CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 718 DE 27 DE MARÇO DE 2018

abra

Ano 4 | nº 718 | 27 de março de 2018

NOTÍCIAS

Ruralistas pressionam STF para votação de embargos de declaração do Funrural

‘Sendo julgados esses embargos, traremos mais tranquilidade e segurança ao produtor, independentemente do resultado’, disse a deputada Tereza Cristina

A derrubada dos vetos do Funrural deve ser votada por deputados e senadores já na primeira quinzena de abril. No entanto, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) pretende fazer pressão para que o Supremo Tribunal Federal (STF) tome uma decisão sobre os embargos de declarações que tratam da cobrança. A deputada Tereza Cristina, que também é a presidente da FPA, confirmou ter procurado a Presidente do STF, Cármen Lúcia, para cobrar o julgamento dos embargos. “Pedi para ela apreciar o nosso pedido, para que fosse colocado na pauta o mais rápido possível o final dessa novela do Funrural. Sendo julgados esses embargos, traremos mais tranquilidade e segurança ao produtor, independentemente do resultado”, falou a parlamentar. De acordo com a deputada, Cármen Lúcia disse que daria essa agenda, mas que ainda não conseguiram marcar uma data. “Estou aguardando e falando com a assessoria dela, mas o meu pedido é exatamente esse: para que se coloque na pauta a votação”, completou. A decisão do STF continua sendo a de que o produtor tem que pagar o Funrural, mas para que a cobrança somada aos retroativos fique menos pesada, o Congresso quer votar a derrubada dos vetos presidenciais da lei antes de 30 de abril, prazo final para adesão ao refis. A bancada ruralista esperava que a votação acontecesse no dia 3, mas deve ficar para 10 ou 12 de abril. “O governo ajustou com o presidente do Congresso no sentido de que não se votaria nada em relação a veto enquanto não houvesse acordo do refis das micro e pequenas empresas. Então, nós estamos nessa dependência”, falou o deputado federal Osmar Serraglio (MDB-PR). Três vetos são tratados como prioridade para derrubada: a cobrança de 100% de multas e encargos do passivo; cobrança em cascata, aquele em que o produtor paga o imposto em várias etapas produtivas e redução da alíquota para empresas, como aconteceu para pessoa física. Para derrubar os vetos, a sessão precisa ser conjunta, com deputados e senadores, com o voto favorável da maioria. Parlamentares, no entanto, estão confiantes. “Nós temos mais de 60 senadores e até mesmo opositores possuem interesse em alguns pontos. Como renegociação de dívidas dos pequenos produtores rurais da área da Sudene (Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste)”, comentou o senador Cidinho Santos (PR-MT).

CANAL RURAL

Abate elevado no 1º bimestre descasado do consumo de carne deverá levar a indústria a comprar menos e encurtar mais as escalas

Mais 50% representou o aumento de bois no gancho, sobre mesmo período de 2017, segundo o SIF, com indústrias comprando muito, mas sem retorno do consumo, de modo que perderam margens para escoar essa carne mais barata. Produtor continuou pressionado – e hoje perdeu mais R$ 0,50 na @ em SP, que ficou nos R$ 143,50 – R$ 145,50.

NOTÍCIAS AGRÍCOLAS

Demanda ditando o rumo dos preços da arroba do boi gordo

A semana começou com a oferta de boiadas controlada e com o consumo estável, sem evolução

O quadro se agrava, pois estamos na última semana do mês, período em que a demanda cai. Em função desse fator, a intensidade de compra das indústrias frigoríficas também está controlada e as ofertas de compra apregoadas estão abaixo da referência na maioria das praças pecuárias. Em São Paulo, a arroba do boi gordo ficou cotada em R$143,50, à vista, livre de Funrural (26/3). Queda de 1,0% desde o início do mês. Mesmo com a queda na referência, ofertas de compra entre R$1,00 e R$2,00/@ abaixo dela são observadas no estado. No mercado atacadista, para se ter uma ideia, a carne bovina com osso, de boi casado de animais castrado está cotado em R$9,23/kg, queda de 7,5% desde o início do ano.

SCOT CONSULTORIA

Lentidão no mercado de reposição

A lentidão no mercado de reposição se arrasta desde o início do ano. Alguns fatores são responsáveis por esta situação

O primeiro é a falta de previsibilidade no mercado do boi gordo. As cotações não reagem e isso deixa recriadores e invernistas receosos quanto às compras de reposição. Outro fator é que com o mercado do boi gordo “morno” muitos pecuaristas estão retendo suas boiadas, aguardando um melhor momento para as negociações. Sem a venda do boi gordo, não há a reposição do rebanho. Além do mercado do boi gordo, as cotações do milho também estão influenciando nos negócios de reposição. As altas observadas para o cereal entre fevereiro e março geraram incertezas no mercado e, consequentemente, colaboraram para um recuo nas compras para animais de reposição para terminação em confinamento. A partir de meados deste mês, as cotações para o milho ficaram mais frouxas, mas ainda há incertezas no mercado. Para o curto prazo, a evolução destes fatores ditará o ritmo em que as cotações vão se desenrolar no mercado de reposição. Vale lembrar que a oferta de bezerros desmamados está crescente no mercado e deve atingir o pico entre abril e maio, além disso, a janela de confinamento se aproxima. Esses fatores tendem a gerar maiores movimentações no mercado.

SCOT CONSULTORIA

Semana Santa deve diminuir negócios do boi gordo

A semana começou com a oferta de boiadas controlada e com o consumo estável, sem evolução

O quadro se agrava, pois estamos na última semana do mês, período em que a demanda cai. Em função desse fator, a intensidade de compra das indústrias frigoríficas também está controlada e as ofertas de compra estão abaixo da referência na maioria das praças pecuárias. Em São Paulo, a arroba do boi gordo está cotada em R$ 143,50, à vista, livre do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural). Queda de 1% desde o início do mês. Mesmo com a queda na referência, ofertas de compra entre R$ 1 e R$ 2 por arroba abaixo dela são observadas no estado. Para esta última semana do mês, a expectativa é de que a arroba não tenha novas altas. Isso porque, devido à Semana Santa, há uma retração no consumo da carne. No mercado atacadista de carne bovina com osso, para se ter uma ideia, o boi casado de animais castrado está cotado em R$ 9,23 o quilo, queda de 7,5% desde o início do ano.

Boi gordo no mercado físico – R$ por arroba (pagamento à vista)

Araçatuba (SP): 143,50

Belo Horizonte (MG): 136,00

Goiânia (GO): 132,00

Dourados (MS): 133,00

Mato Grosso: 128,00 – 133,00

Marabá (PA): 128,00

Rio Grande do Sul (oeste): 4,65 (kg)

Paraná (noroeste): 143,00

Tocantins (norte): 126,00

CANAL RURAL

Missão à Arábia Saudita acerta exportação de bovinos vivos; sem novidade sobre abates

A missão brasileira à Arábia Saudita iniciada na semana passada não tinha avançado, até o final da tarde de segunda-feira (26), em relação a um acordo sobre regras de abate de frango exigidas para carnes exportadas aos sauditas, disse uma fonte próxima a um participante da missão à CarneTec

Um dos objetivos da missão era reverter a decisão dos árabes de exigir que o método de insensibilização elétrica no abate de frangos deixe de ser usado, segundo informou o jornal Valor Econômico na semana passada. O Mapa disse em nota divulgada no domingo (25) que o governo brasileiro tinha solicitado o “adiamento por mais 60 dias para que passe a valer os critérios mais rígidos exigidos pelo governo árabe e convidou uma delegação para que conheça como o abate halal é realizado no Brasil”. Segundo o Mapa, “ficaram estabelecidas as assinaturas de um protocolo de intenções – com o objetivo de estreitar ainda mais a relação entre os países – e de um termo de cooperação técnica para troca de experiências”. Na tarde de segunda-feira (26), as assessorias de imprensa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que têm representantes participando da missão juntamente com outros membros da indústria, disseram à CarneTec que ainda não tinham informações sobre os resultados da missão e nem sobre se o pedido de adiamento do prazo foi aceito ou negado. O Mapa informou na semana passada que a missão à Arábia Saudita duraria até terça-feira (27). Durante a reunião com autoridades sauditas, o governo brasileiro apresentou um trabalho técnico-científico realizado pela Embrapa, em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), explicando que o procedimento usado no Brasil segue rigorosamente os preceitos estabelecidos no abate halal. A carne de frango é o principal produto brasileiro exportado à Arábia Saudita, com 591 mil toneladas no ano passado, equivalentes a US$ 1 bilhão em faturamento. O Mapa informou também que uma missão de veterinários da Arábia Saudita virá ao Brasil na primeira semana de maio para habilitar a exportação brasileira de bovinos vivos. O governo brasileiro disse que o Vice-Ministro do Ministério da Agricultura, Meio Ambiente e Águas do governo saudita, Ahmed bin Saleh Al Ayadah, disse que o país tem interesse em estreitar relação com o Brasil, parceiro comercial há mais de 40 anos. 

CARNETEC

Valor de R$ 188 bi será mantido para 2018/2019

“No mínimo, os recursos serão iguais ao do ano passado”, diz Neri Geller

Em debate com produtores rurais, o Secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Neri Geller, disse que o Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2018/2019 deverá manter, no mínimo, os R$ 188 bilhões aprovados para a colheita passada. O Diretor de Crédito do Mapa, Wilson Vaz Araújo, alerta que “a agricultura não pode prescindir de níveis adequados de recursos ao produtor, pela sua importância no controle da inflação, na balança comercial e na retomada do crescimento econômico”. O diretor disse ainda que o plano poderá ser apresentado um pouco mais cedo este ano. Em 2017 o PAP foi anunciado em 7 de junho. Entre as novidades do Mapa para o Plano Safra 2018/2019 estão a implantação de um sistema de seguro que seja feito por meio de leilão direto para o produtor, e não pelo agente financeiro. “Eu reconheço que nós precisamos avançar. Por isso, façam encaminhamentos práticos, e a gente altera o que seja factível”, completou Geller. Na última sexta-feira (23), integrantes do Ministério da Agricultura e da Fazenda, produtores rurais e lideranças de entidades do agronegócio, debateram as propostas para o novo PAP em Lucas do Rio Verde, Mato Grosso, com mais de 700 produtores, técnicos e estudantes. A principal reivindicação foi a redução da taxa de juros para o próximo Plano Safra. A logística e a melhoria da infraestrutura de transporte fora, outras reivindicações importantes: a conclusão da pavimentação da BR 163 e a implantação de ferrovia ligando a região Centro-Oeste ao terminal de Miritituba, no Pará, e aos demais portos do Arco Norte. Os juros poderão recuar a partir de julho quando começarem os preparativos para o novo ciclo de produção. O corte será feito para seguir as reduções que estão ocorrendo na taxa básica de juros, a Selic, fixada em 6,5% ao ano, contra os 8,5% anuais cobrados sobre as operações de custeio. O saldo de aplicação de 2017/2018 deverá ser de R$ 150 a 155 bilhões até 30 de junho.

MAPA

EMPRESAS

Em Santa Cruz do Sul (RS), Frigorífico Rio Pardinho anuncia R$ 30 milhões em investimentos

Santa Cruz do Sul segue fazendo juz ao título de segunda melhor cidade para se investir no Estado do Rio Grande do Sul

A boa notícia agora vem do ramo de abate, processamento e industrialização de suínos. Na tarde desta segunda-feira (26), o Frigorífico Rio Pardinho, que comercializa produtos da marca Schender, anunciou no salão nobre do Palacinho, investimentos da ordem de R$ 30 milhões. O anúncio foi feito pelo sócio-proprietário do estabelecimento, Sérgio Schwendler ao prefeito Telmo Kirst, em ato que contou com a presença dos demais sócios da empresa, de secretários municipais e de vereadores. Atualmente o Frigorífico Rio Pardinho registra um faturamento mensal da ordem de R$ 3 milhões, com retorno de Icms de aproximadamente R$ 300 mil ao mês. São abatidos por mês entre quatro mil e cinco mil suínos e a produção de embutidos – linguiças, salsichas e salsichões – varia de 250 a 300 toneladas por mês. “Neste projeto de ampliação prevemos aumentar o abate para mil suínos dia e tranquilamente triplicar a produção da fábrica”, disse Sérgio. O prazo para conclusão dos investimentos é de três a quatro anos. Trabalham hoje no frigorífico 120 funcionários, a maioria residente no distrito de Rio Pardinho, e a expectativa ao final da expansão é chegar a 200 colaboradores. Dos atuais quatro mil metros quadrados de área construída, o empreendimento passará para 5,8 mil metros quadrados, somando-se ao complexo outros oito mil metros quadrados de áreas úteis. Toda a estrutura está sediada em uma área de 33 hectares. “Sentimos a necessidade de nos modernizarmos. Sabemos que o momento não é dos melhores, mas quem não investe não cresce. Fomos atrás de financiamento e este investimento agora terá que ser feito”, observou Sérgio. As vendas alcançam diversos municípios no Estado, em um raio de 200 quilômetros. Os principais mercados são Santa Maria, Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Camaquã, São Sepé, Soledade e região da Grande Porto Alegre O próximo passo, com o aumento da produção, advinda dos investimentos, é obter o certificado do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi) e com isso poder comercializar os produtos para outros estados do Brasil, ampliando mercados.

PÁGINA RURAL

BRF dá férias de um mês em unidade catarinense

A suspensão das exportações da BRF para a União Europeia já prejudica o planejamento de produção da empresa de alimentos

A partir de 7 de maio, cerca de 3,2 mil funcionários do abatedouro de Capinzal (SC) entrarão em férias coletivas, paralisando os abates por um mês. A produção de itens industrializados de Capinzal seguirá funcionando. Segundo o Presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Carnes e Derivados da região (Sindicadezal), Ludovino Soccol, a unidade de Capinzal abate cerca de 475 mil aves por dia, o equivalente a mais de 5% dos abates da empresa. Maior produtora de carne de frango do país, a BRF abate aproximadamente 7 milhões de aves por dia. Em nota, a BRF informou que a interrupção temporária dos abates em Capinzal decorre da “necessidade de ajustes no planejamento de produção”. Após os 30 dias de paralisação, as operações da planta serão retomadas normalmente, ressaltou a empresa. Por causa da Operação Trapaça, fase da Carne Fraca deflagrada pela Polícia Federal (PF) em 5 de março, a BRF teve as exportações de três frigoríficos suspensas – Carambeí (PR), Mineiros (GO) e Rio Verde (GO) pelo Ministério da Agricultura. Além disso, o ministério também suspendeu a exportações da empresa à União Europeia. Ao todo, dez frigoríficos da BRF não podem vender ao bloco. Entre essas dez unidades está a de Capinzal. Nesse cenário, as ações da BRF seguem sofrendo na bolsa. Ontem, os papéis da companhia tiveram a maior baixa do Ibovespa, recuando 2,8%, para R$ 23,23. Trata-se da menor cotação das ações da BRF desde 8 de julho de 2011, segundo o Valor Data. No acumulado de 2018, a BRF já perdeu quase R$ 11 bilhões em valor de mercado. Ontem, valia R$ 18,9 bilhões na B3. Embora a BRF seja a mais afetada, sobretudo porque é a principal investigada na Operação Trapaça, a paralisação dos abates em Capinzal reflete condições de mercado adversas que também prejudicam a concorrência. “É generalizado. Com o milho aumentando e o preço do frango caindo, não dá para trabalhar”, lamentou o secretário-executivo da Associação Brasileira dos Produtores de Pintos de Corte (Apinco), José Carlos Godoy. Ele avalia que outras empresas também terão de reduzir a oferta a partir de maio. “Estamos tendo problemas na exportação e também no mercado interno”, disse Godoy, ressaltando que a recuperação da economia não se traduziu em maior consumo de carne de frango. Diante disso, ele já trabalha com a expectativa de redução de 1,5% nos alojamentos de pintinhos em 2018.

VALOR ECONÔMICO

RS: melhoramento genético é essencial para eficiência produtiva em períodos de estiagem, destaca Conexão Delta G

Programa desenvolvido pela Conexão Delta G trabalha com características que podem auxiliar o produtor na seleção dos animais
De acordo com o médico veterinário Bernardo Pötter, Presidente do Conselho Técnico da Conexão Delta G, os programas de melhoramento genético têm ênfase em características de desempenho, precocidade sexual e qualidade de carcaça que podem auxiliar o produtor a selecionar animais mais adequados ao sistema e ambiente de produção, aliando desempenho e adaptação. A Conexão Delta G avalia os animais em sistemas 100% a pasto, ou seja, sujeitos às condições climáticas da região, o que permite identificar e selecionar os animais mais produtivos dentro do meio ambiente de produção. Pötter salienta que os criadores dão muita importância para ganho de peso, pré e pós-desmama, e nos índices genéticos essas características geralmente entram com 50% da ponderação por serem de extrema relevância pois afetam diretamente o custo de produção de carne. “Entretanto, as características de Conformação, Precocidade e Musculatura (CPM) servem para equilibrar e nortear a seleção, indicando qual a composição do ganho de peso dos animais, caso contrário a seleção indiscriminada para ganho de peso levaria a animais de tamanho adulto extremo, resultando em maior exigência nutricional, maior idade à puberdade e ao abate, levando assim à seleção de animais inadequados ao sistema de produção a pasto, principalmente em ambientes com ocorrência de estiagens durante o período crítico do ciclo de produção”, destaca. As características de C, P e M são altamente correlacionadas com características de carcaça e de rendimento de cortes, por isso são tão utilizadas na seleção de animais em sistemas a pasto. Conformação e Musculatura são correlacionadas com área de olho de lombo, que indica o rendimento de cortes comerciais e a quantidade de carne na carcaça, enquanto Precocidade é correlacionada com precocidade de acabamento e precocidade sexual que indicam, respectivamente, a velocidade de terminação e a idade à puberdade do animal. Além disso, Pötter ressalta que são características de fácil medição em grupos contemporâneos e de alta repetibilidade e devem ser observadas simultaneamente com ganho de peso, a fim de selecionar animais equilibrados, em harmonia com o sistema de produção. Conforme o médico veterinário, dessa forma, animais com DEPs (Diferença Esperada na Progenie) altas/moderadas para ganho de peso e CPM devem ser o objetivo de seleção, e não animais extremos para apenas uma característica. Observa que vários estudos têm demonstrado que animais equilibrados têm grande vantagem e melhor desempenho em condições inóspitas em relação àqueles selecionados para alto ganho de peso de forma isolada. A seleção para ganho de peso e CPM permite produzir animais com peso e rendimento de carcaça adequados sem, contudo, aumentar o tamanho e peso vivo do animal, mantendo assim as exigências nutricionais em equilíbrio com o meio ambiente e aumentando a eficiência produtiva do rebanho”, explica Pötter.

PÁGINA RURAL

Maiores informações:

ABRAFRIGO

imprensaabrafrigo@abrafrigo.com.br

Powered by Editora Ecocidade LTDA

041 3088 8124

https://www.facebook.com/abrafrigo/

 

abrafrigo

Leave Comment