CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 931 DE 11 DE FEVEREIRO DE 2019

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Ano 5 | nº 931 | 11 de fevereiro de 2019

NOTÍCIAS

Semana terminou com cotações equilibradas no mercado do boi gordo

Os frigoríficos, em sua maioria, encontraram dificuldade para comprar boiadas na semana que passou

A oferta não está abundante e há retenção de boiadas pelos pecuaristas, que aproveitam a melhor condição das pastagens para manter o gado engordando. Mas cabe ressaltar que mesmo contida, a oferta tem sido suficiente para atender a demanda, o que estabeleceu um equilíbrio nas cotações na maioria das regiões. Tanto que no balanço semanal, na média de todas as praças pecuárias pesquisadas pela Scot Consultoria, as cotações fecharam com estabilidade. Já no mercado atacadista de carne bovina com osso, a menor disponibilidade de animais repercutiu nas cotações. A cotação da carcaça de bovinos castrados subiu 1,5% nesta semana e a referência está em R$10,17/kg.

SCOT CONSULTORIA

SP registra alta dos custos de produção de bovinos confinados, enquanto Goiás registra queda

Os custos da diária-boi (CDB) calculados na vigésima edição do informativo do Índice de Custo de Produção de Bovinos Confinados (ICBC) foram de R$ 9,58, R$ 9,45 e R$ 8,10 para os confinamentos de São Paulo médio (CSPm), grande (CSPg) e de Goiás (CGO), nesta ordem

Em janeiro houve aumento no CDB para as propriedades do estado de São Paulo e houve redução no CDB na região de Goiás. Os preços dos insumos alimentares estiveram em alta, de modo geral, no estado de São Paulo. Os principais ingredientes energéticos como milho e sorgo aumentaram 6,5% e 4,0%, respectivamente. No estado de Goiás foi identificada estabilização desses itens no levantamento de preços realizado. Desta forma, os custos das dietas alimentares em São Paulo aumentaram, enquanto houve redução desses custos no estado de Goiás. O ICBC Mensal demonstra que para os confinadores de Goiás, o primeiro mês do ano de 2019 iniciou com índice de custos em queda. No entanto, aqueles localizados em São Paulo tiveram maiores altas no mês de janeiro de 2019 quando comparado com o mês anterior, dezembro de 2018. O índice de custo do mês atual (janeiro) é inferior desde aquele que foi registrado em agosto de 2018 para todas as propriedades. O Custo Total se manteve estável no estado de Goiás, enquanto houve aumento para as propriedades representativas de São Paulo. O boi magro, principal insumo produtivo, aumentou 0,5% em Goiás e 1,0% em São Paulo. A taxa de juros Selic reduziu em janeiro e foi cotada a 6,36% ao ano (a.a.). A Taxa de Juros de Longo Prazo (TLP), utilizada para remunerar o capital imobilizado aumentou e foi para 6,96% a.a.

Laboratório de Análises Socioeconômicas e Ciência Animal (LAE), da FMVZ/USP

Início de ano lento para as exportações de gado vivo

Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), foram exportadas 37,55 mil cabeças de bovinos vivos em janeiro, com faturamento total de US$22,60 milhões

O volume embarcado é 5,7% menor que dezembro último, porém 55,4% maior na comparação com o mesmo período do ano passado. Os países importadores no mês de janeiro foram Egito (16,9 mil cabeças), Iraque (10,0 mil cabeças), Turquia (7,8 mil cabeças) e Jordânia (2,7 mil cabeças). Vale destacar que no final de 2018 houve a abertura das exportações de gado em pé para o Irã e, mais recentemente, em janeiro de 2019, a abertura com o Malásia, podendo aumentar as oportunidades nesse nicho de mercado.

SCOT CONSULTORIA

Ministra tem agenda de viagens internacionais para melhorar exportações

Tereza Cristina visitará China, Estados Unidos, Europa, países árabes e outras nações com as quais o Brasil quer estreitar relações comerciais

A Ministra da Agricultura, Tereza Cristina, está programando uma série de viagens com o objetivo de abrir novos mercados e melhorar as exportações brasileiras. Ela informou que visitará China, Estados Unidos, Europa, países árabes e outras nações com as quais o Brasil quer estreitar relações comerciais, como Vietnã e Indonésia. A Ministra disse que já recebeu no Mapa o embaixador chinês no Brasil e estabeleceu algumas pautas em comum. Ela também manifestou a intenção de incrementar a relação comercial com o Peru, país que está em acelerado crescimento econômico e tem potencial para aumentar o mercado bilateral. Ela também já tem marcada uma viagem em junho ao Japão, para a reunião do G-20, o grupo formado pelas 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia. Em relação aos países árabes, a ideia é também abrir mais mercados aos produtos agropecuários brasileiros. A ministra confirmou que a Arábia Saudita diminuiu um pouco as importações de aves do Brasil, mas explicou que o país quer fortalecer a produção em seu próprio país. A Ministra confirmou que há comentários de diplomatas estrangeiros dizendo-se preocupados com a maior aproximação do governo brasileiro com Israel. “A gente sentiu um desconforto dos embaixadores, inclusive querendo marcar visitas com essa pergunta. A agricultura tem de manter os mercados já existentes para nossos produtos e abrir mais mercados. Já conversamos com o governo”.

MAPA

Pecuarista paga ao Estado 63% do seu lucro

Apontamento realizado pelo Instituto Mato-Grossense da Carne (IMAC) em janeiro deste ano, apontou que um quinto (20%) de toda a carne bovina exportada pelo Brasil em 2018 saiu de Mato Grosso, o segundo Estado exportador de carne, ficando atrás somente de São Paulo. No Brasil, o segmento movimentou com a exportação de carne bovina fresca, resfriada e congelada cerca de US$ 5,413 bilhões, sendo deste montante US$ 1,119 bilhão é oriundo de Mato Grosso

Segundo a Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), no estado houve um aumento de 8,99% nos abates entre 2018 e 2017, saindo de 4,96 milhões para 5,40 milhões de cabeças abatidas. Apesar dos números expressivos, o pecuarista que fornece o boi para os frigoríficos, deixa aos cofres públicos em média 63,40% do lucro de um animal. O cálculo é apresentado pelo Sindicato dos Frigoríficos de Mato Grosso (Sindifrigo-MT). De acordo com o Presidente da entidade, Paulo Bellicanta, seguindo a tabela tributária imposta pelo Fisco, o custo total do abate de um boi de 18 arrobas, é igual a R$ 154,05. Em média R$ 8,55 por arroba produzida ou 6,34% do valor total de um animal. “Levando em consideração a margem líquida do setor que é de 3,5% temos a espantosa realidade que criar um boi hoje em Mato Grosso, representa deixar mais da metade do lucro para o Governo”, analisa Bellicanta. O Presidente do Sindifrigo ressalta que o sistema tributário brasileiro pode levar a erros de julgamento. “Os impostos são complexos e ardilosos, distribuindo a carga tributária em várias frentes que a princípio parecem ser leves. Mas se for somar todos os “zeros virgula” alguma coisa, isso sobrecarregará alguns setores”, pontua. Os pecuaristas pagam as taxas da Guia de Transporte Animal (GTA), Fundo de Apoio ao Desenvolvimento da Bovinocultura (Fabov) e o Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (Fesa). Além da carga dos tributos indiretos impostos pelo Imposto de Circulação de Mercadoria (ICMS) da energia, dos equipamentos e dos materiais de consumo. E em janeiro o Governo Estadual editou o novo Fethab (Lei nº 10.818/2019), unificando o Fethab 1 e 2, gerando o valor de R$ 41,70 a ser pago pelo produtor. Nos anos anteriores, eram R$ 31,58, entre Fethab 1 (R$15,79) e Fethab 2 (R$ 15,79).

PECUARIA.COM.BR

ECONOMIA

Mercado reforça busca por proteção e dólar sobe a R$ 3,73

O mercado de câmbio reforçou a dose de cautela na tarde de sexta-feira, num movimento de busca de proteção que deixou o dólar bem perto da marca de R$ 3,75. De acordo com operadores, o salto da divisa americana contou com fatores técnicos, que intensificaram o avanço, em meio a reavaliação de riscos locais e externos

O dólar comercial ganhou tração durante a tarde e terminou em alta de 0,57%, aos R$ 3,7324, depois de tocar a máxima de R$ 3,7479. Foi o maior nível de fechamento desde o último dia 28, quando ficou em R$ 3,7643. Na semana, a alta foi de 1,95%. Por volta das 17h05, o contrato futuro para março subia 0,27%, aos R$ 3,7325. Mais cedo, a moeda chegou a tocar R$ 3,7535. Operadores comentam que o movimento ganhou força até a máxima, quando superou a marca de R$ 3,73, que era considerada uma boa referência para operações de zeragem de posições e busca por hedge. Sem respaldo positivo do ambiente externo, que registra queda forte das bolsas americanas, comenta-se nas mesas de operação que há um enxugamento da exposição ao Brasil. Já no cenário externo, o que pesa é o risco de acirramento da disputa comercial entre Estados Unidos e China, que pode afetar o já delicado crescimento da atividade global. O presidente Donald Trump anunciou que não encontrará o presidente chinês, Xi Jinping, antes do prazo final, 1º de março, para um acordo comercial entre as nações. Em sete dias encerra o prazo para o Trump e o Congresso chegarem em um acordo sobre o orçamento do país. Sem um entendimento, o presidente pode paralisar novamente o governo.

VALOR ECONÔMICO

Ibovespa avança com bancos e Vale, mas tem 1ª queda semanal do ano

A bolsa paulista fechou com o Ibovespa em alta na sexta-feira, resistindo ao viés negativo no exterior, em meio à reação das ações da Vale e ao avanço de papéis de bancos, mas teve a primeira perda semanal desde dezembro de 2018

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,99 por cento, a 95.343,10 pontos, de acordo com dados preliminares. O volume financeiro da sessão somou 16,16 bilhões de reais. O Ibovespa acumulou queda semanal de 2,57 por cento, encerrando sequência de seis semanas de alta, período em que contabilizou um ganho de quase 14 por cento. Para o chefe de renda variável e derivativos da assessoria de investimentos Monte Bravo, Bruno Madruga, após seis semanas de valorização, era de se esperar uma correção, que pode ter acontecido nessa semana. “Isso não muda nossa expectativa positiva para a bolsa, mas sabemos que o mercado não vai subir em ‘linha reta’”, afirmou Madruga, chamando a atenção para potenciais ruídos relacionados à reforma da Previdência e embate comercial EUA-China. No caso da Previdência, agentes financeiros citam que o mercado já sente o desconforto com o tempo que a aprovação da reforma da Previdência tomar no Congresso, abrindo espaço para ruídos e negociações. Também a saúde do Presidente Jair Bolsonaro, que segue internado em São Paulo, é acompanhada no mercado, uma vez que a definição do texto a ser apresentado depende de sua aprovação.

REUTERS

EMPRESAS

Plantas da Marfrig e da Minerva no Uruguai vão exportar carne bovina para o Japão

A Marfrig e a Minerva informaram separadamente na sexta-feira (08) que suas unidades no Uruguai foram habilitadas a exportar carne bovina in natura para o Japão após a abertura deste mercado asiático para a carne uruguaia

As unidades da Marfrig autorizadas ficam nas cidades uruguaias de Colonia, San José, Tacuarembó e Salto. As operações da Marfrig no Uruguai têm capacidade de abate de 700 mil cabeças por ano e empregam 3 mil colaboradores no país. “Trata-se de uma excelente oportunidade para a companhia no Uruguai, que após 19 anos volta a atender esse mercado, que mantém exigências sanitárias extremamente rigorosas”, disse o CEO da operação da Marfrig na América do Sul, Miguel Gularte, em comunicado. A Marfrig já atende o mercado japonês por meio da National Beef, empresa baseada nos Estados Unidos e adquirida em abril do ano passado. A National Beef é a principal exportadora estadunidense de carne resfriada para o Japão. Já a Minerva, segunda maior produtora de carne bovina do Uruguai, teve suas três plantas no país habilitadas a exportar ao Japão. A empresa tem capacidade diária de abate de 3,2 mil cabeças no Uruguai.

CARNETEC

Companhia busca parcerias com fundos soberanos para ingressar na Arábia Saudita

Sem dinheiro para aquisições, a BRF poderá ingressar no mercado de carne de frango da Arábia Saudita por meio de parcerias com fundos soberanos do Oriente Médio

Mencionada como uma possibilidade pelo CEO global, Pedro Parente, a iniciativa já atraiu o interesse de alguns investidores, apurou o Valor. A Saudi Agriculture and Livestock Investment Company (Salic), gestora do Reino da Arábia Saudita com foco em agronegócios, está interessada, disseram duas fontes. No ano passado, os sauditas já haviam demonstrado interesse em investir na BRF. À época, a Salic chegou a conversar com outros investidores – como o empresário Rubens Ometto e a americana Continental Grain -, que vislumbravam participar de um aumento de capital na empresa, o que não ocorreu. A ideia da Salic era, ao final de uma complexa transação, assumir a operação de carne de frango halal (que segue preceitos muçulmano) da BRF. Como ficaria claro ao longo do ano passado, a ideia não interessava à empresa brasileira, que dissolveu a OneFoods -subsidiária que reunia os frigoríficos voltados ao mercado muçulmano. Em teleconferência, o Vice-Presidente Executivo da empresa brasileira, Lorival Luz, reafirmou que a OneFoods foi incorporada à BRF. Sendo assim, eventuais parcerias serão feitas em outros formatos que interessem à companhia. A jornalistas, Parente afirmou ontem que Patricio Rohner, à frente das operações da companhia no Oriente Médio, foi incumbido de ouvir interessados em parcerias. O pano de fundo para a entrada na Arábia Saudita é a estratégia do governo local de cortar as importações de frango.

VALOR ECONÔMICO

FRANGOS & SUÍNOS

Crise na Venezuela pode abrir espaço a frango brasileiro

Em meio à articulação liderada pelos EUA – e apoiada pelo Brasil – para derrubar Nicolás Maduro da presidência da Venezuela, os frigoríficos brasileiros vão propor ao Ministério das Relações Exteriores a criação de uma linha de financiamento à exportação garantida pelo petróleo venezuelano

A medida entraria em vigor caso a crise política do país termine com a vitória das forças oposicionistas. O objetivo dos frigoríficos é unir um tema sensível – o abastecimento de alimentos para combater a fome na Venezuela – à necessidade de ampliar as exportações de carne de frango do Brasil, que vêm sofrendo nos últimos anos com restrições comerciais. A proposta, preparada pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), será entregue nesta semana pelo Presidente da entidade, o ex-ministro da Agricultura Francisco Turra, ao Itamaraty. O Ministro-Chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e a Ministra da Agricultura, Tereza Cristina, também receberão a proposta formulada pela ABPA. “A primeira coisa que a Venezuela vai precisar é de alimentos, e ninguém tem garantia melhor de fornecimento do que o Brasil, que tem larga tradição”, afirmou Turra ao Valor. O frango é o principal produto da proposta, mas a ABPA também quer exportar carne suína e ovos ao país. No passado recente, a Venezuela foi um destino relevante para a indústria de carne de frango do Brasil. O auge foi em 2014, quando os embarques renderam quase US$ 430 milhões, 5% das exportações do setor, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) compilados pela ABPA. Entre 2009 e 2015, os frigoríficos enviaram pelo menos 99 mil toneladas anuais de carne de frango aos venezuelanos, angariando mais de US$ 200 milhões por ano. Com o recrudescimento da crise econômica na Venezuela, as exportações minguaram. Em 2018, apenas 114 toneladas foram vendidas. O Presidente da ABPA sustenta que a linha de financiamento à exportação proposta é viável economicamente ao governo brasileiro, e não apenas politicamente. De acordo com o dirigente, o petróleo é uma garantia suficiente para dar segurança ao Tesouro Nacional, que teria de arcar com os custos de um eventual calote. Apesar dos riscos, a ABPA avalia que a retomada das vendas à Venezuela contribuirá com a ambiciosa meta da entidade de exportar 500 mil toneladas por mês – somando carne de frango e carne suína. Em 2018, os embarques mensais atingiram, em média, 392,3 mil toneladas.

VALOR ECONÔMICO

FRANGO/CEPEA: maior demanda eleva cotações neste início de mês

Preços do frango vivo e da carne subiram em praticamente todas as regiões acompanhadas pelo Cepea neste início de fevereiro

Os preços do frango vivo e da carne subiram em praticamente todas as regiões acompanhadas pelo Cepea neste início de fevereiro. Este movimento de alta, segundo pesquisadores, é comum no período, uma vez que as redes atacadistas e varejistas intensificam as compras para atender à maior demanda nessa época – quando o poder de compra da população é favorecido pelo recebimento dos salários. Em relação às exportações da carne de frango, houve recuo entre dezembro e janeiro, devido, principalmente, à retração das compras dos principais parceiros comerciais do Brasil. Assim, os valores recuaram no primeiro mês do ano.

CEPEA/ESALQ

Começo de mês traz ânimo ao mercado de suínos

Fevereiro começou com um aparente ânimo no mercado

Nas granjas paulistas, apesar do recuo nos preços na comparação semanal, de 1,4%, os últimos dias vêm apresentando recuperação. Isso porque existe uma expectativa de melhora nas vendas nos próximos dias, com a entrada do salário da população em circulação. Atualmente, o cevado está cotado, em média, em R$68,00 por arroba. No atacado, o ânimo veio antes, o varejo demonstrou mais interesse em se abastecer o que contribuiu para a valorização de preços. A carcaça passou de R$5,20 por quilo, para os atuais R$5,55 por quilo, alta de 6,7% em sete dias. Para o curto prazo a expectativa é de incremento nas vendas, o que deve dar sustentação às cotações. No mercado externo, segundo a Secretária de Comércio Exterior (Secex), os embarques de carne in natura em janeiro totalizaram 41,9 mil toneladas, queda de 12,4% em relação a dezembro último e redução de 7,9% em relação a igual período do ano passado.

SCOT CONSULTORIA

INTERNACIONAL

Uruguai acerta acordo sanitário para exportação de carne ao Japão

O Uruguai acertou um acordo sanitário com o Japão para exportação de carne in natura, informou a brasileira Marfrig, que é a maior processadora de carne bovina do país e teve todas as suas fábricas uruguaias habilitadas para embarque

A Marfrig afirmou que o Japão foi em 2018 o terceiro maior importador de carne bovina do mundo. “A National Beef, que integra a operação da Marfrig na América do Norte, já é hoje a principal exportadora de carne resfriada dos Estados Unidos para o mercado japonês. E, com essas novas habilitações, a Marfrig passará também a atender seus clientes via a operação do Uruguai”, afirmou a companhia em comunicado ao mercado.

REUTERS

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