CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1048 DE 02 DE AGOSTO DE 2019

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Ano 5 | nº 1048| 02 de agosto de 2019

NOTÍCIAS

Gasto médio do brasileiro com carnes deve subir 8% ao ano até 2023

O gasto per capita do brasileiro com carnes deverá subir em média 8% ao ano até 2023, enquanto as carnes continuam a responder por mais de um terço dos gastos dos brasileiros com comida, estima a Fitch Solutions Macro Research em relatório

Em 2019, o gasto médio per capita do brasileiro com carnes é estimado em R$ 1.421, chegando a R$ 1.906 em 2023. Cerca de 48% do gasto per capita do brasileiro com carnes em 2019 será direcionado à carne bovina, seguido da carne de frango, com 26%, e da carne suína, com 4%. O consumo per capita de carne bovina do Brasil é um dos maiores da América Latina, após Argentina e Uruguai, devendo ficar em 38,7 kg em 2019, enquanto a média para a região é de 18,9 kg. O consumo de carne bovina do brasileiro deve subir para 40,3 kg per capita em 2023. No caso da carne de frango, o consumo per capita do brasileiro em 2019 deve ser de cerca de 46,1 kg, o mesmo que na Argentina. O consumo brasileiro de frango também está acima da média para a região da América Latina, que é de 31,9 kg, segundo a Fitch Solutions. As estimativas foram divulgadas no relatório em que a Fitch Solutions avalia as tendências nos gastos com alimentos dos brasileiros, considerando as quatro principais categorias: carnes, lácteos, pães e bolos, arroz e cereais. Juntas, essas categorias representam 80,6% dos gastos dos brasileiros com alimentação.

CARNETEC

Vendas externas sustentam preços domésticos

A média das cotações da arroba subiu em julho na comparação com o mês anterior, de acordo com informações do Cepea
A média das cotações da arroba subiu em julho na comparação com o mês anterior, de acordo com informações do Cepea. O Indicador do boi gordo ESALQ/B3 (mercado paulista, à vista) teve média de R$ 153,12, 2,11% acima da registrada em junho. Com a demanda doméstica ainda fragilizada pelo baixo poder de compra da população, o suporte aos preços internos segue vindo do bom desempenho das exportações brasileiras de carne bovina. Além disso, o volume de oferta de animais prontos para abate tem sido regulado, favorecendo a sustentação dos preços da arroba em julho, mesmo com escalas de abate relativamente confortáveis.

CEPEA/ESALQ

Mercado da carne bovina sem osso sem firmeza

Mesmo com a virada do mês, os preços da carne bovina sem osso no atacado cederam

Na média de todos os cortes desossados pesquisados, as cotações retraíram 0,1%, sendo esta a segunda semana consecutiva de queda. O consumo interno patinando não está permitindo maior firmeza nesse mercado. Em âmbito externo, as exportações continuam em bons patamares, porém abaixo das expectativas. Até a terceira semana de julho, foram exportadas 5,9 mil toneladas diárias de carne bovina in natura, o mesmo volume diário exportado em junho. Se essa média diária se confirmar, para a última semana de julho, o volume total exportado será de 135,8 mil toneladas. Esta quantidade é 21,8% superior a junho último (mês passado teve menos dias úteis), porém apenas 3,8% maior que julho de 2018. Para a próxima semana, valorizações não são descartadas devido a melhora do consumo com a chegada do período de recebimento dos salários. Porém, o que poderá limitar as altas será o ímpeto comprador da população.

SCOT CONSULTORIA

Mercado do boi gordo andando de lado em São Paulo

Em São Paulo, os preços ficaram estáveis na última quinta-feira (1/8). As escalas de abate mais confortáveis, em média atendendo a uma semana, não geraram necessidade de compras com mais afinco pela indústria

Em âmbito nacional, os preços estão firmes. Na média de todas as praças pesquisadas para o boi gordo, em julho, a valorização foi de 1,2%, comparada com a média de junho.  Destaque maior para o Pará e o Tocantins. Nessas regiões, os frigoríficos estão com dificuldade de compor suas programações de abate. Desde o início de julho, as valorizações foram, na média das praças levantadas nos estados, de 1,4% no Pará e de 2,5% no Tocantins.  Para a carne, o cenário também foi de firmeza. A expectativa de melhora do consumo com a virada do mês, valorizou a carne com osso no atacado. O boi casado de animais castrados ficou cotado em R$9,91/kg, alta de 2,0% desde o início da semana.

SCOT CONSULTORIA

Panorama do mercado do boi gordo em Campo Grande-MS

O equilíbrio entre a disponibilidade de boiadas terminadas e a demanda fraca tem refletido em preços estáveis na região de Campo Grande-MS

Para o boi gordo, a arroba ficou cotada, em média, em R$143,00, a prazo, livre de Funrural, na última quinta-feira (1/8). O diferencial de base em relação a Araçatuba-SP ficou em -7,14%. Já para vaca gorda, a oferta desta categoria foi mais curta durante a segunda quinzena de julho e os preços tiveram alta de 0,3% no período. A arroba da vaca ficou cotada, em média, em R$130,50, a prazo, livre de Funrural. Para a novilha é observado ágio de até R$2,00/@ frente aos preços da vaca gorda. Em curto prazo, com o recebimento dos salários e a comemoração do Dia dos Pais, a expectativa é de que o consumo de carne aumente, abrindo espaço para valorizações no mercado do boi gordo.

SCOT CONSULTORIA

Exportação de carne bovina in natura recua 1,37% em julho

Brasil exportou 129,1 mil toneladas de carne bovina in natura no último mês

As exportações brasileiras de carne bovina in natura registraram queda de 1,37% em volume em julho na comparação com igual período do ano passado, segundo dados divulgados na quinta-feira, 1 de agosto, pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex). No total, o país enviou 129,1 mil toneladas do produto para o mercado internacional no último mês. Em valor, as exportações brasileiras de carne bovina in natura caíram 6,3% na mesma base de comparação, para US$ 514,8 milhões. O preço médio de exportação da carne bovina in natura ficou em US$ 3.987,7 a tonelada, queda de quase 5% ante as US$ 4.196,8 registrados no ano passado. Na comparação com junho, as exportações de carne bovina no último mês registraram aumento de 15,8% em volume e de 19,6% em valor. O preço médio, por sua vez, avançou 3,28% na comparação mensal.

PORTAL DBO

ECONOMIA

Trump diz que EUA adotarão tarifa adicional de 10% sobre US$300 bi em bens da China

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na quinta-feira que irá impor uma tarifa adicional de 10% sobre 300 bilhões de dólares restantes em importações chinesas a partir de 1º de setembro, no momento em que prosseguem as negociações para tentar amenizar tensões entre as duas maiores economias do mundo

“As negociações comerciais continuam, e durante as conversas os EUA começarão, em 1º de setembro, a colocar uma pequena tarifa adicional de 10% sobre os 300 bilhões de dólares restantes em bens e produtos vindos da China para o nosso país. Isso não inclui os 250 bilhões de dólares já tarifados em 25%”, escreveu Trump no Twitter. Em uma série de tuítes, Trump também culpou a China por não cumprir com as promessas de comprar mais produtos agrícolas norte-americanos e criticou especificamente o Presidente chinês, Xi Jinping, por falhar em fazer mais para cessar as vendas do opióide sintético fentanil. Negociadores dos EUA e China encerraram dois dias de conversas em Xangai na quarta-feira com poucos sinais de progresso, embora ambos os países tenham descrito as negociações como construtivas. Uma nova rodada de reuniões entre os negociadores foi marcada para setembro. Os EUA e a China estão envolvidos em uma guerra comercial marcada por tarifas recíprocas desde o ano passado. As tensões prejudicaram cadeias globais de abastecimento e abalaram mercados financeiros.

REUTERS

Dólar bate máxima em 1 mês; Copom “dovish” fragiliza real

O dólar teve mais um dia de firme alta ante o real, fechando no maior patamar em um mês e cruzando duas importantes resistências técnicas, evento que pode sinalizar mais valorização da moeda à frente

A cotação tomou fôlego e disparou para alta de mais de 1%, em meio à forte aversão a risco global depois que o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou a China com mais tarifas de importação. A ameaça indica que a guerra comercial entre as duas potências ainda está longe de terminar. O dólar à vista fechou em alta de 0,79%, a 3,8475 reais na venda. É a quarta alta diária consecutiva. O patamar é o mais elevado desde 2 de julho (3,855 reais). As operações no mercado spot se encerram às 17h. Já na B3, em que as negociações com derivativos vão até as 18h, o dólar futuro saltou 0,68%, para 3,8475 reais. O primeiro vencimento movimentou quase 500 mil contratos, maior volume desde 17 de maio. Indicativo do maior grau de nervosismo no câmbio, a volatilidade implícita das opções de dólar/real para três meses foi a 11,26% ao ano, máxima em duas semanas, tomando distância da mínima de 10,37% atingida na semana passada. Além disso, a cotação superou suas médias móveis de 200 dias e 50 dias —o que não ocorria desde julho e maio, respectivamente. Deixar para trás essas médias é visto no mercado como sinal de força de um ativo (no caso, o dólar), o que pode alimentar compras adicionais da moeda, retroalimentando a valorização da divisa. A pressão sobre o câmbio também se deu depois de o Copom indicar na véspera mais cortes da Selic. Com isso, há risco de mais queda no diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos.

REUTERS

Ibovespa avança, mas declarações de Trump minimizam ganhos

O principal índice da bolsa paulista fechou no azul nesta quinta-feira, chegando a subir mais de 2% mais cedo, impulsionado pelo corte na taxa básica de juros do país, mas mitigando os ganhos após tuítes do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre tarifas à China

O Ibovespa subiu 0,31%, a 102.125,94 pontos, com destaque para salto de mais de 15 por cento da ação da Cielo no final da sessão em meio a notícia sobre eventual estudo do Banco do Brasil para vender sua participação na empresa de meios de pagamento. O volume financeiro saltou para cerca de 25,97 bilhões de reais. O Ibovespa chegou a tocar o patamar dos 104 mil pontos na sessão desta quarta-feira, repercutindo a decisão do Banco Central de cortar a taxa Selic em 0,5 ponto percentual e a indicação de que o processo de afrouxamento poderá continuar. A alta foi amenizada após o Presidente dos EUA, Donald Trump, dizer no Twitter que irá impor uma tarifa adicional de 10% sobre 300 bilhões de dólares restantes em importações chinesas a partir de 1º de setembro, elevando as preocupações com o aumento de tensões na guerra comercial iniciada por Washington contra Pequim.

REUTERS

Indústria do Brasil tem pior junho em 3 anos e termina 2º tri com perdas

A indústria brasileira encerrou o segundo trimestre em contração depois de a produção recuar em junho pela segunda vez seguida e no ritmo mais forte para o mês em três anos, em meio ao ritmo fraco da economia brasileira

A produção industrial do Brasil contraiu 0,6% em junho na comparação com o mês anterior, de acordo com os dados divulgados na quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse é o quarto resultado negativo no ano e o pior para meses de junho desde 2016 (-1,1%) Em relação a junho do ano anterior, houve perda de 5,9%, também o quarto dado negativo no ano e o mais fraco para o mês desde 2014. Com esses resultados, a indústria terminou o segundo trimestre com contração de 0,7%, somando-se às perdas de 0,6% nos três primeiros meses do ano. “Há claramente uma indústria perdendo fôlego. Embora possa haver sinais positivos para o mercado de trabalho e confiança, os resultados da indústria não têm nenhum sinal de uma recuperação no setor. Os sinais de junho não indicam qualquer possibilidade de uma reversão”, avaliou o Gerente da Pesquisa, André Macedo. O IBGE informou que houve perdas generalizadas entre as categorias, sendo a mais acentuada em bens de consumo semi e não-duráveis, de -1,2%. Os segmentos de bens de consumo duráveis (-0,6%), de bens de capital (-0,4%) e de bens intermediários (-0,3%) também apresentaram recuo na produção em junho. Entre os 26 ramos pesquisados, 17 tiveram queda, sendo as principais influências negativas produtos alimentícios (-2,1%), máquinas e equipamentos (-6,5%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (-1,7%).

REUTERS

Balança comercial brasileira tem pior julho em 5 anos, com superávit de US$2,293 bi

A balança comercial brasileira registrou superávit de 2,293 bilhões de dólares em julho, pior para o mês desde 2014 (1,562 bilhão de dólares), com a fraqueza da economia sendo refletida tanto na ponta das exportações quanto das importações

O dado, divulgado pelo Ministério da Economia na quinta-feira, mostra que no mês, as exportações tiveram queda de 14,8% ante julho de 2018, pela média diária, a 20,054 bilhões de dólares. Já as importações caíram 8,9% na mesma base de comparação, a 17,761 bilhões de dólares. No acumulado dos sete primeiros meses do ano, a balança comercial ficou positiva em 28,369 bilhões de dólares, recuo de 16,3% sobre igual etapa do ano passado. “(Há) menor demanda externa por conta da desaceleração da economia mundial e menor demanda interna por conta de desempenho aquém do esperado para a economia nacional”, avaliou o Subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior, Herlon Brandão. Depois de iniciar 2019 prevendo uma alta de 2,5% para o Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, o governo foi revisando sua perspectiva para baixo, até cortá-la a 0,81% no último mês. Do lado das exportações, o desempenho negativo foi verificado em todas as categorias em julho, com destaque para os embarques de produtos básicos, que recuaram 16,7% ante igual mês do ano passado. No mês, houve diminuição de 61,2% nas vendas de petróleo em bruto e de 34,6% da soja em grão, dois importantes produtos da pauta comercial brasileira. Olhando para as demais categorias, as exportações brasileiras de manufaturados e semimanufaturados caíram 12,3% e 4,6% em julho, respectivamente.

REUTERS

Preços globais dos alimentos recuam em julho pelo segundo mês consecutivo, diz FAO

Os preços mundiais dos alimentos caíram pelo segundo mês consecutivo em julho, após cinco altas mensais consecutivos anteriormente, puxados pelas quedas nos preços de alguns cereais, laticínios e açúcar, informou a agência de alimentos da ONU na quinta-feira. O índice de preço da carne subiu 0,6% em julho ante junho, registrando o sexto mês consecutivo de aumento moderado.

O índice de preços de alimentos da Organização para Agricultura e Alimentação (FAO), que mede as variações mensais de uma cesta de cereais, oleaginosas, laticínios, carnes e açúcar, ficou em média de 170,9 pontos no mês passado, ante 172,7 pontos revisados em junho. O número de junho havia sido divulgado anteriormente como 173,0. O índice de preços de cereais da FAO caiu 2,7% em relação a junho devido aos menores preços do trigo e do milho, mas ainda subiu 4,1% em relação ao nível de julho do ano passado. O índice de preços do arroz da FAO marcou seu quinto mês sucessivo de estabilidade, disse à agência. O índice de preços de laticínios da FAO caiu 2,9% em relação a junho, o segundo mês consecutivo de queda, com recuo de quase 3% em comparação com o mesmo mês do ano passado. As cotações da manteiga foram as que mais caíram, seguidas por queijo e leite em pó integral. O índice de preços do açúcar da FAO caiu 0,6% em julho em relação ao mês anterior. Por outro lado, o índice de preços do óleo vegetal aumentou 0,8% em relação ao mês anterior, com os preços do óleo de soja e girassol mais firmes mais do que compensando uma queda nos valores do óleo de palma. O índice ainda estava 11% abaixo do nível do ano passado.

REUTERS

EMPRESAS

JBS conclui compra de frigorífico de suínos no Rio Grande do Sul

A JBS informou, em comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que concluiu nesta quinta-feira a compra de um frigorífico de suínos da Adelle Indústria de Alimentos, em Seberi (RS), anunciada em abril

A transação, fechada por R$ 235 milhões, envolveu também o sistema de integração da unidade. A conclusão da operação ocorreu após aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), dentre outras condições usuais a este tipo de operação. Em nota, a JBS disse que a operação “está em linha com a estratégia da companhia de aumentar a sua capacidade de processamento de suínos”.

VALOR ECONÔMICO

FRANGOS & SUÍNOS

SUÍNOS/CEPEA: apesar do recuo do vivo, poder de compra aumenta

Em julho, as cotações do suíno vivo registraram movimento de baixa, segundo informações do Cepea

Em julho, as cotações do suíno vivo registraram movimento de baixa, segundo informações do Cepea. A retração gradativa nos valores pagos pelo animal vivo esteve relacionada, dentre outros fatores, ao menor ritmo de compras por parte das indústrias, principalmente as que exportam. Apesar disso, a média do mês ainda supera a de junho. Com as quedas nos preços de milho e farelo de soja, o poder de compra do suinocultor melhorou nas regiões SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba) e Oeste Catarinense. Segundo a Equipe de Grãos do Cepea, a baixa nos preços do milho se deve ao avanço da colheita da segunda safra, o que aumenta a disponibilidade do produto no País. Para o farelo de soja, as negociações estiveram mais lentas, pois os compradores que adquirem grandes volumes estavam abastecidos e, em alguns casos, o insumo está sendo substituído por farelo de algodão e polpa cítrica.

CEPEA/ESALQ

Frango: julho termina com preços menores na comparação mensal

No fechamento de julho, as cotações na granja apresentaram queda de 3,9% na comparação mensal. O recuo mensal foi o segundo registrado em 2019

Durante todo o mês, a cotação nas granjas paulistas se manteve em R$3,30 por quilo. Apesar do recuo na comparação mês a mês, o preço segue favorável em relação a igual período do ano passado. No acumulado dos sete primeiros meses de 2019, a valorização na granja foi de 26,6% frente a igual período do ano passado, em valores nominais. Para o curto prazo, o início do mês deve melhorar a demanda e trazer firmeza aos preços. Além disso, o retorno das aulas e da merenda escolar ajudam na expectativa.

SCOT CONSULTORIA

Exportação de carne suína avança 4,7% em julho

Brasil exportou 59,8 mil toneladas de carne suína in natura no último mês

As exportações brasileiras de carne suína in natura registraram alta de 4,7% em volume em julho na comparação com igual período do ano passado, segundo dados divulgados na quinta-feira, 1 de agosto, pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex). No total, o país enviou 59,8 mil toneladas do produto para o mercado internacional no último mês. Em valor, as exportações brasileiras de carne suína in natura cresceram 29,7% na mesma base de comparação, para US$ 137,1 milhões. O preço médio de exportação da carne suína in natura ficou em US$ 2.292,4 a tonelada, alta de quase 24% ante os US$ 1.852,8 registrados no ano passado. Na comparação com junho, as exportações de carne suína no último mês registraram aumento de 7,4% em volume e de 7% em valor. O preço médio, por sua vez, recuou 0,4% na comparação mensal.

PORTAL DBO

Exportação de carne de frango registra queda de 18,6% em julho

Brasil exportou 357,2 mil toneladas de carne de frango in natura no último mês

As exportações brasileiras de carne de frango in natura registraram queda de 18,6% em volume em julho na comparação com igual período do ano passado, segundo dados divulgados na quinta-feira, 1 de agosto, pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex). No total, o país enviou 357,2 mil toneladas do produto para o mercado internacional no último mês. Em valor, as exportações brasileiras de carne de frango in natura caíram 8,54% na mesma base de comparação, para US$ 602,3 milhões. O recuo ocorreu mesmo com uma alta de 12,3% no preço médio de exportação da carne de frango, para US$ 1.686,0 a tonelada ante US$ 1.501,7 registrados em julho do ano passado. Na comparação com junho, as exportações de carne de frango no último mês ficaram praticamente estáveis, com recuo de 0,14% em volume e alta de 3,7% em valor. O preço médio, por sua vez, avançou 3,8% na comparação mensal.

PORTAL DBO

INTERNACIONAL

China se tornou o principal comprador de carne da Nova Zelândia

A China posicionou-se como o maior comprador de carne bovina da Nova Zelândia, superando os Estados Unidos em 2018/19, segundo a Meat Industry Association (MIA)

Nesse período, a Nova Zelândia colocou 38% de suas exportações totais na China, em comparação com 34% que vendeu para os Estados Unidos. De acordo com informações publicadas pela MIA, a Nova Zelândia aumentou seu faturamento total em 8% para as vendas de carne bovina, ovina e miúdos. No total, US $ 8.800 milhões foram vendidos com um volume de 453.200 toneladas de carne bovina, 13% a mais, e 399.470 toneladas de carne ovina. As exportações de carne são a segunda fonte de renda para a Nova Zelândia após os produtos lácteos.

El País Digital

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