CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 922 DE 29 DE JANEIRO DE 2019

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Ano 5 | nº 922 | 29 de janeiro de 2019

NOTÍCIAS

Recuos nas cotações da carne bovina no varejo

Desde o final de dezembro, o mercado varejista de carne bovina vinha ganhando força. Porém na semana passada o cenário se inverteu

Houve queda nos preços da carne bovina no varejo em todos os estados, com exceção do Rio de Janeiro, aonde prevaleceu a estabilidade. Em São Paulo a queda foi de 0,4%, no Paraná 0,1% e em Minas Gerais 0,2%. Apesar desta retração na receita com a venda da carne, a compra de matéria-prima mais barata do atacado, aumentou a margem dos açougues e supermercados paulistas. Faz cinco semanas consecutivas que a margem cresce e atualmente está em 61,2%, 15 pontos percentuais acima do registrado no final de dezembro.

SCOT CONSULTORIA

Mercado do boi gordo morno, mas expectativa é de melhora

A proximidade da virada de mês pode fazer com que os frigoríficos saiam às compras com mais afinco nos próximos dias, a fim de compor as escalas para atender a demanda de início de mês

Porém, mesmo com a expectativa de maior escoamento da carne, principalmente na próxima semana, com o recebimento dos salários, a demanda atual segue baixa, permitindo que as empresas negociem com cautela. Apesar do consumo fraco na segunda quinzena de janeiro, a capacidade de suporte das pastagens está boa e permite que os pecuaristas mantenham a boiada nos pastos, limitando as desvalorizações. Na média de todas as praças pecuárias pesquisadas, ao longo de janeiro a cotação do boi gordo teve queda de 0,8%, considerando o preço à vista, livre de Funrural. No mercado atacadista de carne bovina com osso, o boi casado de animais castrados ficou cotado, em média, em R$9,61/kg (28/1), desvalorização de 6,6% frente ao início do ano.

SCOT CONSULTORIA

Abertura de mercado para exportações brasileiras de bovinos vivos para a Malásia

Informação dos ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e o de Relações Exteriores

O Governo brasileiro recebeu da Embaixada do Brasil em Kuala Lumpur, a informação de que será aberto o mercado da Malásia às exportações brasileiras de bovinos vivos para abate. A medida foi tomada após a aprovação dos requisitos sanitários negociados coordenadamente pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e pelo Ministério das Relações Exteriores, no lado brasileiro, e pelo Ministério da Agricultura e Agroindústria da Malásia. A decisão reforça a posição do Brasil como um dos líderes mundiais na exportação de proteína animal e representa um passo importante para o aprofundamento das relações comerciais com a Malásia. O país asiático tem mais de 30 milhões de habitantes e importa cerca de 80% da carne bovina que consome. O Governo brasileiro seguirá negociando com o governo da Malásia a exportação de gado vivo para reprodução, bem como a expansão das habilitações para exportação de carne de aves e de carne bovina.

MAPA

ECONOMIA

Vale despenca mais de 20% após Brumadinho e derruba Ibovespa

O Ibovespa caiu mais de 2 por cento nesta segunda-feira, sob pressão do tombo de mais de 20 por cento da ação da Vale, maior recuo diário da história e equivalente a perda de mais de 70 bilhões de reais em valor de mercado, após o rompimento de uma barragem de mineração da empresa

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 2,29 por cento, a 95.443,88 pontos. O giro financeiro no pregão somou 24,65 bilhões de reais, com os papéis da mineradora respondendo pelo maior giro do dia, de 8,15 bilhões de reais. As ações da Vale também tiveram o maior volume de negócios desde a estreia na bolsa paulista. “A bolsa reflete basicamente o desempenho da Vale. Excluindo o comportamento da ação, o Ibovespa operaria próximo da estabilidade”, destacou o gestor Igor Lima, sócio na Galt Capital, acrescentando que o declínio da Vale superou as estimativas de queda de alguns agentes de mercado e gerou um aumento da aversão ao risco de forma geral. “Ao mesmo tempo, a reação do governo e outros agentes públicos ao acidente tem sido bem mais forte que o episódio da Samarco (dada a magnitude da tragédia humana). Essa reação traz bastante incerteza ao tamanho da punição financeira que atingirá a Vale, inclusive pela reincidência. Qualquer comparação com a multa/indenização do episódio da Samarco parece precipitada”, afirmou o gestor.

REUTERS

Tesouro fixa limite de R$4,1 a 4,3 tri para dívida pública em 2019, num crescimento de até 10,9 por cento sobre 2018.

A dívida pública federal do Brasil deverá terminar este ano entre 4,1 trilhões e 4,3 trilhões de reais, estabeleceu na segunda-feira o Tesouro Nacional por meio do Plano Anual de Financiamento (PAF), num crescimento de até 10,9 por cento sobre 2018

No documento, o Tesouro também elevou o peso esperado para as Letras Financeiras do Tesouro (LFTs) a até 42 por cento do total da dívida em 2019, ano para o qual admite que os desafios “são amplos”. No PAF, o Tesouro afirmou que, na cena doméstica, o avanço na agenda de reformas é “fator determinante” para a retomada do crescimento econômico sustentável. Em relação ao quadro externo, apontou a existência de incertezas em torno do comércio internacional e das perspectivas de menor crescimento da atividade global, citando as tensões entre Estados Unidos e China, problemas fiscais em países da Europa e a questão do Brexit no Reino Unido. Em 2018, o avanço da dívida foi de 8,9 por cento, a 3,877 trilhões de reais, dentro da faixa de 3,78 trilhões a 3,98 trilhões de reais que havia sido definida para o período.  No PAF deste ano, o Tesouro apontou que buscará um percentual de refinanciamento em torno de 100 por cento da dívida, considerando emissões e resgates de principal e juros, de forma a não adicionar liquidez ao sistema financeiro. Em relação à composição, o governo estabeleceu que os títulos atrelados à Selic, as LFTs, deverão responder por 38 a 42 por cento da dívida pública federal no ano, subindo ante o patamar de 35,5 por cento em 2018. Esses papéis pós-fixados são mais demandados por investidores quando há percepção de aumento do risco. No ano passado, inclusive, o Tesouro esticou em setembro o intervalo fixado como meta para os títulos para 33 a 37 por cento da dívida, contra 31 a 35 por cento antes, em resposta a condições adversas do mercado, então catapultadas por incertezas no cenário externo e pelas eleições presidenciais no Brasil.

REUTERS

Dívida pública federal fecha 2018 em R$3,877 tri, alta de 8,9% no ano, aponta Tesouro

A dívida pública federal subiu 1,32 por cento em dezembro sobre novembro e 8,9 por cento no acumulado de 2018, encerrando o ano a 3,877 trilhões de reais, informou o Tesouro Nacional na segunda-feira.

Com isso, o estoque ficou dentro do intervalo de 3,78 trilhões a 3,98 trilhões de reais estabelecido como meta no Plano Anual de Financiamento (PAF). O aumento foi puxado pelo crescimento de 8,5 por cento da dívida mobiliária federal interna sobre 2017, a 3,729 trilhões de reais. Enquanto isso, a dívida externa teve uma expansão de 19,7 por cento na mesma base de comparação, a 148,20 bilhões de reais. Em relação à composição, o governo encerrou o ano com todas as diferentes categorias de títulos enquadradas nas bandas estabelecidas pelo PAF. As LFTs, que flutuam com a Selic, responderam pela maior fatia da dívida, a 35,51 por cento do total, dentro da faixa de 33 a 37 por cento estabelecida como meta para o ano, e com aumento sobe o patamar de 31,51 por cento em 2017. Inicialmente, o Tesouro havia fixado intervalo de 31 a 35 por cento para os papéis em 2018, mas ampliou esse alvo no início de setembro, em resposta a condições adversas do mercado, então catapultadas por incertezas no cenário externo e pelas eleições presidenciais no Brasil. Esses papéis pós-fixados são mais demandados por investidores quando há percepção de aumento do risco. Os papéis prefixados, por sua vez, viram sua representatividade ficar em 33,03 por cento, dentro de meta de 32 a 36 por cento para o ano, e abaixo do nível de 35,34 por cento de dezembro de 2017. Os títulos indexados à inflação fecharam 2018 em 27,46 por cento da dívida, sendo que a referência para o ano era de 27 a 31 por cento. Com isso, exibiram recuo ante o percentual de 29,55 por cento em 2017. Já os títulos remunerados pelo câmbio tiveram participação de 4 por cento da dívida total, acima dos 3,6 por cento de 2017, mas também dentro da faixa de 3 a 7 por cento fixada como meta. A participação dos investidores estrangeiros em títulos da dívida interna fechou 2018 em baixa, com parcela de 11,22 por cento em dezembro, ante 11,74 por cento em novembro e 12,12 por cento em dezembro de 2017.

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Dólar fecha quase estável ante real

O dólar encerrou praticamente estável ante o real na segunda-feira, com investidores se concentrando nas movimentações ao redor do rompimento de uma barragem da Vale em Minas Gerais e no cenário internacional

O dólar recuou 0,17 por cento, a 3,7655 reais na venda. Na máxima da sessão, chegou a 3,7884 reais e, na mínima, alcançou 3,7515 reais. O dólar futuro cedia cerca de 0,2 por cento. Com pouca oscilação, o mercado investiu as atenções nos desdobramentos do desastre envolvendo o rompimento de uma barragem de rejeitos da Vale em Brumadinho (MG). O câmbio não deve sentir os impactos do desastre, exceto se a desvalorização da Vale incorrer em fluxo de saída de dólares, disse o Gerente de Câmbio da Icap Corretora, Italo Abucater. “Em teoria, não deveria afetar câmbio, a não ser que tenha saída de fluxos que estão aqui. Vai ser uma semana ruim, em termos de como vai se comportar esse governo novo, em termos de discurso, de acalmar familiares, de apaziguar”, explicou ele. No radar está também a recuperação do presidente Jair Bolsonaro após a cirurgia de retirada da bolsa de colostomia, que terminou com sucesso por volta das 15h40. “A depender de sua recuperação, investidores devem começar a exigir sinalizações da proposta da reforma da Previdência”, afirmou a H.Commcor em nota. No lado externo, o mercado tem pela frente uma semana movimentada. O Fed se reúne para a primeira reunião de política monetária do ano, quando é esperado que o banco central norte-americano sinalize uma pausa no ciclo de aperto monetário e reconheça os crescentes riscos para a economia dos EUA.

REUTERS

Estrangeiros retiram US$4,3 bi em ações do Brasil em 2018, pior dado em uma década

Os investidores estrangeiros retiraram 4,265 bilhões de dólares em ações do Brasil em 2018, pior dado em uma década, mostraram dados divulgados pelo Banco Central nesta segunda-feira, que também apontaram saída recorde em fundos de investimento

No acumulado em 12 meses, o movimento negativo acentuou-se nos últimos meses do ano, apesar de localmente a definição do cenário eleitoral ter injetado otimismo nos mercados com a vitória de Jair Bolsonaro, identificado como o candidato comprometido com as reformas e com a abertura da economia. Olhando apenas para os papéis negociados em Bolsa, esta foi a primeira vez que o dado ficou no vermelho desde 2008, ano marcado pela crise financeira global, com saída de 10,850 bilhões de dólares. Em 2017, houve ingresso de 2,582 bilhões de dólares. Em relação aos fundos de investimento, os estrangeiros retiraram 3,417 bilhões de dólares no ano passado, performance mais fraca da série histórica do BC iniciada em 2010. Em 2017, houve entrada de 2,711 bilhões de dólares.

REUTERS

EMPRESAS

Marfrig se fortalece com negócio em MT

A Minerva Foods deve receber ao menos R$ 40 milhões da Marfrig Global Foods pela venda do abatedouro de bovinos que possui na cidade de Várzea Grande (MT), afirmaram duas fontes ao Valor

Procurada pela reportagem, a Marfrig confirmou a informação. A Minerva não comentou. Na quinta-feira, as companhias anunciaram um acordo para trocar o frigorífico de Várzea Grande, na região de Cuiabá, pelo abatedouro da Marfrig em Paranatinga, no norte de Mato Grosso. No comunicado de ambas as empresas, não houve menção explícita ao montante a ser pago pela Marfrig. À Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Minerva Foods informou que receberá os “ativos que integram a Planta Paranatinga e outros ativos compensatórios”. A Marfrig utilizou texto semelhante no comunicado de 24 de janeiro. Na prática, o pagamento adicional da Marfrig à Minerva se deve à diferença de capacidade entre os dois frigoríficos. Enquanto em Várzea Grande a Minerva é capaz de abater 1,7 mil cabeças, em Paranatinga é possível abater 1,1 mil bovinos diariamente, segundo uma das fontes. Do ponto de vista operacional, a troca de ativos é positiva para a Marfrig. Em dezembro, a empresa anunciou a compra, por R$ 100 milhões, da fábrica de hambúrguer da BRF localizada no mesmo complexo industrial onde está o abatedouro da Minerva. Ao comprar o frigorífico, portanto, a Marfrig terá uma operação mais eficiente, produzindo hambúrguer com a carne oriunda do frigorífico de Várzea Grande. A transação entre Marfrig e Minerva ainda depende de autorização do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Considerando o acordo de troca de ativos com a Minerva e a fábrica de hambúrguer da BRF – transação que foi concluída na semana passada -, a Marfrig desembolsará mais de R$ 140 milhões para assumir o complexo industrial de Várzea Grande. As compras na Argentina e em Mato Grosso reforçam a aposta da Marfrig em carnes processadas. A Quickfood é dona da marca Paty, líder no mercado argentino de hambúrguer. Na fábrica mato-grossense de Várzea Grande, a Marfrig produzirá hambúrguer e almôndega para a BRF, que continuará vendendo os itens com as marcas Sadia e Perdigão. Adicionalmente, a empresa poderá fornecer hambúrguer para grandes restaurantes.

VALOR ECONÔMICO

FRANGOS & SUÍNOS

Queda no mercado de frango em janeiro, mas demanda deverá melhorar em curto prazo

Assim como no mercado de suínos, o mercado de frango está fraco neste final de mês

Nas granjas paulistas, apesar da estabilidade nas cotações na última semana, há negócios ocorrendo até R$0,20/kg abaixo da referência. A ave terminada está cotada, em média, em R$2,75/kg. No atacado os preços recuaram 2,2% nos últimos sete dias, com a carcaça cotada, em média, em R$3,98/kg. Para o curto prazo as expectativas são positivas. Além da virada de mês, a volta às aulas exerce um peso sobre a demanda.

SCOT CONSULTORIA

Exportação de frango do Paraná pode subir até 5% em 2019, diz Sindiavipar

As exportações paranaenses de carne de frango deverão aumentar até 5% em 2019, segundo estimativa do Presidente do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar), Domingos Martins

“Mesmo após um ano atípico, conseguimos retomar nosso crescimento e terminamos o ano exportando 37% de todo o frango brasileiro. Para 2019, buscaremos manter esse ritmo, tendo previsão de crescimento entre 4% e 5%”, disse Martins, em nota divulgada pela entidade. Em 2018, as exportações de carne de frango do Paraná caíram 4,1%, para 1,51 milhão de toneladas. Em receita, as vendas externas somaram US$ 2,3 bilhões, queda de 6,9%. A queda nas exportações é em parte atribuída à greve dos caminhoneiros, que reduziu a produção e distribuição de produtos em maio e junho. Os abates de frango no Paraná caíram 1,6% em 2018, para 1,76 bilhão de cabeças. Apesar da queda anual nas exportações, o maior estado produtor de aves do Brasil teve recorde nos embarques realizados no segundo semestre de 2018, quando 811,9 mil toneladas de carne de frango foram embarcadas, somando US$ 1,2 bilhão em faturamento. O principal importador de carne de frango paranaense foi a África do Sul, que comprou 212,3 mil toneladas do produto, superando a China (168,7 mil t). Em terceiro lugar, ficou a Arábia Saudita, com compras de 162,4 mil toneladas.

CARNETEC

Suíno Vivo: quedas no PR e no RS

Na segunda-feira (28), a cotação do suíno vivo teve queda no Paraná, de -1,28%, a R$3,85/kg e no Rio Grande do Sul, de -2,70%, a R$3,61/kg

O Indicador do Suíno Vivo Cepea/Esalq, referente à sexta-feira (25), trouxe cenários mistos, sendo a variação mais expressiva a queda de -1,91% no Paraná, a R$3,59/kg. Os suinocultores paulistas e do oeste catarinense começam 2019 registrando diminuição no poder de compra frente aos principais insumos utilizados na alimentação dos animais, como ressalta o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP.

Notícias Agrícolas

INTERNACIONAL

Cresce preocupação da iniciativa privada árabe com embaixada do Brasil em Israel

Uma eventual mudança da embaixada do Brasil em Israel de Tel-Aviv para Jerusalém é uma ameaça concreta às exportações do país ao mundo árabe e à possibilidade de que essa parceria comercial se aprofunde para agregar valor à pauta e estimular investimentos

Esse é o alerta do egípcio Khaled Hanafi, Secretário-Geral da União das Câmaras Árabes de Comércio, que funciona como um braço econômico da Liga Árabe. Fundada em 1945, a liga é formada atualmente por 22 países, que importaram US$ 11,5 bilhões em produtos brasileiros em 2018, principalmente do setor de agronegócios. Ao Valor, Hanafi fez questão de esclarecer que não fala em nome de governos e evita analisar politicamente as questões nas quais se envolve por suas consequências econômicas – caso da possível mudança da embaixada do Brasil em Israel. Mas deixou claro que sabe como ninguém os riscos embutidos em uma medida como essa, sobretudo se disseminada entre os consumidores finais dos países árabes. “Representamos a iniciativa privada dos 22 países árabes – ou seja, cerca de 75% do Produto Interno Bruto e percentual semelhante de empregos nesses países. E os empresários estão preocupados. Estávamos esperando um crescimento dos negócios entre o Brasil e o mundo árabe, mas esse assunto [a eventual mudança da embaixada] é muito crítico”, afirmou ele. Hanafi lembrou, por exemplo, que divergências políticas costumam limitar o avanço de produtos e serviços de outros países nos mercados da Liga Árabe. Ainda que seja um dos mais importantes exportadores de alimentos aos 22 países da Liga Árabe, o Brasil não se destaca pelos investimentos naquela região. Nos esforços para sensibilizar Brasília sobre os riscos comerciais de uma eventual mudança da embaixada em Israel, a União das Câmaras Árabes de Comércio conta com a Câmara de Comércio Árabe-Brasileira (CCAB), que está sob seu guarda-chuva e já vem conversando com o Ministério da Agricultura sobre o tema.

VALOR ECONÔMICO

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