CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1041 DE 24 DE JULHO DE 2019

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Ano 5 | nº 1041| 24 de julho de 2019

NOTÍCIAS

Demanda fraca esfriou o mercado de carne bovina no atacado

Após três semanas seguidas de valorizações no mercado atacadista de carne bovina, os preços estacionaram

Na semana passada, na média de todos os cortes desossados pesquisados, as cotações tiveram variação positiva de 0,04%. Apesar da demanda estar enfraquecida, a redução na disponibilidade de matéria-prima (entressafra) ajudou a sustentar os preços no atacado. Porém, à medida que nos aproximamos do final do mês, o quadro de vendas ruins tende a se agravar. Atualmente a diferença entre o preço pago pelo boi gordo e as receitas com as vendas da produção dos frigoríficos (carne, subprodutos e derivados) está em 20,1%, colada na média história. A margem melhorou na comparação mensal, entretanto, no mesmo período do ano passado o indicador estava próximo de 29,0%.

SCOT CONSULTORIA

Oferta menor para abate dá sustentação ao mercado do boi no Norte do país

No Norte do Tocantins e em Redenção-PA a oferta de boiadas para abate está curta e a ponta compradora entrou no mercado ofertando preços acima das referências

Em Redenção-PA, segundo levantamento da Scot Consultoria, as programações de abate atendem ao redor de dois dias e a cotação subiu 0,7% na última terça-feira (23/7), na comparação dia a dia. Em contrapartida, em outras regiões, a maior oferta de gado terminado de cocho no início desta semana melhorou a disponibilidade de matéria-prima para as indústrias, pressionando os preços para baixo, como foi visto nas praças de Belo Horizonte-MG, Triângulo Mineiro e no Sudeste do Mato Grosso. Em São Paulo, o escoamento de carne bovina está baixo, e, como estratégia, as indústrias recuaram nas compras mantendo as programações de abate, em média, em quatro dias. Alguns frigoríficos paulistas com escalas acima da média, ficaram fora das compras no dia 23/7.

SCOT CONSULTORIA

Exportações dAS carneS: alta de 22% em julho

Na média do mês (primeiros 15 dias úteis de julho), a receita atual continua negativa, apresentando queda de 1,7% e de 2% em relação a junho passado e a julho de 2018

No consolidado atual, envolvendo apenas carnes in natura, se projetam os seguintes resultados para o mês: Carne suína: perto de 66 mil toneladas, 18,5% e 15,5% a mais que o exportado respectivamente em junho passado e o mesmo mês de 2018; Carne bovina: pouco mais de 135 mil toneladas, com incremento mensal de 22% e anual de 4%;  Carne de frango: cerca de 392 mil toneladas, quase 10% a mais que o exportado em junho passado. O preço médio obtido pelas três carnes registra variação positiva em relação ao mês anterior. Já na comparação com julho de 2018, a carne bovina ainda não conseguiu reverter a evolução negativa de preço que vem sendo registrada há algum tempo.

PECUARIA.COM.BR

Mato Grosso teve estagnação na média dos preços de cortes de carne no semestre, diz Imea

O IMEA – Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária – informou que ao comparar o fechamento do 1° semestre em relação ao mesmo período do ano passado, os preços do atacado e varejo, em termos nominais, apresentaram significativo acréscimo de 9,10% e de 9,74%, respectivamente

“No entanto, quando se analisa somente o comportamento dos seis meses deste ano, nota-se que a demanda no mercado interno vem perdendo fôlego. Isso porque quando se compara junho com janeiro deste ano verifica-se uma certa estagnação na média dos preços de cortes nos mercados atacadista e varejista: a cotação da carcaça casada, por exemplo, aumentou apenas 0,21% no período e a média dos cortes do varejo,0,92%, limitada, principalmente, pela queda nos cortes dianteiros”, analisam os economistas. O instituto apurou “que este cenário ficou mais intenso a partir do final de junho, uma vez que o consumidor tem demandado mais cortes traseiros apenas para o final de semana, além do início do período de férias e do frio. Assim, aliado com a oferta de animais ainda satisfatória, o momento precisa de um maior impulso para aumento da arroba”. O IMEA informou ainda que a semana passada foi marcada pela intensa quantidade de gado macho sendo ofertado, enquanto que a de fêmeas começou a apresentar reduções. Com isso, os preços de ambos fecharam a R$138,33 e R$129,56, respectivamente.

IMEA

Boa movimentação com animais de reposição em Mato Grosso

O mercado de reposição está movimentado em Mato Grosso. Como grande parte dos pastos secaram, a maior procura é por animais mais erados para serem terminados em sistemas intensivos

Nas últimas semanas, os vendedores têm ficado menos resistentes nas negociações, quadro que trouxe mais liquidez para o mercado. No entanto, o produtor que procura por garrotes (9,5@) ou bois magros (12@) se deparou com preços maiores este ano. Em relação ao mesmo período de 2018 essas categorias estão, em média, 10,8% mais caras (em valores nominais). Esse cenário pode afastar os invernistas das compras, contudo, vale destacar que a cotação do boi gordo também reagiu neste intervalo. Na média das quatro praças pecuárias pesquisadas pela Scot Consultoria a referência para a arroba em Mato Grosso subiu 9,4% em doze meses, também em valores nominais.

SCOT CONSULTORIA

ECONOMIA

Dólar tem maior salto em mais de um mês, puxado por exterior

O dólar teve na terça-feira a maior alta diária ante o real em mais de um mês, na esteira dos ganhos da moeda norte-americana no exterior, que operava nas máximas em cinco semanas com sinais de força da economia dos Estados Unidos

A volatilidade cambial teve nesta terça a maior alta desde o fim de junho, quebrando uma sequência de quatro baixas consecutivas que haviam levado essa medida de incerteza no câmbio ao menor patamar desde julho de 2014. O real esteve entre as divisas que mais perdeu terreno nesta sessão, depois de vários pregões recentes na ponta de valorização, quando captou o efeito positivo do andamento da agenda brasileira de reformas. No exterior, o dólar saltava a máximas em cinco semanas ante uma cesta de moedas, em alta contra praticamente todos os seus principais rivais. O dólar voltou a tomar fôlego no mundo depois de o Fed de Nova York conter expectativas de um corte mais agressivo de juros nos EUA no fim deste mês. Além disso, a moeda tinha suporte nesta sessão com o acordo firmado entre a Casa Branca e líderes do Congresso norte-americano para evitar um novo “shutdown”. Nesse cenário, o diferencial de taxas entre os dois países ficaria menos favorável ao Brasil, com menor estímulo a fluxos para a renda fixa doméstica. Isso teria efeito de conter fluxos de dólar ao país, o que por tabela poderia dar sustentação ao dólar em patamares ainda altos. “Qualquer leitura do IPCA-15 (de julho) abaixo de 0,13% provavelmente turbinará apostas de cortes da Selic e poderá reverter a queda recente do dólar”, disse Dimitri Zabelin, analista do DailyFX. O IPCA-15 subiu apenas 0,09%, e no mercado de DI investidores ampliaram posições em prol de um corte de 0,50 ponto percentual da Selic no fim deste mês. O dólar à vista subiu 0,89% nesta terça, a 3,7729 reais na venda. É a mais forte valorização desde 14 de junho (+1,16%). O patamar de encerramento é o mais alto desde 8 de julho (3,8081 reais). Na B3, o contrato de dólar futuro mais líquido tinha ganho de 0,88%, a 3,7770 reais.

REUTERS

Ibovespa tem baixa em sessão marcada pelo início da safra de balanços

O Ibovespa teve leve baixa na terça-feira, com o otimismo de um possível avanço das negociações entre Estados Unidos e China compensando parcialmente o efeito do declínio das ações da Vale, em dia também marcado pelo início da temporada de balanços do segundo trimestre de empresas da bolsa paulista

O principal índice da bolsa paulista teve baixa de 0,24%, a 103.704,28 pontos. O giro financeiro da sessão somou 10,6 bilhões de reais. Os índices de Wall Street fecharam em alta após a notícia de que o representante de Comércio dos Estados Unidos, Robert Lighthizer, e funcionários de alto escalão dos EUA viajarão a Xangai na segunda-feira para reuniões presenciais sobre comércio com autoridades chinesas, informou a Bloomberg, citando fontes não identificadas. No cenário doméstico, o foco foi o início da safra de balanços trimestrais, com Santander apresentando resultados sólidos. Cielo divulga seu balanço após o fechamento. A JBS ON avançou 3,1%. A empresa anunciou na terça-feira uma operação para captar ao menos 500 milhões de dólares em notas no exterior com prazo de 10,5 anos, informou o IFR, serviço da Refinitiv.

REUTERS

FMI reduz projeção de crescimento do Brasil para 0,8%

Queda na estimativa do PIB brasileiro reflete na região. Segundo novo relatório do organismo, a atividade desacelerou notavelmente na América Latina, que deve crescer 0,6% em 2019

O panorama revelado pelas previsões globais, publicadas na terça-feira, é ainda um pouquinho mais sombrio que o conhecido até agora: mais tarifas, mais incertezas, mais incertezas e mais tensões geopolíticas. Tudo isso se traduz em um crescimento inferior. O mundo vai crescer 3,2% neste ano e 3,5% no próximo, um décimo menos tanto em 2019 como 2020. No Brasil, a revisão é ainda maior. O Fundo Monetário Internacional (FMI) cortou a projeção de crescimento do Brasil para este ano de 2,1% para 0,8% e diminuiu também a estimativa de 2020, que passou de 2,5% para 2,4%. Em relatório divulgado na terça-feira, com as previsões globais, o organismo afirmou que expectativa se enfraqueceu consideravelmente já que persistem as incertezas sobre a aprovação da reforma da Previdência e de reformas estruturais. Puxada pelo Brasil, a projeção para a América Latina também caiu. A região deve crescer 0,6% neste ano (0,8 ponto percentual abaixo do estimado em abril). Para 2020, a previsão é de avanço de 2,3%. A considerável revisão para baixo em 2019 também é um reflexo da economia mexicana. De acordo com o FMI, os investimentos no México continuam fracos e o consumo das famílias desacelerou, refletindo a incerteza política, o enfraquecimento da confiança e o aumento dos custos dos empréstimos no país.

EL PAÍS

EMPRESAS

Frigorífico paraguaio é oferecido à Marfrig

Segunda maior indústria de carne bovina do Paraguai, o Frigorífico Concepción está à venda e pode terminar nas mãos de grupos brasileiros. O Valor apurou que a Marfrig Global Foods avalia a possível aquisição

A JBJ Investimentos, holding do empresário Júnior Friboi – irmão de Joesley e Wesley Batista – também foi sondada por assessores da companhia paraguaia, de acordo com uma fonte. No Brasil, a JBJ é dona do frigorífico Mataboi. A pedida inicial do Concepcíon é considerada alta, de US$ 230 milhões (cerca de R$ 865 milhões), mas já é um montante inferior aos US$ 300 milhões que o grupo pedia há alguns anos. No auge, o frigorífico paraguaio faturou mais de US$ 400 milhões. Procurada pela reportagem, a Marfrig não comentou. Por email, o JBJ disse desconhecer “a informação de que a JBJ estaria avaliando a aquisição do referido frigorífico”. O Concepción não foi localizado. De acordo com três fontes a par do assunto, os bancos Fator e Santander podem participar da transação. Se um grupo brasileiro adquirir o Concepción, os frigoríficos sediados no Brasil ampliarão o protagonismo no Paraguai, abocanhando aproximadamente 70% das exportações de carne bovina e da capacidade de abate do país sul-americano. Hoje, a brasileira Minerva Foods lidera a indústria paraguaia de carne, com quase 45% das exportações. No setor, avaliação é que a Marfrig é a principal candidata a comprar o Concepción. O Paraguai é o único dos países sul-americanos relevantes para a pecuária no qual a Marfrig não está presente. Conforme dados do Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal (Senacsa) do governo paraguaio, as exportações de carne bovina do país renderam US$ 1 bilhão no ano passado. Do montante, o Concepcíon angariou US$ 291 milhões, segundo relatório de maio da agência de classificação de risco paraguaia Solventa. Fundado em 1997, o Frigorífico Concepción é controlado por Jair Lima, brasileiro radicado no Paraguai. No ano passado, ele esteve no epicentro de um escândalo político envolvendo a suspensão temporária das exportações de carne do grupo, o que prejudicou os resultados. Inicialmente, a empresa foi proibida pelo governo paraguaio de exportar após a descoberta de cargas de carne bovina trazidas ilegalmente do Mato Grosso do Sul – o produto teria sido internalizado no país por meio da fronteira entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero. Maior destino das exportações do Paraguai, a Rússia segue sem comprar carne bovina da empresa, conforme dados disponíveis no site do serviço sanitário da Rússia (Rosselkhoznadzor). Com o veto russo e as restrições temporárias aplicadas pelo governo paraguaio, a receita do Concepcíon com as exportações caiu mais de 20% no ano passado, passando de US$ 392 milhões em 2017 para US$ 291 milhões no último ano, segundo relatório da Solventa.

VALOR ECONÔMICO

FRANGOS & SUÍNOS

Carne de frango: julho sinaliza 3º maior volume mensal da história

Os 15 primeiros dias úteis de julho indicam embarques médios de 17.038 toneladas diárias

Os dados semanais da SECEX/ME, relativos à terceira semana de julho e aos 15 primeiros dias úteis do mês (de um total de 23 dias úteis) sinalizam a possibilidade de alcançar-se, neste mês, o terceiro maior volume da história das exportações brasileiras de carne de frango. Os 15 primeiros dias úteis de julho a SECEX/ME indicam embarques médios de 17.038 toneladas diárias, volume que mantém o atual resultado 9,51% e 14,48% abaixo do que foi registrado há um mês e há um ano ou embarque de pouco mais de 255 mil toneladas de produto in natura. Com o fato de julho ter maior número de dias úteis que junho passado (19 dias úteis) e julho de 2018 a movimentação sinaliza volume mensal superior a 390 mil toneladas. Volumes acima só foram registrados em duas ocasiões: em julho de 2015 (409.823 toneladas) e em julho do ano passado (438.296 toneladas). O preço médio até agora registrado voltou a aproximar-se dos US$1.700,00 por tonelada. Mantida até o final do mês, a média ora registrada (pouco mais de US$1.697/t) corresponderá ao melhor valor alcançado nos últimos quatro anos pela carne de frango in natura.

AGROLINK

Preços de processados devem aumentar no 2º semestre e beneficiar BRF

Os preços de alimentos processados no Brasil devem aumentar no segundo semestre, refletindo o impacto da alta do suíno para processadores que não têm produção de animais integrada ao negócio, segundo relatório divulgado pelo Bradesco BBI em meados de julho

Processadores não integrados, que precisam comprar suínos de terceiros, devem continuar a sofrer compressão das margens enquanto custos do animal continuam a subir impactados pela peste suína africana na China, escreveu o analista do Bradesco BBI, Leandro Fontanesi, em relatório. As carnes processadas deverão ser aquelas a sofrer os maiores aumentos de preço já que as empresas de carne têm mais facilidade para repassar os custos a esta categoria de produtos do que no caso das carnes frescas. A BRF, que é a companhia processadora de carnes mais integrada em sua cadeia de produção, deverá ser a maior beneficiada por esse cenário de aumento de preços e é a principal aposta do analista entre as ações de empresas deste setor. Fontanesi estima uma alta de 11% nos preços de alimentos processados da BRF em 2019 e de 5% em 2020. Dados da inflação brasileira já indicavam em meados de julho que os preços de presunto e linguiça começaram a refletir os aumentos nos custos de suínos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) citados pelo Bradesco BBI. Os preços de suínos estão agora 60% superiores que no mesmo período do ano passado, enquanto os preços de presunto/linguiça para consumidores aumentaram cerca de 6%, recuperando-se de uma comparação anual estável no início do ano, escreveu o analista em relatório com data de 12 de julho.

CARNETEC

Fortes quedas nos preços do suíno

O mercado de suínos teve mais uma semana de desvalorizações. As vendas no mercado interno continuam debilitadas, o que fez com que os compradores pisassem no freio, para não acumular estoques

Na última semana, a cotação da carne no atacado teve queda de 5,1%, com a carcaça negociada atualmente, em média, em R$7,40 por quilo. Nas granjas paulistas, o preço do animal terminado saiu da casa dos três dígitos e está cotado, em média, em R$92,50 por arroba, recuo de 7,5% nos últimos sete dias. Apesar da redução no preço da carne suína, dentre as principais concorrentes (carne bovina e de frango), a proteína suína segue com maior valorização desde janeiro, o que afeta sua competitividade.

SCOT CONSULTORIA

INTERNACIONAL

China abre portas para lácteos do Brasil e habilita 24 unidades, diz governo

A China abriu o mercado para lácteos brasileiros e habilitou 24 estabelecimentos do Brasil para exportação de produtos como leite em pó e queijos, de acordo com o Ministério da Agricultura na terça-feira

A habilitação dos chineses acontece em um momento em que o país aguarda a autorização para dezenas de unidades exportadoras de carnes pela China. Em nota, a Ministra da Agricultura, Tereza Cristina, disse que a abertura do mercado lácteo impulsionará a cadeia produtiva do leite, que está em dificuldades, segundo ela. De acordo com o ministério, a certificação estava acordada com a China desde 2007, mas não havia nenhuma planta brasileira habilitada a exportar desde então. O ministério destacou que o Brasil produz 600 mil toneladas de leite em pó, enquanto China importa 800 mil toneladas. Entre os produtos que poderão ser exportados estão não fluidos, como leite em pó, queijos e leite condensado. Com a habilitação dos estabelecimentos, a expectativa é o setor exportar 4,5 milhões de dólares em queijos, estima a Viva Lácteos, segundo informação citada pelo ministério. Em 2018, os chineses importaram 108 mil toneladas em queijos, conforme a entidade. Já as exportações brasileiras de queijos cresceram 65,2% nos últimos três anos, afirmou a nota.

REUTERS

Importações de carne suína pela China saltam 62,8% em junho na comparação anual

As importações de carne suína pela China em junho tiveram forte alta frente ao mesmo mês do ano passado, mostraram dados de alfândega nesta terça-feira, com o maior consumidor global da carne abastecendo estoques depois que um surto de peste suína no país africana dizimou seu rebanho doméstico

A China importou 160.467 toneladas de carne suína em junho, um aumento de 62,8% em relação ao mesmo mês do ano passado, de acordo com dados da Administração Geral das Alfândegas. O número representa queda de 14% frente às 187.459 toneladas importadas em maio. O aumento ocorre em meio à disseminação da peste suína africana no maior rebanho de suínos do mundo, o que tem reduzido a produção e pressionando os preços da carne favorita do país. As importações de carne suína da China nos primeiros seis meses do ano atingiram 818.703 toneladas, um aumento de 26,3% em relação ao ano anterior. Os preços da carne suína no atacado na China subiram rapidamente na primeira quinzena de março, provocando grandes compras de carne de mercados estrangeiros, incluindo os Estados Unidos. As cotações vêm subindo rapidamente nas últimas semanas, com o preço médio da carne suína no atacado subindo 36,4% em relação ao ano anterior, para 23,76 iuanes (3,45 dólares) por quilo em 19 de julho. Os preços de carne suína no varejo também aumentaram nas últimas semanas, mas a um ritmo mais lento do que os preços de venda no atacado, com um aumento de 34,6% em relação ao ano anterior, para 27,29 iuanes por quilo em 10 de julho. Enquanto isso, a produção de carne suína do primeiro semestre na China caiu menos que o esperado, diminuindo 5,5% para 24,7 milhões de toneladas.

REUTERS

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