CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 930 DE 8 DE FEVEREIRO DE 2019

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Ano 5 | nº 930 08 de fevereiro de 2019

NOTÍCIAS

Mercado do boi gordo: oferta e consumo equilibrados

No fechamento da quinta-feira (7/2), os preços se mantiveram nas mesmas bases na maioria das praças pecuárias

O consumo está aquém do esperado e a oferta de animais terminados está equilibrada com a demanda na maior parte das regiões. Nas praças pecuárias onde a oferta está pior, as indústrias encontram dificuldade em alongar as escalas de abate, e, apesar do consumo calmo, esse quadro pressionou para cima as cotações em quatro regiões. Em São Paulo, por exemplo, a arroba subiu R$0,50 na comparação diária, o que representa alta de 0,3%. As programações de abate atendem, em média, cinco dias. No Norte de Minas Gerais, a dificuldade em adquirir boiadas refletiu em valorização de 0,7% frente ao fechamento anterior. No mercado atacadista a cotação da carne subiu, descolando do mercado físico do boi. O boi casado de animais castrados ficou cotado, em média, em R$10,17, alta de 1,5% na comparação dia a dia.

SCOT CONSULTORIA

Goiânia-GO: preços frouxos no início de fevereiro

A virada de mês e recebimento dos salários, não foram suficientes para aquecer o mercado, pelo contrário, a demanda aquém do esperado pressionou para baixo as cotações da arroba do boi gordo nesse início de fevereiro

Na região, a arroba desvalorizou 0,7% na comparação semanal e está cotada, em média, em R$140,00 a prazo, livre de Funrural (7/2). O diferencial de base em relação a Araçatuba-SP está em -8,79%. Para a vaca gorda o cenário foi o oposto, a oferta restrita de animais desta categoria refletiu em firmeza nos preços nesse início de mês na região. O acréscimo foi de 0,8%, e a arroba da vaca está cotada, em média, em R$134,00 a prazo, livre de Funrural. Para as próximas semanas, com a entrada da segunda quinzena de fevereiro, onde sazonalmente é de consumo ainda menor, as expectativas são de que os preços não tomem fôlego.

SCOT CONSULTORIA

Fux, do STF, suspende todos os processos do país DA tabela de frete

O Ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu todos os processos, em todas as instâncias judiciais do país, que envolvam o tabelamento do frete

A decisão foi dada na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5956, na qual a Associação do Transporte Rodoviário de Carga do Brasil (ATR Brasil) questiona a política de preços mínimos do transporte rodoviário de cargas. A decisão de Fux atende a uma demanda da Advocacia-Geral da União (AGU), que em janeiro havia pedido para que o STF esclarecesse se a decisão tomada pelo ministro em junho de 2018 continua valendo. Na época, ele proibiu qualquer determinação judicial sobre o tema até que a Corte analisasse o mérito de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI). A AGU argumentava que há uma série de ações individuais e coletivas que foram apresentadas nas instâncias inferiores e estão sendo atendidas. “Determino a suspensão de todos os processos judiciais em curso no território nacional, em todas as instâncias, que envolvam a aplicação da Lei n.º 13.703/2018, da Medida Provisória n.º 832/2018, da Resolução nº 5.820/2018 da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) ou de outros atos normativos editados em decorrência dessas normas, até o julgamento definitivo do mérito”, afirmou o ministro em sua decisão. Em janeiro, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) conseguiu na Justiça Federal do Distrito Federal uma decisão liminar que favorece as empresas filiadas à entidade impedindo que elas sejam multadas pela ANTT em caso de descumprimento da tabela de preços mínimos do frete rodoviário.

VALOR ECONÔMICO

ECONOMIA

Ibovespa fecha em queda com exterior e Vale

A bolsa paulista fechou em queda na quinta-feira, contaminada por Wall Street, pela queda do petróleo e das ações da Vale, em meio as incertezas sobre os desdobramentos da tragédia em barragem da empresa que já matou 150 pessoas

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,24 por cento, a 94.405,59 pontos, tendo subido 1 por cento na máxima, a 95.641,51 pontos, e recuado a 93.507,18 pontos na mínima. O volume financeiro da sessão somou 17,28 bilhões de reais. Os principais índices acionários nos EUA recuavam mais de 1 por cento por temores de que Estados Unidos e China não conseguirão fechar um acordo comercial menos de um mês após uma trégua, elevando preocupações com uma desaceleração global. O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que não encontrará o Presidente chinês antes do prazo para um acordo em 1º de março. Questionado por um repórter se haveria uma reunião antes do prazo final, ele disse “não”. Questionado se haveria uma reunião no próximo mês, disse: “ainda não. Talvez.”

REUTERS

Dólar fecha com alta ante real; mercado ajusta humor sobre Previdência

O dólar fechou com alta ante o real na quinta-feira, com investidores adotando posições mais moderadas após bom humor ligado à reforma da Previdência e preocupação com uma desaceleração na Europa após dados fracos da indústria alemã

O dólar avançou 0,12 por cento, a 3,7108 reais na venda. A moeda oscilou entre 3,7005 reais e 3,7384 reais. O dólar futuro operava em alta de 0,6 por cento. Participantes do mercado começaram na véspera a aventar a chance de a votação da reforma previdenciária não ocorrer no prazo estimado pelo Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) que havia dito que o texto poderia ser votado na Casa até julho. Uma fonte da equipe econômica disse à Reuters na véspera que para o governo garantir a aprovação da reforma da Previdência é mais importante do que tramitá-la rapidamente. Um membro da área econômica disse nesta quinta que o projeto da reforma deve ser apresentado entre 19 e 21 de fevereiro ou quando Bolsonaro estiver restabelecido. No exterior, uma queda inesperada na produção industrial da Alemanha, maior economia da Europa em dezembro endossou temores de desaceleração na Europa. “Também é preocupante a zona do euro. A Alemanha mostrou que atividade industrial caiu em dezembro, apontando enfraquecimento da economia, o que levanta risco de recessão”, disse Faganello. Os negócios também refletiram a notícia de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente chinês, Xi Jinping, não devem se encontrar antes de 1º de março, data em que vence a trégua na guerra comercial.

REUTERS

S&P mantém nota e perspectiva para Brasil, prevê lenta melhora fiscal durante governo Bolsonaro

A agência de classificação de risco de crédito Standard & Poor’s manteve na quinta-feira a nota atribuída ao título soberano do Brasil em BB-, com perspectiva estável, apontando expectativa de lenta melhora dos números fiscais e do crescimento econômico do país durante o governo de Jair Bolsonaro

“A perspectiva estável reflete nossa visão de que o governo Bolsonaro avançará, com o apoio do Congresso, para melhorar lentamente os déficits fiscais, embora a dívida do governo no geral continue a subir”, afirmou a S&P em nota. “Também esperamos moderada aceleração do crescimento econômico e melhoria da confiança dos investidores após uma espera antes das eleições, sustentado por alguma melhoria do perfil fiscal e recuperação das operações de crédito”, acrescentou a S&P. A S&P afirmou que pode elevar o rating do país nos próximos dois anos se a amplitude e a profundidade dos avanços da política apontarem uma recuperação mais rápida nas trajetórias fiscais e de crescimento do Brasil do que esperado atualmente, mas que isso exigiria a implementação de uma bem-sucedida política fiscal estrutural corretivas e perspectivas mais fortes de crescimento do PIB. Em contrapartida, a S&P alertou que pode rebaixar os ratings no próximo ano caso surja uma fraqueza inesperada no balanço de pagamentos do Brasil que prejudique o acesso ao mercado ou gere um forte aumento na dívida externa. A agência citou ainda que a nota atual atribuída ao título soberano do Brasil reflete o progresso lento do país e o baixo apoio político para aprovar uma legislação significativa para corrigir a fragilidade fiscal estrutural em tempo hábil ao longo dos últimos anos.

REUTERS

EMPRESAS

BRF espera normalizar margem de lucro em 2020 após conclusão de plano de reestruturação

A exportadora de carne de frango BRF espera elevar sua margem de lucro em 2019, atingir a normalidade do indicador no ano que vem e superar o índice em 2021, após a conclusão de plano de reestruturação da companhia, que não conseguiu levantar todos os 5 bilhões de reais pretendidos com venda de ativos

Em teleconferência com jornalistas na quinta-feira, após anunciar a última leva de venda de ativos da companhia, o Presidente-Executivo da BRF, Pedro Parente, afirmou que a empresa chegou a analisar oportunidades de vendas adicionais de ativos, mas considerou que tais operações são estratégicas e que o caixa da empresa é suficiente para lidar com suas obrigações de dívida. “Buscamos como meta de cruzeiro para alavancagem entre 1,5 vez e 2 vezes (Ebitda). Estabelecemos para 2019 meta de 3,65 vezes… A partir daí vamos buscar entre 1,5 vez e 2 vezes o mais rápido possível”, disse Parente. “Para margens (Ebitda), o que estamos dizendo é que queremos 2019 superior a 2018. Em 2020 queremos voltar aos níveis históricos e em 2021 margens acima do histórico”, acrescentou, sem informar qual seria o nível histórico para a BRF. Por sua vez, o Vice-Presidente executivo global da companhia, Lorival Luz, afirmou que a BRF está com nível de estoque de produtos em 2019 de 1,5 vez o necessário para suas operações neste ano, uma situação melhor em relação ao nível que atingiu mais de quatro vezes o que seria um estoque adequado em 2018, quando a Europa suspendeu importações de carne de frango de várias fábricas brasileiras. “Não teremos essa pressão em 2019 para desova de produtos”, afirmou o executivo.

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BRF vende ativos na Europa e Tailândia para Tyson por US$340 mi, adia metas em 6 meses

A exportadora de carne de frango BRF anunciou na quinta-feira a venda de operações na Europa e Tailândia para a norte-americana Tyson Foods por 340 milhões de dólares e informou que vai levar mais seis meses para cumprir meta de redução de dívida definida em meados do ano passado

A venda de ativos para a Tyson incluiu quatro fábricas na Tailândia, uma na Holanda e uma no Reino Unido. A BRF tinha meta de vender 5 bilhões de reais em ativos até o final de 2018, mas afirmou na quinta-feira que o total a ser arrecadado será de cerca de 4,1 bilhões de reais, informou a companhia. “Em função disso, a companhia estima que a razão entre a dívida líquida e o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado ficará em torno de 5 vezes no quarto trimestre de 2018, incluindo os efeitos pro forma de todas as vendas de ativos já anunciadas, e aproximadamente 3,65 vezes no quarto trimestre de 2019, o que representa um adiamento de seis meses para o alcance das metas”, afirmou a BRF em comunicado à imprensa. No final de junho do ano passado, quando anunciou as metas, em meio aos impactos da operação Carne Fraca, da Polícia Federal, o Presidente-Executivo da BRF, Pedro Parente, havia afirmado que a empresa via como boas as chances de vender os 5 bilhões de reais em ativos na segunda metade de 2018 e que a empresa não faria nenhum desconto nos preços dos ativos. “Vamos vender pelo valor justo e de mercado”, afirmou o executivo na ocasião.

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Valor de mercado total de JBS, Marfrig e BRF já subiu R$ 8,9 bi este ano

No que depende dos frigoríficos brasileiros, os investidores não têm do que se queixar neste início de 2019. Impulsionado pela JBS, a maior indústria de proteínas animais do mundo, o valor de mercado das empresas de carnes que compõem o Ibovespa – grupo que também inclui Marfrig e BRF – aumentou R$ 8,9 bilhões desde o fim de 2018

Juntas, as três empresas valem atualmente R$ 61,7 bilhões, o que significa um crescimento de 16,9% ante os R$ 52,8 bilhões do fim de dezembro. A trajetória positiva não está descolada do ambiente geral, mas as valorizações de JBS e Marfrig são bastante superiores à do Ibovespa que registrou alta de 6,2% no ano até ontem. Os papéis de JBS e Marfrig, por sua vez, subiram 23,6% e 10,4%, respectivamente. As ações da BRF subiram menos (5,8%), mas por causa do tombo de ontem, motivado pela frustração dos investidores com os resultados de seu plano de venda de ativos. O valor de mercado da JBS, cujas ações sobem 46,3% nos últimos 12 meses, chegou a R$ 39,1 bilhões, o da Marfrig atingiu R$ 3,7 bilhões e o da BRF alcançou R$ 18,8 bilhões. Em geral, as valorizações também teriam sido mais intensas não fosse o banho de água fria de quarta-feira, quando o Ibovespa teve o pior pregão desde a greve de caminhoneiros, caindo mais de 3% em meio aos receios com a forma escolhida pelo governo para encaminhar a reforma da Previdência. A desconfiança também contaminou as ações dos frigoríficos, reduzindo a magnitude da valorização no ano – até terça-feira, a JBS acumulava alta de quase 30% desde dezembro. De qualquer maneira, a valorização das ações de JBS, Marfrig e BRF foi significativa. De acordo com analistas consultados pelo Valor, a recuperação dos papéis das três empresas reflete a melhora no ciclo de produção de carne de frango no Brasil – dona de Sadia e Perdigão, a BRF é líder nas exportações mundiais dessa proteína – e o excepcional momento para a indústria americana de carne bovina. As margens dos frigoríficos nos Estados Unidos, que em tempos normais ficavam em torno dos 4%, estão mais perto dos 10%. Nesse caso, a maior beneficiada é a JBS, que disputa a liderança do mercado americano de carne bovina com Tyson Foods e Cargill.

VALOR ECONÔMICO

Marfrig demite 400 funcionários de frigorífico de bovinos em SP

A Marfrig Global Foods, segunda maior indústria de carne bovina do país, demitiu cerca de 400 funcionários do abatedouro de bovinos em Promissão, no interior paulista. Em carta enviada para a prefeitura da cidade o Diretor Operacional da Marfrig, Artêmio Listoni, informou que as demissões se deram “por conta da readequação nas atividades realizadas na planta no período noturno

Os outros 2 mil funcionários do abatedouro de Promissão não serão afetados, segundo a correspondência enviada pelo executivo. Procurada pelo Valor, a Marfrig confirmou as informações. “A Marfrig ressalta que mantém seu compromisso com a geração de emprego, a responsabilidade social e que cumpre rigorosamente com a legislação trabalhista. Abaixo, a resposta da Marfrig na íntegra: “A Marfrig Global Foods, uma das companhias líderes em carne bovina do mundo, informa que o desligamento de cerca de 400 colaboradores da linha de desossa da unidade de Promissão, em São Paulo, se deu por conta da readequação nas atividades realizadas na planta no período noturno. A companhia esclarece que a decisão não afeta os demais 2.000 funcionários que atuam na unidade. A Marfrig ressalta, ainda, que mantém seu compromisso com a geração de emprego, a responsabilidade social e que cumpre rigorosamente com a legislação trabalhista”.

VALOR ECONÔMICO

FRANGOS & SUÍNOS

QUEDA De 14,7% na exportação de frango do Brasil em janeiro

As exportações de carne de frango do Brasil em janeiro somaram 281,8 mil toneladas, queda de 14,7 por cento ante o mesmo período do ano passado, informou na quinta-feira a Associação Brasileira de Proteína

Em receita, as exportações do maior exportador global de carne de frango atingiram 453 milhões de dólares, redução de 12,9 por cento na comparação anual. O montante considera venda de todos os produtos, entre in natura e processados. Em comunicado, o presidente da ABPA, Francisco Turra, disse que “já es. Já as exportações de carne suína (todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram 48,5 mil toneladas, volume 10,7 por cento menor que o visto no mesmo mês de 2018. O faturamento fechou o mês em 91,6 milhões de dólares, queda de 17,8 por cento.

REUTERS

SUÍNOS/CEPEA: embarques enfraquecidos e baixa liquidez mantêm quedas

Baixo consumo doméstico e o recuo das exportações de carne suína em janeiro, tipicamente observados neste período do ano

O baixo consumo doméstico e o recuo das exportações de carne suína em janeiro, tipicamente observados neste período do ano, influenciaram as quedas nos preços do animal vivo e da carne nas regiões acompanhadas pelo Cepea. De acordo com informações da Secex, o total de carne embarcado pelo Brasil no primeiro mês de 2019 recuou fortes 15% na comparação com dezembro, totalizando 46,7 mil toneladas. No mercado interno, o suíno vivo foi negociado a R$ 3,86/kg na região SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba) em janeiro, valor 2,3% inferior ao de dezembro. Quanto às carnes, negociadas no atacado da Grande São Paulo, as desvalorizações foram ainda maiores. A carcaça especial suína teve preço médio de R$ 6,06/kg e a comum, de R$ 5,75/kg, com respectivas quedas de 4,4% e 2,5% em relação a dezembro.

CEPEA/ESALQ

Frango na granja tem a primeira alta nos preços em 2019

O mercado de frango vivo registrou a primeira valorização em 2019. Nas granjas de São Paulo, a ave terminada está cotada, em média, em R$2,80 por quilo, alta de R$0,05 por quilo, ou 1,8% na semana

No atacado, a recuperação no período foi de 12,2%, com a carcaça cotada, em média, em R$4,43 por quilo. As vendas estão fluindo bem, e com isso, os compradores estiveram mais ativos nos últimos dias. Para os próximos dias, o mercado segue confiante e novas valorizações não estão descartadas.

SCOT CONSULTORIA

INTERNACIONAL

Preços mundiais dos alimentos sobem em janeiro, diz FAO

Os preços mundiais dos alimentos subiram em janeiro, impulsionados por uma recuperação nos preços dos produtos lácteos, bem como por cotações firmes de óleos vegetais e açúcar, informou a agência de alimentos da ONU na quinta-feira

Os preços mundiais dos alimentos subiram em janeiro, impulsionados por uma recuperação nos preços dos produtos lácteos, bem como por cotações firmes de óleos vegetais e açúcar, informou a agência de alimentos da ONU nesta quinta-feira. O índice de preços de alimentos da Organização para Agricultura e Alimentação (FAO), que mede as mudanças mensais de uma cesta de cereais, oleaginosas, laticínios, carnes e açúcar, ficou em uma média de 164,8 pontos no mês passado, contra 161,8 em dezembro. Apesar da alta, o índice ainda está 2,2 por cento abaixo do nível de janeiro de 2018.A FAO elevou sua previsão de produção mundial de cereais de 2018 para 2,611 bilhões de toneladas, um pouco acima da leitura de dezembro, refletindo revisões para cima para milho, trigo e arroz. “Grande parte do crescimento projetado está associada aos aumentos esperados na Europa, onde as condições meteorológicas favoráveis têm sustentado as perspectivas de produção, enquanto as semeaduras devem se expandir, em grande parte impulsionadas pelos preços atrativos”, disse a FAO. Apesar do aumento nas projeções mais recentes, a produção global de cereais ainda deve permanecer 1,8 por cento abaixo do recorde de 2017.

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