CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 491 DE 10 DE ABRIL DE 2017

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Ano 3 | nº 49110 de Abril de 2017

ABRAFRIGO NA MÍDIA

Setor de carne bovina vê recuperação nos embarques entre abril e maio

Apesar dos problemas em março, exportadores de carnes mantêm projeções de embarques em 2017

As exportações de carne bovina do Brasil deverão voltar a patamares próximos da normalidade entre abril e maio, após terem sido afetadas em março pelos embargos temporários impostos por importadores em reação à operação Carne Fraca da Polícia Federal, afirmou nesta sexta-feira a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo). Essa recuperação deverá ocorrer na medida em que os principais países importadores retiraram as principais barreiras após esclarecimentos do governo federal, que apontaram para problemas pontuais no setor de carnes. Em março, por consequência do impacto da operação, o Brasil exportou 124.880 toneladas de carne in natura e processada, queda de 8 por cento ante o mesmo mês do ano passado, enquanto a receita somou 489 milhões de dólares, recuo de 3 por cento na mesma comparação. No acumulado do primeiro trimestre, o Brasil exportou 331.788 toneladas, obtendo receita de 1,3 bilhão de dólares, com retrações de 7 por cento e 3 por cento ante o mesmo período de 2016, respectivamente. Apesar dos problemas em março, exportadores de carnes mantêm projeções de embarques em 2017.

REUTERS

Exportações de carne bovina em março caem 8% em volume e 3% em valor, diz Abrafrigo

No total, a China adquiriu 118,86 mil toneladas de carne bovina brasileira até março, respondendo por 36% das exportações do país

Atingidas pelos efeitos da operação da Polícia Federal, as exportações brasileiras totais de carne bovina in natura e processada voltaram a apresentar queda no mês de março, segundo informações da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), que compilou os dados consolidados fornecidos pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic), por meio da Secex/Decex. Conforme os dados, em março foram exportadas 124,88 mil toneladas do produto com receita de US$ 489 milhões. Houve queda de 8% no volume e de 3% na receita em relação a março de 2016, quando o Brasil exportou 136,38 mil toneladas, a US$ 502,9 milhões. Segundo a Abrafrigo, com o retorno dos principais clientes do país às compras, o fluxo de envio ao exterior deverá voltar aos números próximos da normalidade entre abril e maio. No acumulado do primeiro trimestre, o Brasil somou 331,78 mil toneladas exportadas, obtendo receita de US$ 1,3 bilhão, o que significou queda de 7% em volume e de 3% na receita em relação ao primeiro trimestre de 2016. A China continua sendo o maior importador da carne brasileira e continua aumentando suas compras diretamente no país, ao mesmo tempo em que vem reduzindo a sua dependência dos comerciantes e entrepostos da cidade-estado de Hong Kong. Em 2016, Hong Kong importou 86,46 mil toneladas no acumulado do primeiro trimestre e, neste ano, as aquisições caíram para 66,01 mil toneladas (-23,7%). Por outro lado, a China elevou suas importações de 35,61 mil toneladas nos três primeiros meses de 2016 para 52,85 mil t em igual trimestre deste ano. No total, a China adquiriu 118,86 mil toneladas de carne bovina brasileira até março, respondendo por 36% das exportações do país. Ainda na comparação por volume, a Rússia foi o segundo maior cliente do Brasil, com compras de 40,09 mil toneladas. Em seguida vieram: Irã (31,58 mil t); Egito (15,03 mil t); Arábia Saudita (14,84 mil t); Chile (12,59 mil t) e Estados Unidos (10,69 mil t). No período, 57 países aumentaram suas compras enquanto outros 66 as reduziram.

CARNETEC

Exportações totais de carne bovina em março caem 8% em volume e 3% em valor, diz Abrafrigo

Segundo a ABRAFRIGO, com o retorno dos principais clientes do país às compras, o fluxo de envio ao exterior deverá voltar aos números próximos da normalidade entre abril e maio

Atingidas pelos efeitos da operação da Polícia Federal, as exportações brasileiras totais de carne bovina in natura e processada voltaram a presentar queda no mês de março segundo informações da Associação Brasileira de Frigoríficos (ABRAFRIGO), que compilou os dados consolidados fornecidos pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), através da SECEX/DECEX. Conforme dados da entidade, em março foram exportadas 124.880 toneladas do produto com receita de US$ 489 milhões. Houve queda de 8% no volume e de 3% na receita em relação a março de 2016 quando o Brasil exportou 136.386 toneladas, com receita de US$ 502,9 milhões. Segundo a ABRAFRIGO, com o retorno dos principais clientes do país às compras, o fluxo de envio ao exterior deverá voltar aos números próximos da normalidade entre abril e maio. No acumulado do primeiro trimestre o Brasil somou 331.788 toneladas exportadas obtendo receita de US$ 1,30 bilhão o que significou queda de 7% em volume e de 3% na receita em relação ao primeiro trimestre de 2016. A China continua sendo o maior importador da carne brasileira e continua aumentando suas compras diretamente no país, ao mesmo tempo que vem reduzindo a sua dependência dos comerciantes e entrepostos da cidade estado de Hong Kong. Em 2016 Hong Kong importou 86.463 toneladas no acumulado do primeiro trimestre e, neste ano, as aquisições caíram para 66.014 toneladas (- 23,7%). Por outro lado, a China elevou suas importações de 35.616 toneladas nos três primeiros meses de 2016 para 52.855 toneladas nos três primeiros meses de 2017. No total, A China adquiriu 118.869 toneladas de carne bovina brasileira até março, respondendo por 36% das exportações do país. Ainda na comparação por volume, a Rússia foi o segundo maior cliente do Brasil, com compras de 40.098 toneladas; o Irã o terceiro, com 31.589 toneladas; Egito quarto, 15.032 toneladas; a Arábia Saudita o quinto com 14.842; Chile com 12.592 em sexto e Estados Unidos, com 10.692 em sétimo. No período, 57 países aumentaram suas compras enquanto que outros 66 reduziram suas importações.

NOTÍCIAS AGRICOLAS

NOTÍCIAS

RS: pecuarista mantém boi no pasto para atenuar baixa nos preços, diz Agência Safras

O mercado de boi gordo teve uma semana de preços mais baixos, ainda reflexo da Operação Carne Fraca.

“A perspectiva é por nova queda das indicações no curto prazo, em um ambiente cercado de preocupação no mercado interno”, aponta o analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias. Segundo ele, os pecuaristas devem manter uma estratégia de retenção dos animais nas pastagens, uma tentativa de arrefecer as pressões de baixa sobre os preços do boi gordo. “A reposição ao longo da cadeia tende a permanecer lenta mesmo durante a primeira quinzena do mês, período que tradicionalmente conta com maior apelo ao consumo”. A média de preços da arroba do boi gordo nas principais praças de comercialização ficou assim na primeira semana de abril:
São Paulo – R$ 140,27 a arroba, contra R$ 146,15 em março.
Goiás – R$ 125,00, contra R$ 129,71 a arroba.
Minas Gerais – R$ 132,00, contra R$ 137,95 a arroba.
Mato Grosso do Sul – R$ 129,83, contra R$ 135,08 a arroba.
Mato Grosso – R$ 122,83, contra R$ 126,90 a arroba.
As exportações de carne bovina “in natura” do Brasil renderam US$ 403,6 milhões em março (23 dias úteis), com média diária de US$ 17,5 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 98,2 mil toneladas, com média diária de 4,3 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.108,80. Na comparação com fevereiro, houve perda de 3,1% no valor médio diário da exportação, baixa de 3% na quantidade média diária exportada e queda de 0,1% no preço médio. Na comparação com março de 2016, houve perda de 6,1% no valor médio diário, baixa de 15,2% na quantidade média diária e valorização de 10,6% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.
Agência Safras

Frigoríficos alegam dificuldade na venda de carne para dar férias coletivas

As notícias de que os principais frigoríficos do país estão dando férias coletivas, tem derrubado os preços da arroba bovina e desagradado muitos pecuaristas. Como justificativa as empresas alegam dificuldade nas vendas de carnes após as repercussões negativas da Operação Carne Fraca, da Polícia Federal.

Durante encontro de confinadores e recriadores da Scot Consultoria, em Ribeirão Preto (SP), representantes das três indústrias, JBS, Marfrig e Minerva, deram a mesma justificativa: os negócios com a carne estão parados. “O varejo se aproveitou do momento para sair do mercado. E como agravante temos o retorno do ICMS em São Paulo colaborando para que as redes não tenham intenção de compra neste momento”, alega Fabiano Tito Rosa, Gerente de compra de gado da Minerva Foods. A Minerva concedeu férias coletivas de 20 dias na planta de Várzea Grande (MT). Em nota oficial a empresa informou que a parada é para manutenção.

Já a Marfrig deu dez dias de férias coletivas para o segundo turno do setor de abates da unidade de Tangará da Serra (MT), sem detalhar os motivos para a decisão. Na semana passada, a JBS já havia informado a concessão de férias coletivas de 20 dias, prorrogáveis por mais dez, em dez de suas 36 plantas de processamento de bovinos no Brasil, para ajustar estoques após a redução na demanda provocada pela divulgação da Operação Carne Fraca.

Segundo os representantes, a intenção neste momento é consumir os estoques para evitar o “derretimento dos preços da carne”. “O boi é menos perecível que a carne, por isso, o mais prudente a se fazer é reduzir as compras até que as coisas fiquem mais claras”, diz Fábio Dias, diretor de relacionamento com o pecuarista da divisão de Carnes da JBS. Fabiano Tito Rosa, da Minerva Foods, declarou a plateia de pecuaristas, presentes no evento, que apesar do fim nas suspensões para importação, os países não estão adquirindo grandes volumes de compra e, muitos deles continuam fazendo uma série de exigências para retornar as compras. “Temos o Irã, por exemplo, que liberou a importação, mas precisamos seguir uma série de normas, algumas delas chegam a ser inviáveis. Além disso, outros países como a Rússia, assistiram todas essas restrições e “tiraram o pé” na expectativa de que sobrasse mais carne com preço atrativo. Então, o que temos hoje no mercado do boi gordo é o mesmo que ocorre na carne: preços em queda e poucos negócios. Essa atitude de férias coletivas é uma gestão de risco”, disse Rosa. “A gente vive um cenário em que o impacto da crise chegou ao setor produtivo e ao consumidor. Estamos ajustando produção frente à necessidade real, um ajuste normal de mercado”, acrescentou Mauricio Manduca, Gerente da mesa de negócios da Marfrig Global Foods. Por outro lado, o analista Alex Santos Lopes, da Scot Consultoria, lembra aos representantes dos frigoríficos que as margens operacionais estão acima da média histórica neste ano, cerca de 27,9% no equivalente desossa medido pela Consultoria. Alcides Torres, presidente da Scot, destacou a importância do trabalho da Polícia Federal em denunciar as irregularidades, mas lamentou que os pecuaristas tenham sido os mais afetados nesse cenário. Enquanto o impasse não se resolve, os produtores temem por uma forte depreciação nos preços da arroba, que já vinham em queda mesmo antes da Operação Carne Fraca. Além da impossibilidade de efetuar negócios neste momento, já que algumas regiões possuem apenas uma unidade de abate, portanto, se há paralisação, esses produtores ficam sem alternativa de venda, mesmo que a intenção seja entregar apenas o necessário para cobertura dos custos. A expectativa era de que os dias parados pudessem encurtar as escalas de abate, forçando as indústrias a voltarem ao mercado, mas isso não ocorreu. Pelo contrário, o movimento de férias coletivas cresceu. A preocupação é que o período das águas vai chegando ao fim e, caso o cenário se estenda poderemos ver uma concentração de animais represados – e mais pesados pelo tempo extra no campo -, a serem entregues em maio/junho, provocando queda ainda maior nos preços do boi gordo.

NOTÍCIAS AGRICOLAS

O aumento nos preços da carne bovina no varejo não ocorreu

Nas últimas semanas, foi divulgado praticamente como certo um aumento entre 6,0% e 7,0% para os preços da carne bovina no varejo, em decorrência da volta do ICMS

O último agente da cadeia e, na prática, o que manda, não aceitou o repasse neste primeiro momento. Houve até um ajuste positivo nas cotações, de 0,6% na média dos cortes bovinos em São Paulo, mas bem mais modesto que o divulgado. Mais impostos incidindo na cadeia gera uma redução de margem. Parte foi amortizada pela queda de preços no atacado, parte pela alta sutil e parte ficará com o varejo. Ao longo dos meses, com uma possível recuperação do poder de compra e consumo, pode ser que haja o repasse, mas não será do dia para noite, nem via decreto.

SCOT CONSULTORIA

Mercado do boi gordo em processo de ajustamento

Mercado do boi gordo em processo de ajustamento, após as confusões policiais e tributárias das últimas semanas

Prova deste ajuste é o retorno gradual dos preços em algumas regiões. No entanto, deve-se destacar que ainda existe pressão baixista em certas praças. Em São Paulo, ainda existe volume considerável de ofertas de compra abaixo da referência, mas sem sucesso na negociação. A boa notícia foi a recuperação nos preços da carne bovina com osso no mercado atacadista. A carcaça de bovinos inteiros e castrados ficou cotada em R$9,00/kg e R$9,50/kg, respectivamente (7/4). Para o curto prazo, a resposta dos preços da carne frente ao enxugamento das escalas de abate (atendem de dois a três dias na maioria dos casos), será o principal fator determinante do rumo do mercado do boi.

SCOT CONSULTORIA

BRF é liberada para retomar abate de frangos e perus na unidade de Mineiros

Secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura diz que riscos foram descartados após plano de ação. Planta estava interditada desde a deflagração da Operação Carne Fraca.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) liberou a unidade da BRF em Mineiros, na região sudoeste de Goiás, que estava interditada desde a deflagração da Operação Carne Fraca, para retomar o abate de frangos e perus. O secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Luis Eduardo Pacifici Rangel, confirmou ao G1 que a autorização ocorreu após a análise do plano de ação apresentado pela empresa. “Recebemos as informações da unidade sobre as medidas que foram tomadas e, na noite de sexta-feira [7], houve a liberação. Foi confirmado que não há riscos e o abate de frangos e perus já pode ser retomado normalmente a partir deste sábado [8]”, ressaltou Rangel, por telefone. A assessoria de imprensa da BRF confirmou, em nota enviada ao G1, que “foi autorizada a retomar as atividades em sua unidade de Mineiros (GO). Os trabalhos devem ser reiniciados nos próximos dias”. A unidade de Mineiros foi interditada logo após a deflagração da Operação Carne Fraca, no dia 17 de março deste ano. Segundo a empresa, na cidade, eram abatidos em média 115 mil frangos e 25 mil perus por dia. Por conta da interdição, a empresa obteve uma autorização junto ao Serviço de Inspeção Federal (SIF), ligado Mapa, e iniciou, no dia 23 de março, a transferência dos frangos que estavam na fábrica para serem abatidos na unidade de Rio Verde, também no sudoeste de Goiás. Já os perus, que estavam em condições de abate, ficaram represados nas granjas da cidade até a liberação para transferência para a unidade de Uberlândia, em Minas Gerais, que só começou a ser feita na última quarta-feira (5). De acordo com as investigações da Polícia Federal, a unidade da BRF em Mineiros, que é focada na produção de carnes de aves, estava contaminada pela bactéria salmonela e mesmo assim continuou exportando carne para a Europa. Sobre as acusações, a BRF já havia informado, em nota, que “existem cerca de 2.600 tipos de Salmonella, bactéria comum em produtos alimentícios de origem animal ou vegetal”. Ainda conforme o texto, “todos os tipos são facilmente eliminados com o cozimento adequado dos alimentos”. Além disso, a companhia afirmou que “a BRF não incorreu em nenhuma irregularidade”, já que “o tipo de Salmonella encontrado em alguns lotes desses quatro contêineres é o Salmonella Saint Paul, que é tolerado pela legislação europeia para carnes in natura”. A companhia reiterou que cumpre as normas e regulamentos referentes à produção e comercialização de seus produtos, possui rigorosos processos e controles e não compactua com práticas ilícitas. A empresa ainda “assegura a qualidade e a segurança de seus produtos e garantiu que não há nenhum risco para seus consumidores, seja no Brasil ou nos mais de 150 países em que atua”. Sobre a interdição, a assessoria da BRF também já havia informado que ela ocorreu até que a empresa passasse as informações sobre a segurança e a qualidade dos produtos. A companhia informou, ainda, que está colaborando com as autoridades para o esclarecimento dos fatos.

G1 GO

Carne Fraca: Justiça mantém prisão preventiva de funcionário da Seara

Segundo a investigação da Polícia Federal, o funcionário dava dinheiro e alimentos a fiscais em troca da liberação de certificados sem que fosse realizada fiscalização

A Justiça Federal do Paraná decidiu manter a prisão preventiva de Flavio Evers Cassou, funcionário da Seara, empresa pertencente à JBS. Cassou teve a prisão decretada em 17 de março por suposto envolvimento na Operação Carne Fraca. De acordo com o juiz federal Marcos Josegrei da Silva, a revogação da prisão preventiva de Cassou neste momento colocaria em risco a saúde pública e o andamento das investigações, diante da possibilidade de destruição de provas e coação de outras pessoas envolvidas no esquema. Segundo a investigação da Polícia Federal, o funcionário dava dinheiro e alimentos a fiscais em troca da liberação de certificados sem que fosse realizada fiscalização. A JBS disse que “não compactua com qualquer desvio de conduta de seus funcionários e acompanha o caso para tomar todas as medidas cabíveis”. Também afirmou que o profissional da Seara atualmente está com seu contrato de trabalho suspenso.

Folhapress

Novo vazamento de amônia em frigorífico da JBS

Um vazamento de amônia em um frigorífico da JBS em Campo Grande causou intoxicação leve em 72 funcionários e moderada em seis, na quinta-feira à tarde.

No total, 410 pessoas trabalham na unidade. O incidente ocorreu por volta das 13 horas, na casa das máquinas, que fica próximo a um dos alojamentos da empresa. Houve alerta para esvaziar todas as áreas do prédio. Segundo o Corpo de Bombeiros e o Serviço Atendimento Médico de Urgência (Samu), as pessoas queixavam­se de dor de cabeça, falta de ar e queimação nas mucosas do nariz e dos olhos. Não houve nenhum caso grave de intoxicação. A Polícia Civil chegou uma hora depois do acidente para investigar as possíveis causas do vazamento, porém, a equipe de perícia não foi autorizada a entrar no local devido ao risco de intoxicação com o gás. “Havia risco para a equipe de perícia, entaõ, fizemos análises preliminares e na sexta (hoje) será feia uma perícia complementar. Vamos apurar se houve negligência, sabotagem, se foi um acidente por imprudência de alguém ou não”, disse o delegado da Polícia Civil Cléverson Alves dos Santos. Em nota, a JBS diz que o vazamento foi “rapidamente controlado” e que, por precaução, a unidade foi “imediatamente evacuada”. As causas do episódio estão sendo apuradas pela empresa. “As operações estão temporariamente suspensas até que o local seja liberado pelo Corpo de Bombeiros”.

Folhapress

JBS apura causas de vazamento de amônia em Campo Grande; unidade voltou a operar

A JBS informou que sua unidade de Campo Grande (MS), localizada na Rodovia BR60, retomou as operações normais na manhã de sexta-feira após o vazamento de amônia ocorrido um dia antes, segundo nota enviada à imprensa

A companhia disse que o vazamento “foi rapidamente controlado” e a planta foi liberada pelo Corpo de Bombeiros para retomar as operações. A empresa está agora apurando as causas do ocorrido. “A unidade foi imediatamente evacuada e alguns colaboradores foram encaminhados aos postos de saúde locais”, informou a JBS, sem detalhar quantos funcionários foram afetados pelo vazamento e tiveram de receber atendimento médico. Matéria publicada no site do jornal Valor Econômico na sexta-feira informou que o vazamento causou intoxicação leve em 72 funcionários e moderada em seis, sendo que 410 pessoas trabalham na unidade. A CarneTec não conseguiu contato com responsáveis do Corpo de Bombeiros de Campo Grande acompanhando o caso até o fim da tarde de sexta-feira.

CARNETEC

Temer agradece presidente da China por solução para questão da carne do Brasil

O Presidente Michel Temer reforçou o interesse de juntar esforços dos dois lados para o maior aprofundamento da cooperação bilateral

O Presidente Michel Temer conversou com o Presidente da China, Xi Jinping, e agradeceu a “solução efetiva” dos problemas de importação da carne do Brasil. Temer também reforçou o interesse em aprofundar a cooperação bilateral entre os dois países. As informações foram divulgadas dia 8, em nota, pelo Palácio do Planalto. A China suspendeu a importação da carne brasileira após a deflagração, no dia 17 de março, da Operação Carne Fraca, pela Polícia Federal (PF), e, dias depois, após negociações com o governo brasileiro, reabriu o mercado para o produto com restrições apenas a carne de frigoríficos sob investigação na operação. “O Presidente Michel Temer reforçou o interesse de juntar esforços dos dois lados para o maior aprofundamento da cooperação bilateral e agradeceu à parte chinesa a solução efetiva do tema da exportação dos produtos de carne brasileira à China”, diz a nota. O Planalto informa ainda que Xi Jinping “fez votos de que a cooperação econômico-comercial sino-brasileira se desenvolva de forma contínua e saudável para maior benefício dos dois povos”. De acordo com a nota, os dois presidentes reiteraram a importância que ambos atribuem à parceria estratégica global entre Brasil e China. O Presidente chinês manifestou a Temer as boas-vindas em função de sua ida a China para a Cúpula dos Brics (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), que será realizada em setembro. Este ano, a reunião de cúpula do grupo ocorrerá na cidade chinesa de Xiamen.

AGENCIA BRASIL

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