CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 986 DE 06 DE MAIO DE 2019

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Ano 5 | nº 986 | 06 de maio de 2019

ABRAFRIGO NA MÍDIA

Abrafrigo pede que SRI cumpra protocolo assinado com a China

A Associação Brasileira de Frigoríficos (ABRAFRIGO) está solicitando a Ministra da Agricultura, Tereza Cristina, o cancelamento da teleconferência marcada para o próximo dia 6 com representantes do governo chinês, e que daria sequência a negociação para a habilitação de novas plantas de frigoríficos para exportar carne bovina para aquele mercado

Segundo a entidade, é preciso se esclarecer o surgimento de uma nova exigência de que as plantas já sejam exportadores para a União Europeia para que sejam habilitadas. “A entidade reafirma a sua absoluta confiança na Ministra, bem como em todo o corpo técnico do Ministério da Agricultura, mas entende que o equívoco que está sendo cometido pela Secretaria de Relações Internacionais (SRI) não pode e nem deve seguir adiante”, diz Péricles Salazar, Presidente Executivo da ABRAFRIGO. A exigência não consta no protocolo assinando há quatro anos entre o governo chinês e o governo brasileiro e que estabeleceu os parâmetros técnicos e sanitários para a habilitação e também não há nenhum documento oficial chinês exigindo isso. “Não se pode admitir que a Secretaria de Relações Internacionais (SRI) do MAPA, devido a um simples telefonema, mude toda uma negociação que se arrasta há meses”, argumenta Péricles Salazar, Presidente Executivo da ABRAFRIGO. “Com essa exigência a concentração da exportação para o mercado chinês será espantosa. A JBS que hoje já é responsável por 75% das vendas de carne bovina para a China vai passar a responder por 80%”, acrescenta o Presidente da ABRAFRIGO. Segundo ele, com esta medida a SRI está reeditando a política de “campeões nacionais” adotada nos governos Lula e Dilma e há pelo menos quatro anos a União Europeia não faz novas habilitações de frigoríficos brasileiros e há 15 anos não promove extensão territorial dos estados exportadores. “Então nós acreditamos que isso não é parâmetro para se afirmar que os que exportam para a Europa sejam melhores ou piores do que os demais. Essa linha de conduta fere frontalmente o protocolo técnico e sanitário vigente e este assunto está sendo acompanhado pelo setor industrial pelos produtores rurais, políticos e representantes dos estados produtores que vão ficar de fora injustamente, diante do novo critério estabelecido em última hora pela SRI”, explicou o dirigente.

AGROLINK/NOTÍCIAS AGRÍCOLAS/CORREIO DO ESTADO/AGROEMDIA/AGRONEWSBRASIL

Críticas de frigoríficos incomodam Ministra da Agricultura

A Ministra da Agricultura, Tereza Cristina, se disse “perplexa” diante das queixas da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) sobre a lista de 24 unidades de carne bovina que será entregue por ela ao governo chinês em busca de novas habilitações para ampliar as exportações do produto ao país asiático

Segundo a Abrafrigo, a lista privilegiou JBS, que têm sete frigoríficos na lista, e Minerva, com quatro. Das grandes companhias brasileiras que lideram o mercado de carne bovina, apenas a Marfrig faz parte da associação. JBS e Minerva, além da própria Marfrig, fazem parte da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec). A Abrafrigo reclamou do critério imposto recentemente pela China no processo de habilitação, que prevê a apenas a participação de plantas autorizadas a vender para a União Europeia, cujas regras sanitárias são consideradas rigorosas. Mas, segundo Tereza, trata-se apenas de mais um critério, não o único que será analisado por Pequim para autorizar a ampliação do número de unidades aptas a exportar. Na missão comercial à Ásia que terá início na segunda-feira — e que também inclui Japão, Vietnã e Indonésia — a meta do ministério é habilitar na China até 79 novos estabelecimentos brasileiros de carnes em geral. Em novembro, uma auditoria do serviço veterinário chinês visitou dez plantas brasileiras para ampliar o número de habilitações, mas alegou inconformidades técnicas e nada aconteceu. Das 79 plantas que o ministério espera habilitar, 33 exportam para a UE. A Ministra também negou que a exigência chinesa abra precedentes para negociações futuras. “Quanto à nota da Abrafrigo fico meio perplexa com isso. Todos sabemos que a China vive hoje um problema sério com a peste suína africana, e há oportunidade e temos espaço para colocarmos mais nossas proteínas à disposição do governo chinês. Mas, para isso, temos que ter estratégia, conversa. Não é na primeira visita que vamos abrir para 300 plantas”, afirmou a Ministra em entrevista coletiva na sede do ministério, em Brasília. Tereza lembrou que na aproximação com a China o foco não está apenas nas carnes, mas também em produtos como algodão, açúcar, melão, pêra, material genético e farinhas.

VALOR ECONÔMICO

NOTÍCIAS

BOI/CEPEA: preço médio de abril é o maior desde fevereiro/18

Preços do boi gordo seguem oscilando com certa força no mercado nacional, de acordo com levantamento do Cepea

Os preços do boi gordo seguem oscilando com certa força no mercado nacional, de acordo com levantamento do Cepea. No correr de abril, o Indicador ESALQ/B3 do boi gordo esteve entre R$ 154,00 e R$ 159,20, ou seja, diferença de 5,2 Reais/@. Essa disparidade, de acordo com pesquisadores do Cepea, está atrelada à entrada e à saída de operadores do mercado. No acumulado de abril, o Indicador ESALQ/B3 registrou queda de 1,34%, fechando o mês a R$ 154,95. Apesar disso, o valor médio mensal do Indicador, de R$ 157,29, foi 2,86% superior ao do mês anterior e o maior, em termos reais, desde fevereiro do ano passado, quando a média real foi de R$ 157,98 – os valores foram deflacionados pelo IGP-DI de março/19. Esse cenário indica relativa firmeza nos preços neste ano, que vem sendo marcado pela oferta restrita de animais para abate e também pelo bom desempenho das exportações.

CEPEA/ESALQ

Alta de preço da carne bovina no varejo

Trabalhando com os estoques ajustados e coordenados à demanda, na última semana de abril o varejo conseguiu subir os preços da carne bovina em praticamente todos os estados pesquisados

Em São Paulo, estado com a maior alta, na comparação semanal houve valorização de 0,5% na média dos cortes desossados vendidos pelos açougues e supermercados. Em Minas Gerais e no Paraná os ajustes positivos foram de 0,1% e 0,3%, respectivamente. Já no Rio de Janeiro o cenário foi de estabilidade nas cotações. Com o aumento nos preços da carne, a margem de comercialização do varejo paulista ganhou força frente a semana passada e está em 62,8%. Aumento de 1,2 ponto percentual nos últimos sete dias.

SCOT CONSULTORIA

Desempenho das carnes na exportação em abril de 2019

Exportações de carnes continuam deixando a desejar. Em abril, mês com maior número de dias de embarques (21 dias úteis), o volume embarcado ficou aquém do atingido em março (19 dias úteis, segundo a SECEX/ME)

O volume global do quarto mês do ano recuou 2,5% em relação ao mês anterior, dessa queda apenas não participando a carne suína. Ou seja: o volume de carne bovina caiu mais de 7% e o de carne de frango pouco mais de 2%. O volume adicional de carne suína foi pouco expressivo (3.589 toneladas, 7,5% a mais que as 47.447 toneladas de março último).  Houve melhora no preço médio de pelo menos duas carnes. E o melhor desempenho coube, novamente, à carne suína, cujo preço médio no mês subiu quase 6%. A outra carne valorizada em abril foi a bovina, com valorização próxima de 2%. O único retrocesso de preço de março para abril ficou com a carne de frango, desvalorizada em quase meio por cento. A receita cambial ficou negativa em relação a março passado. Na carne suína aumentou quase 14%. Mas como o produto tem menor participação nas exportações de carnes, seus ganhos foram insuficientes para reverter a queda de receita de quase 6% da carne bovina e de mais de 2% da carne de frango. Daí o setor ter encerrado o quarto mês do ano com redução próxima de 2,5% na receita cambial.

AGROLINK

Mercado do boi gordo morno

O feriado no meio da última semana diminuiu o fluxo de negociações e deixou o mercado morno

Mesmo com o menor volume de compras, o lento escoamento da carne não permitiu grandes variações e na maioria das praças o mercado está andando de lado. Entretanto, vale pontuar que em algumas regiões a oferta de boiadas já começa a se incrementar chegando até a pressionar para baixo as cotações. É o caso da região de Belo Horizonte-MG que registrou a segunda queda consecutiva nas cotações da arroba do boi gordo. A maior disponibilidade de boiadas alongou as escalas de abates dos frigoríficos da região e permitiu ofertas de preços abaixo das referências na última sexta-feira (3/5). Na praça mineira a referência para o boi gordo ficou em R$146,00/@, a prazo, livre de Funrural, queda de R$1,50/@ no acumulado da semana passada. Em São Paulo, apesar da estabilidade nas cotações, algumas indústrias ofertaram preços abaixo das referências. Há grande amplitude nos preços ofertados pelos frigoríficos e a diferença entre o preço mínimo e máximo chega a R$5,00/@. 

SCOT CONSULTORIA

Porto de SC bate recorde de exportação de gado VIVO

O Porto de Imbituba, em Santa Catarina, bateu recorde em exportação de gado vivo no dia 1º de maio, embarcando para o exterior 5 mil cabeças de bovinos

A informação é da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, em nota. Os bovinos têm como destino o Porto de Iskenderun, na Turquia. “A operação foi recorde em número de animais já exportados pelo terminal”, confirma a nota, acrescentando que os procedimentos duraram 13 horas. “Os 5 mil animais foram adquiridos de cerca de 200 propriedades rurais”, acrescenta a secretaria. O Porto de Imbituba é o único em Santa Catarina que opera a exportação de cargas vivas. O primeiro lote de terneiros foi embarcado em maio de 2016. Na ocasião, 4,2 mil bovinos foram enviados à Turquia.

Portal Estadão

ECONOMIA

Cena externa puxa alta em sessão e Ibovespa fecha semana estável

O Ibovespa fechou em alta na sexta-feira, favorecido pelo viés externo positivo, com agentes financeiros repercutindo noticiário corporativo doméstico abundante

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,76 por cento, a 96.248,96 pontos, de acordo com dados preliminares. O volume financeiro somava 9,75 bilhões de reais. Tal resultado fez o Ibovespa encerrar a semana, mais curta em razão de feriado, no zero a zero – com variação positiva de 0,01 por cento, também segundo dados antes do ajuste de fechamento. Até a véspera, acumulava declínio de 0,7 por cento.

REUTERS

Dólar tem 4ª semana de ganhos, com Previdência e exterior no radar

O dólar fechou em queda ante o real na sexta-feira, mas teve alta no acumulado na semana, a quarta seguida de avanço, mais longa série do tipo desde dezembro do ano passado

O alívio desta sessão veio após fortes dados de emprego nos EUA, que amenizam receios sobre o ritmo da maior economia do mundo. Além disso, as pressões salariais seguem contidas, o que a perspectiva de manutenção dos juros atuais. O dólar à vista fechou esta sexta-feira em queda de 0,50 por cento, a 3,9392 reais na venda. Na semana, a cotação subiu 0,19 por cento. Em quatro semanas, o dólar acumulou ganho de 1,71 por cento. A série é a mais longa desde as sete semanas consecutivas de valorização entre o início de novembro de 2018 e meados de dezembro. Nesse período, o dólar saltou 6,84 por cento. Em 2019, o dólar avança 0,50 por cento ante o real, o que faz a moeda brasileira destoar de alguns de seus pares, como peso mexicano (em alta de 3,8 por cento) e peso chileno, com ganho de 2,5 por cento. A incerteza sobre a reforma da Previdência e as taxas de juros relativamente menos atrativas no Brasil têm contribuído para a performance mais fraca do real. Robert Habib, estrategista de mercados emergentes do JPMorgan, diz que muitos investidores têm usado o dólar como hedge para posições em bolsa no Brasil, o que tem pressionado o real.

REUTERS

Indústria brasileira tem pior resultado para março em 2 anos e termina 1º tri em queda

A produção industrial brasileira caiu no ritmo mais forte para março em dois anos, registrando o segundo trimestre seguido de contração, em uma economia que vem mostrando crescentes sinais de morosidade

Em março, a produção industrial caiu 1,3 por cento na comparação com o mês anterior, eliminando o ganho de 0,6 por cento de fevereiro, de acordo com os dados divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado foi pior do que a expectativa em pesquisa da Reuters de recuo de 0,7 por cento, e representou a maior queda para o mês de março desde um recuo de 2,5 por cento em 2017. Com isso, a indústria terminou o primeiro trimestre com contração de 0,7 por cento sobre o período anterior, depois de queda de 1,4 por cento nos três meses entre outubro e dezembro. “A indústria está produzindo hoje o equivalente ao que produzia em janeiro de 2009, estamos num patamar de 10 anos atrás. De maneira geral, a indústria vem numa trajetória descendente desde meados do ano passado”, disse o Gerente da pesquisa, André Macedo. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, houve contração de 6,1 por cento em março, também pior do que a expectativa de perda de 4,6 por cento e a pior leitura para o mês em três anos nessa base de comparação. O mês de março foi marcado por resultados negativos generalizadas entre as categorias econômicas, com exceção apenas de Bens de Capital, uma medida de investimento. A maior queda no mês foi vista entre os Bens de Consumo, de 2 por cento, enquanto os Bens Intermediários apresentaram recuo de 1,5 por cento. A única taxa positiva foi em Bens de Capital, de 0,4 por cento, no segundo mês seguido de ganhos. Dos 26 ramos pesquisados, 16 tiveram perdas, sendo a principal influência negativa a queda de 4,9 por cento de produtos alimentícios. Também se destacaram as quedas de 3,2 por cento na produção de veículos automotores, reboques e carrocerias, e de 1,7 por cento em coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis. As expectativas do mercado para o crescimento econômico do Brasil vêm sofrendo sucessivas reduções, juntamente com a piora do cenário para a indústria.

REUTERS

EMPRESAS

Fazenda da Minerva no Pará é interditada por problemas ambientais

Uma fazenda de bovinos da Minerva Foods em Abaetuba, no Pará, foi interditada por decisão da Secretaria do Meio Ambiente do Estado. Segundo a pasta, a Minerva construiu, sem autorização, uma vala para escoar os dejetos dos animais no meio ambiente

“O material sem tratamento chegou a um igarapé”, informou a Secretaria, em nota. Devido aos problemas ambientais no Pará, a Secretaria de Meio Ambiente do Estado já lavrou dois autos de infração contra a companhia. Uma terceira multa ainda pode ser aplicada. O valor máximo de cada multa é de R$ 5 milhões, segundo a Secretaria. Procurada, a Minerva informou que não comenta “casos jurídicos em andamento, mas reitera que adota as melhores práticas na condução de suas atividades e atua em colaboração permanente com os órgãos de controle ambiental e social”. Com faturamento anual de mais de R$ 16 bilhões, a Minerva é a terceira maior produtora de carne bovina do país.

VALOR ECONÔMICO

FRANGOS & SUÍNOS

Bolsonaro diz que China autorizou importação de gordura comestível de porco do Brasil

O Presidente Jair Bolsonaro anunciou neste domingo, em publicação no Twitter, que o governo chinês autorizou exportadores brasileiros de carne de porco a embarcarem também gordura comestível do animal para suprir uma lacuna de demanda no país asiático provocada pela peste suína

Segundo Bolsonaro, a medida atende a um pedido feito pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O Presidente acrescentou que, de acordo com a entidade, o subproduto tem valor de mercado superior ao das carnes tradicionais. “Até o fim de 2019, a China pode ter um déficit de oferta de 1 milhão a 2 milhões de toneladas no processamento de suínos. Podemos avançar muito neste setor”, disse Bolsonaro na publicação. A China vem sofrendo desde agosto do ano passado com surtos de peste suína africana, que é mortal para os porcos, mas não prejudica os seres humanos. A rápida disseminação da doença tem afetado preços e a demanda por carne suína no maior produtor mundial de porcos.

REUTERS

Frango: maior preço nas granjas dos últimos 12 meses

O preço médio do frango nas granjas em São Paulo em abril foi o maior registrado nos últimos doze meses

A ave terminada fechou o mês cotada, em média, em R$3,60 por quilo. A valorização na comparação mensal foi de 9,3%. No primeiro quadrimestre o preço médio da ave na granja ficou 30,4% maior que em igual período do ano passado. A menor oferta, frente a uma melhora na demanda, colaborou para o cenário. No atacado, na última semana de abril, o ritmo de negociações caiu, visto a menor demanda, com o consumidor descapitalizado. Com isso, o quilo do produto passou a ser negociado em R$4,55, redução de 1,1% no período. Para as primeiras semanas de maio os preços devem alavancar, com a expectativa de melhora nas vendas no mercado varejista.

SCOT CONSULTORIA

INTERNACIONAL

Em reviravolta, Trump anuncia aumento de tarifas dos EUA sobre produtos chineses

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou de forma enfática a pressão sobre a China, neste domingo, para alcançar um acordo comercial ao anunciar que irá deliberadamente aumentar as tarifas norte-americanas sobre produtos chineses

Trump havia adiado o aumento de tarifas, citando negociações comerciais produtivas com a China. O anúncio deste domingo lança dúvidas sobre expectativas anteriores de que a China e os EUA estariam se aproximando de um acordo para encerrar uma guerra comercial de meses que desacelerou o crescimento global e abalou mercados financeiros. Trump disse no Twitter que as tarifas aumentarão para 25 por cento na sexta-feira, e que mais produtos chineses enfrentarão tarifas adicionais.

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China pode cancelar negociação em Washington após ameaça, diz jornal

A China está considerando cancelar uma viagem de seu principal negociador comercial, Liu He, a Washington nesta semana, segundo informou o jornal “The Wall Street Journal

Pequim foi surpreendida pela ameaça do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de cobrar novas tarifas sobre US$ 200 bilhões do comércio com o país, segundo o jornal, citando fontes. Os chineses não querem negociar sob ameaça, disse a fonte ao jornal. As negociações entre os países estão na reta final, antes de um possível encontro entre Trump e o Presidente da China, Xi Jinping. A fonte interpreta a atitude surpreendente de Trump no Twitter como um possível descontentamento do Presidente americano com os rumos das negociações, nas quais os chineses estariam pouco dispostos a ceder em pontos-chave.

VALOR ECONÔMICO

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