ESTADÃO CONTEÚDO

INTERNACIONAL

China corre para desenvolver uma vacina contra peste suína

Após um ano de batalhas para tentar conter a epidemia de peste suína africana que reduzirá de forma expressiva seu plantel de porcos, a China reconheceu que a situação continua grave, mas que tem esperança que, com o desenvolvimento em curso de uma vacina para combater o vírus, tenha sucesso na empreitada

“O risco de disseminação ainda é muito elevado”, disse Yu Kangzhen, Vice-Ministro do Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais do país, à agência Reuters. Além da China, outros países asiáticos e europeus já registraram focos do vírus fatal aos animais, mas que não causa problemas para a saúde humana. Diante do aumento dos preços da carne suína devido à redução da oferta doméstica, Pequim anunciou nas últimas semanas uma série de medidas para tranquilizar o mercado. Esses esforços incluem incentivos em dinheiro para que os pecuaristas criem mais porcos. Sem uma vacina eficiente à disposição, entretanto, o risco de a epidemia aumentar desestimula os criadores a seguirem esse caminho. Nesse sentido, a Academia Chinesa de Ciências Agrícolas, um dos principais institutos de pesquisa agrícola do país, informou que concluiu testes de laboratório para uma vacina e apresentou pedidos de avaliação de segurança ao governo. “É um desenvolvimento positivo e também um primeiro passo”, disse o Vice-Ministro Yu Kangzhen.

VALOR ECONÔMICO

UE não se compromete com pedidos de carne do Reino Unido

Compradores europeus consideram comprar carne britânica um risco que não estão preparados para assumir

A Associação Britânica de Processadores de Carne (BMPA na sigla em inglês) afirmou por meio nota que um sentimento de pânico está dominando a indústria de carne do Reino Unido, à medida que os exportadores veem riscos com a saída do país do Brexit sem acordo. Compradores europeus consideram comprar carne britânica traz riscos que não estão preparados para assumir. Um deles é a possibilidade de tarifas de até 65% em certas importações que devem ser entregues após 31 de outubro. Portanto, comprometer-se com quaisquer pedidos ou contratos de fornecimento que se estendam após a data do Brexit não faz sentido. A situação tem feito que os compradores se recusem a estabelecer contratos de fornecimento de longo prazo com os exportadores de carne do Reino Unido. Segundo a Associação se isso continuar, o Reino Unido pode testemunhar o um declínio estrutural e de longo prazo na capacidade e no patrimônio agrícola do país. A BMPA afirma que as seguradoras que cobrem essas remessas e facilitam a movimentação de mercadorias entre países estão se recusando a indenizar por perdas relacionadas a uma saída do Brexit sem acordo. Além disso, com uma taxa de câmbio volátil, atrasos discutidos nas fronteiras e completa incerteza sobre se o Brexit ocorrerá em 31 de outubro, a solução óbvia para os compradores da UE é adquirir produtos de outros países. Isso significa que, em 31 de outubro, as empresas britânicas de carne, que agora estão sendo forçadas a exportar dia a dia a “preços spot”, podem ver os pedidos simplesmente cessarem, sem contratos de fornecimento de longo prazo para suavizar o golpe.

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