CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 770 DE 12 DE JUNHO DE 2018

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Ano 4 | 770 | 12 de junho de 2018

ABRAFRIGO NA MÍDIA

Abrafrigo: volume exportado de carne cai 1,6% em maio e atinge 111,5 mil t

As exportações de carne bovina in natura e processada caíram 1,6% em volume e 0,65% em receita no mês de maio ante igual mês de 2017, segundo a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo). Foram embarcadas 111,50 mil toneladas, em comparação com 113,28 mil t em maio do ano passado

A receita totalizou US$ 462,00 milhões, ante US$ 465,00 milhões em 2017 (queda de 0,65%). Apesar da diminuição, a associação aponta que houve uma reação, já que o volume voltou a um nível superior a 100 mil toneladas, depois da queda registrada em abril, quando atingiram apenas 85 mil toneladas, “mesmo sem ainda contar com a Rússia, um dos maiores clientes do país, e cuja movimentação de produto está embargada desde dezembro passado”, diz. No acumulado do ano, no entanto, os resultados são positivos. O saldo dos cinco primeiros meses do ano é de 617,00 mil toneladas exportadas com receita de US$ 2,39 bilhões, crescimento de 16% na quantidade e de 13% nos valores em relação a 2017 quando se movimentou 533,26 toneladas que renderam US$ 2,10 bilhões. Segundo a Abrafrigo, a greve dos caminhoneiros teve influência na movimentação da carne bovina no mês passado, “mas o mais importante é que se esperava o reinício das compras pelo mercado russo, o que acabou não ocorrendo”, conclui.

ESTADÃO/VALOR ECONÔMICO/ISTO É/NOTÍCIAS AGRÍCOLAS/PÁGINA RURAL/CARNETEC/BEEF POINT/PORTAL DBO

Notícias

Indústrias alongam as escalas de abate no mercado do boi gordo

Ao longo da última semana o mercado se restabeleceu após o final da greve dos caminhoneiros e o volume de negócios, na maior parte do país, foi elevado

A oferta de animais concentrada, em função dos dias sem embarque, e também da redução da qualidade das pastagens, foram os fatores responsáveis pela maior movimentação. Isso permitiu às indústrias alongarem as escalas de abate e, consequentemente, o apetite por negócios no fechamento da última segunda-feira (11/06) foi menor, com uma parte dos frigoríficos fora das compras. Essa conjuntura deixou o mercado com baixa movimentação e as cotações andando de lado. Conforme mais indústrias retornem aos negócios o cenário no mercado do boi gordo deverá ficar mais claro. 

SCOT CONSULTORIA

Reforço na fiscalização: Mapa é autorizado a contratar 300 médicos-veterinários concursados

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) informou na segunda-feira (11), por meio de nota em seu site, que já pode contratar 300 médicos-veterinários aprovados em concurso público para a função de auditores fiscais federais agropecuários (AFFA)

Também na segunda-feira, o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MPOG) aprovou as contratações (Portaria nº 155). As nomeações serão realizadas a partir de julho. O salário inicial desses servidores será de R$ 14.584,71 e, a jornada de trabalho, de 40 horas semanais flexíveis, conforme a necessidade do cargo. Entre as atribuições estão a inspeção e a fiscalização dos produtos de origem vegetal e animal. Das 300 vagas, 285 serão ocupadas por livre concorrência e 15 destinadas a pessoas com deficiência (PCD). Os municípios que oferecem maior número de vagas são Itapiranga e Videira, em Santa Catarina, com quatro vagas cada. Entre as PCDs, Brasília fará o maior número de contratações: cinco pessoas. O Mapa solicitou ao Ministério do Planejamento a possibilidade de serem chamados mais 150 profissionais aprovados no mesmo concurso. Segundo o Secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Luis Rangel, a contratação resulta do esforço do Ministro Blairo Maggi para reforçar a defesa agropecuária, reafirmando o compromisso internacional de garantir produtos com segurança alimentar.

CARNETEC

Desempenho externo das carnes no princípio de junho

Exportações de carnes in natura das duas primeiras semanas do mês apresentaram fraquíssimo desempenho

Dentro do esperado após os eventos do final de maio – com extensão para os primeiros dias de junho corrente – as exportações de carnes in natura das duas primeiras semanas do mês (seis dias úteis) apresentaram fraquíssimo desempenho. Assim, a receita cambial do período se encontra entre os mais baixos níveis da presente década e, avaliada sob o aspecto da média diária, não chega aos US$47 milhões, valor 8% e 24% menor que os registrados há um mês e há um ano. O volume embarcado, claro, também deixa a desejar. Pois, levando em conta os resultados desses seis primeiros dias de junho, as três carnes tendem a um volume menor que os registrados no mês passado e há um ano. Ou, detalhando, carne suína (36,2 mil toneladas): quedas de 12% 33%, respectivamente; carne bovina (56,8 mil toneladas): quedas de 37% e 43%; carne de frango (225,8 mil toneladas): quedas de 28% e 34%. Naturalmente, esses fracos resultados tendem a ser superados à medida que o mês avance e o sistema exportador retorne à normalidade. Mas dificilmente se chegará a uma reversão – tanto em relação a maio último como a junho de 2017.

AGROLINK

Mercado de reposição voltando aos trilhos

A paralisação dos caminhoneiros chegou ao fim, a maior parte dos leilões voltou a operar e os negócios voltaram a fluir no mercado de reposição

Entretanto, a greve causou imprevisibilidade quanto ao rumo que a arroba do boi gordo tomará no curto prazo. Esse fato diminuiu o ímpeto de compras de recriadores e invernistas. As tentativas de negócios ocorrem, na maior parte dos casos, com ofertas de compra abaixo da referência. Nestes patamares a ponta vendedora resiste em entregar os animais e o volume de negócios concretizados é baixo, travando o mercado. No balanço geral, na média de todas as categorias e estados pesquisados pela Scot Consultoria, as cotações fecharam com queda de 0,1% frente ao levantamento da última semana. Para o curto prazo, tanto o futuro do mercado do boi gordo como a qualidade das pastagens devem influenciar o ritmo do mercado de reposição. Com o período de entressafra se aproximando, as cotações no mercado do boi gordo podem ganhar firmeza e dar ânimo para o recriador e invernista. Já as pastagens vão perdendo qualidade conforme o período seco se intensifica, isso tende a diminuir a retenção dos animais por parte da ponta vendedora, aumentando assim o volume de negócios.

SCOT CONSULTORIA

Embarques de carne bovina iniciam junho em baixa

Queda na média diária exportada está atrelada à greve dos caminhoneiros no fim de maio

As exportações de carne bovina in natura referentes aos embarques realizados em junho contabilizaram um volume total de 16.240 toneladas

A média diária registrada foi de 2.710 toneladas, recuo de 37,2% em relação à maio. Já na comparação com a média diária de igual período no ano anterior a queda é de 42,9%. A forte retração dos embarques resulta da greve dos caminhoneiros ao final de maio, e em alguma medida, poderá ser compensada nas próximas semanas. Por enquanto o volume total projetado para junho/18 fica em 56,85 mil toneladas e, caso se confirme, será 42,90% inferior à exportação do mesmo período do ano passado, que registrou 99,61 mil toneladas. Caso a projeção de junho se confirme, os primeiros seis meses do ano ainda fecharão com alta de 2,47% para os embarques do produto.

Agrifatto

ECONOMIA

Fazenda já admite perda de R$ 15 bi com greve

A equipe econômica considera provável que os impactos diretos da paralisação dos caminhoneiros sobre a atividade fiquem na casa dos R$ 15 bilhões (ou 0,2% do PIB, aproximadamente), como apurou o Valor, considerando apenas o impacto na parada da produção, sem estimar efeitos mais subjetivos decorrentes da deterioração das expectativas e índices de confiança

Integrantes do governo, como o Ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, e o Presidente do IBGE, Roberto Olinto, admitiram ontem que o crescimento deste ano deve menor que o previsto, mas evitaram fazer estimativas. O cálculo do prejuízo de cerca de R$ 15 bilhões foi exposto ontem no Prisma Fiscal, encontro trimestral entre membros da Fazenda e economistas do setor privado, na sede do ministério em São Paulo. O teor da reunião foi confirmado por três participantes que pediram anonimato. Segundo os relatos, o Secretário de Política Econômica, Fabio Kanczuk, afirmou que a Fazenda usou diversas metodologias para estimar os impactos da greve. A que indicava um prejuízo de cerca de R$ 15 bilhões parecia a mais correta. É um número menor do que as estimativas que vêm sendo divulgadas por instituições financeiras e consultorias. O cálculo, porém, leva em conta principalmente o que foi perdido de produção e não contempla impactos da crise sobre a confiança de empresários e planos de investimento. Boa parte do setor privado está pessimista não só com os impactos da paralisação mas também com o ritmo de retomada da atividade e as turbulências recentes do mercado financeiro. De acordo com um dos analistas, ainda não está totalmente claro quanto as revisões recentes para baixo do PIB foram influenciadas pela paralisação e quanto pela própria frustração com a retomada. Kanczuk, segundo um dos participantes do evento, afirmou que não vê tamanha piora dos fundamentos econômicos que justifiquem as turbulências da semana passada e que acredita em alguma melhora das condições financeiras no futuro. À tarde, Guardia sinalizou que é possível que o PIB de 2018 seja revisado para baixo na próxima divulgação da programação orçamentária e financeira.

VALOR ECONÔMICO

Após greve de caminhoneiros, economia retoma crescimento com inflação sob controle, diz Guardia

O país retomou a trajetória de crescimento e mantém a inflação sob controle após os 11 dias de paralisação dos caminhoneiros no fim de maio, mas o governo pode reduzir sua projeção oficial de expansão do PIB ao revisar os parâmetros do Orçamento, admitiu o Ministro da Fazenda Eduardo Guardia nesta segunda-feira

“A gente revê a previsão (de crescimento) a cada dois meses quando divulga a programação orçamentária e financeira”, disse o ministro. Indagado especificamente se a revisão poderia ser para baixo, Guardia disse: “pode”. A revisão dos chamados parâmetros orçamentários inclui previsão de crescimento da economia, variação da inflação, coleta de impostos entre outros dados, explicou o Ministro. “O processo de revisão é contínuo, a cada dois meses temos uma grade de parâmetros atualizada e levamos em consideração as informações disponíveis”, disse Guardia. No fim do mês passado, o governo reconheceu que o comportamento da economia estava aquém do que se esperava no início do ano e baixou de 3 por cento para 2,5 por cento a projeção para o crescimento deste ano. A economia brasileira acelerou avançando 0,4 por cento no primeiro trimestre sobre os três meses anteriores, em linha com estimativas do mercado. Mas o ritmo perdeu força e não se repetirá nos próximos trimestres, segundo o Ministro do Planejamento, Esteves Colnago. Na avaliação de economistas do mercado consultados pelo Banco Central todas as semanas no boletim Focus, a expansão da economia será inferior a 2 por cento neste ano. “A economia está crescendo há cinco trimestres consecutivos” e retomou sua trajetória de expansão após a paralisação dos caminhoneiros, que causou desabastecimentos e perdas econômicas, segundo o Ministro. O desempenho do segundo trimestre se tornou mais difícil de prever após os 11 dias de paralisação dos caminhoneiros.

Redação Reuters

Ibovespa tem 5ª queda seguida pressionado por bancos e renova mínima em 2018

O Ibovespa, principal índice de ações da B3, teve a quinta queda consecutiva nesta segunda-feira, afetado particularmente pelo declínio das ações de bancos, enquanto seguem os receios sobre o cenário político e o crescimento da economia no Brasil

O Ibovespa caiu 0,87 por cento, a 72.307 pontos, menor patamar desde 1º de dezembro de 2017. O volume financeiro do pregão somou 9,73 bilhões de reais. Após recuar 8 por cento nos últimos cinco pregões, o Ibovespa agora acumula perda de mais de 5 por cento em 2018. De acordo com profissionais de renda variável, não houve mudança no cenário dos últimos dias, com o quadro político-eleitoral ainda incerto e a economia crescendo a um ritmo mais fraco do que o estimado inicialmente. Pesquisa Datafolha de intenção de voto para a eleição presidencial, divulgada no fim de semana pelo jornal Folha de S.Paulo, “não trouxe novidades, mostrando que a disputa segue indefinida”, disse a consultoria Lopes Filho. Em outro front, pesquisa Focus do Banco Central mostrou que o mercado passou a estimar crescimento inferior a 2 por cento da economia brasileira neste ano e, pela primeira vez em quase cinco meses, reduziu as estimativas para 2019. Na visão do chefe da área de renda variável da corretora de um banco em São Paulo, o mercado segue na mesma toada dos últimos pregões, com os resgates afetando principalmente ações com maior alocação de investidores, como é o caso dos bancos. “Há resgate tanto de estrangeiro como de fundos multimercados, que migraram da renda fixa para ações no começo do ano e agora estão fazendo o movimento contrário”, disse.

Redação Reuters

Dólar sobe ante real com exterior, mas ação “surpresa” do BC limita

O dólar voltou a fechar em alta ante o real nesta segunda-feira, sob influência do mercado externo, embora a intervenção “surpresa” do Banco Central no mercado cambial tenha limitado o movimento

O dólar avançou 0,54 por cento, a 3,7267 reais na venda, depois de despencar 5,59 por cento na sexta-feira, maior queda em quase 10 anos. Na mínima do dia, a moeda norte-americana foi a 3,6715 reais e, na máxima, a 3,7309 reais. O dólar futuro tinha alta de cerca de 0,25 por cento. O BC conseguiu conter a valorização do dólar após anunciar durante a sessão leilão de até 50 mil novos swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares. Vendeu integralmente a oferta, de 2,5 bilhões de dólares, somando neste mês 13,116 bilhões de dólares em novos swaps. Diferentemente do que vinha fazendo, o BC não fez o anúncio sobre o leilão de swaps cambiais após a sessão anterior, quando o dólar despencou sobre o real. Ele vinha ofertando diariamente até 15 mil novos contratos desde 21 de maio passado e, de 14 a 18 de maio, o BC também tinha feito oferta extra, mas de até 5 mil contratos novos. A atuação “surpresa” foi bem-vista pelos agentes: “Ele (o BC) não pode dar previsibilidade porque cria uma banda, um teto e um piso, e mercado fica esperando”, disse um gestor de derivativos de uma corretora local. “É uma abordagem correta. Atuar ‘discricionariamente’ traz alguma incerteza ao mercado, evitando especulações”, emendou o diretor de Tesouraria de um banco estrangeiro. Após a forte disparada do dólar e das taxas de juros futuros, o Presidente do BC, Ilan Goldfajn, disse na quinta-feira passada que o órgão ofereceria mais 20 bilhões de dólares em novos swaps até o fim desta semana. No exterior, o dólar tinha leve alta ante a cesta, mas subia firme ante as divisas de países emergentes, como os pesos mexicano e chileno.

Redação Reuters

EMPRESAS

Ofertas por unidade Keystone, da Marfrig, devem ser entregues até fim do mês, diz fonte

Companhias interessadas em comprar a unidade Keystone Foods, da Marfrig devem entregar propostas vinculantes até o fim do mês, disse uma fonte com conhecimento direto do assunto.

Três de cinco companhias selecionadas pela Marfrig na primeira etapa da venda da unidade especializada em fornecimento de alimentos para redes de restaurantes são chinesas, acrescentou a fonte. COFCO, China Investment, conhecida como CIC, e Fosun estão competindo com Cargill e Tyson Foods pela participação de controle na Keystone, uma das maiores fornecedoras da rede de fast food McDonald’s. A Marfrig comprou a Keystone há oito anos por 1,26 bilhão de dólares e espera obter agora um preço até 3 bilhões de dólares. Representantes da COFCO, CIC, Fosun, Cargill e Tyson não puderam comentar de imediato. A Marfrig não se pronunciou. A Keystone não foi incluída na semana passada nas medidas antidumping adotadas pela China contra importações de carne de frango do Brasil. A Marfrig comprou em abril a norte-americana National Beef Packing Company por 969 milhões de dólares e está tomando empréstimos para financiar a aquisição. Os recursos a serem obtidos com a venda da Keystone deverão pagar os empréstimos.

Redação Reuters

INTERNACIONAL

Melhora o preço do boi gordo na Argentina e no Paraguai

A valorização boi gordo na Argentina e no Paraguai causou um leve aumento no Índice Faxcarne de Novilho Mercosul, que ficou em US $ 2,63 por quilo de carcaça.

O relatório Faxcarne indica que a desvalorização do peso argentino levou a uma melhora nos valores do boi gordo naquele país, estimado em US $ 2 por quilo. Na conversão do dólar, o aumento foi de US $ 0,05 e foi posicionado a US $ 2,66 por quilo. Ao mesmo tempo, o Paraguai está passando por complicações climáticas na região de fronteira com o Brasil e os preços ficaram em US $ 3, cerca de US $ 0,10 a mais que na semana passada. O Brasil, que mantém seus preços em reais sem movimento, também sofreu uma desvalorização da moeda que desvalorizou o boi gordo em US $ 0,02 a US $ 2,34 por quilo de carcaça. Finalmente, a Faxcarne explica que no Uruguai a oferta de gado começou a ficar mais volumosa, o que moderadamente corrigiu o valor do gado, que ficou em US $ 3,38 por quilo para os novilhos especiais.

El País Digital

Exportações de carne bovina da Austrália atingem níveis não vistos desde 2015

As exportações australianas de carne bovina aumentaram em maio, após um aumento da oferta induzido pela seca em todo o país

De fato, em 109.700 toneladas, este mês foi o segundo maior maio da Austrália já registrado (somente superado em maio de 2015 durante a liquidação do rebanho induzido pela seca). As exportações deste mês subiram 21,5 mil toneladas, ou 24% com relação a abril e 13,9 mil toneladas, ou 15% com relação a maio do ano passado. Os abates de bovinos nos Estados do Leste destacam os aumentos dos abates sendo vistos em todo o país com o abate de gado em maio, totalizando pouco mais de 580.000 cabeças, um aumento de 10% com relação ao ano anterior. Isso elevou o acumulado do ano para 2.690.000 cabeças, um aumento de 8% em relação aos níveis de 2017. A maioria dos principais destinos de exportação experimentou algum nível de crescimento este mês, elevando o total acumulado no ano para 435.600 toneladas, um aumento de 15% em relação aos níveis de 2017. O total deste ano até maio é o terceiro maior começo da Austrália no ano, atrás de 2014 e 2015, mas acima dos dois últimos anos e bem acima de qualquer total antes de 2013. As exportações de carne bovina da Austrália para o Japão totalizaram 125.700 toneladas para o ano até maio, um aumento de 12% com relação ao ano anterior. Seguiram-se os EUA, totalizando 91.700 toneladas no acumulado do ano, o que elevou em 4% os níveis do ano passado. Os volumes para a Coreia subiram 15% em relação aos níveis do ano passado, para 61.700 toneladas. A China aumentou 40% em relação ao ano anterior nos primeiros cinco meses de 2018, para 59.400 toneladas.

Meat and Livestock Australia (MLA)

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