CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 975 DE 17 DE ABRIL DE 2019

abra

Ano 5 | nº 975 | 17 de abril de 2019

NOTÍCIAS

Mercado do boi gordo diminui o ritmo de altas

As altas observadas na primeira quinzena perderam força, mas, mesmo com a expectativa de redução do consumo na segunda metade do mês, a oferta de boiadas segue restrita e deixa pouco espaço para quedas nas cotações da arroba, o que mantém o mercado firme

Segundo levantamento da Scot Consultoria, em São Paulo, a arroba do boi gordo ficou cotada em R$158,00, à vista, livre de Funrural, na última terça-feira (16/4). Foram verificados negócios ocorrendo acima da referência. No estado, desde o início do ano as cotações valorizaram 4,6%. Já na média de todas as regiões pesquisadas, a valorização foi de 1,9% no mesmo período.

SCOT CONSULTORIA

Maior movimentação e alta da carne bovina no varejo

O movimento dentro dos açougues e supermercados melhorou

Na última semana, os preços da carne bovina vendida no varejo subiram na maioria dos estados pesquisados. Segundo levantamento da Scot Consultoria, em São Paulo a alta foi de 0,4%, em Minas Gerais de 0,7% e no Rio de Janeiro a valorização foi de 0,9%. A desvalorização ocorreu somente no Paraná, onde a queda foi de 0,2% na média de todos os cortes. Estes reajustes positivos nos preços aparentemente não devem ter muita longevidade, já que conforme o mês vai passando o efeito dos salários vai se perdendo, contudo, o feriado prolongado desta semana pode equilibrar o mercado.

SCOT CONSULTORIA

China pode concordar em comprar mais carne bovina do Brasil, diz embaixador

A China pode concordar em permitir mais importações brasileiras de carne após negociações de alto nível marcadas para maio, disse à Reuters na segunda-feira o embaixador chinês no Brasil

Yang Wanming recusou-se a comentar sobre quantas plantas de processamento de carne poderiam ser aprovadas para exportar para a China, mas disse que a questão será discutida quando a Ministra da Agricultura do Brasil, Tereza Cristina, viajar para a China em maio. Novas permissões de exportação podem ser anunciadas quando o Vice-Presidente do Brasil, Hamilton Mourão, visitar Pequim no mesmo mês, disse Yang. “Acreditamos que, através da cooperação dos ministérios da Agricultura dos dois países e seus departamentos de inspeção de qualidade, mais produtos agrícolas e animais brasileiros possam ser importados para o mercado chinês”, disse Yang. Até 78 unidades brasileiras de processamento de carne poderiam ser adicionadas à lista de autorizadas a exportar para a China, de acordo com uma pessoa a par do assunto. O investimento chinês no Brasil atingiu uma máxima de sete anos em 2017, mas os números do ano passado, que não foram divulgados, devem apresentar queda, impactados por uma eleição imprevisível que viu a vitória do Presidente Jair Bolsonaro. O investimento chinês pode voltar a crescer em 2019, disse Yang, embora isso dependa, em parte, do plano de Bolsonaro de reativar o crescimento econômico com reformas previdenciárias e fiscais.

REUTERS

MT responde por 46% da produção de carne bovina do Centro-Oeste

O Mato Grosso respondeu por 46% da produção total de carne bovina do Centro-Oeste no ano passado, com uma oferta de 1,39 milhão de toneladas, crescimento de 8,7% sobre 2017, informa o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), com base nos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

Líder na produção nacional, o Estado foi responsável por 18% da oferta total de carne bovina no país em 2018. Do montante produzido no ano passado no Mato Grosso, 19,5% foram exportados para outros países, ou 271,96 mil toneladas, principalmente para Hong Kong e China (33%), Irã (15%) e Egito (13%). Comparando com o ano anterior, os embarques de carne in natura do Estado subiram 2%, em volume, e alcançaram receita anual de US$ 1,12 bilhão.

“Esses incrementos novamente demonstram que o Mato Grosso está mais produtivo, dado que a idade de abate dos animais só cai, as áreas das pastagens também têm diminuído e a produção de carne só aumenta”, enfatiza a equipe de analistas do Imea.

PORTAL DBO

Boi estaciona em SP por abates mais esticados e alguma influência de animais do MS

Entre plantas médias e grandes paulistas, quatro estão programadas para abates até a quarta da semana seguinte e outras para um pouco mais a frente, no final de semana. Não é um quadro completo, mas reflete a estabilização do boi na terça (16), quando se esperava uma leve puxada nos preços pela possível necessidade de compras dos frigoríficos, em semana menor

Na semana passada as escalas já haviam andado e ontem a estratégia das indústrias teve sequência. Além disso, tiraram também o pé das compras, com o consumo lento conjunturalmente (alguns indicadores econômicos se deterioram) e também por estarmos já na segunda quinzena do mês. Os R$ 158/159,00 mantidos em São Paulo – entre R$ 160/162,00 com prêmios -, em linha com o notado por Scot Consultoria e Agrifatto, também é seguido por estados mais próximos. No Mato Grosso do Sul, a média balcão de Três Lagoas foi R$ 146,00, segundo Marco Garcia, ex-presidente do Sindicato Rural, valor acima da referência da Scot. Como observou a Agrifatto, o que ajudou a segurar a firmeza da @ no principal estado consumidor foi a entrada de animais do Mato Grosso do Sul. Em geral, Gustavo Rezende Machado da Agrifatto viu escalas em torno de cinco dias úteis em vários estados. No Pará, JBS de Redenção comprou na terça a R$ 145,00 com 30 dias para embarcar amanhã, o que mostra força dos preços, de acordo com Maurício Fraga, Presidente da Acripará. A concorrência dos exportadores de boi vivos tirou animais jovens da praça, encurtando um pouco a boiada, além das chuvas dificultarem a movimentação do gado. Em Rondônia, outro exemplo de “quebra de braço” entre produtores e indústrias. Boi balcão saiu hoje a R$ 140,00 e as escalas do Marfrig Ji-Paraná está para uma semana, informou Sérgio Ferreira, presidente da Associação Rural de Rondônia. “Mercado pouco ofertado”, complementa ele, também comprador do Marfrig. Os principais contratos recuaram no mercado futuro. O abril já reflete a entrada da reta final até que expire, além do mercado físico estacionado. Caiu 0,13%, ficando em R$ 156,50. Maio ficou sem variação, em iguais R$ 154,50 da segunda, e o junho ficou em R$ 154,50 também, em recuo de 0,10%.

Notícias Agrícolas

ECONOMIA

Exterior e temas locais empurram dólar para máximas do mês, acima de R$3,90

O dólar fechou em firme alta ante o real na terça-feira, acima da marca de 3,90 reais, no maior patamar do mês, amparado pelo fortalecimento da moeda norte-americana no exterior e pelo cenário de persistentes ruídos políticos locais

O dólar negociado no mercado interbancário subiu 0,85 por cento, a 3,9018 reais na venda. É o maior nível para um fechamento desde 29 de março (3,9154 reais). Na B3, a referência do dólar futuro tinha alta de 0,83 por cento, a 3,9075 reais. O real teve no dia o segundo pior desempenho numa lista de 33 moedas frente ao dólar, à frente apenas do peso argentino. “Todas as moedas estão sofrendo hoje, mas a volatilidade do real segue mais alta, e isso está totalmente ligado à incerteza sobre a reforma da Previdência”, disse o estrategista para América Latina do Crédit Agricole, Italo Lombardi. A volatilidade implícita de um mês para o real subiu para 13 por cento ao ano, no quarto dia seguido de alta e ao maior nível desde 8 de abril. Como comparação, a volatilidade implícita para o peso mexicano está na casa de 8,9 por cento. A piora relativa da taxa de câmbio local se deu em meio ao entendimento de que a articulação pela reforma da Previdência segue frágil e confusa, num momento em que o governo volta a sentir pressão dos caminhoneiros. O JPMorgan manteve estimativa para o dólar em 3,90 reais no fim do ano, mas elevou recentemente para 3,80 reais a previsão para a moeda norte-americana ao fim do segundo trimestre.

REUTERS

Ibovespa fecha em alta com Petrobras e Vale; JBS renova cotação recorde

A bolsa paulista fechou no azul na terça-feira, em sessão de recuperação das ações Petrobras, e alta de mais de 3 por cento dos papéis da Vale, após a Justiça autorizar a retomada da operação de sua maior mina em Minas Gerais. Papéis de empresas de proteínas também se destacaram, com JBS disparando mais de 8 por cento e renovando máxima histórica

Índice de referência da bolsa brasileira, o Ibovespa subiu 1,34 por cento, a 94.333,31 pontos, tendo tocado 95.061,95 pontos na máxima. O giro financeiro somou 14 bilhões de reais. De acordo com profissionais do mercado ouvidos pela Reuters, ainda é preciso aguardar pelo desfecho da reunião sobre a política de reajustes da Petrobras na terça-feira, mas as medidas sinalizaram que a empresa pode ser poupada. “A leitura é de que o governo quer corrigir o que fez (na última semana, quando pressão do Presidente Jair Bolsonaro fez a companhia voltar atrás em aumento do preço do diesel)”, destacou o gestor Marco Tulli, da mesa da Bovespa da Coinvalores. Na última sexta-feira, os papéis da estatal despencaram com a decisão de suspender reajuste anunciado e cancelado na quinta-feira, fazendo a empresa perder mais de 30 bilhões de reais em valor de mercado. Dados da B3 disponibilizados nesta terça-feira sobre as negociações de estrangeiros no segmento Bovespa no último dia 12 de abril mostraram saída líquida de 2,8 bilhões reais naquele pregão. No exterior, Wall St encontrou suporte em resultados corporativos como o da Johnson & Johnson e na alta de papéis de companhias de tecnologia. As bolsas na Ásia fecharam no azul, mesma direção de pregões na Europa.

REUTERS

Valor da agropecuária do país deve crescer 0,7% em 2019, com ajuda do milho e algodão

O valor da produção agropecuária brasileira deve alcançar 588,8 bilhões de reais neste ano, acima dos 572,9 bilhões previstos em março e dos 584,3 bilhões em 2018, projetou nesta terça-feira o Ministério da Agricultura, citando preços mais altos para boa parte das culturas. Pecuária, suínos, leite e ovos têm apresentado redução de valor em relação a 2018

Conforme a pasta, os dados mostram que milho, algodão, laranja, feijão e batata-inglesa tendem a apresentar as maiores taxas de crescimento real no valor. Além disso, tudo indica que a produção de milho deverá crescer de forma expressiva ante a do ano passado, afetada por problemas climáticos. Com a segunda safra tendo bom desenvolvimento, o país deve colher neste ano um total de 94 milhões de toneladas de milho, forte recuperação ante os cerca de 80 milhões do ciclo anterior, marcado por adversidades climáticas, segundo estimativas da Conab. Ao mesmo tempo, a produção de algodão deverá atingir históricos 2,65 milhões de toneladas da pluma. A cultura, segundo o Ministério da Agricultura, deve alcançar o valor mais elevado da série, com 40,3 bilhões de reais. “Este valor supera em duas vezes o da produção do café, que pelo terceiro ano consecutivo tem redução”, destacou José Gasques, Coordenador Geral de Estudos e Análises da Secretaria de Política Agrícolas do ministério. Com efeito, o café, em meio a preços internacionais enfraquecidos, deve ser uma das culturas com maior queda em valor em 2019, de 19,6 por cento. A soja, cuja safra neste ano será menor, deve apresentar retração de 12 por cento. Em paralelo, também são esperados recuos para arroz (-8,4 por cento), cana-de-açúcar (-6,3 por cento) e mandioca (-4,2 por cento), enquanto na pecuária, suínos, leite e ovos também têm apresentado redução de valor em relação a 2018. O valor bruto da produção das lavouras deve ser de 392,4 bilhões de reais em 2019 e o da pecuária, de 196,4 bilhões, concluiu o Ministério da Agricultura em nota.

REUTERS

FAO prevê avanço menor da demanda por commodities

Os preços da maioria das commodities agrícolas deverão continuar em queda em termos reais no futuro próximo, de acordo com projeções da FAO, agência das Nações Unidas para agricultura e alimentação

Em debate entre especialistas sobre as tendências para as matérias-primas organizado pela Unctad, a agência da ONU para comércio e desenvolvimento, em Genebra, a representante da FAO, Katia Covarrubias, apontou uma desaceleração no crescimento da demanda nos próximos anos. A análise da FAO se apoia numa equação composta por crescimento menor da população mundial, aumento de renda de 3,5% ao ano, preço do barril de petróleo em US$ 67 por volta de 2027 e desvalorização das moedas dos principais exportadores de commodities agrícolas. Para Katia Covarrubias, haverá uma gradual substituição em certas áreas de consumo- carnes inclusive -, e o incremento do consumo de açúcar e óleos ampliará preocupações de saúde pública para combater a má nutrição. Conforme a FAO, o valor global da produção agrícola deverá aumentar cerca de 15% até 2027. Entre as lavouras, o aumento tende a ser de 14,5%, na pecuária de 14,7% e na pesca de 12,4%. A maior parte das expansões refletirá alta de volumes. Outros analistas mostraram que os índices de preços de alimentos continuam bem abaixo do pico. O preço internacional do açúcar, por exemplo, está 54% mais baixo que seu pico de janeiro de 2011. Já a cotação da carne bovina é 23% inferior ao pico observado em agosto de 2014. Para a Secretária-Geral adjunta da Unctad, Isabelle Durant, a volatilidade persistente nos mercados de commodities inquieta porque 91 de 135 países em desenvolvimento são muito dependentes de poucas matérias-primas.

VALOR ECONÔMICO

EMPRESAS

Banco prevê alta forte para ações da JBS

A escalada que levou as ações da JBS a um recorde de preço ainda está longe do fim, à medida que o avanço da doença que está dizimando os plantéis de suínos na China deve forçar o gigante asiático a importar mais carne para suprir a demanda local, segundo o Morgan Stanley

O Morgan Stanley passou a recomendar a compra das ações da JBS e elevou o preço-alvo da companhia em 46%, para R$ 20,50. O papel negociado na bolsa de São Paulo chegou a subir 11,4% na terça-feira, atingindo a inédita marca de R$ 19,98. Foi o terceiro dia seguido em que as ações do maior frigorífico do mundo bateram recorde. A produção de carne suína na China, o maior consumidor mundial da proteína, deve cair cerca de 30% neste ano, segundo o Rabobank. A redução equivale a aproximadamente toda a oferta anual da Europa. Como consequência, os preços e os volumes de comércio de carne – seja de frango, carne bovina, peixes e mesmo produtos de base vegetal – devem crescer, impulsionado as receitas dos frigoríficos. “A febre suína africana provocou uma escalada nas ações das empresas de proteína, mas não é tarde demais para comprar”, analistas do Morgan Stanley liderados por Rafael Shin afirmam em um relatório a clientes. “Acreditamos que a alta só começou e que os impactos de longo prazo da doença ainda não são compreendidos.” A JBS, com operações de carne bovina, suína e de frango no Brasil, na América do Norte, na Europa e na Austrália, subiu mais de 68% desde o início do ano, superando com folga a alta de 7,6% do Ibovespa. Contudo, as ações ainda têm um preço em dólar 20% inferior ao recorde de 2009 e são negociadas com desconto em relação aos papéis da americana Tyson Foods. Segundo o Morgan Stanley, a JBS está “melhor posicionada” para capitalizar com a febre. “A combinação de categoria e exposição geográfica, escala, utilização de capacidade e acesso ao mercado chinês diferencia a JBS”, disse Shin. Os concorrentes locais da JBS também sobem com a perspectiva de melhora na demanda. A BRF teve alta de até 7,9%, seguida de perto por Marfrig e Minerva.

Bloomberg

FRANGOS & SUÍNOS

MAPA e ABPA definem ações de prevenção à Peste Suína Africana

Representantes da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), receberam ontem (16) o Diretor do Departamento de Saúde Animal e Insumos Pecuários do Ministério da Agricultura, Geraldo Marcos de Moraes, em reunião conjunta das Câmaras de Sanidade e de Genética Avícola, realizada na sede da entidade, em São Paulo (SP)

Durante o encontro que contou com a presença do presidente da associação, Francisco Turra e do diretor técnico, Rui Eduardo Saldanha Vargas, além de membros da diretoria de empresas associadas, foram debatidas e traçadas estratégias conjuntas entre a ABPA e o Ministério, para a prevenção à Peste Suína Africana (PSA) – não confundir com Peste Suína Clássica (PSC).   Na ocasião, foram estabelecidos alinhamentos para a realização de treinamentos em conjunto com membros da iniciativa privada e do setor público, a criação de um grupo de trabalho de avaliação de riscos de PSA, entre outros. As ações de erradicação da PSC de estados brasileiros que não estão na área livre da enfermidade pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) também estiveram em pauta. A PSA tem causado grandes estragos na Ásia.  Apenas na China, que detém metade do rebanho mundial de carne suína, até 30% da produção deve ser afetada, conforme projeções do Rabobank. “Avançamos em pontos importantes para harmonizar entendimentos na estratégia de prevenção à Peste Suína Africana.  O Brasil é livre da doença e quer reforçar sua blindagem sanitária para que o País fortaleça ainda mais a posição como porto seguro para o fornecimento de carne suína”, analisa Turra. Recentemente, a ABPA criou o Grupo Especial de Prevenção à Peste Suína Africana (GEPESA), que contará com a participação de representações regionais do setor produtivo e órgãos de pesquisa atuantes na suinocultura nacional.

ABPA

Frango Vivo: alta de 1,41% em SP

Na terça-feira (16), a cotação do frango vivo teve alta de 1,41% em São Paulo, a R$3,60/kg.

O indicador da Scot Consultoria para o frango em São Paulo teve alta de 1,41% para o frango na granja, a R$3,60/kg e alta de 0,44% para o frango no atacado, a R$4,57/kg

De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP, as altas nas cotações e a queda dos preços dos insumos têm favorecido o poder de compra dos avicultores paulistas. Por sua vez, os aumentos nos preços do mercado estão atrelados a uma demanda aquecida e a uma produção ajustada.

SCOT CONSULTORIA

Exportações estão mais fracas em abril

Os embarques de carnes da segunda semana de abril foram superiores – tanto em receita, como em volume – aos do período inicial do mês. A receita cambial aumentou 20% de uma semana para outra. Com ela subiu também a média do mês (10 dias de um total de 21 dias úteis) que, mesmo assim, permanece negativa em relação ao mês anterior

Por ora, porém, prevalece clara tendência de redução nos volumes embarcados das carnes suína e bovina. Esta última sinaliza exportação de, aproximadamente, 110 mil toneladas, 7% a menos que o embarcado em março passado (pouco mais de 118 mil/t). E como, para a carne suína, as projeções não vão muito além das 43,5 mil/t, tal resultado irá significar redução de mais de 8% sobre as 47,4 mil/t do mês anterior. Dessa forma, somente a carne de frango tende a um resultado positivo no mês. Mas as projeções sugerem grande estabilidade em comparação a março passado, pois o volume ora estimado, da ordem de 320,7 mil/t, significa incremento inferior a 1% sobre as 317,9 mil/t do último mês de março.

PECUARIA.COM.BR

Maiores informações:

ABRAFRIGO

imprensaabrafrigo@abrafrigo.com.br

Powered by Editora Ecocidade LTDA

041 3088 8124

https://www.facebook.com/abrafrigo/

 

 

abrafrigo

Leave Comment