CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1030 DE 09 DE JULHO DE 2019

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Ano 5 | nº 1030| 09 de julho de 2019

NOTÍCIAS

Frio pode elevar oferta de boiada e reduzir preços

Baixas temperaturas e geada em algumas regiões prejudicaram ainda mais as pastagens

O mercado do boi gordo pode registrar pressão de baixa nesta semana, influenciada pelo aumento de oferta de boiada, devido ao frio intenso registrado no fim de semana, prevê a Agriffato. “As baixas temperaturas e o registro de geada em algumas regiões prejudicaram ainda mais as pastagens, que já vinham sendo desgastadas pelo período seco e frio”, relata a consultoria. Dessa maneira, continua a Agriffato, pecuaristas podem ser pressionados a entregar os últimos animais da safra de capim de maneira abrupta, aumentando a oferta no curto prazo. As escalas de abate, que avançaram consideravelmente na última semana, dão certa tranquilidade para a indústria na aquisição de matéria-prima, podendo testar indicações abaixo das praticadas no final de junho, informa a consultoria. Na última sexta-feira, o indicador Esalq/B3/Cepea ficou em R$ 153,55/@, alta de 1,29% ante o fechamento anterior.

No mercado futuro da B3, o vencimento julho recuou 0,32% no comparativo diário e fechou a última semana em R$ 154,50/@. Já o contrato com entrega para outubro, no mesmo comparativo, caiu 0,19% e fechou em R$ 161,80/@.

PORTAL DBO

Baixa movimentação no mercado do boi gordo

No fechamento desta segunda-feira o mercado do boi gordo teve pouca movimentação.

Em São Paulo, o mercado tende a voltar ao ritmo normal de negócios apenas na quarta-feira, após o feriado do Dia da Revolução Constitucionalista (9/7). No estado as indústrias estão com escalas de abate confortáveis.

SCOT CONSULTORIA

Mapa detalha condições do acordo Mercosul-UE para comércio de carnes

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) detalhou na segunda-feira (08) as condições para o comércio de carnes estabelecidas no acordo entre Mercosul e União Europeia acertado em 28 de junho

O acordo estabelece uma cota de 99 mil toneladas para a carne bovina a ser exportada do Mercosul para o continente europeu, na qual 55% é de carne fresca e 45% de carne congelada, com uma tarifa intracota de 7,5% e volume crescente em cinco anos. Para a carne bovina exportada dentro da Cota Hilton, que compreende 10 mil toneladas, a UE reduziu a tarifa de importação de 20% para zero a partir da entrada em vigor do acordo. Uma cota sem tarifa de 180 mil toneladas será destinada à carne de aves do Mercosul, sendo 50% com osso e 50% desossada e volume crescente em cinco anos. No caso da carne suína, o Mercosul poderá exportar 25 mil toneladas a uma tarifa de 83 euros por tonelada. O acordo também estabelece volume crescente em cinco anos para essa proteína. A Ministra da Agricultura Tereza Cristina disse à rádio CBN na semana passada que poderá levar até dois anos para que o acordo Mercosul-UE seja aprovado por todos os governos dos países envolvidos.

CARNETEC

Mato Grosso exportou 141 mil toneladas de carne bovina nos seis primeiros meses do ano

Mato Grosso alcançou o melhor resultado em exportação de carne dos últimos três anos, segundo o Instituto Mato-Grossense da Carne (IMAC). Foram exportadas mais de 141 mil toneladas de janeiro a junho deste ano

Ainda segundo o instituto, economicamente, junho teve o melhor resultando, atingindo R$ 365,4 milhões nas vendas internacionais. No acumulado, são mais de R$ 2 bilhões provenientes da exportação de carne bovina em seis meses. O aquecimento do mercado externo e a crise na oferta do produto são fatores que impulsionaram as vendas. Entre os principais compradores da carne de Mato Grosso estão Irã, liderando o ranking, Hong Kong e China. De acordo com o Presidente do IMAC, Guilherme Nolasco, esse é uma oportunidade para que o estado consolide algumas parcerias e expanda o mercado. “Mato Grosso está pronto para atender as demandas do mercado e precisa trabalhar para se consolidar como fornecedor e ampliar sua presença em países como a China e do Oriente Médio”, destacou.

G1

ECONOMIA

Expectativa para crescimento da economia cai pela 19ª vez a 0,82%, diz Focus

A expectativa para a economia brasileira neste ano continuou em trajetória de queda na pesquisa Focus que o Banco Central divulgou na segunda-feira

Para os economistas consultados, o Produto Interno Bruto (PIB) deve crescer 0,82% em 2019, de 0,85% estimado anteriormente, na 19ª redução seguida da projeção. Para 2020 permanece expectativa de expansão de 2,20%. O levantamento semanal apontou que a expectativa para a alta do IPCA continua em 3,80% neste ano e 3,91% para o próximo. O centro da meta oficial de 2019 é de 4,25 por cento e, de 2020, de 4 por cento, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Para a taxa básica de juros, permanece a conta de que a Selic terminará 2019 a 5,50% e em 2020 a 6,00%, mesmo cenário visto pelo Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões. Atualmente a Selic está no piso histórico de 6,5 por cento.

REUTERS

Ibovespa sobe com Vale e Petrobras

O Ibovespa bateu nova máxima histórica na segunda-feira, ajudado pelas altas de Vale e Petrobras, em sessão com volume menor na sessão espremida entre o final de semana e um feriado em São Paulo

O Ibovespa subiu 0,42%, a 104.530,22 pontos, na contramão das bolsas norte-americanas. O volume financeiro da sessão somou 12,565 bilhões de reais. No exterior, a semana começou com o minério de ferro na China fechando em alta, favorecendo os papéis da Vale, que juntamente com Petrobras sustentaram o avanço do Ibovespa. O Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), reiterou confiança na aprovação da reforma da Previdência no plenário da Casa nesta semana. “O quadro é muito positivo, mas está contido pelo volume menor por conta do feriado de amanhã”, disse Alvaro Bandeira, economista-chefe do Banco digital Modalmais. As bolsas em Nova York fecharam em queda, com algum esfriamento em apostas de cortes mais agressivos nos juros pelo Federal Reserve no final deste mês.

REUTERS

Dólar fecha em queda ante real

O dólar fechou em queda ante o real nesta segunda-feira, com a moeda brasileira entre os destaques positivos no mundo, numa sessão em que prevaleceu a confiança de que a reforma da Previdência avançará de maneira mais acelerada na Câmara. O dólar à vista BRBY caiu 0,31%, a 3,8081 reais na venda. Na B3, o dólar futuro de maior liquidez DOLc1 cedia 0,37%, a 3,8150 reais.

REUTERS

Agropecuários sobem com força no atacado e IGP-DI acelera alta a 0,63% em junho

Os preços dos produtos agropecuários no atacado avançaram com força e o Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) acelerou a alta a 0,63% em junho ante 0,40% no mês anterior, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) na segunda-feira

Em junho, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI), que responde por 60 por cento do indicador todo, teve alta de 0,83%, sobre 0,52% no mês anterior. Os produtos agropecuários avançaram 2,24% no período, depois de queda de 2,28% no mês anterior. Por outro lado, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-DI), que responde por 30 por cento do IGP-DI, passou a cair 0,02% em junho, de alta de 0,22% em maio. A principal contribuição para a redução da taxa partiu da queda de 0,70% do grupo Transportes, contra alta de 0,49% antes, em meio à deflação de 2,53% da gasolina. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-DI), por sua vez, subiu 0,88%, após avanço antes de 0,03%.

REUTERS

FRANGOS & SUÍNOS

Carne de frango fechou 1º semestre com a maior exportação dos últimos 10 meses

O maior volume acumulado em um espaço de 12 meses foi registrado em junho de 2016

Os números consolidados da SECEX/ME abrangendo os quatro principais itens de carne de frango exportados – frango inteiro, cortes, industrializados e carne de frango salgada – apontam que os embarques de junho passado somaram 376.584 toneladas, resultado que correspondeu ao maior volume registrado desde setembro do ano passado. As exportações mensais vieram num crescendo contínuo desde fevereiro se expandindo a uma média ligeiramente superior a 6,5% ao mês, índice que, mantido neste e nos próximos meses redundará em novo recorde anual. O maior volume acumulado em um espaço de 12 meses foi registrado em junho de 2016, ocasião em que se ultrapassou ligeiramente a marca dos 4,5 milhões de toneladas. Porém, o total atingido naquele mesmo ano (janeiro a dezembro) e que permanece até agora como recorde anual foi de 4,308 milhões de toneladas. No momento, em 12 meses (julho de 2018 a junho de 2019), o total acumulado – cerca de 7% superior ao de idêntico período anterior – soma quase 4,236 milhões de toneladas.

AGROLINK

Embarques de frango para China crescem 50%

No período foram enviadas ao mercado externo 1.909.681 toneladas de carne de frango

As exportações de carne de frango entre janeiro e junho registraram variação positiva de 11,1% no volume embarcado. No período foram enviadas ao mercado externo 1.909.681 toneladas de carne de frango. Os dados são do Ministério da Economia Indústria, Comércio Exterior E Serviços. Em valores monetários, os embarques somam US 3.088,52 milhões, (FOB – valores livres de impostos e taxas), o que representa um crescimento de 17,8%. Ainda de acordo com os dados do ministério, o preço da carne enviada ao mercado externo registrou valorização de 6% no período. A China foi o principal destino junto com Hong Kong recebendo 22,7% dos embarques brasileiros. Somente para o gigante asiático foram US$ 547,02 milhões embarcados, um crescimento de 50%. Já Hong Kong soma US$ 143,7 milhões O segundo principal destino foi a Arábia Saudita com 14% de participação das exportações, somando um montante de US$ 422,73 milhões. Na sequência vem o Japão com 12% dos embarques somando US$ 383,43 milhões. Já os Emirados Árabes Unidos detiveram 10% dos embarques com US$ 320,13 milhões. Coreia do Sul, Kuwait, Cingapura, Omã, Iraque e Catar juntos somaram 15,9% do total embarcado. Somente o Paraná foi responsável por 39,3% das exportações somando US$ 1,21 Bilhão, registrando crescimento de 18,5% no período. Santa Catarina foi o segundo maior exportador com 34,8% de participação. O estado teve um crescimento 62,4% no período com US$ 1,08 bilhão em exportações. Já o Rio Grande do Sul foi responsável por 10,4% da carne enviada ao mercado externo. No período o estado soma US$ 321,24 milhões. Na sequência vem São Paulo com 4,07%, Minas Gerais com 23,2%, Goiás com 3,28% e Mato Grosso do Sul 3,26%.

AVICULTURA INDUSTRIAL 

Após altas, preços do suíno vivo se mantêm

Em SC, principal estado produtor, o preço pago ao animal vivo no mercado independente passou de R$ 5,09 a R$ 5,05

Os preços do suíno vivo param de subir na maior parte dos estados, nos últimos dias, após altas consecutivas. Conforme a bolsa de suínos das associações regionais, em alguns locais o valor do quilo chegou a recuar. Em Santa Catarina, principal estado produtor, o preço pago ao animal vivo no mercado independente passou de R$ 5,09 a R$ 5,05, entre o dia 25 do mês passado o dia 5 deste mês. No Mato Grosso também houve mudança de preço, mas para cima. Enquanto no fim do mês passado, o quilo do suíno comercializado vivo era R$ 4,25, nesta sexta-feira (5) o valor chegou a R$ 4,42. Nos demais estados, houve estabilização nos valores. Em Minas Gerais e Goiás, o preço do suíno vivo permanece em R$ 5,90, o maior pago no país. Em seguida, aparece São Paulo, onde o valor do suíno estagnou em R$ 5,71.

SUINOCULTURA INDUSTRIAL

Peste suína: FAO eleva para 4,166 milhões, número de animais eliminados

Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO)informou que 4.166.770 suínos já foram eliminados em países asiáticos por causa da contaminação com a peste suína africana (ASF, na sigla em inglês)

O número representa um incremento de 427.205 animais em relação ao levantamento anterior da organização, de 27 de junho. Os dados da organização foram contabilizados até 4 de julho. Segundo a FAO, o balanço da entidade compila informações extraídas dos órgãos federais dos países.

Estadão Conteúdo

Peste suína: China, Vietnã e Camboja têm novos casos, diz FAO

Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) informou que três novos focos da peste suína africana (ASF, na sigla em inglês) foram identificados no continente asiático. Os novos casos foram detectados na China, no Vietnã e no Camboja

Com a atualização, a FAO estima 221 focos da doença, espalhados pela Ásia, ante 218 do levantamento anterior da organização. A revisão para cima no volume de animais descartados em virtude da infecção com o vírus deve-se principalmente à elevação no número de casos identificados no Vietnã, que passou de 2,6 milhões de suínos para 3 milhões de suínos.

Estadão Conteúdo

INTERNACIONAL

América Latina mostra força na exportação agropecuária

A América Latina e o Caribe deverão consolidar sua posição de maior região exportadora de produtos agropecuários nos próximos dez anos, com o Brasil em posição central na produção e nos embarques de produtos como soja, milho, carnes, açúcar e café

A projeção é da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e da agência da ONU para agricultura e alimentação (FAO), que publicaram na manhã de ontem o relatório “Perspectivas Agrícolas 2019-2028”. Como mostraram os relatórios anuais anteriores divulgados pelos dois órgãos, ao longo dos anos 2000 as Américas em geral reforçaram sua posição de grandes fornecedoras globais de alimentos. Para os próximos dez anos, as perspectivas são especialmente favoráveis para a América Latina e o Caribe, que ainda têm terras disponíveis para a expansão da produção e água abundante. A região já representa 14% da produção e 23% das exportações mundiais agropecuárias e de pescados. Até 2028, a fatia nas exportações deverá superar 25%, o que a consolidará como líder mundial no fornecimento de produtos do agronegócio. O ritmo de crescimento da produção na América Latina – incluindo o México – e no Caribe deverá arrefecer ligeiramente entre 2019 e 2028, mas ainda assim, segundo OCDE e FAO, chegará a 22% no caso dos cereais e a 16% nos produtos da pecuária – 7 e 2 pontos percentuais acima das progressões médias globais previstas, respectivamente. A desaceleração da produção será definida pelo desempenho das exportações, o que mostra a importância de uma maior abertura do comércio global para a região. Até 2028 as vendas externas de carne bovina tendem a avançar 57%, as de carne suína vão aumentar 33% e as de carne de frango subirão 27%. Segundo o relatório de OCDE e FAO, as exportações agropecuárias da América do Norte (Estados Unidos e Canadá), por sua vez, deverão registrar incremento mais moderado nos próximos dez anos. Os embarques da Austrália e da Nova Zelândia continuarão estáveis, como estão há duas décadas, enquanto a Europa, incluindo Rússia e Ucrânia, consolidará sua transformação de importadora à exportadora líquida de produtos agrícolas, em parte pela estagnação de sua população. O crescimento da produção, puxado sobretudo por Rússia e Ucrânia, importantes players nos mercados de trigo e milho, respectivamente, será determinante nesse processo. Mas a China, que estimulou o crescimento da demanda mundial por produtos agropecuários nos anos 2000, verá esse aumento diminuir nos próximos dez anos, embora o fluxo vá continuar robusto. A participação chinesa nas importações globais de soja passou de menos de 30%, no início da década passada, para mais de 60%; nas de leite, a fatia subiu de 10% a 20%. Segundo o estudo, essas proporções não vão mudar entre 2019 e 2028.  A maior parte das commodities agrícolas analisadas no relatório deverão registrar baixas em seus preços reais de cerca de 1,2% ao ano na próxima década, em razão do crescimento da produtividade. Enquanto isso, a oferta mundial de carne deve continuar em expansão. Até 2028, a expectativa é que a produção mundial tenha crescido 13% em relação à década anterior. Os preços reais poderão declinar no médio prazo nessa frente, em linha com um avanço maior da oferta do que da demanda. A carne de frango deverá ser motor do incremento da produção total, mas o ritmo tende a ser menor que o observado até agora.

VALOR ECONÔMICO

Na França, acordo entre eu e Mercosul enfrenta oposição e protestos de agricultores, ambientalistas e até ministros

Enquanto o setor industrial francês comemora, agricultores, ambientalistas e inúmeros políticos da França, inclusive do partido do governo, se opõem abertamente ao acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, anunciado no dia 28 de junho.

Esses setores contrários ao acordo redobraram a pressão sobre o Presidente Emmanuel Macron para que a França não ratifique um tratado que irá permitir a entrada de produtos agrícolas, sobretudo do Brasil, no país. Produtores agrícolas e ecologistas franceses afirmam que o Brasil não cumpre as mesmas exigências sanitárias, trabalhistas e ambientais impostas a produtores da Europa e que, por isso, os produtos sul-americanos têm preços “incomparáveis” aos dos europeus. Na visão deles, além da “concorrência desleal” por conta disso, os consumidores do bloco também seriam “enganados” ao comprar produtos agrícolas do Mercosul, afirmam. Apesar das oportunidades econômicas – a Comissão Europeia estima que o acordo permitirá às empresas do bloco economizar 4 bilhões de euros por ano em tarifas para vender no Mercosul – a contestação vem ganhando força na França. Agricultores franceses já fizeram protestos pelo país na terça-feira e prometem colocar tratores nas ruas. Do lado político, diante de tantas críticas e reticências em relação ao acordo, o governo francês tem demonstrado prudência, prometendo examinar o texto em detalhes antes de validá-lo. Ministros franceses declararam na terça-feira (2/7) não saber se o país dará apoio ao acordo comercial. “O acordo só será ratificado se o Brasil respeitar seus engajamentos. Nós vamos esmiuçar o texto”, afirmou François de Rugy, Ministro da Transição Ecológica. “Não teremos um acordo a qualquer preço. A história ainda não terminou”, afirmou o Ministro francês da Agricultura, Didier Guillaume. A versão definitiva do texto só será publicada nas próximas semanas. O acordo ainda precisa ser aprovado pelo Parlamento europeu, e pelos legislativos nacionais dos 28 países do bloco. As críticas contra o acordo com o Mercosul complicam a situação política de Macron, que alimenta uma imagem internacional de defensor do meio ambiente. O Presidente anunciou o lançamento “em breve” de uma “avaliação independente, completa e transparente” do tratado.

BBC NEWS

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