CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1028 DE 05 DE JULHO DE 2019

ABRA

Ano 5 | nº 1028 | 05 de julho de 2019

 ABRAFRIGO

PREVIDÊNCIA: RELATÓRIO EXCLUI TRIBUTAÇÃO SOBRE EXPORTAÇÃO DE PRODUTOS AGRÍCOLAS

Destaque apresentado pelo deputado Jerônimo Goergen (Progressistas-RS) também retirou trava legal que impedia remissão de passivo do Funrural

O texto final da Reforma da Previdência aprovado na quinta-feira (4), na Comissão Especial, excluiu o dispositivo que tributava as exportações agrícolas. A derrubada da cobrança só foi possível graças a apresentação do Destaque Nº 142 apresentado pelo deputado Jerônimo Goergen (Progressistas-RS). Na prática, a mudança sugerida pela PEC 06/2019 ao artigo 149 da Constituição Federal iria representar um aumento da carga tributária ao agronegócio. “A inclusão do parágrafo 5º previa o pagamento de uma alíquota que poderia variar entre 1,3% e 2,05% sobre a receita bruta da comercialização da produção. Conseguimos barrar mais um aumento de custos que acabaria prejudicando produtores rurais e consumidores”, destacou o parlamentar, que articulou a retirada do dispositivo junto ao relator Samuel Moreira (PSDB-SP). Leia Mais:

https://jeronimogoergen.com.br/noticias/previdencia-relatorio-exclui-tributacao-sobre-exportacao-de-produtos-agricolas/

Veja o vídeo no link:

https://drive.google.com/file/d/1L7XecQyIGSRhCN-mYHuTDe1GGXDSwYpE/view

ABRAFRIGO NA MÍDIA

Exportações totais de carne bovina crescem 107% em junho

O semestre fechou com aumento de 27% na quantidade e de 17% na receita

As exportações totais de carne bovina (in natura + processada), alcançaram a 134. 377 toneladas em junho, obtendo-se uma receita de US$ 514,6 milhões, num crescimento de 107% no volume e de 93% na receita em relação ao mesmo mês de 2018, quando a movimentação foi de apenas 65.026 toneladas, prejudicada pela greve dos caminhoneiros, com receita de US$ 266,7 milhões. Com este resultado, o primeiro semestre fechou com um crescimento de 27% em quantidade e de 17% em divisas, alcançando 828.669 toneladas e um faturamento de US$ 3,1 bilhões. No mesmo período, em 2018, foram movimentadas 655.039 toneladas que proporcionaram US$ 2,6 bilhões em receitas. As informações são da Associação Brasileira de Frigoríficos (ABRAFRIGO), que compilou os dados finais de movimentação até junho divulgados pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços Exterior (MDIC), por meio da Secex/Decex. A China continua sendo o principal importador do produto através da cidade estado de Hong Kong e do continente, mas diminuiu sua participação relativa no total das exportações no semestre. No primeiro semestre do ano passado, a movimentação chinesa representou 45,3% das exportações e no mesmo período de 2019 ela alcançou 38,4%, mesmo crescendo de 296.483 toneladas para 317.828 toneladas. Contribuíram para essa melhor distribuição da movimentação o aumento das importações de países como o Egito, o segundo maior cliente do Brasil (+12%); Emirados Árabes (+ 443%); Irã (+ 41,4%); Rússia (+865%); Turquia (+ 870%); Filipinas (+ 120%) e Uruguai (+62%), entre os 20 maiores compradores do produto brasileiro. Segundo a ABRAFRIGO, 105 países aumentaram suas importações, enquanto que outros 50 reduziram suas compras.

VALOR ECONÔMICO/REUTERS/ESTADÃO CONTEÚDO/GLOBO RURAL/DCI/NOTÍCIAS AGRÍCOLAS/ISTO É/ noticias.r7.com/PORTAL DBO/AGROLINK/PECUARIA.COM

NOTÍCIAS

Oferta restrita de animais mantém o mercado do boi gordo firme

Na última quinta-feira (4/7), a cotação do boi gordo subiu em três praças, caiu em duas, e ficou estável nas demais praças analisadas

Em São Paulo, as programações de abate atendem, em média, sete dias. As indústrias, que estão com as programações longas, estão ofertando preços menores pela arroba do boi gordo. A cotação na praça paulista caiu R$0,50/@ na comparação feita dia a dia. Porém, há ofertas de compra acima da referência para lotes maiores e animais jovens. Na região de Marabá-PA, a dificuldade de compor as escalas de abate valorizou em 0,4% a arroba do boi gordo na comparação diária. No Oeste da Bahia, as escalas de abate enxutas fizeram com que os frigoríficos ofertassem preços melhores. Na região, a arroba do macho terminado está em R$153,00/@, a prazo, livre de Funrural, alta de 0,3% na comparação dia a dia.

SCOT CONSULTORIA

Vendas de sêmen crescem 13,5% no 1º trimestre de 2019

Foram comercializadas no período 2,65 milhões de doses, com destaque para o setor de corte

A comercialização de sêmen bovino (de corte e leite) no mercado brasileiro cresceu 13,5% no primeiro trimestre de 2019 em relação ao resultado de mesmo período do ano passado, informa a Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia). No período trimestral, foram vendidas 2,65 milhões de doses ante 2,33 milhões de doses registradas em igual período de 2018. Novamente, assim como no ano passado, o mercado de inseminação artificial está sendo puxado pelo segmento de bovinos de corte, embora tenha ocorrido recuperação importante no setor de genética leiteira. De janeiro a março, foram negociadas 1,56 milhão de doses de sêmen de bovinos de corte, com elevação de 17% sobre as 1,33 milhão de doses verificadas em igual período do ano passado. No setor leiteiro, as vendas cresceram 8,4% no primeiro trimestre de 2019, para pouco mais de 1 milhão de doses, na comparação com o primeiro trimestre do ano passado.

PORTAL DBO

Mercado do boi gordo no Oeste do Paraná

Os preços do boi gordo e da vaca gorda ficaram estáveis nesta primeira semana de julho no Noroeste do Paraná

A oferta de boiadas na região não está alta, mas consegue atender a demanda dos frigoríficos, gerando o cenário de estabilidade do mercado. O boi gordo ficou cotado em R$149,50/@, a prazo, livre de Funrural, e a vaca gorda em R$143,50/@ nas mesmas condições, na última quinta-feira (4/7). O diferencial de base em relação a Araçatuba-SP ficou em -4,8%. Para a próxima semana não é esperada alteração importante, mas altas pontuais no mercado não estão descartadas devido ao consumo um pouco melhor com os recebimentos dos salários nesta sexta-feira (5/7).

SCOT CONSULTORIA

ECONOMIA

Ibovespa tem novo recorde após aprovação de texto da Previdência em comissão

O Ibovespa atingiu novo recorde de fechamento na quinta-feira, após aprovação do texto da Previdência na comissão especial, ampliando a chance de a matéria ser votada no plenário da Câmara dos Deputados antes do recesso parlamentar

O Ibovespa subiu 1,56%, a 103.636,17 pontos. O giro financeiro da sessão, sem referência de Wall Street devido ao feriado norte-americano do Dia da Independência, somava 13,53 bilhões de reais. A comissão especial da reforma da Previdência aprovou o texto-base do parecer do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP). O texto ainda poderá ser modificado na comissão, uma vez que os deputados vão apreciar destaques —pedidos de parlamentares para modificar pontos específicos do parecer. O líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), disse esperar que o apoio recebido à matéria no colegiado se reflita também no plenário. O governo tem a expectativa de que a proposta seja votada em dois turnos no plenário da Câmara dos Deputados já na próxima semana, disse o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. “O movimento geral, obviamente, é o avanço da Previdência”, disse Rodrigo Zauner, sócio da SVN Investimentos. “Agora começaram a surgir sinais mais claros da aprovação.” Nos EUA, as bolsas não funcionaram em razão do feriado do Dia da Independência.

REUTERS

O dólar fechou no menor nível em mais de seis semanas, abaixo de 3,80 reais

Investidores lendo a aprovação da reforma da Previdência em comissão na Câmara como um reforço a esperanças de passagem acelerada da matéria pelo Congresso, o que abriria espaço para nova etapa da agenda de reformas do governo

Na B3, o dólar futuro cedia 0,68%, para 3,8085 reais. O texto-base do parecer da reforma da Previdência foi aprovado por 36 votos a favor e 13 votos contra. Diferentemente do plenário da Câmara, onde a reforma precisa de três quintos dos votos para ser aprovada por se tratar de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), na comissão era preciso apenas maioria simples. Segundo o Ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, o governo tem a expectativa de que a proposta de reforma da Previdência será votada em dois turnos no plenário da Câmara na próxima semana. “Acho muito difícil a aprovação antes do recesso e, se isso acontecer, o mercado pode reagir com mais queda do dólar”, disse Rodrigo Franchini, responsável pela área de produtos da Monte Bravo. Franchini ressalvou, contudo, que seria natural um ajuste para cima confirmadas as expectativas mais positivas. “No fim, acho que a taxa de 3,80 reais é um patamar justo para o fim do ano.” Porém, o índice de força relativa de 14 dias (IFR-14) —que mede quão rápido um ativo variou em relação à sua média— já está em 35. Valores de 30 para baixo indicam que o ativo está excessivamente desvalorizado, o que aumenta chances de um ajuste —no caso, de alta do dólar. O índice varia de zero a 100. A última vez que o IFR-14 encostou em 30 foi em janeiro, quando o dólar oscilava em torno de 3,68 reais. A partir de então a cotação engatou altas e bateu 4,10 reais em meados de maio. Analistas têm dito que a probabilidade de um dólar sustentavelmente mais baixo passa pela retomada da economia. Mas, por ora, a atividade tem dado sinal contrário e com riscos de recessão, o que explica as limitadas perspectivas de desvalorização muito mais intensa da divisa norte-americana.

REUTERS

Pedidos de recuperação judicial no Brasil disparam 90% em junho, diz Boa Vista

Os pedidos de recuperação judicial no Brasil cresceram 89,7% em junho sobre um ano antes, informou nesta quinta-feira a empresa de dados de crédito Boa Vista

O número chega após a Odebrecht, um dos maiores conglomerados empresariais do país, ter formalizado em junho um dos maiores pedidos de recuperação judicial da história do país. Mas, segundo o levantamento da Boa Vista, os pedidos de falência recuaram 25,6% no comparativo anual. Na comparação com maio, os pedidos de recuperação judicial avançaram 27,8% ano a ano, enquanto os pedidos de falência tiveram queda de 42,2%. No primeiro semestre, todos os indicadores recuaram em relação ao mesmo período de 2018. Segundo a Boa Vista, os números do acumulado no ano mostram uma melhora nas condições econômicas desde 2017, o que permitiu às empresas apresentarem sinais mais sólidos nos indicadores de solvência. “Mas a continuidade deste processo está condicionada à evolução da atividade econômica nos próximos períodos”, diz trecho do documento. “A situação financeira das empresas, de maneira geral, segue positiva, mas tende a se deteriorar sem uma recuperação consistente da atividade econômica”.

REUTERS

Preços globais de alimentos recuam em junho, com forte queda em laticínios, diz FAO

Os preços mundiais dos alimentos caíram ligeiramente em junho, encerrando uma série de cinco meses consecutivos de alta, puxados por uma acentuada queda no preço de laticínios, informou a agência de alimentos da ONU na quinta-feira. O índice de preço da carne subiu 1,5% no mês

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) também manteve sua projeção para a produção mundial de cereais em 2019 inalterada em relação a junho, mas prevendo alta de cerca de 1,2% ante 2018, com a maior parte do crescimento resultante da maior produção de trigo. O índice de preços de alimentos da FAO, que mede as variações mensais de uma cesta de cereais, oleaginosas, laticínios, carnes e açúcar, ficou em média em 173 pontos no mês passado, ante um número revisado de 173,5 pontos em maio. O dado havia sido anteriormente estimado em 172,4. O índice de preços de laticínios da FAO despencou 11,9% em relação ao valor de maio, mas ainda acumula alta de 9,4% desde o início do ano, com a fraqueza dos preços de junho provocada pelo aumento das oportunidades de exportação e fraca demanda de importação. O índice de preços de vegetais da FAO também caiu, recuando 1,6% em relação ao mês anterior e tocando seu nível mais baixo desde dezembro, atingido principalmente pelo enfraquecimento dos preços do óleo de palma e do óleo de soja. Por outro lado, o índice de preços de cereais subiu 6,7% em relação a maio e cresceu 3,8% no ano, impulsionado por um forte aumento nas cotações de exportação de milho, principalmente devido às expectativas de uma oferta de exportação muito menor no maior produtor mundial, os Estados Unidos.  O índice de preço da carne subiu 1,5% no mês, enquanto o índice de açúcar subiu em 4,2%. Em sua terceira previsão para 2019, a FAO projetou a produção mundial de cereais em 2,685 bilhões de toneladas, inalterada em relação ao relatório de junho e ainda 1,2% acima dos níveis de 2018. A previsão para a utilização mundial de cereais em 2019/20 subiu marginalmente e agora deve ultrapassar 2,708 bilhões de toneladas – alta de 1% em relação aos níveis de 2018/19, disse a FAO.

REUTERS

EMPRESAS

Frigorífico reabre depois de anos desativado

Depois de anos desativado, o antigo Frigorífico Mozaquatro, de Fernandópolis (SP), reabre nas mãos do Grupo Akoben, da capital paulista, e inicialmente abriu 150 vagas de empregos na cidade de Fernandópolis

O Grupo conseguiu na Justiça autorização para arrendamento da unidade que passa por recuperação judicial. O valor da negociação não foi divulgado. A empresa inicialmente pretende abater cerca de 200 cabeças de gado por dia, mas o objetivo é chegar até 800. O prédio passou por algumas adaptações, já que parte dos equipamentos é antigo e deteriorado com tempo. O Frigorífico foi administrado pelo Grupo Mozaquatro que acabou tendo problemas com a Justiça e seu maior acionista, Alfeu Crozato Mozaquatro, preso acusado pelo MP por fraudes em tributos, sendo condenado pela 5ª Vara Criminal de Rio Preto. De lá para cá, o prédio chegou a ser ocupado por diversos grupos, incluindo um iraniano, que deixaram centenas de funcionários sem pagamentos e acertos trabalhistas. A última empresa assumir o frigorífico foi a Premier Foods, que demitiu cerca de 300 funcionários.

PECUARIA.COM.BR

FRANGOS & SUÍNOS

Preços do animal vivo avançam em todas as regiões

As cotações médias do suíno vivo subiram mais de 10% de maio para junho em todas as regiões

As cotações médias do suíno vivo subiram mais de 10% de maio para junho em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. Esse cenário esteve atrelado à maior demanda de frigoríficos por novos lotes de animais. As exportações em ritmo intenso nas últimas semanas fizeram com que frigoríficos que atendem ao mercado externo aumentassem o volume de abate, o que resultou em elevação nos preços pagos pelo suíno vivo. Em Santa Catarina, principal região produtora e exportadora da carne, a valorização do animal vivo, colocado na indústria, foi de 16%, de maio para junho. No Paraná, o aumento foi de 15,5% e, no Rio Grande do Sul, de 11,7%. Em junho, o suíno vivo foi negociado, em média, a R$ 4,67/kg no mercado catarinense, a R$ 4,88/kg no paranaense e a R$ 4,69/kg no gaúcho. Nos estados de São Paulo e de Minas Gerais, importantes centros consumidores da carne, as cotações do suíno vivo posto no frigorifico também avançaram de maio para junho. Nas praças paulistas, o suíno vivo foi negociado, em média, a R$ 5,12/kg, em junho, e no mercado mineiro, a R$ 5,34/kg, altas respectivas 14,9% e 18,3% frente a maio.

CEPEA/ESALQ

Mercado de suínos inicia julho com queda nos preços

O mercado de suínos teve ligeira desvalorização na última semana. Com o mercado ainda à espera dos salários, a demanda interna continuou contida, o que tirou a firmeza dos preços

Nos últimos sete dias, nas granjas paulistas a cotação do animal terminado teve queda de 1,0%, sendo negociado, em média, em R$102,00 por arroba. No atacado, a desvalorização em igual comparação foi de 1,2%, com a carcaça cotada, em média, em R$8,00 por quilo. A expectativa é que a iminência do recebimento dos salários reverta o quadro de fraqueza na demanda. No âmbito externo, as exportações de carne suína in natura em junho totalizaram 55,7 mil toneladas. Queda de 5,2% na comparação mensal, no entanto, alta de 84,5% na comparação anual.

SCOT CONSULTORIA

INTERNACIONAL

Novo projeto de produção de carne bovina é lançado no Reino Unido

Um novo sistema para melhorar a produção de carne bovina foi lançado no Reino Unido por uma equipe de processadores, cientistas e empresas de engenharia de precisão

Liderado pela Hallmark Veterinary & Compliance Services, o esquema OPTIBEEF visa aumentar os retornos para os produtores de carne bovina e, ao mesmo tempo, ajudar os processadores a se tornarem mais eficientes. A Hallmark estará trabalhando com a Scotbeef; SRUC; Innovent Technology Limited; Laboratório Físico Nacional; Harbro; Hectare Agritech e Ritchie Ltd. e Agri-EPI Center para entregar o projeto OPTIBEEF nos próximos três anos. Espera-se que o OPTIBEEF melhore a precisão dos métodos atuais de classificação de carcaça de abatedouro e crie a primeira plataforma para integrar dados do “bezerro à carcaça”. O sistema usará tecnologia de imagem 3D e sensoriamento de gordura para fornecer uma medição mais precisa e detalhada de carcaças e seus componentes quando estiver no frigorifico. As tecnologias na fazenda serão desenvolvidas para o monitoramento de animais individuais, incluindo câmeras 3D avançadas, novos sensores de gordura, pesagem automatizada e registro de consumo de ração. Espera-se que a integração dos dados recolhidos na fazenda e no frigorífico ponha em evidência os fatores que influenciam o rendimento das carcaças e que, esperamos, conduzam a melhorias na qualidade e consistência do produto. Usando essas informações, os produtores poderão, por sua vez, tomar decisões informadas para otimizar a nutrição, a saúde e o bem-estar, as seleções de abate e as seleções genéticas. O Presidente da Hallmark, David Peace, disse: “O método manual estabelecido de classificar carcaças depende inteiramente do julgamento humano. Está se tornando cada vez mais desafiador recrutar e treinar pessoal suficiente e esse processo pode levar um ano. Assim, o desenvolvimento da tecnologia de classificação automatizada, como um complemento aos nossos serviços atuais, nos permitirá manter os níveis de serviço para os clientes, com o objetivo de melhoria contínua. Uma abordagem dupla abrangendo novas tecnologias fornecerá um caminho robusto para enfrentar os desafios do setor.

GlobalMeatNews.com

Bulgária confirma dois casos de peste suína africana

A Bulgária confirmou dois casos de peste suína africana entre porcos de quintal na vila de Zhernov, perto da cidade de Pleven, no norte do país, informou a agência nacional de segurança alimentar

Todos os suínos em Zhernov serão abatidos e uma zona de quarentena de 3 quilômetros será estabelecida ao redor da vila, disse a agência em um comunicado. A peste suína africana é uma doença altamente contagiosa que afeta porcos e javalis. Ela não afeta os seres humanos. A Bulgária registrou seu primeiro surto de peste suína africana em agosto do ano passado e em fevereiro deste ano confirmou um novo caso da doença em um javali.

REUTERS

China diz que casos de peste suína africana têm diminuído no país

O número de novos surtos de peste suína africana na China caiu neste ano e a produção de porcos tem lentamente voltado ao normal, disse o Vice-Ministro da Agricultura chinês nesta quinta-feira, em meio a suspeitas de que a total extensão da disseminação da doença ainda não tenha sido divulgada

Questionado sobre notícias de novos surtos da doença, o vice-ministro da Agricultura e Assuntos Rurais, Yu Kangzhen, disse que a China só registrou 44 novos casos nos primeiros seis meses de 2019. Isso levaria o número total de casos reportados na China desde agosto de 2018 para 143, com 1,16 milhões de animais sacrificados, disse Yu a repórteres em uma coletiva de imprensa. No entanto, muitos casos não têm sido divulgados, disseram produtores à Reuters, com autoridades locais pouco dispostas a verificar os casos. A Reuters publicou nesta semana que até metade dos suínos para reprodução na China morreram da doença ou foram sacrificados devido aos surtos, o dobro do que tem sido divulgado oficialmente. Yu afirmou que o governo está verificando notícias de outros alegados surtos da doença, acrescentando que qualquer um que não comunique um caso será severamente punido. “Nossa atitude é muito clara: no que se refere à falta de notificações sobre a doença, embora não possamos garantir zero casos (sendo ocultados), nós iremos definitivamente ter tolerância zero contra isso”, disse. A capacidade dos pequenos agricultores chineses de prevenir a doença também é fraca, disse ele, e áreas com muitos surtos tendem a ser lugares onde não há pessoas e recursos financeiros suficientes para prevenir e controlar a doença. A doença deixará a China com um “equilíbrio apertado” na oferta de suínos, disse Yu, acrescentando que importações, inclusive dos Estados Unidos, devem ajudar a ajustar o fornecimento.

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