CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 944 DE 28 DE FEVEREIRO DE 2019

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Ano 5 | nº 944 | 28 de fevereiro de 2019

NOTÍCIAS

Mercado do boi à espera do Carnaval

Já faz algum tempo que o comportamento do mercado é de preços travados, com oferta restrita e dificuldade de escoamento

Porém, não está fácil para os frigoríficos preencherem as programações de abate. Mesmo com o consumo ainda deixando a desejar e com a expectativa de melhora de demanda nas próximas semanas, há pouco espaço para que as indústrias ofertem preços abaixo da referência. Este é o cenário da praça de São Paulo, por exemplo, onde a cotação do boi gordo subiu 0,7% na última quarta-feira (27/2) e ficou em R$153,50/@, a prazo, livre de Funrural. No estado, há indústrias com escalas de abate para atender apenas dois dias, o que evidencia a dificuldade em adquirir a matéria-prima. Apesar da estabilidade na maioria das regiões, não há nenhum movimento de queda de preço com intensidade que tenha sido registrado hoje ou nos últimos dez dias. Caso o mercado siga dentro da normalidade, não deve haver pressão de baixa nas cotações, que podem ganhar força no curto prazo com o Carnaval e o início do próximo mês.

SCOT CONSULTORIA

Frango, boi e suíno vivos: os preços em fevereiro de 2019

O boi valorizou-se menos de 5%, enquanto o suíno registra valor mais de 10% acima do alcançado um ano atrás

Comparativamente a janeiro passado, quem está encerrando fevereiro com melhor desempenho é o frango vivo, cujo preço médio valorizou-se pouco mais de 5%. O boi em pé permaneceu em relativa estabilidade, com valorização inferior a 1%. Já o suíno vivo, mesmo experimentando ligeiras altas na segunda metade do mês, encerra fevereiro com preço médio inferior ao de janeiro. O resultado favorável ao frango vivo persiste também em relação a fevereiro de 2018: ele alcança, no mês, valor cerca de 18,5% superior ao de um ano atrás, sendo o único a acompanhar de perto a evolução de preços do milho, com valor atual quase 19% maior. O boi valorizou-se menos de 5%, enquanto o suíno registra valor mais de 10% acima do alcançado um ano atrás. No suíno a base (fevereiro de 2018) é que foi extremamente baixa. Tanto que, ao preço atual, o suíno vivo obtém remuneração nominal quase um quarto menor que a de fevereiro de 2017. Por sua vez, o boi fecha o mês valendo perto de 5% a mais que em fevereiro de 2017. Nessa base de comparação, novamente o melhor desempenho é o do frango vivo, cujo preço médio registra incremento de pouco mais de 11% em dois anos. O que não significa exatamente um bom desempenho, pois suas duas principais matérias-primas, o milho e o farelo de soja, registraram evolução de preço superior.

AGROLINK

Embarques de carne bovina via porto de Santos crescem 231%

Entre os produtos exportados pelo Porto de Santos, a carne bovina foi um dos destaques principais destaques em janeiro, segundo dados disponíveis no site do complexo portuário

Foram embarcadas 80,1 mil toneladas de carne bovina pelo porto do Litoral Sul de São Paulo no primeiro mês do ano, um aumento de 231% em relação ao volume exportado em janeiro de 2018, de 24,2 mil toneladas. No caminho contrário, ou seja, de mercadorias que entram no país pelo Porto de Santos, o destaque foi a compras de adubos importados, que atingiram 450,2 mil toneladas descarregadas em janeiro, um crescimento de 29% sobre as 349,3 mil toneladas registradas em igual período do ano passado.

Portal DBO

Mais um frigorífico reabre em Mato Grosso

Após oito anos fechado, o Frigorífico Juruena foi reaberto na cidade de mesmo nome, que fica a 896km de Cuiabá. A retomada das atividades gerará 300 empregos diretos

A informação foi trazida por Volnei Durli, um dos sócios da empresa, acompanhado do Secretário de Indústria e Comércio, César Miranda, do Chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, e do Secretário de Fazenda, Rogério Gallo. “Reabrimos a planta. O frigorífico é mais uma alternativa para os pecuaristas”, destacou Durli. A região conta hoje apenas com duas unidades da JBS. O empresário também pontuou a necessidade de investimentos em infraestrutura na região, que possam garantir o escoamento da produção, principalmente via BR 174. Além da manutenção do trecho, para assegurar que o frete não inviabilize o empreendimento. Investimentos O grupo do frigorífico também tem mais uma planta em Mato Grosso, na cidade de Matupá, que também está na previsão para ser reaberto. Com 58 anos de existência, o grupo também tem investimentos na área de curtume no Estado, com uma unidade em Cuiabá. A companhia também atua no Pará, Goiás, São Paulo, Tocantins e Rio Grande do Sul.

Juina News

ECONOMIA

Ibovespa fecha em queda com Vale entre maiores pressões; RD dispara

A bolsa paulista fechou com o Ibovespa em queda na quarta-feira, com as ações da Vale entre as maiores pressões negativas após perder o grau de investimento pela Moody’s, enquanto os papéis da RD dispararam quase 9 por cento após balanço e anúncio de aquisição da rede de drogarias Onofre

As ações da Petrobras fecharam em alta tendo de pano de fundo a alta do petróleo no exterior e expectativas para o resultado do quarto trimestre, após o fechamento do pregão. O Credit Suisse espera lucro líquido de 3,19 bilhões de reais. Índice de referência do mercado brasileiro, o Ibovespa caiu 0,3 por cento, a 97.307,50 pontos, de acordo com dados preliminares, em sessão na qual trocou de sinal algumas vezes, oscilando da mínima de 96.885,98 pontos à máxima de 97.781,81 pontos. O giro financeiro somava 11,48 bilhões de reais.

REUTERS

Dólar recua ante real em véspera de fechamento de Ptax mensal

O dólar encerrou em queda ante o real na quarta-feira, em pregão véspera de fechamento da Ptax mensal, com desempenho melhor do que outras moedas emergentes, enquanto investidores seguiram contrabalançando eventos externos e noticiário relacionado à reforma da Previdência

O dólar recuou 0,38 por cento, a 3,7304 reais na venda. Na sessão, oscilou entre 3,7491 reais e 3,7226 reais na venda. O dólar futuro recuava 0,5 por cento. O declínio ocorre após o dólar acumular até a véspera valorização de 1,68 por cento frente ao real em fevereiro, reduzindo a queda acumulada no ano para 3,37 por cento. Agentes de mercado veem uma pauta econômica positiva para o país, mas não descartaram complicações oriundas da articulação política necessária para que a agenda avance, bem como acompanham desdobramentos no exterior com potencial efeito na direção global da moeda norte-americana. Do exterior, declaração do representante de Comércio dos EUA de que as questões com a China são “sérias demais” para serem resolvidas apenas com promessas de novas compras esfriaram o ânimo sobre as negociações comerciais entre os dois gigantes econômicos, em sessão também contaminada pela escalada nas tensões entre Paquistão e Índia na região da Caxemira. Ao mesmo tempo, porém, o chair do Federal Reserve, Jerome Powell, afirmou que vai parar de reduzir sua carteira de 4 trilhões de dólares neste ano, encerrando um processo que investidores afirmam que trabalha em conjunto com a atual pausa na elevação dos juros dos Estados Unidos.

REUTERS

Estoque de crédito no Brasil cai 0,9% em janeiro, inadimplência sobe

O estoque total de crédito no Brasil caiu 0,9 por cento em janeiro sobre dezembro, a 3,232 trilhões de reais, num mês marcado por elevação no custo dos financiamentos e alta da inadimplência

Conforme dados divulgados na quarta-feira pelo Banco Central, o saldo geral de financiamentos passou a 46,8 por cento do Produto Interno Bruto (PIB). “Muito embora não se possa descartar um pequeno arrefecimento do crédito em janeiro, ele tem influência bastante significativa de fatores sazonais”, afirmou o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, apontando que os mesmos elementos que contribuem para a alta do crédito em dezembro atuam no sentido contrário em janeiro. Olhando apenas para o segmento de recursos livres, em que as taxas são livremente definidas pelos bancos, a inadimplência subiu a 4 por cento, sobre 3,8 por cento em dezembro, na primeira alta desde janeiro do ano passado. A mesmo tempo, os juros médios no mesmo segmento avançaram a 37,7 por cento ao ano, elevação de 2,1 pontos sobre o mês anterior. O spread, que mede a diferença entre a taxa de captação dos bancos e a cobrada a seus clientes, teve uma expansão de 2,4 pontos na mesma base de comparação, chegando a 30,2 pontos percentuais em janeiro. A piora nas condições de crédito vem a despeito de a taxa básica de juros seguir estacionada em 6,5 por cento, sua mínima histórica, desde março do ano passado. Em janeiro, o estoque de crédito às pessoas físicas teve alta de 0,6 por cento sobre dezembro, enquanto o crédito às empresas recuou 2,7 por cento. Já o crédito livre caiu 1,0 por cento no primeiro mês do ano, retração maior que a de 0,8 por cento exibida pelo crédito direcionado.

REUTERS

Taxa de desemprego sobe a 12% no tri até janeiro

O Brasil iniciou o ano com alta na taxa de desemprego para o nível mais alto em cinco meses e elevação no número de desempregados, em um movimento sazonal de dispensa após as contratações de final de ano, com persistência da informalidade

A taxa de desemprego brasileira foi a 12,0 por cento no trimestre encerrado em janeiro, contra 11,6 por cento nos três meses até dezembro, de acordo com os dados divulgados nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa é a taxa mais baixa para o primeiro mês do ano desde 2016, mas chegou ao patamar mais elevado desde o trimestre encerrado em agosto (12,1 por cento) depois de oito meses seguidos de quedas e um de estabilidade. O resultado ficou praticamente em linha com a expectativa em pesquisa da Reuters de 11,9 por cento. “Era um movimento esperado dado o nível de atividade no país e o alto nível de informalidade”, disse o Coordenador da pesquisa, Cimar Azeredo. “É um movimento de dispensa de temporários, administração pública e outros. O que poderia era a conjuntura surpreender, mas não é o que vimos”, completou. O número de desempregados no país teve alta ao chegar a 12,669 milhões entre novembro e janeiro, depois de ter terminado o ano passado em 12,195 milhões. No mesmo período de 2018, eram 12,689 milhões de desempregados. Já o número de desalentados, ou a quantidade de trabalhadores que desistiram de procurar uma vaga, foi a 4,716 milhões, de 4,706 milhões no trimestre até dezembro. O contingente de pessoas ocupadas atingiu 92,547 milhões, sendo que o emprego formal continua em decadência, em uma economia que ainda sem fôlego expressivo. O emprego com carteira assinada teve recuo nos três meses até janeiro com 32,916 milhões de pessoas, de 32,997 milhões no trimestre até dezembro, além de queda de 1,1 por cento sobre o mesmo período de 2018.  “A economia tem que entrar nos trilhos, e o país tem que ter um cenário macro para estimular investimentos, contratações, com carteira e movimentar a economia”, afirmou o Coordenador da pesquisa.

REUTERS

IGP-M tem alta de 0,88% em fevereiro sob pressão de preços no atacado, diz FGV

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) acelerou a alta a 0,88 por cento em fevereiro, contra variação positiva de 0,01 por cento em janeiro, diante da pressão mais forte dos preços no atacado, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) na quarta-feira

Em fevereiro, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60 por cento do índice geral e apura a variação dos preços no atacado, passou a subir 1,22 por cento, depois de queda de 0,26 por cento em janeiro. No IPA, os preços das Matérias-Primas Brutas registraram alta de 3,23 por cento no mês, depois de queda de 0,30 por cento antes, pressionados por minério de ferro, leite in natura e soja (em grão). Por outro lado, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30 por cento no índice geral, mostrou menor pressão no varejo, uma vez que em fevereiro subiu 0,26 por cento, contra alta de 0,58 por cento no mês anterior. A principal contribuição para o resultado foi dada pelo grupo Educação, Leitura e Recreação, que passou a subir 2,12 por cento após queda de 0,16 em janeiro. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), por sua vez, desacelerou a alta a 0,19 por cento no período, de 0,40 por cento em janeiro.

REUTERS

EMPRESAS

Marfrig tem lucro líquido de R$2,2 bi no 4º tri

O grupo de carne bovina Marfrig teve lucro líquido de 2,2 bilhões de reais no quarto trimestre, impulsionado por ganho de capital gerado pela venda da subsidiária Keystone e revertendo prejuízo de 22 milhões de reais registrado um ano antes

A companhia apurou geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado de 881 milhões de reais nos três últimos meses do ano passado, alta de 18 por cento em relação ao quarto trimestre de 2017. A empresa tinha informado em novembro que recebeu 1,4 bilhão de dólares com a venda da Keystone para a norte-americana Tyson Foods. A Marfrig, segunda maior processadora de carne bovina do mundo, teve receita líquida de 10,6 bilhões de reais no período, um crescimento de 12 por cento sobre os três últimos meses de 2017, apesar de queda de 8 por cento no abate de cabeças de gado. Segundo a Marfrig, o crescimento no faturamento foi puxado pela depreciação do real contra o dólar, que ajudou a compensar os menores abates na América do Sul. A relação de dívida líquida sobre Ebitda ajustado terminou 2018 em 2,39 vezes em reais e em 2,31 vezes em dólares, abaixo da meta de 2,5 vezes definida pela companhia. A empresa afirmou que espera continuação na tendência de recuperação no consumo doméstico no Brasil neste ano, além de manutenção no crescimento da demanda internacional.

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BRF encerra linha de crédito rotativo de US$1 bi contratada em 2014

A BRF encerrou no último dia 22 linha de crédito rotativo (“revolving credit facility”) contratado pela companhia de alimentos em 2014 no valor de 1 bilhão de dólares, de acordo com comunicado ao mercado na quarta-feira

“O encerramento se deu em função da inexistência de necessidade de liquidez adicional até o vencimento programado dessa linha em 31 de maio de 2019”, disse a BRF, acrescentando que o “revolving credit facility” foi contratado junto a um sindicato de 28 bancos globais.

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FRANGOS & SUÍNOS

China planeja dividir áreas produtoras de suínos para conter peste africana

China como uma tentativa de deter o avanço da peste suína africana através de seu território e garantir suprimentos

A China, maior produtora mundial de suínos, planeja dividir sua indústria de porcos em cinco zonas, como uma tentativa de deter o avanço da peste suína africana através de seu território e garantir suprimentos. Pequim já reportou mais de 100 surtos da doença, que é fatal para porcos, mas inofensiva para humanos, em 28 províncias e regiões desde o último mês de agosto, causando problemas à indústria de 1 trilhão de dólares e setores relacionados. O Ministério da Agricultura e Assuntos Comerciais da China esboçou um plano para reduzir o comércio de porcos e carne suína entre as regiões, após medidas anteriores terem distorcido preços e o mercado. O plano, elaborado em um documento visto pela Reuters, foi enviado aos governos provinciais e municipais para avaliação na última semana. Não ficou claro se ele já havia sido aprovado. O ministério não respondeu a um fax com questões sobre o documento, que foi emitido em 18 de fevereiro. Em um documento separado, Pequim declarou que tem enfrentado menos surtos da doença no primeiro semestre de 2019 do que no segundo do ano passado.

REUTERS

Embarques de carne suína chegam a 40,5 mil toneladas na quarta semana de fevereiro

Somando 16 dias úteis até a quarta semana a média diária ficou em 2,5 mil toneladas, um crescimento de 33,3% em relação ao mês de janeiro

As exportações de carne suína in natura chegam a 40,5 mil toneladas embarcadas na quarta semana de fevereiro, movimentando US$ 79,6 milhões. Somando 16 dias úteis até a quarta semana a média diária ficou em 2,5 mil toneladas, um crescimento de 33,3% em relação ao mês de janeiro, que fechou com uma média 1,9. Já em relação a fevereiro de 2018 o crescimento foi menor, ficando em 20,9%. O valor pago por tonelada foi um pouco maior do que o pago na terceira semana, subindo de US$ 1958,90 para US$ 1960,18. Porém, este valor ainda é menor do que o praticado em janeiro de US$ 2006,70.  Já em relação ao mesmo período de 2018 a desvalorização foi maior, chegando a 9%, visto que o preço pago naquele período era US$ 2153,31. Se esta média diária se mantiver, fevereiro deve fechar com cerca de 55 mil toneladas enviadas ao exterior, o que irá representar um valor cerca de 33% maior do que o exportado em janeiro e cerca de 20% a mais do que o exportado no mês de fevereiro de 2018. Na quarta semana de fevereiro de 2019, a balança comercial registrou superávit de US$ 2,010 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 5,069 bilhões e importações de US$ 3,059 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 13,785 bilhões e as importações, US$ 10,194 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,591 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 32,364 bilhões e as importações, US$ 26,580 bilhões, com saldo positivo de US$ 5,784 bilhões.

SUINOCULTURA INDUSTRIAL

Desempenho do frango abatido no segundo mês de 2019

Frango abatido resfriado deve encerrar fevereiro de 2019 com um valor médio não muito diferente de R$4,10/kg

O frango abatido resfriado deve encerrar fevereiro de 2019 com um valor médio não muito diferente de R$4,10/kg (base: Grande Atacado da cidade de São Paulo). Além de representar valorização de quase 5% sobre janeiro passado, esse resultado corresponde à melhor remuneração dos últimos três meses. A valorização em relação a fevereiro de 2018 é 37%, pelo menos, o que sugere que o setor teve ganhos excepcionais neste mês. Nos quatro primeiros meses de 2018 o produto operou com preços inferiores a R$3,00/kg, situação que havia sido observada pela última vez em 2014. O que está ocorrendo é uma correção que vem desde setembro do ano passado e desde então se mantém com pequenas variações mensais.

AGROLINK

Preço do suíno se mantém estável na maior parte das regiões

Na comparação entre 20 e 26 de fevereiro apenas Rio Grande do Sul e Mato Grosso registraram variação

O quilo do suíno vivo tem se mantido estáveis nos últimos dias, conforme dados das associações estaduais levantados pela Suinocultura Industrial. Dentre oito estados, apenas o Mato Grosso e Rio Grande do Sul registraram valorização. No caso do Rio Grande do Sul houve valorização de 1,06% passando de R$ 3,55 para R$ 3,76 – na comparação entre 20 e 26 de fevereiro. Nos demais estados os preços se mantêm o mesmo desde o dia 20 de fevereiro, com o quilo sendo cotado em Santa Catarina em R$ 3,80, no Paraná em R$ 3,62, São Paulo R$ 4,21, Minas Gerais e Goiania R$ 4,20 e Distrito Federal a R$ 4,01.

SUINOCULTURA INDUSTRIAL

INTERNACIONAL

Paraguai: oitavo exportador de carne do mundo

O Paraguai passou da posição seis para a oitava posição entre os maiores exportadores de carne do mundo, revelou o Presidente do Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Animal (Senacsa), José Carlos Martin

Ele explicou que isso se deve principalmente à competitividade que o produto argentino ganhou com a desvalorização de sua moeda, como o Brasil no ano passado. “A Argentina aumentou suas exportações em 75%”, disse ele. No nível regional, nosso país passa da posição dois para a quarta posição em termos de exportações, atrás do Brasil, Argentina e Uruguai, disse Martin. No entanto, o Presidente da Senacsa ressaltou que o Paraguai continua no top ten dos exportadores de carne do mundo. Diante dessa situação, uma das soluções para posicionar o Paraguai novamente é “não continuar fazendo o mesmo de sempre”, disse Martin. Isso implica a criação de um Instituto da Carne, que servirá para promover e certificar a carne paraguaia, disse ele. Para isso, eles se reuniram com representantes da Associação Rural do Paraguai (ARP), da Câmara Paraguaia de Carne e do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAG). Segundo Martin, existe um acordo entre esses órgãos para promover o instituto por meio de uma parceria público-privada.

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