CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 981 DE 26 DE ABRIL DE 2019

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Ano 5 | nº 981 | 26 de abril de 2019

NOTÍCIAS

Carne bovina no atacado: mercado parou na subida

Desde meados de março, as cotações do mercado da carne desossada transitavam entre a estabilidade ou discretas valorizações

Já a semana passada foi marcada por uma alta mais consistente nos preços da carne bovina, em função das expectativas positivas do consumo no feriado prolongado. Contudo, nos últimos sete dias o mercado parou de subir e as desvalorizações, enfim, encontraram a proteína bovina. Na média de todos os cortes a queda foi de 0,3%. Considerando o atual período do mês, que é caracterizado pelo menor poder aquisitivo da população, já era de se esperar esse comportamento para os preços da carne. E de certa forma também era previsível que a pressão de baixa imposta nos preços seria fraca, já que a baixa oferta de boi gordo tem limitado o estoque de carne dos frigoríficos. Por fim, para a semana que se inicia é provável que o mercado da carne reaja positivamente já que um dia a menos de abate pode encurtar a produção especificamente no momento de virada do mês, onde geralmente ocorre o pico da demanda do varejo. Além disso, um dos feriados com maior consumo de carne bovina está chegando. Portanto, é esperado que o viés altista previsto para o mercado da carne se sustente até o Dia das Mães. Mas vale destacar que o consumo da população ainda está fragilizado devido a lenta recuperação econômica do país. Um indicador que reflete esta situação é o número de desempregados do Brasil. Segundo o Ministério do Trabalho, no mês passado o país fechou 43,2 mil postos de trabalhos com carteira assinada.

SCOT CONSULTORIA

Boi gordo: mercado em transição

Em Goiás, na última quinta-feira (25/4), houve queda no preço da arroba do boi gordo nas regiões de Goiânia e no Sul do estado. A maior disponibilidade de boiadas permitiu que as indústrias alongassem as programações de abate e entrassem nas compras com menor afinco hoje

No estado, a desvalorização foi de 0,7% na comparação diária, o que significa uma queda de R$1,00/@. Por outro lado, há praças onde a oferta de boiadas está limitada, fazendo com que os preços subissem na quinta-feira. No Rio Grande do Sul, por exemplo, a cotação da arroba subiu 1,0% frente ao dia anterior. As escalas de abate atendem, em média, três dias no estado. Em São Paulo, os preços ficaram estáveis, porém, com indústrias fora das compras.

SCOT CONSULTORIA

CNA diz que Mapa aprovou antecipar retirada da vacina contra aftosa no PR

O Paraná recebeu autorização do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para realizar sua última vacinação contra a febre aftosa em maio deste ano, segundo informações divulgadas em nota pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) na quarta-feira (24).

O Mapa também autorizou que o Paraná solicite o status de livre de febre aftosa sem vacinação da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) em 2020. A previsão inicial do Plano Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA) era que o estado realizasse a última etapa da imunização dos rebanhos bovino e bubalino em maio de 2020, para posteriormente solicitar o status junto à OIE. Mas a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) antecipou as ações necessárias para cumprir o cronograma e as exigências do Mapa. A obtenção do status de livre de febre aftosa sem vacinação da OIE poderá colaborar para abrir novos mercados para as exportações de carnes paranaenses. Além do Paraná, o Rio Grande do Sul também busca a retirada da vacinação contra aftosa. Na segunda-feira (22), a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) do Rio Grande do Sul informou que formalizou pedido para uma auditoria do Mapa no sistema de defesa sanitária animal estadual, na segunda quinzena de julho, buscando o status de livre de febre aftosa sem vacinação. O governo do RS disse em nota que já alcançou a maioria das metas elaboradas em um plano estratégico visando esse status. 

CARNETEC

Governo tenta destravar aval de frigoríficos para vender à China

O Secretário de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Orlando Leite Ribeiro, disse na quinta-feira que a Pasta ainda vem negociando com o governo chinês como sanar as inconformidades detectadas na inspeção feita por técnicos do país asiático a dez frigoríficos brasileiros em novembro do ano passado

O assunto será tratado na primeira viagem da ministra Tereza Cristina à China, agendada para maio. A expectativa era que a auditoria culminasse na habilitação de até 78 plantas aptas a exportar aos chineses, porém o relatório apresentado por Pequim não trouxe qualquer autorização nesse sentido. “Houve uma missão da China ao Brasil e havia um entendimento de que, se nós conseguíssemos uma boa avaliação, poderíamos, o que para a China é uma exceção, habilitar até 78 estabelecimentos de carnes bovina, de frango e suína. Essa missão encontrou inconformidades, que não são graves, mas estamos analisando com eles o que fazer para avançar nesse tema”, afirmou Ribeiro a jornalistas, após o seminário “Agricultura e Biotecnologia – Brasil e China”, organizado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). A habilitação de mais abatedouros para exportar carnes para a China vem gerando uma disputa intensa entre as empresas com unidades “selecionáveis”. A própria ministra se irritou recentemente com a falta de integração no segmento. O Secretário ponderou hoje que, apesar de ser grande exportador de proteínas animais, o Brasil tem potencial para exportar “muito mais”, sobretudo num contexto em que a China vem sofrendo com os estragos causados pela peste suína africana. O surto pode comprometer até 20% do rebanho suíno chinês, comentou.

VALOR ECONÔMICO

Exportações impulsionam alta de 25% no preço do dianteiro bovino em 2019

O preço do dianteiro bovino no mercado atacadista da Grande São Paulo sobe 24,6% no ano, impulsionado pelo bom desempenho das exportações nacionais de carne bovina, segundo informações do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)

As exportações de carne bovina in natura brasileira subiram 4,7% no ano, até a terceira semana de abril, a 407,4 mil toneladas, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) compilados pelo Cepea. Os embarques de carne bovina brasileira têm aumentado fortemente principalmente devido às compras da China, país que enfrenta crescimento na demanda por proteína animal diante dos casos de peste suína africana que reduziram a produção local de carne suína. Na parcial de abril até quarta-feira (24), o preço do dianteiro bovino na Grande SP subiu de 7,2% para R$ 9,52/kg. Também sobe neste ano o preço da ponta de agulha (+6,9%, a R$ 9,15/kg). Já o preço do traseiro bovino cai 10,94% em 2019. Em abril, houve alta de 1,3% no preço do traseiro, para R$ 12,37/kg. A carcaça do boi registra alta de 0,65% no ano e de 3,83% em abril, negociada a R$ 10,84/kg na quarta-feira (24). 

CARNETEC

Alta das carnes chega ao consumidor

A inflação das carnes já chega ao bolso dos consumidores. Nos últimos 30 dias analisados pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), o quilo da carne suína subiu 2,45% no varejo, o da bovina, 1,25%, e o do frango, 2,20%. No mesmo período, a inflação média foi de 0,36% para os paulistanos

Os preços dos animais atingiram patamares recordes no campo nas últimas semanas. Houve uma conjugação de oferta menor para abates e de demandas interna e externa maiores. Os produtores ainda mantêm os preços aquecidos no campo, mas as próximas semanas irão determinar os novos patamares de negociações. Heloísa Xavier, da JOX Consultoria Agropecuária, afirma que a demanda externa ainda ajuda a manter os preços, mas internamente o mercado está mais fraco. A demanda do início de maio vai determinar novos rumos para o setor, segundo ela. Se se concretizar uma continuidade da perda de renda do consumidor, a pressão sobre os preços será menor. Aí o foco do setor continuará sobre as exportações. “Não há uma fragilidade, mas já não se tem mais a firmeza dos preços das semanas anteriores. Pode ser que ela recomece no próximo mês”, diz ela. Examinando os diversos setores da pecuária, a analista da JOX diz que o preço da arroba do boi está firme porque a oferta de animais é restrita. Essa situação pode mudar caso haja aumento da oferta nas próximas semanas. A disponibilidade de frangos é pequena porque houve queda no alojamento de pintinhos, o que mantém os preços aquecidos. No caso da carne suína, a demanda é maior, mas já há uma estabilização de preços nas últimas três semanas. O cenário do mercado interno, porém, não é o mesmo do externo. A demanda externa continua aquecida, e o Brasil, um dos poucos países que têm volume de carnes para serem exportadas, continua no foco dos importadores. Assim, a inflação originada no campo deixa de vir do feijão e vai para as carnes.

FOLHA DE SP

ECONOMIA

BC puxa queda do dólar, depois de moeda superar R$ 4 no início do pregão

O dólar fechou a quinta-feira em queda, encerrando o dia na casa de 3,95 reais após superar a resistência psicológica dos 4 reais no começo do pregão. Em abril, o dólar avança 1,04 por cento frente ao real, depois de em março ter saltado 4,32 por cento, na maior alta mensal desde agosto do ano passado (8,46 por cento)

O dólar à vista caiu 0,76 por cento, a 3,9561 reais na venda. Na máxima de mais cedo, a cotação alcançou 4,0071 reais. Na B3, a referência do dólar futuro cedia 1,10 por cento, a 3,9495 reais. Na quarta-feira, o real havia ocupado a vice-liderança nas perdas, com o dólar fechando no maior patamar em quase sete meses. O mercado vendeu dólares depois de o diretor de Política Monetária do Banco Central, Bruno Serra Fernandes, dizer que a autoridade monetária não tem “preconceitos” em relação ao uso de qualquer instrumento cambial e dar destaque à possibilidade da oferta de linhas. “O BC deu uma leve ameaça de intervenção com essa fala”, disse Victor Candido, Economista-Chefe da Guide Investimentos. As declarações do diretor do BC ocorreram justamente num momento marcado por nova escalada do dólar para o nível de 4 reais, o que gerou no mercado a sensação de que o BC pode estar incomodado com tal patamar. Nesta semana, o BC já havia dado sinais de maior atenção ao câmbio. A autoridade monetária anunciou de forma antecipada o início em 2 de maio das rolagens de contratos de swap cambial com vencimento em julho. A autarquia ressalvou que os montantes a serem ofertados poderão ser revistos “sempre que necessário”. No caso dos leilões de linha, o BC vendeu no fim de março 1 bilhão de dólares nessa modalidade de operação, o que elevou o estoque desses recursos a quase 9 bilhões de dólares.

REUTERS

Ibovespa fecha em alta liderada por Natura e JBS

O Ibovespa fechou em alta na quinta-feira, com Natura disparando em meio a expectativas mais favoráveis sobre uma eventual fusão com a Avon, enquanto JBS renovou máximas recordes com perspectivas positivas sobre a demanda chinesa e autorização para exportar frango para a Índia

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,34 por cento, a 96.321,03 pontos, de acordo com dados preliminares. Mais cedo, recuou 0,88 por cento no pior momento. No final da manhã, a Câmara dos Deputados também instalou a comissão especial que analisará o mérito da PEC na Casa. O colegiado terá um prazo de 40 sessões, a partir de sua constituição, para proferir parecer. A consultoria Arko Advice calcula que a conclusão da votação da matéria na Câmara deve acontecer até meados de agosto, conforme nota a clientes, o que confirmaria expectativas no mercado de um desfecho apenas no segundo semestre, e não no primeiro como se conjecturou anteriormente.  A JBS avançou 6 por cento, a 20,16 reais, ainda incentivada por perspectivas positivas para o setor de proteínas no Brasil em decorrência do surto de peste suína africana na China, mas também anúncio da companhia de que a unidade Seara Alimentos recebeu autorização do governo da Índia para exportar produtos de frango a partir do Brasil. No setor, MARFRIG subiu 5,2 por cento.  No exterior, Wall Street encerrou sem direção única, com os índices vulneráveis a resultados corporativos de grandes empresas de tecnologia e do setor industrial. Nasdaq e S&P 500 fecharam no azul, mas o Dow Jones encerrou em queda.

REUTERS

Brasil registra déficit de US$494 mi nas transações correntes em março

O Brasil teve déficit em transações correntes de 494 milhões de dólares em março, somando em 12 meses um saldo negativo equivalente a 0,73 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), divulgou o Banco Central na quinta-feira

O dado contrariou expectativa de superávit de 500 milhões de dólares, conforme pesquisa Reuters com analistas. No mês, os investimentos diretos no país (IDP) somaram 6,8 bilhões de dólares, abaixo da projeção de analistas de 8 bilhões de dólares.

REUTERS

Transportes pressionam e IPCA-15 sobe 0,72% em abril, maior nível em 10 meses

A prévia da inflação oficial brasileira acelerou com força em abril sob pressão dos preços de Transportes, atingindo o resultado mais alto em 10 meses e com avanço em 12 meses no maior nível em dois anos

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) teve em abril alta de 0,72 por cento, depois de subir 0,54 por cento em março, informou na quinta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é o mais forte desde junho do ano passado, quando chegou a 1,11 por cento impactado pela greve dos caminhoneiros. Também é a maior variação para meses de abril desde 2015 (1,07 por cento) e ficou acima da expectativa em pesquisa da Reuters de 0,69 por cento. O indicador também passou a subir 4,71 por cento no acumulado em 12 meses até abril, de 4,18 por cento no mês anterior. A expectativa era de avanço de 4,66 por cento. Assim, chega ao maior patamar desde março de 2017 (4,73 por cento) e supera a meta oficial de inflação do governo para 2019 —4,25 por cento pelo IPCA, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. A maior influência para o IPCA-15 de abril partiu dos preços de Transportes, que subiram 1,31 por cento em abril e registraram a maior variação no mês, além do maior impacto sobre o índice, de 0,24 ponto percentual. A alta de 3 por cento dos combustíveis foi o principal motivo para o impacto, com destaque para o aumento de 3,22 por cento nos preços da gasolina. O item Alimentação e Bebidas, com importante peso sobre o bolso do consumidor, teve alta de 0,92 por cento, mas mostrou desaceleração sobre a taxa de 1,28 por cento vista em março. O grupo Saúde e Cuidados Pessoais apresentou avanço de 1,13 por cento, e juntos esses três grupos responderam por cerca de 85 por cento do IPCA-15 de abril.

REUTERS

FRANGOS & SUÍNOS

Seara, da JBS, recebe autorização para exportar frango para a ÍNDIA

A Seara Alimentos, do grupo JBS, recebeu autorização do governo da Índia para exportar produtos de frango a partir do Brasil para o país, informou a companhia nesta quinta-feira.

A companhia enviará a primeira carga nas próximas semanas, que chegará ao porto de Jawaharlal Nehru, em Maharashtra

A distribuição no mercado indiano será feita por empresa local, afirmou a Seara, em comunicado. Em um comunicado enviado à Reuters na quinta-feira, a JBS disse que a Seara se tornou a primeira empresa no Brasil autorizada pela Índia para vender frango no país asiático. O consumo de frango per capita da Índia deverá aumentar para 2,23 quilos em 2019, ante 2,18 quilos no ano anterior, conforme a renda pessoal aumenta, segundo dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação. Aves devem se tornar a carne mais consumida globalmente em 2019, já que um surto de febre suína africana na China está remodelando a paisagem internacional de carnes, de acordo com o Conselho Internacional de Aves (IPC, sigla em inglês), com sede nos Estados Unidos. Como resultado da disseminação da doença, que é mortal para porcos, mas não para humanos, o mundo não conseguirá preencher a lacuna de oferta de carne, disse Christine McCracken, analista sênior de proteínas do Rabobank, em um comunicado do IPC. Como resultado, os preços de todos os tipos de carne vão subir, disse ela.

REUTERS

Relação de troca por insumos em SC é a melhor desde NOV/17

Valorizações do suíno vivo, em especial na região Sul, estão atreladas ao aumento da procura
Com o aumento nos preços do suíno vivo e a queda nas cotações dos principais insumos utilizados na atividade (milho e farelo de soja), o poder de compra de suinocultores paulistas e catarinenses vem aumentando neste mês de abril. Na média parcial do mês (até o dia 24), com a venda de um quilo do animal vivo, é possível ao produtor do Oeste Catarinense a aquisição de 6,89 quilos de milho ou de 3,43 quilos de farelo de soja, 8,3% e 4,2%, respectivamente, a mais do que em março/19. Esta é a relação de troca mais favorável ao suinocultor da região desde novembro de 2017, quando a venda de um quilo do animal vivo possibilitava a compra de 7,22 quilos de milho ou de 3,55 quilos de farelo de soja. O produtor paulista, por sua vez, consegue adquirir neste mês 7,15 quilos de milho ou 3,8 quilos de farelo de soja com a venda de um quilo de suíno vivo, o maior poder de compra desde janeiro/18, quando o quilo do suíno comprava 7,2 quilos de milho ou 3,82 quilos de farelo de soja. De acordo com colaboradores do Cepea, as valorizações do suíno vivo, em especial na região Sul, estão atreladas ao aumento da procura por parte de frigoríficos para atender contratos de exportação. Na parcial de abril, o suíno vivo registra média de R$ 4,01/kg na região catarinense, 2,8% acima da de março/19. Na região de SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba), a média atual, de R$ 4,30/kg, supera em 2,1% a do mês anterior. 

CEPEA/ESALQ

Vendas fracas pressionam cotações do frango na indústria

As vendas fracas, devido ao período do mês, colaboraram para que os compradores fracionassem os seus pedidos

Nas granjas de São Paulo, o preço da ave terminada se manteve estável nos últimos sete dias, estando cotada, em média, em R$3,60 por quilo. No atacado, o mercado perdeu sustentação e o preço da carcaça recuou 1,1% no mesmo período. O produto está cotado, em média, em R$4,55 por quilo. Na parcial de abril, no atacado, os preços médios da carcaça de frango estão 4,0% maiores que a média de março último. As proteínas concorrentes, carnes bovina e suína, também no atacado, tiveram valorização menores em igual comparação, de 0,5% e 0,3%, respectivamente. Ou seja, a carne de frango vem perdendo competitividade frente suas concorrentes.

SCOT CONSULTORIA

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