CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 854 DE 09 DE OUTUBRO DE 2018

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Ano 4 | nº 854 | 09 de Outubro de 2018

ABRAFRIGO NA MÍDIA

Exportação de carne bate recorde em setembro, diz Abrafrigo

Foram exportadas 178.513 toneladas de carne, contabilizando US$ 698 milhões no mês passado

A exportação total de carne bovina em setembro (in natura e processada) registrou novo recorde em setembro, atingindo volume de 178.513 toneladas, um crescimento de 32% sobre o mesmo mês do ano passado (135.467 toneladas). A receita cambial alcançou no mês passado US$ 698 milhões, representando elevação de 26% ante igual mês de 2017 (US$ 554,6 milhões). As informações são da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) que compilou os dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), por meio da Secex/Ddecex. Com esse resultado, no acumulado do ano, o Brasil já exportou 1.193.605 toneladas do produto, em comparação com 1.064.752 no mesmo período do ano passado, o que corresponde a um aumento de 12%. Em receita, nos primeiros nove meses do ano, o total atinge US$ 4,9 bilhões ante US$ 4,3 bilhões em 2017, ou 13% de crescimento. Em setembro foram exportadas 150,7 mil toneladas de carne in natura e 28,8 mil toneladas de carnes processadas. A Abrafrigo considera que, caso as exportações se mantenham no mesmo ritmo de agosto e setembro, que foram recorde, a meta de crescer 10% neste ano será facilmente atingida, podendo se aproximar de 15%. O principal destino do produto nacional continua sendo a China que, por meio da cidade-Estado de Hong Kong e pelas importações realizadas pelo continente, comprou, nos nove primeiros meses deste ano, 517.084 toneladas do produto brasileiro, ante 392.745 toneladas no mesmo período de 2017. Com isso, o país asiático passou a representar 43,3% das vendas brasileiras em 2018, ante 36,9% em 2017. Também apresentaram aumento relevante: Egito, que passou de 104.618 toneladas em 2017 para 125.576 toneladas em 2018 (+ 20%); Chile, que foi de 43.910 toneladas para 84.208 toneladas (+92%) e Uruguai, que saiu de apenas 2.653 toneladas para 37.266 toneladas neste ano (+304%). No total, 100 países aumentaram suas compras enquanto outros 54 reduziram. A Abrafrigo destaca, ainda, a ausência da Rússia, que já foi o maior comprador do produto brasileiro em anos passados e que zerou suas importações desde dezembro de 2017. No ano passado aquele país havia adquirido 116.804 toneladas de carne bovina brasileira.

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NOTÍCIAS

Frigoríficos testam preços menores no mercado do boi gordo

Muitos frigoríficos estavam fora das compras na última segunda-feira (8/10) avaliando o mercado

Outra estratégia que normalmente acontece no início da semana: compradores pressionando o mercado ofertando preços abaixo da referência. Este foi o cenário em São Paulo. O preço do boi gordo caiu e a arroba ficou cotada em R$150,00, à vista, livre de Funrural. As escalas de abate estão programadas para a semana. Em Mato Grosso do Sul a conjuntura é outra, por lá é feriado também no dia 11 (criação do estado) e com dois dias a menos de funcionamento parte das indústrias está ativa nos negócios e os preços estão firmes. Com a cotação do boi gordo perdendo embalo e os preços da carne bovina sem osso sustentados no mercado atacadista, a margem das indústrias que vendem os cortes desossados é a mais alta dos últimos 30 dias, 19,7%, colando na média histórica.

SCOT CONSULTORIA

Carne bovina: preços firmes no varejo em São Paulo

Na ponta final da cadeia, os estoques mais ajustados e a melhora de venda típica de começo de mês trouxeram um ajuste positivo de 0,2% na média dos preços dos cortes da carne bovina vendidos no varejo do estado de São Paulo

O cenário foi o mesmo para Minas Gerais, com variação positiva de 0,1%. No Paraná e no Rio de Janeiro as vendas foram mais tímidas e causaram queda de 0,05% e 0,3% nas cotações, respectivamente. Para esta semana, a chegada do feriado (12 de outubro) traz expectativas positivas quanto ao aumento da demanda por carne e já com os salários na praça.

SCOT CONSULTORIA

Exportação brasileira de couro tem alta de 19,5% em setembro

Segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, em setembro deste ano o Brasil exportou 41,1 mil toneladas de couros. Na comparação com o mês anterior, o volume embarcado aumentou 19,5%. Frente a setembro de 2017 o volume foi 12,5% maior.

MDIC

Mais cinco países terão adido agrícola

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) iniciou, em setembro, processo seletivo para designar sete novos adidos que servirão no Canadá, Colômbia, Egito, Indonésia e Marrocos, além da China e União Europeia que passarão a ter dois profissionais nessa atividade

De acordo com a Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio, a expectativa é que eles assumam os postos em dezembro. Em novembro, os candidatos selecionados para compor a lista tríplice para o posto nesses países farão o curso de preparação. A ampliação do número de mercados com adidos agrícolas faz parte da estratégia do Mapa de aumentar a participação de 7% do Brasil como fornecedor de produtos do agronegócio no mundo para 10%. Por enquanto, o país conta com adidos agrícolas junto a 14 missões diplomáticas, na África do Sul, Arábia Saudita, Argentina, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, Índia, Japão, México, OMC/Genebra, Rússia, Tailândia, União Europeia e Vietnã. Em conjunto com o Ministério das Relações Exteriores, o Mapa estabeleceu o plano para a implementação e ampliação dos postos de adidos agrícolas, considerando em cronograma que teve início em 2017 e prazo para conclusão em 2020. O objetivo do plano é completar a meta de designar, no período, 25 adidos responsáveis pelo atendimento de demandas do agronegócio em mais de 100 países.

Mapa

ECONOMIA

FMI vê crescimento menor no Brasil em 2018 e 2019 por greve dos caminhoneiros e aperto global no crédito

Os problemas provocados pela greve dos caminhoneiros e as condições financeiras externas mais apertadas pressionam a economia do Brasil neste ano e levaram o Fundo Monetário Internacional (FMI) a reduzir suas estimativas de crescimento para 2018 e 2019

O Produto Interno Bruto do Brasil deve crescer 1,4 por cento em 2018 nas contas do FMI, que reduziu sua estimativa em 0,4 ponto percentual em relação à projeção anterior feita em julho, de acordo com seu novo relatório “Perspectiva Econômica Mundial”. Isso se deve a “problemas causados pela greve nacional dos motoristas de caminhões e condições financeiras externas mais apertadas, que são uma fonte de risco para as perspectivas”, disse o FMI no relatório. Para 2019, o corte foi de 0,1 ponto percentual, a 2,4 por cento. O crescimento esperado é impulsionado “pela recuperação da demanda privada conforme o déficit de produção gradualmente diminui”, apontou o FMI. A greve dos caminhoneiros, em maio, pesou sobre a indústria e os investimentos e o PIB do país cresceu apenas 0,2 por cento no segundo trimestre sobre os três meses anteriores, destacando a instabilidade da atividade econômica.

Os dados do FMI ficam em linha com aqueles do governo e do Banco Central. Recentemente o BC piorou sua projeção de crescimento do Brasil a 1,4 por cento neste ano, prevendo uma aceleração para 2,4 por cento no ano que vem. Os ministérios da Fazenda e do Planejamento preveem uma elevação de 1,6 por cento do PIB neste ano e de 2,5 por cento no ano que vem.O FMI destacou que a consolidação fiscal deve ser a prioridade para o Brasil.

REUTERS

IPC-Fipe acelera alta a 0,43% na 1ª quadrissemana de outubro

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo iniciou outubro com avanço de 0,43 por cento na primeira quadrissemana do mês, após alta de 0,39 por cento em setembro, informou a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) nesta terça-feira. O IPC-Fipe mede as variações quadrissemanais dos preços às famílias paulistanas com renda mensal entre 1 e 10 salários mínimos.

REUTERS

Dólar cai e volta a R$3,76 com investidores animados

O dólar terminou em forte queda e na casa de 3,76 reais nesta segunda-feira quando recuou 2,35 por cento, a 3,7662 reais na venda, menor patamar desde os 3,7658 reais de 8 de agosto

Foi a maior queda percentual desde o recuo de 5,59 por cento de 8 de junho passado. Na mínima, a moeda chegou a tocar os 3,7094 reais. O dólar futuro tinha queda de cerca de 2 por cento.  “Parte da animação do mercado advém na renovação do Congresso. Essa renovação, independentemente da sigla partidária, dá esperança ao povo”, disse o Diretor de Operações da Mirae, Pablo Syper, para quem, no entanto, a volatilidade deve continuar alta até o desfecho das eleições, com as pesquisas ainda ditando o humor do mercado. Mesmo com o otimismo dos investidores com o desfecho do primeiro turno das eleições, a expectativa de analistas consultados pela Reuters é de que um fluxo de recursos mais firme e consolidado só voltará após o segundo turno e com a indicação de que reformas serão, de fato, efetuadas. Com a eleição no radar, o mercado doméstico operou o dia todo na contramão do exterior, onde o dólar subia ante a cesta de moedas e ante as divisas de países emergentes. O Banco Central ofertou e vendeu integralmente nesta sessão 7,7 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 2,310 bilhões de dólares do total de 8,027 bilhões de dólares que vence em novembro.

REUTERS

IGP-DI tem alta de 1,79% em setembro com pressão tanto no atacado quanto no varejo, diz FGV

O Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) acelerou a alta a 1,79 por cento em setembro sobre avanço de 0,68 por cento em agosto diante do aumento tanto dos preços no atacado quanto no varejo, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) na segunda-feira

Os dados mostraram que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI), que responde por 60 por cento do indicador todo, subiu em setembro para 2,54 por cento depois de um avanço de 0,99 por cento no mês anterior. No IPA, o subgrupo combustíveis para consumo registrou no período avanço de 9,46 por cento, depois de ter apresentado uma variação negativa de 0,42 por cento no levantamento anterior. No varejo, a pressão aumentou uma vez que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-DI), que responde por 30 por cento do IGP-DI, acelerou a alta a 0,45 por cento no mês, de 0,07 por cento em agosto. O destaque para o movimento do índice foi o grupo Transportes, que avançou 1,09 por cento após queda de 0,35 por cento no mês anterior. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-DI) registrou em setembro alta de 0,23 por cento, depois de ter subido 0,15 por cento em agosto. O IGP-DI é usado como referência para correções de preços e valores contratuais. Também é diretamente empregado no cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) e das contas nacionais em geral.

REUTERS

Ibovespa sobe mais de 4% em pregão com volume recorde, após Bolsonaro forte no 1º turno

O Ibovespa fechou com a maior alta diária desde 2016 e com volume financeiro recorde, impulsionado por ações de companhias de controle estatal

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa chegou a subir 6 por cento no começo do pregão, superando 87 mil pontos, máxima intradia desde março, mas encerrou com acréscimo de 4,6 por cento, a 86.083,91 pontos – maior alta percentual diária desde 17 de março de 2016.O volume financeiro no pregão somou 28,9 bilhões de reais, recorde para uma sessão sem vencimento de opções. O recorde anterior tinha sido registrado em 17 de dezembro de 2014, com 44 bilhões de reais. Na visão da XP Investimentos, a nova configuração do Congresso Nacional, particularmente da Câmara dos Deputados, também “joga a favor da governabilidade de Bolsonaro caso seja eleito, assim como na potencial aprovação das reformas”, conforme relatório a clientes. A alta no Ibovespa só não foi maior porque também havia no mercado apostas de que Bolsonaro poderia ser eleito presidente já no primeiro turno e dado o quadro externo desfavorável nesta sessão, com relativa fraqueza nos pregões em Wall Street e nos preços do petróleo e fortalecimento do dólar frente a outras divisas globais.

REUTERS

Negócios com grãos travam no Brasil com queda do dólar

Negócios envolvendo soja e milho no Brasil praticamente zeraram nesta segunda-feira diante da forte queda do dólar ante o real, um reflexo do desempenho do candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, no primeiro turno das eleições de domingo

“O reflexo do câmbio sobre os preços e a comercialização (de grãos) é imediato… Estamos vendo um mercado com pouca movimentação. A não ser que haja uma reversão (de sentimento), nesses patamares de preços os negócios não são interessantes”, resumiu o corretor César Ricardo Bombardieri, da Moema Corretora de Grãos. Na avaliação do Diretor da Cerealpar, Steve Cachia, “com o dólar desse jeito, o mercado já deu uma recuada hoje de manhã”. “A princípio, os vendedores vão dar uma parada para ajustar, aguardar as notícias. Na sexta-feira, as indicações em Paranaguá eram de 95 reais, 95,50 reais por saca (de soja). Hoje é de 91 reais”, destacou Cachia. Apesar de acentuada neste início de semana, a retração nos negócios vem ocorrendo desde a semana passada, conforme avaliação do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, com compradores aguardando novas quedas nos preços em função da pressão do câmbio.

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EMPRESAS

Venda da Keystone é aprovada por regulador de concorrência dos EUA

A Marfrig Global Foods informou na segunda-feira (08) que a venda da subsidiária norte-americana Keystone para a Tyson Foods foi aprovada pelo órgão regulador de concorrência dos Estados Unidos

“As demais aprovações, para a conclusão final da transação, seguem em andamento”, disse a Marfrig em comunicado. A venda da Keystone foi anunciada pela Marfrig no fim de agosto como parte do plano da companhia de focar no negócio de carne bovina.

CARNETEC

JBS investiu R$ 45 milhões para ampliar abates em Minas Gerais VISANDO CHINA

A JBS informou ontem que concluiu um investimento de cerca de R$ 45 milhões para ampliar a capacidade de abate dos frigoríficos de bovinos que possui em Ituiutaba e Iturama, ambos em Minas Gerais, para atender ao mercado chinês

As unidades foram ampliadas para atender à crescente demanda do mercado chinês. A China é o segundo principal importadora da carne bovina do Brasil. Em nota à imprensa, a JBS informou que a capacidade dos dois abatedouros foi dobrada. A empresa não revelou o número de bovinos que podem ser abatidos por dia nessas unidades.

VALOR ECONÔMICO

BRF vai concluir venda de ativos em dezembro, prepara sucessão

A BRF planeja concluir seu anunciado processo de venda de ativos em dezembro e nomear um sucessor para o atual Presidente-Executivo, Pedro Parente, afirmaram executivos da companhia de alimentos na segunda-feira

Parente, que continuará como Presidente do Conselho da BRF, afirmou que o atual Vice-Presidente de Operações, Lorival Luz, vai sucedê-lo na Presidência-Executiva, com a transição devendo ser concluída até meados do próximo ano. Parente foi nomeado Presidente do Conselho e Presidente-Executivo da BRF em junho, como parte de uma reformulação cobrada por investidores após seguidos resultados trimestrais negativos e alegações de envolvimento da empresa em investigações da Polícia Federal. A BRF, maior exportadora mundial de carne de frango, pretende se recuperar de uma série de fracos resultados por meio de disciplina financeira, reposicionamento de marcas, aumento de produção no Golfo Pérsico entre outras ações, afirmaram executivos da companhia no evento. A estratégia ligada à disciplina financeira inclui vendas de ativos na Argentina, Europa e Tailândia, processos que devem ocorrer nos primeiros dias de dezembro, disse Luz. A BRF já havia informado que pretende levantar cerca de 5 bilhões de reais com vendas de ativos para reduzir seu nível de endividamento. Os planos têm como objetivo reverter a queda de margens de lucro até 2019, para retomar níveis históricos até 2020 e crescer a partir de 2021, disseram os executivos.

REUTERS

FRANGOS & SUÍNOS

Surto de peste suína no Ceará não assusta cadeia produtiva

O Brasil reportou ontem à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) a descoberta de um foco de peste suína clássica em Forquilha, no Ceará. O surto foi detectado em uma propriedade de criação familiar. Foram constatados 115 casos, com 112 mortes

Os outros três animais foram sacrificados. “As investigações continuam na zona de contenção, bem como na zona de vigilância estabelecida em torno do surto e nas propriedades com as quais já foi estabelecida uma ligação”, explicou o Brasil à OIE. O Ceará não está zona livre de febre suína clássica do país, que inclui 17 Estados, e o surto está a mais de 500 quilômetros dos limites dessa área. “O foco está a 3,5 mil quilômetros dos principais polos de produção e de exportação de carne suína do Brasil. O Ceará [que não está na zona livre] não está entre os maiores produtores de carne suína do país e não há fluxo de exportação do produto partindo do Estado”, afirmou, em nota, a Associação Brasileira de Proteína animal (ABPA), confirmando informações também divulgadas pelo Ministério da Agricultura. Segundo ABPA e ministério, também não há fluxo comercial de produtos suínos partindo do Ceará com destino às regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul do Brasil. Segundo o ministério, a zona livre de peste suína clássica do país concentra mais de 95% da indústria suinícola brasileira e é origem de 100% das exportações brasileiras de carne suína e derivados. Inclui Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, DF, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Sergipe, Tocantins, Pará, Rondônia e Acre, e dentro dessa zona, a última ocorrência da doença foi em 1998.

VALOR ECONÔMICO

Suíno Vivo: alta de 5,25% em SP

Na segunda-feira (08), o suíno vivo anotou uma alta de 5,25% em São Paulo, sendo anotado a R$4,21/kg. As demais praças se mantiveram estáveis

O Indicador do Suíno Vivo Cepea/Esalq, referente à sexta-feira (05), trouxe estabilidade para todas as praças. A maior cotação é anotada em Minas Gerais, a R$3,94/kg. O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP destaca que as cotações recuaram com força até a metade deste ano, embora haja uma leve recuperação em setembro. A média do suíno vivo na parcial de 2018 (até setembro) é de R$3,35/kg, a menor de toda a série histórica do Cepea, iniciada em 2002.

Notícias Agrícolas

Frango Vivo: semana tem início com cotações estáveis

Na segunda-feira (08), as cotações do frango vivo tiveram mais um dia de estabilidade nas principais praças do país

O indicador da Scot Consultoria para o frango em São Paulo também trouxe estabilidade para o frango na granja, a R$3,25/kg e para o frango no atacado, a R$4,35/kg. O último boletim do Cepea aponta que “em setembro, o ritmo de embarques de carne de frango in natura esteve aquecido”. “Mesmo com o recuo do volume total frente ao mês anterior, a média diária de embarques passou de 16,02 mil toneladas em agosto para 17,64 mil toneladas no último mês, aumento de 10% no período, segundo a Secex”, aponta o boletim.

Notícias Agrícolas

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