CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 536 DE 16 DE JUNHO DE 2017

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Ano 3 | nº 53616 de junho de 2017

NOTÍCIAS

Abate de bovinos registrou leve alta no país no primeiro trimestre

O abate de bovinos cresceu 0,7% no primeiro trimestre de 2017 em relação a igual período do ano passado, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Nos três primeiros meses do ano foram abatidas, oficialmente, 7,37 milhões de cabeças de bovinos no país. O aumento interrompeu uma tendência de queda nesse tipo de comparação registrada desde 2014. De acordo com o IBGE, houve incrementos em 11 das 27 unidades da federação de janeiro a março. Os mais relevantes ocorreram em Goiás (97,3 mil cabeças a mais), Tocantins (27,5 mil), Rondônia (25,4 mil), Pará (6,7 mil) e Bahia (15,7 mil). Mas ainda houve reduções importantes em São Paulo (63,9 mil cabeças a menos), Mato Grosso do Sul (15,9 mil), Paraná (15,1 mil), Maranhão (12,9 mil) e Espírito Santo (11,9 mil). Apesar da queda, Mato Grosso continuou a liderando o abate de bovinos no país, com participação de 15,2%. Em seguida aparecem Mato Grosso do Sul (11,5%) e Goiás (10,1%). Também segundo o IBGE, a aquisição de leite cru alcançou 5,87 bilhões de litros no primeiro trimestre, 5,9% menor que entre outubro e dezembro de 2016 e volume 0,1% maior que o alcançado no primeiro trimestre do ano passado. De janeiro a março deste ano, os curtumes monitorados pela Pesquisa Trimestral do Couro declararam ter recebido 8,25 milhões de peças inteiras de couro cru de bovinos. O IBGE contabilizou, ainda, que no primeiro trimestre de 2017 foram abatidas 10,46 milhões de cabeças de suínos, 2,6% mais que no mesmo período de 2016. Foi o melhor resultado para o período desde que a pesquisa começou, em 1997. Santa Catarina concentrou 26,8% de todo o abate de suínos, seguido por Paraná (20,8%) e Rio Grande do Sul (19,3%). O abate de frangos, por sua vez, aumentou 0,3% em relação ao primeiro trimestre de 2016 e atingiu 1,48 bilhão de cabeças, enquanto a produção de ovos de galinha chegou a 788,3 milhões de dúzias, um aumento de 4,1%.

VALOR ECONÔMICO

Margens em alta e mercado do boi gordo mais firme em algumas regiões

O cenário de pressão de baixa ainda é observado para o boi gordo, com escalas, em geral, confortáveis, que permitem a manutenção dos testes de preços menores

Em alguns estados, como Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul, a necessidade de pagamentos maiores pela JBS colabora com um cenário de preços mais firmes. No mercado atacadista de carne com osso, a estabilidade já vai completar um mês, considerando o boi casado, cotado em R$9,07/kg desde 16 de maio. A oferta de boiadas continua suficiente para que os testes ocorram, o feriado desta semana, gerando praticamente dois dias a menos de compras, pode gerar um pouco mais de demanda por boiadas no início da próxima semana. Se as escalas encurtarem, com as margens historicamente altas, há espaço para mais pagamento pelo boi gordo. Sempre com a ressalva de estarmos entrando na segunda quinzena do mês, tipicamente de consumo pior. No atacado de carne sem osso houve recuo nesta semana.

SCOT CONSULTORIA

UE cobra melhora do controle sanitário das carnes produzidas no Brasil

108 remessas foram rejeitadas — 77 de carne de frango com presença de salmonela, quatro de carne bovina contaminada com E.coli, duas de carne de cavalo com resíduos de medicamentos proibidos naquele mercado

A União Europeia pediu formalmente que o Brasil providencie o mais rapidamente possível um “amplo plano” de ações corretivas concretas para sanar problemas sanitários verificados em cargas de carnes importadas do país desde 17 de março, quando foi deflagrada pela Polícia Federal a Operação Carne Fraca, focada em casos de corrupção envolvendo fiscais agropecuários e funcionários de frigoríficos. Segundo a Comissão Europeia, da segunda quinzena de março até o fim de maio as autoridades sanitárias do bloco checaram 4.416 carregamentos de carnes brasileiras que desembarcaram nos portos de países da UE, dos quais 1.105 foram submetidos a análises laboratoriais. Do total, 108 remessas foram rejeitadas — 77 de carne de frango com presença de salmonela, quatro de carne bovina contaminada com E.coli, duas de carne de cavalo com resíduos de medicamentos proibidos naquele mercado. Outras 25 cargas foram barradas por motivos não especificados. A Comissão Europeia também informou que fez uma extensa auditoria para avaliar a situação atual do controle sanitário realizado pelo Brasil acerca dos produtos de origem animal para exportação a UE e que os resultados foram preocupantes. Entre outros problemas, os europeus reclamam que recomendações feitas por eles em auditorias anteriores não foram adotadas. Tendo em vista as análises e a auditoria, a União Europeia decidiu proibir a entrada em seu mercado de carne de cavalo produzida por qualquer estabelecimento brasileiro. Além disso, o bloco não vai ampliar a lista de unidades produtoras de carnes e derivados do Brasil aptas a exportar a seu mercado e fará uma checagem microbiológica prévia de 100% das cargas brasileiras de carnes de frango e bovina. A Comissão Europeia informou os países ­membros do bloco, finalmente, que vai monitorar de perto a situação do controle sanitário dos produtos brasileiros e que espera que as medidas de correção cobradas sejam adotadas até o fim do ano. O Brasil é o maior exportador de produtos agropecuários para a UE, com embarques superiores a 13 bilhões de euros por ano. Procurado pelo Valor, o Ministério da Agricultura ainda não se pronunciou sobre a cobrança europeia. Em comunicado, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que representa a indústria de carne de frango e de carne suína, informou que tem “total confiança” na atuação do Ministério da Agricultura para prestar os esclarecimentos pedidos. A entidade ponderou que os resultados dos testes realizados pelos europeus não apresentaram desvios biológicos acima dos permitidos. “É preciso esclarecer que a proporção de desvios biológicos notificados segue padrões normais e considerados aceitáveis pelos diversos produtores avícolas mundiais, como é o caso da própria União Europeia”.

VALOR ECONÔMICO

Operação contra abigeato no Rio Grande do Sul termina com 17 presos

Organização criminosa causou prejuízo de pelo menos R$ 2 milhões

A Polícia Civil desarticulou a maior quadrilha de abigeatários em atividade em várias regiões do Rio Grande do Sul. A organização criminosa era responsável pelo furto anual de cerca de mil cabeças de gado por ano. Os prejuízos dos pecuaristas passariam de R$ 2 milhões por ano. Ao amanhecer desta quarta-feira, a megaoperação Cooptare foi desencadeada pela Força Tarefa de Combate ao Abigeato, sob comando do delegado Adriano Linhares. A ofensiva terminou com 17 prisões e a apreensão de 2,6 toneladas de carne imprópria para consumo, cinco veículos seis armas e documentos, além de R$ 12 mil em dinheiro. Cerca de 100 agentes cumpriram 48 ordens judiciais em Canoas, Santa Maria, Santana do Livramento, Júlio de Castilhos, Quaraí, Dom Pedrito, Palmeira das Missões, Lagoa Vermelha, Venâncio Aires, Progresso, Bom Retiro do Sul, Camaquã e Arroio dos Ratos. As investigações começaram em meados do ano passado. Durante o trabalho investigativo foram efetuadas outras 28 prisões acompanhadas de apreensões de gado furtado. “Essa organização tinha ramificação em todo o Rio Grande do Sul, destacou o delegado Adriano Linhares. Os criminosos levavam um tropeiro com cavalo para furtar o gado das propriedades, sendo os animais transportados em caminhões boiadeiros, com documentação falsa, até um abatedouro regular em Arroio dos Ratos. Depois, os açougues da Região Metropolitana de Porto Alegre eram abastecidos com a carne clandestina, sendo vendidos com preços abaixo de mercado. Os agentes da Força Tarefa de Combate ao Abigeato também tiveram uma descoberta surpreendente nas investigações. “A organização criminosa aliciava os funcionários das propriedades rurais para que facilitassem o furto dos animais, recebendo em torno de 20% do valor total do animal, avaliado geralmente entre R$ 2 mil e R$ 2,5 mil cada um. O delegado Adriano Linhares citou o caso do furto de mais de 150 reses de uma fazenda na região da Fronteira. Em algumas situações, os pecuaristas sequer sabiam do furto devido à confiança nos empregados. “Eles estavam agindo há bastante tempo”, estimou. O delegado Adriano Linhares observou que a quadrilha também adquiria gado com cheques sem provisão de fundos, em um “volume alto”. De acordo com ele, a estrutura e logística da organização criminosa chamou a atenção dos policiais civis, pois olheiros que escolhiam as vítimas, tropeiros, motoristas, açougueiros e repassadores, entre outros com funções definidas. “Eles tinham integrantes em todo o Rio Grande do Sul”, ressaltou. O líder da quadrilha, um dono de açougue de Canoas, já havia sido preso em dezembro do ano passado em Restinga Seca, mas as atividades ilícitas prosseguiram em um ritmo menor. A mulher do comerciante e os braços-direitos dele estão entre os presos.

CORREIO DO POVO

Maior movimentação no mercado de reposição no Maranhão

No Maranhão, a maior movimentação envolve os animais mais novos. A procura por bezerros de 7,5@ e bezerros desmamados alavancou as negociações

Em doze meses essas categorias desvalorizaram 1,4% e 2,0%, respectivamente, enquanto o preço do boi gordo recuou 8,5%. Essa diferença fez com que a relação de troca piorasse para o recriador/invernista. Em junho do ano passado comprava-se 1,94 bezerro (7,5@) com o preço de venda de um boi gordo de 16,5@, atualmente compra-se 1,80, queda de 7,2% do poder de compra. A mesma oscilação é observada na relação de troca com o animal de desmama. Em junho de 2016 era possível adquirir 2,28 animais com a venda de um boi gordo e atualmente 2,13.

SCOT CONSULTORIA

Margem apertada sufoca confinadores

Na conjuntura atual de preços, confinamento entrega resultado negativo na maioria dos casos e fechar a conta é o grande desafio. Na conjuntura atual, é impossível estimar o número de cabeças confinadas no ano

A queda no preço dos insumos fez com que o confinamento iniciasse o ano de 2017 com expectativa de crescimento. No entanto, a situação se tornou complicada nos últimos meses e os produtores devem ter que quebrar a cabeça para fechar a conta no azul. Se em 2016 a cotação elevada do milho e relação de troca boi gordo/boi magro jogaram contra o produtor, este ano ele tem como principais inimigos as incertezas em relação ao futuro do setor e os constantes recuos no preço da arroba. De acordo com levantamento da Scot Consultoria, atualmente a margem da atividade está extremamente apertada e, em muitos casos, entrega resultado negativo para o produtor. As projeções apontam que, levando-se em conta o preço do boi magro em R$ 1.710 em São Paulo, com custo da diária de R$ 7,20/dia para 90 dias no cocho e ganho de peso de 1,5 kg/dia, o confinador teria um custo total de R$ 2.358 por animal. Caso o animal vá para o frigorífico com peso final de 495 kg (33@) e o rendimento de carcaça seja de 55% (272,2 kg/18,2@), o produtor teria gasto R$ 129,9 por arroba produzida. Se o preço médio do boi gordo, com base em SP, se mantiver em R$ 128, ele teria a receita de R$ 2.323/ animal, o que lhe daria prejuízo de R$ 34,80 por cabeça, equivalente a – 1,5%. “Esse cenário não é universal, pois muitos produtores conseguem baratear a alimentação e encontraram diárias mais baratas. Mas, esse levantamento nos mostra que a margem da atividade está extremamente estreita e vai ser difícil fechar a conta”, destaca o analista da Scot Consultoria, Alex Lopes. “É impossível citar um único fator como peça-chave de desequilíbrio para essa conta. Todas as variáveis contribuem para esse resultado”, acrescentou. Um dos principais fatores que pesam no bolso do confinador na hora de fazer sua programação é o preço da arroba no mercado futuro. No fechamento do dia 12 de junho, o pico de preço foi de R$ 127,9/@ com entrega para outubro, quando normalmente a cotação registra o seu pico. No ano passado, a entrega para outubro chegou a registrar R$ 167 em meados de maio/junho. “No último mês muitos produtores travaram o preço em R$ 138/@, o que certamente deve lhe assegurar uma margem mais confortável do que agora”, concluiu Lopes. Na conjuntura atual, o analista afirma que é impossível estimar o número de cabeças confinadas no ano. “Assim como no boi gordo, o cenário está totalmente nublado. Não sabemos como o setor reagirá à crise político-econômica e qualquer previsão se torna equivocada”, finalizou.

Portal DBO

Com crise na JBS, setor pecuário quer cooperativas e reativar frigoríficos

O mercado de carnes busca saídas para o vácuo que a JBS deixou na comercialização de gado

A empresa teve reduzida a sua participação nas compras de animais após o acordo de delação premiada de seus donos. O foco do setor é desconcentrar esse mercado, que está nas mãos de poucos frigoríficos. A JBS, por si só, detém 49% dos abates de Mato Grosso, Estado que tem o maior rebanho do país. No país todo, a capacidade de abate da empresa chega a 25% do total nacional. Os objetivos dos produtores são reativar frigoríficos parados, incentivar a chegada de novas empresas ao setor e montar cooperativas de pecuaristas. Mesmo com grande sucesso na agricultura, as cooperativas dificilmente vingavam na pecuária. Boa parte do rebanho bovino era negociada sem nota fiscal, e os pecuaristas não aceitavam a ideia de criar cooperativas. Os tempos mudaram e o controle sobre os frigoríficos está mais rigoroso, o que permite o surgimento desse tipo de empresa.

Folha de S.Paulo.

EMPRESAS

S&P: J&F quer R$ 8 bilhões com desinvestimentos; Vigor já está à venda

A J&F já tem planos de desinvestimentos em curso e planeja levantar pelo menos R$ 8 bilhões no curto prazo, aponta a agência de classificação de risco S&P

Citando informações da administração da própria empresa, a agência afirma que a holding já colocou em processo de venda a Vigor Alimentos e as linhas de transmissão sob sua gestão, enquanto ainda analisa a alienação de outros ativos — a Eldorado Celulose, a calçadista Alpargatas e a companhia do setor de higiene e limpeza Flora. A S&P lembrou que a venda dessas empresas está diretamente ligada à capacidade da J&F de cumprir o acordo de leniência firmado com a justiça e sob análise do STF. Caso aprovado, o acordo garantiria a continuidade das operações da J&F mediante o pagamento de uma multa de R$ 10,3 bilhões ao longo dos próximos 25 anos. “Atualmente, nós acreditamos que a J&F está mais dependente das vendas de ativos do que antes para manter o pagamento de seus compromissos financeiros”, afirma a S&P. Para a agência, mesmo que o estágio dos desinvestimentos ainda seja incerto quanto ao ritmo e aos montantes, a J&F conta com um “considerável portfólio”, avaliado em mais de R$ 18 bilhões. A S&P nota que a venda de ativos da J&F apontadas em relatório são apenas hipotéticas e não há garantias de que sejam concretizadas. Caso a venda da Vigor, Alpargatas, Eldorado e outros ativos for liquidada, a S&P afirma que reavaliará a classificação de risco da J&F. Ontem, a agência rebaixou a classificação das empresas controladas pela J&F, cuja nota de risco passou de ‘B+’ para ‘B­‘. “Na nossa opinião, os casos de corrupção também destacam a incapacidade do grupo em implantar mecanismos de controle de risco, indicando uma grave deficiência de governança, o que pesa em seu perfil de risco”, avaliou a agência. Além da holding, a agência rebaixou a JBS, a Pilgrim’s Pride, controlada do frigorífico, e a Eldorado.

VALOR ECONÔMICO

Marca Friboi perde espaço nas gôndolas

A reação negativa de consumidores à delação premiada dos irmãos Batista já afeta as marcas comercializadas pela JBS

Nas gôndolas de supermercados da Grande São Paulo, a Friboi está menos presente, ao mesmo tempo em que a marca Do Chef, inicialmente voltada a restaurantes (food service), ganhou espaço. Lojas do Extra, do Grupo Pão de Açúcar (GPA), visitadas pelo Valor na capital paulista e em municípios da região metropolitana, não apresentavam mais as tradicionais bandejas de carne moída e outros cortes de bovinos com a marca Friboi. Em seu lugar, apareceu a Do Chef ­ que antes levava o rótulo “Do Chef Friboi” quando era vendida nas churrascarias. No Carrefour, por outro lado, a Friboi segue presente nas bandejas, e a Do Chef não constava nas lojas visitadas na capital paulista. Procurada pelo Valor, a JBS informou “que seu portfólio de marcas continua o mesmo, e cada uma das bandeiras mantém estratégia própria de distribuição. A companhia reforça que segue suas operações normalmente”. Em entrevista ao Valor em março do ano passado, a JBS anunciou uma reestruturação das marcas de carne bovina. Foi nessa reestruturação que surgiu a “Do Chef Friboi”, rebatizando a “Swift Gran Reserva”, voltada a churrascarias. Na ocasião, o Diretor da JBS Carnes, Renato Costa, previa aumentar a rede de restaurantes que adquiriam a Do Chef de 65 mil para 100 mil em 2016. Tratada como marca premium, a Do Chef Friboi representava 12% das vendas de carnes com marca da JBS no país. Ainda não é possível ter a dimensão do processo que fez a Do Chef ganhar espaço, mas analistas apontaram, logo após a divulgação da delação premiada dos donos da JBS, que a Friboi era a marca mais associada aos irmãos Batista. Friboi é o nome de fundação da empresa, que só passou a se chamar JBS em 2007, em alusão às iniciais do fundador José Batista Sobrinho. Por isso, poderia ser mais penalizada pelas campanhas de boicote feitas por consumidores nas redes sociais. Em outros casos, como as marcas Seara, Vigor e Minuano ­ as duas últimas pertencem à J&F Investimentos, controladora da JBS ­, os reflexos seriam menores, porque dificilmente os consumidores as relacionam aos Batista, de acordo com analistas. A ascensão Friboi nos últimos anos representa uma etapa relevante da indústria de carne bovina do Brasil, bem como o pioneirismo da JBS nessa frente. A marca Friboi ficou popularmente conhecida no país em 2013, em uma bem-­sucedida campanha estrelada pelo ator Tony Ramos (“Carne confiável tem nome”). O objetivo era agregar marca ­ e, claro, rentabilidade ­ à carne bovina. Ao contrário da carne de frango, no qual marcas como Sadia, Perdigão e Seara já eram relevantes, a carne bovina era vendida sem diferenciação. A estratégia da Friboi foi vista como uma etapa de amadurecimento da indústria.

VALOR ECONÔMICO

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