CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1031 DE 10 DE JULHO DE 2019

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Ano 5 | nº 1031| 10 de julho de 2019

NOTÍCIAS

Com baixa oferta de animais, arroba do boi gordo segue firme no Brasil

A tendência de curto prazo ainda remete a reajustes, avaliando a oferta tipicamente restrita no início da entressafra

O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar firmeza nos preços no decorrer da terça-feira, dia 9. A tendência de curto prazo ainda remete a reajustes, avaliando a oferta tipicamente restrita no início da entressafra. O analista da consultoria Safras&Mercado Fernando Henrique Iglesias afirma que a dificuldade na composição das escalas de abate é mais acentuada para os frigoríficos de menor porte. “Por sua vez, os frigoríficos de maior porte ainda contam com a incidência de boi a termo e de outras modalidades de parceria para mitigar os efeitos da restrição de oferta, desfrutando de uma posição mais confortável em sua programação”, comenta. O atacado voltou a se deparar com preços firmes ao longo da terça-feira. No curto prazo podem haver reajustes, avaliando a boa reposição entre atacado e varejo durante a primeira quinzena do mês. O movimento tende a perder intensidade no decorrer da segunda quinzena do mês, período que conta com menor apelo ao consumo. Corte traseiro permanece precificado a R$ 11,20, por quilo. Corte dianteiro permanece cotado a R$ 9,05, por quilo. Ponta de agulha ainda é precificada a R$ 8,20, por quilo. A expectativa em torno das exportações ainda é grande em meio ao surto da peste suína africana, que vem dizimando o rebanho da China, aumentando a necessidade de importação do país asiático. Veja o fechamento do mercado na terça:

São Paulo:  R$ 158

Uberaba (MG): R$ 150

Dourados (MS): R$ 147

Goiânia (GO): R$ 145

Mato Grosso: R$ 142

AGÊNCIA SAFRAS

Boi gordo: feriado e mercado lento em São Paulo

Em São Paulo, o mercado tende a voltar ao ritmo normal de negócios nesta quarta-feira, após o feriado do Dia da Revolução Constitucionalista (9/7)

Diante dessa situação, alguns frigoríficos foram às compras sem tanto afinco no início desta semana e outros não abriram as negociações. No estado as indústrias estão com escalas de abate confortáveis. Do lado vendedor, ainda são ofertadas boiadas de final de safra, que juntamente com os primeiros lotes de boiadas confinadas do primeiro giro, colaboraram com o cenário de escalas alongadas. Outro ponto que merece atenção é o frio dos últimos dias, que trouxe geadas em algumas regiões do sul de Mato Grosso do Sul, sul de Goiás, Minas Gerais, São Paulo e nos estados do Sul do país. Essa situação de clima adverso pode acarretar em um aumento de oferta momentânea nessas regiões, principalmente, nos estados do Sul, região onde a frente fria foi mais severa.

SCOT CONSULTORIA

Abate de novilhas bate recorde no 1º trimestre

Categoria representou expressivos 12,46% do total abatido no período

Entre janeiro e março deste ano, foram abatidas 983,97 mil novilhas, 18,24% a mais que no mesmo período de 2018 e um recorde para o período, informa balanço divulgado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), com base nos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O segundo maior volume de abate de novilhas, de 863,76 mil, foi verificado no período trimestre de 2014, quando o Centro-Sul nacional atravessou um período crítico de seca, o que levou pecuaristas a mandarem muitos animais para os ganhos dos frigoríficos, relembra o Cepea. O volume de novilhas abatidas no primeiro trimestre deste ano representou expressivos 12,46% do total, também um recorde de participação da categoria para esse período. Até então, a maior participação de novilhas no total, de 11,15%, havia sido verificada no segundo trimestre de 2018, destaca o instituto.

Segundo pesquisadores do Cepea, além de mudanças estruturais na cadeia, esse resultado observado nos abates de novilhas sinaliza que o mercado tem valorizado animais mais novos. “De olho nisso, pecuaristas aumentam o interesse em negociar fêmeas novas”, ressalta o instituto. Já para as vacas, o volume abatido no primeiro trimestre deste ano foi de 2,68 milhões de cabeças, quase 3% menos que no mesmo período de 2018. Somando o abate de novilhas e de vacas, portanto, o número foi de 3,66 milhões de cabeças. No caso de todas as fêmeas abatidas (novilhas e vacas), essas categorias representaram 46,5% do volume total dos abates. No ano passado, esse número foi de 3,595 milhões de cabeças (46,56% do total de bovinos) e em 2014, 3,931 milhões (46,95% do total). Considerando-se o abate total de animais, foram 7,894 milhões no primeiro trimestre deste ano, 2,23% acima do de janeiro a março de 2018 e 6,76% maior que em 2017. Levando-se em conta janeiro a março de anos anteriores, o volume abatido no primeiro trimestre de 2019 esteve abaixo apenas dos observados em 2007, 2013 e 2014, em, respectivamente, 0,8%, 2,88% e 5,72%.

PORTAL DBO

Textos oficializam divergências entre UE e Mercosul sobre freio a importação

O Brasil e a União Europeia (UE) demonstram ter interpretações divergentes sobre o sensível uso do”princípio de precaução” para um país rejeitar importações agrícolas de outro sob alegação de que fazem mal à saúde pelo acordo de livre-comércio Mercosul-União Europeia

Documentos oficiais confirmam as visões distintas. Segundo o MAPA, pelo acerto entre os dois blocos, o mecanismo “só pode ser usado com base em evidências científicas e o ônus da prova é do país que apresentar a reclamação” contra o produto importado. E destaca que o princípio de precaução “não se aplica a medidas sanitárias e fitossanitárias”. Ontem foi a vez de a UE publicar um resumo sobre a parte agrícola do acordo, no qual enfatiza que “continua livre para regular segurança dos alimentos” e define o que entende pelo princípio de precaução no acordo com o Mercosul. “Princípio da precaução significa que os governos têm o direito legal de agir para proteger a saúde humana, animal ou vegetal, ou o ambiente, em face do risco percebido, mesmo quando a evidência científica [sobre os riscos da importação do produto] não é conclusiva”, afirma o documento europeu. Ou seja, a UE considera ter ampla margem para usar o mecanismo, sem a necessidade que o Mercosul aponta de ser apresentada evidência científica para justificar a rejeição de um produto importado. O Ministério da Agricultura (Mapa) diz em seu documento que, caso o princí9pio de precaução seja utilizado para fins protecionistas, o Mercosul pode contestar a medida na Organização Mundial do Comércio (OMC). Conforme o ministério, o princípio de precaução foi incluído no capítulo que trata do desenvolvimento sustentável (ambiente) e da segurança e saúde no trabalho. Para a UE, seu direito de usar livremente o mecanismo está expressamente mencionado no capítulo sobre comércio e desenvolvimento sustentável. Princípio de precaução sempre foi uma questão altamente sensível para a agricultura brasileira. O Brasil só aceitou o mecanismo depois que, na barganha final em Bruxelas, os europeus ameaçaram que, sem ele, não haveria acordo.

VALOR ECONÔMICO

Brasil e Paraguai fecham acordo para fortalecer controle sanitário na fronteira

Memorando de entendimento foi firmado em reunião da ministra Tereza Cristina e secretários com o ministro da Agricultura paraguaio e equipe técnica, em Assunção

Brasil e Paraguai firmaram na terça-feira (9) um memorando de entendimento sobre temas na área sanitária animal e vegetal. O assunto foi tratado em encontro da Ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) com o Ministro da Agricultura paraguaio, Denis Lichi, em Assunção. Segundo a ministra, o memorando trata de temas como vazio sanitário, uso de defensivos agrícolas, época de plantio de soja e a construção de um banco de vacinas público de aftosa entre os dois países. “Tratamos de assuntos de interesse entre os dois países na área sanitária animal e vegetal visando os mercados que temos em conjunto e que poderemos aumentar essa abertura de mercado entre os nossos países”, disse. Segundo ela, a cada três ou quatro meses haverá uma reunião conjunta entre os dois países para avançar nesses temas. Para o Secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, José Guilherme Leal, os acordos reforçam o controle nas fronteiras. “Isso dá mais credibilidade e segurança aos pecuaristas em relação aos seus rebanhos e respaldo no mercado internacional, pelo reforço integrado dos dois países”, afirmou o secretário, após a reunião. Segundo ele, o reforço acertado envolve questões sanitárias em cadeias muito importantes, como a pecuária de corte. “E, na área vegetal, o foco é na cadeira produtiva da soja, no controle da ferrugem asiática. Vai permitir maior eficiência do nosso serviço sanitário”, explicou.

MAPA

ECONOMIA

Indicadores sinalizam a melhora do emprego no 2º semestre, aponta FGV

Menor incerteza no cenário político e previsão de atividade mais aquecida no segundo semestre impulsionaram melhora em dois indicadores de emprego da Fundação Getulio Vargas (FGV). Após recuar por quatro meses, o Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) subiu 0,8 ponto entre maio e junho, para 86,6 pontos, informou ontem a fundação

Já o Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) caiu 1,1 ponto para 94,6 pontos. Mas a continuidade da melhora ainda é uma incógnita, na análise de Rodolpho Tobler, economista da FGV. Isso porque é preciso ver se a atividade econômica mais aquecida se confirmará neste semestre – e se ela se converterá em maior abertura de vagas. Cinco componentes contribuíram positivamente para o IAEmp em junho. Os destaques foram os de expectativas dos consumidores em relação ao emprego nos seis meses seguintes e o que avalia a percepção sobre a situação atual dos negócios das empresas do setor de Serviços, que subiram 7,4 pontos e 6,4 pontos, entre maio e junho, respectivamente. Já no caso do ICD, a classe de renda que mais contribuiu para o recuo foi a de consumidores com renda familiar mensal de R$ 2,1 mil a R$ 4,8 mil. Foram observados sinais de cenário melhor para os próximos meses, tanto para a economia quanto para a política. Ocorreram avanços no andamento da reforma da Previdência, que, se aprovada, vai conferir maior confiança. Apesar de sinais claros de atividade fraca no primeiro semestre, há um entendimento tanto de mercado quanto do empresariado de que a economia vai operar de forma mais aquecida. Mesmo assim, ele chamou atenção para o fato de que, mesmo com a alta em junho, o IAEmp opera em patamar muito baixo. Em maio, o indicador estava em 85,8 pontos, menor pontuação desde junho de 2016 (82,2). O especialista reiterou ser fundamental, além da aprovação da Previdência, ações mais incisivas do governo para reativar a economia e impulsionar o aumento de abertura de vagas.

VALOR ECONÔMICO

Trajetória da dívida é insustentável, diz Cysne

A trajetória atual de expansão da dívida pública é insustentável e a simples aprovação da reforma da Previdência nos moldes atuais – sem a inclusão de Estados e municípios e com a elevação de impostos para cobrir parte do déficit previdenciário – é insuficiente para reverter esta tendência negativa

A afirmação do economista Rubens Penha Cysne, professor da Escola Brasileira de Economia e Finanças (FGV EPGE), se baseia num estudo que analisa o comportamento do superávit primário em relação à variação da razão entre dívida e PIB (Produto Interno Bruto). Os dados cobrem o período de 2003 a maio de 2019. “Os dados mostram que o país terá que alterar fortemente sua trajetória fiscal no futuro próximo, em relação ao que tem praticado há mais de uma década”, sustenta Cysne, coautor do levantamento, realizado em parceria com o professor Eduardo Lima Campos, da EPGE. Para zerar no longo prazo o crescimento da dívida líquida, seria necessário um superávit primário de 3,4% do PIB, de acordo com os cálculos de Cysne e Campos. Na verdade, o esforço fiscal teria de ser ainda maior nas condições atuais, destacam os autores. Isso porque o país gasta mais do que arrecada, mesmo sem levar em conta o pagamento de juros da dívida pública – o déficit primário equivale a 1,7% do PIB. Consequentemente, zerar a expansão da dívida exigiria um esforço da ordem de 5,1% do Produto Interno Bruto. “[É algo que] absolutamente não é factível”, afirma Cysne Os dados que serviram de base para o estudo indicam que o chamado “coeficiente de reação fiscal” – que mede o quanto o superávit primário (como fração do PIB) varia quando a dívida se eleva – vem se deteriorando desde 2003. A situação se agravou significativamente a partir do início de 2012. Do ponto de vista macroeconômico, o ideal é que o superávit cresça quando se eleva a razão dívida/ PIB, explica Cysne. E é igualmente desejável que a reação fiscal, além de positiva, seja suficientemente alta para compensar a diferença entre juros (incidentes sobre a dívida pública) e a taxa de crescimento da economia (que pressiona para baixo a relação dívida/PIB). O levantamento aponta ainda uma mudança no coeficiente de reação fiscal, que passou de positivo para negativo a partir de outubro de 2017. Na prática, o indicador negativo significa que, a partir desse momento, o déficit fiscal cresce à medida em que a dívida pública aumenta.

VALOR ECONÔMICO

Endividamento das famílias atinge maior patamar em 6 anos, diz CNC

Um movimento de recuperação no mercado de crédito levou o porcentual de famílias endividadas à sexta alta mensal consecutiva, e ao maior patamar em seis anos. É o que mostrou na terça-feira a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) ao divulgar a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic)

No levantamento, 64% das famílias pesquisadas declararam-se endividadas em junho, superior à de maio (63,4%), acima de junho do ano passado (58,6%) e a maior desde julho de 2013 (65,2%). Condições melhores no acesso ao crédito, como juros menores e inflação em baixa, levaram ao maior acesso à tomada de empréstimos, afirmou Mariana Hanson, pesquisadora da CNC. O cenário fez com que a parcela de orçamento mensal familiar, comprometida com dívidas, aumentasse de 29,3% para 29,5% entre maio e junho, maior taxa desde setembro do ano passado (29,6%). Mas, para a especialista da CNC, o crescimento no volume de famílias com empréstimos não deve durar. Isso porque as famílias já operam no limite do endividamento em junho. Para ela, é preciso alguma reação na atividade econômica, com impacto no mercado de trabalho e na renda do trabalhador, para que o orçamento familiar possa comportar novos empréstimos, notou Mariana. Mesmo a pesquisa mostrando alto grau de endividamento das famílias, a pesquisadora notou alguns aspectos positivos no levantamento. Marianne detalhou que o aumento no endividamento foi mais deslocado para empréstimos de longo prazo, do que para dívidas de curto prazo, afirmou ela. Um dos exemplos citados por ela foi financiamento de casa. Esse tópico foi lembrado por 8,8% dos que admitiram dívidas em junho. Embora seja bem menor do que a fatia em junho para cartão de crédito (citado por 78,8% dos endividados, e novamente ocupando primeira posição entre dívidas mais lembradas) foi maior do que de maio (8,5%); e o maior desde outubro do ano passado (9,6%). O levantamento mostrou ainda sinais de estabilidade, ou até mesmo queda nos indicadores de inadimplência. Entre as famílias endividadas, a parcela de famílias com dívidas ou contas em atraso foi de 23,6% em junho deste ano, abaixo de maio (24,1%); e de junho do ano passado (23,7%). Ao mesmo tempo, as famílias endividadas que declararam não ter condições de pagar seus empréstimos foi de 9,5%, igual a de maio deste ano. Entretanto, essa fatia de 9,5% foi superior a junho do ano passado (9,4%) e o mais elevado desde outubro do ano passado (9,9%). A economista da confederação admitiu que o percentual de inadimplência sem condição de pagamento é expressivo em junho. Ela frisou ser necessária algum tipo de melhora mais firme no mercado de trabalho, para aliviar mais o perfil de endividamento das famílias.

VALOR ECONÔMICO

FRANGOS & SUÍNOS

Exportações de carne suína iniciam julho em alta

Média diária de embarque e preço pago por tonelada são maiores que as médias registradas em junho

As exportações de carne suína in natura continuam crescendo neste início de mês. Com os casos de Peste Suína Africana que atinge a Ásia a demanda está cada vez maior e este cenário tem beneficiado o Brasil. Somente nos primeiros cinco dias do mês já foram embarcadas 15,2 mil toneladas ao mercado externo o que representa US$ 35,2 milhões. Os dados são do Ministério da Economia, Indústria, Comércio Exterior e Serviços. A média diária de embarques registrou um aumento de 3,5% passando de 2,9 mil toneladas em junho para 3,0 mil toneladas na primeira semana de julho. Na comparação com julho de 2018 os embarques diários cresceram 16,9%, a média registrada no período foi de 2,6 mil toneladas por dia. Houve também valorização nos preços pagos por tonelada. Em junho a média de preço registrada foi de US$ 2.301,8, passando a US$ 2.321,70 nesta primeira semana do mês, registrando uma valorização de 0,9%. Com relação a julho de 2018 a valorização chega a 25,3%l, visto que no período o valor pago era de US$ 1.852,80. Se as médias diárias se manterem, em julho as exportações de carne suína podem chegar a 70 mil toneladas remessadas ao mercado externo.

SUINOCULTURA INDUSTRIAL

INTERNACIONAL

Rússia prorrogou proibição de importação de carne dos EUA e da UE

O Presidente russo, Vladimir Putin, decidiu estender a proibição de importar produtos agrícolas dos países que aplicaram sanções econômicas contra o país, incluindo a União Europeia, os Estados Unidos e o Canadá

Segundo a Eurocarne, e com base no decreto assinado desde 2014, a importação de suínos é proibida, exceto de reprodutores. Além disso, continuam proibidos carne bovina e de aves, bacon, gordura, presunto cru e salsichas.

El País Digital

Paraguai busca distribuição igualitária da cota de carne com a UE

Sexta-feira, no âmbito da Expo Mariano Roque Alonso, o Fórum Mercosul de Carne reúne-se para começar a definir, entre outras variáveis, como será a distribuição da cota de carne de 76.000 toneladas de peso produto resultante do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia

Carlos Trapani, ex-membro da FMC e atual assessor para o Ministério dos Negócios Estrangeiros sobre as questões agrícolas, disse que “o Paraguai busca uma distribuição igual, 25% entre os quatro sócios do Mercosul.” Ele acrescentou: “Como é um país exportador para a União Europeia e que tem um sistema de rastreabilidade aceito, podemos cumprir a entrega do volume que nos corresponde”. Trapani fez história e disse que quando o FMC começou foi oferecido à UE uma cota de 350 mil toneladas, e naquele tempo foi tomado como referência para a distribuição de volumes de carne os países exportadores. Tomando essas referências, disse que o Paraguai correspondia a 7% do total, cerca de 24 mil toneladas de peso do produto. No entanto, ele entende que no processo “isso mudou”, assim como o comportamento das exportações dos países. “Hoje, o que poderia tocar o Paraguai é menor do que isso, mas queremos uma distribuição igual”, acrescentou. Por fim, ele contou que nas últimas reuniões que participaram do Fórum “evitamos falar sobre o assunto” e “focamos em alcançar maiores benefícios em termos de volume”. Agora que está assinado, o Paraguai “vai procurar uma distribuição igualitária”.

El País Digital

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